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Sodré

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  1. Olá, pessoal. Há dois dias, despertei a consciência dentro do local onde trabalho. Havia duas senhoras muito chorosas pela perda de seus filhos desencarnados. Tentei interagir para consolá-las e percebi que elas acreditavam que estavam em uma igreja. Apesar de estarmos fora do corpo, agi como se estivéssemos no mundo físico, pois calculei que ambas estivessem projetadas inconscientes, projetando sua dor no mundo astral: "A senhora sonha com seu filho?", perguntei a uma delas. Ela me olhou com um certo incômodo pois acreditava estar em uma igreja, afinal, para ser consolada e não para receber esclarecimentos. "A senhora sabia que a senhora pode acordar dentro do sonho e conversar com o seu filho?", insisti. Ela ficou meio zangada, afinal, eu estava interrompendo sua dor de novo. Decidi sair dali voando. Neste momento percebi vários umbralinos agitados que chegaram ali e também se incomodaram comigo. De um pequeno flutuar sobre a casa, passei a desejar ir mais alto e olhar para baixo. Vi aos poucos, as luzes das casas, que de longe pareciam pequenos pontos luminosos. Decidi ir na direção do mar e vi a praia do forte com uma cor azul diferente. Achei que estava indo na direção do Rio de Janeiro e mudei a direção, aumentando a velocidade e a altura. Nesta hora, não sabia mais para onde estava indo. Perdi a referência geográfica. Passei a me sentir levado e deixei fluir. Vi condomínios, piscinas, aglomerações, pontes, montanhas, como se estivesse na janela de um avião. Parei, como um drone, por cima de uma Ponte que acreditei ser a Rio-Niterói, pois acho que voava pelo lado oceânico de Niterói. Perdi a rememoração neste momento e não sei como fui parar em uma casa ali naquela região. Um senhor de cabelos brancos e de olhos azuis segurou minhas mãos. Acho que era um amparador que estava ali comigo o tempo inteiro. Com muita tranquilidade me pediu para ficar calmo. Mentalmente tentei entender seu nome: Irzão, acho. Olhei para algo que parecia um livro que ele me mostrava mas comecei a vibrar e não teve jeito... Voltei para o corpo.
  2. Ontem, ao pegar uma caixa de compras, tive um mau jeito e fiquei com uma dor forte na lombar. A lombalgia ficou ontem o dia inteiro. Parou quando dormi e voltou mais cedo. Fui para a faculdade, corrigi umas provas com a dor cronificando. Tive o insight de tentar descoincidir dentro do carro no estacionamento da Veiga. Estava de frente para a lagoa de araruama, reclinei o banco, relaxei, soltei as energias e lentamente descoincidi do corpo. Vi um colega de trabalho com vários pontos vermelhos no seu paracorpo que estava cinza. Ao querer focar na visão, coincidi com o corpo. Voltei a relaxar, a dor havia melhorado. Estava ficando "solto" de novo, quando a imagem do rosto de uma mulher loira com olhos verdes intensamente brilhantes saltou no campo lateral do meu frontal. Assim que a vi, ouvi mentalmente a pronúncia de um remédio.... Acordei e percebi que ela ou se manifestou ali para me ajudar com a dor ou se revelou ali como alguém que anda comigo e sempre me ajuda. Uma fada do mundo astral....... Já estou medicado e bem melhor.... Fica aí a dica
  3. Após muita luta contra as ondas mentais asfixiantes do dia, Relaxei o suficiente para apagar exausto. Recordo, então, estar vendo dezenas de turistas deixando uma linda enseada (acho que estava na Grécia - vai saber) se deslocando para uma outra praia ao lado, onde, em um cais, aportava um imenso barco branco. Parecia um Veleiro se velas..... A beleza do lugar, que deveria ser rico em energia ambiente, me causava aquela sensação de tranquilidade profunda quase um torpor. Olhei para o lado e vi o rosto da minha cunhada. AH, ela não podia estar ali, a não ser que....fora do corpo..... Na mesma hora, deduzi que estava fora do corpo e sempre -droga- quase sempre, a mera percepção de estar fora do corpo move as adrenais no próprio corpo: 1 - "Embriagadas de adrenalina, as células despertam do sono; 2- As paracélulas astrais, acatando o fóssil movimento da luta e da fuga, voltam ao corpo, encurtando, à velocidade da luz, os mini-fios que, antes dilatados pela projeção semi-lucida, agora se encolhem pelo susto da lucidez. Ainda tentei dar uma ordem. Me segurar pela ênfase mental ante a sensação de contato das paracostas com a parede onde me recostava. Tudo vibrava como uma desmanche, um elétron que pisca, uma gota que evapora... Quis ficar para levantar, mergulhar, passear de barco, olhar ao redor, pesquisar, amparar, quem sabe..... Já era...... Deportado para o corpo pelo próprio corpo....
  4. Olá pessoal, Esta manhã, sempre usando a técnica do Raduga, levantar, esperar e deitar de novo, minha consciência despertou dentro de uma aeronave branca. Não consegui atingir a lucidez total, mas relativa. Acordei com algumas reflexões: Assim que percebi que estava voando sem o controle do voo, assumi que estava em uma aeronave. Preciso ter uma outra reação a isso: voar sem controle do voo. Esta perspectiva era validada pela presença de outras consciências comigo. Ao considerar que era um avião, o esquema cognitivo de avião veio à tona. Pronto: perdi a chance de ficar lúcido. O subconsciente começa a projetar contornos compreensíveis apenas no mundo físico. A minha reação foi a de considerar apenas uma viagem normal de avião. Assim: 1- Possivelmente, era um deslocamento coletivo à reboque da aura de um amparador ou guia extrafísico, o que chamei de avião branco; 2- Passamos por uma cidade, que provavelmente visitamos, mas acreditei que estávamos apenas taxiando antes da decolagem; 3- A visão da paisagem e seus detalhes anulava a sensação de estar sendo rebocado; 4- Eram outras consciências comigo e não eram outros passageiros; 5- Minha filha estava comigo. "Estar em um avião", viajando em férias, seria a reação lógica mais natural; Resumindo, a curiosidade desperta o subconsciente e seus esquemas modificam as formas extrafísicas para versões semelhantes no mundo físico, o que, por sua vez, diminui a sensação de estranheza que, em geral, me lava a ficar lúcido fora do corpo. Abraços
  5. Oi, também assisti este filme com esta perspectiva. Projeções em cosmoconsciência podem revelar os eventos múltiplos encadeados pelo tempo como na cena da biblioteca. Nesses casos, o tempo deixa de limitar a interação dos eu's dimensionais e pode gerar intuições ou sincronicidades. Na verdade já faz isso, mas nem todos percebemos. Boa parte de nossas intuições, a voz interna, vem de nós mesmos, no futuro, tentando melhorar a cadeia de eventos. Isso ocorre quando perdoamos o passado com a energia correta ou selecionamos o melhor a experiência futura. Como uma resposta automática, as sincronicidades aumentam, pessoas novas surgem junto a novas e boas experiências e você passa a se sentir mais interessado em cosmoconsciência do que em projeção astral. Uma leva de livros chega a você. O desejo de ampliar seus estudos conscienciais aumenta e a ideia de estudar a própria consciência se incorpora de uma vez. O efeito "zoom", focar no significado, amplifica a visão no tempo e no espaço e passa a fazer parte de suas projeções astrais. Você pode olhar a cadeia de eventos ou simplesmente ir mais longe e sentir-se como uma unidade coletiva ao mesmo tempo. O Nolan deve ter tido uma intuição ao criar o incomparável Interestelar.......
  6. De manhã, como sempre, técnica do Raduga, desperto dentro de meu carro. Estou andando em círculos próximo ao trabalho. Meu carro para. Um umbralino tira o pneu do meu carro. Começo aí a ter uma sensação de estranhamento, como se uma fila de incorências pontuais me pressionasse ao mesmo tempo. Olho para o umbralino e constato: "Estou fora do corpo. Não há como explicar como cheguei aqui." Passo a investigar o ambiente. Existe uma cidade cinza ao meu redor, mas havia uma escada estranha que passei a subir pelo mero interesse ou impulso de mentor. Ao final da escadaria, uma linda e colorida cidade - cores tão incrivelmente vivas - apareceu à minha frente. Fiquei tão impactado pela diferença das duas cidades que passei a me perguntar se havia morrido. Voltei para o corpo e como se acordasse, saísse de carro de casa, voltei a interagir com o mesmo umbralino no mesmo lugar em que ele segurava o pneu do meu carro. Disse para ele que havia estado ali fora do corpo e que havia ali uma escada para outra cidade. Ele reagiu diferente, parecia mais denso do que antes. Acreditando que estava acordado, ainda pensei: "O pessoal do mundo físico realmente não se interessa pelo extrafísico." Foi quando percebi que ainda estava fora do corpo e não voltara para o corpo como acreditara. Este fenômeno me leva a crer que a queda no corpo vai sendo freada com o tempo e que em breve terei mais controle sobre ela. Abraços!
  7. Uso estas técnicas relatadas e também a técnica da pergunta do Waldo que consiste em se perguntar 20 vezes por dia se você está dormindo ou acordado. Para mim, sempre que volto a usar em três dias, funciona. A pergunta irá surgir quando você estiver fora do corpo. Às vezes você responde que está acordado. Ela vai surgir junto a um estranhamento incomum, pois, no físico não nos importamos com deslocamentos espaciais. Vamos daqui para ali e ponto. Não ficamos nos perguntando de onde viemos. Quando, para mim, surge a pergunta, surge também o estranhamento de como fui parar ali. É nesse momento que tudo pode dar errado, que você tem ficar calmo, tocar em algum logar, fazer EV e não pensar no corpo. É complexo, mas você se acostuma............
  8. Para mim é a que dá resultados mais rápido.
  9. Sodré

    Voando Uber

    Eu sempre faço EV antes de dormir. Ultimamente, sempre que sinto necessidade, exteriorizo energias na direção dos assediadores. Mas nem sempre consigo evitar os ataques extrafísicos...
  10. Acordei; escola da minha filha; lixo na rua; cachorro para fora... Deitei de novo. Relaxei, respiração, expiração, prende o ar, solta o ar, o corpo começa a ficar imóvel.... Desperto fora co corpo no momento em que passei a flutuar ao me deslocar pela rua da frente da minha casa. Estou fora do corpo voando pela minha rua. Pouso em um quintal. Há uma moça meio loura meio magra. Falo para ela que vou tirá-la dali voando e ela não acredita. Peço para que apenas me abrace para decolarmos juntos dali. Ela me abraça mas não conseguimos decolar. Peço para ela mudar as vibrações e ficar mais tranquila. Decolamos, enfim.... Descemos depois de um tempo. Ela sabe que eu vou voltar para o corpo e se despede. Acho que foi algum resgate rápido, mas pode ter sido apenas um Uber de um trecho para outro.....
  11. Oi, Edivando. A respiração é uma forma de relaxamento. Uso de vez em quando só para dormir mais relaxado. A técnica de despertar, levantar e depois de cerca de 30 minutos deitar e ficar parado tem sido, pelo menos para mim, a mais eficiente de todas.
  12. Ontem, de manhã, em razão de profundo relaxamento (vide de técnica do Raduga: levantar, esperar e deitar de novo), percebi o corpo sendo puxado para fora. Acho que nesta hora, a catapultagem é algo raro de perceber, em razão do adormecimento da consciência. Mas, como já havia levantado, a mente estava mais atenta. Foi aí que percebendo o puxão observei que a minha vontade servia de comando com o corpo em efeito "quiabo". Saí consciente flutuando, fiquei lúcido todo o pouco tempo da projeção. Foi a segunda vez em anos de experiência que saí lúcido do corpo. Nas outras sempre desperto pelo estranhamento. Abraços,
  13. Ontem, despertei de novo a consciência após a sensação de estranhamento, desta vez, o gatilho para a lucidez foi ter visto uma tia que há muito tempo havia desencarnado. Ao vê-la, logo deduzi "estou fora do corpo". Esfreguei bem as mãos (técnica do Raduga) para aumentar a sensação de tato Interagi com muitas "crianças" que me parece vão reencarnar ali. Percebi que havia uma criança agarrada na minha perna. Parecia uma entidade bem confusa e assustada. Pus a mão em sua cabeça para falar com ela. Ao vê-la, voltei para o corpo Acordei com a ideia de que quando encontramos pessoas conhecidas em qualquer lugar não perguntamos se estamos fora do corpo. As pessoas que conhecemos aqui e desencarnam chamam nossa atenção fora do corpo. Regularmente, aparecem em nossas EFC. Agora, toda vez que me deito, penso nessa possibilidade de conectar ao reencontro o gatilho para lucidez. Abraços
  14. Há alguns dias, me percebi nadando em águas cristalinas. Cheguei a uma espécie de ilha, onde havia muitas pessoas transitando. A lucidez começou após a sensação de estranhamento e a pergunta "como cheguei aqui?" passar levemente pela consciência. Esta sensação está se tornando cada vez mais frequente e tem sido um excelente gatilho para a lucidez. Desta vez, não fiquei eufórico e o pensamento sobre onde estaria meu corpo físico não estragaram a projeção. Logo percebi que havia um trabalho intenso a ser feito. Muitos obsessores foram levados até ali e não havia muito tempo a perder. Comecei a perceber o teleguimento e me pus a exteriorizar energias a diversas consciências. Com algumas conversei, convencendo de que deveriam modificar a forma de pensar. A cor das roupas de muitos variava de vermelho intenso o que traduzi como obsessores sem muita consciência e cores escuras e mais fortes o que entendi como seres mais conscientes da situação em que se encontravam. O trabalho ali parecia também atender criaturas que passaram a sofrer patologias mentais. Tive a impressão de que estava em um sanatório. Voltei para o corpo impactado.... Ainda ouvi alguém me xingar de cachorro....
  15. Boa experiência! Você deve ter relação com a China..............