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JeffLondon

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  1. Esses acontecimentos parecem evidenciar que o tempo realmente não existe, ou pelo menos é altamente subjetivo (relativo). Assim como o espaço, quando estamos num estado de astral, que parece não haver distância ou que nos movimentamos instantaneamente parece evidenciar que o espaço também não existe ou é uma construção da consciência. Penso que só o que existe é a consciência, e espaço, tempo, cores, etc, são apenas criações para nos situar, criações coletivas, diga-se de passagem.
  2. Bem Sandro, na verdade, unindo o tempo de casamento com o de namoro, são mais de dez anos. Mas só depois que casamos que passamos a morar juntos. Puxando o gancho aí da relação esposa/ marido e essa identidade psíquica criada que você falou, algumas coisas acontecem com a gente, que acho que você vai se identificar, pelo que está falando. Tipo assim, às vezes estou pensando numa coisa, e a minha esposa aparece falando aquela mesma coisa, e vice-versa. Completamos as frases um do outro, os pensamentos etc... claro, existem as divergências, mas no decorrer do tempo de convívio, a gente percebe que um "lê" os pensamentos e sentimentos do outro de uma forma que vai além da coincidência normal e do mero tempo de convivência. Verdadeiramente sinto que há uma troca ali, em referencia ao "motivo sexo/matrimonio" que voce falou. Um aprende com o outro, Aprendemos a paciência, a tolerância, ensinar e aprender ao mesmo tempo. Vejo, guardadas as devidas proporções, que a minha esposa é um reflexo meu, digamos, feminino e com outras experiencias de vida. Porque acho que o que forma verdadeiramente a personalidade, são as experiencias que você atravessa na vida. Aí se juntam experiencias dessa vida e de outras, e isso é a personalidade. Se você pegar dois indivíduos diferentes e tirar deles suas memorias e experiencias de vida, eles se tornarão a mesma entidade, sabe? Tipo assim, a mesma energia consciente, sem experiencia, uma folha branca esperando ser escrita, e esses escritos, são nossas personalidades. Desse forma vejo que nós somos um só ser, tendo experiencias diversas. E como você disse aí em cima quando disse ver sair de voce um clone, isso me parece uma outra parte de sua consciencia, que voce normalmente não percebe, mas ela está lá. Então, talvez, a diferença entre ser um espirito e uma pessoa viva, seja que, enquanto vivos, não percebemos esses desdobramentos de consciências que nos formam, talvez porque o cérebro normal não suportaria tanta informação, e dessa forma, quando morremos, e nos livramos do cérebro, passamos a ter consciência dessas outras consciências que são parte de nós, e isso alarga nosso horizonte. Isso é um pensamento interessante, pois se for assim, a morte não separa ninguém, apenas une. Acho que o ego, seria uma estratagema, tipo uma estratégia para se focar apenas numa "direção". E isso seria o que a gente chama de tempo. Porque quando da minha experiencia, como eu disse, me senti como se o eu de agora fosse um ponto numa coordenada infinita, e eu só faria sentido enquanto um eu, ou seja, um ego, enquanto ali, enfiado naquela coordenada especifica, e isso seja o que talvez chamamos espaço e tempo. Acho que essa questão de convivencia é tipo assim: "veja, você enquanto ego, tem de aprender a conviver com outros, porque, de certa forma, somos um conjunto de consciências, e viver juntos é a regra do universo". Porque se olharmos bem, é a união das coisas que forma toda a realidade. São os átomos unidos que formam a matéria física, e talvez, sejam as personalidades unidas que formam as realidades subjetivas. Isso é meio que percebido nas questões de viagem astral, porque parece que nossos pensamentos e os pensamentos dos outros se influenciam e concorrem para a formação daquele realidade especifica experimentada.
  3. Seis anos Sandro. Enquanto eu estava lá, deitado, paralisado, com os olhos abertos e tudo, eu olhava para o corpo dela ao meu lado, e sabia que era eu também. Tipo assim: "aquele ali sou também, vendo o mundo de outra perspectiva". Tudo estava claro, tipo assim, sou tudo o que me cerca, então estou em todo o lugar e todo o lugar sou eu. Mas ao mesmo tempo, aquela consciência profunda que chamei de y, parecia estar "estática" em algum lugar, irradiando e dela saía toda a minha realidade... foi muito interessante e diferente.
  4. Bom dia a todos! Bem, não sou muito de postar relatos, mas achei interessante dessa vez registrar essa experiência, até como um diário para consultar depois, já que as memórias desse tipo de experiência desvanecem rápido... já to começando a esquecer...rsrsrs Mas, vamos lá: Noite passada eu estava dormindo, eram umas 9 horas da noite ( pois durmo com a minha esposa na sala de tv antes de irmos para o quarto lá pelas zero horas), então, ainda era cedo. Dessa forma, acordei de repente num estado estranho. Eu estava num estado paralisado (mas vejam, não era paralisia do sono) eu tinha plena consciência de tudo ao meu redor, meus olhos estavam abertos, eu via tudo no meu campo de visão, inclusive a minha esposa deitada ao meu lado, distinguia até a cor e os desenhos no pijama dela. Só que!.... essa minha consciência ( que chamarei de x) não é a consciência de agora! Era o eu de 10 anos atrás!! Eu não me lembrava que tinha casado, nem sabia o que era aquela casa, e nem que eu tinha me deitado a alguns minutos. Era a consciência do eu sim, eu sabia quem eu era e tudo o mais, só que, digamos, estava defasada em dez anos... Dito isto, como sempre tentei fazer um desdobramento espiritual eu pensei, -bem, a hora é agora! Já que eu estava num estado alterado de consciência,,, Aí eu tentei todas as técnicas conhecidas de sair do corpo.... mas não conseguia! Eu só tinha essa consciência defasada, sem me situar no tempo e espaço, e ainda paralisado. Acontece, que do nada, comecei a ter uma segunda consciência, que chamarei de y, essa consciência era mais profunda, por assim dizer. Eu sabia - por meio dessa consciência- que a minha consciencia x era uma pequena parte de mim, que não importava muito. Era como seu eu soubesse de tudo e pouca coisa importasse. Que aquilo que estava acontecendo não era nada estranho e acontecesse sempre, só que agora eu simplesmente percebia. Eu ainda não tinha saído da paralisia. Nesse intérim, eu fiquei ali, tentando escapar da paralisia, tentando me situar e me lembrar quem eu era e onde eu estava realmente, Já que eu estava num quarto "estranho" deitado com uma pessoa "estranha". E nesse momento, veio uma informação muito interessante na minha cabeça. Anotem aí...rsrsrs. A minha consciência y - a mais profunda - me deixou a par de que aquele corpo do meu lado, que era a minha esposa que estava deitada comigo - também era Eu (ou seja, a consciência y, essa mais profunda) que era eu tendo uma experiência, só que de outro ponto de vista! Ou seja, eu e minha esposa - e suspeito também, pois foi o que senti enquanto consciência y, que somos a mesma entidade! A mesma entidade tendo experiências em pontos de vista diferentes. Ou seja, a minha alma, em sua parte profunda, se divide em ser eu, minha esposa, e todos os que dividem a experiência comigo! Suspeito que essa consciência profunda estava me dizendo que ela além de ser eu é todo mundo!!!! Nesse momento, que diga-se de passagem, não tinha noção de tempo nenhuma, sei que eu tinha consciência de outras coisas e outras informações - que como eu disse, estão escapando da minha memória. Então, nesse momento, deu um estalo na minha cabeça, e eu "voltei", vamos dizer assim, a ser que eu sou agora. Meio que fui "atualizado"... rsrsrs. Num estalo me lembrei onde estava, quem sou, que aquela pessoa ao meu lado é minha esposa.... enfim!! De tudo! Levantei totalmente certo de que tenho várias consciências, e com uma estranha sensação de que sou apenas uma representação de algo no tempo e no espaço, como uma coordenada. Só faço sentido quando estou neste espaço, nessa coordenada, por assim dizer. Por isso eu fiquei paralisado nas outras consciências, porque elas não estavam situadas neste tempo. O eu de dez anos atrás não podia se mexer, ou interagir aqui, porque não pertencia a este tempo. Estão entendendo? Por isso quando fui "atualizado" eu saí da paralisia automaticamente. Ainda estou com uma sensação estranha na cabeça.
  5. Ce tá me zoando! Até no astral tem polícia?! Não me entendam mal, sou um cidadão correto, inclusive já fiz parte das forças de segurança pública. mas me dizer que no astral tem esse tipo de aparato, é o mesmo que me dizer que lá tem um Estado constituído, impostos para pagar, burocracia de papéis para preencher, políticos, pastores... ou seja,.,, o arremedo deste mundo do qual tentamos nos livrar... Tem?!,,,,
  6. Tive uma espécie de sonho lúcido muito interessante, onde recebi uma informação verdadeira que eu desconhecia quando desperto: No sonho, eu estava meio que ajudando alguém com uma queimadura no braço. Eu tinha bastante consciência de mim mesmo e do derredor, embora não identificasse prontamente que aquilo fosse um sonho, por isso eu o chamei de sonho "meio" lúcido. Neste sonho, eu falava com a pessoa, dando a ela explicações sobre a sua queimadura, ao mesmo tempo que a tranquilizava, como um médico provavelmente faria num atendimento normal. Só que eu falava pra essa pessoa, que a pele tem SETE camadas! E eu falava com convicção aquilo! Explicava detalhadamente... Só que ao acordar, eu fiquei intrigado. Por que sempre aprendi no ensino médio que a pele tem 3 camadas. Derme, epiderme e hipoderme.... E aquilo ficou martelando na minha cabeça. Fui procurar na internet, e achei as informações de sempre: derme, epiderme e hipoderme... Mas não me conformava... então, fiz uma busca mais profunda, inclusive em sites em inglês... e achei a informação que a pele tem de fato sete camadas! Isso foi muito interessante. Alguém já teve esse tipo de informação nova em seus sonhos lúcidos ou passeios astrais?
  7. Excelente teoria Sandro! Acho que foi exatamente isso. De fato penso assim também. Os "lugares" que ocupamos, inclusive esse mundo físico, imagino que sejam apenas percepções mentais temporárias. Não existe uma separação física verdadeira entre um mundo ou outro, penso que apenas percepções diferentes. Então os ambientes podem ser na verdade mentais, e não físicos. Ou seja, não tem "aqui" ou "lá"... existe apenas a sua mente e o que ela pode perceber. Então essa seria a verdadeira divisão. Pessoas vivas ou mortas são apenas a mesma mente percebendo ambientes diferentes. É uma teoria que explicaria muita coisa! Valeu!
  8. Bom dia gente! Depois de deitado, fui relaxando o máximo que eu podia. Venho fazendo isso já há muito tempo. Não fiz nenhum trabalho energético, apenas me concentrei naquele ponto central na testa, acho que o chacra do terceiro olho, como dizem. Quando faço isso sinto que depois de um tempo, os meus olhos - acho que relaxando - começam a virar pra cima, tipo quando a gente morre...rsrs. Mas é uma sensação bem agradável porque parece um super-relaxamento. Pois bem, fiquei assim por umas duas horas! Deitado, relaxado, concentrando-se nessa região. Eu sentia o sono querendo chegar, e por vezes devo ter apagado por segundos e voltado por umas duas ou três ocasiões. Só que teve uma hora que de repente a escuridão na frente dos meus olhos fechados aumentou, se é que podem entender. Fiquei com a sensação de cabeça vazia, oca. Comecei a ver imagens que se destacavam no fundo preto da escuridão. Eram rostos sorridentes, homens, mulheres... como se fossem desenhados com um giz branco num quadro negro... eles passavam por mim... eram imóveis, como desenhos mesmo... Então, comecei a cair nessa escuridão, e ouvir barulhos estranho de tambor, como numa cerimonia indígena!!! Foi aí que comecei a analisar a situação pensando assim: "Bem, eu sempre fiz esses exercícios espirituais de meditação em busca de um vislumbre de um mundo espiritual belo e encantador... mas de repente eu começo a cair numa escuridão infinita e ouvir uns sons primais bem simples e rítmicos"..... Era exatamente o contrário do que eu esperava encontrar!!! Pois ouvia falar que os mundos espirituais eram coloridos e de músicas angelicais! Em nenhum momento eu estava com medo ou apavorado, apenas estranhava a situação... Então eu comecei a fazer força pra "voltar". Enquanto eu caía nesse vazio fazia força a ponto da minha testa franzir e eu sentir certa energia no meio dela, além claro, da sensação de cabeça oca que só piorava. Com muito custo, mas com muito custo mesmo eu voltei! Abri os olhos e estava no meu quarto. Tudo normal. Eu não estava com a paralisia da catalepsia ou do sono. A primeira coisa que fiz foi saltar da cama e ir pra pia lavar o rosto, devia ser umas duas da madrugada. E é aí que vem o motivo de eu estar escrevendo isso e a minha verdadeira dúvida. Todas as vezes que eu relaxava, e esse relaxamento quer dizer uma simples sentada na cama, um simples piscar de olhos, ou pior, se eu pusesse a cabeça no travesseiro, tudo começava a voltar e eu começava a me desfalecer! Se eu não levantasse de novo e ficasse de pé, ou me movendo de um lado para o outro, eu começa a apagar. Apagar mesmo, tipo um desmaio. Isso acontecia mesmo depois que eu lavava o rosto várias vezes, bastava eu me sentar. Se eu me rendesse ao torpor eu apagava. Nem a televisão ligada resolvia o meu problema. Nesse momento entre o quase apagar e a minha resistência em permanecer alerto, eu começava a ouvir os sons de tambores indígenas de novo!! Esse estado em que eu lutava para não apagar durou uns quarenta minutos. Eu fiquei esse tempo andando de um lado pro outro ao redor da cama, evitando sequer me sentar nela. Até que o cansaço foi batendo, e o sono também, e eu fui tomando coragem de pelo menos me sentar nela e ir lutando aos poucos com esse estado de torpor que queria me apagar, até que fui conseguindo me manter acordado. Só sei que dormi sentado, não tive sonhos e nada mais. Já aconteceu coisa semelhante com alguns de vocês? Alguém tem alguma teoria sobre o que aconteceu comigo? Obrigado!
  9. Obrigado pelas respostas. Sempre sensatas. Bem, se com você acontece de apenas encostar a cabeça no travesseiro e já estar em corpo astral. Talvez tenha sido de fato isso que tenha acontecido comigo daquela vez. Um desses momentos raros de exceção à regra hehe. Quanto a essa entidade de chapéu aí, virou lenda urbana mesmo. Mas juro que vi! Isso, uns tres anos antes de existir internet, pelo menos internet como a de hoje. Eu nunca entendi foi o chapéu viu hehehe. Esses fenomenos sobrenaturais parecem brincar com a gente às vezes, deixa a gente confuso, sem entender a lógica. Parece alguém que fica brincando com a gente, tipo quando a gente joga um laser vermelho no chão pro gato ficar tentando pegar. Me pergunto se alguém ri da gente por aí, nesses confins do universo, enquanto a gente (entenda-se eu) corre atrás do próprio rabo....
  10. Oi, Sandro. Foram ótimas perguntas. Mas eu estava habituado a deitar nesse horário já, embora sempre muito cansado por causa do rotina do serviço. Quanto ao chinelo, creio que na época eu estava de tenis, pois eu tinha chegado do trabalho e não tinha trocado de roupa ainda. Costumo ir descalço ao banheiro, embora a sua colocação seja muito pertinente. Fiquei intrigado mesmo foi por causa do que costumo ler aqui. A maioria do pessoal que sofre algum fenômeno ou está dormindo, ou deitado já há algum tempo, ou fazendo exercícios com energias, ou num outro estado de consciência.... Comigo, pelo menos assim me pareceu muito, foi tudo em "tempo real". Eu não tinha sequer relaxado. E juro, foi no EXATO momento em que coloquei a cabeça no travesseiro! Uma outra coisa muito peculiar também e que tenho visto muito na internet, e que gostaria de falar com você, pois você é cara que sabe muito e gosto muito de ler as suas colocações. É um fato que também aconteceu comigo, muito antes de acontecer esse episódio do meu relato aí de cima, eu devia ter uns 12 anos, foi eu ver a tal da sombra com chapéu de pé da porta do meu quarto. Outra vez eu não estava dormindo, e sequer sofrendo de paralisia do sono. Meu irmão mais novo chamou minha mãe para levá-lo ao banheiro. Então ela me mandou levantar e acender a luz. Quando me levantei em direção ao interruptor, lá esta a sombra, a descrição clássica da internet - sombra de um homem alto, de pé, casaco, um chapéu na cabeça, com exceção de que esse chapéu era bem grande, tipo aqueles sombreiros de mexicano. Cara, eu apanhei esse dia, porque voltei pra cama, cobri a cabeça, e não acendi a luz. Minha mãe que teve de levantar e acende-la. Detalhe, ela não viu nada! Agora, eu não fumo, não bebo (sequer cerveja) nunca experimentei droga, nem as leves por curiosidade. Não tenho doença mental, já passei em dois concursos rigorosos que inclusive fizeram ressonância magnética em mim. Eu me pergunto, o que vem a ser isso??
  11. Olá gente! Sandro, pegando um gancho na sua resposta, uma vez aconteceu algo assim comigo: Cheguei em casa às 11 da noite, depois de um dia de trabalho bem normal. Eu tinha uns 19 anos, trabalha das 14 às 22 horas. Cheguei em casa, tomei um café, assisti a um programa noturno no SBT, era do Serginho Groissman, era um quadro onde tiravam dúvidas sobre sexo. Achei aquilo meio sem noção e fui dormir. Devia ser umas 23:40, eu acho. Cheguei no quarto, a luz apagada, embora a luz do poste na rua iluminasse bastante o meu quarto. Nada de sobrenatural passava pela minha cabeça, preciso frisar isso! Estava muito calor, então peguei apenas um lençol fino para me cobrir. Então me deitei. EXATAMENTE na hora que pus a cabeça no travesseiro e joguei o lençol por cima da minha cabeça, para cobri-la, ouvi um suspiro muito claro e profundo. Na hora fiquei assustado, meu coração acelerou e procurei respirar mais devagar para me certificar de realmente ter ouvido. O suspiro se deu de novo, bem claro, de alguém que puxa o ar para os pulmões. Então fiquei quetinho, eu fiquei com medo de mexer o dedo mindinho. Nesse momento, algo sentou-se ao pé da minha cama de uma forma tão clara, que o colchão abaixou e o estrado da cama rangeu. Fiquei mais quieto ainda, eu não creditava no que estava acontecendo!!!! Quando achei que não tinha como ficar pior, esse alguém que se sentou começou a mexer no lençol do meu pé, e descobriu os meus dedos. Eu fiquei pasmo!!! E com muito medo, numa câmera lenta inacreditável, em comecei a puxar o pé de novo para debaixo do lençol, mas fazia isso de uma forma tão lenta, que durou uns dois minutos, porque eu não queria que o que estivesse ali, percebesse que eu estava acordado. E quando eu consegui cobrir os dedos de novo, algo que eu realmente não esperava aconteceu. Essa fenômeno descobriu o meu pé de novo! Foi aí que eu comecei a rezar na hora. Disse a Deus muito sinceramente assim: " Senhor, sabe que eu gosto de coisas paranormais, mas nunca quis ser assombrado". Nesse momento, o que estava sentado ali se levantou - o colchão subiu de novo, SENTI CLARAMENTE, e a madeira da cama rangiu de novo. Ou seja, demonstrava ser algo material, que estava ali mesmo. E ainda mais, aproximou-se do meu rosto, pois embora eu estivesse com a cabeça coberta, eu acompanhava o som do movimento. Pareceu-me claramente que essa entidade calçou algo no chão, como um chinelo ( aquele barulho característico de quando alguém calça um chinelo) imagina esse som no silencio da madrugada! E depois ouvi sons como que areia caindo pelo quarto. Então, essa entidade, ou seja lá o que for, saiu em direção à porta do quarto ( que estava fechada!). Com o ouvido, fui acompanhando os seus passos, que foram lá pros lados da cozinha. Na hora, me deu uma vontade danada de olhar!!! Queria muito, e quase tirei o lençol do meu rosto. Mas fiquei com muito medo do que eu poderia ver. Passado isso, continuei deitado, e custei a dormir. Nada mais aconteceu. Aí vem a minha pergunta: O relado do AzJunior acima, fala que ele estava dormindo, ou pelo menos em estado cataléptico. Mas e eu? Eu estava acordado, tinha ACABADO de deitar na cama, não se passara dois segundos. Além do mais eu podia me mexer. Isso parece ter acontecido fora da minha mente. O que pode dizer para me esclarecer? grato!!