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Wolfen

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  1. Tudo começou em um simples sonho. Não tinha consciência nenhuma da situação. No sonho, estava no meu antigo trabalho e surgiram algumas pessoas. Eu sei que as conhecia, mas acordado agora não sei quem são, com exceção de uma. Estávamos conversando sobre projeção astral, porém, não lembro exatamente o que. Lembro do seguinte: Uma dessas pessoas se propôs a me retirar do corpo. Disse que era muito importante que eu ficasse ao lado esquerdo dele, e assim o fiz. Me deitei a sua esquerda. Ele, sentado, usando a ponta do dedo, desenhou no ar um círculo entre mim e ele. O círculo possuía pontos, e em cada ponto era escrito um defeito psicológico humano (talvez meus?) e havia, senão me engano, o nome de um demônio. Após concluído o círculo, ele enfiou a mão dentro dele em minha direção, e quando ele me tocou, tudo se escureceu. E aqui senti um fortíssimo EV e me senti flutuar. Nessa hora fiquei totalmente desperto e já sabia que estava fora do corpo, ao contrário dos parágrafos anteriores que eu não tinha consciência e até, então, era sonho. Eu fui para um lugar estranho. Era uma cidade bastante tecnológica, com prédios altos e pontiagudos, pareciam feitos de mármores negros. Lembro ruas gigantes e veículos(mas não pareciam carros) e luzes, e de um céu avermelhado com roxo. No entanto, nada se movia. Parecia que o tempo estava parado. Eu flutuava sobre essa cidade sem controle nenhum do voo, de direções, nada. Eu parecia perdido no vácuo, onde nada que eu fizesse com o meu corpo ou pensasse, surtia efeito. E ouvi mentalmente, a voz do cara que me tirou do corpo, dizendo que o meu corpo havia sumido. Ele estava desesperado por causa disso. Comecei a entrar em desespero, também. Pensava em voltar para o corpo, mas não voltava. De jeito nenhum. Estava convicto que estava com o corpo em outra dimensão e por isso nada do que eu fazia funcionava. Fiquei muito tempo nesse estado. Chamei tudo por tudo o que eu conhecia até eu consegui sair dele. E acordei na cama com um tranco forte, como se eu tivesse sido jogado. Percebi que eu estava por cima das cobertas, como se eu tivesse atravessado-as, sem arredar pro lado ou coisa alguma. Estavam totalmente esticadas na cama, tal como durmo por debaixo delas. Corpo bem dolorido também, parecia que eu tinha sido esmagado por uma pressão enorme.
  2. sandrofabres, eu entendi o que quis dizer. Obrigado. É que doí bastante você ver alguém que você gosta e que, no meu caso, eu abri mão de muitas coisas na minha vida para ficar com ela, fiz tantas coisas por ela, e, no final, não houve nenhuma forma mínima sequer de gratidão. Fui usado como uma pilha que serviu para os propósitos e quando acabou, fui descartado. O mais triste é que esses propósitos não eram só individuais dela, eram em conjunto com o outro cara. No final das contas, eu ajudei ela a fazer comigo tudo o que ela fez, e ela só está feliz e vivi tudo o que ela está vivendo com o outro, por minha causa. "Investi" em uma mulher cujo o retorno foi para outro homem. Ela vivi exatamente com ele os planos que eram nossos e isso machuca demais. E isso tudo vindo de uma menina que era medium, e tinha todo aquele "verniz" sobre ser boa pessoa, como disse. É por essas e outras coisas que já citei no tópico, é que muitas vezes penso se isso tudo não foi alguma retaliação espiritual. Só pra você ter ideia, até o sobrenome do sujeito é igual ao meu, e o meu sobrenome não é muito comum. E fiquei sabendo que eles já falam em casar, mesmo com esse pouco tempo. E ela sempre dizia que queria meu sobrenome no nome dela. Áh, enfim! Isso está um choro. Assédio: Essa semana tentei seguir seus conselhos, me alimentar direito, fiz corrida e fui até o bosque. Nos primeiros dias foram até bons, mas aí veio os problemas: comecei a ver casais na rua, e isso começou a me incomodar. Comecei a ter pensamentos ruins, lembrar de tudo, e aí desisti. Na verdade essa semana foi um horror para dormir. Houveram dias de muito insônia, outros de sonos profundos que eu dormia mais de 12h, e experiências extremamente ruins no que tange a projeção. Sexta-Feira eu tentei meditar a noite e acabei entrando em catalepsia. Mas não consegui sair de modo algum do corpo, e logo meu quarto se encheu de consciências que eu não sei quem eram. Vários cochichos, murmúrios, lamentações, e uma em particular montou em cima do meu peito e ficava dando tapa na minha cara. Não sei se era homem ou mulher, nem que corpo tinha, eu apenas sentia o seu peso e a voz era robótica e gutural ao mesmo tempo. E eu senti alguns desses tapas como se tivesse no físico. Esse 'ser' ria bastante e dizia que nesse final de semana, ela e o cara iriam passar a noite juntos num lugar que a gente ia enquanto eu estava na dor e tendo que lidar com eles. Com muito custo eu consegui me livrar daquela situação e dormir em paz. E a informação estava correta. Fui atrás para saber e realmente isso está acontecendo. E aí fiquei abalado pra caramba novamente. (pra quem não acredita em projeção e espíritos, fica aí o pequeno relato) E aí volta todas aquelas vontades e pensamentos que eu não gostaria de ter. Mas, nos últimos dias os pensamentos e desejos que mais tem se manifestado em mim é o de vingança. Sempre tem me ocorrido que ela fez tudo isso comigo, e está lá feliz, sem pagar por nada, e isso é injusto. Eu sei que é errado e que provavelmente não são meus, fico lutando como se tivesse conversando com alguém de fora, mas, isso tem me afetado demais. Até planos para vingar me ocorrem, não de fazer mal fisicamente a eles, mas ir atrás de conhecimentos da 'mão esquerda' e usar. Esse tipo de ideia tem me ocorrido bastante, e eu tenho me sentido um lixo por causa disso. As ideias com relação a vícios e outras coisas baixas praticamente tem sumido nos últimos dias, mas esses desejos de fazer algo contra, tem que vindo com bastante força em mim. Eu já cheguei a colocar em um carrinho de compras muitas livros importantes sobre Goécia mas na hora H eu hesitei e fechei a página. E por causa disso tudo entra outro problema: eu não quero fazer projeção, não enquanto isso passar (se passar). Não tenho feito absolutamente técnica alguma, e ainda sim, estou saindo do corpo e indo ter experiências ruins(xingamentos, lugares com lama pegajosas, prisões escuras, desertos, etc). Coisas que eu realmente não quero. Só pra ter ideia, houve um dia que eu saí do corpo até estando de bruços, que é uma das posições em que eu não conseguia me projetar de jeito nenhum. Muitas vezes se eu não tomar um Bromazepam que seja, eu saio do corpo ou tenho pesadelos. Eu tenho percebido tudo isso que você falou sobre o assédio e a frequência. E o problema inicial são os pensamentos. Só que são pensamentos que eu não teria normalmente, mas não consigo bloqueá-los. Penso que são exteriores. Tenho lido Autodefesa Psíquica da Dion Fortune, mas não tem ajudado, não sei se é porque estou com a concentração muito dispersa (isso é outro problema que me surgiu) e isso me impede de entender ou se é porque estou procurando informação no lugar errado. Eu não consigo identificar até que ponto tudo isso é assédio ou manifestação de coisas minhas mesmos que eu achava que não existia. Ou se é multifatorial como você disse em alguns posts atrás. A única coisa que sei é que esse término e o modo como aconteceu, foi o gatilho pra tudo isso aparecer. Tenho tentado ler sobre Morte do Ego. Já li uma vez que foi Gnóstico e talvez você possa explicar melhor. Tudo isso poderia ser manifestações dos egos? Egos que eu acreditava não ter de jeito nenhum? Tenho visto que o melhor caminho é não alimentar, mas, é justamente a coisa mais difícil a se fazer. Muitas vezes rogo para dissolver essas coisas, mas, nada acontece. Parece que as fortaleço. Vi que o melhor caminho é não ocupar a mente com as coisas que fazem mal, e aqui está o maior problema: não há como fugir. Tento direcionar meu foco para outros coisas e não consigo ficar 5 minutos naquilo. Há concursos que eu devia prestar, coisas pra estudar, e eu perdi meses importantes. Não consigo nada. Tento voltar aos meus hobbys como desenhar, e não consigo. E aqui uma coisa engraçada: eu sempre desenhei bem e tinha um projeto de desenhar as coisas ou paisagens que eu via em projeção, e eu voltei a desenhar com esse intuito, e agora parece que eu não sei fazer absolutamente nada. Desenho até que bem qualquer coisa, mas tudo o que se relaciona a projeção, as paisagens, aos seres que já vi, não saí os traços. Minha mente é incapaz de focar em qualquer outra coisa que não seja tudo isso que aconteceu. Quanto mais fundo ela vai, mais questões aparecem, e mais mal eu fico. Se tudo isso são egos, e a gente precisa não alimentá-los, mas eles são as únicas coisas que a mente foca, como se vence isso? Sobre Tarot: isso que disse é verdade. Tenho também um livrinho de I-Ching, desses que comunzinhos, e sempre que perguntei algo para ele, saí numa página de não ser possível responder ou outros alertas. Mas o Tarot mesmo eu tive que dar um tempo. Seria bom se essas coisas funcionassem nos momentos difíceis em que precisamos de um norte. Porque até agora eu não tenho conseguido fazer nada a respeito. Tenho uma pilha de livros, revistas, e nada adianta. Eu estou jogando aqui no Google Tradutor o material do Robert Bruce, e estou lendo. Obrigado pelo material.
  3. Talvez tenha algo a ver em relação as energias. Quanto mais sutil, menos "cataleptico" você fica. Pode ter haver com técnicas que usa, também. Mas não sei te afirmar. Quando saio conscientemente, sempre acontece de eu primeiro ficar em hipnagogia, depois catalepsia, e então sair. Ou acordar em catalepsia. Isso normalmente. Mas quando fico, por exemplo, sem comer carne, ou longe de atmosferas mais pesadas (músicas, trabalho, estresses), houveram raras vezes que eu saí sem passar pela catalepsia, só deitei, mexi as energias e saí. Mas é bem raro mesmo. Normalmente, é sempre um trabalhão pra sair quando tento pelo jeito "convencional". Teve uma vez, também, que eu usei uma técnica que era visualizar um fio saindo da testa, e indo até outro cômodo da casa e uma bolinha na ponta desse fio, e então visualizar sua consciência sendo transferida para esse ponto. E aí nesse dia eu também não passei por nada de paralisia ou ficar com a mente confusa, quando me dei conta, estava fora do corpo no outro cômodo. Mas não foi algo que consegui muitas vezes. Se quiser tentar... Acho que havia visto essa técnica no fórum antigo. Tem uma outra que eu faço e ás vezes dá certo de sair sem estar em catalepsia, também. Que é assim: quando expira, você visualiza seu espírito saindo e ficando acima do corpo, quando inspira, você imagina ele retornando, e vai fazendo essas visualizações conforme inspira e expira. Algumas vezes dá certo comigo, e quando percebo, estou flutuando sobre o corpo, sem passar por essas coisas de catalepsias, aí é só ir embora.
  4. Lucas Olivera, obrigado pelo trabalho em pesquisar, amigo. Eu dei uma olhada nos links e possuem conselhos valiosos. _____________________________________________________________________________________________________________________________________________ Saulo, que honra você responder um post meu. Hahaha! Obrigado pelas palavras. A teoria não é fácil. Parece que a perda amorosa é como perder um ente querido para a morte, mas parece que doí mais por conta do que essa pessoa te fez. Eu gostaria que houvéssemos terminado de forma tranquila, porque eu entendo todos os motivos que ela usou para justificar a traição. Ela foi bem clara ao dizer que queria um homem melhor e coisas desse tipo. E eu respeito esse direito. O que me doí também é que ela só me trocou quando tinha certeza que ia namorar com ele, se tivesse dado errado, não teria feito isso. Eu ajudei ela a chegar onde está hoje, formada, ganhando bem, ela teve comigo todo um apoio que não teve de ninguém, nem de amigas ou a própria família. Fiquei do lado dela em todos os problemas que ela teve hoje. E de repente ela me acha muito pouco pra ela, se acha bonita demais pra mim, uma mulherão demais para mim, essas coisas. O que me bolou foi o modo como ela se aproveitou de mim, do amor que eu sentia, da minha grana, até das minhas crenças, para pavimentar o caminho dela com outro cara. Só para terem ideia, houveram vezes que ela me procurava e pedia para que eu consultasse Tarot para saber o futuro dela com o cara. Uma pessoa que eu convivi por quase 10 anos, desde a adolescência, de repente se torna uma mulher completamente diferente e capaz de me tratar como se eu não fosse nada, não tivemos tido uma história, perrengues que passamos juntos, absolutamente nada. O que mexeu também é que nós dois tínhamos planos e sonhos, que ela simplesmente me usou pra viver tudo o que a gente tinha combinado, com o outro cara. Sobre a projeções: Isso é algo que tem estado difícil. Estou inclusive dando um tempo, mas ás vezes me pego consciente fora do corpo. E muitas vezes coisas estranhas acontecem. Me aparece mulheres extremamente sensuais dizendo que "elas me querem de verdade", quando volto para o corpo eu fico em uma catalepsia que não consigo sair, e me bate um terror que eu não sei explicar. Os espíritos que encontro muitas vezes me xingam muito, e mais do que isso, eles meio que relembram de um jeito que eu não sei explicar, tudo que aconteceu, jogando na minha cara que tudo isso aconteceu por minha culpa. Mas fora do corpo isso é meio que feito com imagens, eu não sei mesmo explicar. É como se eu estivesse vendo uma situação e vivendo ela ao mesmo tempo que não estou. Não sei se são eles que fazem isso, ou se é minha própria mente que me coloca nisso. Muitas vezes parece que eu não estou "conectado" há nada, também. Parece que estou dentro de um ovo e não existe mais nada daquilo, por mais que eu tente tentar uma conexão, ainda sim, parece tudo fechado. Antes disso ter me acontecido, eu sempre sentia uma conexãozinha, sentia os amparadores, sempre que eu orava era tomado por arrepios na parte de trás do corpo inteiro e eu sentia bem forte energia passando, descendo e subindo, como numa aceleração. Hoje nada disso acontece. Muitas vezes eu oro e parece que estou somente passando uma conversa na cabeça. Seu conselho sobre conversar consigo mesmo me foi de grande valia. Eu não quero sentir ódio dela (e nem sinto), e também não quero ficar traumatizado e me tornar um desses caras misóginos. Embora agora tudo o que eu enxergue a minha volta seja as pessoas sacaneando umas as outras em relações amorosas. Eu acho que só queria entender o porque de tudo ter sido assim, e me libertar disso. _____________________________________________________________________________________________________________________________________________ Sandrofabres, Obrigado novamente. Eu entendi o que quis dizer sobre a solidão. Ás vezes penso que a solidão é mesmo inevitável para quem se propõe a não participar das "coisas do mundo". Não porque são melhores, mas porque parece não existir muitas pessoas com os mesmos objetivos. Eu já havia percebendo, fazia um tempo, que ela estava mudando como pessoa. Ela sempre se odiou por ser médium, ficar vendo espíritos, sentindo as coisas. Para ela o normal era ser uma menina que saí, bebe, se diverti, e todo essas coisas comuns e 'normais'. Ela possuía amigas muito sem caráter também, e eu não nunca tentei afastar essas amizades, e essa também foi outra coisa que machucou. As amigas dela são muito promíscuas e incentivaram muito a ela se tornar quem ela é hoje e a se separar de mim, e eu do outro lado, nunca incentivei ela se afastar das amizades, até pelo contrário. Quando brigavam eu sempre incentiva a reconciliar, inclusive ela voltou a ter uma amizade de infância por conta desses incentivos que eu dava. Eu ás vezes leio muito autores ocultistas, e alguns falam bastante sobre paixão, como o Levi. E eu percebo que, pelo que parece, o caminho da solidão foi inevitável para eles. Acho que você tem razão sobre eu ter projetado muitas coisas nesse relacionamento. Eu dei muito valor para virgindade, acreditava em almas gêmeas, acreditava que o sentido da vida era ter uma pessoa pra evoluir junto, formar família, todo esforço que fiz, não sei. Talvez porque eu sou muito sozinho e ela era a única pessoa que eu tinha, também, não sei. Sobre as hipnoses sociais, é algo que tem me pegado bastante. Natal, ano novo e aniversário, tudo perto, eu já fico pensando como vai ser. E puxando um gancho para o assédio, eu sinto que estou sendo muito assediado. Eu tenho sentido muita vontade de fumar, por exemplo. E eu nunca coloquei um cigarro na boca, mas parece que eu sinto até o gosto quando essas vontades vem. Fico com vontade de experimentar bebidas e tomar "porre". Frequentemente fica me vindo na cabeça pensamentos para ir atrás de garotas de programa, e até suicídio. E isso são coisas que não pensava. Eu tenho um pouco de conhecimento de Tarot, e sempre que eu tento fazer uma tiragem pra tentar esclarecer algum pensamento, alguma coisa, saem amostragens sem sentido algum. Eu não vejo as coisas mais claramente como eu via, mesmo tendo um livro guia e tempo para meditar a respeito. E por causa disso eu percebo que tem algo errado comigo porque está influenciando coisas muito simples. Mas isso tudo que você falou tem feito muito sentido pra mim, obrigado por compartilhar sua experiência. Eu tenho tentado não me deixar dominar pelo que tem surgido em mim, tenho tentado observar e esmiuçar, mas é um processo difícil demais. Tenho tentado achar o motivo do porque eu supervalorizei esse relacionamento, ao em vez de achar que ele era algo "mágico" como eu achava que era. E Sandro, uma dúvida sobre obsessões: Nos últimos meses, depois que isso tudo aconteceu, me apareceu um tumor na mão, e eu tive que fazer ressonância. Só que uma coisa curiosa aconteceu, em uma das imagens da ressonância apareceu um rosto perfeito perto da região onde está o tumor. E não acredito que seja pareidolia, pois é um rosto muito bem definido, com olhos, boca, e bastante assustador até, parece o Mister M. kkkk Seria possível isso ser repercussão do assédio? Pergunto isso porque, houve uma vez, também, que essa minha ex-namorada tirou uma foto, e nela foi possível ver claramente uma mão em cima do ombro dela. Com os dedos bem definidos, unhas cumpridas, mas um aspecto muito esquelético. Sobre as almas gêmeas nunca havia pensando dessa forma. Eu havia visto certa vez, que as almas gêmeas são a parte que estava do seu lado no momento da criação. Era como um quebra cabeça que forma um todo, mas havia partes que ficavam próximas e se encaixavam em determinado ponto. Sobre a mediunidade, obrigado pelo material, eu vou uma olhada, não conhecia esse caso. Eu na verdade achava que os médiuns colhiam maus frutos da negação do que escolheram pela visão Espírita, mesmo. E porque eu sempre soube de casos de pessoas quem era médiuns, e elas se perdiam na vida, tinham doenças, diversos problemas físicos e emocionais, por não trabalhem com isso. Minha própria ex, inclusive, teve uma vida sempre muito fechada. Tudo o que ela conseguia era sempre aos trancos e barrancos. Nada fluía simplesmente, mesmo pra ter coisas muito simples era sempre um sofrimento danado. Nas vezes que ela tentou ir no centro espírita, sempre acontecia algo. A carona desista, ela adoecia, pneu do carro furava, etc. E se isso for mesmo uma regra, acaba que eu fico preocupado, porque eu não queria que as coisas piorassem para ela. Como também não queria nem que houvesse qualquer pagamento pelo que ela me fez, caso tenha. . _____________________________________________________________________________________________________________________________________________ MichelleA, áh, sim, entendi, MichelleA. Vou dar uma olhada e obrigado. ^^
  5. Robert, obrigado pelas palavras. _____________________________________________________________________________________________________________________________________________ MichelleA, obrigado pelas palavras. Você possui alguma dica de leitura sobre esses rituais de banimento? _____________________________________________________________________________________________________________________________________________ SandroFabres, obrigado pelas palavras. Sempre muito sábio e nada melhor que a experiência de alguém mais velho. Tenho tentado refletir sobre os pontos fracos, mas não consigo entender o que tanto teve que ser mostrado para que houvesse terminado de forma ruim assim. Isso que disse sobre os laços afetivos... Uma pessoa que busca a espiritualidade, é melhor para ela ou ela está fadada a ser sozinha, porque é mais forte assim? Sem afeições, sem vulnerabilidades? Faz sentido isso sobre mudar a fase. Mas, já faz alguns meses do ocorrido, e eu ainda não notei algo de diferente. Tudo continua como antes, exceto esse sofrimento. E sobre sua separação, usaste alguma "técnica de libertação"? Você acredita em almas gêmeas, ou almas afins, essas coisas? E mesmo as pessoas que desistem da mediunidade dessa maneira, como foi o caso da sua amiga, elas conseguem viver bem? Isso não as prejudica de alguma forma? Vou dar uma olhada nos tópicos recomendados. Obrigado pela atenção, Sandro. _____________________________________________________________________________________________________________________________________________ lightium, muito legal sua história, obrigado por compartilhar. Não acredito que eu e ela ficaremos juntos de novo. Ela já está totalmente diferente como pessoa. _____________________________________________________________________________________________________________________________________________ PedroViajado, eu entendo. O problema é que eu não consigo sentir raiva e ódio de absolutamente nada. Desde pequeno eu sou assim. Não sou nenhum Buda, ou algo do tipo, mas, eu simplesmente não sinto raiva das coisas, não sei te explicar. Mas me consumo muito por dentro com tristeza e outros sentimentos do tipo.
  6. Sei que o fórum não é para esse tipo de questão, porém, eu gostaria de saber a visão de muitos aqui que estudam a espiritualidade, como superar o fim de uma relação amorosa por essa ótica espiritualista. Contando rapidamente o que me aconteceu: namorei durante anos uma moça que era medium, porém, ela nunca quis estudar ou trabalhar. Mesmo muitas coisas da vida dela dando errado, ela nunca quis, ela sempre quis mais as "coisas do mundo" e sempre nadar contra a correnteza. Era altruísta, escolheu uma profissão que ajudava as pessoas e nunca fez mal pra ninguém (exceto pra mim), era realmente a pessoa mais boa que já conheci, não fazia mal pra um mosca. Mas nesse ano, nós acabamos da pior maneira que nossa relação poderia ter acabado. Ela me traiu, e não só me traiu, ela se aproveitou de mim da pior maneira que podia ter feito, e com pior cara que ela podia ter escolhido pra isso. Pode ser paranoia minha, mas esse fim foi tão pesado e tão surreal, que parece que foi orquestrado exatamente pra separar a gente, devido a forma que aconteceu. Tudo podia ter terminado de enes possibilidades mais tranquilas, mas foi justamente aquela que pegou todos os meus pontos fracos. Uma pessoa como ela que nunca fez mal pra ninguém, estreou esse lado sombrio justo comigo. Sobre mim, eu tenho trabalhado bastante com amparos fora do corpo. Já fui ameaçado diversas vezes por causa disso. E não é algo que eu faço de propósito, muitas vezes eu já me dou conta de estar fora do corpo e estar em trabalho, não me deito com esse propósito. E eu sempre passei todos esses anos sendo a única pessoa a volta dela disposto a ajuda-la encontrar seu caminho na mediunidade, mas ela nunca quis, então nunca consegui. E sempre que eu tentava ajudar ou conversar com ela sobre os espíritos que ela via, as coisas que sentia, a importância dela se por a fluir conforme a "correnteza", alguma coisa acontecia. Se era no telefone, a ligação ficava ruim e caía. Se era pessoalmente, algo sempre interrompia a conversa. Enfim. Era difícil. Vocês acham que isso pode ter algo a ver com uma retaliação por eu fazer amparos? Ou me afastarem dela, que era a única pessoa um pouco mais espiritualizada que todos que elas conheciam, para que ela não desenvolva a mediunidade e prejudique de vez? Por coincidência, a mediunidade dela começou a se manifestar de forma muito pesada justo nessa época em que nos separamos, ao ponto dela ir parar em hospital por ataques de pânico, ansiedade, etc. E eu também não consigo superar isso. Ela realmente me machucou muito, mas eu não sinto ódio. Não faço mal e não sou desses caras aloprados que ficam perseguindo ex. Mas não consigo me conformar, sempre as coisas ficam vindo na minha cabeça, ás vezes fico depressivo pra caramba, enfim. Foi algo muito do nada e realmente da pior maneira que podia ter sido feito. Não foi uma simples traição, havia particularidades em mim e na relação que foram fatais para a gente acabar de vez, mesmo. É difícil explicar porque eu não quero detalhar por ser algo muito íntimo. Mas não sei o que fazer, e não sei lidar com isso, ou o que pensar sobre isso. Me sinto ligado a ela de uma forma mais do que carnal. Só pra vocês terem uma ideia, ela adoeceu após dias que a gente não se falava, e eu sentia que ela tava doente e fui ver se tava tudo bem, e foi bem no dia que ela teve uma infecção forte no sangue. Isso até mexeu com ela, mas depois ela cortou o contato de novo e foi correr atrás do cara que ela se diz apaixonada. E esse cara é totalmente diferente dela e de mim. O cara é militar, mata animais, evangélico de família extremamente preconceituosa, enfim, totalmente oposto de tudo. Eu realmente não sei o que pensar ou fazer sobre mim. A escolha dela eu respeito, mas me sinto, sei lá, vitima de algo maior que eu não posso fazer nada, e não sei como lidar com isso. Ás vezes fico pensando que isso tudo foi retaliação por eu trabalhar com amparos, mas eu acho um pouco surreal os espíritos fazer isso tudo só pra atingir um cara como eu. Ás vezes acho que foi um meio de impedir que ela trabalhe como medium. Certa vez eu conheci um cara que dizia que todo mundo entra nesse caminho de querer descobrir a verdade sobre as coisas, ou ajudar as pessoas dessa forma, acabam tendo muitas provações difíceis de passar. E não sei se é alguma forma de provação, teste. Não sei se eu estou bitolado demais também por achar que tudo é espiritualidade. Mas sei lá, queria apenas seguir em frente mas não consigo, me sinto ligado demais a ela, mesmo ela pouco se importando comigo.
  7. É complicado achar centros de apoio e trabalho. Muitos são apenas lugares para reuniões e discussões de estudos. Infelizmente, hoje em dia, muitos mediuns são obrigados a trilharem um caminho de estudos e trabalhos solitários, sempre pondo "o seu na reta" e aprendendo na dor. Como qualquer outro estudante de espiritualidade, na verdade. A obsessão nunca acaba. Mas através dos estudos vem profunda compreensão, e através disso descobrirá como identifica-las e a se defender.
  8. Eu usava essa Conjuração de Júpiter, até o dia que eu tomei esporro de uma entidade que me lançou de volta pro corpo e mandou eu parar de usar levianamente a conjuração, porque o poder não era meu, e eu atrapalhava "eles" em situações mais sérias tirando-os de lá. Mas eu só usava quando me sentia ameaçado... Mas daí decidi nunca mais usar.
  9. Eu sou mais interessado em utilizar essas coisas pra tentar melhorar alguns defeitos que eu tenho ou que eu vá descobrindo que possuo no decorrer da vida. Mas quando tento fazer algo na raça nunca dá certo, parece que certos defeitos psicológicos ou outras limitações, são tão enraizados no subconsciente que é difícil eliminar. E eu não acho que tem muito sentido, por exemplo, a sigilação ser capaz de trazer ganhos materiais, mexer no livre arbítrio dos outros, mas ser ineficiente para ajudar mudar coisas para o próprio aprimoramento. Mas ficou mais claro pra mim depois das respostas de vocês. Obrigado!
  10. Acho que entendi... mais ou menos, na verdade. Eu considero tudo o que atente contra a vontade do outro errado, seja magia, ou qualquer coisa normal. Minha dúvida é se eu posso usar esse tipo de coisa, como sigilos, em mim, para superar os meus defeitos. Tipo, um cara muito preguiçoso, ou um cara que é agressivo, e que quer se livrar disso, ou um cara que tem algum problema de saúde, ou se acha pouco inteligente, ou até mesmo pra se livrar de uma obsessão, superar um trauma, desenvolver habilidades como sei lá, memória fotográfica, abrir o chakra frontal, ter mais facilidade pra sair do corpo, aprender tocar algum instrumento... enfim, coisas no campo do desenvolvimento pessoal. É lícito usar essas coisas pra melhorar a si mesmo, ou a gente tem que tentar melhorar tudo na raça? Até que ponto usar um conhecimento desse, seria uma espécie de trapaça que geraria uma karma pra pagar depois? Se por exemplo faço algo pra ter mais facilidade pra aprender tal disciplina na faculdade, coisas assim, é uma trapaça em relação a outras pessoas??
  11. Aproveitando o tópico, queria perguntar... Qual o impacto karmico de usar sigilos? Obviamente, se usar para querer atentar contra o livre arbítrio dos outros é ruim, mas, e para si mesmo? Como obter bens materiais, se curar de alguma doença ou superar algum defeito psicológico... Nesses casos, ainda é licito e tranquilo de usar?
  12. Boa tarde, pessoal! Já tive conta no outro fórum, não postava muito, mas criei essa novamente porque decidi voltar estudar sobre projeção de novo. Na transição de 17 para 18 anos tive muitas projeções, e eu era ateu e então deixei de ser. Fiquei por volta de um ano tem várias projeções, fazendo amparo, visitando lugares, indo para espécie de "escolas", enfim. Depois me bateu um medo súbito, comecei a não querer mais, por fim desisti e comecei a acreditar que tudo aquilo era da minha cabeça, mesmo. E voltei pro meu ateísmo meia bomba. Cheguei a me filiar em uma ordem, também, mas desisti de dar continuidade. Recentemente, hoje com 23 anos, fui tirado do corpo umas duas vezes esse ano. Mas não lembro muito, só sei que me puxaram. Então, estou sempre nessa oscilando entre o ceticismo e a vontade de pesquisar sobre. Além de que também tenho bastante paralisia do sono, sem eu querer ter catalepsia e nem nada.