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janus

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  1. Oi João, tudo bem? Bom, quanto a índole deste(s) espírito(s) impossível saber só por isso, mas é a coisa mais comum do mundo termos cohabitantes em nossas casas e visitas assim, mas da forma que vc relatou é bem provável que vc tenha mediunidade latente aí. Vc já viu ou sentiu outras coisas antes e depois disso? Grande abraço
  2. Olá Helena, tudo bem? Bom, me somo ao Carlos e peço para que por favor, se for possível, detalhe melhor essa situação toda. Projeção astral é uma ferramenta libertadora, se alguém pensa o contrário, só posso deduzir que ou está enviesado de preconceitos ou tem algum interesse escuso. Causa-me espécie ver mentor podando tanto alguém de simplesmente viver a vida e conhecer coisas novas e outros horizontes.
  3. Também não sei do que se trata. Às vezes, quando estou entrando em estado sonolento, começo a escutar músicas que não existem. Talvez seja uma daquelas alucinações na fase de catelepsia.
  4. Olá pessoal. Vim recomendar este livreto chamado "Uma Prova do Céu" do Eben Alexander, neurocirurgião especializado em Harvard. O bacana deste livro é que pra lá da experiência relatada, o autor, que antes do ocorrido sempre foi cético e que tem total domínio sobre como funciona a fisiologia cerebral, ao longo da narrativa vai expondo uma a uma, com argumentos técnicos/médicos, as possíveis hipóteses científicas que poderiam explicar o quadro dele e na sequência demonstra como elas não se sustentam à luz da própria ciência médica atual e que de fato ele vivenciou o que viu e sentiu. É uma leitura curta, agradável, mesclando tanto o lado mais científico hard quanto a dimensão mais mística. Link pro pdf: http://projeto.camisetafeitadepet.com.br/imagens/banco_imagem_livros/44_livro_site.pdf "Cético, defensor da lógica científica e neurocirurgião há mais de 25 anos, o Dr. Eben Alexander viu sua vida virar do avesso quando passou por uma experiência que ele mesmo considerava impossível. Vítima de uma meningite bacteriana grave, ficou em coma por sete dias. Enquanto os médicos tentavam controlar a doença, algo extraordinário aconteceu. Eben embarcou numa jornada por um mundo completamente estranho. Sem consciência da própria identidade, foi mergulhando cada vez mais fundo nessa realidade difusa, onde conheceu seres celestiais e fez descobertas transformadoras sobre a existência da vida após a morte e a profunda relação que todos nós temos com Deus. Quando os médicos já pensavam em suspender seu tratamento, o inesperado aconteceu: seus olhos se abriram. Ele estava de volta. Mas nunca mais seria o mesmo. Aquela experiência o levou a questionar tudo em que acreditava até então. Afinal, como neurocirurgião, ele sabia que o que vivenciou não poderia ter sido uma mera fantasia produzida por seu cérebro, que estava praticamente destruído. Analisando as evidências à luz dos conhecimentos científicos, o Dr. Eben decidiu compartilhar essa incrível história para mostrar que ciência e espiritualidade podem – e devem – andar juntas."
  5. É assim mesmo, seu corpo astral estava "meio a meio" hahaha Já aconteceu comigo de acordar em catalepsia e ter este estranhamento: "nossa, meus braços estão balançando pra cima, pq? Mas pera aí, eu to sentindo meus braços esticados embaixo do cobertor também!!!!" Eu sentia os quatros braços aos mesmo, parecia o Goro do Mortal Kombat kkk Aí me liguei do que estava se passando.
  6. Essa série é muito boa, Joe. Excelente recomendação. Eles abordam algumas coisas bem avançadas que a gente vê quando se aprofunda bastante em termos de universos e dimensões paralelas e que inclusive há relatos de alguns projetores aqui do fórum mesmo e de autores clássicos. O enredo é bem legal.
  7. Vou se já buscou ajuda psicoterapeutica? Acho que vale tentar.
  8. Cara, já te falei em outro post seu: espero de coração que vc encontre seu caminho e paz, e que supera as tempestades que enfrenta. Dito isso, repito: vc deveria investir numa carreira de cronista, desses de jornal, de humor! Vc escreve muito bem, mano! Seu humor é ácido, suas analogias são excelentes hahahaha Grande abraço
  9. Eu não vejo a espiritualidade assim apartada do mundo material, como se a vida fosse uma cisão entre o transcendental e o cotidiano profano. Existe essa separação, mas ela faz parte de uma mesmo corpo. São elementos complementares e não concorrentes. É possível e, ao meu ver, necessário vivermos as coisas "do mundo", apenas tendo equilíbrio e bom senso, absorvendo aquilo que nos convém e não nos deixando influenciar por aquilo que julgamos atrapalhar. Por exemplo, eu assisto séries e filmes pra caramba, vou ao cinema direto, vejo masterchef, com alguma frequência acompanho futebol, gosto de ir em shows de bandas que curto, jogo conversa fora com os vizinhos e amigos. Gosto de pagar mico dançando em casamentos, faço brincadeiras estúpidas, rio de mim mesmo. E ao mesmo tempo, não abro mão das minhas práticas espirituais, do grupo de trabalho espiritual que participo, das reflexões profundas, dos momentos de solitude, etc. Tudo isso é necessário para crescermos. Assim como não estamos na matéria para nos apegarmos, não devemos nega-la. Temos de acolher esse momento e essa fase de aprendizado. Não significa que vc tem que abraçar qualquer coisa que aparece, sejam convenções sociais que lhe incomodem ou o programa do Datena. Entretanto, essa coisa de se isolar de tudo e buscar o transcendente, de viver com a cabeça nas nuvens sem ter os pés no chão, não é boa e é tão prejudicial quanto viver somente para o mundo material (nascer, crescer, comer, copular, ter filhos, trabalhar, morrer). Acredito muito na mais que batida ideia de equilíbrio. Grande abraçio.
  10. Sandro, uma dúvida: pelas coisas que já li em várias correntes espiritualistas, eu entendia que para um habitante de uma dimensão superior é possível acessar mais facilmente uma dimensão inferior. Da dimensão mental, pode-se ver a astral, da astral pode-se ver a física, mas o contrário é bem mais difícil. Um mentor interage com a gente na dimensão física, por momentos, por exemplo. Ou um obsessor também faz o mesmo. E aí como isso acontece? Estamos em dimensões diferentes, porém somos influenciados por eles. Quando um médium recebe um espírito ali na hora, etc. Isso não é real-time? E se esse povo está na dimensão astral e interage tet a tet com a física, porque nós, quando projetados, temos tanta dificuldade assim de fazer o mesmo?
  11. Oi Maurício. Acho que a reposta é meio padrão pra isso. Ao meu ver, há três componentes importantes pra ajudar a gente ver as coisas de uma perspectiva melhor: 1- espíritos são pessoas como nós, no mundo físico, e assim como tem gente boa e gente ruim aqui, lá também é assim. São pessoas como eu ou você, gente que lidamos no dia a dia. 2 - estarmos conscientes ou não desde fenômeno, não muda o fato de que todas as noites vamos sair em astral. Não ter lucidez do processo faz com que ajamos como zumbis no plano astral, sem ter noção de nada do que nos acontece. Na melhor das hipóteses estaremos simplesmente perdendo oportunidades fantásticas de aprendermos sobre nós mesmos, sobre a vida, sobre o universo, de ajudarmos, sermos ajudados, expandir nossa mente e acelerar nossa evolução. Na pior das hipóteses, supondo que vc esteja sendo obsediado e isto esteja atrapalhando a sua vida, você terá a chance de estar consciente disso, entender o pôrque de determinadas coisas acontecerem contigo e trabalhar para solucionar a situação. Veja, é muito pior estar sendo ferrado pelos outros e não saber, do que saber e trabalhar para sanar o problema. E a maioria dos obsessores são como cachorros que latem alto do portão pra dentro: assim que o portão é aberto, eles arregam. Às vezes só o fato de vc acordar no meio de um processo de vampirização, já faz a turma correr. A maioria é covarde mesmo, atuam nas sombras como ratos e só têm a ganhar com nossa ignorância. 3- o medo é fruto de uma série de condicionamentos que foram construídos na nossa pisque desde a infância, que vão desde a forma como os espíritos são retratados no cinema, na cultura ocidental cristã, nas crendices populares, até o natural medo do desconhecido. Perceber a influência dessas forças no nosso condicionamento mental é iniciar o processo de libertação das mesmas , é começar a entender a diferença entre o que foi implantado pelo contexto social, cultural e religioso em nós e o que nós, autenticamente, somos e pensamos. Trocando em miúdos: o medo tem a ver muito mais com mitos, tabus e autosabotagem, do que com o respaldo na realidade. Ele é necessário, até certo estágio evolutivo, para controlar nossos impulsos animalescos e gerar cautela em nossas ações, mas não pode tomar conta delas. Para o homem controlar o fogo, primeiro ele teve de desaprender a teme-lo. Para avançarmos, precisamos coragem. Seres evoluídos se diferenciam de nós, entre outras coisas, porque já superaram essa etapa. O medo é um força que tornou-se desnecessária para guiar suas ações. Pense nisso. grande abraço.
  12. Roberto, eu não tenho conselho algum pra te dar depois de tudo que o Sandro colocou. E também só li seu primeiro post, mais tarde leio o restante, mas gostaria de deixar claro uma impressão que ficou ao ler seu relato: Cara, tu escreve bem pra c#r@lh0! Vc é muito articulado e, juro, por mais que eu me compadeça e sinta empatia em praticamente todos os questionamentos que vc levantou, na primeira metade do texto, quando vc começa descrevendo a Luz (eu conheço a Luz, morei na grande SP por 5 anos, vez ou outra passava por lá), eu comecei a rir, pq vc usou de um humor, de um sarcasmo fino, mas uma coisa tragicômica. Na moral mesmo, não acho graça na miséria, porém a forma como vc relatou. E isso não é fácil. Vc tem algum blog? Escreve algum lugar? Se não, já sugiro vc talvez investir nisso (n exatamente como uma carreira, pode ser tbm), mas vc tem talento, cara. E é isso, pra mim é nítido que vc é bem inteligente, e talvez, dentro do que o sandro te falou, seja uma das suas "armas" pra te catapultar a outros patamares, com calma. Foi um dos melhores posts que já li aqui no GVA. Abraço e realmente desejo que dê tudo certo na sua vida.
  13. Parece ataque mesmo. Além das técnicas sugeridas, vc pode tbm utilizar o ovo. Ele tem a propriedade de atrair energias ruins pra ele. Vc fica passando ele (ovo inteiro, normal) pelo local por uns minutos e imaginando que a energia está saindo do corpo e entrando nele. Depois o enterre (não consuma, por motivos óbvios). E tbm não use o mesmo ovo duas vezes. Quanto a proteção, sai colocando umas pedrinhas de mirra nos cantos do quarto, e deixar um incenso de mirra defumando por um tempo tbm é bom. Purifica o ambiente e isso é tipo tóxico pra entidades negativas. Dificulta a ação deles.
  14. Olá amigo. Me parece sonho mesmo. Mas em algumas projeções pode ocorrer uma certa expansão da consciência e ter acesso a outros lugares no espaço-tempo.