• advertisement_alt
  • advertisement_alt
  • advertisement_alt

Ashram

B-Membros
  • Content Count

    303
  • Joined

  • Last visited

  • Days Won

    3

Ashram last won the day on May 13 2017

Ashram had the most liked content!

Community Reputation

57 Excellent

2 Followers

About Ashram

  • Rank
    Membro em EV (300+)

Recent Profile Visitors

The recent visitors block is disabled and is not being shown to other users.

  1. como assim indiferente sua intenção ao usá-la ? Um colega me disse que a entidade não capta o aspecto linguístico da palavra ( que é articulada pelo corpo humano) , mas as intenções que estão por detrás daquele verbo , ou seja, uma transmissão de energia e pensamento para outra entidade. A entidade , em si , não sabe qual o significado da palavra. E tem outra coisa, o pensamento do Eu Superior é não-verbal, então as palavras sagradas são compreendidas como idéias.
  2. Oi gente, Nesse tópico li que quando o rezador falava em hebraico , muita coisa acontecia no duplo éterico do "morto". Mas porque as "línguas sagradas" conferem esse efeito ? Estou pensantivo... https://www.viagemastral.com/forum/index.php?/topic/17098-visões-sobre-a-morte-e-o-post-mortem/
  3. Olá, boa noite ! Estava lendo um artigo de revista de Filosofia , e achei interessante digitalizar e postar aqui para debates. Vou pensar em algumas indagações... eis o texto em baixo: Assunto: Individualista, Eu ? [Pensadores destacam o lado positivo desse comportamento?] De individualista, ninguém gosta ser chamado. É quase uma ofensa. O termo ganhou significado pejorativo ao ser relacionado com egoísta , de quem só pensa em si. Mas essa livre associação não é de todo correta. Alguns pensadores até valorizam o individualismo , em seu lado positivo , é claro. E sim, ele tem um lado bom: o de consolidar os direitos subjetivos, como a liberdade individual , por exemplo. O problema está no extremo, a pessoa individualista pode desenvolver um descaso pelo coletivo e tornar-se auto-referente. O individualismo é produto do nosso tempo , assim como o coletivismo predominou em outras épocas. Hoje, somos culturalmente condicionados a agir dessa forma. E, se não há escolha, é bom entender melhor o que é isso. A ideia mais comum que se tem sobre o individualista é a de alguém que só pensa em si mesmo, não se importa com os outros e nem com o mundo. Seriam pessoas com dificuldade de relacionamento e isoladas da sociedade. “ Essa é uma noção meio moral sobre o que é individualismo. Mas, antes de pensar dessa forma, precisamos entender as raízes do seu comportamento” , explica Dulce Critelli, professora titular da pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e terapeuta existencial. Do ponto de vista filosófico, a noção de individualismo está radicada lá em Aristóteles. Para ele, todas as coisas são indivíduos em si, ou seja, são o que são, independentemente do meio em que se encontram. Sendo assim, um vaso é sempre um vaso por si mesmo, explica Dulce. A noção que vingou entre nós foi a aristotélica. “ Nós desconstruímos tudo: a medicina, a educação, a política, a convivência social. Tudo o que fazemos é com a crença de que o que existe é de forma individual e por si só. Essa é nossa concepção de base”, explica Dulce. Mas os gregos antigos não entendiam o mundo dessa maneira. Para eles, a vida cotidiana se dava de forma isolada. Na origem de nossa civilização ocidental, a experiência era conjunta , de uma vida com os outros. O que cada um dizia , o testemunho do outro sobre nossas ações, isso era o importante. É na Idade Média que essa condição começa a se modificar, lembra Dulce. E o que muda ? A preocupação do grego era com o bem comum e o ideal máximo era a conquista da imortalidade. Eles percebiam que a natureza era cíclica , tudo morria e nascia de novo. Já o homem , apesar do nascimento e da morte , não se repetia como a natureza. Cada um era exclusivo. A única forma de se imortalizar era deixar na memória das gerações futuras. Assim surge o ideal dos heróis gregos, que lutam e dominam outros povos não para saquear e subjugar, mas para mostrar que são bons guerreiros. Esse ideal grego de glória , sempre perseguido , garantia uma lembrança futura , seja por ações em batalhas ou por discursos. 'E o que essa história toda tem a ver com o comportamento individualista da época contemporânea ? ' - pode-se perguntar. É que o ponto de partida para uma concepção mais individualista da vida é exatamente o desaparecimento desse ideal dos heróis gregos. Se antes se perseguia a imortalidade , na Idade Média essa busca vai dar lugar ao desejo de eternidade. Quem passa a ser imortal e eterna é a alma e não mais a memória de alguns homens , lembrados por várias gerações por seus feitos. E o caminho para que a alma se torne eterna quem conhece são os padres, eles têm o poder de salvar a alma humana. O homem deixa de procurar a glória ou o bem comum e começa a cuidar de seus próprios negócios , de sua vida particular. A vida em comum é deixada aos cuidados dos reis e dos padres. “ A alma passa a ser uma questão da igreja e a vida pública , uma questão do governo. Com isso, há um afastamento dos homens”, explica Dulce. Ela explica que nossa noção de indivíduo é politicamente conveniente, porque para os governos é mais fácil que cada um cuide de si e não participe da vida comum . Como foi conveniente na Idade Média esse afastamento da vida pública para os reis e a igreja. “ É importante provocar essa reflexão ou a discussão fica muito superficial. Parece que as pessoas teriam, sozinhas, a escolha de ser ou não individualistas, quando é a cultura e a própria estrutura de vida que provoca isso nelas”, afirma Dulce. Foram vários os fatores históricos, além da morte do ideal de um herói grego, que colaboraram para o surgimento do individualismo. Já vimos como a igreja , ao introduzir a crença na salvação da alma, afastou os homens da vida pública. Mas a interferência religiosa não pára por aí. A Reforma Protestante foi uma forma de valorização do indivíduo , explica Cesar Augusto Ramos, professor de Ética e Filosofia Política da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR). Com a Reforma , a religiosidade passou a ser um fenômeno do coração e da consciência , o crente conquistou o direito de sozinho falar com Deus e de ler a Bíblia em seu próprio idioma, fiz Ramos. Mas nem todo o pensamento individualista foi desenvolvido a partir de interferências religiosas. Fatores econômicos também contribuíram. Com o surgimento da manufatura e, logo depois, da indústria e do capitalismo, o homem passou a ser ele próprio uma força de produção. O trabalho assume a forma de uma atividade individualizada , explica Ramos. Outro elemento econômico e jurídico é o fato de o indivíduo tornar-se capaz de contratar e de ser contratado. A força de trabalho de cada um começa a poder ser vendida no mercado. “ Antes , as pessoas, junto com os instrumentos de produção , estavam vinculadas à terra e aos costumes. As relações de trabalho eram comunitárias. Com essa mudança, os indivíduos se isolaram um dos outros”, diz Ramos. Um aspecto que ajudou nessa transformação foi a constituição dos direitos subjetivos ; entre os mais importantes deles está a liberdade individual. Cada indivíduo passou a ser visto como um sujeito dotado de capacidade para agir e para pensar por si próprio. Antes disso, a liberdade era objetiva , explica Ramos. “ Para os antigos, era livre quem não era escravo. A liberdade era um status social, não se conhecia a ideia de um direito subjetivo” , diz o professor. Esses e outros fatores levaram à constituição de um novo paradigma de comportamento : o individualismo. Com uma fase positiva e outra negativa, o individualismo é contraditório. Se por um lado é uma conquista da sociedade , na medida em que se conhecem determinadas qualidades importantes para o desenvolvimento do ser humano e da humanidade – como a dignidade da pessoa , a autonomia dos indivíduos, a privacidade, a subjetividade e os direitos individuais, sobretudo a liberdade individual – por outro lado traz determinados riscos. E o risco maior é a exacerbação do individualismo. Quando essa atitude é superdimensionada, o indivíduo passa a sofrer uma certa patologia. Na tentativa de valorizar sua autonomia e seus direitos, ele se isola e se torna auto-referente, explica Ramos. Assume atitudes egoístas de rompimento com os laços comunitários, o que leva a dois fenômenos descritos por alguns autores, como R. Sennet e Lipovetsky: a morte do espaço público e, junto com essa morte, a cultura do eu. Para esses autores, o indivíduo contemporâneo e pós-moderno , em vez de valorizar a dimensão filosófica que dá a individualidade o caráter de traço essencial do ser humano, acabou valorizando a dimensão psicológica e intimista desta. Com isso, chegou-se a uma era a que se pode chamar de consumo da consciência , com práticas de alcance espetacular de mercado, como a autoajuda, o esoterismo, o culto do corpo e a religiosidade como fuga da vida pública, explica Ramos. “Paulo Coelho é um fenômeno que explica isso. A autoajuda é uma busca de forças pessoais , uma forma de realização ligada ao indivíduo. São características da exacerbação ligada ao individualismo e da autorreferência”, diz Ramos. O homem passa a buscar em si mesmo tudo o que é necessário para torná-lo feliz, sem precisar da ajuda do outro. “ Há progresso e desenvolvimento das capacidades do ser humano, mas alienação”, afirma o professor. Qual seria a solução para esse mal ? Voltar à forma de vida em que há predomínio do coletivo ? Para Ramos , é complicado defender esse retorno. As condições sociais, econômicas e filosóficas tornaram difícil retornar a integração do sujeito à totalidade. “ Por outro lado, observamos, a despeito da cultura do do individualismo, formas cada vez mais intensas de recuperação de laços comunitários”, afirma o professor. Ele dá como exemplo a internet. Ao mesmo tempo que é isolada e autorreferente (continua o usuário a um espaço solitário, compartilhando apenas com o computador), a internet conecta um ao outro. É uma inovação tecnológica que permite ao homem se defrontar com essas duas tendências fortes do ser humano: o coletivismo e o individualismo. O ideal, segundo Ramos, não é abandonar o individualismo e retornar ao coletivismo , mas , sim, conciliar esses dois comportamentos. “No extremo, os dois são negativos. O holismo [coletivismo] exacerbado pode propor a existência de um partido único ou de um guia único que salva a todos. Já o individualismo não se preocupa com a política, não se interessa em fazer eleição ou não se envolve com a direção do governo”, explica Ramos. Essa tensão, entre comunitarismo e individualismo, existe nos dias atuais e pode ser notada nos conflitos entre o público e o privado, entre os direitos individuais e os direitos coletivos. Um exemplo é a crise do meio ambiente e todas as manifestações que tentam reverter essa situação. “ A degradação do meio ambiente vem da ideia básica e individualista do direito de consumo : 'eu compro um carro porque o dinheiro é meu e pago imposto'. Não se pensa nos prejuízos para gerações futuras”, diz Ramos. É uma questão que envolve o ecossistema, a totalidade, e precisa ser resolvida por uma mentalidade que abandone o sujeito como centro. A professora Yolanda Gloria Gambua Muñoz, do curso de Filosofia da Universidade São Judas Tadeu, vai contra essa corrente que divide os comportamentos em individualistas ou coletivistas. Para ela, o individualismo não é uma questão que pode ser deslocada do todo integrado. “ O individualismo está ligado ao coletivo sempre. Os dois ocorrem ao mesmo tempo”, explica. E vai além. Gloria segue uma corrente de pensadores que valorizam o individualismo. “Mas sem pensar em indivíduos isolados”, diz. O valor negativo estaria na palavra sujeito, que carrega a sujeição a modelos dados. A professora defende uma nova forma de subjetividade , que procura seguir não os padrões estabelecidos pela massa, mas um outro modelo, o “não-dado”. É uma sujeição a si próprio e não ao outro”, explica Gloria. Contra esse nivelamento imposto ao sujeito, o filósofo dinamarquês Soren Kierkegaard foi um dos primeiros a levantar críticas. Para Kierkegaard , a finalidade do homem deve ser tornar-se um indivíduo, ou seja, um ser de relações consigo mesmo , com os outros e com Deus, explica Silvia Saviano Sampaio, professora de Filosofia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) . O indivíduo é o oposto do homem da massa e do homem hermético, isolado dos outros homens. Silvia explica que, para Kierkegaard, “o importante é que o homem deixe de viver por hábito e encontre uma verdade pela qual queira viver e morrer. A violência e a brutalidade são consequências da ausência de interioridade. Pois, sem interioridade não se possui nada, nem individualmente, nem em comum”. Buscar algo que interesse só a si próprio é um traço de individualismo que pode parecer egoísta. Mas Gloria não encara isso como negativo. Ela vê no individualismo de algumas ações meios para promover o benefício do todo. “Mesmo que a princípio não fosse esse o objetivo”, diz a professora. Para explicar esse raciocício , ela recorre a Nietzsche. O filósofo desmistifica a ideia de que se deve trabalhar por grandes ideais coletivos, ou para se ficar na história. Para ele, o trabalho deve ser feito é bom e gosta de praticá-lo, explica Gloria. E uma ação que em tese é restrita aos interesses de uma pessoa em particular pode vir a se tornar útil a todos. “ Um estudo científico pode ser muito específico e, em teoria, só interessar a uma pessoa, que gosta da área. Mas ele pode acabar proporcionando descobertas que beneficiem outros seres. Ser egoísta , neste sentido, não é algo negativo”, afirma Gloria. Outro exemplo dado é o de um colecionador particular de arte. Seria egoísmo puro e negativo se a coleção permanecesse restrita àquela pessoa. As ações e motivações podem ser individualistas , mas é preciso extrapolar para o coletivo em algum momento, explica Gloria. Os pensadores que defendem esse raciocínio não trabalham com divisões dicotômicas – como o Bem e o Mal, o individual e o coletivo. “Tudo faz parte de um mesmo novelo, está interligado”, diz a professora. E, como está entrelaçada, às vezes uma ação individual serve ao coletivo , não por objetivo, mas por consequência “, explica Gloria. Para a professora, os homens alteram os momentos mais individualistas ou mais coletivistas. “ Em certas épocas , uma pessoa pode ser totalmente individualista. Talvez esteja muito mal. Mas depois que se recupera , passa a ajudar. Não se deve rejeitar o egoísta porque ele pode estar passando por um estágio transitório. As forças costumam se voltar contra si próprio em certos momentos ; o condenável é ficar nisso para sempre. Essas forças devem extrapolar e ir para o coletivo”, diz Gloria. O individualismo é condenável no sentido de acumular coisas e nunca pensar no próximo. Mas, se o coletivo permeia todas as relações, de onde vem a crítica ao individualismo de nosso tempo ? O abandono que se nota não é das relações coletivistas , mas do espaço coletivo. “ As pessoas, hoje em dia, ficam mais isoladas em casa , não existe mais a força da praça pública. E a saudade que se tem é disso, destes espaços onde ocorriam os atos públicos”, diz Gloria. Os espaços públicos, por outro lado, começam a ser criados de maneira diferente. Não existem mais a praça, mas surgiram os sites na internet, onde as pessoas se vigiam. “ Ainda não morreram os espaços coletivos , deixando as pessoas isoladas”, explica Gloria. Mas, de fato, eles perderam força. Hoje em dia, cada um cuida da limpeza da própria casa, mas deixa a praça pública de lado , por exemplo. “ É um pensamento de que o espaço coletivo não é dele e pronto. Essas críticas ao individualismo, em certo nível, são pertinentes”, afirma Gloria.
  4. Lembro de uma palestra do Leandro Karnal (não encontro o link) que Jacques Russell criticava a propriedade privada , mas adorava bens materiais. O filósofo Voltaire dizia que respeitava o direito de expressão pública, mas quando foi primeiro ministro mandou prender um monte de gente que criticava o Estado Francês. Não sei se foi verdade... mas o que penso é que gerar ideias intelectuais e ser inteligente não quer dizer muita coisa em termos de evolução espiritual.
  5. Por que é tão difícil mudar como pessoa e espírito ? Podemos até pedir ajuda psicológica para medir nosso grau de consciência ; o terapeuta tem uma capacidade incrível de mapear tuas falhas/virtudes pessoais através do verbo...MAS porque é difícil mudar nossos comportamentos de pensamento e ação física? Mesmo reencarnando tantas vezes, fazemos muitas repetições. Faço essa pergunta pq quero ter consciência melhor de evolução, hehe.
  6. Nossa, longo texto. Amanhã, eu leio. Obrigado a todos. Estou fazendo pesquisa sobre o assunto . :-)
  7. Oi Sandro! Me veio aqui na cabeça, será que o capitalismo foi o responsável pelo individualismo social ou usamos o capitalismo para justificar nossos problemas sociais?
  8. Até que ponto Vale a pena praticar a lei da bondade ? Vale a pena ser bondoso numa sociedade individualista? Estou buscando pensamento crítico sobre essa virtude. Na cabala estudamos que Hesed é a energia da bondade que precisa fluir no mundo para que haja equilíbrio em Malkuth, nosso mundo físico . https://youtu.be/WSrNlv2bY08
  9. Por que um conjunto de pessoas costumam pensar um mesmo ritmo ou bloco de ideais iguais mesmo que elas estejam em locais diferentes ? Estou me referindo ao inconsciente coletivo . Por exemplo, um conjunto de pessoas falam a mesma palavra ou pensamento ligados a política ou religião. .. chega a ser idêntico às vezes. Se essa convergência de pensenes existe, é possível influenciar um conjunto de mentes? Entende o que estou pensando ?
  10. Oi, Estava ouvindo esse vídeo do Saulo. https://youtu.be/_aykqI51T3c Ele nos mostra que existem conteúdos inconscientes que são mostrados no mundo astral. A promiscuidade sexual é um conteúdo forte que existe na psique, tanto que ele foi parar no umbral. Daí, Ele conclui que não podemos julgar o outro , porque também temos nossas fraquezas de personalidade. Devemos aceitar essa sombra da sexualidade negativa dentro de nós como um fato ?
  11. Para vcs o que seria de fato ter acesso ao Eu superior? Se " abrir " o chakra coronario , essa percepção de estar conectado com o Divino e natural , acontece ? "Eu superior" é uma expressão textual didática que o ser humano criou para tentar explicar uma habilidade extrasensorial e humana que consegue responder todas as perguntas ? Um exemplo clássico de auto realização é Yogananda. Estou pensativo.
  12. Boa noite turma! Segunda-feira, dia 27 de Maio, conversei com um Preto Velho chamado pai Cipriano hehe, e ele conversou algumas coisas comigo sobre clarividência. Perguntei a ele se seria possível abrir a mediunidade de clarividência para quem não nasceu com isso, e ele respondeu que não, porque se fosse necessário para a minha evolução teria que passar pela aprovação dos mentores! ( eu devo satisfação da minha vida ao mentor ? ) Explicou que mediunidade é ajuste de chakras, e que não seria possível ter capacidades parapsiquicas como essa sem avaliação do mentor. Os rituais mágicos que contratei, segundo o Espírito, não surtirao efeito, porque os amparadores bloqueiam a energia astral . Então, quero saber: desenvolver clarividência, ver futuro, etc é um privilégio de poucas pessoas? É claro que ter ajuda de um mentor pode ajudar muito, mas não consigo enxergar impedimento por influências externas. Eles fazem o que é melhor para a Conscin .
  13. Pra vc , o que seria desenvolver a moral ? Este mês , Maio. Estou trabalhando para abrir o terceiro olho e ganhar o dom de ver o futuro. Mas gostaria de fazer isso pra ajudar as pessoas também.
  14. Exatamente! Uma conversa amiga alegra um coração. Assistência é o caminho.