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Ashram

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  1. Oi Alguém sabe ou já desenvolveu mediunidade de Intuição? Saber como funciona na pratica, se a informação recebida na tela mental é verdadeira . Se a pessoa escuta uma voz que não é a dele. Parece até mesmo uma videncia , mas são distintas .
  2. Bacana. Não sabia dessas experiências. Na tradição hebraica, há um mandamento de evitar julgamentos
  3. Oi gente, queria iniciar um debate sobre julgamentos. Vcs acham que espíritos de luz podem tecer julgamentos sobre os encarnados ? Sabe aquela lei " tal é embaixo, também é em cima " . As coisas que acontecem na terra , mediante as pessoas , acontece também no mundo astral. O Espírito Emmanuel uma vez falou que os espíritos de luz Não julgam. Eu lanço um questionamento no ar . Apenas "acho" que existem espíritos de todos os níveis , e já encontrei entidades julgando sim. Eu vi isso. Outra coisa que me veio na. Mente é: as entidades sentem empatia e consideração por nós ? Não deveria acontecer, mas na prática a MAIORIA dos encarnados já julgaram alguma coisa.
  4. Oi , perguntei porque a espiritualidade dá respostas para tudo , as vezes não é nem situação carmica mas como a vibração pensenica aliado com a energia raiva coopera . Já ouvi algumas entidades explicando o assunto, esse que estamos falando , mas queria ver outras perspectivas. Enfim , cada caso é um caso. Mas estou achando que até mesmo o sucesso tem um atributo espiritual oculto. No judaismo , eles dão explicações legais que isso não é uma proibição.
  5. Olá a todos ! Gente , como ocultismo explica o fato de algumas poucas pessoas conseguem ficar ricas ou atingir independência financeira? Exemplo , tem gente com uma imensa capacidade de empreender e multiplicar, mas não são muitos espiritualizados, entretanto a vida flue muito bem! Lembro um psicanalista dizendo que o.chakra básico resolve todos os tipos de problemas de ordem material . Ou seja , não precisa ser um gênio. Aliás tem algo na energia do rico que vibra diferente de alguém cuja visão nao é empreender. Enfim , alguém explica como tudo isso jorra tão fácil.nas mãos de alguns , enquanto outros ..nem tanto ? Lembrando que a disparidade econômica no Brasil é gritante.
  6. @sandrofabres Oi cara, espero que esteja tudo bem! Pensei sobre o momento de pandemia durante essa crise toda. Vc acha que as consciências mais avançadas no astral estão ajudando os cientistas daqui (Terra) a criar uma solução inovadora através das vacinas ? Pensei que , se eles ajudassem com transmissões telepáticas, então nossa ciência não é tão PSEUDO assim. Ou seja, muito do que se tem na literatura é realmente válido.
  7. Oi gente, o que torna uma pessoa mais sábia e serena ? Será que as duas coisas são a mesma fundida ? rsrs Existem diversos tipos de sabedoria, mas se tornar um Sábio (com "S" maiúsculo) como Dalai Lama ou Yogananda é complicado , são pessoas diferenciadas; e os mentores não pedem para que vc chegue nesse nível... eles querem apenas o Bem maior de todo mundo. rsrs Mas como é ser uma pessoa bem resolvida e sábia ? @Lucas Oliveira , contribua com seus conhecimentos de budismo.
  8. Oi gente, pensei no seguinte. Se a espiritualidade abriga todas a mentes e coisas possíveis no espaço universal, então as dimensões espirituais reunidas juntas seriam o próprio DEUS que o judaísmo defende tanto ?
  9. Oi! Quando faço minhas meditações, não consigo sentir as maravilhas que um praticante diz sentir. É como se o lado sombra fosse ativado, emoções negativas. A meditação é capaz de mostrar teu lado interior, luz e sombra ? outra coisa: ficar em zazen traz algum aproveitamento energético para o praticante ?
  10. Oi Sandro, acha possível escrever canções por exemplo depois de desencarnado , exatamente logo após o desencarne ?
  11. Achei um texto interessante! https://forums.tibiabr.com/threads/501399-Da-diferen%C3%A7a-entre-individualismo-e-egoismo-por-Gary-Galles?s=ac3db99c3f9bd95a6738638aa9306892 excerto: " As relações que ocorrem no mercado são constantemente criticadas como sendo a epítome do egoísmo ou da ganância, recompensando o interesse próprio acima da ética. Como Friedrich Hayek expôs, "a crença de que o individualismo aprova e estimula o egoísmo humano é uma das razões principais pelas quais tantas pessoas o desaprovam." Entretanto, essa crença está errada. Mercados realmente são formados por pessoas com interesses próprios atuando conjuntamente para alcançar seus objetivos, e quase sempre sem conhecer umas as outras. Porém, buscar o interesse próprio não é o mesmo que ser egoísta. As pessoas têm interesses diversos Economistas pressupõem que indivíduos possuem interesses próprios. Isso significa simplesmente que cada indivíduo se importa com um determinado objetivo; e alguns fins importam mais do que outros. A consequência disso é que cada pessoa prefere ter o controle (o poder para decidir o uso) de mais recursos do que de menos, pois isso a permite alcançar aqueles objetivos que ela mais valora de uma maneira mais eficaz do que se ela possuísse menos recursos à sua disposição. Só que desejar o controle sobre mais recursos para alcançar nossos objetivos não é um pensamento monomaníaco. Hayek entendeu essa confusão e escreveu que: "Se dissermos que as pessoas devem ter suas ações guiadas por seus próprios interesses e desejos, esta sentença será rapidamente mal-entendida ou distorcida pela crença de que as pessoas devem ser exclusivamente guiadas por suas próprias necessidades ou interesses egoístas, sendo que, na verdade, significa somente que elas devem ser permitidas a se esforçar para alcançar qualquer objetivo que julguem desejável." Se tudo com que um indivíduos se importasse fossem com ele próprio, então aí sim o interesse dessa pessoa poderia ser igualado ao egoísmo. Mas se alguém se importa com qualquer coisa ou com qualquer outra pessoa além de si própria, então há várias diferenças fundamentais entre isso e o egoísmo Quando Madre Teresa, por exemplo, utilizou seu Prêmio Nobel para construir um hospital para leprosos, ela estava agindo de acordo com seu interesse próprio, pois tais recursos foram utilizados para efetuar algo com o qual ela se importava. Mas ela não agiu de maneira egoísta. O livre-mercado força os egoístas a trabalharem pelos outros Outra maneira de caracterizar essa distinção entre interesse próprio e egoísmo é que, ao passo que pessoas egoístas têm um interesse próprio (elas só se importam consigo próprias), ter um interesse próprio não implica ser egoísta. E o interesse próprio, seja ele egoísta ou não, é o que faz com que a cooperação social seja estimulada e, por conseguinte, terceiros sejam beneficiados pelas interações voluntárias no mercado. É por isso que mesmo que uma pessoa que esteja no mercado seja egoísta, isso não significa que o mercado a tornou mais egoísta, e nem que o mercado expandiu o âmbito do egoísmo nas relações humanas. Para ilustrar isso, suponha que João seja um indivíduo completamente egoísta. Ele só pensa em si próprio e quer enriquecer rapidamente. Considerando-se que os direitos de propriedade de terceiros são respeitados, João só pode alcançar esse objetivo se ele induzir todos os outros indivíduos a voluntariamente cooperarem com ele. Ou seja, João terá de oferecer algo que seja do interesse desses outros indivíduos. Mais ainda: João só conseguirá isso se o que ele oferecer for melhor do que todas as alternativas existentes. João não pode coagir ninguém a consumir seus bens e serviços. Sendo assim, embora seja egoísta e não se importa em nada com os outros, João tem de agir de maneira a atender os interesses daqueles que estão ao seu redor. Só assim João poderá alcançar seus próprios interesses Esse é o milagre descrito na metáfora da mão invisível de Adam Smith. Mesmo que alguém seja egoísta, essa pessoa — para alcançar seus objetivos — terá inevitavelmente de beneficiar terceiros no mercado, fornecendo-lhes bens e serviços de qualidade, e esperando que elas, voluntariamente, consumam estes bens e serviços. E para que elas consumam estes bens e serviços fornecidos pelo egoísta João, estes têm de ser de qualidade. Desta forma, o egoísmo de João é domado e direcionado para a cooperação com terceiros, fornecendo-lhes mais opções de consumo e beneficiando-lhes como resultado desta interação. Em termos práticos, a maioria dos empreendedores no mercado é motivada pelo desejo de auferir lucros monetários. No entanto, em uma economia de mercado, a única maneira de um empreendedor auferir lucros é servindo bem seus clientes (e mantendo seus custos baixos). Um dos mais belos aspectos de uma economia de mercado é que ela é capaz de domar as pessoas mais egoístas, ambiciosas e talentosas da sociedade, fazendo com que seja do interesse financeiro delas se preocuparem dia e noite com novas maneiras de agradar terceiros. Empreendedores conduzem a economia de mercado, mas a concorrência entre empreendedores é o que os mantém honestos. Conclusão Em A Teoria dos Sentimentos Morais, Adam Smith argumentou que: "Por mais que um indivíduo seja tido como egoísta, há evidentemente alguns princípios em sua natureza que o tornam interessado no bem-estar de terceiros, e que fazem com que a felicidade deles sejam necessárias a ele — embora ele nada ganhe com isso além do prazer de ver a felicidade deles" E longe de apoiar o simples egoísmo, ele conclui que "restringir nossas emoções egoístas e satisfazer as emoções benevolentes é o que constitui a perfeição da natureza humana." Em outras palavras, nosso interesse individual inclui o aprofundamento da nossa natureza benevolente. Está claro que os participantes do mercado não podem ser caracterizados como motivados pela ganância. Sendo assim, o que explica esses falsos ataques? Os ataques vêm de pessoas que pensam que suas preferências subjetivas deveriam se sobrepor às preferências dos proprietários e da maneira como estes controlam suas propriedades. Para essas pessoas, os proprietários e suas respectivas propriedades devem ser, por meio da coerção do estado, domados, subjugados e forçados a se adaptar a essa visão redistributivista do mundo. A intenção desses pretensos reformadores é simplesmente impor, à força, suas preferências sobre terceiros. Ao agirem assim, eles paradoxalmente não parecem perceber que tal comportamento é a exata definição da ganância que eles tanto criticam. "
  12. como assim indiferente sua intenção ao usá-la ? Um colega me disse que a entidade não capta o aspecto linguístico da palavra ( que é articulada pelo corpo humano) , mas as intenções que estão por detrás daquele verbo , ou seja, uma transmissão de energia e pensamento para outra entidade. A entidade , em si , não sabe qual o significado da palavra. E tem outra coisa, o pensamento do Eu Superior é não-verbal, então as palavras sagradas são compreendidas como idéias.
  13. Oi gente, Nesse tópico li que quando o rezador falava em hebraico , muita coisa acontecia no duplo éterico do "morto". Mas porque as "línguas sagradas" conferem esse efeito ? Estou pensantivo... https://www.viagemastral.com/forum/index.php?/topic/17098-visões-sobre-a-morte-e-o-post-mortem/
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