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  1. Parte deste meu relato já postei em comentário em outro site dedicado a projeção, mas depois dessa primeira parte houve desdobramento e achei melhor trazer pra cá, adaptado. Eu visitava sempre em sonhos, mas nunca consciente, ou seja, nunca em projeção, dois locais que são sempre os mesmos e estão sempre no mesmo lugar, no astral. Um é tipo uma padaria ou delicatessen que serve café da manhã. Sempre vou tomar café da manhã lá em sonhos, rsrsrs. É um lugar muito agradável, comida deliciosa e variada, do tipo self service e sempre tem muita gente lá, comendo também, e funcionárias simpáticas, fardadas, sorridentes. Esse lugar fica em um local em que no físico está o prédio onde vive minha ex-sogra. E em frente a ele, no sonho, tem uma pracinha, só que no físico ela não existe, é só uma divisória de concreto entre ruas. Às vezes esse sonho é tão real, que acordo pensando confusamente que esse lugar existe sim, que eu já fui lá no físico, e sempre fico muito decepcionada quando percebo que não, porque adoro, adoro mesmo esse lugar. O mesmo se passa com um lugar onde sempre vou almoçar ou jantar em sonhos, esse fica numa esquina de um bairro aqui da minha cidade onde andei muito na minha adolescência, pois tinha muitos amigos que moravam por lá. No físico é uma rua arborizada, sombreada e tranquila, e no lugar onde tem o restaurante no astral, no físico seria os fundos de um restaurante que existe, na verdade – pelos meus cálculos, o dos sonhos ficaria no quintal de uma casa ou fundos de um prédio, mais ou menos. Também é um restaurante lindo, amplo, sempre frequentado mas nunca muito cheio, com uma comida divina… nos sonhos eu levo minhas filhas sempre para comer lá kkkk. As lembranças também chegam a ser tão reais, que me pego ás vezes duvidando de esses lugares não existirem no físico, passo de carro e fico procurando… Há algumas semanas mesmo, dormi depois do almoço e sonhei jantando nesse restaurante… acordei e percebi que era sonho, fiquei tão triste que quase chorei… Queria entender o porque dessa ligação tão grande com esses lugares, a repetição desses sonhos ou visitas... aí me programei para visitar os lugares em projeção consciente, e dito e feito, um sábado à tarde fui bater lá... ou quase... Bem, entrei em EV, saí facilmente, foquei logo: quero ir naquele restaurante dos sonhos (o que levo minhas filhas hehe). Fui planando na direção mais ou menos certa, foi muito consciente essa projeção: era um sábado á tarde, e a luz era do mesmo horário, o movimento lá embaixo era correspondente, distingui pessoas andando nas calçadas e um casal idoso andando junto, a senhora segurando uma sacolinha de supermercado ou padaria... e como vcs sabem, embora no momento da projeção estejamos muito conscientes e absorvendo tudo, quando voltamos ao fisico tem aquela "embotada" que faz a gente esquecer alguma coisas... estava consciente todo o caminho, mas ao acordar não lembro do caminho todo. Enfim, de repente me senti "sendo entregue" ou chegando no lugar que eu foquei, mas não era o restaurante e sim algo parecido com uma miniquadra coberta, dessas de escola pequena,sabe? Cheguei lá tinha um "ser", uma pessoa, sei lá, com feições orientais a quem me dirigi "olá, tudo bem? Olha, eu tô procurando um restaurante que eu sempre venho, pensei que era aqui... não é não?" (Meio confusa), e o "ser" me respondeu em telepatia: "Agora, não", com ênfase no agora, dando a entender que naquele momento, aquele lugar não era o restaurante, mas em outros momentos era, deu pra entender? A sensação que eu tive da resposta dele, claramente, foi que dependendo da necessidade ou algo assim, aquele lugar mudava, tinha várias "vocações". Aí eu engatei numa conversa com esse ser, mas era difícil porque ele era "maroto" que só - não maligno, não senti isso, mas tipo curtindo demais estar ali e poder fazer o que ele fazia enquanto conversava comigo: rodopiava muito muito rápido em volta de si mesmo, flutuava pra cima e pra baixo, mudava sua aparência, as roupas, cor de cabelo etc, mas sempre conversando comigo. Na conversa eu estava muito consciente e entendendo tudo, e era interessante, mas ao despertar, só me lembrei de uma parte que me intrigou: já cansada de lidar com tantas mudanças por segundo na aparência do meu interlocutor, perguntei a ele porque ele ficava fazendo aquilo o tempo todo e ele respondeu "é bom mudar, faz bem pro ego" e eu disse "mas eu pensava que cultivar o ego assim era negativo pra gente... e aqui no astral vc fica fazendo isso?" Ele riu. Depois disso voltei pro corpo (fogos na rua, susto danado). Depois disso ainda não voltei lá, porque fixei outros objetivos. Qualquer dia volto
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