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  1. Esse é o quarto relato. Se estiver interessado no relato anterior pode acessar esse link aqui: Bem, nesse relato eu sinto que o preâmbulo é mais importante que o próprio relato; principalmente para o próximo relato que vem depois desse. Como não poderia deixar de ser é longo a bessa. Mas vou tentar - prometo - reduzí-lo ao máximo, mantendo o que é necessário. Infelizmente não poderei deixar links, nomes, endereços, etc., porque a maioria das pessoas envolvidas estão vivinhas no físico. Então, você vai ter de acreditar - coisa que eu pessoalmente detesto; mas tem que ser assim, senão não vou fazer outra coisa senão me defender de processos, . Façamos o seguinte: se não acreditar, veja o relato como um romance consciencial que procura mostrar o valor da cosmoética. Vamos lá, que Deus me ajude. Pulamos alguns anos e chegamos na década de 90 até 2010. Entrei no Espiritismo. Diferente da maioria dos Espíritas, que se encantaram com o Livro dos Espíritos, eu o achei lógico, em alguns casos chuva no molhado. Arrogância à parte :)), o que me pegou pelo calcanhar foi: O Céu e o Inferno ou a Justiça Divina conforme o Espiritismo. Brother, esse livro abriu trocentas portas desde o meu mentalsoma passando pelo psicossoma, energossoma e chegando ao soma. Foi uma coisa assim, bateu na consciência e chegou no cérebro físico. Pra ter uma ideia, tem gente que acha que se você REALMENTE ler esse livro, dependendo da pessoa, você pode desenvolver a vontade de morrer ou (se matar propriamente). Sei lá. Pode ser. Comigo, apesar da revolução, não rolou algo tão drástico; mas balançou. Até hoje, leio aquele livro com atenção. Encontrei um centro e lá fiquei 10 anos (eu e meu número cabalístico), bem cheguei a criar um curso de Introdução ao Espiritismo, que funcionava semanalmente para atender entrantes na filosofia, isso dentro do Centro - que resolveu me patrocinar, porque eu parecia um moço esperto. Criei um jornal, de boa circulação e ligado totalmente ao centro. Lá eu e outros escrevíamos matérias, resenhas de livros e esse jornal durou vários anos. Tornei-me medium passista e depois palestrante Espírita. Com tanta exposição e alvoroço a queda não podia ser mais alta, só esperávamos o coco ficar mais maduro. Mulheres. Apareceram e eu adorei como qualquer trouxa faria. Elas vieram no centro e encontraram a mim. Só para ter uma ideia 5 alunas do curso de iniciação foram parar no meu apartamento. Que iniciação ao Espiritismo decepcionante! Considere que uma pessoa dessas pode não voltar nessa encarnação a querer ter um conhecimento consciencial - que ela teria através do Espiritismo, somente por minha causa. Quanta necessidade de ajuste eu não gerei? Isso sem contar pessoas que não eram do curso mas eram do Centro. Uma vergonha. O caráter - ou a falta dele - na adolescência, reaparecia aceso como nunca. Você pode pensar que a coisa não poderia ficar pior, não é? Olha só: Me apaixonei por uma mulher casada. Que me deu todas as indicações que ficaria comigo. Eu realmente a amei, como já não amava alguém há anos. Ficamos juntos várias vezes. Nossa afinidade era incrível. Por razões que o espaço aqui e a discrição me impedem de declarar, pois isso a identificaria, nos separamos e não pudemos mais nos comunicar. Eu já estava sem moral nenhuma para continuar com as responsabilidades do centro. Imagine eu fazendo uma palestra sobre Súcubus e Íncubus e uma galera de Espíritos (ou consciências extrafísicas) caindo na gargalhada: Quer conhecer um Íncubus? Olha esse aí falando; A consciência não poderia deixar passar sem penar, os meus pensamentos e sentimentos - tudo resultando em uma energia muito, mais muito espúria. Isso diz muito sobre o acrônimo PENSENE -> Pensamento, Sentimento e Energia. Bem, despenquei em depressão. Chamo esse período de ostracismo. Vivia em uma ostra, kkkk. Todo o viço indo embora. Uma pena só. Já era. Acho que concluíram, no mundo extrafísico, que precisávamos começar uma limpeza, faxina geral. Uma noite eu abri os olhos e estava projetado. Atrás de mim, havia alguém; eu sabia que me acompanhava. Na minha frente surgiu ela, também acompanhada por um homem, logo atrás dela. Estimulado por aquele que me acompanhava, me aproximei. Não resisti e nos abraçamos. Nos beijamos. Beije-lhe o rosto, os cabelos e por fim nos beijamos na boca. Nossa, como o beijo fora do corpo é bom. Se no corpo é uma delícia dobre a sensação fora dele. Os céus se abriram pra mim. Pareceu que alguma coisa me cutucou, talvez me lembrando o que eu devia fazer. Então a olhei bem dentro dos olhos e perguntei chamando-a pelo nome: ...Você me ama? Ela me olhou por apenas um segundo e disse: Não, Ernani, eu não te amo. Os céus se fecharam para mim. Fiquei estático, paralisado. Voltei ao físico e chorei. No mundo extrafísico - eu acredito - não há dúvida que paire, conhecemos quem precisamos conhecer, como eles são. Adicionalmente, não haveria como eu colher arroz, quando só me preocupei em plantar feijão. Não existe a possibilidade de pegar um grãozinho sequer de arroz. Caí na armadilha mais antiga da história, a mesma que eu já tinha armado várias vezes. Já desde 2009 não entro em um Centro Espírita, respeito muito a todo Espírita. Mas não posso dizer que sou ou fui um; nem mesmo considerando meu trabalho lá, meu pouco trabalho. Nem tenho coragem de dizer isso. Aos poucos fui-me reconciliando com os deveres Espirituais, mas só. Sem Centro, sem Igreja, sem Guru, sem Ordem, sem Muleta -> só pesquisa. Pesquisando de tudo. Mudei-me para Fortaleza. Meu trabalho me levou para lá por dois anos. Morava perto da praia. Morei no Meireles e depois em Iracema. Vivia passeando na Beira Mar para espairecer e recuperar, logo no começo da noite. Depois, já no meu apartamento - pedia aos mentores que se quisessem podiam trazer quem eles entendessem que pudesse precisar. Já na cama e sozinho, eu apagava as luzes - à noite - e fazia uma palestra (em Regra) - no meu quarto. Fazia uma prece inicial, fazia a palestra e a prece final. Várias foram as ocasiões em que senti presenças e várias foram as ocasiões em que senti que de alguma forma havia ajudado. Eu, particularmente, era um exemplo vivo. Mas a verdade era que eu estava sendo ajudado. Foi nesse período ou próximo do fim dele (sim porque tudo passa, acredite você ou não -> tudo vira passado) que conheci uma patota extrafísica. Abri os olhos - ou me permitiram guardar aqueles momentos na consciência - e lá estavam eles, vários, brincando comigo no ar. Estávamos muito alto, perto das nuvens e era como se eu fosse jogado ou catapultado ou lançado, não tenho ou vejo palavras agora. Eram piruetas feitas no ar. Nunca me senti tão bem. Ríamos muito, contávamos piada (por encresça que parivel; :))))). Foram legais e eu precisava. Essa mesma patota protagonizou o próximo relato, mas ele vem depois, vamos aguardar. Só posso dizer que o próximo relato foi a coisa mais emocionante que já vivi. Mas, meu caro o passado está preso numa cadeia. Essa cadeia tem um cadeado grande. Perderam a chave. Ou seja, ninguém consegue abrir a porta e deixá-lo sair para que ele volte. Acabou. Ele nunca sairá de la. É prisão perpétua. Como em qualquer prisão, você pode fazer uma visita esporádica. Mas só. Não pode ficar lá vários dias, aí não é mais uma visita. É um martírio. Você estará preso como ele e com ele, o passado, na mesma gaiola. Aqui estamos para despertar e só fazemos isso se olhamos para frente. Aqui, no mundo físico, a frente não é na parte de trás da cabeça, ela está aonde estão os olhos, aí é a frente. Então brother, olhe pra frente. Eu relembrei esses fatos apenas pra te contar uma história que de original não tem nada, mas pode te ajudar de alguma forma: assim eu espero. Agora, pronto, já esqueci. kkkkk