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  1. Vou postar alguns relatos relacionados diretamente ou indiretamente à projeção que escrevi em ordem cronológica até hoje. São 13, mas para não ficar muito extenso vou postar 1 por dia, até acabar. Até os meus 28 anos, a única experiência mais concreta que já tinha tido relacionado à projeção astral aconteceu durante uma aula no ensino médio. Devia ter 17 anos se não me engano. Na época tinha o péssimo hábito de tirar um cochilo nas aulas ou pelo menos ficar naquela sofrência de dorme não dorme e uma dificuldade muito grande de manter o foco nas aulas por mais que fossem boas. Aconteceu que durante uma aula de física o professor estava explicando um assunto até que me perdi no meio do assunto e comecei a cochilar em cima da carteira mesmo. Não lembro o que sonhei, nem mesmo se sonhei, mas como na época só escutava rock pesado (basicamente thrash metal como Megadeth, Metallica, Slayer, etc..). Acordei ouvindo um riff pesado de rock (riff único que nunca ouvi em lugar nenhum mas acabei associando com o riff do começo da música “Addicted to Chaos” da banda Megadeth, por ser parecido) e esse riff não parava de tocar na minha cabeça, até que para minha surpresa não conseguia me mexer na carteira! Eu ouvia o professor falando sobre as coisas na aula, entendia um pouco sobre o que ele estava falando, ouvia os outros alunos conversando e o riff continuava a tocar na minha cabeça de uma forma muito pesada, como se aquilo estivesse me prendendo de uma forma estranha. Me deu uma agonia, um desespero enorme, achei que fosse morrer, que aquele riff estava me matando, não consegui mexer um músculo sequer, exceto que acho ter conseguido abrir os olhos, tentei focar em manter a respiração para não morrer e acho que isso me ajudou a manter a calma, até que consegui mexer o dedão do pé e fui voltando ao normal. Depois disso fui escutar “Eu sei que eu vou te amar” do Tom Jobim.
  2. Alessca outubro 25 Essa semana tive contato por clarividência com uma entidade que poderíamos classificar como de ordem demoníaca. Era de quarta para quinta. Me deitei como sempre, apaguei a luz e não estava com nenhuma intenção de projeção, pois estava bem cansada por causa do horário de verão. Não sei que horas eram, pois perdi a noção, eu ainda estava no corpo, acho que havia se passado uma meia hora, creio. Senti uma energia de maldade emanando no ambiente do meu quarto, e aquilo estava tentando se acoplar, ou me atacar não sei ao certo, e ao mesmo tempo eu comecei a sentir um cheiro de coisa velha, mofada no ar. Meu períspirito leu a entidade e vi que era uma coisa antiga, enrugada, bem velha mesmo. Virei o corpo e consegui ver um vulto negro, mais negro que a noite, parado do meu lado a 50 cm. Encarei ele, para ver se via o rosto e percebi que ele tentava me causar o sentimento de medo, mas a única coisa que senti foi nojo e um certo combate de energias minhas de repulsão aquela energia perversa. Vi que ele estava todo coberto por um manto negro e não dava pra ver a forma do rosto, só deu para ver além do manto que era um velho muito enrugado. Quando ele percebeu que eu ia ver o rosto ele correu. É muito difícil explicar como esse fenômeno ocorre comigo, porque é tudo ao mesmo tempo, a leitura é total, mas eu não consigo definir em palavras. Liguei a luz e fiz o círculo de proteção, que eu não tinha feito devido ao cansaço. Mesmo assim eu acabei dormindo no meio do processo e a luz do abajur ficou acessa. Eu saio fácil do corpo agora, não uso mais técnicas então apago depressa. Um dia antes, minha mãe viu um vulto negro andando com os braços abertos em cima das costas do meu irmão. Ele é autista e estava extremamente irritado, ela não sabia o que fazer, pois os remédios não estavam funcionando. Ele se autoflagela dando tapas e socos em si mesmo. Minha mãe não tem clarividência, quase nunca vê e nesse dia ela viu e me contou. Fui atrás do meu irmão e confrontei a entidade mentalmente. Falei que o lugar dele não era ali e que deixasse meu irmão em paz. Entoei o Belilin e deu pra sentir como a "coisa" ficou irritada. E na outra noite eu o vi. No dia seguinte de manhã eu ouvi alguém mexer na porta do meu quarto, mas eu estava dormindo, e a porta começou a bater com o vento, eu levantei e fechei, mas a porta continuou a bater, então eu despertei e vi que quem tinha levantado era meu corpo astral na primeira vez, e isso acontece sempre. Na parte da tarde desse dia fui até o quarto do meu irmão buscar um livro, enquanto eu procurava ouvi ele dizer: eu mandei bater, bate! Meu irmão não fala só emite grunidos e sons sem sentido. Quando eu ouvi isso, percebi que não era ele e olhei na direção, meu irmão estava com o olhar injetado parecendo com raiva. E confrotei a entidade de novo. Essa entidade nao é o assediador que me acompanha é outra coisa que eu ainda não tinha visto. Percebi que ele se alimenta de medo, pois sua imagem realmente é chocante, imagino o que o manto negro deve cobrir. Não sei se porque me acostumei a ser tão atacada que a presença dele não me afetou em quase nada. Mas mesmo assim ver essa coisa não é uma sensação boa de jeito nenhum. Muitas pessoas tem contato com esse tipo de entidade que lembra uma sombra no mundo inteiro, pesquisando sobre eles descobri que existem milhares de avistamentos e que em inglês essas entidade malignas são chamadas de shadow people, "povo da sombras". http://www.shadowpeople.org/ http://www.assombrado.com.br/2014/06/o-povo-das-sombras-shadow-people-quem.html O Moisés Esagui fala da sua experiência com essas entidades maléficas: http://www.centrodeestudos.org/espiritos-demoniacos-existem/