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  1. Escrevi hipótese no título apenas para respeitar a variedade de concepções sobre o tema que podemos ter aqui no fórum, mas para mim, a questão de reencarnação/ressoma/vidas em série e grupocarma já é certeza, não tenho dúvidas quanto a esse mecanismo, apenas não tenho lucidez suficiente para compreende-lo completamente. Então, meu questionamento aqui é em relação ao funcionamento dessa engrenagem. No caso, estive pensando no por que de hoje, estar renascido aqui no Brasil, especificamente em minha cidade natal, pequena cidade do Paraná, com essa família e nesse momento. Afinal, quando começamos a estudar a pluralidade existencial, compreendemos que pouco tempo atrás estivemos na europa, na china, seja onde for. O Brasil é muito novo, e dado nosso nível, evolutivo (o meu, pelo menos, preciso ter a ambição e coragem de admitir) sei que sou uma consciência pelo menos mais velha que o descobrimento do Brasil, e dado a cultura e história indígena, sei que minhas origens conscienciais não vieram daí. Tenho algumas suposições de vidas mais marcantes: - Europa na época feudal; - Índia, em um período que não estudei ainda; -Japão, provavelmente feudal, antigo. -E alguma vida com um contexto mais xamânico, da floresta, mesmo. Comecei a pensar sobre esse mecânismo que envolve a região e a famíla ao mesmo tempo, por que entende-se que o grupo carma (o seu grupo evolutivo, que vai e vem em mandalas circulares de encarne e desencarne, num sistema cíclico de aprendizados e relacionamentos, agradáveis e desagradáveis, de gente já irmã, limpa, onde só existe ajuda e ainda gente que nos causa mal estar, problemas e angustias, porém são muito próximos a nós e que de alguma forma ainda estamos atados). Pensei então sobre o fato de meu sobrenome Nadolny e Blum trazerem rastros Italianos, poloneses e Alemão. Tenho uma forte ligação com a ideia alemã, e na época do porão consciencial, onde nossa adolescência traz a tona inúmeras sujeiras ainda não totalmente superadas, eu tinha uma fascinação descomunal com a ideia nazista, inclusive desenhava suásticas no meu braço. Isso com doze, treze anos, conhecendo claramente a ideia nazista, porém sem a maturidade racional para entender toda a atrocidade por trás. Pergunto-me, e pergunto a vocês, se mesmo os sobrenomes, são de alguma forma um conector provável para mantermos o fio da meada, onde a família teve vivencias na Europa, onde já vivi outros momentos com os mesmos, e nesse ciclo de indas e vindas, passaram-se algumas gerações (por exemplo, dos que estavam imigrando para cá), enquanto nessa rodada posso ter estado na França, ou Índia por exemplo, para depois, já com o sistema do grupocarma acentado aqui, voltei a nascer junto a parte dos familiares que estava com os débitos mais atrasados e num contexto onde pudesse então trabalhar melhor as pendências e utilizar também melhor minhas qualidades... É algo bem complicado de expressar, sinto que ficou um emaranhado. Mas quem sabe possamos trabalhar melhor essa ideia. O que pensam disso?