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  1. Estou às margens de um rio canalizado e ele é tão fundo que decido me deitar para olhar para baixo. Entre eu e a água deve ter pelo menos 15 metros. O lugar é desabitado e existem algumas árvores espalhadas, deixando alguns pontos de descampado apenas com capim e outros com pequenas aglomerações de árvores, talvez uma lembrança do que antigamente era uma mata fechada. Jogo um pouco de comida na água e vejo um pato e uma tartaruga, mas principalmente os peixes aproveitam para comer. Estou ali perdido em pensamentos e apenas observo o local todo. O isolamento e a natureza que aparentemente foi poluída e destruída e depois se restabeleceu parcialmente, com aquele canal de concreto cortando a região, confere ao local um aspecto um tanto misterioso de uma mistura de natureza maltratada com técnica decadente. Já está escurecendo quando escuto um som estranho. É algo diferente dos barulhos e dos cantos dos animais. Nesse momento eu sei que se trata de algo incomum, algo inusitado que está distante e se aproxima cada vez mais. Então estreito a minha visão ao longo do canal e vejo algo que vem se aproximando e se movendo por cima d’água. Antes que eu tivesse tempo de pensar o que poderia ser aquilo, a figura passa bem diante dos meus olhos numa velocidade incrível. Parece um ser humano, quer dizer, tem apenas a forma de um ser humano, mas tem pernas e braços anormalmente longos, que ele parece usar para bater sobre a água e assim correr sobre ela. E vem “dizendo” em alto e bom tom e ritmicamente, com a sua voz única: -Bilu bilu bilu bilu bilu bilu bilu bilu bilu bilu bilu bilu bilu... Em um primeiro momento, absorto na contemplação dessa imagem, não consigo pensar em nada muito diferente das nossas expressões brasileiras equivalentes ao universal “What the hell?????”, e apenas aproveito para fixar bem na minha memória o que certamente é um momento único na vida, uma imagem que só pode ser vista uma vez, e uma história que só poderá ser contada como piada ou ficção. Passado o choque é inevitável pensar “ahhh, ele existe, esse é o ET Bilu!”. E com um pouco mais de reflexão logo chego à conclusão de que esse deve se tratar de algum animal muito raro, ou no máximo, digamos, inter-dimensional, mas provavelmente, muito provavelmente... não é nada de outro planeta. Se alguém me pedisse para imaginar o ET Bilu de mil formas diferentes eu jamais o imaginaria dessa forma. Além do já descrito, ele possuía uma pele que me pareceu acinzentada e escura, e seu corpo magro e alongado parecia ter pelo menos 2 metros de altura. Porém, como todo “bom avistamento” (e talvez até para não romper com essa nossa antiga tradição), não pude ver mais detalhes, porque foi tão rápido... E se eu tivesse uma câmera ao meu alcance e tivesse tido tempo de pegar e começar a gravar quando o som se aproximava, ou se por coincidência eu já estivesse filmando tudo naquele momento, certamente não apareceria na filmagem nada mais do que um borrão, e talvez um chiado que eu juraria estar dizendo um claro “Bilu bilu bilu bilu...”, mas que só se pode ouvir “shhahshs shahhhh shaccchhh shahshshs”. E isso poderia ser facilmente explicado como um Martin pescador arrastando um peixão, ou algo assim. Obs. Este é o relato de um sonho.