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  1. Olá, pessoal! Segue o relato da minha primeira viagem do ano o/ Relato 2018 - 001 14/02/2018 Despertei numa espécie de universidade/hospital, andando pelos corredores, guiado por mentores invisíveis a mim. Era um lugar bem cuidado, limpo, apesar da aparente idade das instalações. Percebia-se o ambiente envelhecido, porém nada faltava (para o atendimento e estudo), e a boa intenção de todos lá dentro criava um clima confortável, me sentia em casa. Sai para rua, ouvindo os guias, e cheguei a uma estrada de barro. Haviam várias casas, uma ao lado da outra, todas com objetivo de tratar da saúde das pessoas. Havia um local de aconselhamento, onde ouvi pessoas lamentando perda de dinheiro, de bens, outros reclamavam o distanciamento dos entes queridos, e ouvindo pacientemente as reclamações estavam senhores e senhoras, com vestes simples. Um senhor vestia uma calça jeans, com cinto e uma camisa listrada. Uma senhora usava um vestido florido. Fiquei pensando com ar de riso: "cadê aquelas roupas brilhantes, brancas e compridas?" Continuei observando o lugar e vi uma casa que atendia pacientes com câncer, outra que tratava de dependência química, e então tive uma visão de cima (acho que passaram pra mim) e vi que todas aquelas casas, e o hospital de onde sai, faziam parte de um complexo, como um bairro inteiro dedicado a saúde em geral. Os mentores me disseram que aquela era uma unidade fundada para receber recém desencarnados, que permaneciam presos as necessidades terrenas. Em geral, eram boas pessoas, com um bom desenvolvimento moral, mas ignorantes da realidade espiritual. Segui andando até uma casa cor-de-rosa que recebia pessoas com câncer. Parei na porta admirado com a decoração. O mentor (agora via a imagem de um jovem adolescente na minha cabeça) me esclareceu que essa era a ala que tratava apenas de mulheres. Disse para eu entrar e prestar auxílio. Nesse momento a lucidez balançou um pouco porque fiquei meio nervoso, sem saber como agir. Senti a mão amiga no meu ombro, restaurando a lucidez perdida. Ele reforçou: "Vamos, vou estar junto. O tratamento aqui é diferente do que imagina, queremos apenas restabelecer o equilíbrio mental das pessoas. Você só precisa dar atenção e conversar, tentando levantar o astral." Uma pessoa se aproximou do portão e parece ter visto minha companhia, abriu-o com um sorriso e esperou eu entrar, sem nada dizer. Sentei de frente a uma senhora que aparentava 75-80 anos, muito simpática. Me apresentei e ela percebeu que eu estava em desdobramento. Quando se deu conta disso, passou a perguntar por seus filhos e netos. Disse que não os conhecia, mas traria informações numa outra oportunidade. Ela se conformou e passou a contar sobre eles. Falou bastante, outras moças chegaram para ouvir as histórias. Interessante é que quanto mais conversavamos, mais crescia em mim uma empatia por ela e pelas pessoas que mencionava, sentia conhecer a todos! O bate-papo seguiu animado, a senhora tinha um baita senso de humor, tanto que acabei voltando pro corpo, acordado por minha própria risada.