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  1. Parafraseando o querido Chicó: "não sei, só sei que foi assim". Obs 1: Já expulsei algumas entidades bem trevosas de casas, mansões etc... Mas essa é a primeira vez que vejo um espirito possuido por outro. Obs 2: Isso foi semana passada, mas eu não queria nem pensar na entidade em questão pra não me ligar na energia, então esperei um pouco pra memória ficar menos nítida antes de fazer o relato. Acordei em uma cama que não era a minha (acontece as vezes de sair do corpo em outro lugar), e havia um conhecido meu que tem uma energia incrível, uma pessoa iluminada, andando meio nervoso pela casa. Pegando objetos, e andando rápido. Em um determinado momento ele disse para outras pessoas na casa que precisava muito sair, e que não era para deixar "ela" sair de la de maneira nenhuma. Quando ele sai, eu vou pra rua e escuto umas gritarias dentro de casa. Havia uma menina jovem, com uns 19 anos, tentando sair pela porta da casa aos gritos. Nisso tinha umas 5 ou 6 mulheres tentando segurar ela la dentro. Eu ia me aproximar e uma mulher me impediu dizendo para tomar cuidado com o acoplamento aurico. Eu toda confiante disse "não se preoculpe, eu tenho corpo fechado" (kkk). A mulher acreditou e disse "a bom", me deixando passar... "só o que falta eu passar vergonha depois de ter sido toda confiante", pensei. Quando eu foquei a atenção na menina ela parou de gritar por um momento como se tivesse dado uma enfraquecida (alô mentores), aproveitei pra pular pra frente dela e segura-la energéticamente. Foi aí que começou.. A menina me olhou com uma cara de deboche e começou a jogar energia de volta, dando a impressão de que ela estava ficando maior e tentava fazer com que eu me curvasse perante ela. Eu por outro lado não queria ser humilhada depois de botar banca de corpo fechado, mas estava muito difícil segurar aquela entidade sozinha. La fui eu invocar todo mundo que eu conhecia, foi Jesus, Maria, Shiva.. E a menina ria, cada entidade que eu pensava era um deleite maior de deboche no rosto dela. Pensei "meu deus é o próprio Lúcifer essa criatura", minhas orações por mais bobas e infantis que fossem nunca me falharam.. Foi então senhores, que eu invoquei chefe, o Uno, aquele que se falhasse eu não tinha mais ninguém pra chamar.. Não foi Deus, aquele senhor barbudo, foi o Uno que eu vi em um Samadhi, imaginei aquela complexidade de formas geométricas responsiva a cada mínimo acontecimento do universo, e só então o sorriso no rosto dela sumiu. Uma onda energética varreu todo o cenário pra longe e eu me vi num local deserto, escuro, como se fosse no umbral, e só havia eu e a presença da entidade "maligna". Comecei com meus "pai nossos" e dalhe todas as orações prontas que eu conhecia, porém não era o suficiente. Então fui conversar com o Homi em linha direta: "Pai, eu sei que para essa entidade ter se acoplado, boa coisa aquele espírito não fez, e entendo que foi consequência do livre arbítrio, mas existem outras pessoas sofrendo por causa disso, pessoas que não têm culpa. Por isso peço intervenção.".. Foi só aí que parece que meus "Pais Nossos" e "Aves Marias" começaram a ter efeito. É como se as entidades superiores não tivessem permissão pra intervir até o momento, de tão feio que foi o ato do espirito que estava sofrendo a possessão. Meu corpo começou a vibrar, se encheu de energia e o ar da volta começou a melhorar. fiquei mais um tempo nas orações prontas depois disso e voltei pro corpo me sentindo muito bem. Foi certamente a assistência mais difícil que ja fiz até então. Me fez pensar nas leis do céu e ta terra onde NADA acontece sem a permissão do Uno e em como podemos intervir pelos outros, assim como os "espiritos superiores" fazem tantas vezes conosco, além da força que têm o livre arbitrio... Algo a se meditar sobre. Abraço a todos, vejo vocês no Astral!
  2. Estou criando um novo tópico para abordar esse assunto que considero realmente importante para todo espiritualista. Em um outro tópico a nossa amiga Cíntia postou as seguintes dúvidas: Foram postadas respostas no próprio tópico: Mas eu gostaria de expandir o tema aqui e por isso, vou repetir a minha resposta frisando pontos que considero chave: Entretanto, essa regra funciona tanto quando utilizada para o bem quanto para o mal (obviamente que neste segundo caso, isso há de ter consequências karmicas negativas). Certa vez, quando eu ainda frequentava o Candomblé, eu estava conversando com o exu do meu pai de santo (que estava incorporado) e mais um grupo de pessoas sobre alguns acontecimentos que tínhamos notícia e ele disse assim: Ao mencionar a palavra reza ele não estava se referindo simplesmente a repetir uma fórmula mas a saber aplicar a vontade e intenção de forma firme e inquebrantável à um conjunto de idéias encadeadas com o conteúdo emocional adequado de forma a criar uma repercussão energética capaz de reverberar em sintonia com o objeto alvo com a finalidade de atingir algum objetivo. Para concluir o raciocínio, vou colocar aqui um capítulo do livro "Projeções da Consciência" do Waldo Vieira que exemplifica o uso negativo dessa capacidade que todos possuímos mas é possível também encontrar em vários livros (notadamente os da literatura espírita como muitos do André Luiz) que possuem exemplos de usos positivos e mais éticos deste mesmo princípio: Fonte: "Projeções da Consciência - Diário de experiências fora do corpo físico" do Waldo Vieira, páginas 62 a 65