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  1. 10/01/2018 às 3am Guará, Brasília, Me vejo conversando com pessoas, em uma sala grande, não tinha móveis, haviam instrumentos musicais, e algumas pessoas se preparam para ensaiar. Eu me aproximo delas, eram duas mulheres, aguardo o solo de piano, e logo após cantamos juntos uma música que lembra muito o estilo da Enya, são instrumentais, ao final recebemos elogios de um homem, que gostou do ensaio, eu digo que era a primeira vez, mas que iriamos melhorar. Aqui na dimensão física eu sou músico, não vivo da música. Continuei caminhando, olhando as pessoas, e vi uma jovem ao longe que era minha conhecida, fui até ela, dei um abraço, e ela disse “desculpe, sei que deveria estar próximo a vocês durante o ensaio”, eu disse que não tinha problemas e então, eu estava em uma comunidade bem pobre, chão batido, não tinham ruas, muitas pessoas para todos os lados, andavam, conversavam entre si. Me vi próximo a um lamaçal, como se fosse um pântano, mas havia vários lugares de terra, e uma mulher com um vestido longo pelo corpo, ela é gordinha, cabelos negros na altura do ombro, branca, gordinha, foi se encaminhando para o pântano e disse “eu estou cansada de tudo isso, eu vou sair daqui, não suporto mais isso”, e foi se encaminhando para o pântano, entrando na água, eu falei “não vá, se você for, as pessoas que dependem e amam você, vão sentir a sua falta”, nesse momento ela afundou, praticamente foi engolida pelo pântano, e eu já corria em direção a ela, pulando entre as partes secas do pântano, e me ajoelhei em uma parte seca ao lado de onde ela tinha sido tragada ao pisar na lama, na água, e estiquei o braço, eu senti a água ao redor do meu braço, senti o cheiro da lama quando o rosto chegou perto da água, e tateava procurando alcançar e mulher, quando toquei os dedos dela, e pude sentir minha mão se aproximando e agarrei a mão dela, e ouvi telepaticamente ele falando, “obrigado por me salvar, este lugar é horrível, que bom que me alcançou, já havia me arrependido”, eu puxei ela para fora, olhei para ele, e só me lembro até aqui, sobre esta moça que fiz amparo. Me vi nos corredores da minha escola, onde estudei o ensino médio, era noite, muita gente andava pelos corredores, mas não eram alunos, eram pessoas de todas as idades, e olhei para o céu e percebi que naves espaciais voavam bem alto, eu somente via o contorno das naves, eram em formato circular, e somente via as luzes que contornavam as naves, eu perguntei para um rapaz que estava próximo, “está vendo as naves espaciais, os discos voadores? tem muitos hoje a noite no céu” o rapaz, não me respondeu, praticamente me ignorou. Continuei caminhando e estava refletindo sobre continuar com o trabalho que fazia ali, sobre ter um compromisso maior, e coloquei no dedo um anel muito bonito, grosso, todo trabalhado, com muitos detalhes, o anel ficou bem encaixado no dedo, no dedo onde colocamos aliança de casamento e notei que meu dedo antes do anel ser colocado, tinha a marca da aliança de casamento, detalhe que eu ja estou separado a mais de dois anos e não tenho essa marca mais. Continuei caminhando e muita gente ao redor, todos trabalhavam, caminhavam, e me encontrei com um rapaz, jovem, de menos de 30 anos, ele tinha um contrato na mão, e conversava comigo sobre continuar estudando, me preparando, e pegou aquele contrato, ou algo assim, e riscou, e falou “continue estudando e trabalhando, depois acertamos os detalhes”, e eu fui saindo da escola, pela frente, e logo próximo a saída, tinham homens recebendo encomendas, era paletes e como se fossem carrinhos de compras bem grandes, cheios de algum material, não percebi o que era, vi o rapaz, que falou do meu contrato, conversando e com outro rapaz, ele pegou o carrinho de compras que era bem grande nas costas e colocou próximo a outros e falou “você tem que ser bem rápido, para não atrasar os demais e não ter problemas”, e falou bem sério para o rapaz que ele orientava. Eu fui saindo da escola, estava fora alguns metros, e olhei para cima, e vi uma criatura que lembrava um orc, muito forte, grande, estava no telhado da escola, e ele olhava e esbravejava para o meu lado. Eu saquei uma arma, essa arma disparava algum tipo de raio, e comecei a atirar em direção a criatura, e todos os disparos a atingiam, e ela continuava esbravejando e em posição de ataque na minha direção. Eu falava mentalmente para os demais que estávamos sendo atacados, eu estava bem calmo, tranquilo, para mim era algo normal. Não me lembro do que vem depois com relação a esse ataque. Nessa mesma escola me lembro de estar entre outras mulheres, e uma dela me deu um bebé de meses de vida, eu diria 4 meses, e ele chorava muito, e lembro que ela deu remédios para o bebê, lembro de ver o comprimido, mas nada consolava o bebê. Eu o coloquei no colo, sentei no sofá e quase instantaneamente ele adormeceu, eu tinha uma manta escura que cobri o bebê, e ele adormeceu, os olhinhos fechados, podia ver a respiração dele, e uma mulher que estava ao meu lado me olhava admirada de ter feito o bebê dormir. Caminhei muito por essa comunidade, que com certeza não era uma comunidade de dimensão superior, devido os fatos que narrei, mas que são pessoas que precisavam de ajuda, e as lembranças desse amparo a algumas pessoas e situações me deram uma sensação de muita paz ao acordar e vontade de ser mais assistencial, não somente no plano astral, mas também aqui no plano físico, porque nós habitamos ambos os planos.