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  1. Acredito já ter postado alguns detalhes sobre este relato mas rememorei mais fragmentos e consegui montar uma possível experiência de projeção + treinamento de amparo. Tempos atrás, acredito que por volta de fevereiro, fiz algumas técnicas de relaxamento e limpeza energética pouco antes de dormir. Acordei por volta do 'horário nobre' (3:00) e iniciei uma sequencia de OLVE para tentar chegar no EV. Na época eu ainda cometia o erro de, sem querer, movimentar os olhos acompanhando a energia no corpo. Mesmo assim, devo ter conseguido algum grau de sucesso pois me vi fora do corpo numa sala diferente da minha. Era uma sala vazia de um apartamento de alguém que não conheço. Fiquei ali testando minha lucidez e fiz testes visualizando minhas mãos. Os dedos começaram a "derreter" e preferi andar pelo apartamento. Cheguei até o quarto e vi uma moça dormindo. Ela levou um susto com a minha presença e percebi como funcionam os sentidos no astral. Senti uma atração enorme pela moça mas despertei um senso de ética e respeitei. Falei para ela que aquilo era um "sonho" e que podia voltar a dormir sem medo. Ela apagou. Saí dali pela janela e parei numa avenida cheia de gente. Muita gente. Um ambiente muito claro, calmo e feliz. Era como se tivesse lojas e mercadinhos, etc. Uma senhora simpática pediu licença para passar, duas moças andavam juntas rindo e vi vendedores de comida numas espécies de lanchonetes. Lembrando que estava no astral e que não podia perder tempo, olhei para o outro lado da rua e num estalo estava lá. Achei incrível. Notei que tinha um senhor ao meu lado que parecia me conhecer bastante. Tinha muita paciência! Perguntei para ele se aquele recurso de movimentação funcionaria na vertical e ele disse: "Tente.". Visualizei o céu estrelado e "pá" estava lá girando descontrolado, no meio do nada, vendo milhares de estrelas e sentindo um cheiro forte de ferro enferrujado. Senti medo/vazio e algo (ou alguém) me trouxe de volta. Aquele senhor estava ali novamente. Corte na rememoração. Estou andando numa espécie de veículo/ônibus/trem acompanhado pelo senhor e ele me explica várias coisas. Parece que estamos viajando para longe. As vezes fico meio enjoado mas passa com respirações fortes. Vejo pessoas, associo a conhecidos mas sinto que é alguma falha de rememoração. Corte na rememoração. Estou caminhando com o senhor ao meu lado e tem mais um casal de jovens. Sinto que estou num lugar estranho e meio quente. Está escuro como um anoitecer. Parece uma cidade litorânea da América Central. Vejo muita pobreza, muita gente junto mas não com o aspecto de felicidade. Não chegam a ser ruins e alguns são simpáticos e pedem licença para passar e etc. Vejo muitas barracas de comida com "vendedores" usando jalecos brancos e, em especial, depois de entrar num estádio abandonado, vejo uma verdadeira operação de entrega de alimentos. Parecia "Médicos Sem Fronteiras". Perguntei para o senhor que lugar era aquele e ele disse ser o Panamá no físico. Comentei que achei impressionante o local, a situação e a operação que acontecia ali. Ele comentou que existem vários locais como aquele e que esse nem estava perto de ser um dos piores. Comentou como eu deveria parar de reclamar do local onde encarnei. Caminhamos mais um pouco e fui levado para um dos postos de fornecimento de alimentos. Vi uma espécie de garçom, com chapeuzinho branco e tudo, que logo trouxe dois pratos: um com 2 pedaços de "carne" e outro com salada. O aspecto dos alimentos era horrível. Aquilo fez eu perder a sintonia e, antes de chegar ao corpo físico, senti como se estivesse numa espécie de bonde de vidro que me trouxe até a esquina da minha casa. Dali voltei andando até o meu quarto e acordei. • Seria esse senhor um Mentor? • Esse local escuro seria a Baratrosfera? Paz e saúde a todos!
  2. Confesso que seu eu lesse este relato escrito por outra pessoa não acreditaria tão facilmente. É até difícil de montar a cronologia dos fatos para formar um relato. Mas vamos lá: Ontem tive um dia leve e tive tempo para respirar bem, manter minha sintonia elevada e fui dormir bem. Mesmo sem ter grandes intenções de projeções, ao acordar no 'horário nobre' das 3h, fiz exercícios de respiração, movimentação de energias mas só mantive minha mente imaginando possibilidades. Não estava querendo sair do corpo ali e fazer o de sempre. Virei de lado e tentei manter minha consciência ligada. Dormi. Quando me dei conta (ganhei lucidez) estava sentado num dispositivo com uma tela curva a minha frente. Era como se eu tivesse um cargo ali. Olhei para os meus braços eu estava magrinho e usando um uniforme branco, prata, grafite e detalhes em azul. Não estava conseguindo montar a situação e minha lucidez variava. Notei um burburinho e vi que estava num ambiente grande com várias pessoas nesses dispositivos. Achei na hora que algo tinha dado errado e que não era para eu ter lucidez desse tipo e nesse momento (parecia algo que não é normalmente relatado). Não sabia o que fazer e sempre sentia uma mão no meu ombro esquerdo mas, ao me virar, não via ninguém. Comecei a prestar atenção na minha tela e era uma tecnologia MUITO legal. Notei que devíamos estar num aparelho em órbita baixa e que aquela tela me mostrava uma area para ser monitorada. Aqui é que fica difícil de explicar. Imagine um Google Earth ultra detalhado que mostra detalhes e informações sobre qualquer ponto que você deseje só que exibindo planos sobrepostos de consciência. Eu (não sei como) sabia operar aquilo tudo e entendia o que estava acontecendo. Eu vi o nosso plano "físico" com suas cidades e estruturas e tal mas coexistindo com outras camadas. Era meio transparente mas não tenho como explicar. Acho que a nossa mente de carne não tem esse nível sensorial. O que me surpreendeu é que abaixo do nosso plano existe outro mais denso. Pensei: "Nossa! Para eles, nós do físico somos de um plano superior e mais sutil!". Na verdade, eu percebia visualmente um plano denso bem físico abaixo, depois uma espécie de "oceano" azulado formando uma camada um pouco mais sutil acima que é o nosso plano "físico", uma outra camada formando um "oceano" mais sutil ainda com algumas estruturas tecnológicas flutuando (Astral) e tudo ao mesmo tempo. Assustador e incrível de se ver. Minha parte animalesca deve ter ganhado força e pensei em ver como estava a minha região. Operei o aparelho e vi Buenos Aires, Montevideo, Pelotas, Rio Grande, Porto Alegre, Floripa e achei Curitiba. Ao visualizar essas cidades, notei que dava para ter informações detalhadas e via pequenos pontinhos vermelhos e outros azuis, só que esses emitiam um pequeno feixe luminoso na vertical. Pensei na hora: "Esses azuis são consciências expandidas". Não consigo me lembrar das vermelhas. Acho que o pessoal dessa mega operação monitora e percebe assim onde estão as consciências com sintonia para interação. Pensei em me aprofundar sobre a minha cidade mas aquela mão no meu ombro me deu uma bronca dizendo algo do tipo: "Esqueça você. Pense nos outros.". Depois da bronca, visualizei no aparelho uma outra região. Era muito pobre, cheia de problemas, sem estrutura mas com muito mais pontinhos azuis do que vermelhos! Dei "zoom" numa grande massa urbana e percebi regiões com favelas enormes e sem urbanização. Praticamente uma massa de casas sem formação de ruas. Localizei um pontinho azul em específico e minha função agora era de resgatar essa consciência! Wow! Ativei um dispositivo que disparava um "orb" avermelhado, que funcionava como um drone com uma conexão direta com a minha consciência. Esse orb misturado com a minha consciência (ele servia como meus olhos, ouvidos e etc.) desceu e foi tentando chegar perto da tal consciência. Passava por ruas, rodovias vazias e, ao localizar, passou a me transmitir pensamentos perdidos e com sofrimento. Via imagens da infância de uma criança vendo gente rica brincando em piscinas enquanto passava dificuldade, cenas de casas e pessoas que me fizeram pensar numa cidade oriental em específico. As imagens continuaram a aparecer e percebi que era a vida de um menino. Ele me contava que tinha visto, sem querer, seus pais transando e que foi tocado de casa. Passou fome e muita dificuldade até que chegou ao ponto de pensar em roubar. Sentia o menino ali do meu lado e perguntei como que ele tinha ido para ali ao meu lado. Ele riu junto com algumas outras "pessoas" e mais uma imagem me veio: era ele escondido dentro de uma loja, de olho numa mãe com sua filha comprando o que parecia ser jóias. Quando a mãe foi mostrar para a filha, ele passou correndo e pegou tudo. Saiu rápido e muito desesperado não conseguia abrir a porta da loja. Ficou se debatendo enquanto gritavam em alguma lingua algo do tipo "Pega! Pega! Pega!". O menino finalmente conseguiu a abrir a porta e saiu em disparada. Só ouvi um barulho de forte pancada e vi que um ônibus o havia atropelado. Já estava perdendo a lucidez mas lembro de ainda tentar informar que sabia qual era a cidade. Falei "Mumbai" e o menino brincava com a minha pronúncia errada. Dizia: "Múmbae". Aquela mão sempre presente no meu ombro deu uns tapinhas nas minhas costas como que congratulando e acordei. Acho que foi uma rememoração pois não me sinto nesse nível de consciência para tal.