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  1. 14042019 ás 20pm Resolvi exteriorizar energias, devido o horário da agonia humana, então me sentei no sofá, relaxei, encostei a cabeça, e dei passividade, aguardando o contato com o amparador. Depois de bem relaxado, vi uma mulher por clarividência, uma chinesa, cabelo curto, em minha frente em pé, parecia estar com a mão apontada para mim, para minha cabeça. Eu a vi por dois momentos, creio ser a amparadora que vejo de vez em quando. Em outro momento me vi saindo, e conversando com alguém, e vi uma espécie de avião, ou outro aparelho para locomoção. Acho que vi somente o motor, estava elevado do chão, não vi asas, mas lembrava um monomotor, sei lá.
  2. 03/12/2018, 5:30am Guara/Brasilia, me vi em uma casa, estava muito lucido, pude ver bem a casa, a rua, as outras casas, era um sobrado, tinha uma área aberta, como se fosse uma varanda ao redor de todo o primeiro andar, onde eu estava, era um setor habitacional muito bonito, muitas casas ao redor. Ouvi um som abafado, como se fosse o tiro de um canhão a distância, e ao olhar, vi vários objetos voando e fazendo manobras no ar, e começaram a pairar no ar, um desses objetos parou no canto direito da casa, outro no meio da casa, outro no canto esquerdo da casa, e quando outro ia se alinhar onde eu estava, eu usei algo em minha mão, uma faca, não sei, e quebrei o objeto. Esse objeto que se deslocava no ar, sem barulho, sem som, me lembrou uma válvula, das antigas, mas era grande, tinha um metro de tamanho, por uns 30cm de largura. Fiquei pensando ao acordar, o porque desses objetos estarem se posicionando ao meu redor, e cheguei a pensar que queriam me capturar, me cercar, mas pensando melhor e por intuição cheguei a conclusão que estavam se posicionando ao redor daquela casa, naquele bairro, e eu quebrando um dos objetos talvez tenha impedido a cerca, ou seja qual for o intento. Eu acordei logo após o ocorrido. Não sei de quem era a casa, não sei o porque que ajudei e fui levado ali, mas sei que tenho buscado a sintonia com boas energias, um bom holopensene, e sempre estarei a disposição para fazer o bem, o amparo.
  3. Tive momentos de falta de lucidez nessa projeção, mas a história tem um desenrolar, um contexto. Me vejo fora do corpo, e estou juntamente com meu irmão manipulando uma máquina que lembra misseis, quando vemos em cenas de filmes, era prateada bem grande, a visão do artefato tecnológico estava bem nítido para mim, e meu irmão manipulava o equipamento e eu observava ao lado, cheia de botões, luzes, led, e ele abriu o artefato com extrema facilidade com ambas as mãos e ia falando o que tinha para ser feito, abriu duas câmaras, mexeu, digitou em um teclado, fechou ambas as camaras, e não funcionou, abriu novamente e continuou trabalhando no artefato. Enquanto ele trabalhava olhei para baixo e vi uma via, a BR 070, que é bem utilizada por nós, e meu campo de visão era de alguém que estava bem acima, com uma visão do alto, uns 30 metros, e comentei "cara, o viaduto esta chegando, temos que voltar para o carro", meu irmão respondeu, "calma ainda tem tempo, voltaremos a tempo de continuar a viagem", e continuou mexendo no artefato que citei acima. Novamente falei para ele depois de alguns instantes, "cara o viaduto chegou, melhor voltar para o carro", ele olhou para o carro e sumiu, não o vi mais ao meu lado, e também não vi mais o artefato. Nesse ponto da projeção, me vi acima do viaduto, uns 30 metros acima, e vi quando nosso carro passou por baixo do viaduto, e vi que outros dois carros, que eram bem estranhos, passaram também, e houve uma derrapagem, desses outros dois carros. Perda de lucidez e se rememoração. Me vejo nervoso, perguntando por minha filha, a mais jovem, ninguém sabia dela, começo a associar que ela estava no carro estranho que vi derrapando abaixo do viaduto, e recebo uma mensagem em um aparelho, que não era um celular, não era nada que eu conheça, eu olhava para a tela, e não conseguia entender como aquele aparelho funcionava, minha outra filha estava ao lado, deu uma risada, acho que debochando porque eu não sabia mexer com o aparelho. Eu estava bem nervoso. Perda de lucidez e se rememoração. Me vi andando ao lado de piscinas cobertas, onde pais e filhos brincavam, os pais jogavam os macarrões dentro das piscinas e puxava os filhos que sorriam e se divertiam muito, eu somente me preocupava com minha filha, eu estava procurando ela, e continuei andando ao lado dessas piscinas cobertas. Depois que essas coberturas acabaram, entrei dentro de um prédio baixo, que tinha muitas salas, e nessas salas não haviam portas, no lugar das portas existiam cobertores ou lençóis para dar alguma privacidade para quem estava dentro, e eu chamava pelo nome de minha filha, e não ouvia resposta alguma, e ás vezes me sentia sendo observado, e alguns rostos sumiam de traz dos lenções que estavam na portas. Me senti um pouco oprimido e vi uma porta, onde via a luz do sol, sai, dei a volta no prédio, e me vi novamente perto dos pais que se divertiam com as filhos, estavam sentados debaixo de árvores, e muitos ainda nas piscinas. Olhei e vi uma menina, saindo do prédio onde estive, e ela veio chorando, as lagrimas escorriam por seu rosto, ela veio e se sentou perto da sua mãe, ao que me pareceu. Ela não disse nada, ficou quietinha. Lembro da roupa, do andar , da cabeça baixa, e da dor, e me foi intuído telepaticamente, que ela havia sido abusada no ambiente onde estive procurando minha filha, e não encontrei. Fim da projeção Coloquei no título bilocação, porque eu sabia que estava dentro do carro com meu irmão, o carro estava sendo dirigido por ele, e no mesmo instante estávamos trabalhando nesse artefato, meu irmão estava operando e alterando a configuração, mas eu também sabia como funcionava e como fazer essas alterações, estávamos a uns 30 metros de altura e víamos o nosso carro na BR.
  4. Confesso que seu eu lesse este relato escrito por outra pessoa não acreditaria tão facilmente. É até difícil de montar a cronologia dos fatos para formar um relato. Mas vamos lá: Ontem tive um dia leve e tive tempo para respirar bem, manter minha sintonia elevada e fui dormir bem. Mesmo sem ter grandes intenções de projeções, ao acordar no 'horário nobre' das 3h, fiz exercícios de respiração, movimentação de energias mas só mantive minha mente imaginando possibilidades. Não estava querendo sair do corpo ali e fazer o de sempre. Virei de lado e tentei manter minha consciência ligada. Dormi. Quando me dei conta (ganhei lucidez) estava sentado num dispositivo com uma tela curva a minha frente. Era como se eu tivesse um cargo ali. Olhei para os meus braços eu estava magrinho e usando um uniforme branco, prata, grafite e detalhes em azul. Não estava conseguindo montar a situação e minha lucidez variava. Notei um burburinho e vi que estava num ambiente grande com várias pessoas nesses dispositivos. Achei na hora que algo tinha dado errado e que não era para eu ter lucidez desse tipo e nesse momento (parecia algo que não é normalmente relatado). Não sabia o que fazer e sempre sentia uma mão no meu ombro esquerdo mas, ao me virar, não via ninguém. Comecei a prestar atenção na minha tela e era uma tecnologia MUITO legal. Notei que devíamos estar num aparelho em órbita baixa e que aquela tela me mostrava uma area para ser monitorada. Aqui é que fica difícil de explicar. Imagine um Google Earth ultra detalhado que mostra detalhes e informações sobre qualquer ponto que você deseje só que exibindo planos sobrepostos de consciência. Eu (não sei como) sabia operar aquilo tudo e entendia o que estava acontecendo. Eu vi o nosso plano "físico" com suas cidades e estruturas e tal mas coexistindo com outras camadas. Era meio transparente mas não tenho como explicar. Acho que a nossa mente de carne não tem esse nível sensorial. O que me surpreendeu é que abaixo do nosso plano existe outro mais denso. Pensei: "Nossa! Para eles, nós do físico somos de um plano superior e mais sutil!". Na verdade, eu percebia visualmente um plano denso bem físico abaixo, depois uma espécie de "oceano" azulado formando uma camada um pouco mais sutil acima que é o nosso plano "físico", uma outra camada formando um "oceano" mais sutil ainda com algumas estruturas tecnológicas flutuando (Astral) e tudo ao mesmo tempo. Assustador e incrível de se ver. Minha parte animalesca deve ter ganhado força e pensei em ver como estava a minha região. Operei o aparelho e vi Buenos Aires, Montevideo, Pelotas, Rio Grande, Porto Alegre, Floripa e achei Curitiba. Ao visualizar essas cidades, notei que dava para ter informações detalhadas e via pequenos pontinhos vermelhos e outros azuis, só que esses emitiam um pequeno feixe luminoso na vertical. Pensei na hora: "Esses azuis são consciências expandidas". Não consigo me lembrar das vermelhas. Acho que o pessoal dessa mega operação monitora e percebe assim onde estão as consciências com sintonia para interação. Pensei em me aprofundar sobre a minha cidade mas aquela mão no meu ombro me deu uma bronca dizendo algo do tipo: "Esqueça você. Pense nos outros.". Depois da bronca, visualizei no aparelho uma outra região. Era muito pobre, cheia de problemas, sem estrutura mas com muito mais pontinhos azuis do que vermelhos! Dei "zoom" numa grande massa urbana e percebi regiões com favelas enormes e sem urbanização. Praticamente uma massa de casas sem formação de ruas. Localizei um pontinho azul em específico e minha função agora era de resgatar essa consciência! Wow! Ativei um dispositivo que disparava um "orb" avermelhado, que funcionava como um drone com uma conexão direta com a minha consciência. Esse orb misturado com a minha consciência (ele servia como meus olhos, ouvidos e etc.) desceu e foi tentando chegar perto da tal consciência. Passava por ruas, rodovias vazias e, ao localizar, passou a me transmitir pensamentos perdidos e com sofrimento. Via imagens da infância de uma criança vendo gente rica brincando em piscinas enquanto passava dificuldade, cenas de casas e pessoas que me fizeram pensar numa cidade oriental em específico. As imagens continuaram a aparecer e percebi que era a vida de um menino. Ele me contava que tinha visto, sem querer, seus pais transando e que foi tocado de casa. Passou fome e muita dificuldade até que chegou ao ponto de pensar em roubar. Sentia o menino ali do meu lado e perguntei como que ele tinha ido para ali ao meu lado. Ele riu junto com algumas outras "pessoas" e mais uma imagem me veio: era ele escondido dentro de uma loja, de olho numa mãe com sua filha comprando o que parecia ser jóias. Quando a mãe foi mostrar para a filha, ele passou correndo e pegou tudo. Saiu rápido e muito desesperado não conseguia abrir a porta da loja. Ficou se debatendo enquanto gritavam em alguma lingua algo do tipo "Pega! Pega! Pega!". O menino finalmente conseguiu a abrir a porta e saiu em disparada. Só ouvi um barulho de forte pancada e vi que um ônibus o havia atropelado. Já estava perdendo a lucidez mas lembro de ainda tentar informar que sabia qual era a cidade. Falei "Mumbai" e o menino brincava com a minha pronúncia errada. Dizia: "Múmbae". Aquela mão sempre presente no meu ombro deu uns tapinhas nas minhas costas como que congratulando e acordei. Acho que foi uma rememoração pois não me sinto nesse nível de consciência para tal.