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  1. Tenho notado que se você manter sua mente com foco constante na abertura consciencial, não perder muito o equilíbrio durante o dia, dormir bem e acordar entre 3 e 6 horas da madrugada, não é muito difícil conseguir se projetar com alguma lucidez. Claro que é preciso fazer um pouco de OLVE e depois virar de lado (para projeções bem lúcidas e com forte rememoração é necessário mais empenho e estudo). Ando saindo numa faixa mais ou menos densa e conseguido me manter por lá por um bom tempo. Converso muito, testo algumas coisas mas sempre termino com alguns "amigões" se aproximando, baixando minha lucidez e devo ser sugado. Noto que nem todos que habitam essas faixas são pessoas ruins e que precisamos apenas ficar atentos a alguns artifícios que os tais "amigões" ou mulheres "sensuais" usam para nos tirar a lucidez. Comigo costumam usar meu carro, smartphone ou uma conversa com uma turma "legal" para me enganarem. Para visitas a faixas mais "elevadas", ainda preciso de ajuda de Mentores e de uma preparação mais efetiva. Paz e luz a todos.
  2. A peça no ciclo da vida, das vidas. A muito tempo, muito mais tempo do que possamos lembrar, e em lugares e galáxias, planetas dos quais a muito não lembramos, vivemos em uma grande peça de teatro, em que interpretamos com nossas vidas, vários papéis. Sendo que os primeiros papéis geralmente são os vilões, assassinos, e personagens deploráveis, mas necessários ao desenvolvimento da peça. Ao longo do tempo, vamos ganhando papéis diferentes, de mocinhas, rapazes de boa índole, bom coração e por vezes interpretamos o mesmo papel, com pequenas variações por longo tempo. Não tenhamos dúvidas quanto a isso, iremos interpretar todos os papéis possíveis e inimagináveis. Como em uma tragédia grega, em algumas peças de nossas vidas, existe muita dor, tristeza e desespero, a traição e falta de amor é o sentimento interpretado por nós em muitas centenas de anos. Ás vezes ficamos na coxia e bastidores por mais tempo ainda, e mesmo nos bastidores interpretamos papéis, alguns de nós em belas cidades, e outros muitos outros na erraticidade e nos umbrais, mesmo assim vivemos esses papéis como nossas vidas. Mas logo chega o tempo de voltar para a peça de nossas vidas. Mas porque não lembramos dos papéis que interpretamos? Ou no máximo lembramos tão pouco? Será que poderíamos viver com essas lembranças? Um dia sim, mas enquanto interpretarmos papéis, não lembraremos. Geralmente seguimos com os mesmos atores e atrizes ao longo do tempo, das eras, e dos universos, para juntos melhorarmos o desempenho e a atuação da peça, mas ás vezes somos separados no tempo e no espaço, e por outras galáxias. Um dia, e após centenas ou até milhares de papéis, não seremos mais atores, não interpretaremos mais nessa grande peça, seremos então diretores, auxiliares, professores, guardas, e todos as demais funções necessárias para que a peça continue e prossiga por eras, porque não começamos nessa companhia de teatro como porteiros, costureiras, começamos como os atores, e cada um é o ator principal da história da sua vida. No final, e a um final na peça de cada um, na história de cada um, nesse final todos e sem exceção seremos premiados e seremos um. a vida segue como arte, ou a arte é a própria vida? Autor: atualmente interpreto o Carlos Meneses.
  3. Queridos, essa noite tive uma experiência muito estranha que me fez acordar cheio de medo e com a energia baixa. Nada que eu vou permitir que afete meu dia, mas é uma coisa que eu não quero que se repita, portanto, o motivo deste relato. Gostaria de dizer antes que minhas experiências com viagens astrais são puramente intuitivas, eu nunca exercitei a viagem astral, e elas sempre acontecem em datas chave da minha vida, cumprindo algum propósito, ou não, na verdade não sei rs. Enfim essa noite eu fui para o que reconheci como sendo o umbral. Estando lá, boa parte da experiência eu não sabia que estava no astral, eu me sentia drogado e me vi em uma festa mas via tudo muito "alucinógeno" e as pessoas faziam sexo muito "umbralino" (por falta de outra expressão) via todo tipo de ser se alimentando daquela energia. Mas eu estava semi-consciente, me sentindo drogado. Gostaria de dizer que eu não uso drogas, nem bebo, nem fumo e nem faço sexo na vida "real" e que o contato com essa energia foi bem chocante pra mim... teria a ver com o carnaval? Enfim, eu tive um lapso de consciência e saí de onde estava, e me vi perambulando pelas ruelas do umbral, em estado ainda meio alucinando, minha visão oscilava entre o umbral e uma cidade viva e cheia de luzes, mas não viva como os reinos da luz, viva como um centro urbano a noite e suas luzes de semáforos, outdoors etc. Mas a medida que ia passando o efeito da "droga" eu enxergava mais as coisas como elas eram, tudo preto, esfumaçado, sujo, parecia uma favela mas com as construções todas pretas. Enfim... Desci o "morro" e quando cheguei no pé da "favela" resolvi pedir carona, veio chegando um carro aparentemente normal perto de mim, mas ele se transformou em um carro todo preto, com uma névoa preta ao redor, tipo uma carruagem negra, com uma energia pesada. Resolvi desviar do caminho e foi quando senti uma mão no meu ombro direito, olhei para trás e escutei um grito, como se fosse de dragão, um grito carregado de medo, dor, sentimentos ruins... e bem similar aos gritos de dragões/dinossauros que a gente conhece da TV e dos videogames. Vi a imagem da cara de um dragão negro enquanto acordava pedindo socorro ao Pai... Acordei apavorado, rezei muito, rezei para São Miguel. Eu já tinha ouvido falar dos dragões dos reinos inferiores, mas eu nunca imaginei que eu fosse encontrar com um. Gente, eu faço tudo direitinho, não quero passar por isso denovo, e se passar, quero saber sentir a luz, o amor, e me proteger nessas situações... Então é isso o que vocês tem a me dizer? Abraços fiquem com Deus
  4. Tive momentos de falta de lucidez nessa projeção, mas a história tem um desenrolar, um contexto. Me vejo fora do corpo, e estou juntamente com meu irmão manipulando uma máquina que lembra misseis, quando vemos em cenas de filmes, era prateada bem grande, a visão do artefato tecnológico estava bem nítido para mim, e meu irmão manipulava o equipamento e eu observava ao lado, cheia de botões, luzes, led, e ele abriu o artefato com extrema facilidade com ambas as mãos e ia falando o que tinha para ser feito, abriu duas câmaras, mexeu, digitou em um teclado, fechou ambas as camaras, e não funcionou, abriu novamente e continuou trabalhando no artefato. Enquanto ele trabalhava olhei para baixo e vi uma via, a BR 070, que é bem utilizada por nós, e meu campo de visão era de alguém que estava bem acima, com uma visão do alto, uns 30 metros, e comentei "cara, o viaduto esta chegando, temos que voltar para o carro", meu irmão respondeu, "calma ainda tem tempo, voltaremos a tempo de continuar a viagem", e continuou mexendo no artefato que citei acima. Novamente falei para ele depois de alguns instantes, "cara o viaduto chegou, melhor voltar para o carro", ele olhou para o carro e sumiu, não o vi mais ao meu lado, e também não vi mais o artefato. Nesse ponto da projeção, me vi acima do viaduto, uns 30 metros acima, e vi quando nosso carro passou por baixo do viaduto, e vi que outros dois carros, que eram bem estranhos, passaram também, e houve uma derrapagem, desses outros dois carros. Perda de lucidez e se rememoração. Me vejo nervoso, perguntando por minha filha, a mais jovem, ninguém sabia dela, começo a associar que ela estava no carro estranho que vi derrapando abaixo do viaduto, e recebo uma mensagem em um aparelho, que não era um celular, não era nada que eu conheça, eu olhava para a tela, e não conseguia entender como aquele aparelho funcionava, minha outra filha estava ao lado, deu uma risada, acho que debochando porque eu não sabia mexer com o aparelho. Eu estava bem nervoso. Perda de lucidez e se rememoração. Me vi andando ao lado de piscinas cobertas, onde pais e filhos brincavam, os pais jogavam os macarrões dentro das piscinas e puxava os filhos que sorriam e se divertiam muito, eu somente me preocupava com minha filha, eu estava procurando ela, e continuei andando ao lado dessas piscinas cobertas. Depois que essas coberturas acabaram, entrei dentro de um prédio baixo, que tinha muitas salas, e nessas salas não haviam portas, no lugar das portas existiam cobertores ou lençóis para dar alguma privacidade para quem estava dentro, e eu chamava pelo nome de minha filha, e não ouvia resposta alguma, e ás vezes me sentia sendo observado, e alguns rostos sumiam de traz dos lenções que estavam na portas. Me senti um pouco oprimido e vi uma porta, onde via a luz do sol, sai, dei a volta no prédio, e me vi novamente perto dos pais que se divertiam com as filhos, estavam sentados debaixo de árvores, e muitos ainda nas piscinas. Olhei e vi uma menina, saindo do prédio onde estive, e ela veio chorando, as lagrimas escorriam por seu rosto, ela veio e se sentou perto da sua mãe, ao que me pareceu. Ela não disse nada, ficou quietinha. Lembro da roupa, do andar , da cabeça baixa, e da dor, e me foi intuído telepaticamente, que ela havia sido abusada no ambiente onde estive procurando minha filha, e não encontrei. Fim da projeção Coloquei no título bilocação, porque eu sabia que estava dentro do carro com meu irmão, o carro estava sendo dirigido por ele, e no mesmo instante estávamos trabalhando nesse artefato, meu irmão estava operando e alterando a configuração, mas eu também sabia como funcionava e como fazer essas alterações, estávamos a uns 30 metros de altura e víamos o nosso carro na BR.
  5. Gostaria de saber a opinião de vocês sobre o que aconteceu nessa projeção. Há uns dias atrás eu estava lendo um livro de Ficção, A Batalha do Apocalipse, fala sobre o apocalipse descrito pela Bíblia, porém é bem interessante porque no livro todas as religiões coexistiram antes da criação do Universo, e tem uma Teoria bem interessante, que te faz ficar curioso sobre o que aconteceu antes de tudo, mas foco no sonho. Depois de terminar o livro, eu comecei a pesquisar sobre Anjos e Demônios, a história deles e tudo mais, foi quando eu tive essa projeção. Nessa projeção, eu me via subindo as escadas de uma biblioteca, localizada num lugar escuro, estava de noite, clima um tanto pesado, a edificação parecia com aquelas construções da Antiga Grécia, com colunas enormes de sustentação na entrada. Assim que eu entrava, eu via um salão enorme com uma entidade que me parecia a personificação da Morte, Capuz, não consegui enxergar o rosto dele, as mãos magras, com a pele colada nos ossos, ele parecia ser o guardião daquela Biblioteca. Eu fui até ele, e eu não sentia medo, parecia na verdade que éramos amigos, que eu já o conhecia há bastante tempo, ele me fez uma saudação e perguntou em que ele podia me ajudar, então perguntei a ele se ele podia me mostrar ou me falar sobre a antiga história entre anjos e demônios, ele simplesmente me pediu pra segui-lo que ele ia me mostrar. Então eu o segui, descemos uns 4 lances de escadas até chegar numa sala quadrada, com estantes de mais ou menos uns 4 metros de altura repleto de livros, ali ele me explicou que aqueles livros eram todas as histórias (não lembro de que, essa parte está em branco, sobre o que eram as histórias) e então ele começou a me explicar tudo, porém eu não lembro da conversa, de absolutamente nada, só me lembro de ir até um livro bem chamativo, completamente branco, enquanto a entidade me explicava, eu pegava o livro, na capa era Branca, o Título era "História (num sei o que) dos Demônios", eu abria o livro e folheava, o livro tinha umas letras miúdas, com figuras por trás das letras, mas 2 coisas me chamaram atenção no livro, uma foi o rosto de um homem, cabelos longos, rosto fino, olhos sem pupila e completamente negros, outra foi um demônios que estava numa parte do livro, e eu falava com a Entidade que eu já havia visto ele em algum lugar, que eu o reconhecia, eu o perguntei se esses livros nós poderíamos levá-lo dali pra estudar e depois devolver, ou se só poderíamos estudar enquanto estivéssemos ali, ele me respondeu que só poderia estudar enquanto estivéssemos ali, foi quando eu comecei a me sentir mal, me arrepiar e tal, eu falei o que estava sentindo, e ele falou que então era pra sairmos dali, subimos as escadas e eu simplesmente acordei. Gostaria saber da opinião de vocês. O que acham?
  6. Bom dia irmãos, hoje acredito que enfim consegui fazer um projeção lúcida. Durante o dia meditei, como moro na praia fiquei uns 20 minutos só fim do dia sentindo as energias e exteriorizando é conversando com meu mentor. Pedido se eu estivesse preparada pra me ajudar a noite. Pois bem, ao deitar fiz a técnica 3 do Saulo e pra variar dormi antes de acabar. Levantei era umas 1 e meia da manhã e pensei em projeção. Enfim quando dei por mim fiz uma projeção clássica, foi como dar um pulo pra frente. Olhei pra trás e vi a sombra do meu corpo. O que achei interessante é que tinha uma consciência lá na hora. Parecia uma criança, tinha um brilho de uma lâmpada incandescente e o brilho forte nos olhos. Rapidinho sai do quarto e corri pra porta. Bati com as fuça na porta rsrs, não atravessei, mas abri a maçaneta. Sai e senti escuridão pedi luz três vezes e abri os olhos num local que parecia um jardim. Com colinas e construçãoes antigas mas bonitas, o céu estava nublado como se fosse cair uma tempestade,mas era daquele jeito mesmo. Tentei voar ou saltar foi quando percebi pela densidade que estava no umbral. O local tinha um casarão , entrei e fui olhando curiosa, em cada quarto tinha vários casais. Era um bacanal. Fui caminhando e dei de cara com a cafetina do lugar. Bicho, a mulher grudou em mim e fiquei com um medo. Os casais pareciam dopados sei lá. Não consegui fazer nada lá apenas observei. Mas percebi que a mulher que me agarrou sabia o que eu era e parecia que necessitava das minhas energias. Chamei meu mentor e acordei. Acredito que consegui de verdade, e consciente . Talvez eu tenha feito outras coisas lá , mas não recordo. Alguém já foi nessas casas ante? Como desgrudar dessas consciência? É indicado fazer uma Olve? Como vcs fazem pra sair dessas situações?
  7. Quero relatar já para não esquecer. Rememoração de experiência de amparo com média/baixa lucidez e na língua inglesa: fiquei consciente dentro de uma casa que funciona como uma espécie de pousada. Este local fica em algum lugar dos EUA, numa comunidade pequena mas as margens de uma grande rodovia. É um lugar normal com aspecto típico de interior americano, com poucas casas, muito mato, trilhos de trem e algumas pessoas quase mendigos vivendo abaixo de um viaduto de uma "interstate". Estava acompanhado por uma moça que a principio pareceu ser minha esposa mas depois percebi que se tratava de um guia. Caminhávamos conversando e ela tentava me manter sintonizado ali. Eu, depois de alguns relatos aqui, também fico sem pensar em nada que me ligue a vida física para não perder a sintonia. Ela meio que ia me "descontraindo" para não me assustar com a paisagem que ia piorando até o ponto de chegar numas ruínas e terrenos cheios de lixo. No meio disso tudo, depois de passar por baixo de mais um viaduto todo abandonado e escuro, ela chegou ao lado de uma placa de madeira de uns 1,5m de diâmetro e me disse: "Aqui estão alguns seres que estão aguardando uma "....." (esqueci a palavra).". Ela moveu a placa e vi um túnel escuro de onde já saíram alguns seres brancos, carecas, magros, totalmente brancos e enrugados. Levei um susto mas a moça me segurou ali mantendo a minha sintonia. Era para eu amparar eles! Consigo lembrar de uns 3 e um deles veio na minha direção como se visse um pote cheio de ouro. Eu perguntei o que devia fazer e ela disse para não ter medo e para apontar a palma da mão direita para eles e projetar energia positiva. Disse que eu sabia fazer isso e eu, bem bobão, comentei que sou da "ordem tal". Ela sorriu e ficou com cara de "então faça de uma vez!". Respirei fundo e pensei em projetar afeto e saúde para aquele ser e, quando vi, ele havia se transformado num bebe saudável. Pelo menos foi o que minha mente conseguiu processar. A moça sorriu para mim como se a tarefa tivesse dado certo. Depois disso perdi a sintonia e acordei super bem. ... Durante o dia havia lido alguns textos gnósticos sobre consciências em processo de involução e fiquei pensativo sobre como seria possível reverter o processo. Sei que sou bobo mas sinto pena de todos e até mesmo de quem fez coisas muito erradas. Por ser empata, sempre penso que uma consciência pode ter sido levada ao ato e depois paga pela falta de conhecimento/lucidez. Acredito que mesmo em consciências muito densas e negativas existe pelo menos 1% de intenção construtiva que pode ser aproveitada para recuperar. Nunca comemoro derrota nem punição de ninguém, nem mesmo de quem se acha meu "inimigo" (não considero ninguém assim). Devo ser bobo mesmo.
  8. Esta projeção se deu pela manha, uma seis horas da manha, eu faço técnicas como olve e exteriorização todos os dias, mas a projeção veio pela manha, que é bem comum também. Me vi olhando um paraquedista descendo, um dia claro, bonito, céu azul, eu tinha a visão de cima, como alguém que desce filmando o outro paraquedista. Logo depois me vi no chão e continuava vendo o paraquedista descendo, mas percebi que havia muitas pessoas embaixo, no local onde provavelmente este pousaria, e me perguntei "onde este cara vai pousar, com tanta gente embaixo assim?, praticamente não tem espaço",a medida que o paraquedista descia o cenário mudou, o céu escureceu, e as pessoas que eu vi no chão estavam deitadas,e dormiam, todo o ambiente ficou em uma penumbra escura e fria, eu sabia com certeza que as pessoas não estavam mortas, mas dormindo, adormecidas e inertes. Nesse ponto, virei para o meu irmão que estava próximo a mim, e comentei "como esse cara vai pousar, todos estão deitados, dormindo, não tem espaço?", olhei para o lado e percebi que meu irmão também dormia, me voltei para frente e observando notei que o paraquedas, já não era mais colorido, lindo e reluzente, era escuro, sem cor e frio. Notei com espanto e alegria que o paraquedista pousou sem problemas, não tocou em ninguem ou machucou ninguém, e ja tocou o chão deitado e adormecido entre todas aquelas pessoas, algumas centenas. Ao olhar para o paraquedas, que continuava aberto, instantes após o paraquedista tocar o chão e deitando e adormecendo imediatamente ao deitar-se no chão, o paraquedas ficou aberto por poucos segundos, era escuro, não tinha mais a lona que é feito, somente cordas, ou seja, a estrutura que segura a lona, estava negro,sem vida e sem cor, e após estes segundos em que eu via esta cena, ele desabou, fazendo um barulho de cordas tocando o chão e sumiu em meio a multidão. Esta projeção que me foi mostrada esta cena tem um significado universal na minha mente, para mim se trata da chegada de espiritos ao umbral, ou seja, reencarnação, e ao chegar e pelas limitações do corpo denso da carne, ficamos amortecidos, ficamos limitados. Ser desperto, é algo que esta acontecendo em uma escala muito pequena na humanidade ainda, de que lado você e eu estamos? Dos que assistem e participam ou dos que dormem?
  9. Esta noite tive pela primeira vez um sonho que posso dizer com quase certeza que me encontrei num plano tanto inferior como superior. Me lembro de estar numa regiao muito escura e inóspita com um grupo de pessoas que vagavam como que sobreviventes em uma ilha deserta. Procuravam por alimento e abrigo, além de existir uma tensao constante como se a qualquer momento alguma situacao perigosa pudesse acontecer. No grupo se encontravam pelo menos 2 mulheres jovens e um rapaz além de mim. Percorremos muitos locais diferentes, porém sempre como que dureante a noite , com diversos morros e locais inabitados. Lembro que chegamos por fim no alto de um morro onde exisitam casas bem pobres onde estavam uma mulher e 2 homens. Essas pessoas estavam em um estado bem precário e os homens agiam de forma violenta um contra o outro com atos homicidas. Em algum momento um dos homens ateou fogo no outro o que deixou a mulher desesperada. Ela já estava deprimida e muito triste. De alguma forma senti que deveria tirar a mulher do local, tomei-a pelas Maos e pedi que orasse comigo e imaginasse que estivesse rodeada por luz e paz. Lembro que logo tudo se envolveu em luz e a realidade a nossa volta mudou rapidamente. Como se tudo estivessemos Agora à luz do dia, pude ver as feicoes da mulher e também que ela trazia um lenco na cabeca como pessoas de regioes rurais. Indiquei o caminho que dava para saída do morro e a pedi que continuasse em pensamento com luz e paz ate o fim do caminho. Continuei observando porém ela nao conseguia manter essa mentalizacao por algum motivo. Fui até a Senhora.. (me lembro que ela apesar de estar naquele local insalubre, ela sempre mantinha suas roupas limpas e ofereceu as mesmas à nós recém chegados) ..e e segurei-a pelas Maos outra vez. Autmaticamente fomos transportados pra um local onde inúmeras pessoas estavam num imenso gramado como se esperando por algo e olhavam para o mar em frente. O céu era de um azul muito Bonito e enquanto observava isso lembro de ter sido tomado de surpresa pela certeza de que Espíritos estavam chegando e surgindo de toda parte. Nesse momento uma múlher, avó de um grande amigo meu e mae da minha madrinha, já falecida ha muitos anos, apareceu numa forma que é difícil descrever aqui. Ela estava jovem, por volta dos seus 40 e poucos anos (ela faleceu por volta dos seus 80, 90 anos) e com uma roupa que irradiava luzes que iam de um verde com tons azuis e isso reverberava numa energia que eu só posso conceber como mais evoluída. Ela sorria e estava muito alegre em estar ali comigo. Usava ornamentos no cabelo e um colar com uma pedra muito bonita. Eu me senti muito honrado de estar em sua presenca. Tenho que dizer que as sensacoes de positividade, alegria , paz e acolhimento emanados por essa mulher sao difíceis de por em palavras aqui. Dalí em diante fui levado para observar um local que eu espero que quem esteja lendo essa mensagem já tenha visto em alguma viagem astral ou sonho etc. Ela me levou...(nao mais a via somente ouvia sua voz enquanto eu vizualizava o local).. para um especie de Horizonte onde acima da água estava um portao ou Portal com tres entradas que lembravam aqueles portoes de locais sagrados da antiga mesopotamia ou egito, de arquitetura retangular e muito altos. Atraves das 3 molduras dos portoes puder ver uma paisagem fantastica , como se fosse Sem fim onde montanhas ao fundo tornavam tudo magnífico. As palavras que vinham a minha mente eram de um local divino concebido para seres muito evoluídos. POrém a mae da minha madrinha neste momento ainda falou, se esforce um pouco mais para ver a grandiosidade da montanha criada também por Deus. Quando ela disse isso enquanto caminhavamos uma paisagem ainda mais ao fundo da primeira se formou; uma montanha gigantesca. Incocebivel em tamanho em comparacao ao que vi aqui no mundo material. A sensacao era de que essa montanha era do tamanho de um país inteiro. Nao sei descrever bem, porém o poder e o gigantismo eram coisas que emocionavam. A Senhora me levou mais adiante e me mostrou uma cena, onde estavam uma mulher dentro de um veículo com sua filha no transito em meio a um engarrafamento. Ela me disse: -vamos observar se ela manteve sua meta que se propós. A mulher esbravejava e estava muito brava. Senti um impulso de mandar pensamentos positivos e que ela mantesse a fé e lembrasse do que tinha se proposto . Ela se acalmou e vi quantas outras pessoas nos outros veiculos estavam nessa mesma vibracao negativa e de desespero. Por último (desculpem se o relato ficou muito longo) fui deixado com outras pessoas (acho que algumas do primeiro cenario inospito) numa especie de veículo em forma de esfera transparente, que se encheu de água muito rapidamente e apesar da sensacao de sufoco nao entrei em panico. A agua se foi e me encontrei num gramado em frente à uma residencia como se um Resort de ferias onde pessoas conversavam. Uma mulher veio até a mim e me deu algo para beber. De imediado minhas roupas se secaram, me senti muito bem , em paz e a sensacao de sufocamento foi embora. Me lembro de surgir o símbolo da Flor da Vida em minha mente enquanto o liquido fazia efeito no meu corpo. Algo muito interessante. Entao olhei em volta e pude ver algo sendo contruído bem ao alto , uma estrutura metálica em forma de meia-lua com esferas. A estrutura tentava se completar a minha frente poém eu ja estava quase acordando e sentia que nao poderia ver tudo. Acordei com lágrimas nos olhos com a certeza de que foi algo especial e unico na minha vida. Obrigado por ter Lido esse relato. Se voce ja visualizou algo similar, por favor comente. Especialmente a questao das 3 molduras dos portoes com a paisagem "divina" atras me interessa bastante em saber se alguém ja viu algo assim. Abracos !
  10. olá. tive esses dias um sonho muito marcante.eu vi uma pessoa da nossa família preso num quarto sem janela de uma clinica ou casa de tratamento.essa pessoa estava presa por causa do ego, álcool e cigarro..O que me assustou foi ou fato de estar com um braço só! isso e possível???
  11. Olá Pessoal, Dois dias após o falecimento de um ente querido, em um momento que estava meio dormindo e meio acordada, tive um sonho sombrio com esta pessoa. No sonho eu me encontrava em uma casa que estava na penumbra, haviam diversos cômodos sem móveis e em cada um deles haviam pessoas deitadas no chão gemendo e se lamentando. Ao andar entre os cômodos, apenas eu estava de pé, visualizei meu ente querido deitado no chão assim como os outros. Ao me aproximar ele pegou minha mão e tentou me puxar para perto dele como se estivesse desesperado. Neste momento eu me assustei, me desvencilhei dele e saí correndo por esta casa até que acordei desesperada e chorando. Depois deste sonho aterrorizante, fiquei me perguntando se eu posso ter visitado o Umbral e realmente ter encontrado meu ente querido lá. Fiquei me questionando se ele estava precisando de ajuda, se eu o devia ter escutado e não fugido.
  12. É possível que seres de baixa frequencia se aproveitem da internet para se alimentar das energias das pessoas? E, por exemplo, isso deixaria inviável fazer um atendimento espiritual virtual devido a vulnerabilidade energética do atendido? Tanta coisa que a juventude de hoje faz de frente à tela que abrem as portas do seu ser convidando todos a entrar... Apenas pensamentos da manhã.
  13. Você pode ver o relato anterior em: Vamos pular para 2015 na trajetória que venho lhe pondo à par. Eu estava em Fortaleza e me habituando à cidade. Decidia se moraria nessa bela cidade de vez ou não. A passagem do ano de 2014/2015, em vez de ir à praia de Iracema eu decidi ficar em casa, já tinha visto a passagem do ano lá e em outras praias do Brasil. Naquele momento eu estava bastante reflexivo e recolhido. Não saí de casa. Procurava desenvolver uma forma de auto-conhecimento, realizada diariamente, que em outra oportunidade lhes conto como é; mas que dava super certo, até me espantava com a eficiência. No ano de 2014, passei a me lembrar dos antigos vídeos do Saulo Calderon, que eu tinha conhecido em 2013 através do site do VGA, e lembrado de ele recomendar que ao sairmos já perguntássemos: como posso ser útil? Adotei. Gostei da lógica do Saulo e passei a fazer uma prece pedindo ajuda, proteção e principalmente orientação; sempre antes de tentar as projeções à noite. Adicionalmente, me oferecia para o trabalho. Nessa ocasião eu ainda fazia as palestras realizadas na escuridão da noite, - isso está no relato anterior - onde eu sentia claramente as presenças (várias) dentro do meu quarto. (Coisa de louco :))))). Os dias da primeira semana de 2015, estavam bem quentes e as noites nem se fala. Numa dessas noites, abri os olhos e estava projetado. Junto comigo estava a patota que já tinha tido contato comigo - conforme relato anterior. Quero deixar claro que não tinha ninguém de turbante - nunca teve - ninguém posando de guru ou algo parecido. Há um comando, isso é certo. Logo eu aprendi a escutar mais - aliás esse é um grande conselho, evita-se muitas vergonhas - , certamente que eu era o mais necessitado dessa turma. Bem, tínhamos uma oportunidade. Vieram me perguntar, nesse mesmo dia: Então Ernani, vem com a gente? Vai nos ajudar? Você sabe: escreveu não leu é analfabeto... Raciocinei bem sobre aquele ser usando as minhas palavras e como que tirando um sarro ou me desafiando... sei lá, eu sabia que era tudo amigável. Ri. Rimos. Hahahaha. "Olha, depois dessa: vamos nessa ora!". Eu não sei ainda - não domino o conhecimento - sobre a forma de transporte que é usada. Mas é certo que seria mais fácil, ou pelo menos pareceu, se eu fosse colocado pra dormir. E assim foi, eu acho que era dormir. Ao abrir os olhos, haviam dois me ladeando. Um em cada lado como que me segurando... ou acoplando comigo, se eu posso usar essa expressão. Creio que aquilo, era para me carregar, ou como se fosse me manter sustentado. Vi que estávamos alto. Estranho, mas não haviam nuvens. Era noite, mas sem um céu acima; estávamos em cima, pois, eu olhava embaixo e uma grande favela se divisava lá. Sabia que era uma favela. Não como as comunidades de hoje com a maioria das casas de alvenaria, não. Eram de tábuas. Como ainda é Soweto na Africa, por exemplo. Mas estávamos no Brasil. Ou alguém me deu essa informação ou eu ouvi alguém cogitar; porque eu sabia. Todo mundo em silêncio. O mais absoluto silêncio. A certa altura paramos e novamente eu fui escolado sobre a minha parte. Resumidamente: sua parte é simples, sem essa de estragar tudo ok? Dizia eu para mim mesmo repetidamente. A partir dali eu fui para um barraco. Não via mais ninguém comigo - nem o pessoal da patota. Sabia qual cômodo tinha que entrar. Incrível o silêncio. Quem conhece favelas sabe dos cachorros, dos rádios e as vezes um baile funk rolando ou o zum-zum-zum de um pessoal conversando. Lá não havia nenhum barulho, nada. Entrei, atravessando as tábuas, não havia uma porta ou janela à vista propriamente. Eu estava com muito medo. Mas eu me chamava a atenção de dois em dois segundos, para não perder o foco. Mas tenho certeza que eu era direcionado e alimentado energeticamente; pois que não era possível eu ter aquela desenvoltura. Quando entrei no cômodo do barraco, logo virei a cabeça para o outro lado do cômodo e lá estava meu paí. Exatinho como ele era quando vivo, até um pouco mais espertinho. Ele me viu e eu a ele. Ficamos um segundo em silêncio, quando eu ia falar algo... ele se arremeteu na parede - onde supostamente haveria uma porta do cômodo. Ele jogava o corpo - principalmente o ombro - como se quisesse por abaixo a "porta". Nos velhos tempos o "velho" sempre foi musculoso. Depois, com calma mas em segundos, eu refleti: Ele está preso! Isso é uma prisão! Ao me ver, achou que agora éramos os dois ali presos e por isso, perdeu as estribeiras. Bem, tentei acalmá-lo. A certa altura, instintivamente olhei por um buraco nas tábuas e divisei alguém vindo, certamente porque o "velho" fazia aqueles barulhos tentando derrubar a porta. Um homem, parecia jovem chegou perto da parede da "porta". Estava com uma camisa na cabeça, só apareciam os olhos. Assustadores, por sinal. Estava de bermuda. Típico guarda de comando. Não tinha arma nenhuma. Mantive os olhos olhando o buraco enquanto o velho se jogava na porta da parede. Não tive tempo de avisá-lo. Aquele ser levantou os braços. Só fez isso, mais nada. As mãos estavam estendidas na direção daquela "porta", que só eu parecia não ver. Naquele mesmo instante, alguma coisa atingiu o velho e ele voou até a parede oposta. Não aconteceu nenhum buraco na parede e nem a porta foi aberta. Mas alguma coisa atingiu o velho. Parecia desenho animado, quando a raposa escorregava em uma parede e o bip, bip ficava tirando um sarro. :)) Eu, enquanto ficava com um olho no buraco, levantava um braço estendendo a mão para o velho ficar quieto. Eu só queria que ele ficasse quieto. Até aqui, eu não tinha dito uma palavra sequer. Do lado de fora, aquele guarda baixou as mãos. Esperou um segundo como que tendo certeza que o barulho acabou, deu meia volta e foi embora. Depois de ter certeza que ele tinha ido voltei o corpo para o "velho" e fui até ele. Ele parecia uma criança chorosa, com as mãos juntas. Tive pena. Também tive certo trabalho lhe convencendo que eu não estava ali preso com ele. Sim, eu era o Ernani. Mas tinha umas pessoas que vieram comigo e ele precisava se acalmar. Senão, não seria possível sair dali. Bastava confiar e ter em mente que o silêncio era importante. Ele concordou e foi aí que o pessoal da patota começou a aparecer. Nenhum escândalo, nenhuma surpresa. Por alguma forma que não sei explicar o velho, agora, com dois segurando ele, conseguiu atravessar a parede que a poucos instantes atrás ele não atravessava nem com toda a força dele. Eles juntaram todo mundo e no mais profundo silêncio subimos e fomos em uma direção. Eu, de novo, tinha dois como que me segurando. Sei lá. Sozinho, eu não sairia dali. Perdi de vista o velho, mas sabia que outros o guiavam. Eu não sei como os caras tem esse "GPS" interno. Eu não saberia nunquinha voltar dali. Veja, nós não fomos em direção ao céu propriamente, fomos em direção ao breu. Essa é a melhor descrição. Fui para o corpo. Abri os olhos no físico. Era madrugada da primeira semana de janeiro de 2015. Eu tinha feito um amparo! Brother, que incrível isso. Incrível! Quer dizer, pelo menos participei de um amparo, foi meu primeiro! Depois de registrar no gravador digital, fiquei muito excitado com a situação. Comecei a raciocinar, muitas coisas. Vou colocar apenas algumas aqui que creio que são fundamentais para entender o que ocorreu nessa saída em particular. Diferentemente de alguns dos leitores, o relacionamento dos meus pais com seus filhos não foram o que vemos em filmes e livros de faz de conta. Ambos vieram de infâncias pobres e até que realizaram com louvor a tarefa de criar 6 filhos. Mas devido a falta de conhecimento, da época em que atuaram aqui no físico, do local onde nasceram e tantas outras limitações, não souberam nada de afetividade ou inteligência emocional. Essa característica eu entendo que era devido a puro desconhecimento, pois que estavam mais preocupados com o "feijão nosso de cada dia". Muita luta e pouco divertimento. Em alguns casos eu acho até que foram heróis. Parabéns a eles; em muitos casos eu acho que eu não teria segurado a barra que eles seguraram. Nesse sentido, eu creio que eles cumpriram a Tarefa Energética Pessoal (Tenepes) deles com o máximo de proficiência. Pois bem, devido a esse quadro não tínhamos e nunca tivemos o hábito de abraçar, beijar, carinho e outras tantas ações que hoje sabemos fundamentais para o holossoma. As conversas em casa eram sobre "algumas coisas", mas não todas. Havia um pudor pairando no ar sobre assuntos que a moçada hoje responde com a maior tranquilidade. Isso afasta, ou melhor distancia. Dessa forma o laço mãe-filhos e pai-filhos, fica passível de sofrer ou padecer dessa distância. Não era mamãe e nem papai; era "maiê" e "paiê". Bem direto. Bem reto. Já temos 21 anos da transição do meu pai. Ele faleceu em 20/12/1995, já tinha 75 anos de idade na época. Isso ocorreu depois de ele amargar durante um ano inteiro, em uma cama de hospital, a doença que o consumiu. Eu acreditava, naquela época, que talvez para ele tivesse sido uma benção e que agora sim, os bons Espíritos iriam cuidar dele. Voltando à saída: se tivéssemos tido uma educação emocional diferente, talvez eu não tivesse prestado para a missão daquela noite. Teríamos perdido tempo em choros e abraços, lembranças e nostalgias, talvez difíceis de contornar em uma situação daquelas. Precisava haver conhecimento, proximidade mas não afetividade em demasia. Ele estava preso a muito tempo, não sei quanto. Talvez metade dos 20 anos que se passaram, não tenho essa certeza, apenas acho. Ninguém nunca me falou porque ele estava preso. Mas sou crescidinho pra saber que ninguém fica preso se não deve. Ele não deve ter pago a dívida de alguma coisa (boa que não era) contratada. Então "cana" nele. Quem o prendeu era dono do "contrato", digamos assim. Ele, na sua sofreguidão, pediu. Com essa petição pôde ser atendido e retirado de lá. Só depois eu fui raciocinar que o "velho", estava na chuva se molhando todos esses 20 anos. Nada de cidade Espiritual, nada de colônia, nada de paz. Só dureza e durante 20 anos. Há mais aí nessa saída, mas o espaço vai ficar longo demais e isso não é monografia, kkkk Peça pra fazer um amparo nesse fim de semana, quem sabe....