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  1. Há uma fundamental relação entre matemática e filosofia. Platão levava essa relação muito a sério. Aqui não entra quem não compreenda geometria, mandou registrar na entrada da Academia. No Egito antigo, os detentores de todo conhecimento eram os sacerdotes. Também do conhecimento matemático, que os servia para construir os palácios, monumentos, registrar as variações climáticas, produções agrícolas, populações, e tantos outros que os permitiam controlar e compreender sua civilização com extraordinária precisão por tanto tempo. Quando esse conhecimento chegou à Grécia, no sexto século antes de Cristo, não havia classe sacerdotal dominante, o que permitiu que a ciência aparecesse de um modo livre entre eles. Vejamos uma passagem de Platão, que cita Sócrates: Sem os recursos da lógica seria impossível construir teorias para compreender as leis que regem o universo. Futuramente, esse seria o caminho trilhado para a formação da ciência moderna. Essa clareza de criar modelos para representar a realidade, confrontado sua estrutura com os fatos, para verificar a veracidade das hipóteses. A figura criada por Sócrates é ótima, estudar a eclipse observando indiretamente seu reflexo na água. Quando vamos estudar as obras de Allan Kardec é preciso ter em conta exatamente essa fundamentação lógica da construção do conhecimento. Toda a doutrina espírita foi construída pela adição de conceitos formando um todo coerente, lógico, sem nenhum detalhe equivocado que comprometa a solidez de sua estrutura. No entanto, nem todos compreendem bem o Espiritismo. Há quem defenda ideias que não estão presentes na filosofia espírita original. Essas falsas interpretações, justamente por serem falsas, ferem a coerência do conjunto, fazendo com que aqueles que ouvem ou leiam esses relatos, percebam uma incoerência, um equivoco lógico. E, se não se derem conta de que não se trata da teoria verdadeira, acusam o Espiritismo de falsidade, ignorância, qualificando-o como uma bobagem que desmerece a atenção séria dos mais esclarecidos. Certa vez, em 1864, perguntaram a Allan Kardec se Deus não poderia ter criado os espíritos perfeitos, para poupar-lhes o mal e todas as suas funestas consequências. Como Kardec resolveu essa questão? Não precisou perguntar a centenas de espíritos para que eles respondessem. Com base nos ensinamentos já conhecidos até então, pois esse diálogo já vinha desde antes de 1857, o raciocínio lógico permite chegar a um entendimento adequado: A medida da verdadeira lei de Deus é aquela que respeita toda a sua sabedoria e bondade. Quando uma hipótese transparece imparcialidade, vingança, castigo, culpa, revanche, orgulho, qualquer uma dessas motivações humanas, certamente não é um ato divino. Continua Kardec: Muitos falsos profetas alardeiam que Deus castiga aqueles que o desobedecem, outros afirmam que todos os nascidos neste mundo carregam o pecado e sofrem pela ira divina. Outros ameaçam o futuro com penas terríveis, amedrontado, principalmente, as pessoas inocentes, simples, temerosas do que lhes poderia ocorrer após a morte. E, inúmeros sacerdotes e divulgadores religiosos, que deveriam oferecer as palavras de esperança e declamar sobre a bondade e sabedoria de Deus, repetem falsos ensinamentos, criando uma falsa figura de um criador implacável, vingativo, perseguidor. O Espiritismo tem um ensinamento simples, esclarecedor e que apazigua a todos. Vejamos como Kardec desenvolve essa ideia em seu artigo, clareando a questão: Todos fomos criados simples e ignorantes, e tendo o progresso como lei fundamental, fazemos uso da liberdade para escolher o caminho a tomar. O ponto final será o mesmo para todos, buscar a perfeição relativa. Mas a trajetória é livre e pessoal. Fazendo uso da matemática, do pensamento lógico, e considerando essas leis fundamentais que regem o espírito, podemos chegar a uma conclusão muito interessante. Pela proporção, muitos dos espíritos nem precisam passar pela imperfeição em seu desenvolvimento. Eles progridem passo a passo, acompanham a evolução do planeta onde nasceram em suas primeiras vidas, e usufruem da condição feliz que seu orbe se destina. Sim, isso mesmo, todos os planetas se tornarão felizes, explicam os espíritos superiores nas obras de Kardec. O planeta Terra também será feliz. Milhões de espíritos que aqui vivenciaram suas primeiras vidas humanas, desde a era primitiva, lutam hoje para prover as mesas com o alimento, elevam as paredes tijolo a tijolo, são os responsáveis pelas conquistas do que chamamos civilização. Todavia, a desigualdade social prejudica muitos, explora a maioria, relega a fome muitos inocentes. Mas a conscientização tem crescido regularmente. A indignação com a violência, exploração e corrupção torna-se geral. Iniciativas solidárias e transformadoras entusiasmam crianças e jovens. Haverá uma revolução moral prevista pelo Espiritismo. Os espíritos simples, que vivem sem grandes imperfeições, trabalhando e lutando pelo bem, herdarão enfim a Terra, como previu Jesus. Nosso mundo será feliz, finalmente. Isso é certo, como dois e dois são quatro.fonte:
  2. Haṭhayoga Pradīpikā Temos o prazer de apresentar à família dos yogins lusófonos uma nova edição da Haṭhayoga Pradīpikā, guia clássico para a prática de Haṭhayoga, que aparece aqui em uma das suas formas mais antigas. A importância desta obra deve-se ao fato dela ser o manual mais detalhado sobre a ciência do Haṭha que chegou até nós. https://s3-sa-east-1.amazonaws.com/yogaprofiles/Hathayoga+Pradipika.pdf Fonte: http://www.yoga.pro.br/openarticle?id=1242&HAṬHAYOGA-PRADĪPIKĀ
  3. Alguém sabe algum livro sobre a pratica direta toda sobre esse tipo de yoga ?
  4. olá gostaria de perguntas/pedir indicações sobre livros de yoga que sejam disponiveis em pdf(paitrocinio não esta colaborando muito com minhas entrada nesse caminho e ainda sou estudante rs) agradeço desde já
  5. CERIMÔNIA DO CHÁ Ser Zen é estar alerta a todo momento. É fazer algo com toda a sua atenção e coração. É estar presente. A cerimônia do chá é um ótimo teste e simbolismo para o praticante Zen. Se caracteriza por preparar, servir e beber o Matcha, um chá verde pulverizado. É um troço tão banal pra quem vê (e pra quem tenta fazê-lo por curiosidade), que se torna um verdadeiro "ritual secreto", um simbolismo que diz muito mais do que os olhos podem ver. http://www.saindodamatrix.com.br/archives/2006/11/cerimonia_do_ch.html
  6. Novo estudo descobre que Yoga, Tai Chi e meditação afetam a maneira como o DNA responde ao estresse https://www.buddhistdoor.net/news/new-study-finds-yoga-tai-chi-and-meditation-affect-the-way-dna-responds-to-stress https://translate.google.com.br/
  7. Atenção não estou incentivando o despertar da kundalini e nem nada relacionado simplesmente estou passando o conhecimento adiante: Swāmi Santaram Saraswatī Recentemente, um grande número de livros e revistas têm sido publicados a respeito de investigações sobre a realidade da kuṇḍalinī. Infelizmente, muito do que está sendo escrito mostra apenas um conhecimento muito infantil, preliminar e parcial do processo de despertar real. Em muitos textos, o prāṇotthana ou liberação da força prânica no corpo tem sido confundido com o despertar real da kuṇḍalinī. Prāṇotthana é o primeiro acontecimento na evolução individual e é esta liberação de energia que desencadeia o despertar real da kuṇḍalinī. Sem prāṇotthana a kuṇḍalinī não é despertada. Há duas maneiras pelas quais prāṇotthana pode ocorrer. A primeira é através da prática regular de āsana, prāṇāyāma, concentração e técnicas de meditação. Através destas práticas, o prāṇa é gradualmente liberado no organismo, iniciando o processo preliminar de purificação dos órgãos, glândulas, sistema nervoso, cérebro e nāḍīs. A purificação completa só vem com o despertar da kuṇḍalinī em sua subida para o cérebro. A segunda maneira em que prāṇotthana ocorre é por śaktipāta, o despertar da energia efetuado por um guru. O śaktipāta não desperta diretamente a kuṇḍalinī, só libera o prāṇa do discípulo. No entanto, é este prāṇa em movimento que desperta a kuṇḍalinī. O tempo que leva para isso ocorrer depende das impurezas físicas e mentais do discípulo, bem como sobre a sua atitude para com o guru que lhe conferiu o śaktipāta e para este novo processo de trabalho em si. Se o prāṇotthana ocorre por esforços individuais «tapaḥ» ou pela ativação do próprio prāṇa por um guru, o fato é que este não é o despertar da kuṇḍalinī como muitas pessoas estão dizendo. A confusão surgiu porque, talvez, o processo e efeito que o prāṇotthana tem sobre o corpo e a mente do indivíduo é um pouco semelhante ao início do despertar da kuṇḍalinī. Alguns livros afirmam que essa energia – a kuṇḍalinī – despertou e subiu ao cérebro, imediatamente ou após algumas tentativas, em muitos indivíduos. No entanto, essas pessoas continuam com suas vidas normais, além de uma melhora na saúde e clareza mental. Isso mostra que não era a kuṇḍalinī que subiu ao cérebro, mas a força prânica ou prāṇotthana. Esta força segue os mesmos caminhos como o faz a kuṇḍalinī. Ela inicia-se no mūlādhāra e sobe pela coluna, purificando os cakras parcialmente, mas não completamente, até que atinja o cérebro. Esta força prânica, portanto, torna mais fácil o processo de purificação pela kuṇḍalinī, que acontecerá em um momento posterior. Na medida em que a força prânica os purifica, cria movimentos automáticos no corpo, āsanas espontâneos, prāṇāyāmas, visões de luzes etc., uma vez que encontra bloqueios psicológicos e fisiológicos. Uma vez que o prāṇotthana cessou seu trabalho inicial de purificação, o sistema normalmente se estabiliza por um tempo antes de começar o trabalho real com a kuṇḍalinī. Depois de um tempo a kuṇḍalinī desperta. Com o despertar da kuṇḍalinī, os movimentos espontâneos, mudrās, bandhas, prāṇāyāmas, geração de uma grande quantidade de calor, as visões psíquicas etc. começam a ocorrer. Mas estes são de natureza mais intensa e mais profunda do que aqueles causados pelo prāṇotthana. É agora que a meditação espontânea ocorre e não antes. É agora que a purificação verdadeira ocorre e o estado de consciência do indivíduo muda radicalmente. Um estado superior de consciência amanhece automaticamente no indivíduo e seu comportamento, as relações com o seu ambiente, a compreensão das coisas etc. muda completamente. Ele definitivamente parece ser uma personalidade diferente. Poderosas mudanças ocorrem em todos os campos de sua fisiologia e psicologia. Automaticamente, o homem começa a se tornar mais sutil e espiritual ou, por outro lado, começa a se comportar como um neurótico. Se ele ainda tem muitos bloqueios – não ter se purificado pela prática de āsanas, prāṇāyāmas, mudrās, bandhas, concentração, karma-yoga etc. – o despertar pode causar insanidade temporária. Tais pessoas podem passar algum tempo no manicômio. Esses casos extremos ocorrem quando os indivíduos inexperientes tentam despertar a kuṇḍalinī através de métodos não científicos, sem qualquer preparação. No entanto, quando devidamente iniciado e guiado por um guru experiente, o despertar da kuṇḍalinī é um renascimento espiritual para o aspirante. No entanto, tudo não termina aqui. Despertar a kuṇḍalinī em si não é uma coisa difícil, o que é importante é a ascensão da energia através da passagem suṣumṇā e isso não é fácil, realmente não é. O despertar pode ser efetuado por qualquer guru ou por seus próprios esforços no Yoga. Mas o que há de errado então? A subida através da suṣumṇā está entupida com saṃskāras e impurezas físicas e psíquicas. Estes bloqueios são os obstáculos que a própria kuṇḍalinī terá de transpassar e queimar. Este processo irá afetar o aspirante de muitas maneiras, causando grande transformação física, visões psíquicas, experiências, doenças estranhas, inconsciência etc., tudo isso dependendo das impurezas que ele tem sobre os diferentes níveis de seu ser. Mas estas são apenas coisas transitórias, que vão embora da maneira que vieram, deixando uma consciência purificada. Verdadeiramente, esta é a energia da evolução, sem a qual o homem vai permanecer ordinário, com suas faculdades latentes e adormecidas permanentemente. Uma vez que você colocar o pé nesse caminho, nunca mais vai querer voltar. Tradução livre de Fernando Liguori. http://drashtayoga.blogspot.com.br/2014/05/pranotthana-ou-kundalini.html