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KDu

Totalmente inesperado: Projeção Mental

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Olá. Sem contar com o post de apresentação, essa é a minha primeira postagem no GVA. Preciso compartilhar uma experiência um tanto... inacreditável pra mim.

Não sei dizer se foi um sonho ou uma projeção... A última vez que eu acho que talvez tenha tido uma projeção já fazem alguns anos... Só acho que primeiramente preciso destacar o seguinte: Pode ter sido projeção por causa do realismo e do sentimento de clareza na mente (pelo menos em alguns momentos, até onde eu me lembro), e acho que pode ser sonho porque é algo que eu nunca esperava que fosse acontecer, logo comigo, e tão rapidamente assim... Enfim, ao relato.

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Recife, Pernambuco. Madrugada de quinta para sexta-feira, 24 para 25 de Novembro de 2011

Já passsava da 1 da madrugada, e eu continuava lendo o livro "Sexo e Destino", escrito pelo espírito André Luiz, com psicografia de Waldo Vieira e Chico Xavier. Estava quase no fim, por isso não tinha o menor sono, apenas queria terminá-lo. Porém, como meus colegas de quarto precisavam dormir, decidi parar, apagar a luz e terminar no dia seguinte. Ao deitar, comecei uma pequena oração. Muito mais tranquilo que o normal, eu falava como se conversasse com amigos, ria de mim mesmo por estar fazendo piadas bobas e inocentes sobre minha condição de encarnado e sobre dificuldades que tenho tido recentemente, e direcionava essa pequena oração a qualquer amigo desencarnado que quisesse ouvi-la. Não pedia nada além de respostas sobre várias questões filosóficas e cármicas que aparecem na minha vida às vezes, e que eu não sei se são coincidências ou ecos de erros que eu possa ter cometido em vidas passadas na Terra.

Após uns 5 a 10 minutos, eu acho, eu caí no sono. Não senti EV, tampouco me senti perdido dentro do meu próprio corpo, como era de costume nas poucas vezes que tentei, sem sucesso, sair em projeção astral.

Nota: É um efeito interessante. Enquanto meu corpo pulsa da cabeça aos pés num ritmo sempre inconstante, eu sinto que ele perde as dimensões. Sinto que meus braços ou pernas, por exemplo, estão tão distantes da cabeça que seria necessário percorrer quilômetros para tocá-los, ao mesmo tempo que estão tão perto que eu não entendo como eles não estão encostados na minha cabeça. É um pouco confuso de explicar, a noção de distância perde o valor, e eu me sinto flutuando num imenso e ao mesmo tempo minúsculo recipiente, que é o meu corpo. De qualquer maneira, o efeito passa quando eu abro os olhos.

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Bom, quando dei por mim em consciência, percebi que estava na minha cidade natal, no interior de Pernambuco. Estava em frente à garagem dos ônibus da prefeitura da cidade, tudo estava silencioso e quieto. Era madrugada, pela cor do céu eu chutaria que eram 4 da manhã, por aí. Não lembro se havia postes de luz acesos, acho que nem prestei atenção a esse detalhe. Próximo à garagem, seguindo a rua uns 10 a 20 metros na direção sul, havia um pequeno grupo de pessoas. Eu acho que eram mais ou menos seis, um número próximo disso. Me aproximei, caminhando. Uma das pessoas, uma senhora, me reconheceu e falou comigo, muito contente em me ver. Perguntou se eu também iria (pra onde? Não consigo lembrar), ao que eu respondi que sim, também iria com eles. Eu acho que nessa hora eu tinha consciência de estar projetado, pois conseguia entender o que estava se passando ali. Como naquele momento eu compreendia a situação, agia com naturalidade. Eu a conhecia, e fiquei muito feliz por ver aquela senhora, também. Claramente eu simpatizava com ela. Eu disse a ela que o nosso amigo havia me falado para esperar por ele ao amanhecer, que ele nos levaria.

Quem é esse amigo? Bom, não sei agora. Eu sei que, nesse sonho ou projeção, eu lembrava dele. O conhecia de longa data, e o estimava muito, como um tutor com quem eu simpatizava e demonstrava profundo respeito. Eu o chamava pelo nome, mas agora não consigo lembrar do nome dele. Confiava muito nesse grande amigo, e o esperava alegre, pois já fazia algum tempo que não o via. Eu disse àquela senhora amiga que iria dar uma volta, e que voltaria antes do amanhecer. Acho que perdi um pouco a lucidez nessa hora, porque quando recobrei a consciência, me vi do outro lado da cidade, mas sem fazer nada, como se vagasse sem rumo. Não entendi o que eu estava fazendo ali e decidi voltar imediatamente. Voltei num segundo, como se fosse puxado por uma forte, porém confortável força. Era perceptível toda a cidade passando por mim, como se eu voasse muito rápido por ela, porém no nível do solo, e de ré. Eu era puxado para trás.

De volta àquele pequeno ponto de ônibus... O céu estava clareando e a luz do sol já era distinguível refletida nas nuvens do horizonte, quando um veículo chegou, voando, e pousou na rua, na nossa frente. Parecia com aqueles veículos voadores que foram mostrados ao público no cinema, no filme "Nosso Lar", porém era muito mais rápido. O meu respeitado amigo estava nele, e quando parou, ele saltou para a rua, sorrindo para todo o grupo e nos convidando a entrar no veículo, para que pudéssemos chegar no lugar onde aquelas pessoas iriam. Perdi um pouco a lucidez, ou talvez tenha ficado mais leve e meu corpo físico não tenha conseguido captar o que veio em seguida na hora da rememoração, pois não lembro de praticamente nada que aconteceu nos minutos seguintes. Lembro que o veículo saiu voando a incrível velocidade, formando um movimento circular ao redor de toda a região Nordeste do Brasil, dando umas 4 voltas ao redor da região enquanto subia centenas, talvez milhares de quilômetros acima da superfície. Me vi sentado, do lado de uma das enormes janelas do veículo, porém eu não olhava para fora, olhava para meu amigo, sentado na minha frente, duas poltronas depois da que eu estava. Meu tutor chamou a minha atenção e começou a conversar comigo. Me instruía, me dava conselhos. Que pena que eu não consigo me lembrar do que ele falou nessa hora! Estávamos sozinhos no veículo, não lembro onde as outras pessoas haviam ficado, ou descido. Mas eu sabia que elas haviam descido num ponto mais abaixo de onde estávamos.

Eu disse a ele que, mesmo finalmente revendo-o e voltando a ficar lúcido fora do corpo, era difícil acreditar nos grandes planos que ele me contava. Então ele sorriu e disse que ia me mostrar. Essa foi a hora mais inacreditável, e a parte que mais me parece um sonho de toda essa aventura. Do nada, nós e o veículo subimos a uma velocidade que eu não consegui acompanhar com o pensamento, e então eu não possuía mais um corpo. Era como se eu fosse apenas uma mente livre, observando tudo lá de cima. Ele estava comigo, mas eu não o via... Na verdade, era como se nós dois estivéssemos ocupando o mesmo lugar no espaço, ao mesmo tempo em que não ocupávamos espaço algum. Lembro fracamente do que aconteceu nesses instantes. À nossa frente se exibia, redondo, azul e pacífico, o planeta Terra. Eu estava olhando para a Terra, de fora dela! Incrivelmente eu não me surpreendi, era como se eu estivesse apenas saindo para um passeio pela manhã, como se fosse normal olhar para todo um planeta de cima, enxergar os continentes escondendo-se entre as nuvens... Atrás de nós se estendia o imenso espaço vazio entre os planetas, de modo que nos concentramos em olhar apenas para a Terra, mesmo que conseguíssemos enxergar o enorme e negro vácuo atrás de nós, como se ele estivesse no campo de visão. Eu via o que meu amigo via, e ele via o que eu via, e a nossa visão era a mesma, não havia distinção... Estávamos em projeção mental.

Eu e ele conversávamos. Não em forma convencional de palavras, era apenas uma questão de pensamentos... Era instantâneo, calmo, lúcido, mas eu mal me lembro do que dizíamos. Então, na Terra, começou a se formar em cima do Brasil uma enorme concha. Não entendo nada de conchas, mas vou tentar descrever como são conchas parecidas com essa que apareceu pra mim. São umas conchas como espirais, que vão formando um caminho de fora para dentro, para o centro. Porém o centro, ao invés de ser no mesmo plano de onde a espiral começa, é mais alto, como se toda a concha fosse uma grande escadaria ou estrada em espiral que vai se afinando e se elevando à medida que se chega perto do fim. Não sei se dá pra entender só com essa explicação...

Bom, era enorme. Eu diria que possuía a área aproximada da região Norte do Brasil, ou maior... E descansava, meio que flutuando, acima do centro do país, mais ou menos. Eu sei que seus limites alcançavam várias regiões do Brasil. Era imensa e dourada, não brilhava muito, como se espera de coisas de ouro, era apenas um amarelo ouro bonito aos olhos, porém sem muito brilho. Meu tutor me dizia, por pensamento, que estávamos tendo uma visão do futuro. Ele me disse que construiriam aquela coisa dentro de alguns séculos. O amigo descreveu minuciosamente o que era, mas não lembro de quase nada... Tinha a ver com transporte, ou elevação de milhares, milhões de espíritos, algo que era inacreditável pra mim mesmo no corpo astral, e que em mental eu conseguia compreender. Mas eu não consigo lembrar de nada além disso, me desculpem... Ele me disse até quantos anos levaria para que ficasse pronta. Pode parecer meio clichê, mas não acho que eu consigo dizer exatamente quantos anos ele me passou, porque eu não tenho certeza se estou me lembrando direito. Eu acho que era alguma coisa e 500 anos. Se eram 500 anos, 1500 ou 2500 anos, sinceramente não lembro. Enquanto olhávamos aquela épica construção pairando sobre o planeta, continuávamos conversando por pensamento. Ele me falava, me dava instruções e me explicava sobre projeções no tempo, e sobre o porquê delas serem tão frequentes comigo em questão de situações banais. Eu sou curioso quanto a isso, por isso queria poder lembrar do que ele me explicou nessa hora...

Descemos, mas não descemos exatamente. Nós meio que "nos esticamos" até as estradas douradas em ladeiras espirais daquela cosntrução, olhando-a quase vazia e com fraca iluminação... Eu conseguia tanto ver aquilo ali, como ver o planeta na minha frente, porém minha atenção estava ali, de modo que eu lembro muito mais do que vi na construção do que da imagem do mundo naquele momento. Naquela estrada dourada, havia uns poucos espíritos trafegando em veículos parecidos com uns monociclos planadores (pois é, monociclos planadores!), e nesse momento eu não sei o que aconteceu, se a memória me falha ou se eu comecei a perder a lucidez. Eu sentia que iria voltar, mas queria muito ver toda aquela construção dourada sendo iluminada pelos raios de sol... Mas parece que não seria possível. Lembro do meu querido amigo e protetor se despedindo de mim, me lembrando de detalhes importantes da conversa, e depois não lembro de mais nada.

Acordei às 5:40 da manhã, mais ou menos. Muito cedo, eu só tinha aula na faculdade às 10... Lembrava de muito pouco, como se tivesse tido um sonho bom e esquecido de quase todo ele. Levantei e fui ao banheiro, e as lembranças começaram a vir. Fiquei me perguntando se era um sonho, porém nos meus sonhos as coisas costumam nunca fazer sentido, e nesse eu sabia o que estava acontecendo... Bom, fui pra cama novamente, e dormi profundamente até meu despertador me acordar, pouco depois das 9 da manhã.

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Estou terminando de escrever e revisar a escrita desse relato agora, sexta-feira, dia 25/11/2011, às 20:45, pelo horário do Nordeste (Sul e Sudeste estão em horário de Verão).

Como eu disse, tudo pareceu real e com um certo sentido, pelo menos na hora em que eu estava lá. Mas sair assim facilmente, e ainda entrar em corpo mental, logo eu?

Eu sou, como disse o Saulo em um audio, torto... ateu até pouco tempo atrás, e mesmo depois de começar a ouvir os audios do IVA e ler livros sobre o assunto, eu não tenho praticado energias, e mal penso em fazer orações... Ontem eu acho que fiquei meio "inspirado" pelo livro do André Luiz, e por isso, excepcionalmente, fiz uma oração sincera.

O que acham, amigos? Isso pode mesmo ter sido real, ou eu estou viajando não nos planos astral e mental, mas sim na maionese?

De qualquer maneira foi, no mínimo, um sonho muito bom.

Abraços.

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Bem legal! Era muito grande... cansei :lol: , mas li tudo (80%) 8-) .

Eu também costumo falar o nome de algumas pessoas lá e quando acordo não lembro mais... :lol: Parece que na hora a gente mistura reincarnações, lembra da vida antes de nascer :lol::lol:

Não lembro de já ter visto algum veiculo transportando espirito não, mas lembro de uma projeção ou sonho n lembro direito em que eu fui esfaqueado... é uma sensação bem desagradavel... seria vida passada ou me assaltaram no astral? :lol:

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Olá Kdu!!

Nossa cara, muito legal a tua experiência!

Um baita incentivo para vc continuar teus estudos.

Interessante o relato daquela construção "épica" sobre o Brasil, nunca ouvi nada semelhante relatado até agora.

Seria um caminho espiritual, tipo uma escada das dimensões mais densas para as mais elevadas?

Foi isso que entendi.

Nunca tive experiências de nível mental, pelo menos que me lembre, mas já acordei com enorme felicidade sem lembrar de nada o que tinha acontecido durante o sono.

Valeu por compartilhar.

Abraço,

;)

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Oi kdu!

Eu não tenho ainda mta experiencia em progeções astrais,em mentais então nenhuma,mas acho q não foi apenas um sonho,foi algo mto especial. Acho q deva tomar como um incentivo para se aprofundar mais nos estudos sobre o assunto e nas práticas. É uma pena q não dá pra se lembrar d td né. Abraços mta paz! ::R

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Oi pessoal...

Otsu, eu já sonhei que levava tiros, era esfaqueado, e mais um monte de coisas, mas acho que por ser só sonho, eu não sentia nada... Mas coisas boas, tipo gostos de comidas e beijos de garotas (todo mundo já sonhou algo do tipo, rs), eu consigo sentir tudo como se fosse real nesses ditos sonhos. Mas sobre o que você disse de misturarmos vidas e lembrarmos de pessoas que não lembramos agora, também acho que pode ser mais ou menos isso...

Morpheus, eu não lembro direito do que era... Tinha sim a ver com isso, mas a construção era muito mais do que apenas um caminho, tinha mais sentido e propósito, porém não consigo relembrar as explicações do amigo que estava comigo...

Andressalu, é uma pena sim, mas acho que é normal... Abraços.

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KDu, muito bem escrito seu relato, e com eventos muito interesantes.

Agora comentando seu relato, seria interesante se algum outro projetor também relatase ter visto a mesma concha dourada que você citou.

Clarividentes muito experientes poderiam olhar para o céu e ver a construção. Projetores poderiam ocasionalmente se projetar na dimensão correspondente a construção que citou e também contemplá-la. Afinal, sendo algo tão grande e importante, outras pessoas também poderiam receber de seus guias espirituais a oportunidade de saber a respeito de tal obra.

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É, eu concordo com você, Daniel. Agora, em que dimensão, ou em que época, essa coisa está, eu não sei dizer... Mas seria muito legal se mais alguém visse o que eu vi, afastaria a minha idéia de ter sido apenas um sonho.

Enfim... Da semana passada pra cá não ocorreu mais nada do tipo :mrgreen:

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Poxa que relato bonito esse!

Viajei enquanto lia ele, essa construção monumental me interessou tanto.

Po Kdu! Bem que você podia tentar descobrir melhor o que ela era né? Dai contar pra gente!

Abração amigo, obrigado pelo relato.

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