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História em quadrinhos – Batman: Coma


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Sei que existe o espaço destinado a apresentação de livros com tema especificamente espiritualista, mas acredito ser interessante a apresentação de textos, mesmo não sendo livros, que se utilizam destas temáticas sem que este seja seu principal assunto. Por isso, estou colocando este post aqui em Informações Gerais. Espero que apreciem mesmo sendo uma dica simples.

A publicação é uma história em quadrinhos em três partes chamada “Batman – Coma”. Escrita e desenhada pelo artista Scott Hampton e publicada em nosso país pela editora Abril no ano de 1997.

Nesta história o alter ego do Batman, Bruce Wayne, sofre um acidente de carro e entra em coma. Neste estado, tem uma experiência de quase morte em um ambiente com atmosfera Umbralina.

Segue a apresentação das três edições:

Primeira Edição:

batman___coma_1_by_afo_art-d4tb317.jpg

A belíssima capa desta edição mostra um Batman com ar melancólico ao invés das posições de luta e feições de ódio que geralmente são desenhadas para capas de revistas de super-heróis.

Sobre a história, ela começa mostrando o acidente da limousine de Bruce Wayne. Um motorista alcoolizado fura um sinal de trânsito e acerta em cheio o carro do milionário. Seu mordomo Alfred recebe, já no hospital, a informação que seu patrão está em coma profundo devido a uma série de lesões cerebrais.

Batman, e não Bruce, acorda em um lugar quase não abitado, com ambiente carregado, árvores mortas, terreno árido, várias montanhas e muito poucas cores fortes. Predominam o marrom e o cinza.

Assim que retoma a consciência, Batman recebe a visita de um espírito que diz ser aquele lugar a “terra do sono” e que ele deve encontrar a saída para voltar ao corpo antes que o seu “cordão de prata” se rompa, pois, caso aconteça, ele morrerá. O espírito fala também que todas as almas têm uma contraparte. Caso a alma seja boa, terá uma contraparte maligna e que para sair da “terra do sono” deve-se encontrar a contraparte e buscar a liberdade juntos. Entende-se, neste momento, a imagem da capa com Batman olhando para o mundo umbralino a sua frente... A jornada do herói para encontrar a saída começa.

Segunda Edição:

batman___coma_2_by_afo_art-d4tb37s.jpg

Nesta edição, Batman, segue pela “terra do sono” junto com Herry, homem que está em coma por choque insulínico e que conhece bem o local pois está vagando por lá a mais de um ano. Herry conhece o lago de fogo, que é a saída, e que é vigiado por um espírito que pode ser identificado como um Megassediador (termo usado por Waldo Vieira e que acho apropriado). Mesmo no Umbral, Batman segue a ética heroica de salvar quem for preciso. Salvou Herry de espíritos desequilibrado com aspectos de demônio e Marry no final da primeira edição, mulher que percebe, depois, ser sua contraparte. A contraparte do herói aparece na bela capa desta edição. Os três vão tentar chegar ao lago de fogo juntos. Pelo trajeto, têm visões de como seriam a vida deles caso não tivessem seguido os caminhos que levaram suas vidas até aquele lugar. A jornada até o “lago de fogo” continua.

Terceira Edição:

batman___coma_3_by_afo_art-d4tb3d4.jpg

A edição final de Coma mostra a história de Mary, que era do Ira – Exército Republicano Irlandês - e que entrou em coma por causa da explosão de uma granada em um atentado terrorista frustrado. Mary estava tentando abandonar a vida no Ira. Os três chegam ao "lago de fogo" e Herry revela seu corpo, debilitado e quase transparente. Seu “Cordão de Prata” estava quase rompendo, sua contraparte (benigna) já havia ido embora há muito tempo e ele ficou por medo. Herry recebe ajuda de seus companheiros de jornada para, juntos, mergulharem no lago. Aparece o Megassediador conhecido naquele lugar como “Devorador de Almas”. A capa exagerada desta edição mostra a criatura. Dá-se inicio a uma luta entre o mostro e os três companheiros. Como se trata de “Gibi de herói” a luta é na base da pancadaria mesmo (rsrsrs). Batman derrota o “Devorador” e segue-se o fim da jornada.

Adoro esta história. Ela é simples e pequena. Não se leva mais que meia hora para ler as três edições. Fica a dica para comentarem, mas indico a compra só para quem é fan de histórias em quadrinhos já que não se trata de leitura imprescindível. Não sairá muito cara a aquisição da minissérie em lojas de gibis usados.

Boa vida a todos,

Alexandre

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