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Alessandro Carvalho

Alguém já conseguiu comprovar uma projeção?

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Não é possível provar a projeção, é um estado de expansão interna, quem teve uma, tem certeza disso, mas não é possível provar aos outros...É possível provar pra si mesmo!

E relaxa, ceticismo é saudável sim, mas o sempre use o bom senso, se esta verdade está no teu coração, tu sabe que existe.

Uma vez estava lúcido e me percebi fora do corpo, é dificil dizer que não acredito...E os sintomas energéticos são muito maiores, no corpo físico mal se sente um EV, fora do corpo é tão grande...

Abraços.

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Há uma experiência que podem fazer e talvez dê certo. A vantagem dela é a praticidade: não é preciso ir à China, encontrar outros projetores ou vasculhar as redondezas de sua residência para buscar referências comparativas.

Apenas pegue um livro espesso e abra aleatoriamente em uma página sem olhar para ele. Depois de projetado, veja que página caiu e observe alguns aspectos da mesma. Se acertar a página e os desenhos, os títulos etc, então estará comprovado a existência da projeção.

Façam isso, é fácil e suficiente para provar. Se alguém conseguir, poste aqui para discutirmos.

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Olá Alessandro!

Talvez este vídeo esclareça um pouquinho suas dúvidas:

Parte 1:

Parte 2:

É o mesmo vídeo que você encontra aqui no site mesmo, aquele do Globo Repórter.

Forte abraço!

Paz e luz amigo

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Eu tive uma experiência de ter ido dormir, como de costume as 22:30 e pouco tempo eu, ou melhor meu corpo astral se levantou e ficou sentado na cama, fiquei me olhando dormindo, aí me levantei caminhei por toda minha casa, mas comecei a sentir um medo muito forte, por presentir que tinha mais alguém comigo e que não eram espíritos do bem, aí voltei para o quarto tentei me acordar, me deitei por cima do meu corpo e fiquei tentando mexer uma das mãos, fiz muito esforça para tentar me acordar.

Puxa vida, se eu já tivesse entendimento de que se tratava de uma viagem astral, eu teria era tentado explorar outras histórias. KKKKK Quem sabe ir até Paris.

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Projeção Verificada

Certo dia fui dar um cochilo, e em seguida saí no astral, estava na minha casa....Fui até a sala e vi que minha mãe estava ali, em uma mesa que tem na sala, verifiquei qual mesa era, o lugar que estava sentada, roupas etc,,, ela estava escrevendo, tinha uma papelada na mesa.. Eu fiquei olhando e perguntei alguma coisa, mesmo sabendo que estava no astral, e o estranho é que ela respondeu. Disse : você está vermelho, não sei mais o que ... Achei estranho ela ter respondido ... Depois de mais alguns acontecimentos eu 'despertei.'....

Então fui verificar se realmente minha mãe estava em casa e ali naquela mesa da sala..... E para minha surpresa, pela primeira vez tenho uma projeção em que pude verificar tail fatos, e ver que realmente tudo 'bateu' ..

nota:

Eu não a vi como estava vestida no dia, etc.. portanto não poderia estar no meu subconsciente .... E semana passada tive outra de mesmo estilo, porém já a tinha visto ela no dia, e também a roupa bateu ... Porém quando' acordei ' da V.A eu não lembrava da roupa e só confirmei ao vê-la novamente !!!

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Sua dúvida é perfeitamente compreensível: isto prova que vc tem bom senso! vc não vai sair por aí acreditando em tudo que te falam - isto as religiões já querem há milhares de anos. Devemos desconfiar até do que vemos pois nosso cérebro é criativo. O Waldo Vieira fala pra vc não acreditar no que t falam, só no que vc vê, e o que ele vê, ninguém vê, (o Wagner Alegretti - discípulo do WV- admitiu nunca ter visto um "Serenão"- coisa básica!!). Logo, o "Princípio da Descrença" é puro blefe! tem muita gente relatando VA's confusas e sem uma compreensão, sem proveito nenhum, inócuas. Muito mais valeriam os relatos COMPROVADOS pois toda a sociedade poderia compreender... é egoísmo pensar que vc teve a experíência e isto basta para vc. Se pode ver coisas "maravilhosas" numa PA então porque não pode comprovar coisas básicas como na experiência do Fantástico !!

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Cara, eu também tinha muito essa necessidade de comprovar a projeção. Ai desisti. Fazer uma projeção não é como fazer musculação. Como conhecemos bem a fisiologia do corpo humano basta seguir uma dieta, exercicios certos e pronto, seu corpo se desenvolve. Agora no caso da projeção isso se torna muito mas complicado. Cientistas não conhecem a mente ainda, não profundamente como deveriam, basta ver como a pscologia mudou nos ultimos anos e ainda há muito o que explorar.

O mesmo se dá com as realizações que se pode conseguir atravês da meditação, da yoga, não adianta querer que alguém te prove, a experiência é individual. No caso da meditação e yoga, muitos que atingiram o apica da realização nessa práticas puderam conhecer a fundo a mente, muito mais que psicologos dos dias atuais, e por isso mesmo desenvolveram uma serie de tecnicas cientificas que conforme o treinamento sistemático levam ao controle gradual da mente e o corpo.

O que vejo também é que as viagens astrais são muito pouco conssistentes quanto a técnicas, nem sempre uma técnica funciona pra todo mundo e nem todos tem a mesma facilidade, e como até agora não vi um mestre nisso desistir de ficar tentando e ir mais para o lado da yoga, da meditação onde se encontram técnincas e explicações bem fundamentadas que funcionam para todos e, nesse caso dominar VAs depois fica mais fácil porque é meio que um efeito colateral.

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Certa vez, um cético entrou em um grupo de estudos no qual eu participava e acabou provocando um certa discussao sobre o fenomeno.

Ele propos um desafio para provar o fenomeno ...

Ele escreveu uma frase que somente ele sabia atras da porta de seu quarto. A frase era de tamanho legível a 1 metro de distancia, escrita em um papel pregado com fita crepe atras da porta..

Ele desafiou a qualquer projetor que dominasse as saidas do corpo e ler em voz alta para a galera em volta.

Pois bem, passado uns 30 dias, ninguem tinha ao menos saido da materia afim de resolver tal desafio.

De um momento para outro, um projetor lá dos Eua, ficou sabendo do desafio através de um amigo , e resolveu dissolver tal proposta.

Ele projetou-se e colocou como firme propósito a solução do mesmo ... Ele encontrou a casa do desafiante, entrou no quarto, viu e gravou a mensagem que estava escrito atrás da porta ..

No dia seguinte ... ele contactou a pessoa e foi descrevendo o que viu

"...fui ao seu quarto e notei que vc nao eh uma pessoa muito organizada, haviam roupas sujas jogadas no canto perto da mesinha onde fica seu computador. Vc tambem eh espacoso, dorme numa cama de casal. Vi alguns quadros assustadores nas paredes, havia um quadro com uma pintura de um cranio, dois quadros de umas mascaras meio demoniacas e um outro que nao consegui identificar. Vc tambem tem uma tendencia a Imelda Marcos, pois haviam uns 15 pares de tenis espalhados pelo chao. A frase atras da porta esta escrita em cartolina e diz: "Evolua seu espirito". Vc estava acordado em frente ao computador quando estive ai, eram mais ou menos entre 3 e 6 da manha. Vc estava vestindo calca jeans e uma camisa xadrez de tom escuro com um tom mais claro..."

Após a descrição, o amigo ficou de boca aberta. Nao conseguiu raciocinar...Ficou com medo, apavorou, perdeu toda a razao que tinha , literalmente caiu no chao. Levou um choque ...

Concerteza ele sentiu na pele que o fenomeno é verdade e ele foi provado disso.

Depois do "estupro" consciencial, ele mudou totalmente o rumo que seguia na sua vida, mudou seu comportamento e se dedicou mais a espiritualidade .

Resumindo .... a Viagem Astral pode ser provada, mas somente com muito trabalho e perseverança se pode alcançar a bem-aventurança de provar, mesmo porque pode mudar a forma de existencia da pessoa.

Paz e Luz pessoal!!!

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Bemmmmm....... depois de séculos sem entrar no site,tendo varias experiências, lendo relatos duvidosos, lendo sobre a doutrina espirita e sua origem, religião e afins, informo-lhes que não achei NENHUMA comprovação. Sendo assim, considero viagem astral um simples caso de sono acordado, e desconsiderarei doutrinas sobrenaturais sobre o assunto. :evil:

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Olá julyandersonbr, você lembra qual foi o nome desse tópico para que pudéssemos ver?

Já comentando essa experiência, infelizmente ela só tem poder de comprovar alguma coisa para as 2 (duas) pessoas envolvidas. Ninguém mais deveria crer nisso, pois é muito fácil de combinar algo assim, hoje em dia o que mais se faz é pregar peças desse tipo.

Lobo, entendo sua posição e te apoio. Eu tive várias projeções com boa consciência e nunca consegui confirmações. O melhor que já fiz foi: ver a hora. Fiz isso uma dúzia de vezes já, mas acho que é muito fácil para o nosso organismo saber a hora, acho pouco válido.

De qualquer forma acho que vale apena continuar dando crédito a projeção e independente de ser real X ilusão, é muito bacana.

Uma das últimas idéias que tive é o seguinte: considerando que a projeção seja total fruto da mente e espiritualidade não exista, ainda assim a projeção astral, a experiência de se ver lúcido cercado por sua própria mente/memórias, não é muito diferente da vida acordado no físico.

Pelo contrário, entendo que nesse caso a P.A oferece um campo para existirmos e interagirmos com todas nossas memórias e vivências gravadas em nossa mente durante a vigília.

Isso porque tudo o que vemos acordados, todos sabem, é pura interpretação do cérebro. Se P.A é puramente mental, nela temos acesso a todas nossas memórias, ao nosso banco de dados integral, e podemos viver ali provavelmente de forma muito mais intensa e completa do que acordados, quando só temos acesso contínuo a uma pequena quantidade de informações que chegam até nós pelos sentidos.

Mesmo na pior perspectiva, pra mim isso parece ótimo.

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Descarto o caso de ser fruto da mente.

Como vc vai a lugares , que nunca foi ou viu,por exemplo, colônias?

É algo muito real, atravessar paredes, ver o cimento que tem entre elas e talz :shock: , voar, sentir aquilo... muito real para ser diminuída para ilusão da mente!

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Ruim que tem gente que quer provas mas querem que filme a mente saindo do corpo, ae já é demais.

Existe algum aparelho que capte vibrações do espirito? estilo SuperNatural?

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Vide abaixo um texto do Lázaro Freire sobre o assunto, espero que ajude:

Conversando sobre "provas científicas" dos fenômenos projetivos e espirituais

Por Lázaro Freire, List-Owner da Voadores

Site...: http://www.voadores.com.br

Lista..: http://lista.voadores.com.br

Coluna.: http://ippb.voadores.com.br

Muitos céticos tem, ultimamente, voltado à questão da "exigência" de provas das Experiências Fora do Corpo, não raro adentrando espaços espiritualistas com termos hostis.

Como vejo espiritualistas cometendo erros conceituais ao tentar discutir em vão certos aspectos (as vezes para descobrir adiante que a intenção era apenas desvirtuar), que esta questão das "provas exigidas" merece maior discernimento de nossa parte.

Se a dúvida é do outro, que não teve uma experiência íntima, seria ele quem deveria procurá-la em si (pois é íntima), e não no relato e demonstração do outro. Ou ignorar, se não lhe diz respeito.

É saudável alguém não aceitar para si o que só o outro experimentou. Outra coisa bem diferente seria um pastor invadir a missa para criar atrito (ou vice-versa), ou um cego impedir as pessoas de falarem qualquer assunto relacionado a algo visto, para que "respeitem" a sua limitação.

Lembro-me, nessas horas, das colocações do Wagner Borges: "sua dúvida não abala a minha certeza; se minha certeza incomoda a sua dúvida, corra VOCÊ atrás".

Aliás, penso se o questionador poderia nos provar o sentimento de já ter amado – ou perdido - alguém. Gostaria de ser desrespeitado em sua expressão por não transferir sua vivência a quem sequer o interpelou? Afinal, mediríamos ali apenas variações de adrenalina, e explicaríamos suas lágrimas como respostas a estímulos neurológicos.

Porém, ler os ingredientes de uma receita é muito diferente de experienciar uma refeição.

Penso também que todas as "provas", se houvessem, seriam refutáveis, uma vez que, como demonstrações externas de algo que ocorreu em nível consciencial, sempre poderiam ter QUAISQUER outras explicações igualmente externas.

Outros, simulando "boa intenção", exigem as provas para que eles as publiquem e convençam as pessoas. Mas se as pessoas não acreditaram em quem as teve, porque acreditariam em quem não experimentou? Não seria mais fácil acreditar no livro original? Como ele, mero pesquisador, provaria sua prova ao novo cético, que teria mais direito ainda de desacreditar nele, oportunista, também?

Poderíamos, entretanto, criarmos a partir das observações alguma teoria ou neo-ciência que explicasse o fenômeno (não basta "dar nomes"). Mas estas precisariam usar paradigmas transcendentes aos atuais, e até estas seriam sempre novas. Como tal, todas estas seriam também, por sua vez, refutáveis. E nada disso anularia a experiência de tantos que relatam ter a experiência, havendo ou não uma "explicação". Notetambém que tudo isso seria uma obrigação nossa de saciar oincômodo gerado pela dúvida do outro. Por quê? Não temos esta pretensão.

É evidente que isto não deve desencorajar a pesquisa (de quem é pesquisador), mas daí a exigência, por parte de céticos, de provas dos práticos, sob pena de discussões infrutíferas, desafios e perseguições, vai distância.

Outra questão é o ambiente hostil da maioria das "pesquisas", mesmo as que tentam ser sérias. A maioria está interessada em provar que NÃO existe a experiência (do outro), fato do qual já está convencido antes de começar a "pesquisa".

Um outro equívoco, este explicado à comunidade científica por Carl G. Jung em seu clássico "Sincronicidade", trata-se de certas investigações serem sempre causais, tentando reproduzir conseqüências após repetições de fatores geradores. Decerto isso ocorre no universo, mas não só. Toda uma outra abordagem seria necessária para tratar da investigação dos acontecimentos ACAUSAIS - dentre eles sincronicidades, repetições inesperadas e improváveis de eventos, experiências íntimas - e projeções astrais.

Outra questão é o paradigma do observador, inferior, por definição, ao observado. Se já se decidiu que o observado não pode existir, para que a pesquisa? Pesquisar admitiria a possibilidade de existência, entretanto, em existindo algo "além", como este poderia ser medido pelo que não está? Pode alguém provar a existência das cores através de imagens em branco e preto? Pesquisar novas fronteiras EXIGE novos paradigmas, também.

Discirna: Alguém que não aceita a projeção astral tampouco tomará como referência a projeciologia. Um psicanalista que admita no máximo a realidade individual não teria motivos para se fiar em elementos coletivos ou "para"-psicológicos.

Um médico embasado na medicina medieval tampouco atribuiria explicações das doenças a "místicos" seres invisíveis, ainda que invisíveis apenas aos seus limitados meios de prospecção. Por uma questão de lógica, não se pode exigir uma explicação transcendente usando apenas valores do transcendido.

Quanto a provas CARTESIANAS, como as pedidas (mais por céticos do que por verdadeiros pesquisadores), é pouco inteligente (e nada científico) exigi-las nestes assuntos. Isso revela, sem querer, uma mentalidade pré-quântica, 2 séculos de atraso, o que não é compatível com nenhuma postura realmente "científica".

Até mesmo a psicologia junguiana (com seu inconsciente coletivo e sincronicidades) e a física quântica (com seus "desaparecimentos" de elétrons, supercordas, e comportamento da matéria como energia), para citar apenas duas áreas populares ensinadas em faculdades tradicionais, tampouco seriam "aprovadas" por este crivo cético inquisitória que ainda quer ver o universo explicado pelas três leis de Newton e/ou pelas dez de Jeová.

Ou seja, ao tentar ser "científico", muitos céticos demonstram apenas estar pelo menos 200 anos atrasados em relação ao conhecimento humano. E aí também revelam que o que professam não é ciência. Ceticismo gratuito é "fé”.

Ciência não é trocar a Bíblia pela Superinteressante (ou menos que isso) e só aceitar como verdade o que o pastor-professor estabeleceu como já ensinável no 2º grau. O método científico não só admite a existência de coisas "além" (do conhecido), como dele DEPENDE.

Tudo o que foi estabelecido era antes desconhecido, logo, é cientificamente ÓBVIO que muitas das coisas "reais" que ocorrem não têm como estar documentadas.

Antes de alguém dar um nome, muito do que hoje é verdade já foi taxado como sobrenatural. Há apenas 150 anos atrás, lavar as mãos (como as freiras) para realizar partos era visto como misticismo. A gravidade é anterior a Newton; a eletricidade à Franklin. Microorganismos já existiam antes dos microscópios. E projeções astrais, também.

É exatamente por isso que existe ciência, que NÃO É o mesmo que ter a "fé dogmática do ceticismo", que não deixa de ser uma opção "religiosa", que demanda a maior de todas as FÉs e CRENÇAs: acreditar e apostar que NADA existe no universo além do já conhecido pelo limitado homem atual.

A ironia é que o ceticismo não é apenas "fé", mas trata-se, também, de uma fé "fundamentalista", já que, devido à sua natureza, tende a ser imposta a quem "acredita" em coisas diferentes. Algumas incursões céticas em espaços (até então) pacíficos, não dedicados nem ao ceticismo nem ao messianismo, são comparáveis as tentativas de conversão ao seu modelo de descrença, contra qualquer evolução nas fronteiras do pensamento. Como em qualquer fundamentalismo, o que realmente está em questão é um tremendo incômodo com o outro, ainda que entre os seus, ter encontrado algum outro tipo de modelo para si. Impossível não lembrar das mesmas causas psíquicas da inquisição.

Neste caso, é paradoxal: a fé cega no racional é, como toda fé, algo irracional.

Raciocine: Em qualquer das épocas passadas da humanidade, sempre havia algo a ser descoberto. E todos os pesquisadores de ponta, do que viria a ser ciência logo a seguir, foram tomados como hereges ou místicos, ainda que falando de coisas que poderiam SIM ser experimentáveis (de algum modo), mas JAMAIS dentro do paradigma de então.

Logo, é razoável pressupor que a história não tenha acabado, e ainda haja muito a ser descoberto, com paradigmas novos tão ou mais surpreendentes do que os revelados por Giordano Bruno, Galileu, Darwin, Einstein, Jung; todos eles heréticos de algum modo. Não se pode descobrir o novo enquanto preso ao antigo.

Entretanto, há uma questão mais incômoda ao ceticismo gratuito, que nem demandaria tanto discernimento assim. É praticamente um erro fundamental, maior até do que a constatação de que a ciência, assim como a história, não acabou. Já citei acima, mas é importante detalhar:

Trata-se da falência, já há tempos, do paradigma cartesiano para explicar todo o universo. Nem mesmo a ciência dita "acadêmica" se mantém fiel sequer ao tempo-espaço linear, como bem sabe qualquer aluno de primeiro ciclo da área de exatas.

Conclusões semelhantes podem ser obtidas na área de humanas, que aplica há tempos conceitos como inconsciente coletivo, arquétipos e sincronicidades acausais; ou mesmo em ramos da biologia, que admitem que pelo menos algumas espécies (como as abelhas) comportam-se como que conectadas a um ser maior do grupo, como se houvesse uma inteligência coletiva (da colméia, no exemplo), que não pode (ainda) ser provada enquanto natureza, mas ainda assim lá está.

Note que a física quântica, e até mesmo a relatividade, baseiam-se em postulados que não podem ser "provados", e extrapolam Newton.

Se nem o salto quântico do elétron que "desaparece" e muda de órbita (conceito inicial de quase toda a física moderna) pode ser provado "cartesianamente", é "pouco inteligente" exigir hoje que justamente as questões internas e/ou conscienciais o sejam.

Ciência implica estar aberto para o novo. Certas exigências de provas dentro de um tempo-espaço linear e causal, (comprovadamente incompleto por Jung e Einstein) soam como uma exigência primária de demonstrar integrais usando apenas as quatro operações, sob pena de analfabetos em álgebra interditarem a faculdade. (*)

No mínimo, trata-se de um "mico" consciencial - mas face ao já descoberto pela ciência de ponta hoje em dia, o "mico" pode ser científico, também.

Lázaro Freire

(que por mais racional que seja em seus argumentos, transborda internamente ao provar de um amor pela vida e pelo um que não pode - nem precisa - provar)

(*) OBS: A figura de linguagem que usei me trouxe a mente agora, não de todo por acaso, o divertido caso real de militares que, certa feita, prenderam um ex-cunhado meu devido ao uso de uma incompreensível (logo, subversiva) régua de logaritmos. Explicaram-se, depois: O tal "artefato de código comunista" estava ao lado de "O Capital" (leitura obrigatória na faculdade de filosofia que ele então cursava) durante o regime ditatorial no qual os militares mergulharam (em trevas) durante décadas o país.

--

Lázaro Freire

lazarofreire@voadores.com.br

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Ruim do espiritualista é achar o ceticismo um mal.

Mal do ceticismo é ser fechado.

Ceticismo não é um mal, ele até algo bom, duvidando, negando, duvidando e estudando que se obtém as respostas.

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Bemmmmm....... depois de séculos sem entrar no site,tendo varias experiências, lendo relatos duvidosos, lendo sobre a doutrina espirita e sua origem, religião e afins, informo-lhes que não achei NENHUMA comprovação. Sendo assim, considero viagem astral um simples caso de sono acordado, e desconsiderarei doutrinas sobrenaturais sobre o assunto. :evil:

Igualmente. Também já tive várias experiências, mas em todas percebi que eram frutos da imaginação apesar de parecerem reais. Projeção astral não tem fundamento, mas explicação com base na neurociência, na ciência, tem.

Projeção astral é ingenuidade, eu tenho dó de todos os crédulos, pois eu já conheço a realidade, sou pé no chão. Tenho uma visão madura do assunto, mas infelizmente nenhuma razão é suficiente para abrir os olhos dos crédulos. Da mesma forma como há a fase em que acreditamos no papai noel, há a fase em que estamos sucetíveis às inúmeras crenças místicas e religiosas do mundo. Essa suceptibilidade ao misticismo e ao sobrenatural acontece somente pela limitação da inteligência das pessoas, se elas compreendessem como é a realidade por meio da ciência, da observação e do bom-senso, então jamais cairiam no engano e nesse verme mental que é tudo que envolve sobrenatural.

Não há provas, porque esse fenômeno é, como vc bem disse, um "sonho acordado". Se não fosse, já haveria muita prova por aqui. O que falta para ver a realidade? Para mim já está claro a falsidade do fenômeno.

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É realmente difícil duvidar da VA depois de experimenta-la, "ver seu corpo deitado na cama". Porisso sugiro a todos os interesados na verdade, que se esforcem bastante. Procurem os furos, as lacunas, e vocês encontrarão. Mas pra isso é preciso ter coragem e humildade, para aceitar que você pode estar enganado.

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Oi Amorc! :) Eu já tivea lgumas comprovações e já relatei aqui no forum algumas delas.Passei detalhes pessoais :hug sobre dois membros daqui do forum e foi comfirmado pelos mesmos.abç. :o

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A projeção astral e sim capaz de obter informações verificáveis, porem, creio que isso não é o mesmo que dizer que:

- tudo o que você vê seja real, NO SENTIDO FÍSICO

- que todas as suas projeções sejam reais

- que todos os projetores tenham a mesa capacidade de obter dados reais

Creio que todas essas coisas são variáveis, e comprovar que é possível obter dados confirmáveis através da projeção astral não garante nada quanto aos outros pontos. Eu já obtive algumas confirmações visitando no físico lugares que só tinha conhecido por dentro através da projeção. Mas foram 2 ou 3 caos apenas, ate porque tenho bastante dificuldade em me manter na parte física quando projetado.

E já tive, há uns 10 anos, um sonho confirmado por outras pessoas. Não foi uma projeção consciente nem da minha parte nem das demais pessoas envolvidas, todos julgamos que fosse apenas um sonho, mas quando nos reunimos a pessao relatou exatamente o mesmo que eu sonhei. Foi assim:

A pessoa que contou o sonho dela disse que ela estava, no sonho, visitando a nova casa, na qual iria morar (tinha apenas assinado o contrato de aluguel, não tinha ainda se mudado). Junto com ela estavam a pessoa A e a pessoa B. Eles olharam para o chão e num canto da sala vazia encontraram um grupo de objetos, e pensaram: “O que diabos poderia ser isso?”. Ao pensarem nisso eu entrei por uma porta, olhei e disse: “Isso é tal e tal coisa”.

E o que eu lembrava do sonho era apenas eu passando por uma porta, as mesmas pessoas A e B presentes numa sala vazia, que me era desconhecida, e olhando para mim com um olhar inquisitivo, como se tivessem feito uma pergunta. Ao passar pela porta eu me dirigi ao canto da sala, olhei os objetos que ali estavam e disse para elas “isto é tal e tal coisa”. Eu lembro de ter dito a mesma coisa que a pessoa lembrava que eu tinha dito no sonho dela.

Mas a questão que se levanta, para mim pelo menos, é a seguinte: éramos um grupo que trabalhava com desobsessão, nossa afinidade era óbvia e necessária, e provavelmente foi algo patrocinado pelos amparadores. Repito: ninguém ali estava conscnete de esatr projetado, para todos nós aquilo tinha sido apenas um sonho comum, e mesmo assim gerou essa confirmação. Experiências “patrocinadas” costumam ser mais estáveis, mais claras, e mais fáceis de comprovar. Outra coisa, muito diferente a meu ver, é você desenvolver o domínio da projeção a ponto de obter dado confirmáveis EM QUALQUER SITUAçãO, A SEU BEL-PRAZER.

Para mim, pelo menos, quem não consegue se projetar a ponto de, por exemplo, ir no supermercado (objetivo fútil) e checar o preço do tomate, para ver se vale a pena ir lá fisicamente e enfrentar uma fila, não pode dizer que domina a projeção astral de forma confiável. A projeção astral é uma habilidade natural, todo mundo concorda com isso, mas quando acham que só se pode usá-la para fins “espirituais” ou de “assistência”, a meu ver estão mistificando.

O Alex Tanous, um projetor norte-amerciano amplamente investigado pela Associação americana de pesquisas psíquicas tinha uma aplicação muito prática para a projeção astral, além de servir de cobaia para os parapsicólogos: encontrar pessoas desaparecidas. Isso sim é que é obter dados confirmáveis! Qualquer um que já se projetou na parte física e tentou depois confirmar a aparência da rua, a posição dos prédios ou o número de alguma residência vista sabe o quanto isso é difícil.

Recentemente encontrei um relato de um vizinho de uma família cujo filho foi encontrado por ele, e o relato foi postado no fórum do James Randi! Só que o pessoal de lá, evidentemente, considerou isso uma evidência anedótica não confirmada. Não importa que o cara fazia isso com regularidade, recebendo pedidos de pessoas de todo os EUA....

Então, sinceramente, acho que a atitude de achar que comprovações não são necessárias é jogar fora uma enorme gama de possibilidades práticas. Pensem nisso quando olharem os cartazes de crianças desaparecidas que vivem espalhados pelas cidades.

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Eu mesmo confirmei com quatro membros do forum.Eles ficaram na duvida até eu começar a comentar como eles eram,suas casas,marcas de nascensa em seu corpos como manchas ou pintas e os logais de seu corpos que tais sinais se encontravam. :shock::hug Deve uma que ficou com vergonha porque eu relatei até com que camisola ela estava na noite anterior!Cor do tecido,estampas e até a cama do cachorrinho que fica ao lado de sua cama.Acho que agora ela deixou de ser São Tomé. :lol::lol::lol::lol:

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