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sandrofabres

COMPROVAÇÃO DA PROJEÇÃO ASTRAL

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Olá,

Parabéns pelo tópico! Muito útil.

Eu ia citar exatamente sobre O livro do Robert Bruce.

Em seu livro ele faz três distinções: experiência fora-do-corpo, projeção astral e sonho lúcido.

A EFC seria em "real time" e frequentemente ocorre como parte de uma experiência quase-morte, causada por algum tipo de trauma mais severo. Nesse caso, o que ocorre é que ocorre é que o corpo astral contém grande quantidade de matéria etérea o que o mantém próximo ao mundo físico.

Podemos até ver, que as maiores comprovações de projeção ocorrem realmente em pessoas que estão em estado de quase morte, em hospitais principalmente.

As minhas projeções quase 99% ocorrem em dimensão astral. Somente duas vezes( que são as que eu me lembro no momento, porque são muitas) eu consegui comprovar.

1- Me projetei, sai do quarto, fui até a sala e pude ver a visita que estava na sala, sua roupa e tudo. E todos detalhes bateram.

2- Estava querendo encontrar com um amigo. Acordei flutuando em um ponto de ônibus e vi meu amigo ali com uma camisa verde. Voltei rápido pro corpo. E havia saído ás 10h da manhã (sei da hora por causa do despertador)e era esse o horário que eles estava no ponto e com a camisa daquela cor.

Tive outras experiências em sonhos lúcidos ou em projeção, que os detalhes batiam, de lugares que não tinha ido. Mas aí já não sei pq tenho clarividência então ás vezes vejo coisas que vão acontecer ou aconteceram em projeção ou em sonho. E qdo ocorre isso em projeção sempre tem algo a mais no ambiente ou com alguma distorção o que é próprio do plano astral.

Uma forma de comprovação que estava buscando era através de um encontro, mas até hj não tive êxito. Só encontro com pessoas que ao meu ver ou são desencarnadas ou são habitantes do astral. Pois como disse minhas projeções sempre ocorrem em nível astral.

No livro do Robert Bruce ele fala que as projeções em REAL TIME são mais raras, sendo mais comum nas experiências quase morte. E concordo 100%, devido as minhas experiências, como a explicação dele, que também são baseadas em suas práticas.

Bom, mas mesmo se projetando na contraparte astral de um local, por ex., existem certas coisas que realmente podem bater, outras não porque só existem a nível astral.

PARTE 2

"Isso me traz a única teoria que considero razoável para explicar isso: as do Robert Bruce.

O Bruce tem uma forma meio complexa que explicar o que ocorre durante uma projeção, baseado na sua própria observação do fenômeno. Eu traduzi o texto dele e disponibilizei aqui:

viewtopic.php?f=2&t=14128&p=78305&hilit=mind+split#p78305

Então, basicamente, logo que saímos estamos na parte física do astral. O tempo que permaneceremos nesse plano depende do desenvolvimento dos chackras, variando, segundo o Bruce, de segundos a 10 minutos. Segundo ele, alguns projetores apenas se projetam na parte física, batizada por ele de REAL-TIME, porque o tempo passa nela mais ou menos de forma idêntica a passagem do tempo na parte física. Ele mesmo passou ANOS se projetando APENAS PELA PARTE FÍSICA, e demorou um tempo ate descobrir um jeito de penetrar no astral propriamente dito.

Outros projetores se projetam apenas na parte astral, jamais tendo acesso a parte física.

Ele alega que projecoes no plano astral propriamente dito sao resultado dos charas superiores mais ativos, geralmente com alguma clarividnecia latente, e nao sao tao dependentes de relaxamento profundo nem de muita ativacao energetica.

Ja por exemplo o Moises Esagui, que parece se projetar mais pela parte fisica, comenta a imprtancia do chakra basico numa projecao que permita materializacao.

Pelo jeito ,quais chakras estao mais atiov quando voce se projeta determinam para ONDE voce se projeta, se na parte FISICA ou se na parte ASTRAL PROPRIAMENTE DITA.

Essa explicação, a meu ver , esclarece porque alguns projetores acham fácil obter confirmações enquanto para outros é muito difícil ou mesmo impossível: você só pode obter confirmações se sua projeção acontece na parte REAL-TIME, que ‘e um reflexo do plano físico. Se você se projeta diretamente para o plano astral, nunca conseguirá confirmar nada, porque o que você vê existe APENAS no plano astral.

Isso nada tem a ver com lucidez, mas com o plano no qual você se encontra quando projetado:

- o plano físico é o mesmo no qual você passa o dia, logo, pode confirmar o que viu

- o plano astral é o plano dos sonhos, tudo é possível, e nada existe no físico.

Portanto, se a gente quer confirmações, temos que nos focar no PLANO FÍSICO, ou seja, NOS PROJETARMOS EM REAL-TIME, ao invés de ficarmos viajando pelos planos espirituais, com mentores, elementais, Ets, ou sei lá mais o que.

Segundo o Bruce, uma projeção em REAL-TIME usa um corpo projetado de REAL-TIME, e esse corpo precisa de uma energia bem física/etérica. Quando essa energia acaba, há um segundo desdobramento e, ingressamos no plano astral propriamente dito, ingressando no mesmo plan dos sonhos, PERDENDO, PORTANTO, A OPORTUNIDADE DE CONFIRMAÇÕES .

Então, CASO QUEIRAMOS CONFIRMAÇÕES, convém sermos capazes de nos projetar em REAL-TIME, ou pelo plano físico. Para isso, a prática energética de estimulação geral dos chackras seria fundamental.

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Cara, excelente tópico, até porque no meu caso nunca tive nada concreto, pior todas as vezes que eu achava que sai era so um sonho lúcido, minha mente me enganando, ver outras pessoas relatando e comprovando, isso é muito importante, da um ar bem mais cientifico, real a viagem astral e ajuda também outras pessoas a continuarem mesmo quando não conseguem algo de fato, suas postagens me estimularam a voltar a praticar.

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Que bom! O objetivo era esse mesmo, e vacinar os novatos contra a turminha que so bota duvidas porque desconhece (ou finge desconhecer) esse tipo de comprovacao.

Sao as eternas raposas da fabula de Lafontaine:

http://sitededicas.ne10.uol.com.br/fabula30a.htm

Esses dias um novo usuário se registrou e relatou que por várias vezes ficava visitando uma amiga, via ela na casa dela, depois comentava com a amiga, que ficava surpresa de como ela conseguia fazer isso.

Só que li na hora e não gravei o nome da pessoa, e agora não consigo achar o post dela. Se ela estiver lendo isto, por gentileza, faça um relato conteno algumas descrições dessas projeções e poste aqui! Conseguir isso, e várias vezes, é uma raridade, seria bom termos um relato desses aqui.

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Ótimo post! Agradeço ao sandrofabres, eder e os demais usuários que postaram os relatos contendo comprovações, isso está sendo de grande ajuda pra muita gente!!!

Infelizmente nunca consegui obter nenhuma comprovação, e atualmente meu principal objetivo é esse... assim que eu tiver algum domínio sobre minhas projeções pretendo realizar alguns testes similares ao do usuário Daniel_amorc e compartilhar com vocês.

Um up mais que merecido pra esse post!! :drinks

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O TEXTO ABAIXO E' DO LIVRO PROJECIOLOGIA, DO WALDO VIEIRA, TRATANDO DA QUESTAO DAS COMPROVACOES:

........

363. FATORES NEGATIVOS ÀS CONFIRMAÇÕES POSTERIORES

Realidades. No plano extrafísico cada pensamento ou visualização se torna realidade imediata no ambiente específico aonde a consciência se manifesta. O plano extrafísico comum e o plano mental são realidades de per si, diferentes do plano físico e até um plano do outro. Cada plano destes se estrutura sobre energias que vibram em níveis diversos de freqüência, e níveis de consciência também diferentes.

Leis. Cada plano existencial tem leis próprias que o governam de acordo com as suas características, e que não podem ser transferidas ou aplicadas fora dele, e nem muito menos ajustadas às leis de outros planos.

Lucidez. A consciência encarnada quando se projeta para fora do corpo humano desfruta de um percentual de lucidez que varia do extremo inferior, zero, até ao extremo superior, o clímax de iluminação da consciência cósmica que ultrapassa o mais elevado pique de lucidez possível na vigília física ordinária.

Fatores. Fatores que interferem negativamente para a obtenção de provas objetivas ou con¬firmações posteriores das vivências da consciência durante a projeção consciente:

363.1. Distinções. Às vezes a consciência quando se projeta não percebe, no momento da saída do corpo humano e durante as circunstâncias extrafísicas, que está projetada. Outras vezes não consegue diferenciar com exatidão o plano físico do plano extrafísico, ou mesmo estes dois planos em relação às próprias formas-pensamentos; ou ainda as emissões telepáticas de encarnados e desencarnados, dentre as formações e estruturas que visualiza e lhe empolgam as percepções extrafísicas.

363.2. Veículos. Geralmente é mais fácil à consciência encarnada projetada, seja pelo psicossoma ou pelo corpo mental, perceber as estruturas mentais do plano extrafísico, conforme o seu veículo de manifestação, que lhe parecem mais sólidas nas circunstâncias do que as próprias formas densas do plano físico, pois, ali, ela não dispõe dos sentidos grosseiros do corpo humano para ver, entender e discernir, de modo adequado, as estruturas físicas.

363.3. Sensibilidades. Não se pode descartar o fato de que as sensibilidades do encarnado paranormal são potencializadas e se dilatam, em proporção geométrica, quando ele está projetado envergando um veículo de manifestação, seja o psicossoma ou o corpo mental, extraordinaria¬mente mais leve, sutil, o que deslumbra e perturba os não habituados ao seu manejo e uso fre¬qüente.

363.4. Complicações. Tudo tende a se complicar quando a consciência se manifesta pelo psicossoma denso, lastreado pelas energias do duplo etérico, o que lhe borra a lucidez e lhe inten¬sifica o sonambulismo; quando faz apenas uma projeção parcial; ou mesmo quando produz tão- somente o fenômeno da clarividência viajora e não a projeção integral que seria o seu desloca¬mento por inteiro para fora do conjunto de veículos coincidentes no corpo humano e na vigília comum.

363.5. Preconceitos. Os condicionamentos humanos e as idéias preconcebidas que o projetor carrega consigo interferem, sobremaneira, na interpretação correta das vivências extrafísicas. Quem se projeta há de conservar sempre a mente aberta e receptiva a fatos, formas, figuras, e vidas diferentes, estranhas e desconhecidas, afastando todos os pensamentos cristalizados sobre alguma coisa antes de realmente ver ou experimentar, de modo direto, pela projeção, através de suas percepções extrafísicas. Tal atitude, diga-se de passagem, não é fácil em razão do misoneísmo ou neofobia. A rigor, a projeção consciente é chave geral, ou salvo-conduto, que faculta à consciência checar tudo o que deseja, por si mesma, sem intermediários nem interferências, porém isso depende do perfeito desempenho psicofisiológico de cada um.

363.6. Auto-sofismas. Em muitas ocorrências, os preconceitos, os princípios rigidamente ortodoxos, e os reflexos condicionados reprimem, subjugam e asfixiam as observações extrafísicas corretas, a título de aplicar uma falsa racionalidade, lógica, ou ponto de vista humano, adredemen- te firmado, sobre os fatos. Neste caso, o projetor deve dar prioridade às suas primeiras inpressões, ou intuições, que costumam ser de modo geral as reais e exatas, e não as demais que se superpõem como se fossem auto-sofismas, com todos os indícios, aparentemente autênticos, de incontestável realidade.

363.7. Maya. Como se observa, os fatos corriqueiros da ilusão humana, ou maya, sobre a realidade dos acontecimentos extrafísicos, também perturbam o mecanismo das confirmações posteriores às projeções conscientes.

363.8. Tradução. Há de se acrescentar ainda a dificuldade natural que a média dos projetores apresenta para traduzir em palavras as suas emoções, sensações e observações fora do corpo humano em relatos orais ou por escrito.

363.9. Testemunhas. Outros fatores, na verdade ambivalentes, que interferem tanto pró quanto contra os desempenhos da consciência fora do corpo humano são: as testemunhas ou co- participantes da projeção, que podem ser tanto o encarnado, também projetado na mesma opor¬tunidade e no mesmo ambiente extrafísico, que depois nada se lembra na vigília física ordinária; quanto o encarnado vígil, paranormal, que consegue captar a presença extrafísica do projetor projetado, fato sempre mais raro.

Experiências. Infere-se dos fatos que somente as experiências repetidas do projetor veterano podem fornecer os exatos padrões de discernimento para a consciência projetada distinguir, de maneira acurada, às mensagens telepáticas, ou as intuições sutis de entidades desencarnadas; os pensamentos de encarnados num determinado momento; a psicosfera das entidades e as formas reais do meio ambiente extrafísico; e, por fim, as estruturas ou formas mentais em relação à realidade do ambiente físico.

364. ANALISE DAS PERCEPCOES DO PROJETOR

Tipos. Excluindo as influências oníricas, formas-pensamentos, etc., há cinco tipos básicos de percepções extrafísicas gerais (V. cap. 238), autênticas, puras, da consciência quanto aos ambientes ou atmosferas aonde se manifesta:

364.1. Percepção consciencial pura do ambiente físico ou humano.

364.2. Percepção consciencial pura do ambiente extrafísico crosta-a-crosta..

364.3. Percepção consciencial pura do ambiente

extrafísico propriamente dito.

364.4. Percepção consciencial pura do plano mental.

364.5. Percepção consciencial misturada das formas extrafísicas e físicas, ao mesmo tempo e, neste caso, de difícil discernimento e interpretação.

Julgamento. É sempre muito problemático analisar e julgar as percepções extrafísicas da consciência encarnada projetada. Ocorrem muitas percepções extrafísicas errôneas. Nem sempre, contudo, o que o projetor diz, que na verdade não se ajusta às circunstâncias humanas que ele afirma ter presenciado, está inteiramente errado. Acontecem muitas vezes interferências das circunstâncias e a mesclagem da suas percepções conscienciais, o que acarreta a interpretação errônea das visualizações, quando ele julga físico o que é extrafísico ou vice-versa.

Telepatia. Exemplo da complexidade da análise das percepções da consciência encarnada projetada: alguém se projeta até o local aonde se acha o amigo encarnado. Ali, ambos se sintonizam um com o outro, e o visitante capta e recebe as impressões ou as imagens telepáticas dos pensamentos do visitado, naquela hora, que era telefonar para o escritório onde trabalha, e não o que de fato ele estava fisicamente fazendo, ou seja, a ação de trocar de roupas. É óbvio que, depois, ao buscar a confirmação para as vivências da sua projeção consciente, o projetor, que percebera as emissões telepáticas, ou as imagens exteriorizadas do amigo telefonando para o escritório, se decepciona profundamente, pois os fatos reais para ele não se encaixam nem coincidem, não podendo assim ocorrer a convergência de provas que ele procurava.

Mascaramento. No exemplo anterior, a projeção foi autêntica, embora a telepatia despercebida, ou inconsciente para ambos, haja sufocado ou mascarado as percepções extrafísicas do projetor. Na verdade ele auscultou na psicosfera da consciência do amigo as formações extrafísicas do ambiente, ou o plano extrafísico que o seu amigo criou, e não a pessoa dele, seu amigo, dentro do ambiente humano dele. Ou mais apropriadamente, no caso o projetor visitou, percebeu e auscultou o corpo mental do amigo, e não o corpo humano desse mesmo amigo. Como se observa, os fatos extrafísicos exigem interpretações de acordo com o ambiente, ou nível de consciência, aonde se desenvolvem.

Descoincidência. Ao lado de tudo isso, existe o fato de que a consciência do amigo visitado, como qualquer um de nós, encarnado, quando pensamos ou desejamos fazer alguma coisa muito intensamente, com forte intenção e vigorosa exteriorização de energia, pode até sair da coincidência, ou seja, separar ligeiramente os seus corpos de manifestação, de modo inconsciente, sem o per¬ceber, condição que predispõe ainda mais a sintonia extrafísica, telepática, etc.

Figuras. Outro exemplo passível de confusão: um projetor projetado pode ver três pessoas num ambiente humano aonde realmente existem apenas dois seres encarnados visíveis na oportunidade. A terceira individualidade, ou figura desconhecida e detectada pelo projetor, pode não ser criatura humana, mas simples projeção mental, ou uma entidade desencarnada visitante, seja amigo ou anônimo, ou até mesmo outro encarnado projetado, sem o corpo humano, que ali apareceu à maneira do próprio projetor.

Disparates. Entre os médiuns e contatados — personagens da Ufologia — tem sido muito comum a recepção de mensagens ou experiências extrafísicas, sobre a vida num planeta, Vênus, por exemplo, que mais tarde se constatou, através de posteriores pesquisas espaciais da Astronáutica, ser fisicamente inabitado, o que acaba, sem dúvida, sendo interpretado corretamente como um disparate. No entanto, em muitos desses disparates, a recepção mediúnica ou a visualização extrafísica foram autênticas e corretas, não no que diz respeito ao ambiente da superfície física do planeta em foco, porém quanto às estruturas e formações do plano extrafísico que o circunvolve, ou melhor, com o qual coexiste.

Desencarnados. Por outro lado também tenho encontrado, até com certa freqüência, quando estou projetado, entidades desencarnadas que me julgam desencarnado, o que vem demonstrar que os erros extrafísicos de interpretação são fáceis de serem cometidos também pelos não-humanos, pois tudo depende do padrão ou do crivo das percepções do veículo por onde a consciência, seja ela quem for, se manifesta naquele momento'.

Ajuste. Cada veículo consciencial leva a consciência a perceber, de fato, corretamente, só aquele plano de que ele é nativo, autóctone, ou seja, o seu meio ambiente específico, ao qual ele está ajustado para funcionar de modo adequado, no seu máximo, e não os demais planos coexistentes e interpenetrantes, atrasados ou evoluídos.

FONTE: PROJECIOLOGIA. Waldo Vieira. 1a. Ed. pg.520-523

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Todo mundo repete isso: o plano astral e' ilusório. Todo mundo "sabe disso"...mas poucos relatam seus enganos.

Acho fundamental conhecer o tipo de erros a que estamos sujeitos nesse tipo de experiência, para que possamos entender a diversidade de relatos e conclusões a que muitos projetores chegam quando começam a experimentar com a projeção. Mesmo os experientes não estão isentos de confusões.
Deixo aqui alguns relatos de Roger Paranhos, tirados de seus próprios livros.
Felizes daqueles que tem a quem lhes puxar as orelhas. Raros são os que admitem publicamente e corrigem esses erros:

TRECHO DO LIVRO UNIVERSALISMO CRISTICO:
(....)
Alguns minutos depois de me deitar, percebi que aquela não seria uma noite comum. O meu corpo físico começou a entrar naquele torpor típico que antecede às viagens astrais conscientes. Em questão de poucos segundos, os sons e as imagens do mundo dos homens foram ficando cada vez mais distantes.
Isso não me preocupava, pois, de certa forma, com o passar dos anos, fui me acostumando a essa rotina tão incomum para aqueles que nessa encarnação estão com a visão encoberta pelo “véu de Isis”. O que me causava certo receio era o fato de que, nos últimos dias, eu não me encontrava em um estado espiritual equilibrado. Sem dúvida alguma, aquela viagem me levaria para o outro lado - o lado negro - e era isso que eu temia!

Resolvi apelar para a oração, pedindo aos protetores que interviessem no desdobramento de meu espírito no Mundo Maior. Seria mais prudente que o meu “eu imortal” ficasse em repouso naquela noite, alguns centímetros acima da máquina física, sob a proteção dos amparadores espirituais. O sentimento de angustia que me assaltava só me levaria a um endereço: às zonas de trevas. Mas não seria a trabalho, e sim por pura sintoma com a desordem e o caos.Depois de alguns longos minutos de orações atribuladas, que pareceram não surtir efeito algum, senti que era tragado por um labirinto escuro, como se estivesse escoando por uma interminável tubulação de esgoto. Resolvi respirar fundo e conformar-me, pensando: “a oração não funcionou! Deus me proteja!”. Não haveria outro jeito.

Enquanto aquele acontecimento se desenrolava, fiquei meditando sobre como é difícil realizar uma simples oração quando a nossa mente e coração encontram-se desarmonizados. Nesses momentos, somente uma leitura edificante pode trazer-nos paz e, ainda assim, muitas vezes não conseguimos nem mesmo concentrarmo-nos nos textos de Luz. Algum tempo depois - não saberia precisar quanto, exatamente - me vi correndo, em espírito, por um longo corredor escuro decorado com vasos sinistros, de onde saltavam serpentes sacolejantes, semelhantes às temíveis najas. Desde minhas encarnações no antigo Egito, sempre tive um bloqueio com relação a essas serpentes, mesmo elas sendo representadas como símbolo de sabedoria nas escolas iniciáticas que tanto freqüentei.

Assustado, saí em disparada em direção ao fim do estreito corredor, me esquivando dos botes calculados das enigmáticas cobras, que pareciam antever as minhas ações, como se fossem capazes de ler meus mais íntimos pensamentos. Nas paredes, era possível perceber grandes quadros negros, com cenas dantescas emolduradas por singulares teias de aranhas, onde esses aracnídeos peçonhentos deslizavam rapidamente, de um lado ao outro, de forma mecânica. Os olhos das aranhas, assim como os das cobras, eram vermelhos e irradiavam um sentimento demoníaco.
Foi enorme o meu alívio quando cheguei em um amplo salão e lá encontrei Ramiro, o meu guia protetor nessa encarnação, conforme narrei no livro Sob o Signo de Aquário - Narrações sobre Viagens Astrais. Joguei-me, então, em seus braços, e gritei:

- Socorra-me, Ramiro! As serpentes estão me atacando! Esse local é muito sinistro!

Ele fechou a porta que nos separava do corredor com um simples gesto mental, e depois tentou acalmar-me com palavras serenas.

Eu me apoiei na parede escura daquela sala e fiquei respirando, ofegante, por vários segundos. Depois de alguns instantes, em que tentei de toda forma me recompor, disse-lhe, um tanto contrariado:

-Em que maldito inferno estamos?

Ele sorriu de forma tranqüila, e falou com sua voz mansa e pausada:

-Estamos no Império do Amor Universal!

Não podia ser! Pensei sem nada dizer. Como poderíamos estar em uma das cidades astrais mais elevadas da Terra, se eu só via ao meu redor sombras e criaturas malévolas? No livro A História de um Anjo, descrevemos a paz e a beleza inigualável dessa cidade maravilhosa, mas naquele momento havia somente escuridão e caos. Como aquilo poderia estar acontecendo? “Era impossível”, pensei.

Ramiro não permitiu que a minha dúvida perdurasse por mais tempo:

-Roger, tu bem sabes que o mundo é mental! Ele nada mais é do que uma construção exterior do nosso próprio interior. Como Hermes nos ensinou há séculos: “o que está fora é igual ao que está dentro”.

Depois dessas palavras, Ramiro riu, discretamente, e sacudiu a cabeça. Aquela era uma atitude de se estranhar. O meu guia protetor era muito tímido e comedido. Olhei para ele com indignação e perguntei:

-Não entendi. Qual é a graça?

Ele caminhou em minha direção e falou-me, com uma voz pausada, talvez tentando desacelerar o meu coração, que palpitava de forma descompassada:

-Achei divertida a tua atitude, porque quem me ensinou isto que eu agora lhe disse foi tu mesmo, quando retomei do mundo espiritual em minha última existência.

Meditei sobre suas palavras e concordei com um gesto sereno. Quando mergulhamos em uma nova encarnação no mundo físico, a nossa mente fica aprisionada à realidade do mundo material, o mundo das ilusões! Certamente o meu espírito liberto da matéria teria uma consciência mais ampla. No entanto, a ação coercitiva do “fio prateado” me aprisionava aos limitados conceitos do mundo das formas.
Ramiro então se voltou para mim e disse com serenidade:

-Olha pela janela e me diz o que vê.

Andei os poucos metros que me separavam da ampla janela e vi, aterrorizado, pessoas caminhando, encolhidas, com longos mantos e capuzes cobrindo as suas cabeças, enquanto intensas rajadas de vento quase as arrastavam. As árvores estavam secas e sem folhas. O belo gramado não mais existia. Apenas se via uma mata agreste a ser desbravada, e uma pequena trilha por onde os peregrinos caminhavam receosos, como se algum ata¬que iminente estivesse para acontecer. Somente a parca luz dos astros no céu iluminava o intrigante caminho.
Coloquei as mãos no rosto e balbuciei:

-Não pode ser! Isso é uma loucura. Não podemos estar no Império do Amor Universal. Eu devo estar vivendo um pesadelo, ou sofrendo uma poderosa hipnose dos magos das trevas.

Naquele instante, Ramiro pousou a mão sobre o meu ombro e falou de forma convicta:

-Lembra-te, Roger: o mundo é mental. Tudo o que nos cerca é apenas uma projeção de nosso próprio interior. Liberta a tua mente dos “monstros” que te aprisionam e verás a Luz!

Compreendi a mensagem do nobre amigo e resolvi sentar- me no chão gelado daquela sala sombria para melhor me concentrar. Em seguida, fechei os olhos e procurei orar com todas as minhas forças. No entanto, foi muito difícil não me dispersar. As imagens aterradoras das cobras não saíam de minha mente, e um profundo sentimento de angústia sufocava o meu peito. Por longos minutos lutei, procurando manter-me focado em pensamentos nobres e enriquecedores, e pouco tempo depois a imagem do sublime mestre Jesus surgiu em minha mente como um anjo salvador.

Lembrei-me de sua mensagem de Luz, que às vezes escapa do coração de criaturas invigilantes como eu, e só assim senti a paz de espírito tão necessária naquele momento. Respirei profundamente três vezes, e quando abri os olhos o impossível havia acontecido!
Levantei-me com passos vacilantes e presenciei uma cena completamente antagônica àquela que fora vivenciada pouco antes: desta vez, a paisagem era uma tarde ensolarada em que pessoas felizes caminhavam tranqüilamente pelos belíssimos parques da cidade astral Império do Amor Universal. As trevas haviam desaparecido, e tudo estava muito sublime, como era de se esperar naquele local paradisíaco.
O meu anjo guardião colocou a mão sobre o meu ombro e apenas disse:

-Agora tu estás percebendo a realidade deste lugar. Antes estavas olhando para dentro do teu próprio coração. Assim é o mundo! Ele é único, mas as pessoas o vêem de formas diferentes, por causa de sua limitada percepção das coisas. Os cinco sentidos físicos e a limitada consciência espiritual fazem com que o homem enxergue uma falsa realidade, completamente deturpada da verdade. Mas esse é o mundo de cada um, de acordo com o seu avanço espiritual. O homem bom vê a beleza da obra de Deus; já o mau e aquele que ignora a existência do Criador encontram só dor e sofrimento.

Não me restou alternativa a não ser expressar minha admiração:

Fantástico!

Caminhei de um lado ao outro do amplo salão, agora amplamente iluminado, e percebi que se tratava de um outro ambiente. Corri até a porta que Ramiro tinha fechado e, ao descerrá-la, espantei-me! Onde outrora vi cobras najas, naquele novo momento somente era possível observar vasos ornamentados com as mais belas flores que a mente humana pode conceber. Nas paredes, quadros belíssimos retratando a beleza e a graça da vida de seres iluminados. Havia muita luz por todo o local, e uma beleza deslumbrante. Sacudi a cabeça, fiquei pensando na complexa realidade em que vivemos, e disse para mim mesmo: “o homem enxerga apenas a sombra do real!”

(....)

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( CONTINUANDO )


TRECHO DO LIVRO 'ATLANTIDA', vol. 1.

(...)
Ramiro retomou, então, de seu transe e sorriu, satisfeito em ver-me plenamente lúcido na dimensão espiritual.

-Como tu estás, meu amigo?

-Bem... Agora estou muito bem... — respondi reticente. Algumas nuvens negras ainda pairam no horizonte, mas é só uma questão de tempo para o Sol brilhar de forma intensa novamente. Somos filhos eternos de Deus. A Luz sempre brilhará para quem acreditar na vida eterna. Não há depressão que consiga se instalar em corações que já viram a “face” do Criador.

Eu me levantei, então, e nos abraçamos como bons irmãos de longa data. Era impossível não sentir o carinho irradiado pelo querido amigo, durante o amplexo fraternal. Nesse instante, Ramiro falou-me, com um sorriso cativante no rosto:

-Pronto, mano, para narrarmos a fantástica epopeia da Atlântida?

Fiz um sinal afirmativo com a cabeça, admirado com seu comportamento descontraído. Percebi que ele estava se esforçando para evoluir nesse aspecto. As pessoas mudam, tanto no mundo das formas como no reino astral. Somos seres em eterna evolução! Ele, então, prosseguiu:

-Temos que corrigir algumas informações para o trabalho do novo livro. No capítulo único sobre a Atlântida do livro Akhenaton - A Revolução Espiritual do Antigo Egito, tu captaste o relato de Hermes como se ele, Ártemis, fosse um homem.

Olhei assombrado para o amigo e perguntei, com indisfarçável curiosidade:

-Mas Ártemis não era homem?

Ele fez um sinal significativo com as sobrancelhas e respondeu:

-Não! Nessa encarnação Hermes era uma mulher fabulosa, que depois passou a ser cultuada como a deusa grega Artemis, uma das doze divindades do Olimpo e a mais popular entre elas. Inicialmente foi ligada à floresta e à caça, depois, associaram-na também à luz da Lua e à magia. Filha de Zeus e irmã gêmea de Apoio, ficou conhecida pelos romanos como Diana. Claro que essas informações são lendas, assim como to¬das as divindades criadas a partir de personalidades incomuns.

Coloquei a mão na cabeça e disse:

-Nossa, que mancada! Não percebi que o nome Ártemis é feminino e nem me toquei sobre a deusa grega Ártemis, naquela época.

Caminhei de um lado a outro, coçando o queixo, e completei:

-Sim! Faz muito sentido. E depois Hermes viveu como o grande Toth no antigo Egito e também foi divinizado como o deus da escrita e da sabedoria, na terra de Kemi.

Ele concordou com serenidade e falou:

-Tudo bem! O teu erro é compreensível. Tu apenas estavas preso aos teus paradigmas. Naquela época, tu tinhas mais dificuldade em perceber e aceitar que reencamamos algumas vezes como homem, outras como mulher, apesar de saberes muito bem disso. São barreiras inconscientes que atravancam nosso progresso.

Concordei com um gesto sincero, enquanto ajeitava os cabelos que eram desalinhados a todo instante pela brisa serena que vinha do mar, e perguntei:

-E eu cometi mais algum erro a respeito disso? Narrei alguma encarnação minha como homem, mas era mulher?

Ele riu da minha preocupação e respondeu:

-Não. Até agora não cometeste esse equívoco. Desde que vieste do sistema de Capela, na constelação do Cocheiro, há mais de 12 mil anos, tu tiveste a grande maioria de tuas encarnações no mundo físico com personalidade masculina.

Meditei sobre o assunto e falei, um pouco decepcionado comigo mesmo:

-Espero que Hermes não tenha ficado chateado com esse meu erro.

Ramiro sorriu e disse-me, de forma jovial:

-Hermes é um irmão compreensivo. Tu bem sabes! Além disso, ele está muito à frente de nós. Pouco se importa com a natureza masculina ou feminina, assim como tu e eu.

O nobre amigo e guardião fez uma pausa estudada em sua exposição e arrematou:

-Ele nem se importou com o fato de tu tentares seduzi-lo nessa existência na Atlântida, quando ele era a grande Ártemis.

Eu me virei rápido para ele e perguntei:

-Fala sério, Ramiro? Eu não fiz isso!

Ele riu, divertindo-se com a situação, e disse, em tom jocoso:

-Brincadeira... Hermes, na personalidade de Artemis, foi mãe de tua esposa Evelyn.

Olhei para ele com cara de poucos amigos e respondi:

-Brincadeira de mau gosto! Tu não perdes a oportunidade de me esculachar e puxar-me a orelha.

Ramiro apoiou suas mãos em meus ombros, como só os grandes amigos fazem, e falou, com um largo e carinhoso sorriso no rosto:

-Quem mandou você me pedir para ser seu anjo guardião nesta existência? Agora tenho que cumprir meu papel, ou seja, puxar-lhe a orelha a todo instante.

(...)

TRECHO DO LIVRO UNIVERSALISMO CRISTICO AVANÇADO:

Quando dei por mim, estava novamente naquele longo corredor com várias portas que me levou até o íntimo de minha alma. Hermes estava outra vez sentando no banco do corredor, de óculos, lendo um grande jornal.

Eu sorri e disse-lhe, divertindo-me com aquela cena insólita:

- Acho que tu não precisas ler os jornais para saber das notícias e, muito menos, utilizando óculos.
Ele abaixou o periódico imenso, no formato antigo, e falou-me:

- Querido amigo, creio que tu estás tendo uma distorção da realidade.
Em seguida, olhando profundamente nos meus olhos, quase de forma hipnótica, completou:

- Por favor, concentra-te e percebe novamente o mundo ao teu redor.

Eu fechei os olhos, meditei um pouco e, quando os reabri, Hermes estava no mesmo local, mas em posição meditativa, sem jornal nenhum e muito menos usando óculos. Ele estava apenas em comunhão com a alma crística do planeta, obtendo informações de tudo e de todos, obviamente sem a ajuda de um limitado impresso. Todavia, foi isso que o meu campo de compreensão conseguiu captar naquele momento.

Eu captei corretamente que ele estava colhendo informações da mente de Gaia, o Cristo Planetário, contudo, a minha mente percebeu aquele fenômeno de uma forma prosaica, através da simplória leitura de um jornal.
................................

Para saber mais sobre os livros do Roger Paranhos, acesse:
http://universalismocristico.com.br

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    lukynhas
    lukynhas Postagens: 79
    Excelente tópico Sandro. E esse livros do Roger Paranhos são ótimos.
     
     
     
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    sandrofabres
    sandrofabres Postagens: 714
    Ah , esqueci de incluir este meu relato com comprovação:
    https://drive.google.com/file/d/0ByXGi2vq5-wsTl9Vb1FSY1NNbmM/view?usp=sharing
     
     
     
     
  • Sandro, escrevi esse relato lá no outro fórum, aconteceu recentemente, para mim foi uma grande comprovação, mas... cadum cadum.

    Do outro lado da lucidez

    Data: 16/08/2015

    Estava tendo um sonho normal, meio como espectador somente. De repente passa na minha frente um amigo que conheço há muito tempo, mais de 20 anos talvez. Ele olha nos meus olhos, com aquele foco da lucidez que normalmente eu tento fazer com os outros quando estou projetado, quando tento alertar a pessoa que estamos em outra dimensão. E me transmite um trecho de uma música. Depois disso ele continua caminhando.

    No momento que aconteceu foi como uma banho de lucidez, entendi o que estava acontecendo e despertei. A música tocando na minha cabeça. Fiquei pensando sobre a experiência, não tenho certeza se estava desperto no físico ou ainda projetado na minha cama, iniciei uma conversa com uma pessoa que não conheço e ele estava me explicando que o efeito dos acontecimentos da projeção sobre nós costumam atuar mais fortemente até os 5 - 10 minutos após despertar, depois disso a influência da experiência enfraquece.

    Já perdi as contas de quantas vezes encontrei consciências quando estava projetado e elas tinham aquele olhar perdido, tipo zumbis. Normalmente eu tento desperta-las, quase sempre sem sucesso. Dessa vez me parece que eu era o zumbi astral.

    Não estava dando muita importância para o que ocorreu, tanto que não iria relatar aqui, pelo pouco tempo que fiquei lúcido. Porém aconteceram 02 fatos que deixo para os leitores tirarem suas conclusões.

    1 - A música que me foi transmitida foi “Paciência - Lenine”. Nunca fui fã do Lenine e mal conhecia essa música, mas vou transcreve-la abaixo. Quando fui escutar a música no youtube, as primeiras opções que aparecem é de um show onde tem uma instrumentista com uma ARPA!!! Nunca tinha visto uma música com arpa acho. Vale a pensa escutar.

    2 - Entrei em contato com este amigo no mesmo dia e ele me contou que sonhou comigo aquela manhã, por volta das 06:00 hs (mesmo horário). Porém ele não lembrava do ocorrido e disse que provavelmente estávamos em uma praia.


    “Paciência - Lenine

    Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
    Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
    A vida não para

    Enquanto o tempo acelera e pede pressa
    Eu me recuso faço hora vou na valsa
    A vida é tão rara

    Enquanto todo mundo espera a cura do mal
    E a loucura finge que isso tudo é normal
    Eu finjo ter paciência
    E o mundo vai girando cada vez mais veloz
    A gente espera do mundo e o mundo espera de nós
    Um pouco mais de paciência

    Será que é tempo que lhe falta pra perceber
    Será que temos esse tempo pra perder
    E quem quer saber
    A vida é tão rara (Tão rara)…”
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  • A vida é tão rara (Tão rara)…”
  •  
    lepacheco
    lepacheco Postagens: 23
    Sandro excelente tópico, obrigada por nos presentear com tanto conhecimento!
    Fiquei curiosa na Parte 2, sobre as teorias de Robert Bruce, explicando que as projeções podem se dar na parte física ou na parte astral, na sua opinião, projetados em qual parte podemos extrair aprendizados de nivel mais elevado?
    Sem visar comprovação.
    Grande abraço!
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    sandrofabres
    sandrofabres Postagens: 714
    Na parte astral.
    É na parte astral que estão coisas como Nosso Lar, ou Templos das escolas esotéricas, e o próprio Umbral, onde se executam tarefas de resgate de espíritos sofredores, aprisionados, ou desmonte de QGs das sombras, que obsediam os encarnados.
    ....................
    Eu acho importante a projeção NO FÍSICO apenas por outros fatores:

    1) a necessidade de comprovação para quem está começando e não sabe se projeção é mero sonho lúcido ou não. É muita disciplina por algo que se fosse só sonho lúcido, não teria mais valor do que ver um filme ou jogar um game. Saber que é real serve de base mais sólida para se dedicar, mas você só sabe se é real, se obtiver comprovação. Sem isso estará sempre no terreno da fé, e qualquer conversinha de céticos, com algum papinho de neurociências, te derruba.
    Mas contra fatos não há argumentos, daí a importância de obter alguma comprovação pessoal.

    2) a necessidade, para manter sua própria sanidade e evitar "viagens do ego", de DETECTAR E ENCARAR A SUA FALIBILIDADE PESSOAL em astral, aprender com os MUITOS ERROS e ver que não dá para sair acreditando em tudo que você experimenta em astral, como se estivesse "DESCOBRINDO A VERDADE POR SI MESMO, AO INVÉS DE ACREDITAR EM MITOS CRENDICES, LIVROS TEORIAS".

    Essa OBJETIVIDADE é um mito, mas se você só se projeta na parte astral nunca vai precisar ENCARAR SEUS ERROS, é mais fácil se auto-iludir com sua capacidade de "CONHECER A VERDADE EM PRIMEIRA MÃO". E logo estará desprezando tudo que outros investigadores descobriram, achando que só o que você experimentou que é o real, eheehehe. Aliás, o youtube está cheio desses tipos, cada um com seu próprio séquito de puxa-sacos. Nada como um testezinho de comprovação para separar os homens dos meninos né?

    (Caso alguém esteja se perguntando ao ler isto, eu estou na classe dos meninos ainda, uma centenas de erros para cada comprovação bem sucedida. Mas gosto de SABER que estou. Se eu não testasse, eu não saberia, e talvez eu me iludisse comigo mesmo)

    3) possibilidade de fazer diferença NA VIDA FÍSICA, como fazia o Alex Tanous, por exemplo, que ajudava a polícia encontrar pessoas desaparecidas.

    Mas em termos de aprendizado espiritual, acho que projeções no físico não nos trarão nada de mais.
  • Opções
    lepacheco
    lepacheco Postagens: 23
    Imaginei!!!
    Mas convenhamos, fazendo o bem em um ou outro já deve proporciona grande sentimento de gratidão!

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  •  
    sandrofabres
    sandrofabres Postagens: 714
    Sim, quando isso acontece é algo que dá uma sensação interior indescritível.

    Uma das experiências que nunca esqueci, embora bem simples até, comparada com outras, foi quando atravessei a parede de casa e me vi num terreno baldio, sem nada perto.
    Numa situação dessas, você acorda me menos de 10 segundos, porque falta um foco mental para te ancorar lá.

    Então eu falei mentalmente que eu queira ser levado até onde eu pudesse ser útil.

    Continuei no mesmo lugar, mas 2 segundos depois veio uma menina, de uns 14 anos, correndo na minha direção. Ela tinha uma expressao perturbada, não de louca, mas como de alguém que sofria muita angústia, ansiedade, medo, sei lá....
    Mas ela vinha em corrida desabalada na minha direção.
    Não fosse aquela expressão sofrida no rosto, acho que eu teria "me defendido, por via das dúvidas".
    Então projetei energia em direção a ela, mas energia curativa/amorosa

    Ela foi paralisada no ar, os cabelos e os vestido esvoaçaram, e ela ficou ali flutuando, mas com uma expresão de tanta tranquilidade, de serenidade, que me comoveu.
    image

    Logo que a "atingi veio outra pessoa, um rapaz, vestido estilo anos 50, cabelos pretos com brilhantina, jaqueta de couro, e a mesma expressao de medo/angústia/ inquietação, vinha correndo quase caindo.
    Enquanto eu mantinha a energia na menina, atingi ele com a outra mão, e o resultado nele foi o mesmo.
    E vinha uma fila de gente atrás dele.

    Resultado, acabei organizando um círculo de pessoas, ficaram todas de mãos dadas, de modo que eu emitia energia tocando com uma mão em cada uma, e aquilo percorria o grupo todo.
    Foi uma cena linda ver cerca de 10 ou 12 adolescentes de mãos dadas, todos de olhos fechados, com uma expressão de serenidade no rosto, como se não sentissem aquela paz dá décadas.....
    Nunca esqueci da expressão deles, e me senti muito bem por ter podido fazer isso, embora eu não sabia bem o que foi que eu fiz.
    Mas juntando pedaços de lembranças de outras projeções, bem como de resquícios de sonhos, aquele era sempre o mesmo lugar, um tipo de orfanato para crianças que cresceram ali, porque nunca ninguém as buscou (se isso fosse no físico, porque ali no astral não sei o que essa idéia significaria, talvez gente esperando uma oportunidade para encarnar sem nunca conseguir...) As vezes íamos em grupo lá só conversar com eles, outras vezes fazer alguns tipos de apresentação artística.
    Esse tipo de experiência mexe com a gente...
     
     
  • Mas nem todo trbalho em astral é nesse estilo, as vezes é neste estilo, literalmente.
    Depende de com quem você está lidando:
    image

     
  •  
    lepacheco
    lepacheco Postagens: 23
    Noooossa que PRIVILEGIADO vc é!!!!
    experiência fantástica!
    essas segundas são estilo matrix é isso??? kkkkk

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  • Eduardotmz
     
    Eduardotmz Postagens: 11
    Q doideira essa experiência Sandro, legal de ler essas coisas é q se chegarmos a este nível de auxílio, conscientemente, podemos lembrar mais ou menos como agir, ou como direcionar nosso pensamento/energia.

    Acabei de lembrar de uma parecida, consegui emitir tipo uma vibe de amor para uma pessoa, depois para outra, depois nos demos as mãos e tentei voar com elas, nesse ponto já tinham mais pessoas de mãos dadas. Acabei não conseguindo decolar alto e voltei ao corpo, senti uma emoção muito forte.
  •  
    sandrofabres
    sandrofabres Postagens: 714
    Lepacheco:
    Por aí, mas me lembram algo estilo mais simples, mais ao estilo S.W.A.T mesmo, ehehe.
    .....................
    Eduardo,
    Tem um componente que é indefinível, do tipo "deus escreve certo opor linhas tortas" sabe? A gente não entende bem o que rola....mas o CONTATO com essas situações, e com essas pessoas , te fazem ver o ser humano de uma maneira diferente. É uma gotinha a mais de compreensão da natureza humana, que você traz para sua vida de vigília.
    Mesmo quando você não entende lhufas do que aconteceu, aquilo fica "ressoando" em você.
     
  •  
    Marcele
    Marcele Postagens: 10
    Sandro eu amei.... Obrigada compartilhar
  •  
     

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(Comentando agora com um amigo projetor, lembrei que ele poderia nao conhecer este experimento famoso, assim como muito outros talvez não conheçam. Então vou copiar o conteúdo de outro site e colar aqui, porque se postar somente o link, o outro site pode sumir daqui a um tempo, e ficamos sem esse material.)

O clássico experimento com Miss Z que comprovou a veracidade do fenômeno da EFC – Experiência Fora do Corpo, foi realizado pelo pesquisador Dr. Charles Tart , quando era um professor emérito de psicologia na Universidade da Califórnia .

Miss Z era uma voluntária que alegadamente, possuiria a capacidade de projetar-se para fora do corpo com lucidez.

No estudo, realizado na década de 1960 e publicado pelo Jornal da Sociedade Americana de Pesquisas Psíquicas – ASPR, Tart descreve o experimento.

O local do experimento consistia em um quarto com nada além de uma cama, uma estante, um relógio, e uma janela de observação onde o Dr. Tart observava a partir de um outro quarto. Ao corpo de Miss Z ficavam conectados vários aparelhos elétricos com a finalidade de detectar a atividade de ondas cerebrais (veja na figura acima), batimentos do coração e resistência galvânica da pele.
image

Durante o experimento Miss Z foi capaz de deixar seu corpo físico e ler corretamente um número de 5 dígitos (25.132) escrito em uma tira de papel que estava em uma prateleira da estante no canto da sala. O número estava a uma distância significativa e a uma altura bem acima da cama, de modo que ela não seria capaz de ler o número, mesmo se ficasse de pé.

As chances de Miss Z ter adivinhado o número de 5 dígitos na primeira tentativa são menos de 1 em 59000.

Os instrumentos indicaram uma alteração significativa nas leituras durante o tempo em que ela deixou seu corpo.

Os estudos de Tart o levaram a relacionar a ocorrência da EFC com a conjunção de um conjunto de condições que incluem:

A ausência de sono REM (Rapid Eyes Moviment – Movimento Rápido dos Olhos”);
A ausência de sonhos;
A produção de ondas Alfa lentas pelo cérebro;
A não ativação do sistema nervoso autônomo;
A normalidade dos batimentos cardíacos;
Sem mudanças na atividade resistiva da pele;
.................
Fonte: http://fronteirastral.com/2014/05/11/o-classico-experimento-projetivo-com-miss-z/
...................
NO LIVRO "O FIM DO MATERIALISMO" O CHARLES TART CONTA EM MAIS DETALHES ESSE E OUTROS EXPERIMENTOS.
ESCANEEI O CAPITULO E DISPONIBILIZEI NO GOOGLEDOCS. PODEM BAIXAR NESTE LINK:
https://drive.google.com/file/d/0ByXGi2vq5-wsSGZxTWpQMHlpTDA/view?usp=docslist_api

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Não sabia desse experimento da Miss Z. Bem legal. Esse livro "O Fim do Materialismo" deve convencer aqueles com dúvida. Já os pseudocéticos dirão que o experimento foi uma fraude, foi sorte da moça ou usarão o argumento do James Randi. hehe

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Bom dia a todos!

excelente tópico, adoro ler postagens de comprovações !

Tenho alguns relatos rascunhados, irei organizar melhor os assuntos/ experiencias e depois volto aqui para relatar !

:)

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Aqui segue mais um relato de comprovação da viagem astral, neste caso por um budista que possui um canal bem interessante no youtube o Yuttadhammo Bhikkhu.

O relato está em inglês mas é muito interessante porque fala de uma experiência de viagem astral com precognição  (visão de acontecimentos futuros) e comprovação posterior por uma pessoa que não costuma praticar viagem astral e nem possui interesse no assunto já que, para o budismo, a viagem astral é só mais uma das distrações do mundo que não vão ajudar a pessoa a alcançar o objetivo budista que é a iluminação e consequente libertação da roda de sansara. Ele fala bem pausadamente e não é difícil de entender mas pra quem acha que ainda não está neste nível de compreensão de inglês, acho que dá pra ligar as legendas automáticas do youtube.

 

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Vídeo recente do Saulo no qual ele relata que se projetou estando em um ônibus e encontrou no astral um amigo que dormia próxima a ele. Após voltar pro corpo o Saulo vai até o amigo e fala pra ele que estava voando no sonho e o amigo fica bastante surpreso. O Saulo liga pra ele durante o vídeo pro amigo confirmar:

 

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É, uma pensa memso. Eram ótimos relatos. Teve coisa ali que ele só comprovou 6 anos apos. Ou seja, foi uma projeção para o futuro, quando ele saiu nuam parte da cidade que era diferente. Seis anos depois aquela parte da cidade ja era como ele viu na projeção. 

Mas é o problema da informática: isso era do fórum antigo, que tinha outro formato, ao copiar o conteúdo para este outro formato, esses links ficaram remetendo ao antigo. E depois de muitos bugs, o saulo apagou o antigo. Essas postagens estão aí ainda, porque todo conteúdo foi copiado para cá, apenas os links é que não mais apontam para as postagens.

https://www.viagemastral.com/forum/index.php?/profile/4790-eder/content/

Teria que ir atras de todas as postagens dessa de usuário e ler, para ver quais teve comprovações.

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Eu tento tornar visível certos tópicos que eu criei que acho fundmanetias para o novato, mas só quem acessa pelo PC consegue ver. Pelo celular esses atalhos não aparecem:

Screenshot_25.jpg

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2 horas atrás, sandrofabres disse:

É, uma pensa memso. Eram ótimos relatos. Teve coisa ali que ele só comprovou 6 anos apos. Ou seja, foi uma projeção para o futuro, quando ele saiu nuam parte da cidade que era diferente. Seis anos depois aquela parte da cidade ja era como ele viu na projeção. 

Mas é o problema da informática: isso era do fórum antigo, que tinha outro formato, ao copiar o conteúdo para este outro formato, esses links ficaram remetendo ao antigo. E depois de muitos bugs, o saulo apagou o antigo. Essas postagens estão aí ainda, porque todo conteúdo foi copiado para cá, apenas os links é que não mais apontam para as postagens.

https://www.viagemastral.com/forum/index.php?/profile/4790-eder/content/

Teria que ir atras de todas as postagens dessa de usuário e ler, para ver quais teve comprovações.

Entrei no perfil e li vários relatos, tem um conteúdo e tanto , recomendo para que goste de ler dar uma olhada no perfil

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