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Karolyn

Era de Aquário e o Cinturão de Fótons

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Ola Pessoal , eu estava aqui pesquisando mais sobre a nova Era que entra hoje e encontrei um poste muito legal pra quem quiser entender mais o que vai rolar de hoje em diante. espero que gostem . Amor e Luz

Já estamos no Cinturão de Fótons

Muito se fala de 2012, mas pouco efetivamente se conhece. Segue um texto rápido e esclarecedor, para desmistificar um pouco a profecia e trazer uma linguagem simples, ofertando ânimo extra para nossas ações como sincronizadores biosféricos.

O sistema solar gira em torno de Alcione, estrela central da Constelação de Plêiades. Esta foi a conclusão dos astrônomos Freidrich Wilhelm Bessel, Paul Otto Hesse, José Comas Solá e Edmund Halley, depois de estudos e cálculos minuciosos.

Nosso Sol é, portanto, a oitava estrela da constelação – localizada a aproximadamente 28 graus de Touro – e leva 26 mil anos para completar uma órbita ao redor de Alcione, movimento terrestre também conhecido como Precessão dos Equinócios.

A divisão desta órbita por doze resulta em 2.160, tempo de duração de cada era “astrológica” (Era de Peixes, Aquário, etc).

Descobriu-se também que Alcione tem à sua volta um gigantesco anel, ou disco de radiação, em posição transversal ao plano das órbitas de seus sistemas (incluindo o nosso), que foi chamado de Cinturão de Fótons.

Um fóton consiste na decomposição ou divisão do elétron, sendo a mais ínfima partícula de energia eletromagnética, algo que ainda se desconhece na Terra. Detectado pela primeira vez em 1961, através de satélites, a descoberta do cinturão de fótons marca o início de uma expansão de consciência além da terceira dimensão. A ida do homem à Lua nos anos 60 simbolizou esta expansão, já que antes das viagens interplanetárias era impossível perceber o cinturão.

A cada dez mil anos o Sistema Solar penetra por dois mil anos no anel de fótons, ficando mais próximo de Alcione. A última vez que a Terra passou por ele foi durante a “Era de Leão”, há cerca de doze mil anos.Na Era de Aquário, que está se iniciando, ficaremos outros dois mil anos dentro deste disco de radiação. Todas as moléculas e átomos de nosso planeta passam por uma transformação sob a influência dos fótons, precisando se readaptar a novos parâmetros.

A excitação molecular cria um tipo de luz constante, permanente, que não é quente, uma luz sem temperatura, que não produz sombra ou escuridão. Talvez por isso os hinduístas chamem de “Era da Luz” os tempos que estão por vir.

Desde 1972, o Sistema Solar vem entrando no cinturão de fótons e em 1998 a sua metade já estará dentro dele. A Terra começou a penetrá-lo em 1987 e está gradativamente avançando, até 2.012, quando estará totalmente imersa em sua luz. De acordo com as cosmologias maia e asteca, 2.012 é o final de um ciclo de 104 mil anos, composto de quatro grandes ciclos maias e de quatro grandes eras astecas.

Humbatz Men, autor de origem maia, fala em “Los Calendários” sobre a vindoura “Idade Luz”. Bárbara Marciniak, autora de “Mensageiros do Amanhecer”, da Ground e “Earth”, da The Bear and Company e a astróloga Bárbara Hand Clow, que escreveu “A Agenda Pleiadiana”, da editora Madras, receberam várias canalizações de seres pleiadianos.

Essas revelações falam sobre as transformações que estão ocorrendo em nosso planeta e nas preparações tanto físicas quanto psíquicas a que precisamos nos submeter para realizarmos uma mudança dimensional.

Segundo as canalizações, as respostas sobre a vida e a morte não estão mais sendo encontradas na terceira dimensão. Um novo campo de percepção está disponível para aqueles que aprenderem a ver as coisas de uma outra forma.

Desde a década de oitenta, quando a Terra começou a entrar no Cinturão de Fótons, estamos nos sintonizando com a quarta dimensão e nos preparando para receber a radiação de Alcione, estrela de quinta dimensão. Zona arquetípica de sentimentos e sonhos, onde é possível o contato com planos mais elevados, a quarta dimensão é emocional e não física. As idéias nela geradas influenciam e detonam os acontecimentos na terceira dimensão, plano da materialização.

Segundo as canalizações, a esfera quadri-dimensional é regida pelas energias planetárias de nosso sistema solar, daí um trânsito de Marte, por exemplo, causar sentimentos de poder e ira. Para realizar esta expansão de consciência é preciso fazer uma limpeza, tanto no corpo físico como no emocional, e transmutar os elementais da segunda dimensão a nós agregados, chamados de miasmas. Responsáveis pelas doenças em nosso organismo, os miasmas são compostos de massas etéricas que carregam memórias genéticas ou de vidas passadas, memórias de doenças que ficaram encruadas e impregnadas devido a antibióticos, poluição, química ou radioatividade.

Segundo as canalizações, esses miasmas estão sendo intensamente ativados pelo Cinturão de Fótons. Os pensamentos negativos e os estados de turbulência, como o da raiva, também geram miasmas, que provocam bloqueios energéticos em nosso organismo. Trabalhar o corpo emocional através de diversos métodos terapêuticos – psicológicos, astrológicos ou corporais – ajuda a liberar as energias bloqueadas. A massagem, acupuntura, homeopatia, florais, meditação, yoga, o tai-chi, algumas danças, etc., são também técnicas de grande efetividade, pois mexem com o corpo sutil e abrem os canais de comunicação com outros planos universais.

As conexões interdimensionais são feitas através de ressonância e para sobrevivermos na radiação fotônica temos que nos afinar a um novo campo vibratório. Ter uma alimentação natural isenta de elementos químicos,viver junto à natureza, longe da poluição e da radiatividade, liberar as emoções bloqueadas e reprimidas, contribuem para a transição.

Ter boas intenções é essencial, assim como estar em estado de alerta, para perceber as sincronicidades e captar os sinais vindos de outras esferas. Segundo a Agenda Pleiadiana, de Bárbara Hand Clow, o Cinturão de Fótons emana do Centro Galáctico. Alcione, o Sol Central das Plêiades, localiza-se eternamente dentro do Cinturão de Fótons, ativando sua luz espiralada por todo o Universo.

Mas afinal… e nós nisso tudo?

Nós somos os mais beneficiados com tudo isso. Todos nós, os seres encarnados na Terra, estamos passando por um processo de iniciação coletiva e escolhemos estar aqui nesta difícil época de transição de nosso planeta, que atingirá todo o Universo.

Os fótons funcionam como purificadores da raça humana e através de suas partículas de luz, às quais estamos expostos nos raios solares, dentro em breve estaremos imersos nesta “Era de Luz”, depois de 11 mil anos dentro da Noite Galáctica ou Idade das Trevas, como os hindus se referiam a Kali Yuga. Como um sistema de reciclagem do Universo, o Cinturão de Fótons inicia a Era da Luz. Existem diversas formas da humanidade intensificar sua evolução, desenvolvendo um trabalho de limpeza dos corpos emocionais, com o uso de terapias alternativas, como florais, Yoga, Sahaja Maithuna, musicoterapia, cromoterapia entre muitos outros.

São terapias e práticas que trabalham com a cura dos corpos sutis, além de curar outras já instaladas, evitando que muitas doenças sejam desenvolvidas, antes mesmo de alcançar o corpo físico.

Cada partícula vai se alojando em todos os cantinhos de nosso planeta trazendo a consciência (Luz), a Verdade, a Integridade e o Amor Mútuo.

Cada um de nós tem um trabalho individual para desenvolver aliado ao trabalho de conscientizaçã o da humanidade. Os corpos que não refinarem suas energias não conseguirão ficar encarnados dentro da terceira dimensão, pois a quarta dimensão estará instalada. E todos nós redescobriremos a nossa multidimensionalidade e ativaremos nossas capacidades adormecidas dentro da Noite Galáctica. A inteligência da Terra será catalizada para toda a Via Láctea.

Todos estes acontecimentos foram registrados no Grande Calendário Maia, que tem 26 mil anos de duração e termina no solstício de inverno, no dia 21 de dezembro de 2012 dC, que marca a entrada definitiva da Terra dentro do Cinturão de Fótons por 2000 anos ininterruptos. Consciência é Luz. Luz é Informação. Informação é Amor. Amor é Criatividade.

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Olá Karolyn, muito bom o texto!

Só tenho algumas dúvidas em relação à ele.

As conexões interdimensionais são feitas através de ressonância e para sobrevivermos na radiação fotônica temos que nos afinar a um novo campo vibratório.

Quer dizer que quem não se adaptar vai morrer? =p

Outra, se ja estamos na metade desse cinturão de fótons, não deveríamos ja estar sofrendo radiação? E essa radiação não deveria estar causando sintomas, como por exemplo sintomas maus?

Mas afinal… e nós nisso tudo?

Nós somos os mais beneficiados com tudo isso. Todos nós, os seres encarnados na Terra, estamos passando por um processo de iniciação coletiva e escolhemos estar aqui nesta difícil época de transição de nosso planeta, que atingirá todo o Universo

AGora sim achei interessante. Todo o universo? Todos os encarnados ou também os não-encarnados? Pois me parece que esse trexo só fala de encarnados se beneficiando, mas e quanto ao resto? E é em todo o universmo mesmo? Me parece algo meio grande pra afirmar rsrs

Enfim espero que mude algo mesmo, porque da maneira que tá, a consciência na Terra está piorando na maioria dos aspectos. Se houver mesmo essa mudança melhor, será um planeta mais calmo! :)

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Olá Karolyn, muito bom o texto!

Só tenho algumas dúvidas em relação à ele.

As conexões interdimensionais são feitas através de ressonância e para sobrevivermos na radiação fotônica temos que nos afinar a um novo campo vibratório.

Quer dizer que quem não se adaptar vai morrer? =p

Outra, se ja estamos na metade desse cinturão de fótons, não deveríamos ja estar sofrendo radiação? E essa radiação não deveria estar causando sintomas, como por exemplo sintomas maus?

Mas afinal… e nós nisso tudo?

Nós somos os mais beneficiados com tudo isso. Todos nós, os seres encarnados na Terra, estamos passando por um processo de iniciação coletiva e escolhemos estar aqui nesta difícil época de transição de nosso planeta, que atingirá todo o Universo

AGora sim achei interessante. Todo o universo? Todos os encarnados ou também os não-encarnados? Pois me parece que esse trexo só fala de encarnados se beneficiando, mas e quanto ao resto? E é em todo o universmo mesmo? Me parece algo meio grande pra afirmar rsrs

Enfim espero que mude algo mesmo, porque da maneira que tá, a consciência na Terra está piorando na maioria dos aspectos. Se houver mesmo essa mudança melhor, será um planeta mais calmo! :)

Ola Toquinha , bem essa mudanças ocorrerão nas pessoas que mantém seu nível vibracional alto , nosso DNA vai começar a mudar mas para isso teremos que nos sutilizar , mudar o estilo de vida como por exemplo viver do prana .. vamos meditar , vamos começar a nos iluminar , viver do prana e total e completa transição para o Eu superior e viva os dias de luz que estão pra chegar! o/

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Hehehehe mas e quem não se adaptar?

Os que não e adaptarem não elevarão a consciência e consequentemente não irão aguentar a nova vibração que o planeta esta entrando. Ficaremos no cinturão de Fótons por 2 mil anos , Acredito que até la , a humanidade terá ascensionado ! :D

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Outra coisa importante de dizer também, é que as sete estrelas de Pleiades são azuis. Estima-se que a idade seja de apenas 100 milhões de anos ao passo que nossa estrelinha alaranjada, conhecida como sol, possui 4,57 bilhões de anos (quanto mais jovem, mais azul, quanto mais velha, mais vermelha).

Supondo que haja planetas em volta destas estrelas e que haja vida por lá, a vida de lá é mais primitiva do que a nossa. Ou então somos o lixo do universo mesmo... os Pleidianos evoluiram mais do que nós em 100 milhões de anos o que não evoluímos em 4,57 bilhões de anos... logo é mais fácil irmos para pleiades ajudar a evolução por lá do que um pleidiano vir nos ajudar aqui como alguns profetizam...

Importante salientar também, que Pleiades encontra-se a quase 440 anos luz da Terra. Como poderiamos orbitar algo tão distante de nós em apenas 25.920 anos como defendem os exotéricos?

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Há outros erros físicos no texto. Fóton não é uma "divisão" do elétron. O elétron é indivisível! O fóton é tão fundamental quanto o elétron.

Acreditar em algo místico é direito de qualquer um. Apenas não confundam as coisas e não transmitam algo como científico quando na verdade é exoterismo.

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Outra coisa importante de dizer também, é que as sete estrelas de Pleiades são azuis. Estima-se que a idade seja de apenas 100 milhões de anos ao passo que nossa estrelinha alaranjada, conhecida como sol, possui 4,57 bilhões de anos (quanto mais jovem, mais azul, quanto mais velha, mais vermelha).

Supondo que haja planetas em volta destas estrelas e que haja vida por lá, a vida de lá é mais primitiva do que a nossa. Ou então somos o lixo do universo mesmo... os Pleidianos evoluiram mais do que nós em 100 milhões de anos o que não evoluímos em 4,57 bilhões de anos... logo é mais fácil irmos para pleiades ajudar a evolução por lá do que um pleidiano vir nos ajudar aqui como alguns profetizam...

Importante salientar também, que Pleiades encontra-se a quase 440 anos luz da Terra. Como poderiamos orbitar algo tão distante de nós em apenas 25.920 anos como defendem os exotéricos?

Na verdade, isso é muito relativo. Entende-se que a comunidade terrestre não é originária desse planeta Terra, e sim de outros planetas. Então, por que com outras comunidades seria diferente?

Se for parar pra pensar, tem mesmo mais sentido que sociedades mais evoluídas vivam em sistemas solares mais jovens. Nosso mundo material, de certo modo, gira em torno de metais: e metais só são criados dentro de estrelas super quentes que explodem em supernovas. Os resíduos dessa supernova ficam orbitando o núcleo da antiga estrela até que se aglutinam e formam planetas. Foi assim que nosso sistema solar foi criado, e é por esse motivo que temos metais dos mais variados tipos aqui na Terra. São materiais muito densos, tão densos quanto nosso mundo material nos permite e tanto quanto necessitamos que seja para que a vida se desenvolva aqui.

Por exemplo, nosso sangue contém ferro em grande quantidade (relativamente). Eu particularmente não acredito que um corpo humano desenvolvido a uma dimensão maior necessite de tais elementos densos para existir, já que quanto maiores as dimensões, mais sutis são elas e quem habita nelas.

Portanto, uma estrela azulada como as estrelas das Plêiades são estrelas que ainda não explodiram e ainda não se transformaram em supernovas. Elas são as estrelas mais quentes do universo, quentes o suficiente para transformar gases leves em metais super pesados. Quando explodirem, espalharem pelo universo todo o material que foi processado dentro delas, esse material todo se aglutinar e formar novos corpos celestes aí, talvez, esse lugar não seja mais adequado para que seres com tal evolução continuem vivendo naquele lugar.

Sem contar que algumas estrelas super massivas podem ainda se transformar em Pulsares (estrelas de nêutrons) que são estrelas que esgotaram todo o seu "combustível", explodem em supernovas e o que resta se comprime com tal força que toda a carga energética dos átomos em seu interior se anula, tornando todas as partículas em nêutrons. Essas estrelas geralmente são pequenas, giram em velocidades absurdas (até milhares de vezes por segundo) e têm uma gravidade enorme também, até bilhões de vezes a da Terra. Elas emitem feixes de luz pelos pólos, que nada mais são do que os famigerados fótons.

Os fótons são uma coisa muito interessante, pois eles são um elemento da natureza que pode ao mesmo tempo ser uma partícula e uma onda de energia. É um dos tipos de elemento mais básico do universo, do qual todo o resto depende para existir. Alguém já ouviu falar daquela "partícula de Deus" que os cientistas andavam procurando esses tempos? Então, um fóton é algo que pertence à mesma "categoria" dessa partícula de Deus. Uma forma de dizer é que a luz visível é "feita" de fótons. Eles interagem com todo tipo de matéria e energia que existe, sendo responsável por muitas das propriedades da matéria que conhecemos. Portanto, dizer que o cinturão de fótons age diretamente na estrutura molecular e atômica dos nossos corpos não é errado, não.

Tudo isso é dado científico que pode ser pesquisado dentro de vários campos da física, desde a física quântica até a astronomia. O fato é que não existe dado científico nenhum sobre a existência de seres diferentes de nós, mas também não há descarte dessa possibilidade. Em qualquer bom livro de física que se leia sobre as condições de vida, o termo usado é "tal ambiente não proporciona condições para a vida como nós conhecemos". Então, nunca se sabe se algum lugar extremamente exótico do universo, como a órbita de um Pulsar (que seria mortal para nós) seja o lar de seres diferentes de nós, mais evoluídos talvez, que necessitam de diferentes tipos de energia para ter suas condições de sobrevivência. Sem contar nas outras dimensões... O universo é um lugar muito louco hehehehe :lol:

Desculpem o texto enorme, sou fascinada por esse assunto e me empolgo. :lol::lol:

Quem teve paciência de ler, espero que tenha esclarecido alguma coisa.

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Outra coisa que esqueci de mencionar:

O post original da nossa colega Karolyn tem muitos dados comprovadamente científicos, SIM! Essa transição toda, o tempo de órbita dos corpos celestes e tudo mais, tudo isso já foi explicado pela ciência.

O que não foi, e que é o assunto de interesse, é que tipo de influência essas coisas todas tem (se é que tem) em nós. Aí sim entra a parte da crença e não da ciência. Como eu disse, que os fótons interagem com e alteram todo o tipo de matéria, isso é comprovado. Mas que tipo de alteração ele faz, sobre expansão de consciência e tudo mais, isso já entra na parte de profecias etc...

Eu, particularmente, acredito que o caminho é mais ou menos esse mesmo do post original. As tais profecias podem ser algum tipo de informação que foi passada para nós há muito tempo, quem sabe. Mas como as pessoas eram muito primitivas (e ainda somos...) a informação foi se alterando com o tempo, aumentando uma coisinha aqui, diminuindo outra ali... Mas no fundo, a essência é a mesma: a evolução acontece, de tempos em tempos há algum evento que dá uma "impulsionada" na coisa toda, cada qual de acordo com a necessidade (um explosão, no caso de uma estrela; uma passagem por um lugar energético, no nosso caso) e tudo muda constantemente. Quem está pronto pra próxima fase, experimenta coisas novas e aprende coisas novas, quem não está preparado, volta pra fase de aprender o que ainda não aprendeu e fica lá até estar pronto pra "passar de ano" na escola da vida.

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Outra coisa importante de dizer também, é que as sete estrelas de Pleiades são azuis. Estima-se que a idade seja de apenas 100 milhões de anos ao passo que nossa estrelinha alaranjada, conhecida como sol, possui 4,57 bilhões de anos (quanto mais jovem, mais azul, quanto mais velha, mais vermelha).

Supondo que haja planetas em volta destas estrelas e que haja vida por lá, a vida de lá é mais primitiva do que a nossa. Ou então somos o lixo do universo mesmo... os Pleidianos evoluiram mais do que nós em 100 milhões de anos o que não evoluímos em 4,57 bilhões de anos... logo é mais fácil irmos para pleiades ajudar a evolução por lá do que um pleidiano vir nos ajudar aqui como alguns profetizam...

Importante salientar também, que Pleiades encontra-se a quase 440 anos luz da Terra. Como poderiamos orbitar algo tão distante de nós em apenas 25.920 anos como defendem os exotéricos?

Na verdade, isso é muito relativo. Entende-se que a comunidade terrestre não é originária desse planeta Terra, e sim de outros planetas. Então, por que com outras comunidades seria diferente?

Se for parar pra pensar, tem mesmo mais sentido que sociedades mais evoluídas vivam em sistemas solares mais jovens. Nosso mundo material, de certo modo, gira em torno de metais: e metais só são criados dentro de estrelas super quentes que explodem em supernovas. Os resíduos dessa supernova ficam orbitando o núcleo da antiga estrela até que se aglutinam e formam planetas. Foi assim que nosso sistema solar foi criado, e é por esse motivo que temos metais dos mais variados tipos aqui na Terra. São materiais muito densos, tão densos quanto nosso mundo material nos permite e tanto quanto necessitamos que seja para que a vida se desenvolva aqui.

Por exemplo, nosso sangue contém ferro em grande quantidade (relativamente). Eu particularmente não acredito que um corpo humano desenvolvido a uma dimensão maior necessite de tais elementos densos para existir, já que quanto maiores as dimensões, mais sutis são elas e quem habita nelas.

Portanto, uma estrela azulada como as estrelas das Plêiades são estrelas que ainda não explodiram e ainda não se transformaram em supernovas. Elas são as estrelas mais quentes do universo, quentes o suficiente para transformar gases leves em metais super pesados. Quando explodirem, espalharem pelo universo todo o material que foi processado dentro delas, esse material todo se aglutinar e formar novos corpos celestes aí, talvez, esse lugar não seja mais adequado para que seres com tal evolução continuem vivendo naquele lugar.

Sem contar que algumas estrelas super massivas podem ainda se transformar em Pulsares (estrelas de nêutrons) que são estrelas que esgotaram todo o seu "combustível", explodem em supernovas e o que resta se comprime com tal força que toda a carga energética dos átomos em seu interior se anula, tornando todas as partículas em nêutrons. Essas estrelas geralmente são pequenas, giram em velocidades absurdas (até milhares de vezes por segundo) e têm uma gravidade enorme também, até bilhões de vezes a da Terra. Elas emitem feixes de luz pelos pólos, que nada mais são do que os famigerados fótons.

Os fótons são uma coisa muito interessante, pois eles são um elemento da natureza que pode ao mesmo tempo ser uma partícula e uma onda de energia. É um dos tipos de elemento mais básico do universo, do qual todo o resto depende para existir. Alguém já ouviu falar daquela "partícula de Deus" que os cientistas andavam procurando esses tempos? Então, um fóton é algo que pertence à mesma "categoria" dessa partícula de Deus. Uma forma de dizer é que a luz visível é "feita" de fótons. Eles interagem com todo tipo de matéria e energia que existe, sendo responsável por muitas das propriedades da matéria que conhecemos. Portanto, dizer que o cinturão de fótons age diretamente na estrutura molecular e atômica dos nossos corpos não é errado, não.

Tudo isso é dado científico que pode ser pesquisado dentro de vários campos da física, desde a física quântica até a astronomia. O fato é que não existe dado científico nenhum sobre a existência de seres diferentes de nós, mas também não há descarte dessa possibilidade. Em qualquer bom livro de física que se leia sobre as condições de vida, o termo usado é "tal ambiente não proporciona condições para a vida como nós conhecemos". Então, nunca se sabe se algum lugar extremamente exótico do universo, como a órbita de um Pulsar (que seria mortal para nós) seja o lar de seres diferentes de nós, mais evoluídos talvez, que necessitam de diferentes tipos de energia para ter suas condições de sobrevivência. Sem contar nas outras dimensões... O universo é um lugar muito louco hehehehe :lol:

Desculpem o texto enorme, sou fascinada por esse assunto e me empolgo. :lol::lol:

Quem teve paciência de ler, espero que tenha esclarecido alguma coisa.

A popularmente "partícula de Deus" é um bóson. O fóton não é um bóson. Quanto a dualidade particula/onda o elétron também possui e essa dualidade, na minha humilde opinião científica, só existe pois a ciência trabalha com modelos. Um modelo é um artifício matemático sistematicamente elaborado que visa obter resultados aproximados com os resultados que vemos na vida real. Em outras palavras, se tivéssemos um modelo perfeito, não haveria dualidade e as coisas fariam mais sentido.

Sabe de onde surgiu o neutrino? Uma necessidade de manter o equilíbrio energético nas reações atômicas. Ou seja, observou-se que determinadas reações nucleares não possuiam equilíbrio energético nas partículas que decaiam (saiam do átomo). Perante o problema convencionou-se uma partícula chamada neutrino e essa partícula contêm a energia que faltava nas outras partículas. Percebe por qual motivo os modelos, quanto mais complexos ficam, mais estranhos são os resultados? Eles criam coisas para explicar o fenômeno.

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Outra coisa que esqueci de mencionar:

O post original da nossa colega Karolyn tem muitos dados comprovadamente científicos, SIM! Essa transição toda, o tempo de órbita dos corpos celestes e tudo mais, tudo isso já foi explicado pela ciência.

O que não foi, e que é o assunto de interesse, é que tipo de influência essas coisas todas tem (se é que tem) em nós. Aí sim entra a parte da crença e não da ciência. Como eu disse, que os fótons interagem com e alteram todo o tipo de matéria, isso é comprovado. Mas que tipo de alteração ele faz, sobre expansão de consciência e tudo mais, isso já entra na parte de profecias etc...

Eu, particularmente, acredito que o caminho é mais ou menos esse mesmo do post original. As tais profecias podem ser algum tipo de informação que foi passada para nós há muito tempo, quem sabe. Mas como as pessoas eram muito primitivas (e ainda somos...) a informação foi se alterando com o tempo, aumentando uma coisinha aqui, diminuindo outra ali... Mas no fundo, a essência é a mesma: a evolução acontece, de tempos em tempos há algum evento que dá uma "impulsionada" na coisa toda, cada qual de acordo com a necessidade (um explosão, no caso de uma estrela; uma passagem por um lugar energético, no nosso caso) e tudo muda constantemente. Quem está pronto pra próxima fase, experimenta coisas novas e aprende coisas novas, quem não está preparado, volta pra fase de aprender o que ainda não aprendeu e fica lá até estar pronto pra "passar de ano" na escola da vida.

Ola Lucita , concordo com tudo o que você disse , sendo porque a parte esotérica da coisa sempre muda, a ideia do post e para que todos nos reunisse maiores ideias e a debatesse. Essa transição foi estudada pelos Maias que por sua vez tinham um conhecimento amplo e exato.. Pena que maior parte de Seus estudos foram perdidos pelo poder de território, se não teríamos muito mais informações a respeito disso! Obrigada por esclarecer duvidas restantes

: )

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Gosto muito do Laércio quando ele fala de espiritualidade. Quando ele fala de ciência ele comete alguns deslizes como o que comentei no outro tópico (não que aquela teoria dele não seja válida, mas fica como especulação por falta de evidências*). Por este motivo não assisti este vídeo todo, mas acho que ele está falando o que eu estou tentando dizer.

1) Não orbitamos as plêiades;

2) Cinturão de fótons nada mais é do que poeira cósmica super-quente e por este motivo emite fótons (assim como uma barra de ferro quando esquentamos ela).

https://www.youtube.com/watch?v=etejBcfRQS4

A primeira vez que ouvi falar de cinturão de fótons levei um susto. A forma como é dita dá a entender fótons em órbita e isso só é possível nas proximidades de um buraco negro e jamais seria observável (se a luz está em órbita, nenhum fóton sai da órbita e por isso não chegaria aos nossos olhos ou aos olhos dos nossos telescópios).

* Somente seria válido como postulado se a teoria explicasse algum fenômeno visível a quem interessar. Como explica um fenômeno que apenas espiritualistas acreditam, não é ciência. É como se eu amplia-se os postulados científicos para provar que existe papai Noel e que ele mora na Lua e não no pólo norte. Só eu e as crianças acreditam em papai Noel (uma alegoria para deixar claro, não acredito em papai Noel :D ).

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A popularmente "partícula de Deus" é um bóson. O fóton não é um bóson. Quanto a dualidade particula/onda o elétron também possui e essa dualidade, na minha humilde opinião científica, só existe pois a ciência trabalha com modelos. Um modelo é um artifício matemático sistematicamente elaborado que visa obter resultados aproximados com os resultados que vemos na vida real. Em outras palavras, se tivéssemos um modelo perfeito, não haveria dualidade e as coisas fariam mais sentido.

Sabe de onde surgiu o neutrino? Uma necessidade de manter o equilíbrio energético nas reações atômicas. Ou seja, observou-se que determinadas reações nucleares não possuiam equilíbrio energético nas partículas que decaiam (saiam do átomo). Perante o problema convencionou-se uma partícula chamada neutrino e essa partícula contêm a energia que faltava nas outras partículas. Percebe por qual motivo os modelos, quanto mais complexos ficam, mais estranhos são os resultados? Eles criam coisas para explicar o fenômeno.

Fótons são bósons, sim, meu querido. Fótons, glúons e muitas outras partículas conhecidas como elementares. Bósons nada mais são do que o elemento no qual a matéria "se gruda" para existir. Existem bósons dos mais variados tipos, e o fóton é o bóson estudado pelo eletromagnetismo quântico, já que é a partícula/onda elementar do eletromagnetismo. Talvez por isso no texto da nossa colega Karolyn ele é citado como uma fragmentação do elétron, já que o elétron é uma partícula eletromagnética e o fóton é a menor unidade de todas elas.

Mas este não é um fórum sobre física, muito menos sobre física quântica. Se tudo fosse comentado em termos técnicos e científicos, sinceramente, ninguém entenderia nada e a discussão não teria sentido de existir. Portanto é normal que se cite coisas de uma maneira mais leiga sobre o assunto, ninguém aqui é cientista PHD em partículas.

E mesmo que fosse, os próprios modelos que você cita só existem porque nem o cientista mais top do mundo tem uma resposta pra tudo o que existe. Eles ainda estão procurando por isso, já que existem 3 teorias fundamentais sobre a existência que funcionam muito bem separadas, mas se juntarmos as 3 não forma 1 só, pois elas se contradizem. Ou seja: nós sabemos que existimos porque, bem, olha nós aqui existindo! Mas cientificamente falando, não dá pra provar nossa própria existência com uma só explicação consistente, é preciso juntar 3 explicações diferentes que se contradizem em muitos aspectos.

Crenças, em sua essência, servem para preencher essas lacunas que ainda nos são inexplicáveis. Cabe só a cada um decidir o que parece plausível e coerente de acreditar ou não. Conforme a ciência explica coisas novas, algumas crenças se fortalecem e viram fatos, outras simplesmente são desmistificadas e outras simplesmente se transformam. Por exemplo, fala-se de dimensões no âmbito religioso há muito tempo, e recentemente essa palavra anda passando pelos discursos de muitos cientistas por aí... Por outro lado, antigamente acreditava-se que algumas doenças eram causadas por possessão demoníaca, e depois a ciência descobriu vírus e bactérias e que só rezar não evitava nada, o certo mesmo é ter higiene pessoal.

Enfim, a própria ciência não se afirma como verdade absoluta, ela mesma tem suas falhas e procura sempre evoluir com o tempo. E estamos falando de ciência, hein! Aquela que se baseia em experimentos, observação e reprodução de resultados prováveis. Se mesmo uma coisa assim tem suas falhas e suas lacunas, imagina só quando se trata de algo como a espiritualidade, evolução, crenças e tantas outras coisas que são muito mais subjetivas e variáveis. O que podemos fazer é sempre buscar por conhecimento e manter a mente aberta. Nenhum extremo é bom, nem a crença cega nem o ceticismo cego.

Cinturão de fótons nada mais é do que poeira cósmica super-quente e por este motivo emite fótons (assim como uma barra de ferro quando esquentamos ela).

Não importa de onde os fótons vem. Eles estão lá, está comprovado isso, e nós estamos passando por eles. E fótons tem sim a propriedade de alterar as partículas de matéria, sua vibração e consequentemente seu comportamento. Que tipo de alteração é essa e quais as consequências disso, aí sim, é só especulação por enquanto. Por exemplo, se esses fótons fosse super energizados (conhecidos como raios gama), a gente basicamente estaria "frito" :lol:

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A parte exotérica nem discuto. É direito crer ou não crer. Estou discutindo a parte científica e o exoterismo está se apoiando em algo que não é fato científico mesmo que force a barra para dizer que é!

Eu acredito que o magnetismo de um planeta já esteja atraíndo espíritos ignorantes do planeta Terra (planeta chupão, planeta X, Nibiru). A ciência desconhece este planeta pois exotéricos interpretam as profecias de forma errada.

Primeiro porque um planeta que futuramente será habitável (afinal é para lá que está indo os que não estão preparados) jamais pode ter uma órbita tão excêntrica (mais excêntrica que do cometa Halley, afinal o cometa Halley já passou por nós várias vezes, este planeta nunca passou). Segundo que se este planeta estivesse próximo de nós já teria sido detectado. O projeto WISE possui tecnologia para mapear objetos próximos. Um novo mapeamento de asteróides está sendo feito e este projeto identificou desde asteróides do tamanho do estado do Texas até "pedrinhas" voadoras sem muita importância. Essa tecnologia pode encontrar facilmente um planeta na nossa redondeza.

Logo, a única forma de unir a profecia com a ciência é supor que a aproximação não é física, mas sim magnética e mesmo assim de magnetismo extrafísico (magnetismo que atraí e repele espíritos). Este planeta encontra-se em outro sistema e não no sistema solar e talvez esteja até em outra galáxia e de alguma forma seu magnetismo extra-físico está influenciando os espíritos da Terra.

Conclusão: mesmo o que eu acredito é 100% não científico. A própria transição planetária não é científica.

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Estou discutindo a parte científica e o exoterismo está se apoiando em algo que não é fato científico mesmo que force a barra para dizer que é!

Não entendi direito essa parte. Você poderia explicar melhor, por favor?

Digo isso porque, tem muita coisa exotérica baseada em coisa científica sim, apesar que muita não. Por exemplo, essa discussão toda de fóton saiu daí: o fóton é fato científico, a influência dele na matéria também é fato científico. O exoterismo pegou essas duas informações e falou "bom, se tem essa coisa energética que interage com a matéria, e a própria matéria é feita de energia (elétrons; prótons e nêutrons que por sua vez são feitos de outras partículas energéticas, e isso é fato científico) então, se juntarmos um campo energético com partículas energéticas temos tal resultado". É esse tal resultado que é a especulação, pois nada aconteceu nem foi observado ainda, cientificamente. Dizer que esse resultado é algo científico, AHHH BOM, aí sim é forçar a barra.

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O que eu quis dizer é que o fóton e o bóson de higgs possuem natureza extremamente diferentes. Em tese, um bóson de higgs pode formar um fóton. É chamado de "partícula de Deus" pois teóricamente pode se transformar em qualquer coisa! O tempo de vida de um bóson de higgs é curto, um fóton não.

O elétron é indivisível pela ciência contemporânea! Ele não é composto de dois ou mais fótons.

Se entrarmos no tal cinturão, o que menos devemos nos preocupar são com os fótons, afinal nós virariamos pudim somente de nos aproximarmos devido ao calor intenso (Pleiades é uma nebulosa, tá mais quente que o inferno).

Além disso, não tenho medo de fóton. Fóton é luz... recebemos fótons o tempo inteiro, até quando acendemos a luz de casa. Aliás, os fótons de Plêiades chegam até nós, caso contrário não saberiamos da existência de Plêiades.

Um feixe de fótons extremamente concentrado seria o sabre de luz de star wars. Essa é a influência do fóton na matéria. Os fótons estimulam a produção de melanina e a ocorrência de câncer de pele. Feixes concentrados de fótons são mais potentes do que um tiro de bazuca e poderiamos usá-los para propulsão de foguetes caso pudessemos fazer um feixe tão potente (laser). Não precisamos entrar na Plêiades para ter isso, já temos o nosso sol!!!

Assista o vídeo do Laércio e verá que não orbitamos as Plêiades. Nem mesmo estamos nos aproximando e para ser sincero, nem mesmo as estrelas de plêiades orbitam Alcyone!!!

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Agora me digam de forma simplificada.

1) Se não orbitamos as plêiades;

2) Se tudo o que o fóton pode fazer, dependendo da frequência que vibra e de sua concentração e destruir a vida biológica (vide esterelização UV. Usado por dentistas e médicos);

3) Se Plêiades é mais quente que o inferno e até nosso planeta viraria uma massa líquida ao penetrar este cinturão (o que não vai acontecer por causa do fato número 1)

Sobrou o quê de científico?

OBS.: Não me entendam mal. Mas se de fato somos espiritualistas e acreditamos, assim como a ciência que as leis são universais e se aplicam sobre ângulos diferentes, devemos nos preocupar com o que dizemos. Pois ao invés de colaborar para um mundo menos ignorante, talvez com ciência e "religião" caminhando juntas, estamos colaborando para a divisão entre ambas.

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Bom, vamos por partes.

A popularmente "partícula de Deus" é um bóson. O fóton não é um bóson.
O que eu quis dizer é que o fóton e o bóson de higgs possuem natureza extremamente diferentes.

Calma lá, não pareceu que não foi isso o que você quis dizer, porque você disse outra coisa, mas tudo bem.

Quando citei a "partícula de Deus" foi apenas como um exemplo, já que já foi falado sobre isso até no Jornal Nacional e alguém pode já ter ouvido falar disso e não de fóton. São coisas que pertencem à mesma categoria, mas não são a mesma coisa. Assim como "pão" e "maçã" pertencem à mesma categoria "alimentos", têm diferenças básicas entre si e até composições diferentes ao mesmo tempo que são a mesma coisa dentro de uma categoria.

Essa categoria chamada "bóson" é uma coisa que engloba o elemento chamado "fóton", assim como outros, cada um com sua propriedade. E todos os bósons são partículas fundamentais, ou seja, tudo o resto que existe no universo depende da existência desses bósons pra existir. "Bósons de Higgs" (vulgo "partícula de Deus") influenciam na existência de uma coisa específica, fótons, influenciam em outras.

Fóton é a partícula/onda elementar do que conhecemos como eletromagnetismo, bóson de Higgs é a partícula/onda elementar da matéria em si.

A luz visível nada mais é do que um espectro eletromagnético, e um bem pequeno, por sinal. As cores são variações desse espectro, convencionalmente vemos 7 cores, daí dá pra perceber o quão pequeno é esse espectro. Outras variações desse espectro que podemos mencionar é o infravermelho, ultravioleta e raios gama. Nós não enxergamos essas coisas a olho nu. Uns são mais, outros menos energizados, mas no final, tudo é "feito" da mesma coisa: fótons. Eles estão em todo o universo, em maior e menor intensidade e vibração.

1) Se não orbitamos as plêiades;

2) Se tudo o que o fóton pode fazer, dependendo da frequência que vibra e de sua concentração e destruir a vida biológica (vide esterelização UV. Usado por dentistas e médicos);

3) Se Plêiades é mais quente que o inferno e até nosso planeta viraria uma massa líquida ao penetrar este cinturão (o que não vai acontecer por causa do fato número 1)

Essa coisa de plêiades é relativamente recente, pelo menos pra mim. Toda essa história de 2012 foi baseada numa profecia Maia distorcida até o limite. Pega essa profecia fora da internet que você não vai ver muita coisa falando de plêiades. Os Maias diziam que do dia 21 de dezembro em diante o planeta estaria recebendo influência energética de Runacku, que é o nome que eles davam ao "ser" que seria o centro da Via Láctea. E que todo esse processo fazia parte da "respiração" de Hunab-Ku (Deus). Ou seja, uma "respiração" é algo que vai e vem, começa e termina e começa de novo... até onde eu sei, a profecia não previa o fim do mundo, mas o fim de um ciclo e a entrada numa era energética que poderia ser usada tanto pra evolução do homem quanto para sua própria destruição pelos seus atos. E que o dia 21/12/12 seria o primeiro dia o novo ciclo, e não o dia do resultado disso tudo.

Eu não estou na minha casa nem no meu computador, então não tenho em mãos um dado que eu gostaria, mas há alguns anos (em 2009, se não me engano!) cientistas descobriram que a nossa vibração aumentou drasticamente se comparado a anos atrás. Nós podemos medir a vibração de nossa energia em Hertz, eu não tenho os dados corretos aqui pra passar, mas esses Hertz quase que dobraram se comparados com como isso era quando foi descoberto. Vou ficar devendo essa informação até quando eu voltar pra casa.

Em resumo: receber influência de fóton não significa que tem que orbitar Plêiade nenhuma, bem como orbitar Plêiades não significa ser torrado por elas e fóton só "frita" se for em quantidades energéticas altíssimas, o que não é o caso que se refere.

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Bom, vamos por partes.
A popularmente "partícula de Deus" é um bóson. O fóton não é um bóson.
O que eu quis dizer é que o fóton e o bóson de higgs possuem natureza extremamente diferentes.

Calma lá, não pareceu que não foi isso o que você quis dizer, porque você disse outra coisa, mas tudo bem.

Quando citei a "partícula de Deus" foi apenas como um exemplo, já que já foi falado sobre isso até no Jornal Nacional e alguém pode já ter ouvido falar disso e não de fóton. São coisas que pertencem à mesma categoria, mas não são a mesma coisa. Assim como "pão" e "maçã" pertencem à mesma categoria "alimentos", têm diferenças básicas entre si e até composições diferentes ao mesmo tempo que são a mesma coisa dentro de uma categoria.

Essa categoria chamada "bóson" é uma coisa que engloba o elemento chamado "fóton", assim como outros, cada um com sua propriedade. E todos os bósons são partículas fundamentais, ou seja, tudo o resto que existe no universo depende da existência desses bósons pra existir. "Bósons de Higgs" (vulgo "partícula de Deus") influenciam na existência de uma coisa específica, fótons, influenciam em outras.

Fóton é a partícula/onda elementar do que conhecemos como eletromagnetismo, bóson de Higgs é a partícula/onda elementar da matéria em si.

A luz visível nada mais é do que um espectro eletromagnético, e um bem pequeno, por sinal. As cores são variações desse espectro, convencionalmente vemos 7 cores, daí dá pra perceber o quão pequeno é esse espectro. Outras variações desse espectro que podemos mencionar é o infravermelho, ultravioleta e raios gama. Nós não enxergamos essas coisas a olho nu. Uns são mais, outros menos energizados, mas no final, tudo é "feito" da mesma coisa: fótons. Eles estão em todo o universo, em maior e menor intensidade e vibração.

1) Se não orbitamos as plêiades;

2) Se tudo o que o fóton pode fazer, dependendo da frequência que vibra e de sua concentração e destruir a vida biológica (vide esterelização UV. Usado por dentistas e médicos);

3) Se Plêiades é mais quente que o inferno e até nosso planeta viraria uma massa líquida ao penetrar este cinturão (o que não vai acontecer por causa do fato número 1)

Essa coisa de plêiades é relativamente recente, pelo menos pra mim. Toda essa história de 2012 foi baseada numa profecia Maia distorcida até o limite. Pega essa profecia fora da internet que você não vai ver muita coisa falando de plêiades. Os Maias diziam que do dia 21 de dezembro em diante o planeta estaria recebendo influência energética de Runacku, que é o nome que eles davam ao "ser" que seria o centro da Via Láctea. E que todo esse processo fazia parte da "respiração" de Hunab-Ku (Deus). Ou seja, uma "respiração" é algo que vai e vem, começa e termina e começa de novo... até onde eu sei, a profecia não previa o fim do mundo, mas o fim de um ciclo e a entrada numa era energética que poderia ser usada tanto pra evolução do homem quanto para sua própria destruição pelos seus atos. E que o dia 21/12/12 seria o primeiro dia o novo ciclo, e não o dia do resultado disso tudo.

Eu não estou na minha casa nem no meu computador, então não tenho em mãos um dado que eu gostaria, mas há alguns anos (em 2009, se não me engano!) cientistas descobriram que a nossa vibração aumentou drasticamente se comparado a anos atrás. Nós podemos medir a vibração de nossa energia em Hertz, eu não tenho os dados corretos aqui pra passar, mas esses Hertz quase que dobraram se comparados com como isso era quando foi descoberto. Vou ficar devendo essa informação até quando eu voltar pra casa.

Em resumo: receber influência de fóton não significa que tem que orbitar Plêiade nenhuma, bem como orbitar Plêiades não significa ser torrado por elas e fóton só "frita" se for em quantidades energéticas altíssimas, o que não é o caso que se refere.

Como disse, me expressei mal na parte dos bóson. Me referia à natureza dos mesmos que são diferentes. Mas isso é irrelevante ao tema...

Se entrarmos no suposto cinturão de fótons que supostamente está a 400 anos luz de plêiades, o que vai nos fritar não são os fótons, mas sim a temperatura dos gases que formam o suposto cinturão.

Agora, se não orbitamos Plêiades, não vamos entrar em cinturão de fótons nenhum.

Depois do ano novo venho ver esse artigo de que nossa frequência aumentou. Mas pelo que disse aqui já estou com um sentimento de que trata-se de pseudo-ciência. Primeiro pois não vejo como medir essa frequência, segundo que para dizermos que aumentou, temos de ter um referencial de comparação: só falta dizerem que em 1900 fizeram uma medição destas... no entanto vou analizar com carinho.

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Eu acho que estou sendo chato. Mas é que certas coisas realmente me incomodam. A transição quando associada com pseudo-ciência faz até eu duvidar que vá acontecer. Logo, se tomar conhecimento do momento em que vivemos tenha alguma importância no sentido de fazer esforços de auto-transformação, a pseudo-ciência está dificultando as pessoas a tomarem este conhecimento e talvez esteja até mesmo atrasando a transformação deste mundo em um lugar melhor.

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Informações técnicas à parte, nós já estamos vivendo um período de transformações.

Basta assistir um pouco de telejornal e perceber que os diversos sistemas que compõe nossa sociedade (financeiro / político / ambiental / social / saúde) são indicadores de uma verdade incontestável: nós, como humanidade, estamos em crise!

Além disso, ninguém nega que a percepção de tempo está totalmente alterada.

Isso sem falar na "febre" que o planeta está passando...

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