• advertisement_alt
  • advertisement_alt
  • advertisement_alt
sandrofabres

Desencarne (autor: alcides jr)

Recommended Posts

Desencarne

 
Boa noite,

Hoje participei do enterro da minha tia-avó, cheguei no velório meia hora antes do corpo se levado para o cemitério, fiquei ao fundo vendo o diácono ler seu livro de praxe dos velórios e envolta todas as pessoas que ali estavam para deixar seu último Adeus e ao mesmo tempo imaginando se ela já teria se desprendido do corpo e se realmente aquilo que fazemos ali irá fazer algum sentindo. Claro para algumas pessoas aquele é o momento de despedida de vê-la pela última vez e tudo mas, eu particularmente evito, prefiro ter a lembrança de quando ainda estava viva.
Mas minha dúvida é, sobre a sequencia do desprendimento do perispírito, de que forma isso acontece? (acredito que varia de pessoa para pessoa dependendo do seu grau de evolução espiritual). No momento também pensei sobre o trecho da psicografia do espírito Zilio (Raul Seicas), Um Roqueiro no Além, que diz assim ''Quando fecharam o caixão, dei murros na tampa tentando abri- la, mas meu esforço era em vão; perdi os sentidos. Não sei quanto tempo fiquei desacordado; quando dei por mim novamente, senti que me colocaram em um veiculo e viajamos por algum tempo.''

É possível ali no velório ainda estar no corpo de minha tia o perispírito?

lembro-me também de um FAQ que o Saulo diz que em uma de suas experiências ele foi colocado dentro de um caixão para saber como era o sofrimento de uma espírito se conhecimento.

As orações das pessoas no velório tem algum efeito para ela?

Em um trecho do filme O Nosso Lar, quando André já foi resgatado e esta na cidade ele vai a um local ontem ele tem acesso a mensagens de seus parentes e quando ele olha a única mensagem que deixaram para ele, era de uma paciente que ele tinha atendido.

Enfim, fiquei refletindo sobre toda situação ali.

 
  • Like 1

Share this post


Link to post
Share on other sites
  • cicero
    cicero 
    tem um livro "na hora do adeus "psicografado,que relata bastante casos durante esta fase do desencarne inclusive li depois de um faq em que o Saulo fez em um cemiterio apos a morte de um chegado dele .o prorprio Saulo incidou e o livro é muito bom
    obs ,acho que é de Sergio luiz ou Luiz sergio
     
  • Legal Cicero, já fiz o download do mesmo. Vai pra fila da leitura hehehe.

    Aproveitando upei ele e vou deixar o link aqui pra quem quiser baixar também.

    https://www.dropbox.com/s/7k91dnod95wil2m/NA HORA DO ADEUS - Luiz Sergio.pdf?dl=0
     
  • Alcides em geral o sujeito fica 3dias e meio ligado ao corpo. Isso é só um numero médio.
    Mas tem gente que fica até depois que o corpo já virou so osso ( leia o Guardiao da Meia noite, eo Rubens saraceni ) e tem gente que sai até antes. Aquele pessaol que está meio mal, entao vê uma luz, enxerga algum parante vindo lhe buscar, e entao expira...é gente que é levada ali, na hora, nao fica nem para o velório.

    Baixa o livro da Dion Fortune, "atraves dos portais da morte", cujo foco e só nesse tema, e fala sobre o que acontece no velorio, etc
  •  
    E quando faz a cremação? Quanto tempo depois que morre q faz? Qual seria a sensação pro coitado dentro do corpo enquanto seu corpo fisico está sendo cremado?
     
  • Urueds
    Urueds 
     
    E quando faz a cremação? Quanto tempo depois que morre q faz? Qual seria a sensação pro coitado dentro do corpo enquanto seu corpo fisico está sendo cremado?

    Tema polemico em Palladium

    O bem da verdade é que temos uma rica literatura falando milhares de coisas e as vezes muito distorcidas uma das outras, então o que nós resta no final é ter fé rs

    Sandro, "Dion Fortune" é a mulher da foto do seu nick, eu achava que era um homem. Achei isso sobre ela:
    tudosobremagiaeocultismo.blogspot.com.br/2012/05/dion-fortune.html

    link do livro da Dion Fortune: http://www.4shared.com/postDownload/MEt7DMrDba/Dion_Fortune_-_Atraves_dos_Por.html

Share this post


Link to post
Share on other sites
  • Tem que esperar os 3 dias. Isso e bem antigo, bem conhecido no estoerismo.

    Note ate que na Biblia, no caso do Lázaro, o texto deixa bem claro que ja tinham passado 4 dias, ou seja, quem escreveu o texto parecia saber que se nao deixasse isso claro, pessoas com conhecimento sobre os 3 dias diriam "


    " jesus nao ressuscitou ninguém, porque o processo de morte ano tinha se completado ainda".


    Entao falaram claramente que ja tinha passado 4 dias, para que não achasssem que foi algu engano.

    E também no espiritismo se sabe disso:
    http://www.oconsolador.com.br/14/gerson_simoes_monteiro.html

    Creio que por isso o Chico Xavier deixou claro que só o cremassem apos 3 dias, pena que agora nao achei o link sobre isso.
     
  •  
    Livros baixados agora é ler pra entender um pouco mais do assunto.

    Valeu jovens pelas dicas.

    :)>-
  • Opções
    lgomesl
    lgomes 

    Deve ser cremado somente após três dias? Vixi Maria....
    Eu pretendo ser cremada......agora fiquei preocupada...

Share this post


Link to post
Share on other sites
  • Tb fiquei ainda mais lendo o finalzinho do texto que o Sandro postou ali.

     
    Citar

    '' Acontece, porém, que no instante da morte o desprendimento do perispírito não se dá subitamente. Ele, através de uma extensão fluídica, imperceptível aos nossos olhos, ainda se conserva unindo à alma recém-liberta ao corpo inerme. E é por essa razão que, na maioria dos casos, o Espírito pode sentir os tormentos da cremação. Segundo o benfeitor espiritual Emmanuel, através de Chico Xavier, a cremação deveria ser levada a efeito 72 horas após o desenlace.
     


    Bem, diante disso, peço para que meu corpo seja enterrado debaixo do ecológico “sete palmos de terra”, porque sendo gordo ele há de produzir muito adubo para fertilizar o solo abençoado. Por favor, não se esqueçam. A natureza desde já agradece! ''
  •  
    É???? Então leia o Guardião da Meia Noite, do Saraceni. ( ando acessando só pelo celular, por isso nao posto os links, mas isso tem facil na internet).

    Não precisa ler todo não, só ate a parte que o corpo do cara esta sendo roódo pelos ratos, eheheh.

    Gente, cremação é sempre melhor, porque sr sua situaçao for tao ruim, qur te deixaria preso ao corpo, ao ser cremado voce esta livre, porque só eliminar o corpo fisico, o corpo etérico também se dissipa.
    E se voce nao estava preso a ele, melhor.
    Claro que se estiver preso vai sentir , mas pelo menos encerra o problema de uma vez só.
  • Opa eu tinha upado e acabei esquecendo de postar o link.

    Segue O Guardião da Meia noite -> https://www.dropbox.com/s/kwqzvneoqlr2w1l/O Guardiao da Meia-Noite - Rubens Saraceni.pdf?dl=0
  •  
     
    Tambem concordo melhor sofrer virando um churrasquinha por alguns minutos ou horas do que passar dias meses virando adubo. :D

Share this post


Link to post
Share on other sites
  • Bom vou colar aqui a parte do livro inerente as últimas questões. Retirado do livro O Guardião da Meia Noite.
    Agora, concordo com o virar churrasquinho por alguns minutos hahahahahahaha.
    ...........................................................................................................................................
    ''Começaram a surgir feridas em meu corpo, tinham aspecto horrível. Aos poucos, foram aumentando de tamanho. Eu podia senti-las crescendo.
    Quantas dores eu sentia! Gritava por socorro e ninguém me ouvia. Já não conseguia orar a Deus. Sentia minha carne sendo devorada por vermes. Que horror!  Eu os sentia andando por minha pele. Entrei em choque. Aquilo era algo que eu não havia imaginado. Sim, eu estava isolado em um caixão. Os vermes iriam me deixar igual a um cadáver, todo carcomido. As dores foram aumentando de intensidade. Mas o pior ainda estava para vir.

    CONTINUA A TRAGÉDIA

    Comecei a ouvir barulhos de algo roendo o caixão. O que seria? Ratos! Só podiam ser ratos! Sim, eles deviam ter cavado um buraco sobre o caixão. Eu me apavorei com a idéia.

    - Meu Deus!- gritei eu - Acuda-me !!!
     
    Mas de nada adiantou meu pedido de socorro. Ninguém me ouvia, nem Deus. Senti caírem sobre minhas feridas, farelos de madeira apodrecida. Estavam quase furando o caixão, logo entrariam em seu interior. E isto aconteceu. Foi um horror!
    Eles estavam famintos e eram muitos. Lançaram sobre mim com uma fúria indescritível. Eram dezenas deles. Sentia minhas carnes sendo arrancadas pelos dentes afiados. Aquilo era o inferno! Se ele realmente existia eu estava vivendo os seus horrores. Clamava a Deus que me matasse de uma vez. Não sabia como ainda estava vivo. Clamei e não fui ouvido. Desisti de clamar por Deus e pelos santos. Para que, se não era ouvido?

    Uma revolta intensa tomou conta de mim. A dor insuportável não era menor que o ódio. Odiava minha esposa, meu sogro, os índios, o negro, a tudo eu odiava. Maldita humanidade que permitia tal sofrimento a um ser humano. Os ratos se fartaram em meu corpo. Sentia suas presas rasparem meus ossos para lhes arrancarem até as ultimas lascas de carne. Como doía! Quantas lágrimas eu derramei de dor, desespero e pavor. Eu já sentia todos os meus ossos expostos e eles insistiam em roê-los. Quanto desespero, meu amigo. Já não pensava em mais nada além do meu estado. Cheguei a blasfemar contra Deus e os santos por me deixarem ali, preso e paralisado. Quando as presas dos ratos, todos insaciáveis, tocavam em meus ossos eu urrava de dor. Sim, no desespero, eu gritei com toda minha voz que se Deus não me ajudava, então que o demônio viesse em meu auxilio.

    Porque fui falar uma coisa dessas naquele momento? Pouco depois eu vi todos os ratos guincharem horrivelmente. Não atinei com o pavor dos ratos até ver uma enorme cobra no meio deles. Muitos  conseguiam fugir pelo buraco por onde haviam entrado, mas outros eram picados pela cobra. Logo, uma outra cobra da mesma espécie começou a descer pelo buraco. Era um pouco maior que a anterior. Os ratos que conseguiam subir pelas paredes do caixão até a saída, saiam guinchando de medo. Não voltavam mais.

    Quanto aos que ficavam, as cobras iam matando-os. Eram um horror as cenas a que eu assistia. E aquelas cobras rastejando sobre meu esqueleto, então? Como era tétrico este contato com elas! Quanto medo eu sentia! Já não ligava mais para a dor, o pavor era maior. O que mais restava me acontecer? Malditos, sogro e esposa que haviam me enterrado vivo!

    Eu via as cobras comerem alguns ratos, depois se enrolarem uma de cada lado de mim e dormirem. Por quanto tempo não dizer até hoje. Uma delas começou a se rastejar rumo ao buraco de saída. Passou sobre meu esqueleto. Já estava paralisado há tempos e procurei não me mover mais ainda, se é que isto seria possível, pois eu era só ossos. Não havia roupa alguma a cobrir-me, tudo havia sido
    roído pelos ratos. Mais tarde a outra cobra saiu também.”Melhor assim”, pensei.

    Engano meu, pois os ratos voltaram. Não tantos como da outra vez. O desespero tomou conta de mim novamente. Aquilo foi uma armadilha das duas cobras, pois pouco depois elas voltaram e atacaram os ratos. Tinham, nova refeição fresca, pensei eu. Depois da refeição dormiram sobre meu esqueleto. Uma delas se aninhou entre minhas pernas, a outra sobre meu tórax. Aquilo era o pavor extremo que se poderia sentir. Estava a um palmo de minha boca. Minhas narinas sentiam os seus cheiro peçonhento. Fechei os olhos, mas de nada adiantou pois continuei vendo-ª A proximidade era tanta que eu temia respirar muito forte e acorda-la. Mais tarde, não
    sei quanto tempo depois, ela começou a mover-se. Passou sobre minha cabeça.

    Senti seu corpo escamoso deslizar sobre meu rosto. Não movi os lábios para não provocala. Lentamente foi indo para meus pés. A outra cobra começou a mover-se também. Emitiram um som que logo descobri, era um chamado para o a casalamento. E elas iniciaram o seu macabro ato sexual. Eu assistia a tudo estarrecido. Não era possível que tudo isto estivesse acontecendo comigo. As
    cobras saiam e quando algum rato entrava, elas vinham comê-lo. Isto já havia virado rotina. Algum tempo depois, a fêmea pôs uma ninhada de ovos. Isto me apavorou mais ainda. Aquele buraco iria se transformar em um ninho de cobras. Acho que
    preferiria os ratos. Logo, os ovos começaram a se partir e saíram pequenos filhotes.

    Mal haviam nascido e já rastejavam sobre meu esqueleto. Eu vi uma delas se alojar em meu pescoço. Alguns dias depois, famintas, picavam meus ossos na tentativa de comerem algo. Como eram doloridas as picadas! De vez em quando uma delas após muito esforço conseguia sair do buraco. Para mim foi um alivio quando todas saíram. Até as duas grandes se foram. Pude me acalmar um pouco após isto. Consegui mesmo dormir um pouco. Por quanto tempo, não sei, mas acordei assustado quando senti as cobras rastejando sobre mim. Dei um grito de pavor, quando vi a bocarra de uma delas próxima da minha boca. Acho que ela não ligou para meu grito, pois
    abaixou a cabeça e envolveu meu pescoço. Aquilo era mais do que eu podia suportar. Comecei a sufocar com a pressão.

    - Maldita enviada dos infernos! - gritei, cheio de medo e de ódio.

    Não podia mais suportar aquilo. Minha revolta tinha uma finalidade. Queria que ela me desse uma picada mortal, somente assim eu poderia me libertar de tão medonho pesadelo. Mas nada ela fez. Isso me revoltou mais ainda.Voltei a xingar e blasfemar.

    - Malditos índios, e maldito casamento dos infernos, que me conduziram a este pesadelo! Os céus me esqueceram, os infernos nem ligam para mim. Clamei por Deus, e não fui ouvido, clamei pelo diabo, e também não fui. Que maldição recaiu sobre mim? E estas serpentes, acaso gostaram do meu inferno pessoal?

    Minha revolta levou-me à loucura. Eu gritava em desespero, mas sabia que ninguém me ouviria, seria tudo em vão. De repente, uma voz me assustou:

    - Quem está ai embaixo?
    - Ajude, por favor! - clamei eu.
    - Quem é você, o que faz ai embaixo?
    - Eu sou o barão de tal, e fui enterrado vivo aqui.
    - Há quanto tempo está ai?
    - Não sei, perdi a noção do tempo. Parece uma eternidade. Pode me tirar daqui?
    - Sob certas condições, eu o tirarei rapidamente.
    - Que condições? - assustei-me com esta frase.
    - Você não tinha escravos há tempos atrás?
    - Sim, muitos. Mas, o que isto tem a ver com sua ajuda?
    - Simples, barão, você será mais um dos meus escravos.
    - Eu, um barão, um nobre, ser seu escravo? Nunca! Prefiro conviver com as cobras.
    - Você é quem sabe, idiota! Não voltarei aqui novamente quando ouvir seus gritos de horror. E olhe que estou vendo chegar mais cobras para entrarem no buraco em que você está prisioneiro. E era verdade! Eu vi entrarem diversas delas naquele instante, cada uma mais horrível que a outra.
    - Tire-me daqui pelo amor de Deus! - exclamei eu.
    - Não fale este nome, idiota. Não vê, que blasfemou contra Ele. Não tem este direito,esquelético asqueroso.
    - Não importa por quem seja, mas tire-me daqui.
    - Somente sob aquelas condições. Do contrário, fique ai por toda a eternidade, pois os do alto já o excomungaram há muito tempo.
    - Eu aceito suas condições, mas tire-me daqui, por favor.
    - Está bem, vou tirá-lo. Segure em minha mão e eu o puxarei para cima.
    - Não posso mover-me, estou paralisado.
    - Vou agarrá-lo e tira-lo num instante.

     
    Neste momento eu vi uma cara chegar até mim. Era horrível a sua aparência. As unhas eram longas e curvas. Não era uma mão humana, mas sim de um cadáver descarnado. Pegou num dos meus braços e puxou-me num golpe só. Eu atravessei a terra e fui colocado em pé. Estava duplamente paralisado. Uma era a paralisia que me atingira há tempos, a outra provocada pela aparência dele. Era um esqueleto enorme, vestido com um longo pano negro. Tinha na cintura uma longa espada com uma pequena caveira no cabo. Na cabeça um elmo usado pelos cruzados. Seu rosto era só ossos. Não havia olhos, boca, nada enfim. Eu estava paralisado com tão
    grotesca figura. Ele deu uma gargalhada cadavérica. Sim, aquela foi mesmo uma gargalhada cadavérica.

    - Está assustado com minha aparência, estúpido?
    - Sim! Estou sim - disse eu, trêmulo.
    - Pois olhe-se neste espelho, idiota!
    Dei um grito de horror quando me vi no espelho. Eu também era um cadáver, um esqueleto igual a ele. Demorei um pouco para me reequilibrar.
    - O que houve comigo? Quem é você?
    - Você não! A partir de agora trate-me por amo ou senhor, eu aceito qualquer um dos dois. Você morreu, estúpido! Não percebeu ainda que é impossível alguém viver sem carne ou vísceras. Sem ar para respirar como você viveu sob o solo? Olhe à sua volta! Eu olhei.

    - Estamos num cemitério. Olhe ali no seu túmulo. Virei-me e vi uma placa com meu nome inscrito. “ Barão de tal. Nascido em 1 71 6 e morto em 1 764 .”
    - Eu morri?
    - É mais estúpido do que eu imaginava. Sim idiota você morreu há quatro anos atrás.
    Já estamos em 1 768.
    - Impossível você está me iludindo.
    - Eu iludindo-o? Como acha que ainda pode falar comigo após tanto tempo sob o
    túmulo?
    Eu comecei a pensar. Sim, isto tinha sentido! Não poderia ter sobrevivido sob aquele túmulo, morreria asfixiado.

    - Isto mesmo, idiota, teria morrido asfixiado mesmo. E foi o que aconteceu.
    Jogaram-no aí e não notaram que ainda vivia. Mas quem morreu foi sua carne não seu espírito.''
  • Like 1

Share this post


Link to post
Share on other sites
  • Aí você lembra que um corpo, para virar esqueleto, demora ANOS...
    E que o sujeito, no exemplo ilustrado no livro, continuava preso mesmo ao esqueleto, dá para imaginar que um processo desses pode se estender MUUUUIIITO.
  •  
    Li este livro no final do ano passado, gostei bastante...por coincidência (se é que isso existe..rsrsrs) um dos meus padrinhos na Umbanda, trabalha com esse Exú...o Sr. Meia Noite...
    Tá, mas comentários à parte, eu sempre achei a cremação uma opção mais adequada, até ecologicamente falando...(haja cemitério pra todo esse povo no futuro), e vejo que até espiritualmente ela é mais vantajosa.
  •  
    Complicado, só de ler o livro e ir imaginando as cenas é tenso !

    Gomes certeza que é mais ecológico pena que até pouco tempo era bem restrito os crematórios.
    Moro em Joinville a maior cidade do estado de SC 600 mil habitante praticamente o crematório mais perto fica a 90 km na cidade de Itajai, depois tem de florianópolis aque existe apenas a 5 anos.

    Aqui em Joinville foi construído um porém a Prever uma empresa de plano de saúde, seguro de vida e outros, tem diversas capelas espalhada pela cidade e faz os velórios e todo procedimento do enterro, ela acabou entrando na justiça contra o novo empreendimento (crematório), alegando diversas irregularidades... enfim o crematório ainda não funcionou e está fechado a mais de 1 ano esperando os processos judiciais.

    Quem quiser ser tostado, tem viajar 90 km.

    Até pra morrer é complicado.
     
  • lgomes

    Vixi...e como é....rsrsrsr

Share this post


Link to post
Share on other sites

Join the conversation

You can post now and register later. If you have an account, sign in now to post with your account.
Note: Your post will require moderator approval before it will be visible.

Guest
Reply to this topic...

×   Pasted as rich text.   Restore formatting

  Only 75 emoji are allowed.

×   Your link has been automatically embedded.   Display as a link instead

×   Your previous content has been restored.   Clear editor

×   You cannot paste images directly. Upload or insert images from URL.