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Gente, ficou longo, nem eu vou reler isso para ver se ficou bom, escrevi num fluxo só. Depois com o tempo, se ficou algo esquisito, eu voto aqui e edito, ehehe

O tópico que me fez criar este, foi este aqui:

http://www.viagemastral.com/forum/index.php?/topic/17199-psicodélicos/&do=findComment&comment=74839

Bom, eu não sou adepto do discurso de que  “precisa informar”. Não, você não precisa informar as pessoas sobre os males de algo proibido, eles só precisam saber que é proibido e cumprir. Se tiverem curiosidade, que pesquisem. O primeiro dever do cidadão é cumprir a lei, compreendê-la é luxo, desacatá-la mostra que o sujeito tem um  perfil criminoso, e geralmente isso já vem da infância. Por isso é totalmente desnecessário perder tempo justificando atitudes como as que eu tomo aqui, fechando tópicos que tratam de drogas ilícitas.

Porém, como este é um fórum de espiritualidade, o tipo de informação que nos interessa aqui não é o tipo que um sujeito encontra num site materialista, que para ele pode parecer insuficiente.

Acontece que o  viciado vive em negação, nada é suficiente para ele: se procura na ciência acha que não pesquisaram direito quando dizem que são nocivas, mas usa a ciência como referência se disser que são inócuas; se pesquisa em fontes espirituais finge que não entendeu que quando se descreve danos em aura, chackras, ou onde há relatos de viagens astrais mostrando o ambiente astral dos viciados, que isso é factual, não é crença tabu, preconceito. Eles apenas se ofendem quando alguém fala mal da sua droga preferida, que já o escravizou, e preferem fingir que ninguém sabe do que fala, só eles, que usam é que  sabem.

Então vou tentar explicar aqui qual é  o problema das drogas. De início podemos falar em três fontes de problemas

 

- Físico

- Psicológico

- Espiritual

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1) Físico - em geral, todas as drogas REFINADAS geram danos à saúde, isso inclui o açúcar e o sal aliás. O problema é o refino da substância, para começo de conversa. Nada na natureza é “refinado”, tudo que é natural pé uma combinação de 5 elementos, digamos assim, os quatro materiais (água, ar, terra, fogo) e o elemento “energético” digamos assim, o “prana” de cada coisa. O refino elimina esse equilíbrio, gerando quase que uma “força pura”, que ao entrar no nosso organismo, perturba nosso equilíbrio. É por isso que sociedades industrializadas são mais doentes do que sociedade primitivas, porque consomem mais elementos refinados, ausentes em sociedade primitivas. Mas enfim, isso é o ponto genérico, pertence ao tema da alimentação, que não é o foco aqui. Só falei isso para introduzir o primeiro elemento problemático, as substâncias refinadas em geral, o que inclui remédios, mas como os remédios visam eliminar a fonte de outros desequilíbrios, seu uso se justifica, sempre sabendo, porém, que não há remédio que seja inócuo, exatamente por essa força que eles possuem por serem refinados. Então, drogas refinadas são nocivas por definição, e não faltam informações sobre seus danos à saúde do corpo.

 

2) Porém, as vezes o problema que elas causam não é no corpo, mas na mente, algo que a ciência ainda não sabe bem  o que é. Não existe cura para doenças mentais, por exemplo, exatamente porque a ciência desconhece os mecanismos da mente. Sendo assim, ninguém pode afirmar ser 100% saudável mentalmente, e não existe nenhuma forma confiável de detectar problemas potenciais nessa área. O diagnóstico só é feito DEPOIS que os sintomas da doença aparecem, o que me geral é um processo que demora anos, as vezes mais de uma década em que pequenos sintomas  vão aumentando, crescendo, até que a pessoa passa a ser “desajustada”. Digo desajustada porque basicamente é isso, trata-se de ajuste ao padrão. Não existem fronteiras claras entre uma pessoa saudável mentalmente e uma com problemas, é uma questão de grau, não de tipos. Por exemplo, todo mundo tem um certo medo de ser atropelado, assaltado, assassinado, mas a maioria de nós não se ocupa em ficar pensando nisso. Só é considerado que a pessoa tem algum problema se ela deixa esse medo crescer até o ponto que sua vida começa a ficar tolhida por ele, como as pessoas com síndrome de pânico que não conseguem sair do apartamento, por exemplo.

Muitas vezes uma pessoa foi saudável a vida toda, mas num certo momento, surge uma crise qualquer (perda de ente querido, acidente quase fatal, depressão pós-parto,etc) e ela desenvolve um sintoma de perturbação psíquica que continuará a lhe causa problemas dali para frente. Ou seja, “algo” agiu como gatilho e ativou um problema latente, que a pessoa nem desconfiava que tinha, e que era impossível para os médicos detectarem, porque a ciência não entende nada que não seja material, e como a mente não é o mesmo que o cérebro, os médicos não tem ainda condições de prever isso.

As drogas refinadas ( exceto duas, que não vou citar) tem efeitos danosos detectáveis, sendo portanto de risco óbvio. Já as drogas naturais, chamadas “psicodélicos”, são inócuas do ponto de vista da saúde do corpo, e isso em geral é o que faz os seus usuários acharem que são seguras.

Sim, elas são seguras para o corpo físico (até a época que eu pesquisei sobre isso, em 2003. Parece que de uns poucos anos para cá algumas novas pesquisas surgiram demonstrando danos físicos  de drogas até então consideradas inócuas) a ponto de para muitas delas sequer existir dose tóxica. Mas não ao seguras para  mente, e esse é o ponto chave. Apesar de os usuários de drogas acreditarem que ficam mais inteligentes, qualquer não usuário percebe que eles na verdade são “atrasados” mentalmente, tornando-se  pessoas não confiáveis, inúteis na verdade, devido ao problema da falta e atenção.

Claro que não é nada grave, as pessoas que convivem com o maconheiro por exemplo, todas notam que ele é distraído (me refiro a quando está sóbrio), tem dificuldade para compreender instruções simples, tem memória fraca, não cumpre compromissos combinados, ou prazos. Enfim, acaba se tornando um cidadão semi-idiotizado , mas quando a gente não sabe que o problema é a maconha ,achamos que o cara é apenas “bocaberta de pai e mãe” . Digo isso porque trabalho numa universidade, num laboratório de pesquisa, então convivo com umas 60 pessoas entre 21 e 28 anos, que são os estagiários e graduação e alunos de mestrado e doutorado, e os caras que “não funcionam”, aqueles para quem você precisa explicar as coisas de nodo e de  novo e de novo,  são sempre os que com o tempo descobrimos serem usuários de maconha.

Outros psicodélicos não geram esse tipo de “idiota social”, provavelmente porque ao são usados com a mesma freqüência que a maconha, que tem uma rede de produção e distribuição em cada pequena cidade do mundo,  para disseminá-la. Isso obviamente só tenderá  a piorar mais,  se descriminalizarem seu uso, porque facilitará o acesso.

Bom, mas esse dano é  visível de longe, percebido por todos que convivem com maconheiro, mas não por ele, claro. E passa com o tempo, quando ele abandona o vício, mas demora muitos meses o uns poucos anos. Estou falando de observação de pessoas, algo bem concreto, caso não tenham percebido. Mas me refiro a pessoas que usam diariamente. Conheço pessoas que usam eventualmente, tipo só no fim de semana, ou uma vez por mês, por alguma razão, e elas não parecem desenvolver esse perfil a que me refiro. Só que essas pessoas são raras, porque a tolerância de uma droga como a maconha é enorme, ou seja, o sujeito começa com um por semana e em pouco tempo está no uso diário, e depois já começa a sentir necessidade de usar mais de uma vez por dia.

Mesmo assim, o problema maior não é esse, mas é outro um dano invisível que vai surgindo, que são os sintomas de doenças mentais clássicas, como a paranóia e as vezes esquizofrenia. Ninguém pode afirmar cientificamente que psicodélicos provoquem essas doenças já que de fato ninguém sabe a causa delas, mas há uma forte “associação” entre uso de psicodélicos e a presença dessas doenças. É típico, se vocês ainda não fizeram isso, façam uma hora: procurem ler biografia de pessoas que tiveram problemas mentais. Você está lá lendo a vidinha do sujeito, encontra seu relatos de quando usou maconha ou algum outro psicodélico “seguro”...e poucas páginas depois lerá sobre os primeiros sintomas da doença começando a surgir. Muitas vezes nem a própria pessoa que escreve o link percebe essa relação, mas é comum. Comecem a prestar atenção quando souberem de alguém quem pirou, ou de alguma família cujo filho desenvolveu problemas mentais. “Tudo estava bem... então ele foi para a faculdade....uma dia chego u estranho....acabou diagnosticado com esquizofrenia paranóide”.

Mas gente, atenção: eu NÃO ESTOU DIZENDO que essas substâncias causam problemas mentais. Causar elas não causam, se sua mente for saudável. O problema é que não temos como saber, portanto,em algumas pessoas isso acontece sim. Se vocês pesquisarem sobre incidência de problemas mentais, podem notar que a maioria deles surge na juventude. Muitas vezes os artigos que tratam disso, não relacionam com o uso de drogas, às vezes a pesquisa que investigou isso não incluiu a pergunta sobre uso de drogas, mas algumas poucas relacionam sim, e descobrem que a incidência é maior entre as pessoas que usaram drogas na juventude. Não vou citar links, isso são coisa que li durante anos, mas se algum usuário de drogas se interessar pelo tema, que vá atrás.

O que se considera como aceito é que aquela pessoa que acabou desenvolvendo a doença já tinha, na sua estrutura mental, algum problema, e a droga agiu como gatilho apenas. Se vocês observarem em grupos, grupos de trabalho, sala de aula, ou até na TV ( Big Brother, por exemplo. Eu vi os primeiros  3 e notei isso nos 3), os grupos de fumantes são sempre são paranóicos. Eles sempre acham que alguém está armando para eles, aprontando algo pelas costas, ficam perdendo tempo tentando antecipar as “estratégias” dos outros. É paranóia num grau leve, mas é. O sujeito tem a sensação de estar sendo perseguido por algo vigiado por algo, de estarem armando para ele, e botam a culpa nos colegas visíveis, do físico....Num caso extremo, de uso pesado de drogas, o  sujeito já vê melhor de onde vem essa perseguição: dos obsessores, que ele verá como vultos ou monstros o perseguindo, as vezes mesmo quando ele está sóbrio, mas isso só acontece em casos graves de vício. 

Portanto, usar essas substâncias, mesmo que sejam as seja inócuas do ponto de vista do corpo, trata-se de expor sua mente a riscos desnecessários. Já bastam os riscos de uma anestesia, de uma quimioterapia, de um anti-depressivo, que são os mesmos aliás, e você ainda quer correr riscos por nada? Só por curiosidade?

Se quer correr, corra, mas não finja para si mesmo que não existem riscos, e não vá publicamente pregar mentiras, alegando que são inócuas, porque isso é atestado de ignorância. Use o que você acha que você precisa, pelos objetivos que você quer, assuma seus riscos soznho, mas em ambientes públicos, como aqui, fique de boca calada, para não expor jovens, imaturos emocionalmente e ainda ignorantes de conhecimento sobre o tema, a riscos que eles não imaginam.

.........................

Adição em 29/07/2017: http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/noticia/2017/07/maconha-na-adolescencia-e-uma-fabrica-de-losers-afirma-psiquiatra-sergio-de-paula-ramos-9855388.html

 

 

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3) Junto com o problema mental, vem o espiritual, e é APENAS por esse risco que estou criando este tópico, porque o resto tudo que escrevi acima o sujeito consegue pesquisar por si mesmo, na internet. Não faz o menos sentido um sujeito vir aqui no gva, que é um fórum de viagem astral e espiritualidade  e querer ficar postando coisas da ciência que diz que esta ou aquela droga não faz mal.  Para a ciência não existe espírito, e viagem astral é sonho, logo, ela não é uma fonte confiável para nós, porque ela não sabe do que fala, dentro dos temas que nos interessam.

Mas é justo a pessoa querer saber sobre implicações espirituais do uso de drogas. No entanto, isso é chover no molhado, o que não falta na literatura espírita e esotérica são autores explicando os males que as drogas fazem aos corpos sutis, à aura e chackras. Então na verdade o que essas pessoas querem mesmo é alguém que lhe diga não a verdade, mas o que eles gostariam que fosse a verdade: que essa perseguição com as drogas é porque a sociedade não quer que você seja livre, não quer que pense por si mesmo, porque se você usa drogas isso abre sua percepção ,você se torna um “rebelde” que enxerga a dominação que nos escraviza, etc...

Gente, isso é argumento de idiotas, e só idiotas acreditam nele. O rebelde não é o maconheiro magricelo e cabeludo, tatuado e desempregado aos 30 anos, que se  sustenta vendendo cachimbos de durepoxi na praça. Esses são os “estropiados”. O rebelde é o cara que ENTRA no sistema e o usa a favor da humanidade, descobrindo materiais mais baratos para construir casas populares, um remédio mais barato que ajuda no tratamento de uma doença que antes só ricos podiam trata. Ou, como eu disse para um amigo esse dias, o cara que SE QUALIFICA, FAZ MEDICINA, PORQUE QUER SER DO “MÉDICOS SEM FRONTEIRAS” e ajudar onde for chamado.

Ser um inútil não te transforma num rebelde, te transforma num peso para a sociedade, nada mais. Alguém liga se o cabeludo dos cachimbos de durepoxi sobre num caixote de madeira e grita que precisamos mudar como o mundo funciona? Não né? Mas e se o Obama disser isso na TV lá nos EUA, o efeito é outro né?

Rebelde que se preza trabalha “infiltrado” no sistema, só os tolos trabalham à margem. Obviamente existe o risco de você ser cooptado pelo sistema se você entra nele, claro. Mas rebeldes não gostam de desafios?!? Pois então peguem um desafio “de macho” ora! Não aquela coisinha de moleque, como vemos no filme “Na natureza selvagem”, ehehehe. Aliás, aquele cara era também maconheiro, mais um estropiado, menos um jovem com potencial de gerar um mundo melhor, porque optou pelo caminho do nada.   “Goool da Alemanha! ”...7x1 para as drogas, porque ESSE É O OBJETIVO DELAS.

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E aí entramos num ponto que não sei se vocês podem encontrar em livros. Talvez tenha uns pedaços nos livros do Robson Pinheiro, não tenho certeza agora se ele fala claramente disso que falarei aqui.

A questão toda é que as drogas afetam a aura como fazem as doenças, deixando-a rasgada. A aura e nosso mecanismo de defesa contra ataques dos planos sutis. Ela funciona como a pele, que nos protege de germens, porém tem camadas cada vez mas suaves a medida que se afasta do corpo.  Usar drogas é como rasgar sua pele toda, e depois ir nadar no esgoto. Não é portanto uma atitude que faça o menos sentido, mas as vezes não dá nada, porque temos muitos níveis de proteção. Mas é por isso que alcoólatras em último estado ou usuários de drogas psicoativas já enxergam parasitas astrais sobre a peles deles, e a vezes se ferem fisicamente de tanto esfregarem o físico na tentativa frustrada de retirá-los.

Mas se fosse só saúde física, era o de menos. O problema que uma aura rasgada ou frágil nos deixa vulneráveis à influência psíquica, e esse é o grande golpe!

As drogas são o grande “financiador” da Loja Negra, o termo genérico que se usa para descrever os grupos que trabalham pelo mal no mundo. Digo “financiador” porque os drogados fornecem energia para eles, pelo fato de viverem com as auras vazando energia. Portanto, quanto mais as drogas forem usadas, mais o “crime organizado” do astral fica forte, mais energia eles tem para fabricar equipamentos astrais de obsessão complexa, que são os dispositivos inseridos nos chackras ( ou na nuca, se pequenos, mas as vezes são capacetes, ambos visando controle comportamental, muito bom para fazer aquele político chefe de uma grande nação gerar uma guerrinha aqui outra acolá,  o que vai fazer gerar mais sangue e ódio mútuo= energia), conhecidos como “implantes”. Tem Loja negra usando isso, tem grupos de ETs negativos que trabalham junto com a Loja negra usando isso, e todo esse pessoal depende que muita gente use drogas, para que eles tenham um manancial inesgotável de energia para suas operações criminosas no astral e influenciando os destinos dos encarnados. E de pouco tempo para cá esse lobby astral já chegou nos políticos, que discutem a descriminalização do uso de uma droga ou mais, supostamente por motivos de eficácia no controle. 

Eu já postei em outro tópico sobre dispositivos que se instalam nas cidades, para coletar a energia exudada dos viciados, quando eles se projetam inconscientes a noite. O sujeito sai do corpo e desce para a zona astral do subsolo, se é que podemos falar assim, e fica lá atirado no chão, como um sujeito esfaqueado, sangrando até morrer. Como está em astral, não é sangue né? É energia que escoa, é coletada em canaletas, e direcionada para a “central de refino”, quando é o caso de ser um dispositivo instalado por ETs negativos. São dispositivos enormes, como expliquei aqui:

http://www.viagemastral.com/forum/index.php?/topic/17111-acho-que-foi-sonho-lúcido-autor-michelle/&do=findComment&comment=74459

E claro, durante o dia, como o usuário de drogas vive com a aura ferrada, vive acompanhado por uma turba de obsessores. Por exemplo, no grupo de desobsessão em que trabalhei, um dos membros tinha usado maconha até poucos meses antes de formarmos o grupo. Mas de vez em quando, num fim de semana ou outro, ele tinha uma partidinha de futebol com os amigos, e um deles era seu antigo “parceiro de vício”. Então mesmo ele não usando mais, quando ele conversava com o amigo maconheiro, os obsessores do amigo vinham junto com ele. C-E-N-T-E-N-A-S.

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Então estávamos todos lá reunidos da casa do grupo, vinham os mentores e avisavam para o líder, que é clarividente que a sala de trabalho já estava pronta, e nos dirigíamos para lá. Os mentores nos isolam dentro de uma cúpula de proteção organizavam por dentro da casa e até a rua a fila de obsessores que seriam recebidos na reunião, e os trabalhamos começavam, e o membro ex-maconheiro não tinha vindo. Lá pelas tantas o líder parava e dizia,  fulano está chegando. E ele sabia porque notava, por clarividência, a turba de obsessores chegando  1 minuto antes, eheheh. Então pouco tempo depois a campainha tocava, era o cara, rompia-se o circulo todo, dava  aquela bagunça astral danada, e perdíamos cerca de 1h e meia só “despachando” aquela turma nova, antes de podermos continuar com os trabalhos agendados para aquele dia.

Repito: esse membro do grupo já não usava maconha há meses! Abandonou de uma vez só! Mas a “thurma” de obsessores mantinha a afinidade com ele, claro.

Então para ser bem direto, um usuário de drogas é como um cão sarnento, perseguido por moscas, que empesteia o ambiente espiritual por onde passa. Mas ele está ali, relaxadão, tranquilão, confundindo “tontinho” com “sensação de bem estar e leveza”.

E qual é a implicação direta disso? Ele é usado como “excursão de obsessores”. Ou seja, se tem um grupo de trabalhos espirituais realizando uma tarefa legal, os usuários drogas são enviados para esse grupo para perturbar o ambiente, como relatei acima. Mas  o encarnado não está fazendo nada, pode estar sóbrio, não importa. Os chefes dos obsessores anexam nesse encarnado um grupo de entidades de vibrações baixa, aqueles zumbis/mendigos astrais que os projetores costumam ver zanzeando pelas ruas, e o sujeito vai e bate na porta do grupo de trabalho espiritual, as vezes para perguntar se “ali não mora fulano?” E pronto, você atende a porta e entra aquela multidão extra de obsessores, mas nesse caso aí ainda são inocentes, são entidades que são escravizadas e usadas para esse finalidade. Outras vezes não, são obsessores mais profissionais, que vem junto na vibração daquele encarnado e se utilizam dela para ter acesso a você.

Por exemplo, uma vez eu fui num encontro de meditação feito num ambiente rural, que durou das 8 da manha até as 17h, num domingo. Parecia ótimo, mas era uma pegadinha, porque o cara que deu o curso era um vampirão brabo, eheheh. Entramos eu e uma colega do grupo de desobsessão como “bois de piranha” nessa. Tivemos que tentar desativar tudo que o cara fazia enquanto rolava o curso, mas isso não é história para o GVA. Terminado o confronto, que durou até as 21h, voltei para minha cidade. Peguei o ônibus e acho que uns 10 minutos depois ele para na estrada para um sujeito embarcar.

           Botei o olho no cara...  “ops, maconheiro a vista”. Ele parecia? Não, estou me referindo à percepções sutis mesmo. O cara entrou no ônibus, deu uns passos, olhou para todos os assentos ( o ônibus tinha umas 15 pessoas só, estava quase vazio) mas resolveu sentar do meu lado. E aí começou...

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Normalmente num caso desses o obsessores que ele traz junto começam a injetar dentro da sua aura (porque ele está fisicamente muito perto de você) um monte de dispositivos para abaixar sua vibração ou mesmo te deixar doente. Você sente isso como uns pequenos fincaços no seu corpo físico, sapo pequenas dores fininhas, nada de mais, mas que não devem Sr deixadas ali, porque depois que se acomodarem no seu sistema energético, é mais difícil de serem detctadas e removidas. Então eu discretamente encostava a mão no local, como se estivesse me coçando, e imaginando, separava a mão astral da física e com ela agarrava o objeto e o removia. Mas ele colocava outro, claro. Num caso assim tem que eliminar o obsessor que está fazendo isso, ou ele não vai parar, mas eu não tinha como fazer isso ali sem que o cara percebesse, porque isso é um operação de muita densidade e gera uma sinalética  que não é tão sutil, gerando arrotos e alguns espasmos musculares que uma pessoa sentada do seu lado pode perceber.

Então só segui removendo tudo que o obsessor-mala colocava. Lá pelas tantas ele puxa papo comigo, me disse que ir  descer no ponto tal, que tinha que pegar o ônibus tal que passava ali, desviando para outro lado da cidade. (detalhe: eu morava duas paradas depois). Conversei com ele normalmente e tal.

Lá pelas tantas resolvi ligar para o líder do meu grupo para iniciar a contar o assunto do que ocorreu no curso de meditação, e tive que falar meio em código. Ele então me pediu que eu fosse até a casa dele, porque ele também precisava me contar algo relacionado aquilo, que ele não me contou antes para não nos sugestionar, eu me minha colega, sobre o que na verdade estava por trás daquela reunião de meditação. Eu concordei, mas isso significava que eu não desceria mais no meio do caminho, mas sim uns 30km  mais adiante, na rodoviária.

Pois não é que o cara que estava ao meu lado não desceu onde ele disse que desceria? Não! Ele seguiu do meu lado e desceu na rodoviária., e eu tive que continuar retirando aqueles implantes por mais 25 minutos, retirando tipo uns 2 por minuto, eheheheh.

Outro caso que me ocorreu quando eu ainda estava no viver de luz, e portanto mai sensível para perceber algumas coisas: um colega soube que eu estava já há um ano no viver de luz e se interessou em tentar. OK, ele começou a primeira semana, e um dia a noite eu estaav em casa e resolvi mandar Reiki para ele, porque ele  estava no quarto dia creio, e a primeira semana é dura, porque não pode tomar água.

Abri a sintonia com ele e comecei a mandar, e na mesma hora,senti uma vertigem louca! Intensa! Me senti sendo sugado como se eu fosse uma piscina esvaziando por um rasgo algo muito forte mesmo! Tentei segurar o fluxo mas não deu, havia algo interferindo fortemente, então quebrei a conexão no ato, e voltei ao normal. Olhei no relógio: 20:30

No dia seguinte fui trabalhar, lá pelo meio da manha ele chegou. Então eu só olhei para ele e disse:

 

- Ontem, as 20:30 tu estava fazendo alguma m... grande!

Ele riu, e disse que tinha recebido a visita de uns amigos, e que eles começaram a fumar maconha ali na sala da casa dele, mas que ele não tinha fumado.

Ok, mas naquela mesma semana ele saiu do viver de luz bebendo cerveja...!!!!

Um ano depois me disseram “o fulano é doido tentou o viver de luz e na primeira semana fumou maconha, que é o oposto do vier de luz, porque baixa a freqüência lá embaixo”. Falei “ué, ele me disse que forma os amigos que usaram, não ele”. Então fui lá perguntar para ele, e ele admitiu que ele tinha usado sim, mas não teve coragem de admitir para mim daquela vez, ehehehe

Então para resumir esse parte:  maconheiro é mula de obsessor, carrega não ó os dele, mas acaba servindo à Loja Negra que os utiliza sem que eles saibam para transportar obsessores-sabotadores até os grupos ou indivíduos que trabalham nos grupos que procuram ajudar a humanidade. Acabam, sem perceber CONSCIENTEMENTE , ajudando os grupos malignos a espalhar mais mal e mais caos. E perdem oportunidade de fazer coisas muito melhores, porque nunca saem as frequências-lixo em que vivem atolados.

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E por isso eles adoram atrair mais e mais seguidores do seu vício. Evidentemente não fazem isso por maldade, eles são manipulados, porque todo usuário regular de drogas é facilmente manipulável, por isso eles começam porque alguém mais os induziu a isso, são pessoas facilmente sugestionáveis por natureza, e ficam muito mais sugestionáveis ainda, quando começa a usar essas coisas. Então o cara chega aqui na maior inocência, e diz algo simples, tipo “eu uso, me sinto bem, acho que só me faz bem, blábláblá” sem perceber que o que ele está fazendo é ajudando a disseminar uma praga, porque o que ele diz não significa nada para pessoas co mais de 20 anos, é só uma opinião, mas significa muito para garotos de 12-14 anos, que lêem uma simples opinião inocente de um cara de 18-24 anos e acha que aquilo tem algum valor para ele.

Então é “batata”, o fórum inicia após algum bug, cadastram-se novos membros, a primeira coisa que os membros maconheiros fazem é pesquisar se tem temas com  palavra maconha ou enteógenos, e vão postar lá, resgatando tópicos antigos. Ou então, se tem preguiça, ou se não gostaram do que encontraram, criam um novo tópico para discutir isso. Por que? Estratégia de infiltração, não tanto deles, embora eles tenham sim desejo de localizar nesse novo grupo, outros que pensam como eles e formar uma rede de defesa da droga, mas isso é normal.  Mas quem monta essa estratégia é quem atua comandando eles, sugerindo isso, e os cegando, porque aí eles ficam revoltadinhos que não deixaram eles sacudirem sua bandeira, e vem com o papo de que se trata de preconceito. O “preconceito” que você enxerga no outro, muitas vezes é apenas sua falta de conhecimento falando mais alto.

Existem fóruns que tratam só disso, onde seus usuários podem iludir uns aos outros sobre esse tema, e tem até seus gurus. Portanto, lá ninguém estará pregando a desavisados, quem entra lá sabe o que procura, assim como aqui quem se cadastra, quer viagem astral e espiritualidade positiva .

Na espiritualidade sadia não há duas opiniões sobre drogas: elas são ou inúteis, ou perigosas,

Não por causa delas em si, mas pelo planeta em que vivemos, cheios de obsessores oportunistas ou do crime organizado, e pela nossa mente  que não é lá um show de coesão né? Só quem diverge nesse ponto é a turma da espiritualidade “negra”, os satanistas, os magos negros, os simpatizantes de magia escravizadora de espíritos, etc. Esse pessoal usa e defende o uso de drogas como auxiliar para sua operação (e claro, para facilitar serem dominados pelas entidades que eles imaginam controlar, e que as vezes viram seus “guias”, ajudando,claro, em algumas tarefas, o cara achaque está trilhando algum caminho de espiritualidade e está no colinho de um “guia cego &pilantra”, que tem sim poderes para despertar clarividência ajudar a sair em astral com mais facilidade, etc, porque o caminho pelo lado negro é sempre mais rápido se tudo que te interessa é “videogame astral”e os fazem acreditar que está tudo legal com eles).

Só isso, só essa divisão entre quem é o grupo que condena, e quem é o grupo que defende, já seria suficiente para matar a charada do papel que as drogas tem na espiritualidade, mas o viciados precisam de 300 mil motivos para convencê-los do óbvio.

O resumo da questão é: se você que está lendo isso usa maconha ou outra droga, é problema seu, ninguém tem nada que ver com isso e cada um sabe onde aperta seu calo. Só não diga que usa! Não atraia outros para seu erro! 

Lide com isso como gente grande: se não pode eliminar seu vício, não ajude a propagar o mal no mundo, divulgando-o, ou será tratado pelo que escolheu ser: um soldado voluntário das forças negativas atuando neste planeta. Porque se você usa calado, só terão interesse em você seus próprios obsessores comuns, que são atraídos pela sua psique, que se for equilibrada, não será tão danoso. Mas se começar  a querer “defender a causa”, vai atrair mais obsessores, esses mais especializados, se eles notarem que você tem algum talento comunicativo ou de carisma pessoal, e aí você entra numa bola de neve descendo a ladeira, da qual é muito difícil sair sem um trauma muito forte. E se cruzar o caminho das forças eu combatem isso em astral, pode sobrar para você, porque nem todos os grupos espiritualistas trabalham só na doutrinação e passando mãozinha na cabeça não.

Bom, escrevi isto para deixar esclarecido de uma vez por todas o problema, e o motivo de eu fechar tópicos que tratam desses assuntos e depois ficar postando material contrário. Acontece que:

Se eu só deleto os tópicos, novos surgirão, porque a pessoa não sabe se já trataram daquele assunto.

Se eu só fecho , deixo a propaganda pró-drogas lá, irradiando sua influencia negativa na mente dos outros.

Então tenho que fechar, eliminar os textos em defesa e links reemtendo para sites pró-drogas, e ainda postar materiais adicionais que justifiquem porque aquilo é negativo.

Agora com este tópico deixarei o link nos tópico que eu fechar,e posso parar e ter que explicar tudo repetidamente.

 

 

Mas tem uma coisa, eu sou um dos administradores do GVA, mas não posso dizer que está é “A POSIÇAO DO GVA”.

Não sei qual é a posição do Amarildo sobre isso  nem a do Saulo, e nem perguntei, porque eles podem vir aqui e postarem se quiserem, discordando, concordando ou complementando mesmo com o tópico fechado. Se o Saulo discordar de mim ele se manifestará. O fórum é dele, portanto a decisão dele é a que valerá e a mim isso em nada perturba. Se ele achar que não tem que fechar nada, eu não fecho mais esse tópicos, e a responsabilidade espiritual disso passa a ser  dele, me sinot desobrigado em agir com relação a esse problema. Mas o que eu não posso é, sabendo o que eu sei, tendo  visto o que eu vi, tendo trabalhado num grupo em que boa parte das atividades era enfrentar as entidades que controlam o tráfico no astral em grande escala, deixar de tomar uma posição firme aqui no gva sendo eu um administrador do fórum.

Seria como se eu fosse médico e quando visse alguém passar mal na rua, dissesse, “ah deixa, é carma dele,  corpo se cura sozinho, não vou interferir não”.

Vou encerrar trazendo aquele vídeo do Laércio , que postei no tópico de origem disso, porque acho que é um ótimo material para sempre estar presente quando esse assunto surge:

 

 

 

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Uma nota de esclarecimento a mais , uma adição sugerida pelo Cyber, colega aqui do GVA, para tratatr de outras questões também importantes:

O que são drogas e porque as pessoas as procuram?

Drogas são VISTAS COMO atalhos. Seria atalhos se fossem de fato capazes de gerar aquilo que se procura nelas, mas elas cria ilusões, não resultados reais, por isso nem atalhos são, portanto, não merecem mais atenção do que já demos aqui.

Mas para o buscador espiritual existem muitas coisas que são “atalhos”, ou seja, coisas que, se forem feitas, aceleram seu caminho. Mas em geral como funciona isso? Bom, sabemos,ou “definimos” que uma pessoa espiritualmente desenvolvida tem tais e tais atributos como FRUTO dessa evolução. Podemos acreditar que elas lêem mentes, sabem passado e futuro, caminham sobre as águas, se desmaterializam, tem kundalini desperto, poderes dos chackras ativos, etc. Ok, isso é o que o patrimônio cultural sobre esse assunto nos informa. Então o que as pessoas pensam?

Ah, então quer dizer que se eu conseguir achar um jeito de ler mentes, levitar, despertar chackras, etc... eu virei um cara evoluído? Não. Uma coisa é esses poderes/qualidade surgirem como sintomas da sua evolução, outra é você buscar por eles e obtê-los por treinos/técnicas.  O esforço não será perdido, isso pode até acelerar outros processo paralelos que ainda precisam acontecer para que produzir o “efeito geral” de atingir um estágio mais evoluído, mas ainda tem que rolar muita água embaixo dessa ponte. E exatamente porque essas coisas podem ser ativadas quando a pessoa não está pronta para elas ainda, podem acontecer efeitos colaterais indesejáveis.

Exemplo: o cara quer ser clarividente e começa a treinar só o chackra frontal. O primeiro sintoma de desequilíbrio serão fortes dores de cabeça. A prática recomendada é treinar todos os chakcras igualmente, e ainda assim há riscos, porque você não estará igualmente atento a todos.

Ou o cara quer despertar o kundalini e escolhe uma técnica que força a passagem dessa energia pelos selos que a prendem, gerando uma ruptura da proteção e liberação abrupta dessa energia, sem ter limpado todo o canal por onde ela passa. Então ela se sobre um desvio devido ao um bloqueio não removido, ou tranca num chackra específico, hiperestimulando ele, e o resultado disso é doença, loucura  ou morte.

Aqui falamso um pouco sobre esses despertares instantâneos:

http://www.viagemastral.com/forum/index.php?/topic/16489-salto-quantico/

Outro caso é o Viver de Luz, que    eu mesmo fiz  há alguns anos atrás e não vejo perigo, quando as pessoas seguem as diretrizes explicadas pela Jasmuheen no seu livro, porém, nem sempre isso fica claro. O Viver de Luz é um jogo de cartas marcadas: algumas pessoas podem fazer, outras não. O que determina se você pode fazer é uma certeza interior MUITO FORTE. Não é CRER que pode, é SABER que pode, da mesma forma que você olha uma poça d’água e sabe se pode pular por cima dela, ou não. Se não tem essa segurança interna, não faça. Outra é que ninguém fica fraco durante o viver de luz, após a fase sem água, porque viver de luz NÃO É JEJUM, não induz a fraqueza alguma! Então se o cara está fraco, ele está jejuando, não está no Viver de Luz. Em fraqueza leva à morte, é só uma questão de tempo. Ao mesmo tempo, exatamente porque Viver de Luz te gera EXCESSO de energia, e não fraqueza, as vezes a pessoa quer gastar aquilo, e sai a fazer algo insensato, como escalar montanhas congeladas, como fez uma pessoa que morreu ao “tentar o Viver de Luz”. A pessoa pode SABER que consegue fazer o processo, mas existe uma frase antiga, muito sábia “Não tentarás o senhor teu Deus”. Portanto, o bom senso vem primeiro, em tudo!

 

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