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Tenho projeções espontâneas desde criança, devido a realidade das experiências que eu considerava um terror noturno, sentia dificuldade em dormir a noite,  - sim elas não eram nada agradáveis, ir para a cama era uma verdadeira tortura pois eu já sabia o que me esperava embora eu não compreendesse em minha mente infantil o que se passava até então. Eu demorava a pegar no sono e quando acontecia eu entrava em pânico, entidades cabeçudas  semelhantes aos grays vinham e me carregavam para outros locais, eu via e percebia tudo com lucidez, fechar os olhos do corpo astral  pouco ou nada adiantava para evitar olhar aquelas criaturas que me apavoravam, outras vezes eu simplesmente acordava em outros cômodos da casa sem entender como fui parar alí, houve uma vez em que eu vi uma criatura verde com orelas pontiagudas, semelhante ao um duende do mal se aproximar de mim e assoprar o meu ouvido, enfim, conforme fui crescendo eu percebi que eu podia controlar os "sonhos", nesta segunda fase eu já conseguia fazer um enfrentamento de algumas situações e o medo foi diminuindo, porém, somente aos 15 anos de idade, após a leitura de um livro intitulado "Você e a eternidade" do monge tibetano Lobsang Rampa eu ouvi falar em viagem astral e fui perceber que os sintomas projetivos que ele relatava em sua obra eram os mesmos que eu vinha sentido desde a minha tenra infância, impressionado com a revelação comecei a aplicar as técnicas de relaxamento e saturação mental que o mesmo ensinava, até que em uma determinada noite (não lembro a data),  eu lembro de ter pendido a cabeça para o lado esquerdo do meu corpo, em deitado em decúbito dorsal quando senti uma espécie de choque que não dói, uma vibração que tremia o corpo astral inteiro, uma espécide de ZZZZZUUUUUUUUUUUMMmmmmmmnnnnnnnnnn que transpassava todo meu ser e me senti empurrado pra cima próximo ao teto, no mesmo instante me lembrei do livro, não sei como, mas mesmo sem me virar para ver o corpo consegui meu cordão de prata, da minha rude percepção eu o vi saindo do meu umbigo, tinha uma cor cinza, era algo estranho não sei como descrever, no entanto, o que mais me chamou atenção foi o que ocorreu em seguida - uma voz feminina falou: "Nossa se este menino continuar assim, ele vai morrer", embora eu não tenha visto ninguém no quarto, pude sentir que eram duas mulheres. Tão logo o fato aconteceu fui puxado e acordei.

RAMPA.jpg

ETERNIDADE.jpg

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Eu também já ví esse "duende do mal" aí ao lado da minha cama e já levei soprão no ouvido também!hehehe!

Outro dia agente comentou sobre esse "cara" aí e outras pessoas já disseram tê-lo visto. Muito interessante neh?

 

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Que bom saber que outros tiveram experiências semelhantes, pois de certa forma nos permite confirmar a evidência dos fatos, agora em relação ao sopro no ouvido eu tenho problema de audição, e fico pensando se isto pode ou não ter algum tipo de ligação com o suposto duende.

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Olá @DAIVIDRC, muito interessante seu relato, me fez lembrar de uma experiência que aconteceu com um médium do terreiro que frequento, não está relacionado à projeção, mas acredito ser um relato bem interessante e válido. Segue:

O Jardineiro Misterioso

É maravilhoso saber que a Umbanda considera a existência desses seres encantados, ampliando o universo invisível em evolução junto com o nosso visível.

Eu estou com 9 anos. O ano é 1966 e minha vida é perfeita. Tenho muitos amigos, em especial o Leopoldinho e o Epitácio. Um louro, um negro e eu um “quatro olhos” por causa dos óculos.

Era bom demais. Andar de bicicleta, jogar bola de gude, soltar pipa, tomar banho na piscina, fazer música com bateria de latas de cera, tomar picolé de groselha, conhecer todo mundo na cidade, andar em cima dos muros e telhados das casas, comer  frutas colhidas por nós mesmos. Tudo era felicidade.

O quintal da minha casa era uma verdadeira chácara dentro da cidade. Meu pai chegou a  manter uma pequena granja naquele espaço. Eram pés de laranja de 3 ou 4 qualidades, limão, goiaba, figo, fruta do conde, parreiras de uva, mamão, pêssego, jabuticaba, melancia, abacate e muito mais. Além dos canteiros  de hortaliças e também os canteiros com as flores que minha mãe apreciava.

Precisávamos de vários funcionários domésticos e acabava que eu não sabia quantas pessoas trabalhavam lá em casa.

Durante um tempo me chamou atenção um jardineiro muito mal humorado que cuidava dos canteiros de flores. Nunca o vi falar com qualquer pessoa e nem me respondia quando eu lhe perguntava alguma coisa. Sempre me olhava estranho.

Achava engraçado aquele gorro vermelho que ele usava, sua barba muito branca e o jeito como fumava seu cachimbo  rústico. Usava umas roupas velhas que pareciam ser sempre as mesmas.

Um dia vi que o canteiro estava muito bonito.

Lindas margaridas vicejavam com suas enormes pétalas brancas com aquela coroa amarela no centro. Não resisti. Pensei naquelas histórias de fazer um pedido -acho que queria um caminhãozinho de madeira- e comecei a arrancar as pétalas, entre um sim e um não para saber se ia dar certo.

Aconteceu que não obtive a resposta que eu queria ao despetalar a primeira  margarida. Não tive dúvidas! Ajoelhei-me de novo no canteiro, peguei mais uma e comecei a buscar o “SIM”, única resposta que me servia.

Todavia, antes que eu cometesse mais alguma violência contra aquelas  flores, o jardineiro do gorro vermelho apareceu de repente ao meu lado. Levei um susto, pois não sabia de onde  surgira. Olhei para ele com raiva, pois eu sempre detestei levar susto. Quando fui resmungar  ele me olhou com mais raiva ainda  e  disse que se eu continuasse a machucar as flores do seu canteiro  ia me capar!

Aos 9 anos já sábia o significado da palavra capar. Fiquei apavorado. Saí correndo e fui reclamar do velho com a minha mãe.

Mamãe me surpreendeu dizendo que não havia um jardineiro com essa descrição em nossa casa. Fiquei indignado e pedi a ela que viesse comigo para eu lhe mostrar o velho que sempre estava lá cuidando do jardim. Minha mãe até me acompanhou, mas de fato não havia mais ninguém lá.

Fiquei confuso. Descrevi detalhadamente o velho para minha mãe, mas ela  disse que nunca alguém com aquela descrição haviam entrado em nossa casa. Aí eu fiquei com medo e não quis levar a história à frente, pois se meu pai achasse que era mentira, o castigo não compensava qualquer boa história. E quem iria acreditar em mim se minha própria mãe não acreditou?

Durante muito tempo fiquei vigiando o jardim para tentar flagrar o velho ameaçador. Nunca mais o vi, mas também nunca mais mexi naquele jardim e respeito muito até hoje as flores e a natureza (no fundo acho que ainda tenho medo que ele venha me capar!).

Depois de muitos anos, fui  visitar um casal de amigos que retornava da França, após um 30 dias de férias.

Nossa conversa foi animada pelo relato deles sobre toda a beleza da cultura, dos castelos, da vida moderna na França, da força da sua democracia, as lindas paisagens e etc. Considerando que estávamos no ano de 1982 com o Brasil ainda sob o jugo da ditadura militar, tudo que ouvia era fascinante, especialmente as diferenças culturais e tecnológicas existentes entre os países.

Num dado momento da conversa eles resolveram mostrar as compras que fizeram. Entre elas estava um livro com lindas gravuras de duendes e gnomos. Qual não foi meu espanto!

Logo na capa do livro, destacava-se o maior de todos e que era exatamente o meu antigo jardineiro, aquele que ia me capar!

É maravilhoso saber que a Umbanda considera a existência desses seres encantados, ampliando o universo invisível em evolução junto com o nosso visível. Tenho a certeza da existência desses seres,  como temos das Ondinas de Iemanjá que tanto nos ajudam, bem como que para o crescimento espiritual precisamos respeitar a vida e a natureza. Afinal em cada espaço em nossa Terra pode existir outro LAR que nossos olhos nem sempre percebem.

Quanto a mim, jamais direi para uma criança que Papai Noel não existe, pois no Natal daquele ano eu ganhei o meu caminhãozinho!

Paulo Braz

http://www.paimaneco.org.br/textos/varios-autores/o-jardineiro-misterioso

 

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Olá Igomes, me parece que o médium que você relatou teve contato com um preto velho, estas entidades sempre me atendem quando lhes peço ajuda inclusive vou relatar um caso sobre isto, e sinceramente não acredito que ele iria  capar ele, apenas queria assustar um garotinho inocente kkkkk.

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Pois é, não sei bem se seria um preto velho  (mas bem mal humorado, cá entre nós...eheheh) talvez até fosse...mas eu gostei da ideia do gnomo, acredito que exista tanta coisa neste mundo, que a gente sequer imagina...rsrsrs

Ah, com certeza ele não faria um mal desses pro menino...kkkk, mas ele precisava ser bem convincente se quisesse manter as flores a salvo...rsrsrs

 

papai smurf.jpg

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