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Quem nós realmente somos?

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Tenho algumas dúvidas, gostaria que meus amigos estudiosos e projetores me auxiliassem

Sobre nossa verdadeira natureza fora do corpo

hipótese 

Quando nossa consciência é transferida para os corpos energéticos,real-time, astral de forma lucida assumimos as lembranças e personalidade relativas a vida física.

Quando nossa consciência é transferida para os corpos energéticos,real-time, astral de forma não- lucida (inconsciente) assumimos as lembranças e personalidade relativas a vida que levamos do outro lado, sendo estas muito diferentes das que levamos na dimensão física. 

 

O que acham? 

Minha base?

Percebo minha mulher fora do corpo (zoe) e ela as vezes demonstra ser quem realmente é, (mesmas atitudes, mesmo comportamento) hora demonstra ser um ser totalmente diferente (atitudes e expressões faciais e corporais diferentes)

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Acho que  mais ou menos isso, mas um pouco pior do que isso: acho que somos mesmo o que somos lá em astral, e aqui em vigília í quw somos uma "fera adestrada".

Porque de fato , em sonhos ( experiencias sem lucidez) temos as vezes outra casa, outroa amigos , outra vida) .

 

Mas a svezes a gente se projeta com lucidez, levando este eu da vigilia para passear no astral, e mesmo assim reconhecemos colegas que sótemos lá, vamos na casa deles, ou nos reunimos num grupo com o qual sabemos que trabalhamos, sabemos alguns dos nomes e tal.  Tem projeçoes que coce ainda pensa " mas eu te conheço de onde mesmo?". Já em outroa você já sai de casa direto e vai encontrar um grupo desses, ou já trata as pessoas pelo nome , e tão natural que não é razoável pensar " mas de onde eu onheço essa gente"? da mesma forma que não ã razoável pensar isso dos seus parenres ou colegas de trabalho. Mas aí você volta para o corpo e pensa " mas afinal, quem era esse pessoal?

Numa dessas projeçoes eu sai do corpo e sabia que precisava encontrar "uma colega" para tratar de um assunto urgente. Me dirigi diretamente por translocaçoa para a zona que ela morava. Chegando lá encontrei outros da " equipe" e perguntei ( já preocupado que a projeçao poderia nao durar o suficiente para que eu a encontrasse) onde estava a Márcia ( brotou a tá o nome da criatura, ehehe). Me disseram que hoje ela nao viera, mas que estava em casa

e me indicaram  que ficava do outro lado do bairro , apontando a direçao.  

Senti que nao conseguiria achar e pedi que me levassem lá, e uma das pessoas se prontificou.

Enquanto eu a acompanhava ainda fui comentbando com ela como a projeçoes tinham se alterado com o tempo,  menos agutaçao energetica na saida, e as vezes diferenças entre grau de visao, umas mais HD, outras mais neblinosas, etc. Ainda comentei sobre a anitidez da percepçao dauqlea projeçao, ou seja , estava bem lúcido, porém, eu estava procurando uma cega de trabalho astral, acompanhado de outro membro da equipe, sem que minha mente dw vugilia pudesse saber realmente quem eram aquela pessoas nem que tipo de trabalho fazemos juntos.

 Acho que este eu da vigilia tende a ser tragado pelo eu astral a medida que as experiencias se acumulam e os dois lados comecem a fazer parte da sua vida consciente.

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Cyber, nosso corpo astral fica embutido dentro do corpo físico quando estamos em vigília. Porém, ele segue percebendo o astral ao redor, o que explica algumas sensações estranhas, como talvez crises de pânico sem motivação física aparente. Pode também conversar com parcerias espirituais, porque as enxerga, ouve.

Mas sua parte em vigília não percebe isso porque só percebe o físico.

Aqui tem um relato do Monroe que mostra bem isso:

...........................

-transform: none; white-space: normal;15 de agosto, 63 – Tarde.
 

Experimento produtivo após longa inatividade! R.W., a mulher de negócios que conheço muito bem através de sociedade profissional e amiga íntima a par de minhas atividades (mas de certa forma cética, ainda, a despeito de participação bastante involuntária), foi para fora esta semana, nas férias que passa subindo a costa de nova Jérsei. Não sei exatamente onde passeia além desse local. Nem eu a informei sobre qualquer experiência planejada, simplesmente porque só pensei na coisa hoje (sábado). Esta tarde deitei-me para renovar as experiências, e resolvi fazer grande esforço para “visitar” R.W. onde quer que estivesse (regra número um no meu caso sempre tem sido a do êxito em alcançar alguém muito conhecido meu, e a oportunidade não surge com muita frequência).
 

Deitei-me no quarto de dormir por volta das três da tarde, entrei em padrão de descontração (7) senti o calor (vibrações de ordem elevada), e depois pensei fortemente no desejo de “ir” até R.W.
Houve a sensação familiar para mim de movimento através de uma área enevoada azul-claro, depois passei para o que parecia uma cozinha. R.W. sentava-se numa cadeira à direita. Estava com um copo
na mão. Olhava para a minha esquerda, onde duas moças (cerca de dezessete e dezoito anos, uma loira e outra morena) também estavam de copo na mão, bebendo alguma coisa. As três conversavam, mas não consegui distinguir o que diziam.


Primeiro me aproximei das duas moças, diretamente frente a elas, mas não pude atrair-lhes a atenção. Virei-me, então, para R.W., perguntando-lhe se sabia que eu estava ali.
 

- Ah! Sim, sei que está aqui! – replicou (mentalmente, ou com aquela comunicação superconsciente, já que continuava a conversa oral com as duas moças).
 

Perguntei-lhe se tinha certeza de que se lembraria de que eu estivera ali.
 

- Ora, sem dúvida! – veio a resposta.
 

Eu disse que desta vez iria me certificar de que se recordasse.
 

- Vou me recordar; tenho certeza! – afirmou R.W., ainda em conversa oral simultânea.


Declarei que teria de me assegurar de que ela iria se lembrar, por  isso ia beliscá-la.
 

- Ah! Não precisa fazer isso! Vou me lembrar – falou R.W. rapidamente.
 

Insisti em que teria de me certificar; por isso estiquei o braço, tentando beliscá-la suavemente, ao que pensei. Fiz isso do lado do seu corpo, logo acima dos quadris e abaixo das costelas. Ela soltou um sonoro
“Ai!” e eu recuei, porque fiquei de certa forma surpreso. Na verdade não esperava conseguir fazê-lo. Satisfeito por haver provocado algum vestígio, pelo menos, virei-me e parti, pensando no físico: regressei quase imediatamente. Levantei-me (fisicamente) e fui até a máquina de escrever, diante da qual me encontro agora. R.W. voltará apenas na segunda-feira, quando poderei verificar se fiz o contato ou se foi outra falha não identificável. Hora do regresso: três e trinta e cinco.

Resultado importante: é a terça-feira após o sábado do experimento. R.W. retornou ao trabalho ontem; perguntei-lhe o que andara fazendo sábado à tarde, entre três e quatro horas. Sabendo dos meus motivos para interrogá-la, disse-me que teria de pensar no caso e me avisaria na terça (hoje). Eis o que me relatou hoje: no sábado, entre três e quatro horas foi o único horário em que não havia um montão de gente na casinha de praia onde se alojara. Pela primeira vez ficou só com a sobrinha (morena, cerca de dezoito anos) e uma amiga dela (mais ou menos a mesma idade, loira). Ficaram na área de jantar da cozinha das três e quinze às quatro, e ela bebeu alguma coisa alcoólica enquanto as moças tomaram Cocas. Estavam apenas sentadas, conversando.
 

Perguntei se ela se lembrava de mais algum detalhe, mas a resposta foi negativa. Interroguei-a com mais minúcias, porém ela de nada mais se lembrou.

Finalmente, impaciente, perguntei se estava lembrada do beliscão. Um olhar de completo assombro invadiu-lhe o rosto:


- Foi você?...
 

Olhou fixo para mim durante uns instantes; depois foi até a intimidade do meu gabinete e levantou (ligeiramente) a borda do suéter onde ele tocava na saia, do lado esquerdo: havia duas marcas, castanha e azul,
exatamente no pondo onde eu a tocara.


- Lá estava eu sentada, falando com as meninas – disse R.W. – quando de repente senti esse terrível beliscão. Acho que dei um pulo de meio metro. Pensei que meu cunhado tinha regressado e se escondera atrás
de mim. Girei o corpo, mas não havia ninguém lá. Não podia nem imaginar que fosse você! Doeu!


Desculpei-me por haver exagerado no beliscão, e ela obteve de mim a promessa de que se eu tentasse isso novamente seria outra coisa que não
um beliscão tão forte

Fonte: Viagens fora do Corpo- Robert Monroe- pg 69 do pdf

............................

 

Isso não acontece só entre encarnados e projetores, mas também entre encarnados e mentores, e encarnados e obsessores. Por isso a pessoa pode ter uma vida muito corretinha aqui, mas ter amizades astrais bem perniciosas, fazer acordos, aceitar amizades más companhias como amizades astrais, etc.

Depois a pessoa quando se projeta não entende porque lhe acontecem certas coisas esquisitas ou sinistras nas projeções ou nos sonhos, mas é porque mesmo em vigília você continua se relacionando com o astral, o que NÃO É O MESMO QUE DIZER que o corpo astral está lá no astral enquanto você está em vigília, entende? Pode ser alguma explicação  desse tipo que você leu e se confundiu.

E eventualmente há projeções "parciais" ou "de baixa potência, quando você fica "meio aéreo", como um computador fazendo multitarefas fica mais lerdo, porque uma parte sua está ocupada administrando o físico  e outra está numa projeção desse tipo. São aqueles casos em que  você atravessa a rua sem olhar para os lados, et. e as pessoas que estão contigo dirão "onde você está com a cabeça? está com o olhar distaaaante..."

Mas em geral podemos dizer que o corpo astral está preso ao corpo físico quando estamos em vigília

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2 horas atrás, cyber2050 disse:

Mas o nosso eu do astral tem consciência da nossa existência?

Imagine que no plano astral você tem a consciência que tem aqui só que ampliada e, por isso, o Robert Monroe cita "Superconsciência". Enquanto aqui estamos um pouco mais limitados restritos ao que o nosso corpo físico retém em seu cérebro físico. O seu paracérebro ou "cérebro astral" retém a informação que está contida no seu cérebro físico e além, contendo também sua bagagem do astral não acessível completamente ao cérebro físico. 

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Ok, essa R.W aí é muito boazinha, escutar do proprio colega de trabalho que está sendo visitada para experiencias e levar numa boa? Mas de qualquer forma, parece, então que o corpo astral tem uma parcela da nossa consciência  ou melhor, que uma parcela da nossa consciência que é do mesmo NÍVEL que a nossa em vigilia atua no astral mesmo em vigilia... Interessante, o desenrolar dessa assunto, é o subconsciente humano?

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1 hora atrás, sandrofabres disse:

Cyber, nosso corpo astral fica embutido dentro do corpo físico quando estamos em vigília. Porém, ele segue percebendo o astral ao redor, o que explica algumas sensações estranhas, como talvez crises de pânico sem motivação física aparente. Pode também conversar com parcerias espirituais, porque as enxerga, ouve.

Mas sua parte em vigília não percebe isso porque só percebe o físico.

Aqui tem um relato do Monroe que mostra bem isso:

Olá!. Bom dia a todos.

Gostaria de saber se, no relato acima, o corpo astral ( do Monroe ) que beliscou a Sta. R.W. agiu no corpo astral ou diretamente no corpo físico dela ( deixando a marca do beliscão)?.
Obrigado pela atenção.

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23 minutos atrás, Peregrino disse:

Olá!. Bom dia a todos.

Gostaria de saber se, no relato acima, o corpo astral ( do Monroe ) que beliscou a Sta. R.W. agiu no corpo astral ou diretamente no corpo físico dela ( deixando a marca do beliscão)?.
Obrigado pela atenção.

teve repercussão no corpo físico, mas se foi um fenômeno do subsconeciente dela marcando o corpo ou se o cara conseguir densificar sua mão para tocar o corpo dela não tem como saber, pois parece que nem ele mesmo entendeu

 

Na minha opinão foi uma repercussão energética, onde as duas consciências validaram o ato e por isso o corpo que faz parte da ilusão criada pelas consciências reagiu ao fenômeno astral

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Ok.  cyber2050,

5 minutos atrás, cyber2050 disse:

teve repercussão no corpo físico, mas se foi um fenômeno do subsconeciente dela marcando o corpo ou se o cara conseguir densificar sua mão para tocar o corpo dela não tem como saber, pois parece que nem ele mesmo entendeu

Na minha opinão foi uma repercussão energética, onde as duas consciências validaram o ato e por isso o corpo que faz parte da ilusão criada pelas consciências reagiu ao fenômeno astral

Ainda bem que as duas consciências precisam validar o ato.

Caso contrário apareceriam muitas pessoas com machucados e/ou mesmo doenças provocadas por outras consciências possivelmente sem ética

Obrigado pela sua atenção..

 

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Eu diria que é o subconsciente sim. E também acho que se tratou de repercussão, porque em tese dificilmente seria possível gerar esse resultado. Em casos de trabalhos mágicos negativos os caras enfiam pregos, punhais, no seu corpo enegético, e isso só gera dores ou doenças a longo prazo, mas nunca roxões.

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Minha grande dúvida em relação ao subconsciente é até que ponto dele é inteligente e pensante? e como isso afeta o desencarne? Digo supondo que é uma parcela da nossa consciencia 100% passiva, a comunicação com ela não é possivel, o que podemos fazer é construi-la e refina-la com ações enquanto estamos encarnados, pois quando estamos em projeção e/ou desencarnado essa subconsciência é o que nós realmente seremos até que recuperamos todas as nossas memórias das vidas passadas e nos unifiquemos com o eu superior do plano espiritual?

 

Pois perguntaram ao Moisés Esagui oo que acontece quadno desencarnamos, e ele falou: o individuo cotniua fazendo o que ele fazia no plano fisico. O que me deixou em duvida, pois, se você vive usando o celular, como vc vai usar o celular do outro lado?Cheguei a conclusão que é plasmado um mundo ficiticio,e que os desencarnados ficam inconscientes e são apenas o subconsciente pois a personalidade e a consciência não existem mais, elas de fato morrem (como o sandro apontou no grupo de estudos da memórias e reencarnação) 

 

E em um outro video do Móisés, em um relato de proejção, ele disse que viu uma recente desencarnada, fazendo comprar em um supermercado, achando que ainda estava viva... E não é a primeira vez que relatam isso.. 

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14 minutos atrás, Iogui disse:

@cyber2050, você não está confundindo subconsciente com superconsciente?

@Iogui

, então, não sei se entendi direito, mas basicamente o ser humano é constituido em 3 partes (obs: consciência)

1º personalidade terrena consciência(nós) - jamais vai sair desse planeta pois morre de verdade  pois o corpo físico também é ele, é livro (indivualidade, descartável)

2º subconsciencia - (indivualidade elemental, um sotware que pode ser utilizado pelos mediuns e seres elevados caso eles queiram)é o resultado das ações da consciência, é como um elemental fruto da consciência (nós), é um software criado pela personalidade, e é a unica coisa que torna o humano imortal, pois é uma caracterisca da personalidade que faz a ponte acom a superconsciencia

3º  superconsciência: Um ser que ter inúmeras personalidades,acumula subconsciências e pode evoluir (é um ser livre, que pode assumir formas, relativas as subconsciências adquiridas)

 

x/

 

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30 minutos atrás, cyber2050 disse:

pois, se você vive usando o celular, como vc vai usar o celular do outro lado?Cheguei a conclusão que é plasmado um mundo ficiticio,e que os desencarnados ficam inconscientes e são apenas o subconsciente p

Continuam como estão aqui, porque não somos lá muito conscientes né? Tanto é que quando sonhamos, não percebemos que estamos no mundo dos sonhos ,achamos que estamos no mundo físico, para nós eles são iguais, oque mostra que não temos lucidez nem na vigília. Então no sonho seguimos plasmando cópias do carro, tv, telefone. Só quando você MUDA do estado de sonho, para o estado de vigília, você nota que o que aconteceu antes não era no físico, porque você abriu os olhos na cama, há um corte de continuidade e uma diferença de nitiidez mas que só percebemos por COMPARAÇAO com a vigília.;

Ao morrer esse "sonambulismo" da vigília continua, e como não há mais uma MUDANÇA de estado, não vamos mais "acordar na cama" bem no meio de um ato, podemos ficar presos nesse estado um bom tempo, achando que estamos no físico ainda.

Até que começamos a notar algumas esquisitices que , quando encarnados, nos fazem perceber que estamos sonhando e então passamos a ter um "sonho lúcido". Mas quando desencarnados, essas esquisitices nos fazem desconfiar que morremos. O estado de ilusão mental que nos governa vale tanto para a vigília quanto para o estado pós mortem. Mas é esse estado de ilusão mental que a psicologia define como CONSCIENTE. Subcosnciente já é uma treta mais cavernosa ainda.

Tem um livro da Gnose que trata bem disso. Só que o Samael tem um jeito meio doidão de escrever. Se você conseguir passar por cima do jeitão, talvez encontre algumas respostas que te interessem: sim_ha_inferno_diabo_carma.pdf

 

 

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1 hora atrás, cyber2050 disse:

@Iogui

, então, não sei se entendi direito, mas basicamente o ser humano é constituido em 3 partes (obs: consciência)

1º personalidade terrena consciência(nós) - jamais vai sair desse planeta pois morre de verdade  pois o corpo físico também é ele, é livro (indivualidade, descartável)

 

Amigo também tenho uma tese sobre isso, já percebeu que o que vivemos ontem (lembranças) estão sendo esquecidas?  Ou seja o que sou hoje, neste momento já acabei de morrer, pois meu após pensar no que escrever, meu pensamento já foi, virou lembrança, pois não passamos de lembranças individual ou coletiva, nossa consciência física e personalidade não passam de "memoria" para existirmos precisamos constantemente reafirmar nossa existência através da memoria, portanto esta consciência física, esta personalidade que assumimos aqui na dimensão física, na  verdade não pode ser o que realmente nós somos, pois nós não passamos de "memorias".

Imagina se dormíssemos 18 horas por dia e permanecêssemos 6 horas acordados, obviamente iriamos supor que dormir seria muito mais importante para nós do que permanecer acordados, despertos, pensamos assim pois estamos presos ao tempo e ao espaço, porem no astral não estamos presos ao tempo nem ao espaço da dimensão fisica, ou seja as 6 horas que passamos dormindo são muito mais importantes do que as 18 horas que passamos acordados.

 

 

 

 

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@urufin

Pois então, muito interessante saber, que chegamos em conclusões muito semelhantes. Pois já faz um tempo que "formulei" essa minha tese justamente refletindo sobre as lembranças, e conclui, como possibilidade claro, que morremos (pois somos uma consciencia da personalidade da carne) a cada instante. Mas nossas memórias ficam registradas em um banco de dados (subconsciente) e este a cada instante envia dados para o plano fisico reconstruindo a ilusão que somos nós com base nas memórias, mas de fato não temos acesso as memórias de forma real, funcionamos de forma linear, e só algumas lembranças é que vem a nossa mente em determinados momentos, mas para isso precisamos consultar (pensar) e então o nosso subconsciente é que envia os dados.. Porém, não passamos de ilusões, de feixes de luz que são emanados constantemente ou seja lá o que for, de algo que realmente existe.

E por fim, o que realmente vai existir após o desencarne é um "software" de cada um de nós que pertence ao que de fato existe, somos apenas a emanação, e não duraremos muito, mais ainda assim somos a luz.

Os snhores vão me achar meio paranoico, mas cheguei até mesmo a utilizar essa minha tese de modo prático por um tempo, escrevendo coisas para "mim mesmo"(será) e me despedindo desse mundo a cada noite (o correto seria a cada instante, mas seria cansativo demais), só para ver o que ia dar (vai saber se poderia ocorrer algum "bug na matrix") hehehe 

 

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Ao meu ver (e posso perfeitamente estar errado em relação a isto) nossa consciência é subconjunto de nossa superconsciência e nosso subconsciente existe enquanto ainda não conseguimos evoluir a ponto de abandoná-lo.

Nosso subconsciente é um só e carregamos ele através das vidas.

Ao dessomar nossa consciência não "morre", não deixa de existir e, pelo contrário, volta a se integrar à nossa superconsciência que contém o conjunto de tudo o que vivemos em todas as nossas outras vidas. Mesmo na fase de intermissão enquanto estamos dessomados carregamos nosso subconsciente e está guardado nele o conteúdo de todas as nossas outras vidas que ainda não conseguimos recordar por falta de evolução.

Ou seja, mesmo no plano astral desligados do corpo material, não conseguimos recordar tudo o que vivemos em todas as nossas vidas enquanto não temos evolução o suficiente para suportar todas estas vivências de uma só vez em nossa consciência.

Dentro do conhecimento dos antigos sábios hindus existe o conceito de que o tempo não existe e é apenas uma criação limitante da ilusão (maya) que vivemos por ainda não termos atingido a iluminação. Pressupondo que isto seja verdade, não é possível que a consciência "morra" a cada instante pois "cada instante" não existe, não é real. E acreditar que isso seja verdade (da consciência morrer a cada instante) é acreditar que somos uma integral e cada instante nosso seria uma derivada ou seja, que nossa existência possui lapsos.

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@cyber2050, não vejo a coisa dessa forma. Se o EU fosse o corpo, ele deixaria de existir após a morte/dessoma e não poderiam existir consciexes. Temos uma vasta literatura que mostra exatamente o contrário e, inclusive quando nos projetamos tomamos contato com estas consciexes, incluindo aí amparadores.

1 hora atrás, cyber2050 disse:

A questão é que a reencarnação, nada mais é do que a encarnação de um conjunto de elementos, não é o EU de ninguém, são só informações.

Se assim fosse, as lembranças de períodos anteriores a atual encarnação, as regreções e retrocognições não poderiam existir pois elas pressupõem a existência prévia do EU.

Sinceramente e com todo o respeito, para mim, toda esta sua teoria não faz sentido pois lhe falta uma base mais sólida.

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16 horas atrás, urufin disse:

 

Percebo o seguinte que mesmo lendo muitos livros, ouvindo muitos relatos, mesmo praticando projeção astral com 100% lucidez, mesmo tendo experiencias espirituais incríveis, mesmo tendo uma grande base de conhecimento e informação invejável, mesmo diante de tudo isso, ela ainda persiste no coração de todos nós seres humanos, a "dúvida", temos dúvida, muitas dúvidas sobre tudo que existe e todas as coisas que acreditamos e que divulgamos e é por isso mesmo que estamos dia a dia procurando aprender mais e evoluir mais, diante da dela, da "dúvida" somente uma pode bater de frente com ela e vence-la e esta uma se chama "fé", necessitamos de fé para vencer a dúvida e a fé é o fundamento de toda e qualquer religião, filosofia, hipótese, crença ou doutrina, portanto cada um tenha a sua fé e respeite a fé do seu semelhante mesmo sendo totalmente oposta ou diferente da sua e a vida segue seguindo o seu caminho como sempre seguiu e seguirá.

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Pensar a respeito de um assunto, seja ele qual for, é exercício para expandirmos nossos horizontes. A fé é importante (não confundir aí fé com fanatismo ou visão limitada pois mesmo o cientista precisa ter fé ao menos em seu trabalho). 

Quando trocamos idéias como estamos fazendo aqui, é exercício para que agreguemos conhecimento e cada coisa que cada um diz pode contribuir um pouco para o que somos já que nos faz pensar e, muitas vezes, encontrar pontos que ainda não havíamos observado dentro do nosso próprio conhecimento prévio e conceitos.

Mas afinal de contas "quem nós realmente somos"?

Somos seres falíveis, imperfeitos. Buscando aquilo que nos faça um pouquinho menos imperfeitos. Todo mundo tem sede de conhecimento mesmo que não perceba isso. É natural.

Proponho ainda uma outra questão: "O que realmente nós queremos ser"? 

E esta pergunta é tão importante quanto a outra.

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"O que realmente nós queremos ser"? 

Para saber isso precisamos conhecer todos os nossos limites, o auto-conhecimento profundo, na miinha opinião isso PRECISAMOS DE ALGO, assim como um estudante precisa da capacidade do PENSAR para estudar, nesse caso precisamos de alguma CAPACIDADE desconhecida para acabarmos de vez com a nossa dúvidas, na minha opinião, precisamos é que a nossa tecnologia atual consiga de uma vez por todas explicar o que é realidade e se é manipulável ou não. Digo tecnologia  pois é prática se for ciência é só teorias e mais teorias.

 

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