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Guest

Projeção astral vs Reencarnação

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Postei mais um trecho escaneado, aqui:

 

9 horas atrás, Bruna disse:

A questão é:  como a pessoa é induzida a um estado mais relaxado mas fica consciente, até que ponto não são "memórias criadas / inventadas"?

Bruna, por isso que é importante fazer essas coisas com um profissional qualificado.  Numa situação d transe hipnótico, se você tem, por exemplo, fobia de lugares escuros e apertados, e o cara te disser algo como "procure lembrar se na sua vida passada você passou por alguma stuaçao de sofrimento, em algum lugar escuro e apertado", sua mente irá CRIAR essa memória, para satisfazer o que lhe foi pedido. Um hipnólogo qualificado sabe que  não pode fazer isso, porque vai obter respostas fantasiosas. Na verdade, pelo que sei, quem trabalha com vidas passadas nem precisa considerar a hipótese reencarnacionista, porque o que eles tentam fazer é que VOCE/SEU EU SUPERIOR  ou alguma parte que saiba mais, te faça voltar até a origem daquele problema.

Pelo que entendi sobre isso até hoje (não sou nenhum entendido, esse assunto nunca me interessou especialmente) quando você tem um problema se manifestando, aquilo é REFLEXO, de uma causa mais antiga, que está alojada on subconsciente. Por não conseguir se manifestar diretamente e ser trabalhada, ela vem á tona por caminhos tortos (exatamente porque seu consciente bloqueia a passagem direta, por algum tempo de auto-proteção emocional, por exemplo). Então podem surgir neuras, fobias, tiques nervosos, ansiedades estranhas, que são na verdade uma espécie de "corrente de fuga", como não consegue fluir pelas vias normais, flui por desvios, que de manifestam de formas estranhas.

Então um terapeuta que trabalha com hipnose irá apenas tentar fazer a pessoa lembrar do que causou aquilo, vai tentar gerar um fluxo direto, para que essa informação venha ao consciente. Mas ele não pode definir de onde ela virá. Então pode ser coisa de pouco tempo atras, algum bloqueio até recente, ou pode ser coisa da infância, pode ser memória de feto, pode ser de vidas passadas, ele não pode definir isso, porque se definir, uma memória que é desta vida pode ser fantasiada para simular que é de outra, para satisfazer o hipnotizador. Porque esse é o mecanismo da hipnose, entrar no estado adequado para que os comandos conscientes, seus ou de algum agente externo, sejam obedecidos. As próprias "técnicas de separação " da projeção são isso você cria um comando consciente de gerar um movimento imaginário, e como está em estado hipnótico, que é a FASE, seu corpo astral obedece. Quando as técnicas de separação não funcionam é apenas porque você ainda não está no estado hipnótico suficientemente sugestionável para gerar o efeito.

Mas se eu, que sou leigo, sei disso, pode ter certeza que seu terapeuta sabe, se é um profissional habilitado. Então acho que pode ficar tranquila quanto a isso.

Até tem um filme antigo, biografia de Freud, que mostra esse mecanismo de sintomas estranhos devido a coisas bloqueadas, embora, claro...ehhehe....essa turma só trate se bloqueios desta vida, que se manifestavam por sonhos simbólicos, que uma vez que tivessem sua causa devidamente explicada, eliminava os sintomas. Se quiser ver, tem no Vimeo:


 

 

 

 

 

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Boa tarde.

 

Pegando o bonde andando, no que tange a transfusão de sangue e órgãos, até hj eu não tenho uma posição definida, me parece um assunto bemmmmmmmm complexo.

Como geralmente sou muito pragmático com as coisas, creio que se tivesse numa situação em que fosse necessário eu realizar uma transfusão, por exemplo, eu o faria sem titubear. Vou bem na linha do Iogui e outros colegas, acho que nossa função é tentar fazer o que pudermos com os instrumentos que temos e com bom senso, o carma que corra atrás, o que é diferente de confrontar o carma, no sentido de tentar escapar dele. Vou diminuir a intensidade do exemplo: imaginem o que seria do mundo hj sem a descoberta da vacina? Mas, mesmo que a medicina tenha avançado muitíssimo nesta área, há ainda muito o que ser feito e de maneira alguma os problemas das grandes epidemias globais foi resolvido, foi "apenas" drasticamente atenuado, rs. O carma se manifesta na própria lógica da natureza e da mutação gênica dos vírus e bactérias, assim novas doenças ou versões das antigas surgem de tempos em tempos, entretanto, claramente estamos num patamar de prevenção e combate a tais agentes muito superior ao que era há 200 anos atrás.

Agora, por outro lado, induzir seu corpo a produzir determinados anticorpos tem uma lógica completamente diferente de transferir parte de um ser a outro (sangue ou órgãos), aí já estamos num terreno diferente e mais sensível, e as implicações espirituais não são claras. Aliás, creio que muito pouco se sabe sobre isso e quem sabe com toda a certeza pouco ou nada divulga por aí. Vou contar dois casos que se passaram com pessoas muito próximas, apenas para ilustrar as propriedades espirituais do sangue e até onde o mesmo se vincula as questões energéticas e, talvez, cármicas(?).

No primeiro caso, dois amigos meus, quando eram adolescente, sendo ambos médiuns ostensivos e com um passado envolvendo magia e coisas bem pesadas, estavam na casa de um deles, sendo que esta casa tinha uma energia simplesmente horrível, e um deles (o que morava na casa), resolveu gratuitamente (pra não dizer, estupidamente) desenhar um pentagrama com a água no espelho do banheiro só pra ver o que acontecia... Os dois desceram pra tomar um café e quando voltaram se depararam com o pentagrama vermelho e com outros símbolos no entorno e mais uns escritos, os quais prefiro evitar detalhar. Não preciso nem dizer a reação de espanto que levaram ao verem essa cena.

O que aconteceu? Provavelmente o espelho já era um portal para o que quer que ficava vagando naquela casa, os espelhos têm essa propriedade no astral. Você tem dois médiuns tolos que não sabem o que estão fazendo da vida: um banquete energético para entidades pesadas. E o rapaz ainda vai lá e ativa alguma chave esotérica (provavelmente foi induzido mentalmente a fazer aquele pentagrama) para que as entidades ganhassem tamanho acesso a este plano que simplesmente materializaram sangue na água. O sangue, segundo um conhecido nosso que manja muito e que inclusive o relato posterior ocorreu com ele, tem alta probabilidade de ser de galinha, pois é o que geralmente se usa em casas de trabalhos maléficos. Então as entidades pegaram aquele sangue, e não sei os nuances da coisa, e o materializaram ali para algum propósito energético qualquer.

 Já a história daquele conhecido nosso que é paranormal e tem total domínio da projeção astral, foi quando ele relatou uma vez que trabalhava num hospício (ele é enfermeiro) e tinha um paciente o qual, encerrados os surtos psicóticos, nos seus parcos momentos de lucidez conversava normalmente, totalmente lúcido mesmo.  Durante as conversas, ele descobriu com o paciente que tudo começou depois de uma folia de reis, quando o cara, ainda na juventude, se acidentou e acabou por ferir um dos olhos.Visando que o fato não ofuscasse o divertimento da festa, esconderam o cara num chiqueiro. Enquanto ele estava agachado e o sangue escorria da ferida, um dos porcos se aproximou e bebeu o sangue do infeliz. Desde então ele começou a ver um espírito em particular que o seguia onde quer que ele fosse e vivia o atormentando. Este conhecido falou que se tratava do elemental do porco, pois o sangue tem a propriedade de estabelecer laços energéticos, e as vezes, até mesmo físicos, muito fortes.

Só quero ressaltar que escrevi esses relatos não por sensacionalismo, geralmente me furto de dizer qualquer coisa do âmbito de experiências pessoais, mas apenas para exemplificar situações com maneiras diversas as quais as propriedades espirituais do sangue podem ser usadas. Para demonstrar o tamanho da encrenca que enfrentamos ao falar deste assunto, e que ,mesmo eu sendo mais pragmático, tenho lá minhas sérias dúvidas sobre o assunto. Por exemplo, nunca doei sangue justamente por conta de coisas assim, mas faria uma transfusão se alguém próximo precisasse e não houvesse alternativa ( por mais contraditório que possa ser) e acho uma atitude louvável quem o faz regularmente para ajudar nos bancos de sangue dos hospitais.

Então, para concluir:  há um problema ético sim que devemos enfrentar. O ideal é que como qualquer coisa neste mundo, deveríamos dar um passo de cada vez, demorasse o que fosse, mas que fosse um passo consciente e que não saíssemos por aí atropelando tudo, empregando os mais diversos métodos sem ter noção do que isso pode acarretar no futuro, a exemplo dos antibióticos e hormônios na carnes, a exposição excessiva à ondas eletromagnéticas de celulares e rádios, e por aí vai. Mas isso é o ideal, o rascunho da perfeição, não a nossa a realidade, que é difícil e muitas vezes cruel. O problema é que vivemos num inferninho de mundo, o sofrimento é inerente a esta existência, os problemas surgem e buscamos soluções com o que temos, as vezes acertamos, outras erramos, e é cientificamente impossível de prevermos todas as consequências de  nossas ações. Individualmente isso já é uma tarefa e tanto, quem dirá coletivamente, hahaha. Por isso penso que também não dá pra sair por aí condenando tudo por conta dos excessos de determinados setores, grupos ou pessoas. Não devemos simplesmente ficarmos condenados ao imobilismo e a  passividade frente às forças que nos cercam. Errar faz parte do aprendizado, a gente faz de tudo pra diminuir os erros, mas não há como evitá-los. Se dentro duma ética universal cosmológica é correto realizar transfusões porque, sei lá, a intenção e o fim que vc direciona são bons e isso, de alguma maneira, fica impregnado na matéria física e no laço energético que vai se constituir, ou se é errado de qualquer maneira, pois estaríamos "manipulando" as condições cármicas para fugir do débito devido; ainda é uma nuvem bem cinzenta e até aqui não obtive certeza de nada. (note que nos dois exemplos citados, foram só situações ruins, como será que são em situações boas, se é que isso é possível? Eu não sei hahaha).

 

Abração

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Dei uma relida nesse tópico. Muito bom mesmo! UM dos melhores do GVA porque gerou uma discussão muito boa e sadia. 

Sobre doar sangue:

Em 04/06/2016 at 15:46, Iogui disse:

Estou me referindo á encarnação mesmo. A questão não é essa, não se trata de protelar o inevitável ou não. A hora programada é só aquela em que não podemos mais evitar a morte mesmo. Enquanto existem recursos temos a obrigação de tentar manter e preservar este corpo com os meios disponíveis. Sinceramente não acredito que a transfusão de sangue seja um "recurso questionável". Na verdade vejo-o como um recurso extremamente válido.

Acredito até que, em determinadas situações, se pudermos salvar nossa vida por meio de uma transfusão e não o fizermos seremos parcialmente culpados pela morte, seriamos suicidas e arcaríamos com as consequências disto.

Concordo totalmente com isso. Servir aos outros em qualquer instância é o caminho daqueles do caminho da polaridade positiva. Por isso eu faria. 

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Em 14/10/2017 at 23:52, Bruna disse:

Estou com uma dúvida, acho que pode ser postada aqui, já que se trata de um assunto parecido.

Bom galera, estou fazendo Psicoterapia Reencarnacionista, já ouviram falar ou alguém já fez?

Bruna, eu sou terapeuta e trabalho com regressão.

Não utilizo hipnose, não me agrada a ideia de induzir/ser induzido a algo (mesmo com intenções nobres). Mas o princípio comum em qualquer método de regressões é encontrar o trauma/condicionamento e libertar-se dele.

Como alguém sabe que aquela não é uma criação mental? Porque existe um "sabor de consciência" durante o processo: vc sabe que o que vê se refere a vc, e percebe como estas lembranças estão ativas na vida presente, mas em um nível de consciência diferente do estado ordinário em que normalmente vivemos. É muito intuitivo, uma certeza interna, como chegar num estado elevado de meditação: vc sabe o que ocorreu, mesmo que as palavras não consigam expressar.

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Em 04/06/2016 at 12:43, sandrofabres disse:

E é esse o problema do transplante de sangue e órgãos, pois eles tem marcadso nas céulas o karma da pessoa. Aquela doença surge porque há uma programação em cada peça da máquina, com a qual você foi destinado a nascer. e essa máquina foi projetada para expressar esses carmas (entre outras coisas, mas o assunto aqui é carma, doenças, etc) . Então um transplante é como você pegar um pneu de trator e querer colocar num carro de cidade, porqu cada um nasceu com um corp programado para si apenas.

As vezes vemos notícias do sujeito que tinha uma doença que detonou aquele órgão, aí faz transplante, e uns 10 anos depois ou mais, a mesma doença detona o novo órgão.

Olha só:

http://www.jornalciencia.com/homem-sem-doenca-mental-se-mata-apos-receber-transplante-de-coracao-de-um-suicida/

 

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Em 10/05/2016 at 12:42, sandrofabres disse:

Cyber, a teoria da reencarnação é bem mais antiga que o cristianismo, porque já era conhecida no hinduísmo, a religião talvez mais antiga que se conhece.

http://www.ultimato.com.br/revista/artigos/270/a-longa-historia-da-reencarnacao

 

 

Tanto é que que já estava presenta na bíblia, o que você identifica aqui:

.............................................

João 9

1 "Enquanto Jesus caminhava, viu um homem que era cego de nascença.

“Mestre”, perguntaram­ lhe os discípulos, “porque foi que este homem nasceu cego? Por causa dos seus pecados

ou por causa dos pecados de seus pais?”

...............................

Ora, se o homem era cego de nascença, quem pergunta se ele nasceu cego por causa dos SEUS PECADOS está considerando que esse homem cego DE NASCENÇA :

-teve uma vida ANTERIOR à atual, quando então enxergava. (reencarnação, e não mera pré-existência das almas)

-Então pecou e teria então nesta nascido cego (karma).

Jesus diz que não foi por isso que ele nasceu cego, ok, mas nem por isso parece estranhar a pergunta, logo, isso mostra que reencarnação e karma era crenças circulantes naquela época e região.

A visão mais moderna na verdade é a judaico-cristã, porque é a mais nova naquele meio, embora a versão cristã envovlia a ressureição na carne, algo que na verdade era uma crença bem antiga, dos egípcios:

http://g1.globo.com/Noticias/0,,MUL600506-9982,00.html

 

 

Li uma versão diferente.

E, passando Jesus, viu um homem cego de nascença.
E os seus discípulos lhe perguntaram, dizendo: Rabi, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego?
Jesus respondeu: Nem ele pecou nem seus pais; mas foi assim para que se manifestem nele as obras de Deus.
João 9:1-3

https://www.bibliaonline.com.br/acf/jo/9

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E você percebe que isso não é diferente EM NADA? Passar manteiga no pão e espalhar manteiga no pão, é a mesma coisa! ´Toda tradução pode ser fetia de muitas formas difernetes, é exatamente por isso que não nenhum sentido aquelas lorotas que circulam entre fanáticos religiosos, alegando  "a versão da bíblia tal é fiel, a outra é distorcida". São escolhas diferentes de tradução, como acontece até hoje com livros modernos, em que tradutores diferentes sempre produzirao  textos diferentes e não nenhum pode ser considerado mais verdadeiro que os outros. É por isso que se diz  "Todo tradutor é um traidor".

17 minutos atrás, Henrique Araújo disse:

1 "Enquanto Jesus caminhava, viu um homem que era cego de nascença.

E, passando Jesus, viu um homem cego de nascença.

----------------------------------------------------------

17 minutos atrás, Henrique Araújo disse:

“Mestre”, perguntaram­ lhe os discípulos, “porque foi que este homem nasceu cego? Por causa dos seus pecados  ou por causa dos pecados de seus pais?”

E os seus discípulos lhe perguntaram, dizendo: Rabi, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego?

Em nada altera o que falei aqui:

17 minutos atrás, Henrique Araújo disse:

Ora, se o homem era cego de nascença, quem pergunta se ele nasceu cego por causa dos SEUS PECADOS está considerando que esse homem cego DE NASCENÇA :

-teve uma vida ANTERIOR à atual, quando então enxergava. (reencarnação, e não mera pré-existência das almas)

-Então pecou e teria então nesta nascido cego (karma).

Jesus diz que não foi por isso que ele nasceu cego, ok, mas nem por isso parece estranhar a pergunta, logo, isso mostra que reencarnação e karma era crenças circulantes naquela época e região.

 

 

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