• advertisement_alt
  • advertisement_alt
  • advertisement_alt
cyber2050

A questão da "Linearidade Emocional"

Recommended Posts

 A Linearidade Emocional que alguns pesquisadores comentam em alguns de seus videos, também escutei em outros cantos por aí como no audio-video da cabalá,  pelo que eu entendi sua definição é +- como: ter as emoções sob controle a ponto de uma não falar mais que outra, ou a ponto de não existir um desequilíbrio quimico de alguma dessas emoções no corpo.

Ok, mas pergunto para vocês, de que é feito o crescimento espiritual? ou amadurecimento psicológico? ou refinamento de caráter?[

Inicialmente nessa questão proponho que provém de 2 coisas + uma chave: Memória + Arrependimento; Chave = Picos de alguma emoção.

Agora lhe pergunto: uma pessoa que tem uma linearidade emocional, se a definição que eu escrevi estiver certa, ela não terá picos de emoção descontrolados, como ela então vai ter a chave para um refinamento de si própria? 

E indo além, a história (fundamentada) até agora nos mostrou que: Os Humanos em maioria não tem conhecimento estável/fixo nas artes(expressão)  na ciência(compreensão) e nem mesmo em habilidades paranormais como de um ser extraterrestre ou um Ser utópico. Então, um Humano que de fato/realmente tenha Linearidade Emocional, conseguiria de fato ter algum crescimento espiritual? amadurecimento? refinamento de caráter? visto que ele não teria arrependimento?

 

Pois, olhando dessa perspectiva, dá a impressão que essa habilidade Linearidade Emocional não ajudará os humanos a conhecerem a si mesmos, ou seja, junta-la com a expressão evolução tem seus furos. 

Então, mas posso estar entendendo errado essa idéia, por isso gostaria que se alguém tem alguma melhor forma de entender essa habilidade, por favor poste aqui

 

Obrigado

 

 

  • Like 2

Share this post


Link to post
Share on other sites

É possível se arrepender apenas com a razão/raciocionio, sem sentir nada (sem que uma emoção se sobressaia) ? 

Talvez, o termo linearidade emocional esteja sendo empregado ingenualmente ou propositalmente para levar a um caminho robótico, mas o que os textos antigos nos dizem é que, pelo contrário, os iluminados não tinham uma linearidade emocional, o que tinham era um sentimento do amor pelo próximo. Sentimento é uma emoção ou não, afinal?

  • Like 1

Share this post


Link to post
Share on other sites

@cyber2050, eu não sei se entendi direito (e de fato não entendi pinimbas dessa formula que você tentou propor), vou falar um pouco apenas do meu ponto de vista (que é, portanto limitado por aquilo que já consegui compreender e, desta forma, pode ter falhas), assim peço que me perdoe se eu estiver falando alguma abobrinha. 

Geralmente quando se fala em linearidade emocional, nos referimos a atingir um estado de autocontrole em que nenhuma emoção possa tomar o controle de suas ações. Isso, embora bastante simples, é algo dificílimo de se obter pois, se jogarmos nossas emoções em um gráfico, em geral, vai parecer uma montanha russa cheia de altos e baixos. Um exemplo claro pode ser visto da seguinte forma. Imagine a seguinte situação:

Você está dirigindo seu carro no trânsito e, de repente, algum outro motorista te fecha na tentativa de furar uma fila para entrar em alguma saída (sim amigos, fato muito incomum não? :-D). Qual é a sua atitude numa situação como essa?... Bom... normalmente, de uma forma geral e, salvo algumas exceções de pessoas um pouco mais evoluidas, nossa primeira reação é tentar frear bruscamente para evitar um acidente e junto a isso vem um pico de emoção que nos faz estabelecer automaticamente um sentimento negativo em relação ao outro motorista e, normalmente em seguida damos vazão a isso enviando uma carga de energia negativa para o outro motorista. Isso em sí já é um descontrole, mesmo que paremos por aí.

Numa situação como essa, os mais controlados vão parar por aí mas não é o mais comum, a maioria vai estabelecer um estado temporário de monoideismo raivoso e vai explodir em impróperios das quais, o mais leve, costuma ser se referir à mãe do outro motorista como "senhora de má fama".

Veja bem, o sentimento negativo estabeleceu um pico tão grande que, temporariamente, toma conta completamente de suas atitudes. Tanto que, depois disso, aqueles que já possuem maior esclarecimento se sentirão culpados por terem "explodido".

Emfim, o estado de linearidade emocional ideal seria, num caso como estes, ter um autocontrole tal que parariamos na primeira etapa, ou seja, após a freada brusca para evitar o acidente, não iniciariamos o processo negativo que tende, normalmente, a nos levar a um monoideismo raivoso visto que nada de bom poderiaser obtido disso. Neste caso o ideal seria o perdão instantâneo para que não fiquemos presos ao sentimento negativo que tenderia a nos dominar as ações. E depois, seguir simplesmente com cuidado redobrado com aquele motorista que já demonstrou menor consciência para evitar maiores danos. Ou seja, tudo isso mantendo as emoções em equilíbrio.

Desta forma, linearidade emocional equivale a ter um bom nível de equilíbrio. Equilíbrio é a palavra chave. Perdão é uma das ferramentas importantes. Raciocínio lógico é a outra ferramenta importante.

Ou seja, um bom caminho para se alcançar este estado de linearidade emocional almejado é o caminho do meio de que tanto fala o buda.

  • Like 4

Share this post


Link to post
Share on other sites
Em 27/05/2016 at 12:38, cyber2050 disse:

 Então, um Humano que de fato/realmente tenha Linearidade Emocional, conseguiria de fato ter algum crescimento espiritual? amadurecimento? refinamento de caráter? visto que ele não teria arrependimento?

Respostas:

Linearidade emocional de fato é a a própria consequência do crescimento espiritual. É possível graduar a linearidade emocional, sendo assim, maior crescimento espiritual, amadurecimento, refinamento de caráter equivale a maior linearidade emocional.

Podemos imaginar que o indivíduo hipotético que tivesse linearidade emocional total estaria no topo da evolução espiritual que conseguimos imaginar com a nossa capacidade intelectual atual. O Waldo Vieira se refere a estes indivíduos como Serenões.

 

  • Like 2

Share this post


Link to post
Share on other sites
22 horas atrás, cyber2050 disse:

É possível se arrepender apenas com a razão/raciocionio, sem sentir nada (sem que uma emoção se sobressaia) ? 

Talvez, o termo linearidade emocional esteja sendo empregado ingenualmente ou propositalmente para levar a um caminho robótico, mas o que os textos antigos nos dizem é que, pelo contrário, os iluminados não tinham uma linearidade emocional, o que tinham era um sentimento do amor pelo próximo. Sentimento é uma emoção ou não, afinal?

Sim, é possível se arrepender apenas de forma racional. Arrependimento não é um sentimento, é uma ação, é repensar uma ação passada e compreender um erro. Agora... geralmente o arrependimento é acompanhado de um sentimento que damos o nome de sensação de arrependimento.

A linearidade emocional não depende de arrependimento. O arrependimento pode ser uma ferramenta para se alcançar maior linearidade emocional.

Um detalhe importante é que, num caminho para adquirir maior linearidade emocional não se deve simplesmente "deixar de sentir", o danoso não são os sentimentos mas sim os sentimentos exacerbados, ou seja, os "picos".

Segue uma boa distinção entre o que é sentimento versus emoção:

http://www.centrodeestudos.org/sentimento-ou-emocao/

  • Like 2

Share this post


Link to post
Share on other sites

Cyber, é meio complicado realmente de entender qual a raiz do problema que você que apresentar, porque você está tentando entender um conceito que voc~e mesmo alega não compreender, misturando com aquilo que você já definiu como sendo um ponto de partida:

provém de 2 coisas + uma chave: Memória + Arrependimento; Chave = Picos de alguma emoção.

Vou tentar passar um rodo nisso tudo, explicar como eu entendo a coisa, e você vê se consegue tirar alguma conclusão disso.

Imagine uma pessoa sentada numa sala QUASE vazia. Só existe ali a pessoa, sentada no chão, e um objeto, digamos uma pedra, em frente `a ela, mas à direita.

Então mais alguém entra na sala pega a pedra e leva embora.

Qual e possível emoção gerada no primeiro sujeito, que observou o outro entrar e levar a pedra?

Provavelmente nenhuma.

Mas e se não fosse uma pedra? se fosse...uma laranja? um chocolate...o relógio de pulso que sua mãe falecida adorava, e que você guardava com carinho?

Muda tudo né?

O quadro emocional se instala, e afeta decisões. Mas em que grau se instalaram? Em cada caso talvez tenha sido diferente.

Isso acontece porque de alguma forma, quando nos "projetamos" sore um objeto ou algo exterior a nós, é como se aquilo fosse "eu". Portntanto já não posso permanecer indiferente quando aquele objeto é removido de perto, porque é "uma parte de mim" que vai embora. E a reação será tanto mais intensa quanto maior for sua identificação com o objeto.

Então, de certa forma, creio que podemos definir, de forma bem rústica e simplificada, que quando você mantém constante dentro de você a lembrança/consciência de que você é "parte de Deus",  essa percepção torna esse  "núcleo" mais importante que o externo que te cerca, sejam objetos, pessoas circunstâncias, diminuindo sua identificação com o externo e assim reduzindo a intensidade das suas flutuações emocionais, que são justamente fruto de ilusões do apego/identificação do ego em relação ao que nos cerca.

A pessoa não deixará de ter emoções, mas as emoções seriam mais uma forma de leitura do mundo, do que uma reação que nos governa. Por exemplo, no caso do estupro coletivo que está nas manchetes agora: uma pessoa que tenha emoção zero não poderia talvez sequer distinguir se esse ato foi condenável. De certa forma é nossa repulsa interna a isso, fruto da empatia com a vítima, que nos faz sentir/saber que o ato é profundamente condenável. Mas você usa a emoção, nesse caso, para fazer uma leitura  da situação. Outra coisa seria se deixar levar pela emoção que esse ato desperta em nós e tomar alguma atitude impensada.

Mas aí você pode pensar "ah mas e o arrependimento? como se encaixa?".

Bom, essa não é uma variável que tenha valor fora da crença cristã, que eu saiba. O que está feito está feito, você tem lá seu carma, arrepender-se ou não não mudará seu destino. O que muda seu destino é mudar seus atos DAQUI PARA FRENTE, tenha ou não arrependimentos. Mas é aquela coisa, se você mantém esse foco interior corretamente, sabendo que você, sendo uma "parte de Deus", deve expressar na sua vida atos condizente com isso, dificilmente terá do que se arrepender. É quando você perde esse foco que as bobagens são feitas, porque muda o ATOR, por um momento você perde a lucidez, coo acontece na projeção, e deixa de ser uma "parte de Deus" para ser seu ego egoísta, que só quer satisfazer desejos, instintos, ambições, vinganças....esse ego não tem "salvação", ele é construído assim, acumula para sobreviver, é egoísta por definição, é como a natureza do cão, que enterra o osso para comer outro dia, caso falte comida.

Então me parece que a retilinearidade passa por esse processo de "não identificação" com aquilo que nos rodeia, e é isos que nos ajuda a manter nosso centro focado na nossa parte divina, eterna, e que portanto não tem nada a temer, nem pelo que se estressar.

Mas obviamente isso é a "meta de uma vida",  ou de muitas vidas, não é algo que acontece do dia para noite. Em geral no decorrer da vida passamos por umas poucas situações críticas em que podemos perceber que essa mudança de foco é a diferença entre decisões equilibradas ou decisões trágicas . Vamos então praticando isso nas pequenas decisões do cotidiano, e assim vamos reduzindo nossos "enroscos cármicos", o que termina por nos permtir mais liberdade, porque aquelas situações extremas começam a escassear . Pense num sujeito que descobre que foi traído, tem uma reação emocional extrema,  mata a esposa, o amante dela e depois se mata, e compare com outro que apenas aceita o que aconteceu como algo que ele não podia controlar, já que são as decisões de outrem , e se separa da esposa, e cada um segue sua vida sem conflitos. São destinos neta vida, e nas muitas que virão, bem diferentes, porque não reforçando os laços com a esposa adúltera através de um assassinato, o sujeito tem mais chances de na vida futura não cruzar com ela, já que la deu o passo de afastamento e isso foi acatado. Já se ele comete uma loucura,  fortes laços de compensação, vingança, culpas , atrelam essas pessoas de uma maneira que as fará repetir esse meso drama muitas vezes, até que toda aquela energia mal processada, se esgote, o que me geral leva alguns séculos, as vezes milênios.  A simples percepção/consciência  de que somos partes de Deus, nos faz lembrar que não perdemos nenhum pedaço quando coisas assim acontecem, aliás, não perdemos nenhum pedaço dessa nossa identidade divina nem quando somos assasinados..já evitaria se deixar levar pela emoção na hora de tomar pequenas decisões. No fundo ,a raíz disso, das emoções me geral, é uma percepção distorcida que temos sobre  nós mesmos, e sobre a experiência da vida encarnada.

Mas claro, falar é fácil, fazer é que é o problema. Mas é fácil também entender porque quem atinge esse nível se livra da necessidade de reencarnar: os desafios/provocaçoes deste mundo já não lhe surtem mais efeito, tudo que te cerca, agora, para você, é como  aquela pedra lá no início do texto, que pode ser levada e isso não te afeta.

Aí é hora de habitar outras escolas, porque a lição desta escola da Terra  já foi devidamente aprendida.

Acho que a coisa vai meio que por aí....

 

 

  • Like 6

Share this post


Link to post
Share on other sites
Em 27/05/2016 at 13:57, cyber2050 disse:

É possível se arrepender apenas com a razão/raciocionio, sem sentir nada (sem que uma emoção se sobressaia) ? 

Talvez, o termo linearidade emocional esteja sendo empregado ingenualmente ou propositalmente para levar a um caminho robótico, mas o que os textos antigos nos dizem é que, pelo contrário, os iluminados não tinham uma linearidade emocional, o que tinham era um sentimento do amor pelo próximo. Sentimento é uma emoção ou não, afinal?

R: Sentimento sim existe em uma consciência com linearidade emocional, pois sentimento é o sentido percebido. Presente em consciências que vibram em chakras superiores. Por isso a linearidade emocional (termo que eu extrai dos próprios videos do Moisés Esagui) em uma consciência não exclui os sentimentos(Com base no outro video recente que assisti do Moisés Esagui, nos minutos finais) mas anula ou reduz a ocorrência de emoções (confusão de sentimentos) devido a consciência vibrando nos chakras superiores . Pois sentimentos, ao meu ver, pode ser encarado como uma percepção dos sentidos que o humano tem e assim o arrependimento pode existir pelo sentido da observação do pensamento com lógica que tem como base a informação que foi adquirida pela observação do efeito -  gerado pela causa do praticante.

 

(obs: estou respondendo a mim mesmo, sim. Pois pude responder agora, após aprender mais um pouco)

 

Citar

 

Significado de Emoção

s.f.Reação moral, psíquica ou física, geralmente causada por uma confusão de sentimentos, que se tem diante de algum fato, situação, notícia, fazendo com que o corpo se comporte tendo em conta essa reação, através de alterações respiratórias, circulatórias; comoção...

 

 

Citar

 

Significado de Sentimento

s.m.Ação ou efeito de sentir, de perceber através dos sentidos, de ser sensível.Emoção; capacidade de se deixar impressionar ou se comover por algo ou alguém.Expressão de afeição, de amizade, de amor, de carinho, de admiração.

...

 

 

 

  • Like 2

Share this post


Link to post
Share on other sites

Cyber, apesar do meu ponto de vista não ser diferente do que já foi dito aqui pelo Iogui e pelo Sandro, não resisti em dar algumas pinceladas! rsrs 

Ao meu ver, o processo evolutivo tem muito a ver com o aumento da nossa percepção, onde gradativamente conseguimos perceber a nossa existência e a de tudo a nossa volta de uma forma muito mais ampla. Muitos dos nossos desequilíbrios emocionais são causados por totais tolices que ainda não temos capacidade de percebe-las como tolices, então reagimos a elas de forma instintiva, impensada, a emoção domina, o controle não está em nossas mãos (ainda).

Vamos pensar em um exemplo simples... 

Eu tenho um casal de filhos  (7 e 5 anos). Nesta faixa etária eles se chateiam e brigam por absolutamente qualquer coisa. Muitas destas coisas (se não todas) deixarão de ter importância conforme eles crescem e adquirem uma visão um pouquinho mais ampla. Passando alguns anos, com um pouco mais de compreensão a criança já consegue perceber que o fato de alguém simplesmente tocar em um objeto que pertence a ela não é o fim do mundo! rsrs Agora imagine uma pessoa que se encontra num nível evolutivo mais avançado, e que percebe que nada realmente pertence a ela. Dificilmente esta pessoa vai se desequilibrar por questões de posse, inveja, ciumes, etc. Como disse o Sandro, somos parte de Deus, parte de um Todo que sustenta toda a existência. Uma pessoa que consegue atingir um pequeno nível de comunhão com o Todo, já começa a ver a vida por um panorama muito mais amplo, percebendo que tudo neste mundo tente ao desequilíbrio pelo fato de só enxergarmos a vida com os olhos do nosso ego, que se sente único e independente de tudo.

Então eu penso que não necessariamente a evolução se trate de equilíbrio... mas sim de compreender e vivenciar a natureza de unicidade da vida. Toda a ideia de divisão é ilusória, simplesmente não condiz com a realidade e nos leva a cometer grandes erros. A pessoa não percebe que ao fazer mal ao outro está fazendo a si própria. Não percebe que o bem dela significa o bem de todos. Então talvez exista a ideia de que consciências mais avançadas sejam frias, ou que sejam extremamente equilibradas... mas na verdade eu penso que tais consciências se encontrem num nível de percepção e vivencia muito mais amplo, onde elas conseguem enxergar os acontecimentos da nossa existência com uma certeza de que nada é em vão, nada se perde, nada é injusto. Eles conseguem perceber os porquês e as possibilidades de crescimento que as situações difíceis nos oferecem. Enquanto nós, com a nossa visão infantil, transbordamos em reações emocionais, como se tudo fosse o fim do mundo. 

Quanto a questão do arrependimento eu penso que não devemos nos arrepender de nada... nós precisamos extrair as melhores lições dos erros que cometemos e usarmos isso para alavancar nosso crescimento. Afinal nada se perde...

Grande abraço, 

 

 

 

  • Like 1

Share this post


Link to post
Share on other sites

Join the conversation

You can post now and register later. If you have an account, sign in now to post with your account.
Note: Your post will require moderator approval before it will be visible.

Guest
Reply to this topic...

×   Pasted as rich text.   Restore formatting

  Only 75 emoji are allowed.

×   Your link has been automatically embedded.   Display as a link instead

×   Your previous content has been restored.   Clear editor

×   You cannot paste images directly. Upload or insert images from URL.