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cyber2050

Como um medium incorpora?

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Não existe uma resposta única para esta pergunta.

Mediunidade é uma característica única da pessoa assim como uma parte de seu corpo por exemplo. Cada pessoa possui o nariz em um formato, certo? Seu nariz pode ser bem parecido com o de outra pessoa mas, provavelmente, vai ser difícil encontrar alguém com o nariz exatamente igual ao seu, certo? A mediunidade é assim também. 

Eu poderia escrever muita coisa sobre este assunto mas estou meio sem tempo agora. Se você quiser, depois eu volto a este tópico e escrevo uma descrição melhor e posso até narrar uma ou outra experiência das muitas que tive a este respeito.

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Se o Cyber não quiser, EU QUERO! kkkkk. Acho muita gente que não é médium tem essa curiosidade, motivo pelo qual eu traduzi aquele texto todo da Dion , acho que essas exicações são bem difíceis de achar e seria bom que os médiuns que frequentam o gva deixassem seus relatos aqui, até para termos noção da diversidade.

 

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15 horas atrás, sandrofabres disse:

Se o Cyber não quiser, EU QUERO! kkkkk. Acho muita gente que não é médium tem essa curiosidade, motivo pelo qual eu traduzi aquele texto todo da Dion , acho que essas exicações são bem difíceis de achar e seria bom que os médiuns que frequentam o gva deixassem seus relatos aqui, até para termos noção da diversidade.

+1  ;-)

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Olha, deve ser bem estranho..haha

Não sou médium incorporante, mas de vez em quando tenho sintomas de psicofonia, quando faço prece em voz alta, e a sensação é de que alguma coisa esta tentando "dominar" a sua mente para fazer você falar de forma diferente. Então na psicofonia o espírito ou entidade utiliza o seu chakra laríngeo como aparelho, enquanto que na incorporação é uma acoplagem completa.

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2 horas atrás, albaman disse:

+1  ;-)

+2 kkkkkkk :-D

24 minutos atrás, Dionne Martins disse:

Então na psicofonia o espírito ou entidade utiliza o seu chakra laríngeo como aparelho, enquanto que na incorporação é uma acoplagem completa.

Então o espirito ou entidade teria acesso ao nosso corpo físico, assim como nós? Digo, enxergando através de nossos olhos, falando através de nossa boca e etc...?

E para isto ocorrer, todos os chacras deveriam estar em sintonia? ou não necessariamente? E quanto a psicografia, qual chacra seria utilizado?

kkkkkkk me perdoe por enche-la de perguntas.

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1 minuto atrás, DrewVieira disse:

+2 kkkkkkk :-D

Então o espirito ou entidade teria acesso ao nosso corpo físico, assim como nós? Digo, enxergando através de nossos olhos, falando através de nossa boca e etc...?

E para isto ocorrer, todos os chacras deveriam estar em sintonia? ou não necessariamente? E quanto a psicografia, qual chacra seria utilizado?

kkkkkkk me perdoe por enche-la de perguntas.

Pelo pouco que compreendo do assunto, sei que ocorre uma acoplagem entre os chakras sim, mas o espírito ou entidade fica do lado de fora. Na verdade, ninguém entra no seu corpo, é uma manipulação energética e mental. Se você não tem mediunidade de incorporação mas tem de outros tipos, como a sensitividade, você vai perceber até a aproximação do espírito e a influência energética, mas não uma incorporação completa. Quanto ao chakra utilizado, acredito que todos recebem a influência mas alguns mais específicos serão os principais. Por exemplo, se um médium recebe uma entidade superior que nunca encarnou na Terra, os chakras utilizados seriam do cardíaco para cima, que nos conectam às realidades superiores. Se um medium vai em uma gira de Exus na Umbanda por exemplo e sente as pernas tremerem, dores da cintura para baixo, quer dizer que os chakras mais densos foram ativados numa possível incorporação. A questão é que cada consciência esta em determinado nível de evolução e se manifesta de forma análoga. Desse modo, o medium incorpora por afinidade energética com os espíritos ou entidades em questão. 

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15 minutos atrás, DrewVieira disse:

E quanto a psicografia, qual chacra seria utilizado?

Pesquise sobre o chakra Umeral, pois os estudiosos do assunto dizem ser o que esta relacionado à psicografia.

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Bom... acho que é legal primeiro definir o que é mediunidade: a capacidade parapsíquica de dar passividade para comunicação de outras consciências (geralmente desencarnadas/dessomadas).

É comum no espiritismo separar entre dois os tipos de mediunidade: natural e de prova.

A mediunidade natural é aquela desenvolvida naturalmente no decorrer de várias encarnações por conta de aperfeiçoamento moral e espiritual, ou seja, é resultado de evolução e a mediunidade de prova é aquela que o indivíduo adquire com a finalidade de "aliviar" karmas de vidas passadas por meio de uma ação caritativa mais direta. Normalmente isso se dá no período de intermissão (no plano astral antes de reencarnar) onde é feito um planejamento da próxima encarnação e da constituição dos corpos físicos e energético que o espírito reencarnante terá. Embora não se lembre disso depois de reencarnado, durante esse processo o indivíduo está acompanhando e está de acordo. Alguns técnicos do plano astral atuam na formação do feto para que os centros de força sejam ativados de tal forma que a pessoa venha a desenvolver uma mediunidade ativa durante a vida.

Diz-se que todo mundo é médium, entretanto, o uso deste termo é mais comum para descrever indivíduos que possuem mediunidade de provas que costuma ser uma mediunidade mais ostensiva, ou seja, é um erro pensar que o médium possui tais capacidades por ser mais avançado que as outras pessoas quando o mais provável é que seja justamente o oposto.

Outra coisa interessante a se observar é que costuma-se separar os tipos de mediunidade e dizer por exemplo que: fulano é médium de psicografia, ciclano é médium clarividente, beltrano é médium de incorporação mas a coisa não é assim tão delimitada não porque mediunidade é uma coisa só e, portanto, se a pessoa desenvolve algum tipo de capacidade mediúnica, provavelmente ela ainda irá desenvolver outros tipos. O que acontece frequentemente é que as pessoas possuem características psicológicas e energéticas distintas e isto acaba favorecendo o uso de um ou outro tipo de mediunidade, além das preferências pessoais, desta forma, um médium que geralmente só atua como psicógrafo não o faz por não ser capaz de atuar em outras áreas da mediunidade e sim por convenção, facilidade ou comodismo mesmo. É por isso que é comum ver médiuns que possuem vários tipos de capacidade mediúnica distintos.

Bom, como alguns aqui já devem saber, eu atuei um bom tempo como médium no Candomblé e na Umbanda e neste meio o tipo de mediunidade que costuma ser mais desenvolvida é a mediunidade de incorporação. De fato, foi frequentando a Umbanda que desenvolvi minha mediunidade. Vou descrever aqui uma das experiências que tive nesta fase.

Eu comecei a frequentar um terreiro de Umbanda na época da minha adolescência. O tio de um amigo meu era pai de santo e, por afinidade comecei a frequentar o lugar e me tornei filho de santo quando, em uma festa de exu um dos exus que estava incorporado em um dos médiuns me disse que eu possuía mediunidade a ser desenvolvida.

Acontece que na mesma época eu, adolescente, estava naquela fase besta de "curtição" que algumas pessoas sismam em se enfiar. E um dia, estava eu e este meu amigo mais alguns outros amigos lá na casa deste pai de santo (ele estava fora, trabalhando). Eu e meus amigos estávamos no quintal da casa bebendo e jogando conversa fora e, não sei por que cargas d'água, me deu vontade de acender um charuto. Eu havia comprado um charuto na padaria com a finalidade de experimentar como era fumar aquilo. 

Eu acendi o charuto e puxei a fumaça umas duas vezes. Acontece que eu fiz isso próximo do portão de entrada da casa onde existia um assentamento de firmeza de um exu de proteção do Terreiro. Depois eu fiquei sabendo que este exu nunca havia vindo em terra (ou seja nunca tinha incorporado em ninguém) o que significa que ele estava um bom tempo sem poder "desfrutar" da materialidade de um charuto ou de bebida de forma tão direta como no físico e, eu não sei se vocês sabem mas exus são espíritos de pessoas que, quando vivos, foram muito ligados à matéria e aos seus prazeres mais densos.

Nem é preciso dizer que o que eu fiz foi besteira, né?... Mas eu, inocente, não pensei nas consequências...

Enfim, depois disso tem um apagão na minha mente e a vaga lembrança de estar parado no meio do quintal, meio encurvado com os braços a frente do corpo, os dedos separados como se fossem garras e rosnando. As pessoas em volta me olhando assustadas comentando algo sobre eu ter me jogado de cara com a parede, de repente começam a surgir vários pontos escuros na minha visão que vão crescendo se tornando bolas negras até tomar toda a visão e eu apago novamente.

É só o que me lembro do episódio. Disso e de ter acordado depois já sendo amparado pelo meu pai de santo que teve que sair as pressas do trabalho porque haviam ligado pra ele pedindo ajuda a respeito do ocorrido.

Eu estava todo dolorido, o rosto machucado, uns ralados nas mãos e nos braços.

Foi a primeira vez que me lembro de ter incorporado um espírito e foi uma tremenda surra porque ele tacou minha cara na parede do muro algumas vezes e eu só fui desencorporar com muito custo depois já dentro da casa. Até hoje eu não sei se foi o próprio exu da porta do terreiro, o meu exu ou o exu do pai de santo que incorporou alí, eu só sei que ele veio nervoso xingando todo mundo dos nomes mais feios, me deu uma surra que me deixou todo dolorido pelo resto da semana e acabou com a diversão da galera. E depois ainda tomei um tremendo de um sermão do meu pai de santo.

Bom... agora eu tenho que sair mas depois eu volto pra comentar um pouco mais especificamente sobre o tema do tópico, como se dá uma incorporação, coisas que se pode sentir e etc.

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Bom, não sou médium, mas quero deixar aqui dois relatos curtos para quando o Iogui voltar, ele aproveitar para comentar sobre isso, a partir da experiência dele.

(Isso é uma amostra grátis Iogui, só para você saber como eu me sinto aqui quando penso "Ó deus...vou ter que gastar o teclado digitando até conseguir explicar isso direito", kkkkk. Hoje é seu dia!)


Quando eu estava no Viver de Luz, no dia que fui no workshop da Jasmuheen, ao voltar para o hotel, eu estava no quarto da colega do grupo de desobsessão, que foi comigo no workshop. Como ela é médium e clarividente, num dado momento ela disse “Nossa, a Jasmuheen está aqui em astral! Estou vendo ela ali”. E eu não dei muita bola, porque fosse o que fosse, “não era pro meu bico”, já que não sou clarividente ( embora sob condições intencionais, de fazer uma prática para buscar alguma informação, isso se manifeste às vezes)  . Mas minha colega já estava “apertada”, e foi no banheiro. Eu fique ali esperando ela voltar, para ver se ela ia conseguir contatar com a suposta Jasmuheen presente ali em astral quando, de repente, senti meu corpo mudar. Encostei os joelhos....e eu senti como se meu corpo fosse o dela, o da Jasmuheen. Senti o vestido dela, os “pés de galinha” em torno dos olhos, o rabo de cavalo pendendo da cabeça, que era como ela estava naquele ano.

Jasmuheen 2.jpg

 

Vejam bem:

Senti isso exatamente como se meu corpo físico fosse assim, 100% nítido, tão nítido que...fiquei preocupado, kkkkkk. Sem me mexer, olhei para baixo e vi..calças jeans, e não o vestido que eu sentia estar usando. Pensei “ Ok, até aqui tudo bem..estou vendo mãos de homem, roupa de homem...não estragou meu corpo pelo menos, vai que o original tivesse desmaterializado e tivesse ficado só o corpo dela né? Porque a sensação do corpo dela como sendo o meu era total. )
Toquei no meu rosto para ver se achava aqueles pés de galinha que eu sentia, e nada...tudo normal. Levei a mão atrás da cabeça, porque aquele rabo de cavalo era muito nítido mesmo, eu sneita o cabelo todo puxado para trás e o rabo de cavalo pendendo.....mas nada, apalpei ali e estava tudo normal. Mas se eu não tivesse apalpado, se eu não estivesse olhando meu corpo de homem, seria impossível percebê-lo, eu só notava aquele corpo dela sobreposto ao meu.

Quando minha amiga saiu do banheiro, ao passar pro mim percebeu que a Jasmuheen estava incorprorada e mim e caiu na gargalhada. Em seguida ela pode sair de mim e acho que colou nela e pode haver comunicação, ehhehe. Acho que ela precisou se fixar em mim para não ser puxada de volta enquanto esperava minha colega sair do banheiro, já que minha colega sim conseguia estabelecer comunicação. Porque eu só detectei isso, mas não detectei nenhum tipo de “pensamento” que não fosse o meu na minha mente (sou meio territorialista quanto a isso, o termo “dar passividade” não está no meu dicionário, deve ser por isso que nada fluiu disso)

Noutro caso eu estava projetado, narrei isso aqui:

E acho que uma semana depois aconteceu isto, que relatei para outro amigo:

Já esta noite, no meio de um sonho bobo, em que sonhei com minha mãe, ela estava esperando alguém chegar porque ela tinha que "analisar" a pessoa.
Quando a mulher chegou, houve uma certa confusão, era como se minha mãe estivesse contratando uma cuidadora ou empregada, e fosse entrevistá-la, mas a mulher achava que ela é que ia analisar minha mãe.
Só que do nada, a mulher começou a tremelicar, porque ia "incorporar". Olhei para ela e decidi "olhar mais fundo"...ou seja, acho que ativou alguma lucidez, porque eu queria que o espírito nela notasse que eu a estava "vigiando de pertinho" ao invés de me prender à forma da médium. Então a mulher parou de incorporar e começou a querer me xingar, dizendo algo do tipo "ah tá, tu para com esses teus feitiços/magias aí".
Não sei mais o que ela disse, porque me levantei ameaçadoramente, senti meu corpo mudar, ficar mais alto,  mas não olhei para ver se mudou. Mas me senti usando roupas no estilo daquele preto velho, calça branca e camisa branca, roupa solta..  e me aproximei dela dizendo:  
 
"olha, aqui, se tu aprontares para minha mãe, tu vai te ver comigo. Esse sotaque baiano que tu estás ouvindo não é meu, é "dele", mas não te ilude, tanto faz se vais te entender comigo ou com ele, porque não vai fazer diferença no final. Então não apronta!" .
 
O esquisito foi que quando comecei a falar com ela, saiu uma voz de baiano velho mesmo, eheheh.

Eu sabia que estávamos atuando juntos ali, por isso aquela voz que não era a minha, embora as palavras escolhidas fossem. Mas eu sabia que eu estava no controle, por isso disse para ela que tanto fazia se ela tivesse que agüentar "ele" ou eu.  Eu queira dizer “se você aprontar,  mesmo que ele não queira estar junto na hora que eu precisar ir atrás de você, eu vou sozinho e te ferro bem ferrada, para você aprender!”. Ou seja, eu sabia que “ele” poderia ter certos “pudores éticos” na hora de dar uma lição na pilantra, mas que isso era “problema dele”, não meu.

Mas achei estranho essa "sintonia", porque pareceu que eu "ativei" ele como um "recurso", não era algo que ME controlasse, era algo que está ali a disposição caso eu quisesse usar os recursos (energia, poderes).  
O que mais me chamou atenção foi essa nítida sensação de alteração de formado corpo, bem como saber que era “outro atuando junto comigo”. Mesmo não sendo no físico, não foi diferente do que senti no caso da Jasmuheen, que foi em vigília. Só que em vigília eu não sabia bem  o que era aquilo que estava ocorrendo, já nessa experiência acima, era algo bem natural.

Foram os únicos episódios em que senti algo que eu poderia usar a palavra “incorporação”, que eu imaginava ser algo mais vago. Ma não detectei outros pensamentos presentes além dos meus. Das vezes que detectei, ouvindo como se fosse uma voz física num dos casos, e em outro como se fosse uma voz de sintetizador eletrônico, também bem nítida, não havia nenhum tipo de sensação de “incorporação”.

 

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Só por curiosidade, onde foi esse workshop Sandro?  E bem legal esse relato com a Jasmuheen só me pergunto porque ela iria querer fazer isso kkk.

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Bom, tenho lá minhas hipóteses, mas não vem ao caso aqui e iria desviar o foco do tópico, que e sobre o que a gente "sente" durante isso.

Foi em Porto Alegre, em 2001 e 2002.

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Bem, ando meio ausente do fórum...mas gostaria de comentar um pouco sobre minha experiência pessoal.

Eu frequento a Umbanda há aproximadamente 21 anos, mas resolvi trabalhar em um terreiro há dois anos. Assim como no caso do Iogui, foi um Exú que abriu o jogo e disse que já passava da hora de eu vestir o branco. Naquela época, eu estava passando muito mal...tinha crises de pânico, não dormia, entre outras coisitas mais...daí resolvi entrar para o terreiro.

Eu sou médium sensitiva desde criança, sinto as aproximações, o ambiente...as energias, não escuto vozes, mas canalizo oq querem me dizer, e de uns tempos pra cá, tenho lapsos de visões...oq me causa certo incômodo e receio.

Mediunidade é uma faculdade que se manifesta de maneira diferente em cada um...o que se aplica para mim, provavelmente não se aplicará para o outro, pelo menos não em todos os aspectos.

Eu sou bem crítica e questionadora, até hoje não sei se incorporo mesmo...eheheh, levo cada solavanco das entidades e ainda assim questiono se foi eu ou ele, mas acho saudável a gente se questionar para não cair em misticismo ou onirismo.

Mas foi assim, depois que passei pelo “ritual” de entrada na Umbanda, eu já estava autorizada a incorporar...tem gente que acontece rápido, outros levam anos e outros nunca sentem. Eu me lembro que era um trabalho de Caboclo e que chamaram os de Oxóssi, que é um dos que eu trabalho...fechei os olhos, senti como se entrasse num rio, senti a água subindo pelos pés, bem gelada...me assustei, quando de repente senti perfeitamente alguém parar do meu lado esquerdo e era bem alto...abri os olhos e não tinha ninguém...sei que era ele! Pensei: Meu Deus, que tamanho tem esse Índio? Ahahahha. Não levou muito tempo as mãos começaram a trepidar, a respiração ficou ofegante, senti uma força, uma coragem...me joguei de joelhos no chão e bati com as duas mãos fechadas no peito...era o Caboclo, não restaram mais dúvidas.

Com os Exús a história é um pouco diferente, não sei se o que senti foi um Exú ou se foi uma pomba-gira muito brava, mas isso que Iogui falou de rosnar e as mãos se assemelharem a garras é bem comum, também senti assim.  Naquele dia eu senti a vibração, mas não conseguia dar passagem, até que um Exú veio encostou a cabeça dele na minha...caraca, foi um solavanco só, saí virada pelo terreiro...ehehehe.

Eu sou médium consciente, sei que a maioria é...salvo algumas situações em que o transe te tira a consciência...isso me gera alguns questionamentos devido à minha interferência e onirismo (que todos temos)...mas, nada como o tempo e a prática pra elucidar certas dúvidas.

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"   me joguei de joelhos no chão e bati com as duas mãos fechadas no peito...era o Caboclo, não restaram mais dúvidas.   "

 Mas então, detalha para nós esse " me joguei", " bati com as duas mãos". Se jogou porque deu vontade, bateu porque deu vontade...ou seu corpo fez isso enquanto você só observava os acontecimentos? 

 

 

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28 minutos atrás, sandrofabres disse:

"   me joguei de joelhos no chão e bati com as duas mãos fechadas no peito...era o Caboclo, não restaram mais dúvidas.   "

 Mas então, detalha para nós esse " me joguei", " bati com as duas mãos". Se jogou porque deu vontade, bateu porque deu vontade...ou seu corpo fez isso enquanto você só observava os acontecimentos? 

Porque deu vontade...basta saber se era minha ou dele...ahahaah

Parece estranho né?! É que o processo acontece tão rápido que não dá pra distinguir...e pra ajudar, como sou consciente, eu sinto muito a "pegada" pelos chackras inferiores, pelo superiores não...

Complicado né... :rolleyes:

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1 hora atrás, lgomes disse:

Porque deu vontade...basta saber se era minha ou dele...ahahaah

Justamente eu perguntei isso porque quem não é médium sempre tem uma percepção de que se parece que a gente fez algo só porque deu vontade na gente, então não tem outro agente envolvido. Então quando o discurso espírita costuma afirmar que todos somos suscetíveis a algum tipo de influência dos espíritos, parece forçado. No entanto mesmo numa situação dessas, de terreiro,de óbvia influência, você não conseguiu perceber essa vontade como sendo de origem externa, o que mostra que isso pode acontecer o tempo todo com as pessoas na rua, no supermercado, em família, sem que notemos. Sei que em tras circunstâncias, ou com outras pessoa ou entidades, é diferente, só quis destacar o ponto:

Não é porque a gente acha que é a gente que quer algo, que não tem outra influência atuando ali.

A fronteira nem sempre  é clara...assim como nem sempre é  sutil, como um cético pode achar ao tentar criar uma explicação psicológica para isso.

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Nossa... é tanta informação que nem sei por onde começar... vou comentando aqui conforme tiver tempo e depois eu paro pra ver esses vídeos interessantes que o tgo postou:

11 horas atrás, sandrofabres disse:

(Isso é uma amostra grátis Iogui, só para você saber como eu me sinto aqui quando penso "Ó deus...vou ter que gastar o teclado digitando até conseguir explicar isso direito", kkkkk. Hoje é seu dia!)

É... eu sei como é isso... rs

11 horas atrás, sandrofabres disse:

Acho que ela precisou se fixar em mim para não ser puxada de volta enquanto esperava minha colega sair do banheiro, já que minha colega sim conseguia estabelecer comunicação.

É, pode ser sim. É algo a se pensar.

Mas até que pra quem não se diz médium você até que teve umas experiências mediúnicas bem interessantes heim? E olha que não é comum um médium incorporar o espírito de alguém que ainda está encarnado!... Ao menos não conscientemente... mas aí vem seu outro relato:

11 horas atrás, sandrofabres disse:

(Do post "Reply to Médicos espirituais" mencionado acima):

E eu, numa das vezes em que me aconteceu algo similar ao que o Laércio conta, enquanto tentava me proejtar, dei umas rateadas e logo me vi descendo a incorporando num médium, uma equipe junto comigo me conectando nele, até que fui liberado, e fiquei ali respondendo pergtuntas. Detalhe:

eu estava com aparência de "preto velho", exatamente assim,eheheheh, com cachimbo e tudo. Muuuito esquisito.

Pode ser que você estivesse incorporado no Astral com um Preto Velho e você por sua vez incorporou no médium para servir como "ponte" de forma a facilitar a incorporação deste Preto Velho no médium. Isso poderia ser útil se esse espírito de preto velho for tão evoluído que não possua mais corpo astral.

No plano astral, todo mundo é médium. Qualquer um pode servir de veículo para uma consciência que está em dimensão mais elevada se apresentar naquela dimensão mais baixa que você está e, considerando que o corpo astral é mais maleável, o espírito inclusive consegue se apresentar com a própria aparência dele através do seu corpo astral por meio de plasmagem e isso é mais prático e talvez menos custoso que o espírito se materializar densificando suas energias.

Aproveitando que o tgo citou o Norberto Peixoto, tenho aqui o seguinte livro deste médium: Umbanda Pé no Chão - Um guia de estudos orientado pelo espírito RAMATÍS que na página 98 descreve um relato pessoal do Norberto Peixoto em viagem astral após a noite de trabalho no terreiro em que ele incorpora a preta-velha Vovó Maria Conga para que essa possa se comunicar com a pomba-gira das águas e dar continuidade aos trabalhos que foram iniciados no terreiro. (Encontrei ele no seguinte link: http://cabocloventania.weebly.com/uploads/2/9/9/5/2995803/umbanda_p_no_cho_-_ramatis.pdf , neste link está com formato um pouco diferente do meu livro físico mas o texto em questão pode ser encontrado na página 77).

12 horas atrás, sandrofabres disse:

Eu sabia que estávamos atuando juntos ali, por isso aquela voz que não era a minha, embora as palavras escolhidas fossem. Mas eu sabia que eu estava no controle, por isso disse para ela que tanto fazia se ela tivesse que agüentar "ele" ou eu.  Eu queira dizer “se você aprontar,  mesmo que ele não queira estar junto na hora que eu precisar ir atrás de você, eu vou sozinho e te ferro bem ferrada, para você aprender!”. Ou seja, eu sabia que “ele” poderia ter certos “pudores éticos” na hora de dar uma lição na pilantra, mas que isso era “problema dele”, não meu.

Mas achei estranho essa "sintonia", porque pareceu que eu "ativei" ele como um "recurso", não era algo que ME controlasse, era algo que está ali a disposição caso eu quisesse usar os recursos (energia, poderes).  
O que mais me chamou atenção foi essa nítida sensação de alteração de formado corpo, bem como saber que era “outro atuando junto comigo”. Mesmo não sendo no físico, não foi diferente do que senti no caso da Jasmuheen, que foi em vigília. Só que em vigília eu não sabia bem  o que era aquilo que estava ocorrendo, já nessa experiência acima, era algo bem natural.

Foram os únicos episódios em que senti algo que eu poderia usar a palavra “incorporação”, que eu imaginava ser algo mais vago. Ma não detectei outros pensamentos presentes além dos meus. Das vezes que detectei, ouvindo como se fosse uma voz física num dos casos, e em outro como se fosse uma voz de sintetizador eletrônico, também bem nítida, não havia nenhum tipo de sensação de “incorporação”.

Já neste outro caso, embora você narre como sonho, é possível também que você tenha incorporado com aquele mesmo Preto Velho do caso narrado anteriormente e isso só corrobora o que afirmei acima em que as incorporações em astral possibilitam uma ideoplastia que não é tão simples no nosso plano físico.

Aliás... me parece que este é um espírito afim seu e que vocês possuem uma certa sintonia. Na Umbanda diz-se que cada pessoa tem pelo menos um casal de cada linha que o acompanha (preto velho, caboclo, baiano, exu, boiadeiro, etc.)

10 horas atrás, sandrofabres disse:

Bom, tenho lá minhas hipóteses, mas não vem ao caso aqui e iria desviar o foco do tópico, que e sobre o que a gente "sente" durante isso.

Fiquei curioso pra saber das suas hipóteses.

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9 horas atrás, lgomes disse:

Eu sou médium consciente, sei que a maioria é...salvo algumas situações em que o transe te tira a consciência...isso me gera alguns questionamentos devido à minha interferência e onirismo (que todos temos)...mas, nada como o tempo e a prática pra elucidar certas dúvidas.

Eu também sou mas no episódio que narrei foi uma incorporação quase que totalmente inconsciente. Eu não controlava absolutamente nada e o pouco tempo que fiquei consciente estava apenas como espectador até que surgiram os pontos negros se espalhando pela minha visão e eu apaguei completamente.

Na verdade, quando este episódio me ocorreu eu ainda estava em desenvolvimento e só vim a incorporar novamente após uns dois ou três anos, se não me engano, mas desta vez já girando pra Caboclo como é realmente mais recomendado o desenvolvimento na Umbanda. (primeiro linha de direita e depois de esquerda)

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22 horas atrás, Dionne Martins disse:

Pelo pouco que compreendo do assunto, sei que ocorre uma acoplagem entre os chakras sim, mas o espírito ou entidade fica do lado de fora.

Sim, algumas pessoas levam o termo "incorporação" ao pé da letra mas não é bem assim que acontece. O espírito comunicante geralmente fica ao lado ou atrás do corpo do médium e existe um forte acoplamento áurico que pode ser bastante focalizado em um determinado Chakra dependendo do tipo de comunicação que se quer passar (Chakra laríngeo para psicofonia, por exemplo) mas que comumente se dá por mais de um Chakra ao mesmo tempo, principalmente na incorporação completa.

Alguns Chakras da cabeça são importantes para o processo e uma parte importante da estrutura física envolvida é a glândula pineal.

Na incorporação consciente seu espírito se mantem acoplado ao corpo exatamente como você está em vigília, na semi-consciente há um leve desacoplamento que normalmente não é percebido diretamente pelo médium e na inconsciente há um desacoplamento total sendo que o espírito do médium fica inconsciente ao lado de seu corpo.

As sensações são as mais variadas possíveis dependendo do tipo de energia do espírito comunicante, dos Chakras escolhidos para o processo, da sintonia que o médium está no dia se está mais carregado ou não de energia densa e uma série de outras variáveis. 

Sensação semelhante ao EV não é comum em processo de incorporação mas pode ocorrer por algum tipo de dissonância energética. Uma vez na época em que eu estava ainda desenvolvendo, eu recebi meu caboclo e fiquei parado próximo a parede, de olhos fechados, um dos braços dobrado nas costas com o punho fechado. Eu alí consciente procurando me concentrar e dar maior passividade. De repente comecei a sentir uma sensação de formigamento forte que foi subindo pelos braços e na cabeça simultaneamente que foi se espalhando para o corpo todo parecendo inúmeras agulhadas por todo o corpo e depois uma sensação de fraqueza nas pernas que quase eu caio. Felizmente o caboclo do pai de santo veio me acudir e me "desencorporou". Esta foi a experiência mais próxima da sensação de EV que eu já tive envolvendo uma incorporação.

A melhor "técnica" para se desenvolver uma capacidade latente de incorporação na Umbanda é o esforço para criar sintonia com o espírito de linha de frente da pessoa (procurar se aproximar por meio de comunicação/oração/sintonia/pensamento) e concentração/foco. Com o tempo se começa a "perceber" certas características que tendem a ser únicas em relação ao espírito comunicante a ponto de você estar pensando em outra coisa e, de repente você parar e dizer "meu caboclo está aqui". Você simplesmente sente. Você sabe.

No caso do espiritismo a incorporação funciona de outra forma até mesmo porque você vai estar direcionado a incorporar uma quantidade grande de espíritos sofredores que você vai ter bem pouco contato. O foco é outro e nem é desejável dar tanta passividade. É mais importante desenvolver estratégias para estar mais no controle, podar atitudes agressivas ou levianas por parte do espírito comunicante e etc.

Enfim, espero que essas informações satisfaçam um pouco das suas dúvidas @cyber2050, e de quem mais estiver interessado. ;-)

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Muito interessante este assunto !

Sou médium de Umbanda e estou em desenvolvimento mediúnico.

Sobre o processo de incorporação, indico este video bem curto que narra exatamente o mecanismo.

 

 

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Sim..sim...esse vídeo é bem conhecido e acredito que o acoplamento se dê por aí mesmo...sei que talvez no Candomblé a coisa mude um pouco de figura, porque lá não é incorporação, é transe...o @Iogui que me corrija...

15 horas atrás, sandrofabres disse:

Justamente eu perguntei isso porque quem não é médium sempre tem uma percepção de que se parece que a gente fez algo só porque deu vontade na gente, então não tem outro agente envolvido. Então quando o discurso espírita costuma afirmar que todos somos suscetíveis a algum tipo de influência dos espíritos, parece forçado. No entanto mesmo numa situação dessas, de terreiro,de óbvia influência, você não conseguiu perceber essa vontade como sendo de origem externa, o que mostra que isso pode acontecer o tempo todo com as pessoas na rua, no supermercado, em família, sem que notemos. Sei que em tras circunstâncias, ou com outras pessoa ou entidades, é diferente, só quis destacar o ponto:

Não é porque a gente acha que é a gente que quer algo, que não tem outra influência atuando ali.

A fronteira nem sempre  é clara...assim como nem sempre é  sutil, como um cético pode achar ao tentar criar uma explicação psicológica para isso.

É Sandro, é por aí mesmo...é difícil distinguir naquele momento o que é seu, o que é do espírito...e acredito que no dia a dia isso aconteça frequentemente sem que a gente se dê conta...ainda mais naquele torpor do atabaque...a coisa pega fogo...ahahaha

E tem outro caso, esses tempos eu estava no terreiro, chamaram a linha do Oriente, onde podem vir orientais, curandeiros e médicos, inclusive tem casos de médicos que atuam nas mesas kardecistas e que aparecem por lá...eheheh. Eu não sentia  a vibração de incorporação, quando de repente um caboclo se aproximou e me disse...vá trabalhar, vá dar passe de cura...e eu respondi: Eu? Capaz! eu nem incorporada estou...nem sinto nada com coisa nenhuma...e ele me disse: Não se preocupe, ele está do seu lado e vai acoplar na hora do passe. Fiquei cabreira,mas fui lá...bastou posicionar as mãos e senti as mesmas formigarem e esquentarem...ou seja, ele (sei lá quem estava ali)...ou seja, nem eu sabia que na Umbanda, era possível trabalhar assim...a gente pensa que tudo se resume à incorporação. Neste caso, eu não estava incorporada, mas sentia que havia alguém ali me orientando e ajudando.

Ah e detalhe, esses dias eu descobri que a forma como posiciono as mãos, é igual a forma que o Waldo posiciona as mãos como no Arco Voltaico...coincidência...:shock:

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49 minutos atrás, lgomes disse:

sei que talvez no Candomblé a coisa mude um pouco de figura, porque lá não é incorporação, é transe...o @Iogui que me corrija...

As pessoas que utilizam a palavra "transe" relacionada ao contexto do Candomblé estão na verdade quereno dizer "incorporação". No candomblé há incorporação sim tanto que nem todos podem se tornar Iaô (quem é iniciado para receber o Orixá), é preciso ter "recebido o chamado do orixá", ou seja, ser médium.

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29 minutos atrás, Iogui disse:

As pessoas que utilizam a palavra "transe" relacionada ao contexto do Candomblé estão na verdade quereno dizer "incorporação". No candomblé há incorporação sim tanto que nem todos podem se tornar Iaô (quem é iniciado para receber o Orixá), é preciso ter "recebido o chamado do orixá", ou seja, ser médium.

Hummm, agora você entrou num campo que me interessa...você disse que é necessário receber o chamado do Orixá, ou seja ser médium...e nos caso das Ekedis?

Quem é Ekedi não incorpora, até aonde sei é posto de alta hierarquia no Candomblé. Pergunto isso, porque esses tempos, devido às dúvidas, fui jogar búzios com o pai de uma amiga...o que ele me disse??? Que no jogo dele eu aparentemente seria uma Ekedi....pense no rolo, afinal eu sinto a vibração na Umbanda...

Conversei com pelo menos quatro caboclos e me disseram que não procede...que incorporo sim e que cada um desenvolve no tempo certo...

Fiquei com a pulga atrás da orelha! :blink:

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Fiquei curioso pra saber das suas hipóteses.

Ok, só para iso não ficar em aberto, mas é um breve desvio:

Quando isso aconteceu eu estava exatamente na oitava semana do Viver de Luzm meu peso ainda não tinha estabilizado, e nas últimas semanas eu ainda perdia um pouco de peso, acho que tinha perdido 1kg nas ultimas 2 semanas. Enquanto seu peso não estabilizar o processo não está "completo&funcionando". Durante o workshop o líder do nosso grupo esteve lá em astral,  viu que os mentores da jasmuheen tiravam como que uma carapaça de mim. Nos workshops dela esses mentores atuam em todo mundo que está ali querendo fazer o viver de luz, mas ele notou esse processo diferne,te e cheio de cladeirões astrais, com chamas, em que os mentores retiram lixos energéticos do pessoal e incineravam. Minha colega do grupo, que estava comigo no workshop também notou que a jasmuheen não tirava os olhos de mim, nas pausas do workshop. Ela devia estar examinado algo clarividentemnte. Então no início da noite aconteceu isso no quarto do hotel. Foi a última semana que meu peso caiu. Suponho que ela tenha encaixado ali talvez para ajudar os mentores a calibrar meus chackras para a cosia ficar funcionando como deveria. Achei tão física aquela percepção que tive docorpo dela no meu, que deduzi que aquilo devia ser praticamente uma projeção em com corpo etérico, embroa isso seja tecnicamente considerado impossível, mas com mentores ajudando isso pode ter ocorrido em parte. Suponho que então seria possível calibrar os meus chackras pelos dela, mais facilmente. E talvez por isos, não sei, gerou uma conexão com ela que se manteve por uns anos. Teve anos em que ela não viria ao Brasil, não havia nada na internet faladno e até a tradutora dela me disse que ela não viria, mas andando na rua, fazendo comprar, senti uma conexão forte, como se sentisse a presença delaa ponto de ma fazer olhar para os ladso e procurar a fonte daquilo no físico, mas obviaemnte não era...e um mês depois ela estava no Brasil novamente. No ano seguinte aconteceu de novo, eu sonhava que estava visitando minha mãe, algume bateu na porta, e era ela pedindo para usar o telefone para acertar uns detalhes sobre o workshop no Brasil. Acordei,, fui na internet, nada....entrei em contato com o pessoal dela aqui no Brasi, e em disseram que de fato ela viria, embora não estivesse ainda anunciado no site.

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