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Como um medium incorpora?

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Como eu disse antes, nunca lí nenhum livro de Umbanda que eu tivesse realmente gostado. Tenho o Umbanda - A protosíntese cósmica do F. Rivas Neto e Código de Umbanda do Rubens Sarraceni que são dois dos autores "clássicos" nesta área mas confesso que nem um nem outro me convenceram. O livro que eu indiquei anteriormente do Norberto Peixoto eu achei um pouco melhor.

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Vou postar aqui um trecho bem interessante de um livro que estou lendo sobre chakras. O texto em questão tem tudo a ver com esse tópico por isso resolvi digitar e deixar aqui para quem estiver interessado no assunto.

O livro em questão foi escrito por Shafica Karagulla e Dora van Gelder Kunz (DVK), esta última, uma clarividente. A pesquisa de Shafica Karagula (Médica) se apoiou na clarividência de Dora para extrair informação a respeito dos chakras dos corpos etérico, astral e mental e de sua interação energética de pessoas em tratamento e do efeito das doenças sobre estes chakras. Considerando que Dora Kunz foi parceira de Leadbeader e posteriormente se tornou presidente da Sociedade Teosófica da América o livro tem todo um olhar baseado na Teosofia.

O texto que vou disponibilizar aqui trata das impressões de Dora, obtidas por meio de sua clarividência, do processo de incorporação de uma médium nomeada simplesmente pelas iniciais de seu nome B. Mc.

Citar

Observações de uma Médium Durante o Transe

Em 1958 observamos B. Mc., que fora por muitos anos uma médium incorporadora profissional. Seu campo etérico possuía as seguintes características: sua cor era imprecisa, mais cinza do que a média, e sombria. Sua luminosidade e ritmo eram usuais, mas a velocidade do movimento era lenta, aumentando durante o estado de transe. Seu campo etérico era levemente maior do que o comum, estendendo-se além do corpo físico. Ao invés de as linhas de energia serem eretas, eram curvas, e parecia haver uma depressão do lado esquerdo da cabeça. A elasticidade era excelente, mas a textura era porosa e esponjosa, além de estar partida e segmentada na região do plexo solar. Essa frouxidão e porosidade eram as características etéricas mais marcantes.
DVK observou B. Mc. tanto antes quanto durante o estado de transe. Logo antes de entrar em transe e ficar inconsciente, seu centro umbilical começou a vibrar, e nesse ponto ela extraiu energia dos chakras correspondentes das pessoas presentes para quem ela estava fazendo a "leitura", dessa forma estabelecendo o contato.
Quando ela se abriu para a consciência astral, todo seu compo etérico tornou-se flácido e curvo. Sua respiração acelerou-se, o que afetou o cérebro, e ela se permitiu perder o controle consciente do corpo. Á medida que o núcleo do seu chakra coronário se abriu e ficou mais elástico, ela começou a se abrir à consciência astral. Esse processo durou aluns minutos, durante os quais estabeleceu-se um grau de harmonia e coordenação entre ela e a pulsação dessa nova energia astral.
Pouco depois disso, B. Mc. entrou num estado de transe total e saiu do corpo. Sua consciência ficou completamente inerte quando a harmonia completa foi estabelecida com a consciência astral. Seu ritmo lhe foi imposto, permitindo-lhe assim usar parte do cérebro de B. Mc., o qual se alterou no momento em que ela entrou em estado de transe. O padrão do cérebro etérico acelerou-se, mas ao mesmo tempo embotou-se. Ela torntou-se assim um foco para outras influências, passando a falar em voz alta transmitindo mensagens numa voz alterada. Durante o transe, tanto o chakra coronário quanto o do umbigo se aceleraram. O núcleo do chakra laríngeo, à semelhança do umbilical, abriu-se e alargou-se. O núcleo do plexo solar, contudo, foi o mais afetado: à medida que ficava mais largo, tornava-se mais elástico e disrítmico, e essa condição aumentou no decorrer do estado de transe. A cor avermelhada do chakra também se acentuou.
O centro umbilical de B. Mc. era o mais desenvolvido de todos os seus chakras, o que a tornava sensível aos sentimentos das outras pessoas, mas que ao mesmo tempo tinha um efeito pernicioso sobre suas glândulas supra-renais.
Incluímos este caso por ser um exemplo relativamente característico de mediunidade de incorporação. Nesse caso, os sentidos físicos se tornam embotados; a pessoa de um modo geral não tem consciência do que está acontecendo, além de não se lembrar do que foi dito. A consciência está completamente concentrada em outro nível.
Existem muitas pessoas hoje em dia que estão abertas a impressões do nível emocional ou astral. Contudo, esse tipo de sensitividade não está incluído na mesma classe de mediunidade de incorporação, fenômeno relativamente raro que se desenvolve em geral bem cedo na vida.

Fonte: Os Chakras e os Campos de Energia Humanos, Shafica Karagulla e Dora van Guelder Kunz, p. 82 e 83. Ed. Pensamento 11ª Reediç. 2015

Obs.: Neste caso B. Mc. é uma médium de incorporação inconsciente pelo que se pode observar do fenômeno descrito.

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Esse tópico ta sensacional, é raro a gente ver o pessoal das religiões afro conversarem assim abertamente. E pude aprender um pouco mais aqui, de algo que eu infelizmente não tive, nem pude ter, muito contato na vida. Eu já apenas li alguns livros de Vodun gnóstico, e sei que existe semelhança, mas é bem diferente da Umbanda.
Eu fiquei muito feliz de ter chegado atrasado no tópico.
Obrigado a todo mundo que postou os relatos, indicações de livros, youtube, etc. Estou aprendendo.
Inclusive, recentemente num podcast que ouço sobre magia, convidaram um pai de santo e ele falou algo que eu não sabia que era assim justamente por não ter contato... e agora entendi uma coisa que o @Iogui já falou comigo em outro tópico sobre segredos envolvidos em iniciações e o povo ficar meio sonegando informação. Eu não tinha idéia de que era assim, agora percebo, e realmente é diferente do que acontece no esoterismo ocidental... hoje em dia não existe muito segredo mais no esoterismo, mas nos cultos afro ainda tem. Iogui, perdoe a minha ignorância, e agora entendo.

@tgo, será que você poderia consertar o link com os livros ? Fora do Brasil é muito difícil encontrar livros de umbanda, e candomblé, pra mim seria de grande ajuda o link !

Agora já que eu to aqui né rsrs...

Então pelos relatos da @lgomes e do @Iogui, e as explicações da @Dionne Martins o que me parece é que vocês concordam com algo que sempre notei em magia, que essas incorporações (na magia é INvocação, chamar pra dentro, diferente de evocação) se dão de forma muito parecida que se dá a mera influência por espíritos, mas claro, num grau mais intenso. Certo? Quer dizer, ninguem tá entrando no corpo de ninguém, mas está sim "sintonizando" com os pensamentos, e energia da pessoa.
Frequentemente... essa sintonia já existe em algum nível, e aí me corrijam se eu estiver errado por favor, mas é disso que vem o cara ter o Exu, ou Gira, ou Cabóclo, que tá sempre incorporando nele ? É por afinidade ?
E existe também o lance do médium de incorporação "forçar" entrar numa certa sintonia, ou ser induzido pela entidade a entrar nessa sintonia e aceitar a indução, e esse médium então está tem um leque maior de seres que incorporam nele, certo ?
Por que se é isso, é MUITO parecido com o que é feito na magia tradicional/ocidental/européia. Mas por favor me ajudem se eu tiver falando besteira! rs

Outra coisa, eu li alguem falando de incorporar Orixá, isso é possível ? Ou só se trabalha com incorporação dos seres que já foram encarnados (ou seja humanos) ?

Se vocês puderem me aclarar as idéias, depois eu quero fazer um paralelo com as possessões que já vi, e já soube em magia... pode ser que venha a enriquecer com mais informações pra quem tá pesquisando. Gracias ! #)

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@Cristaldo, gostaria de complementar com as minhas opiniões, não li tudo o que falaram mas depois quem leu é só fazer um mix e aproveitar o que for útil...

Existem algumas modalidades mediúnicas no meio umbandista que não se resumem a incorporação. Poderíamos destacar a incorporação inconsciente (raríssima), incorporação semiconsciente e a irradiação intuitiva. Na incorporação semiconsciente o espírito comunicante estabelece conexão com o centro motor do invidíduo, utilizando-o para realizar movimentos no físico do médium. É uma ligação com os centros energéticos do médium, em alguns chakras específicos. Se não houver sintonia, não tem como conectar um chakra no outro... Ou seja, não tem como o espírito incorporar ou irradiar o médium (espécie de conexão mental sem afetar a parte motora do médium), pois não há afinidade vibratória. Daí existirem incorporações em que existe uma grande interferência do médium(fracas) e incorporações mais "fortes". Elas resultam da diferença vibratória entre médium e espírito comunicante. O espírito chega na boa pra trabalhar mas o indivíduo tá com uma caca na volta dele, é como se tu fosse chegar perto de um amigo pra dar um abraço e ele tivesse fedendo a asa... Isso repele.

Também Existem correntes vibratórias e posições que facilitam a incorporação de espíritos de linhas diferentes, pois seguem as correntes vibratórias cósmicas dos Orixás. Resumindo, o princípio da conexão pode ser extrapolado para a obsessão... O obsessor ou qualquer outro que queira me prejudicar, só tem efeito se há sintonia vibratória, ou seja, estando eu numa frequência diferente(mais sutil), não há sucesso na influência por parte deles.

Dentro do que eu sei, percebo, experimento, vivencio... Deve haver alguma afinidade grande com o espírito comunicante para que ocorra incorporação... Não da pra chegar qualquer um e querer incorporar... Nesse caso, alguns médiuns antes de reencarnar passam por momentos específicos com seus protetores e com outros espíritos que ele se compromete em trabalhar, para que ocorra a sintonia vibratória necessária. Sendo assim, espíritos que atuam a nível de guiais, quase sempre tem ligações de encarnações passadas com os médiuns, resultando numa sintonia vibratória muito grande.

Não recordo se é no nosso lar que vi algo sobre, mas até para um espírito conseguir realizar uma psicografia junto do encarnado precisa de longos tempos de treino para estabelecer afinidade. Se fosse só chegar, encostar e incorporar o mundo tava perdido haha.

Falasse também de incorporar Orixás... Posso falar do assunto pela Umbanda, e não pelo Candomblé... Na Umbanda não se incorpora Orixás, os princípios vibratórios cósmicos, arcanjos, sephirots, cristos etc... É como querer colocar a energia de uma lampada de 1000000 watts num led. Incompatível... O que pode ocorrer, e que não é muito comentado no meio Umbandista... É a sintonia com essa energia dos Orixás após ela ser rebaixada vibratóriamente... Alguns chamam de Orixá Menor... Ou seja, o médium entra numa espécie de transe, não fala nada pois não tem um "espírito" atuando ali diretamente, ele apenas sintoniza com esse princíprio vibratório... Minha mãe já passou por uma experiência dessas e ela relata que ficou totalmente inconsciente e que sentiu a nítida diferença de um espírito com essa energia. Isso é comentado num livro do Robson Pinheiro também!

Essa tema Orixás é complicado... Acabei fazendo um apostila sobre eles pra estudo no grupo de Apometria. Se quiser me manda mensagem depois.

Edited by otavioavp
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4 horas atrás, Cristaldo disse:

Frequentemente... essa sintonia já existe em algum nível, e aí me corrijam se eu estiver errado por favor, mas é disso que vem o cara ter o Exu, ou Gira, ou Cabóclo, que tá sempre incorporando nele ? É por afinidade ?

Sim, na Umbanda ou Candomblé, um determinado médium vai incorporar sempre um exu x ou um boiadeiro y, ou os dois (em geral, mesmo que não incorpore ele tem um casal de cada linha) e se eles trabalham sempre com o mesmo médium, é porque existe alguma ligação que pode ser resgate karmico ou algum tipo de afinidade anterior à existência física do médium. 

4 horas atrás, Cristaldo disse:

o que me parece é que vocês concordam com algo que sempre notei em magia, que essas incorporações (na magia é INvocação, chamar pra dentro, diferente de evocação) se dão de forma muito parecida que se dá a mera influência por espíritos, mas claro, num grau mais intenso. Certo?

Não sei se entendi bem essa colocação. 

4 horas atrás, Cristaldo disse:

Quer dizer, ninguem tá entrando no corpo de ninguém, mas está sim "sintonizando" com os pensamentos, e energia da pessoa.

Se o corpo é seu, nenhum espírito pode entrar dentro dele além de você. Mas "mediunidade" consiste em dar passagem de alguma forma. Ser um "meio" e isso se dá mente a mente através dos Chakras num tipo de acoplamento aurico o qual já explicamos bastante em posts anteriores nesta mesma thead.

4 horas atrás, Cristaldo disse:

E existe também o lance do médium de incorporação "forçar" entrar numa certa sintonia, ou ser induzido pela entidade a entrar nessa sintonia e aceitar a indução, e esse médium então está tem um leque maior de seres que incorporam nele, certo ?

Também não sei se entendi direito essa pergunta. Pode esclarecer? Como assim, "forçar"?

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4 horas atrás, Cristaldo disse:

Outra coisa, eu li alguem falando de incorporar Orixá, isso é possível ? Ou só se trabalha com incorporação dos seres que já foram encarnados (ou seja humanos) ?

Sim, no Candomblé especificamente só se trabalha com incorporação de Orixá (que teoricamente nunca encarnou na terra) ao contrário da Umbanda onde quando se diz que a pessoa incorporou Ogum, por exemplo, não se trata do Ogum Orixá e sim um caboclo falangeiro representante da linha daquele Orixá. 

Alguns candomblecistas mais puristas (notadamente da nação do keto) inclusive, não gostam de incorporar espíritos de caboclos, pretos velhos, etc, argumentando que são eguns (espíritos de pessoas que já viveram na terra), embora costumem trabalhar com exus e pombas-giras nem que seja em trabalhos fechados, escondidos.

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37 minutes ago, Iogui said:

Não sei se entendi bem essa colocação. 

Acho que expliquei mal mesmo. Por exemplo, se tô escrevendo um livro e estou sendo inspirado por seres de luz que estão me ajudando. Ou se estou sendo obssediado por um espírito em relação ao vício do fumo, por exemplo. São situações análagos a incorporação, porém diferentes no nível de intensidade. Esse era o ponto, você concorda com essa idéia ?
 

39 minutes ago, Iogui said:

Também não sei se entendi direito essa pergunta. Pode esclarecer? Como assim, "forçar"?

Com prazer, supondo duas situações hipotéticas pra aclarar. Se você puder me esclarecer como a coisa se processa nas duas, vai tirar minha dúvida.

1) Como você esclareceu, a incorporação acontece por afinidade, as vezes até ligada a resgate kármica, ok. Mas se naquele dia em específico o medium tá em outra sintonia (não necessariamente negativa, mas pode ser também) e não tá sentindo o espirito por perto dele no momento em que precisa/gostaria de incorporar. Ele pode "forçar" isso por exemplo se vestindo como o exu, ou andando dá forma como ele anda, ou com os trejeitos dele, ou quem sabe fazendo uma meditação em cima do ponto riscado... ou todas as opções (não sei se é assim, ok? estou tentando entender)... pra ver se sintoniza com a energia, e a incorporação "pega no tranco" ? Ou em outras palavras, é possível/usual/lícito o médium primeiro interpretar (mesmo que só pra ele mesmo) o papel do exu, pra que então o exu se manifeste nele ?

2) Outra situação hipotética, o médium trabalha com o Exu X, perdoe a falta de intimidade com o assunto denovo rs. Mas ele quer ampliar sua linha de trabalho, e também trabalhar com o Exu Y. Então para isso, ele se veste como o Exu Y, se sintoniza com a corrente dele, fuma charuto (se for o caso), enfim... "se transmuta fisicamente no arquétipo do Exu Y"... para sintonizar, e apartir daí ter uma linha mais ampla de trabalho. Existe isso ? É possível ? E se for possível, é usual ou seria algo meio ofensivo ?
 

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Olá!. Boa Noite a Todos.

23 minutos atrás, Cristaldo disse:

Acho que expliquei mal mesmo. Por exemplo, se tô escrevendo um livro e estou sendo inspirado por seres de luz que estão me ajudando. Ou se estou sendo obssediado por um espírito em relação ao vício do fumo, por exemplo. São situações análagos a incorporação, porém diferentes no nível de intensidade. Esse era o ponto, você concorda com essa idéia ?
 

E no caso de um compositor que escreve uma letra, de musica, em poucos minutos sem saber de onde vem a inspiração. Tal fato poderia ser considerado como psicografia com outro nível de intensidade?.
Grato pela atenção.

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Não queria fugir do tema do tópico, mas só para dar minha modesta opinião...

Não da para conceituar uma ocorrência só pela consequência. Há de se observar o processo por de trás dela... Nesse caso me refiro a psicografia. Um exemplo: Eu posso falar a mesma coisa que uma pessoa iria falar ao mesmo tempo, ou posso falar o que ela ia dizer antes dela... Posso pensar numa música e a pessoa começa a cantar... Por outro lado, posso escrever o que a pessoa pensou por estar pensando na mesma coisa que ela... Como acontece? Porque sendo nós seres multidimensionais, captamos as ondas mentais de outras pessoas (com o corpo mental), basta estar na mesma sintonia. Porém isso não quer dizer que vou conseguir, por exemplo, falar uma frase igual a que a outra pessoa pensou... Pois pode não haver "sintonia" suficiente ou porque não há registro em meu "banco de dados" sobre o que a pessoa quer falar, dessa  forma, traduzo do jeito que dá. Já na psicografia mecânica, por exemplo, o espírito toma a mão do médium e escreve como quer, por outro lado,  ele pode estabelecer uma conexão mental com o médium e ele começa a escrever sem conseguir processar as informações. De várias formas formas posso escrever ou falar o que uma pessoa encarnada ou o que um espírito falou, porém, por processos diferentes.

Existem letras de músicas que foram psicografadas, pois havia uma cópia delas no astral...(várias espíritas, algumas músicas do Roberto Carlos o são)... E outras são elaboradas da "melhor maneira possível" (ou quando vê existem no astral também). Acho que aí entra o caso da inspiração... Um espírito pode se aproximar do outro e irradiar seus pensamentos para o autor, pois ambos estão em sintonia muito próxima.

Pode também ser  o caso de intuição... Eu consigo acessar meu "subconsciente" e trazer a tona algo que consta em meu banco de dados... Exemplo: criei a música enquanto estava dormindo mas desperto no plano astral.. E durante o dia trouxe em forma de intuição os fragmentos dessa letra, ou toda ela. No próprio caso da intuição, pode haver um espírito ajudando o autor a organizar suas ideias... Isso acontece muito em palestras... O espírito não fala, ele só ajuda o palestrante a organizar seus conhecimentos.

Respondendo a tua pergunta: Só observando o que ocorre nos "bastidores" pra saber o que aconteceu... Mas em termos gerais, quanto mais controle o espírito tem sobre o médium, mais fidedignidade há na mensagem ou na letra da música por exemplo, daí é possível fazer uma análise.

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1 hora atrás, Cristaldo disse:

Acho que expliquei mal mesmo. Por exemplo, se tô escrevendo um livro e estou sendo inspirado por seres de luz que estão me ajudando. Ou se estou sendo obssediado por um espírito em relação ao vício do fumo, por exemplo. São situações análagos a incorporação, porém diferentes no nível de intensidade. Esse era o ponto, você concorda com essa idéia ?

Mais ou menos... mas tem alguma relação sim, pode-se dizer que todo obsediado atua como médium no sentido que ele está servindo como "meio" para que o espírito obsessor consiga saciar sua vontade mas o fenômeno é diferente  sendo que o obsessor, em geral, não se utiliza dos mecanismos do copo físico, etérico e holossomático do indivíduo para comunicação, o que é  um processo mais complexo do que simplesmente parasitar sensações transmitidas pelo corpo físico ao etérico do obsediado.

No processo mediúnico há de fato uma transmissão de energia mental da mente do espírito comunicante para a mente do médium. Neste processo os Chakras atuam como "portas" para esta comunicação. Já no caso da obsessão há também um acoplamento que inclusive envolve certos chakras mas, acredito que, em geral a transferencia de energias ocorre mais em nível etérico mesmo. (Obs.: Há algumas obsessões mais complexas que podem assumir características mediúnicas de fato com episódios de possessão e tudo mais, mas estou me referindo mais aos casos mais comuns de obsessão que possuem uma característica mais de vampirismo mesmo).

1 hora atrás, Cristaldo disse:

1) Como você esclareceu, a incorporação acontece por afinidade, as vezes até ligada a resgate kármica, ok. Mas se naquele dia em específico o medium tá em outra sintonia (não necessariamente negativa, mas pode ser também) e não tá sentindo o espirito por perto dele no momento em que precisa/gostaria de incorporar. Ele pode "forçar" isso por exemplo se vestindo como o exu, ou andando dá forma como ele anda, ou com os trejeitos dele, ou quem sabe fazendo uma meditação em cima do ponto riscado... ou todas as opções (não sei se é assim, ok? estou tentando entender)... pra ver se sintoniza com a energia, e a incorporação "pega no tranco" ? Ou em outras palavras, é possível/usual/lícito o médium primeiro interpretar (mesmo que só pra ele mesmo) o papel do exu, pra que então o exu se manifeste nele ?

Não. Em geral não funciona assim. Se o médium de Umbanda precisa receber um espírito em situação de emergência ele chama o espírito, mais ou menos como se fizesse uma oração e, como existe uma sintonia entre eles a comunicação é fácil. Só o fato de o médium possuir esta sintonia com este espírito estabelece um canal de comunicação. Acontece que os espíritos possuem sua própria vida e não estão somente a nossa disposição. Pode ser que no momento, ele não possa atender por estar cuidando de outro assunto então duas coisas podem acontecer. Ele pode pedir a outro espírito que trabalha com o médium que vá atender ao chamado, sendo assim, o médium chamou o caboclo e veio o preto velho. Outra coisa que pode acontecer é que ele envie um otro espírito de sua própria falange que venha assumindo seu nome e atue por ele ou seja, o médium chamou pelo caboclo Pena Branca e este estava ocupado mas mandou seu auxiliar que incorpora como sendo o próprio caboclo Pena Branca apenas para atender aquela urgência e, quem foi atendido, muitas vezes nem sabe que o espírito não era o mesmo que o atendeu anteriormente. Geralmente, atraz de cada nome de Caboclo, por exemplo, existe toda uma equipe.

Agora, a pessoa ficar "fingindo estar incorporada" geralmente é desencorajado nos lugares sérios mesmo que fosse só pra ajudar a crar algum tipo de sintonia.

1 hora atrás, Cristaldo disse:

2) Outra situação hipotética, o médium trabalha com o Exu X, perdoe a falta de intimidade com o assunto denovo rs. Mas ele quer ampliar sua linha de trabalho, e também trabalhar com o Exu Y. Então para isso, ele se veste como o Exu Y, se sintoniza com a corrente dele, fuma charuto (se for o caso), enfim... "se transmuta fisicamente no arquétipo do Exu Y"... para sintonizar, e apartir daí ter uma linha mais ampla de trabalho. Existe isso ? É possível ? E se for possível, é usual ou seria algo meio ofensivo ?

Não o médium não escolhe que vai trabalhar com o exu x. Geralmente ele é informado disso ou pelo pai de santo ou pelo próprio exu, em sonho por exemplo ou por outro exu incorporado em outra pessoa ou simplesmente recebe o uxu x que quando incorporado fala pra alguém "eu sou o exu x, diga ao meu médium que prepare isso e isso porque agora eu vou trabalhar com ele".

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1 hora atrás, Peregrino disse:

E no caso de um compositor que escreve uma letra, de musica, em poucos minutos sem saber de onde vem a inspiração. Tal fato poderia ser considerado como psicografia com outro nível de intensidade?.
Grato pela atenção.

Não. Pode ser que o compositor seja intuído por um espírito como o Otavio citou mas ninguém psicografa algo sem saber que está psicografando ou sem, no mínimo estranhar o processo. Poderia acontecer a um compositor leigo no assunto?... Poderia mas ainda assim ele ia estranhar e iria ter uma percepção "isto não é meu, não fui eu que criei".

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1 hour ago, Iogui said:

No processo mediúnico há de fato uma transmissão de energia mental da mente do espírito comunicante para a mente do médium. Neste processo os Chakras atuam como "portas" para esta comunicação. Já no caso da obsessão há também um acoplamento que inclusive envolve certos chakras mas, acredito que, em geral a transferencia de energias ocorre mais em nível etérico mesmo. (Obs.: Há algumas obsessões mais complexas que podem assumir características mediúnicas de fato com episódios de possessão e tudo mais, mas estou me referindo mais aos casos mais comuns de obsessão que possuem uma característica mais de vampirismo mesmo).

Sim, só quis traçar o paralelo pra termos um "meio de campo" pra dialogar. Afinal a obsessão complexa no caso que beira o mediúnico é uma obsessão com maior intensidade. Mas entendo a sutileza do que você disse no caso do médium receber de um espírito os pensamentos, emoções, e dar passagem ao jeitão da entidade.

Falei disso porque um caso de obsessão que vi de fato, era que a pessoal tinha uma aura mais aberta (como a dos médiuns), e a pessoa bebia e fumava. Então quando o obssessor vinha pra "cutir a onda junto", a pessoa mudava o jeito de falar (o tom de voz), o comportamento, os trejeitos. E não sei se pela aura da pessoa ser mais aberto, ou se pelo fato de ser uma obsessão de longo prazo (e até de família, o espirito bebia com o irmão e com a irmã, sabe-se a quanto tempo), era bem evidente isso.
Um dos irmãos tinha essa mudança evidente e acentuada, e claro sofria mais com a obsessão nesse ponto, pois acabava perdendo mais fácil o controle de si.
Agora, não sei se a pessoa era derepente um médium que não foi treinado (o que acho bem possível), ou se era só alguem que dava mais abertura e/ou tinha mais afinidade com o obsessor. Mas pra mim era um caso praticamente de possessão, raro de se ver.

 

1 hour ago, Iogui said:

Não o médium não escolhe que vai trabalhar com o exu x. Geralmente ele é informado disso ou pelo pai de santo ou pelo próprio exu, em sonho por exemplo ou por outro exu incorporado em outra pessoa ou simplesmente recebe o uxu x que quando incorporado fala pra alguém "eu sou o exu x, diga ao meu médium que prepare isso e isso porque agora eu vou trabalhar com ele".

Entendi, então não existe essa de "trocar de exu", ou de trabalhar com outro que não é da sua linha. E é uma coisa que vem de cima, não é algo que o médium escolhe afinizar.

Muito obrigado pelos esclarecimentos, me tirou dúvidas que eu tinha a muuuuito tempo rs. Porque sempre achei muito interessantes os fenômenos mediúnicos, e até vez por outra alguem que vem de umbanda, ou candomblé, acaba por estudar magia e é natural a pessoa querer traçar paralelos... e eu não tinha essas informações básicas pra poder estabelecer um diálogo minimamente informado.

Na próxima postagem aqui vou tentar puxar na memória os casos de possessão que já vi na magia, pra esclarecer quem tiver interesse. (não sei se vou conseguir postar hoje ainda...)

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9 horas atrás, Cristaldo disse:

Entendi, então não existe essa de "trocar de exu", ou de trabalhar com outro que não é da sua linha. E é uma coisa que vem de cima, não é algo que o médium escolhe afinizar.

Acredito que muitas das vezes a coisa é combinada antes de o médium encarnar entre ele e os espíritos que vão trabalhar com ele.

Isso não impede o médium de trabalhar com o exu x mas, vez ou outra, receber o exu y. Na verdade eu já vi isso acontecer bastante. Mas geralmente o médium tem um exu "de frente" que é o principal.

Eu mesmo costumava trabalhar com o exu Toquinho mas já recebi o exu Rei algumas vezes.

Uma vez, conversando com uma entidade (não me lembro se era exu ou Bahiano) incorporada em um irmão de santo meu ele disse "Você pensa que eu gosto do meu cavalo?... Eu não venho nele porque eu gosto dele, eu venho porque eu tenho que vir. O catiço sabe o médium que escolhe pra montar.".

Uma curiosidade, já que estamos falando nesse assunto, dizem que muitos dos espíritos que hoje trabalham na Umbanda na linha de Bahiano, foram mães ou pais de santo em sua última encarnação.

No Candomblé algumas vezes o médium passa anos trabalhando com com um exu x e quando esse médium finalmente faz sua obrigação (iniciação), é feita a confirmação de que a escora do seu santo é outro exu, o exu y por exemplo, assim esse exu y passa a ser o exu de frente e isso não significa que o exu x vá deixar de vir (embora isso possa acontecer). As vezes, o exu x passa a ser o exu de trabalho que vem sempre mas ele não é o exu de frente e está subordinado ao exu y.

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13 hours ago, Iogui said:

Não. Pode ser que o compositor seja intuído por um espírito como o Otavio citou mas ninguém psicografa algo sem saber que está psicografando ou sem, no mínimo estranhar o processo. Poderia acontecer a um compositor leigo no assunto?... Poderia mas ainda assim ele ia estranhar e iria ter uma percepção "isto não é meu, não fui eu que criei".

@Iogui agora o bicho pega, eu tava louca pra fazer essa pergunta, mas tava me sentindo boba... Comigo acontece uma coisa interessante... Eu sento e começo escrever, escrevo, escrevo, escrevo, quando eu termino e leio eu tomo um susto, pq eu não lembro de ter escrito estas coisas, não reconheço como sendo meu... Se eu deixar lá, largado num canto e depois de seis meses acho e leio novamente, me assusto mais ainda, pq não sei de onde veio... São idéias e assuntos que nem penso sobre eles... Será que estou recebendo idéias de espíritos? Uma mediunidade que eu talvez precise trabalhar??

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14 horas atrás, Cristaldo disse:

Entendi, então não existe essa de "trocar de exu", ou de trabalhar com outro que não é da sua linha. E é uma coisa que vem de cima, não é algo que o médium escolhe afinizar.
 

Exato! mas isso não impede o médium de trabalhar com outro Exu.

4 horas atrás, Iogui disse:

Acredito que muitas das vezes a coisa é combinada antes de o médium encarnar entre ele e os espíritos que vão trabalhar com ele.

Isso não impede o médium de trabalhar com o exu x mas, vez ou outra, receber o exu y. Na verdade eu já vi isso acontecer bastante. Mas geralmente o médium tem um exu "de frente" que é o principal.

Eu mesmo costumava trabalhar com o exu Toquinho mas já recebi o exu Rei algumas vezes.

Quando entrei na Umbanda camboneava um médium que trabalhava com o Exu x, quando ele fez o trabalho de confirmação veio o Exu Y...que explicou que aquele Exu x era uma espécie de desenvolvedor, para preparar o médium para trabalhar com Y que é um chefe de Falange. Então ele passou a trabalhar somente com o Exu Y. E é muito nítida a diferença entre os dois...o médium sofria para incorporar, pq a vibração era bem diferente...para eu que era cambone era até divertido, pq o Exú x era muito querido, bem descolado...bem vida louca...ehehe, já o falangeiro, um Cavalheiro que sempre me cumprimentava com um beijo na mão.

O meu pai de santo trabalha com dois Exus,o que toma a frente é falangeiro, então quando ele risca ponto, risca dos dois, na frente da tábua, risca o de frente, nas costas...risca o do outro. Como diz ele...risco dos dois pra não dar confusão...eheheh

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14 horas atrás, Cristaldo disse:

Sim, só quis traçar o paralelo pra termos um "meio de campo" pra dialogar. Afinal a obsessão complexa no caso que beira o mediúnico é uma obsessão com maior intensidade. Mas entendo a sutileza do que você disse no caso do médium receber de um espírito os pensamentos, emoções, e dar passagem ao jeitão da entidade.

Falei disso porque um caso de obsessão que vi de fato, era que a pessoal tinha uma aura mais aberta (como a dos médiuns), e a pessoa bebia e fumava. Então quando o obssessor vinha pra "cutir a onda junto", a pessoa mudava o jeito de falar (o tom de voz), o comportamento, os trejeitos. E não sei se pela aura da pessoa ser mais aberto, ou se pelo fato de ser uma obsessão de longo prazo (e até de família, o espirito bebia com o irmão e com a irmã, sabe-se a quanto tempo), era bem evidente isso.
Um dos irmãos tinha essa mudança evidente e acentuada, e claro sofria mais com a obsessão nesse ponto, pois acabava perdendo mais fácil o controle de si.
Agora, não sei se a pessoa era derepente um médium que não foi treinado (o que acho bem possível), ou se era só alguem que dava mais abertura e/ou tinha mais afinidade com o obsessor. Mas pra mim era um caso praticamente de possessão, raro de se ver.

 

Pois então, tenho um amigo que trabalhava nas mesas kardecistas e foi trabalhar em um terreiro de umbanda. Antes de "treinar" digamos assim, ele tinha sérios problemas de incorporar em casa e muitas vezes era bem involuntário, algo que a meu ver seria como uma possessão. As vezes incorporava sabe lá quem, e esse "sabe lá quem"  dava bronca na família, era aquela lavação de roupa suja...ehehehe. Todo médium "destreinado" acaba ficando sujeito à interferências nem sempre agradáveis...isso eu digo por experiência própria. Quando tem vícios então, a coisa piora.

Eu não tenho vícios, mas aprecio um bom vinho e antigamente tomava uma, duas garrafas tranquilamente..ficava alegre, mas nada grave...entre uma conversa e outra, a coisa fluía. Comecei a perceber que cada vez que bebia dormia mal, tinha pesadelos...ou estava em lugares tenebrosos, ou existia alguém tentando me bulinar...ah, mas foi rapidinho que mudei meus hábitos..duas taças e não se fala mais nisso...ehehe

Lembro que uma noite, voltava de um churrasco com meu marido...foi numa chácara bem afastada...e lá pelas tantas no meio da estrada escura, eis que surge um homem de cabelos negros, terno preto e uma longa capa preta e verde...nos olhamos e achei super normal, não me dei conta do que tinha visto...até hoje não sei direto o que vimos, mas o fato é que ... eles sempre estão entre nós....:shock:

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10 horas atrás, Kaly disse:

@Iogui agora o bicho pega, eu tava louca pra fazer essa pergunta, mas tava me sentindo boba... Comigo acontece uma coisa interessante... Eu sento e começo escrever, escrevo, escrevo, escrevo, quando eu termino e leio eu tomo um susto, pq eu não lembro de ter escrito estas coisas, não reconheço como sendo meu... Se eu deixar lá, largado num canto e depois de seis meses acho e leio novamente, me assusto mais ainda, pq não sei de onde veio... São idéias e assuntos que nem penso sobre eles... Será que estou recebendo idéias de espíritos? Uma mediunidade que eu talvez precise trabalhar??

Kaly, é possivel sim que esses sejam sintomas de uma mediunidade de psicografia sendo estimulada por amigos espirituais. Qual é o teor dos escritos? É algo produtivo? Positivo?

Pra que você possa ter certeza, você teria que se dirigir a um centro espírita pois lá eles poderiam lhe dra a orientação a este repeito. Mas por favor, trabalhe com o pé no chão e não exclua a hipótese da autosugestão a menos que venha a ter absoluta certeza. Por outro lado, se for este mesmo o caso, os próprios amigos espirituais vão lhe direcionar para que encontre os meios que lhe permitirão desenvolver a possível faculdade mediúnica. Basta que você esteja atenta para enchergar os sinais.

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3 hours ago, Iogui said:

Kaly, é possivel sim que esses sejam sintomas de uma mediunidade de psicografia sendo estimulada por amigos espirituais. Qual é o teor dos escritos? É algo produtivo? Positivo?

Pra que você possa ter certeza, você teria que se dirigir a um centro espírita pois lá eles poderiam lhe dra a orientação a este repeito. Mas por favor, trabalhe com o pé no chão e não exclua a hipótese da autosugestão a menos que venha a ter absoluta certeza. Por outro lado, se for este mesmo o caso, os próprios amigos espirituais vão lhe direcionar para que encontre os meios que lhe permitirão desenvolver a possível faculdade mediúnica. Basta que você esteja atenta para enchergar os sinais.

Sim, são coisas positivas... Já escrevi poemas, já ganhei prêmios pelos poemas, que eu não lembro como escrevi... Kkkkkkkkkk... Se foi psicografia, deve ter gente muito brava comigo rsrsrs

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Interessante tantas informações a respeito, mas ainda estou com uma dúvida. Quais as sensações físicas e de percepções que podemos ter quando algum espirito/entidade tenta ou se acopla a nós e tbm oq sentimos quando se desacopla. Estou perguntando pq sinto muita pressão na nuca, tem dias piores outros não, e hoje estava no pc digitando no word um assunto que me de vontade, sobre "O Vazio da Alma" e quando estava quase terminando de digitar eu levei até um susto, levei um tranco, foi como se eu tivesse zonzeado, mas zonzeado com força mesmo, como se meu corpo tivesse ido forte pra frente e pro lado, mas não mexi o corpo, foi a visão que se mexeu mesmo, como se minha consciência tivesse dado um solavanco e voltado. Outras vezes, principalmente de madrugada, acordo e começo a escrever e escrevo muito, mas nunca senti nada parecido, dessa vez pareceu que eu estava meio incorporado, e o solavanco foi o desacoplamento, alguém saberia explicar de quando ocorre o desacoplamento podemos sentir isso?

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Em 14/12/2017 at 13:45, kurt180 disse:

Quais as sensações físicas e de percepções que podemos ter quando algum espirito/entidade tenta ou se acopla a nós e tbm oq sentimos quando se desacopla.

Sendo as pessoas diferentes e possuindo mediunidades que se manifestam de forma diferente, é natural que as sensações variem. Pra cada um é de um jeito.

Mas essa sensação que você descreveu não me parece com o que se sente ao incorporar um espírito.

Pode ser que seja algum tipo de efeito no chakra da nuca gerando uma leve descoincidência do corpo astral.

Mas o que poderia gerar isso?... Não sei... Várias coisas, eu acho... Pode ser algum tipo de desarmonia no sistema holochakral, algum tipo de efeito da ação de algum agente extrafísico, patológica ou saudável ou alguma outra coisa.

 

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Uma duvida caso alguém me possa responder .

Como é possível que alguns mediuns consigam incorporar espiritos/entidades de muitooo tempo atraz , digo alguém que viveu há uns 400 anos atraz por ai .

Esse ser já não era para estar no ciclo de reencarnação ? Já ouvi que alguns seres conseguem adiar isso , como os draconianos , mas em caso de pessoas que viveram faz muito tempo , acredito que ainda falta alguma coisa para que eu possa entender isso , seria no caso talvez o apego que esse ser teve em coisas materiais no passado ?

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Tem entidades que não encarnam há MILHARES de anos. Outros há CENTENAS de anos. Em geral é porque ou são negativos, ou porque já não precisam mais.

Reencarnação é uma etapa necessária só para quem está num certo estágio. Se  você é muito negativo nem tem como encarnar o feto se deforma e a mãe aborta, porque suas emoções desequilibradas deformam o corpo astral, você gera muita energia tóxica. Essa turma ainda precisa ralar muito para ter DIREITO a reencarnar. 

E se o cara já superou essa etapa, não precisa mais.

Pensa: qual é a principal característica deste nosso plano?  HIPNOSE. Fascinação, apego, reatividade aos estímulos. Quem consegue não se deixar mais fascinar pelas armadilhas hipnóticas deste plano não tem mais nada a aprender aqui. Jesus fala em "morrer para o mundo". Budha fala que "tudo é dor, a causa da dor é o apego, cessando o apego, cessa a dor". O apego é a fascinação hipnótica, ou a "identificação",  "esquecer de si mesmo", no vocabulário do Gurdjieff.

Isso aqui é uma escola que oferece lições específicas. Se você já aprendeu as lições deste plano, não tem mais nada a fazer aqui, exceto ajudar os retardatários a acelerarem sua saída. E se o cara é muito retardatário tem que ter aulas em escolas mais "brutas", por  isso fazem "baldeaçao" para planetas mais primitivos. Só que uma hora essa turma volta, e é quando voce nota o planeta ter uns pulsos de  recaída. O líder daquele meu grupo de apometria ao qual me refiro as vezes fala que muita gente encarnada agora não encarnava desde a idade média. Isso explica o RETROCESSO que andamos percebendo no planeta. Aquele papo de integrar alunos com dificuldades especiais a uma turma "normal" não acontece somente na escola, acontece no planeta todo, e cabe aos alunos regulares tentarem educar esses retardatários que voltaram há pouco.

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Bom dia , obrigado pela resposta Sandro , muito informativa .

Que tipo de plano esses seres que não reencarnam ficam então durante esse tempo todo , vc teria alguma indicação de leitura para que eu possa entender mais sobre esse assunto ? 

Só um comentario rapido para não desviar do assunto do tópico , é mesmo muito evidente esse retrocesso ao qual vc se refere , a ignorância que eu vejo hj em dia em muitas pessoas é algo bem triste , o pior é realmente não poder fazer muita coisa a respeito .

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