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Daniel de Souza

Som para ajudar a desenlvolver a mediunidade (muito importante!)

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Esse som foi desenvolvido ao longo de um ano pelo espanhol Joaquin Piquer, com o auxilio de um engenheiro e músicos mexicanos. Método semelhante ao usado por médicos no tratamento de pessoas com pedras nos rins, através da vibração do som. Essa é uma das três entrevistas e a mais importante:

Podem acessar o restante das entrevistas buscando por RIMBEL35 no youtube e fazer o download do som acessando o seguinte endereço: https://www.google.com.br/url?sa=t&source=web&rct=j&url=http://elblogdejoaquinpiquer.blogspot.com/&ved=0ahUKEwiFuc7vvaXTAhUBCpAKHSSCCF4QFggbMAA&usg=AFQjCNFIUzklOQhgpKvDHG5kJsrOoz8Vkg&sig2=n9O9kZGj7zr3M9OheuXwBw

Em determinado momento dessa entrevista Joaquin cita os efeitos após algum tempo de uso. Me chamou a atenção o som semelhante a musica clássica que as pessoas relatam ter ouvido, inclusive ele e sua mulher, me lembro de ter ouvido o mesmo som, mas antes de fazer uso desse aúdio. Estava sentado na cama e do nada, durante alguns segundos, passo a escutar um som muito bonito que lembrava a música clássica, mas não sabia de onde vinha (onde eu moro as pessoas só escutam funk e sertanejo, quem iria escutar musica clássica e no "último" volume!). Bem espero que gostem, após algum tempo de uso, poste aqui sua experiencia. Até..

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1 hora atrás, Iogui disse:

Ativar a glândula pineal não é exatamente a mesma coisa que "desenvolver a mediunidade".

A glândula pineal está diretamente relacionada com a mediunidade. O doutor em neurociências Sergio Felipe de Oliveira, por exemplo, descobriu ao examinar cadáveres que existem cristais de apatita no interior da glândula, esses cristais captam o campo eletromagnético do plano espiritual.

Em seus estudos acerca do tema, teve a oportunidade de investigar os cristais de apatita da glândula pineal mediante a difração dos raios X, usando também a tomografia computadorizada e ressonância magnética.

Os cristais foram observados na microcirculação sanguínea que os mantinha metabolicamente ativos e vivos. Na afirmação do pesquisador, seriam estruturas diamagnéticas que repelem ligeiramente o campo magnético, cujas ondas se deixam ser ricocheteadas de um cristal a outro (causando os ruídos no ouvido e que a medicina desconhece a causa, por ser um problema espiritual). Seria portanto, como um sequestro dos campos magnéticos pela glândula. Deduziu-se daí, pelo pesquisador, que quanto mais cristais uma pessoa tem, maior a possibilidade de ela captar as ondas eletromagnéticas. Teriam portanto os médiuns ostensivos, um número muito maior de cristais.

Um dos efeitos de quem apenas ouviu o som, segundo Piquer, foi a possibilidade de ver a aura das plantas. Um indicio forte de que ha relação entre a pineal e a mediunidade.

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9 horas atrás, Daniel de Souza disse:

Um dos efeitos de quem apenas ouviu o som, segundo Piquer, foi a possibilidade de ver a aura das plantas. Um indicio forte de que ha relação entre a pineal e a mediunidade.

Há aí uma pequena confusão pois ver a aura das plantas não faz de ninguém um médium. Basta algum treinamento pra isso e qualquer um pode conseguir, seja o indivíduo médium ou não. Quando nos referimos à palavra "mediunidade", em geral estamos nos referindo a mediunidade ostensiva. É consenso no meio espiritualista que mediunidade ostensiva não se adquire durante a vida pois é condição de nascimento e nem é coisa que se deva querer buscar pois representa muitas complicações e dificuldades.

Possuir algum nível de parapsiquismo desenvolvido não é o mesmo que possuir mediunidade ostensiva.

Existe sim uma ligação muito importante entre a função da pineal e a mediunidade. Mas isso não quer dizer que qualquer um que possua alguma sensibilidade espiritual ou energética um pouco mais apurada (ou treinada) possa ser considerado um médium. Pra isso é necessário ser capaz de agir como veículo de comunicação entre consciências de dois planos distintos (médium = meio ou que atua como meio). Em geral isso envolve muito mais do que um simples órgão do corpo físico como a pineal. Há distinções notáveis em certos órgãos do corpo energético (holochakra) de um médium ostensivo.

Um médium pode ser um clarividente mas um clarividente não necessariamente é um médium.

Não estou entrando aqui no mérito da técnica de ativação da pineal a qual trata o vídeo postado mesmo porque não tenho paciência para ver vídeos em espanhol pois não entendo a língua.

Também não estou dizendo que a pineal não possa ser estimulada gerando efeitos parapsíquicos perceptíveis. Não possuo conhecimento suficiente para isso. O que estou dizendo é que mesmo que se gere tais efeitos, isso não é mediunidade. Mediunidade é outra coisa.

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Segundo Kardec qualquer um que sinta a influência dos espíritos em qualquer grau que seja é médium, não se faz necessário ter mediunidade ostensiva, veja o capitulo catorze do livro dos médiuns:

159. Toda pessoa que sente a influência dos Espíritos, em qualquer grau de intensidade, é médium. Essa faculdade é inerente ao homem. Por isso mesmo não constitui privilégio e são raras as pessoas que não a possuem pelo menos em estado rudimentar. Pode-se dizer, pois, que todos são mais ou menos médiuns. Usualmente, porém, essa qualificação se aplica somente aos que possuem uma faculdade mediúnica bem caracterizada,que se traduz por efeitos patentes de certa intensidade, o que depende de uma organização mais ou menos sensitiva.

Ver a aura das plantas não faz de uma pessoa um médium ostensivo, mas esse sintoma está relacionado a mediunidade pois a clarividência é um sintoma da mesma. 

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7 horas atrás, Daniel de Souza disse:

Usualmente, porém, essa qualificação se aplica somente aos que possuem uma faculdade mediúnica bem caracterizada,que se traduz por efeitos patentes de certa intensidade, o que depende de uma organização mais ou menos sensitiva.

Ou seja: mediunidade ostensiva.

Todo mundo é médium, embora nem todos sejam de forma ostensiva.

7 horas atrás, Daniel de Souza disse:

Ver a aura das plantas não faz de uma pessoa um médium ostensivo, mas esse sintoma está relacionado a mediunidade pois a clarividência é um sintoma da mesma. 

Clarividência não é um sintoma de nada. Clarividência é um fenômeno parapsíquico. Clarividência só pode ser considerado mediunidade se através dela uma consciência extrafísica (consciex) esteja passando uma comunicação.

13 horas atrás, Iogui disse:

(médium = meio ou que atua como meio)

 

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Eu também não chamo parapsiquismo de mediunidade. E em ordens esotéricas as pessoas treinam para desenvovler parapsiquismo, mas mediunidade é mal vista, devido a probabilidade desse intercâmbio não estar totalmente sob controle, ser visot mais como uma casa de janelas e portas baetras, que qualquer um entra ( o que também é um exagero!)

Mas acho que o pessoal do espiritimso chama parapsiquismo de mediunidade porque mesmo que você não seja um intermediário entre um espírito e o plano físico, você é um intermediário de informações entre os planos, você habita num plano e captar informações de outro também. Acho uma extrapolação considerar o termo dessa maneira mas parece ser como os espíritas pensam, comumente.

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Desculpem se fui muito incisivo e não consegui interpretar o que foi postado de maneira precisa, ainda sou um aprendiz..

Vejam que a palavra mediunidade é associada a tudo aquilo que é paranormal. Como por exemplo a psicometria em que não há comunicação nem influência entre a consciex e o médium, é difundida como sendo uma faculdade mediúnica e não um sintoma parapsíquico somente e isso acaba causando confusão.. 

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6 horas atrás, Daniel de Souza disse:

Vejam que a palavra mediunidade é associada a tudo aquilo que é paranormal. Como por exemplo a psicometria em que não há comunicação nem influência entre a consciex e o médium, é difundida como sendo uma faculdade mediúnica e não um sintoma parapsíquico somente e isso acaba causando confusão.. 

Eu entendo seu ponto de vista, Daniel, mas acho interessante fazer distinção entre as palavras "parapsiquismo" e "mediunidade" no estudo de tais fenômenos apesar de alguns grupos misturarem seu significado.

Principalmente levando em consideração que mesmo que uma pessoa desenvolva certas capacidades parapsíquicas por meio de treino, é provável que essa pessoa não vá conseguir modificar seu holochakra a ponto de conseguir equipará-lo ao de um médium de mediunidade ostensiva que já nasceu com essas diferenças notáveis em seus órgãos mais sutis.

Desta forma, acho útil empregar a palavra "mediunidade" apenas quando nos referimos à mediunidade ostensiva lembrando que isso é justamente o que Kardec propõe neste trecho:

Citar

Usualmente, porém, essa qualificação se aplica somente aos que possuem uma faculdade mediúnica bem caracterizada,que se traduz por efeitos patentes de certa intensidade, o que depende de uma organização mais ou menos sensitiva.

Em geral, mesmo com as muitas confusões que se faz no uso da palavra "mediunidade", mesmo os espíritas costumam utiliza-la se referindo a "mediunidade ostensiva", embora de vez em quando façam essa confusão ao utiliza-la para fenômenos que não necessariamente representam o seu sentido original de "meio de comunicação entre consciências de dimensões distintas" por falta de um termo mais genérico (que, conforme proponho aqui, seria o termo "parapsiquismo").

Assim, fenômenos mediúnicos são necessariamente fenômenos parapsíquicos mas nem todo fenômeno parapsíquico é um fenômeno mediúnico.

Ao empregar as palavras dessa forma, fica mais fácil distinguir uma coisa da outra visto que são realmente distintas.

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Desculpem se fui muito incisivo e não consegui interpretar o que foi postado de maneira precisa, ainda sou um aprendiz.

 

O problema não é com você não Daniel, essa confusão existe no tema mesmo. A primeira vez que notei isso eu tinha 14 anos, e estava lendo um livro de parapsicologia, que por tentar abordar as coisas de forma mais científica fazia bem a distinção em relação a como o tema é abordado. Já estou com 47 e ainda vejo pessoas fazendo essa confusão, porque na verdade ela foi feita lá na origem das definiçoes.

Então se você separa parapsiquismo de mediunidade, uma hora você diz "não sou médium", pensando referir-se a não fazer esse intercâmbio, e alguém vai te corrigir repetindo o chavão " todo mundo é médium!", porque eles se referem a parapsiquismo,  mesmo latente,   quando falam isso. Mas não era isso que você queria dizer.

Aí ok, você aceita mediunidade como sinônimo de qualquer sensibilidade, considera até projeção astral como mediunidade ( ehehe) , ai posta alguma técnica para ajudar a despertar parapsiquismo, mas chama de " técnica para desenvolver mediunidade", e alguns vão estranhar ( como eu e o Iogui)

Isso nunca vai ter fim, ehehe.

Para mim,   eu resolvi assim:

só chamo de médium o cara que consegue emprestar seu corpo para que um agente desencarnado use. Os outros eu chamo pela habilidade específica: o sujeito é clarividente, clariaudiente, psicômetra, projetor, telepata... Dá menos confusão, ehehe.

E é diferente "doutrinariamente", porque, por exemplo, o cara pode treinar seu parapsiquismo por técnicas, despertar e querer usar sei lá, até para ganhar dinheiro. É dele, suou para desenvolver, usa como bem entender. Mas uma pessoa que nasceu médium é diferente, fez acordos antes de nascer, para trabalhar com isso pelo bem da humanidade. Modificaram seus corpos sutis para isso, treinou com seu mentor antes de encarnar, para desenvolverem sintonia. Essa pessoa não tem o direito de comercializar essa habilidade, porque ela é um EMPRESTIMO! É como um policial que tem farda, viatura, armas, colete a prova de balas...isso é para usar no trabalho, não para fazer bico como segurança privado. Então por isso é bom separar os casos, não entrar no papo de que todo mundo é médium ( embora ao pé da letra seja) porque daqui a pouco o cara acha que só porque conseguiu desenvolver alguma habilidade, vai cair no papinho de que " é devedor, que fez acordo antes de nascer, que tem que se enfiar em centro espírita", e a confusão vai aumentando, eheheh.

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Para mim médium sempre foi aquele indivíduo que nasceu com habilidades parapsíquicas naturalmente despertas. Ou seja, mediunidade = parapsiquismo. Nesse contexto a afirmação "todos são mediuns" faz bastante sentido. Porém como esse tópico mostrou isso é assunto que confunde muito. O caso que o Sandro adotou parece mesmo a saída para essa confusão só que já li termos como "médium clarividente". Será que alguém que nasceu com mediunidade ativa e que entra no caso de acordo que o Sandro falou mas não faz incorporações pode ser chamado de médium ?

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1 hora atrás, Infinite disse:

Para mim médium sempre foi aquele indivíduo que nasceu com habilidades parapsíquicas naturalmente despertas. Ou seja, mediunidade = parapsiquismo. Nesse contexto a afirmação "todos são mediuns" faz bastante sentido. Porém como esse tópico mostrou isso é assunto que confunde muito. O caso que o Sandro adotou parece mesmo a saída para essa confusão só que já li termos como "médium clarividente". Será que alguém que nasceu com mediunidade ativa e que entra no caso de acordo que o Sandro falou mas não faz incorporações pode ser chamado de médium ?

Em geral eu prefiro usar a palavra médium de acordo com sua raiz latina original ou seja, com significado de "meio", ou seja, indivíduo com habilidades parapsíquicas capacitado a servir como meio de comunicação entre diferentes dimensões.

Dentro dessa definição, se o indivíduo não desenvolveu incorporação mas consegue escutar (clariaudiência) coisas ditadas por consciências que habitam outras dimensões (astral, mental, etc) ele pode ser considerado um médium. O mesmo vale para o clarividente, se ele usar sua clarividência para captar mensagens visuais de outras dimensões e retransmitir de alguma forma ele poderia ser considerado um médium.

Acontece que, possuir clarividência ou clariaudiência num nível que te permita servir como meio de comunicação geralmente só ocorre com indivíduos que possuem mediunidade ostensiva e, em geral, essas capacidades mediúnicas estão acompanhadas de outras.

Nunca ouvi falar de indivíduo que, não sendo médium ostensivo, tivesse adquirido capacidades parapsíquicas suficientes para lhe permitir atuar como médium nesse sentido a que me refiro pois, em geral, é necessário alto nível de parapsiquismo para isso. Mas não descarto a possibilidade apesar de achar bem improvável. Talvez alguém que consiga despertar sua kundalini?

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Em 08/05/2017 at 22:15, MaryQS disse:

Iogui, o que vc entende como holochakra? Fui pesquisar definições desse termo e parece que é o conjunto dos nossos corpos sutis, é isso mesmo?

 

Olá, Mary

Não, esse é um termo cunhado pelo pessoal da conscienciologia. No glossário do livro "Estado Vibracional - pesquisas, técnicas e aplicações" da Nanci Trivellato consta as seguintes definições:

Citar

Holochacra: conjunto de todos os chacras, formadores do corpo energético. Termo substituído por energosoma.

Energosoma: corpo construído por energias conscienciais estruturadas e organizadas na forma de vias ou canais energéticos, conhecidos como meridianos, de energovórtices ou centros energéticos com funções específicas, conhecidos como chacras, e de outras estruturas (energoanatomia). Corpo energético responsável pela vitalização do soma, seus tecidos e células, que permite a atuação do psicossoma sobre o soma e mantém a consciência acoplada ao seu respectivo corpo físico. Nomes anteriormente adotados na Conscienciologia: duplo etérico e holochacra. Expressões equivalentes: corpo bioplástico, corpo prânico, corpo vital e pranayamakosha, entre outros.

Portanto, os dois termos são sinônimos sendo que energosoma é preferido hoje em dia por dar uma idéia mais geral da coisa. Eu ainda costumo usar o termo holochacra quando quero enfatizar o conjunto de chakras do corpo. 

Talvez você tenha confundido o termo com holossoma que seria o conjunto de todos os corpos (somas) de manifestação da consciência, ou seja, para a consciência intrafísica (espírito encarnado): soma + energosoma + psicossoma + mentalsoma. Para a consciência extrafísica (espírito desencarnado): psicossoma + mentalsoma. Para a consciência livre (espírito livre da roda de encarnações): mentalsoma somente.

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