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Lucas Oliveira

Os Pontos-chave do Gnosticismo para iniciantes

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Sandro, sei que você frequentou a gnose samaelina e foi mesmo instrutor lá. O texto indicado no primeiro link tem algo a ver com a gnose samaelina ou é de uma gnose completamente diferente?

Achei curiosa essa definição:

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2.O universo manifesto da matéria e do espírito não foi criado pela unidade espiritual original, mas por seres espirituais que possuem poderes inferiores.

Isso me parece uma peculiaridade bem diferente daquilo que se acredita na maioria das outras tradições, gostaria de comentar?

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21 minutos atrás, Iogui disse:

Sandro, sei que você frequentou a gnose samaelina e foi mesmo instrutor lá. O texto indicado no primeiro link tem algo a ver com a gnose samaelina ou é de uma gnose completamente diferente?

Achei curiosa essa definição:

Isso me parece uma peculiaridade bem diferente daquilo que se acredita na maioria das outras tradições, gostaria de comentar?

Ehhhh, se não me engano isso é coisa dos prieirois gnósticos mesmo. Eles tinham uma visão meio maligna sobre o universo da criação materail .Não tem nada a ver com o que a gnose do Samael ensina.

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1 hora atrás, Joe disse:

Pessoal devia estudar as origens do gnosticismo perder tempo com essas perguntas triviais sobre "gnose samaeliana" ser ou não ser gnose... http://www.iep.utm.edu/gnostic/

Então Joe... eu fiz a pergunta simplesmente por já ter lido o Sandro falando sobre Gnose. Não acho que seja uma perda de tempo e também não tenho planos no momento de estudar nada de gnose, seja samaelina ou não. Apenas tive a dúvida e resolvi perguntar diretamente para quem eu já sabia que poderia saná-la (apesar de eu já ter alguma idéia de, mais ou menos, qual caminho seria a resposta... ainda assim, eu queria confirmar).

Com certa frequencia eu respondo muitas dúvidas triviais de outras pessoas neste fórum e não vejo mal nenhum nisso, pelo contrário, eu acho que é pra isso mesmo que existem fóruns como este. Algo que é trivial para uma pessoa, talvez não o seja para outra, né? Não se esqueça, as pessoas possuem backgrounds distintos, certo? ;-)

De qualquer forma, agradeço pelo link, ele também me foi útil.

1 hora atrás, sandrofabres disse:

Ehhhh, se não me engano isso é coisa dos prieirois gnósticos mesmo. Eles tinham uma visão meio maligna sobre o universo da criação materail .Não tem nada a ver com o que a gnose do Samael ensina.

É, eu já imaginava isso. A visão da criação do mundo material para a gnose samaelina é semelhante à visão teosofica como vista no Compêndio de Teosofia do Leadbeater? 

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1 hora atrás, Iogui disse:

Achei curiosa essa definição:

Isso me parece uma peculiaridade bem diferente daquilo que se acredita na maioria das outras tradições, gostaria de comentar?

Se me permite comentar, os antigos gnósticos atribuíam a criação do nosso universo ao Demiurgo. Aqui o Sandro resumiu essa questão:

Não há exatamente o que esclarecer, demiurgo é sinônimo de deus, porém se manifestando no aspecto de criação da matéria, digamos assim, para usar uma definição prática. Só que tem um pessoal mais paranóico que gosta de criar algumas hipóteses diferentes, do nada, ou as vezes usando como base uns grupos meios estranhos que havia antigamente. Lá atrás, dentro dessa visão que caracteriza o misticismo do ocidente, que vê a matéria como algo "decaído",  muitos grupos do tronco judaico tinham visão negativa sobre tudo relacionado à vida física, por isso viam pecado no sexo, via a raça humana como condenada por essa descida do paraíso para cá, etc..pregavam o celibato, até se castravam supostamente buscando  uma pureza radical, esquecendo que não é na carne (corpo) que reside a "pureza" ou "impureza". Dentro de toda essa visão negativista em relação ao plano físico surgiram diversas crenças, sendo que alguns grupos gnósticos mais extremistas é que ficaram mais conhecidos (como sempre, quem age dentro do bom senso não chama atenção, então não fica nos registros)

Deixo aqui um texto de um seita gnóstico sobre isso, porque sinceramente não tenho muita paciência com esse assunto, que é como debater o sexo dos anjos :

http://gnosesamaelgnosisgnosticos.blogspot.com.br/2010/04/o-demiurgo-deus-criador-do-universo.html

 

****************************************

Bem, ultimante tenho estudado certas fontes de informação e tomo como uma HIPÓTESE que esse Demiurgo é na verdade Lúcifer. Então faz sentido o que eles pregavam contra esse Demiurgo porém isso é advindo de más interpretações do que representa essa entidade. 

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1 hora atrás, Joe disse:

Pessoal devia estudar as origens do gnosticismo perder tempo com essas perguntas triviais sobre "gnose samaeliana" ser ou não ser gnose... http://www.iep.utm.edu/gnostic/

Joe, aqui não tem isso de "perguntas triviais". todo mundo está aqui para aprender e ajudar.

paciência, humildade e respeito é bom e todo mundo gosta.

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O que acontece é que existem os "taradinhos da tradição", e os taradinhos da modernidade. Assim como tem gente que atualiza seus softwares toda semana, porque acredita na IDEOLOGiA de que toda novidade é sinônimo de melhoria e aperfeiçoamento, o que é falso,  é só uma crença interpretativa, um ideologia, portanto, tem gente que acha que somente aquilo que repete as origens é que tem valor, ou é verdadeiro.

Logo que entrei da gnose e encontrei as diversas referências ´religiosas e históricas, de gnose ser uma das heresias, fui investigar isso, e não tem nada a ver. Aqueles gnósticos do passado, assim como os cátaros um grupo mais moderninho e visto como "pobres perseguidos" e injustiçados...enfim, aqueles grupos que foram perseguidos eram meio "maluquinhos" mesmo. Se vocês começam a ler os ensinamentos desse pessoal, embora possa encontrar alguns valores similares a uma espiritualidade mais aberta, similar ao que temos hoje, eles tem também aspectos extremamente sectários, extremistas, que faz a igreja católica parecer um poço de sabedoria e equilíbrio se comparados com eles. 

Nesse lance aí do universo material a visão da gnose segue o padrão da sociedade teosófica sim.

E  na gnose se contava (não sei de onde tiraram isso, dizem que teria sido talvez copiado Gurdjieff, do livro Relatos de Belzebu a seu neto, ) que como cada planeta tem sete raças, em geral cada um encarando numa dimensão, chegou o momento da raça lemuriana, que vivia no Éden (quarta dimensão, Mundo Jinas, ambiente semi-físico, tipo "Avalon") descer para o plano físico, terceira dimensão. Metade da experiência dela seria na quarta, e a outra metade da terceira (caberia à raça atlante viver toda na terceira. Nossa raça , a quinta, a Ariana , viveria metade do tempo  na terceira, e metade na quarta, já iniciando a suba de volta à fonte).

Só que aí quando souberam disso (porque não viviam ainda hipnoitzados , resolveram fazer suicídios em massa, para , desencarnando da quarta, voltar à quinta, e evitar aumento de materialidade.

Como isso poderia afetar o fluxo evolutivo necessário das raças no planeta, criou-se o tal do órgão kundartiguador ( conhecido como kundalini invertido, ou cauda de satã, que é o chackra básico estendido bem para baixo. Eu já acho que ele ser um pouco para baixo já é resquício desse problema, e todos sabemos que problemas no chakcra básico geram desinteresse pela vida física, então fica fácil ligar os pontos, quando maior o chakcra báico, maior o encanto do sujeito pela materialidade e prazeres da terceira dimensão.  Isso aumentou enormemente a fascinação da raça humana pelo universo material (aqui vocês podem deduzir que grupos que tenham tido acesso a essa lembrança, ou a essa informação de alguma fonte de mito ou fábula, se sentiriam traídos por esse golpe né? Daí a criarem teorias que insistem na malignidade dessa operação é um passo).

Isso resolveu o problema, a raça humana adorou a matéria e parou de querer sabotar o fluxo das raças. Só que alega-se que quem fez isso, Loisos e Sakaki, cometeram um erro deixando esse órgão muito tempo instalado na nossa estrutura, o que atrasou nossa evolução, porque a raça ariana já deveria estar habitando na quarta dimensão há décadas, mas ainda estamos na terceira, por essa nossa fascinação que não diminui. Também o kundartiguador seria responsável or o ego ter fincado raízes mais profundamente em nossa psique,

Então de certa forma, sabendo dessa história, seja ela verdadeira ou uma fábula antiga, não faltarão grupos que se sintam sacaneados e aleguem que foram presos aqui por causa de uma falsa divindade, que aprontou para elas. Mas essa á a atitude de todo aquele que tem aquele tipo de personalidade que os faz se interessar por satanismo&afins, por exemplo, é a turma que sempre se sente prejudicada e quer se rebelar contra sei la o que, mas entender como a coisa funciona e aprender com isso, não querem. São os eternos alunos que abandonam a escola porque acha que ela os reprime demais, preferindo ser "ignorantes livres" do que sábios escravos, porque não percebem que a maior prisão sempre será a ignorância.

Mas como eu disse, não sei de onde o Samael tirou essa estorinha, ele raramente citava fontes, o que é comum na literatura mais antiga mesmo.  por isso ora é acusado de inventar, ora de plagiar, ora de adulterar, pois seus críticos não se decidem, importa e criticar aquilo que não bate com a visão deles sobre o tema, afinizados com outras "vibes", e que  tem a mesma mentalidade de certos grupos atuais, que andamos vendo na política.

Inclusive recentemente o Joe andou tentando postar um vídeo e não autorizei, porque não tinha a ver com o assunto do tópico e porque o autor do vídeo gasta quase todo o tempo só criticando o Samael. Sugeri que ele procurasse um tópico mais relacionado, mas acho que ele não teve interesse. Então vou eu mesmo postar aqui, porque sei que a intenção dele (que ele me explicou por MP), era mostrar como a gnose do Samael não tem relação com a gnose antiga ( Dããã, isso é algo que mesmo dentro da gnose se declara) abertamente aliás).

Vou postar o vídeo dele aqui, já satisfaço essa minha pendência com o Joe, e porque o vídeo AGORA, tem relaçao com o tópico. O sujeito alega ter sido gnóstico, mas com 20 anos já tinha entrado na ordem da "Besta 666", o Crowley, então deve ter sido gnóstico quando era adolescente. Isso que explica sua atitude de "ex-fanático traído", que é a mentalidade das pessoas que um dia acharam que o Samael era algum semi-deus que veio pregar a verdade ao mundo, e depois descobriu parágrafos citados ao pé da letra, sem nomear a fonte, e se sentiu enganado.

Infelizmente a gnose produz muitos desses fanáticos, mas a culpa é deles próprios, pois se fizessem a lição de casa e lessem as obras do Samael e dos atures que ele cita,  ao invés de só saírem repetindo o que aprenderam de outros fanáticos, entenderiam que a gnose é um produto cultural atual, ou como o próprio Samael dizia, A SINTESE de todas as outras ordens. Ora, o que é síntese, é coletânea incompleta, é resumo, é um corpus que aponta direções para maior aprofundamento especializado caso o sujeito deseje. Não pode ser vista como toda a verdade sobre os variados temas da qual ela trata, só os fanáticos a enxerga assim, mas é um erro bem comum, porque a gente ensina as pessoas a serem livres e buscarem por si, mas elas gostam mesmo é de serem seguidoras de homens, de seitas, de tradição e doutrinas. Aí de vez em quando ficam brabinhas e saem chutando tudo, porque não entenderam bem a coisa, lá atrás:

 

 

 

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Ehhhh, se não me engano isso é coisa dos prieirois gnósticos mesmo. Eles tinham uma visão meio maligna sobre o universo da criação materail .Não tem nada a ver com o que a gnose do Samael ensina.

.................

Estava relendo agora no onibus...Bom. O texto do primeiro link pega as linhas bem gerais do qeu caracteriza o pensamento gnostico. Dentro dessa froma bem geral, está correto. O segundo íten nesse caso deveria ser visto também dentro dessa atirude geral. Logo, nessa primeira leitura achei que esse item se referia à conhecida paranóia sobre o demiurgo, mas agora relendo vejo que não. Ele ali só está dize do que não é a fonte original que cria tudo, mas sim seus desdobramentos. Isso faz parte da tradiçao religiosa, os Elohim, os Anjos, tem toda uma hierarquias de " trabalhadores" divinos responsáveis pela criaçao de cada aspecto mais distante da fonte. E quando mias distante, mais mecanicidade, mais interferencia de leis inferiores no projeto. Por isso a narrativa sobre Loisos e Sakaki se encaixa tambem nisso. Sendo auxiliares divinos imperfeitos sempre há o risco de errar em algum aspecto. Apenas mo seio da divindade, no universo ainda não-manifesto, é que pode haver perfeiçao.

Se voces usarem o diagrama da arvore da vida como referencia, Kether é o primeiro ponto de manifestaçao, brotando do "não manifesto" dos três Ain ( Ain, Ain Soph, Ain Soph Aur).

Tree_of_Life.gif

 

Outra representação, que não incluir os três Ain, é assim:

ARVORE-CABALISTICA.jpg

 

Em Kether tudo é Uno. Não há polaridade, dicotomias, causa e consequencia, tese e antítese. Mas de Kether brotam a seguir Chockmah e Binah, constituindo assim uma divisão dessa zona superior em "polaridade", o uno agora virou outros dois, digamos "impulso" e "inércia", ativo e passivo. Nesse plano temos as trindades divinas das religioes, mas  nesse nível já o Uno não é só perfeiçao, porque a divisão impede isso. É o mundo das três leis, que é menos perfeito que o mundo da Lei do Uno. Nós vivemos em Malkuth, o mundo das 48 leis, onde muito mais imperfeiçao existe.

E dentro desse diagrama da arvore da vida ainda sao classificados os seres que o administram , que é aquela listagem de serafins, querubins, tronos, anjos, arcanjos, etc.

anjos.gif

 

São " expressoes da divindade" menos perfeitos que a fonte do Uno. Daí esse papo de o universo material ser produto de seres menos perfeitos que Deus. Acontece qeu esse "Deus" é mais uma abstraçao, porque ele se e expressa nos planos abaixo da fonte apenas pelos seus desdobramentos respectivos, assim como o SUS se expressa para você através do médico do postinho de saude.

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Interessante, Sandro,

Será se podemos relacionar esses quatro mundos representados nesta última árvore da vida com as quatro Yugas (idades) ensinadas na filosofia Yoga/Vedanta (Me parece que a Teosofia também se baseia nesses conhecimentos) ?

As quatro Yugas (Yuga = uma idade do mundo):

  • Satya Yuga
  • Tetrâ Yuga
  • Dvâpara Yuga
  • Kali Yuga
Citar

No começo, durante Satya-yuga (4.800 anos – o começo do ciclo descendente de 12.000 anos), a era da verdade, a religião está presente com suas quatro pernas intactas e é cuidadosamente mantida pelas pessoas dessa era. Essas quatro pernas são a veracidade, a misericórdia, a austeridade e a caridade.

As pessoas de Satya-yuga são em sua maioria auto-satisfeitas, amigáveis com todos, pacíficas, sóbrias e tolerantes. Derivam seu prazer do interior de si mesmas, veem todas as coisas com igualdade e sempre se esforçam diligentemente para conseguir a perfeição espiritual.

Em Tretā-yuga (3.600 anos) cada perna da religião é gradualmente reduzida em um quarto pela influência dos quatro pilares da irreligião – a mentira, a violência, a insatisfação e a disputa.

Em Tretā-yuga as pessoas se devotam à realização de rituais e severas austeridades. Não são excessivamente violentas, nem buscam exageradamente o prazer sensual. Seus interesses se baseiam primariamente em religiosidade, desenvolvimento econômico e gratificação sensual controlada, e conseguem prosperidade seguindo as prescrições dos Vedas. Embora nesta era a sociedade tenha as quatro castas, a maioria das pessoas são brāhmaṇas (sacerdotes).

Em Dvāpara-yuga (2.400 anos) as qualidades religiosas de austeridade, verdade, misericórdia e caridade são reduzidas à metade por suas contrapartidas – insatisfação, mentira, violência e inimizade.

Em Dvāpara-yuga as pessoas estão interessadas na glória e são muito nobres. Elas se devotam ao estudo dos Vedas, possuem grande riqueza, sustentam grandes famílias e gozam a vida intensamente. Das quatro castas, os kṣatriyas (governantes, guerreiros) e brāhmaṇas são os mais numerosos.

Em Kali-yuga (1.200 anos) apenas um quarto dos princípios religiosos permanece. Este último quarto será continuamente diminuído pelos sempre crescentes princípios da irreligião e finalmente será destruído.

Em Kali-yuga as pessoas tendem a ser gananciosas, mal comportadas e impiedosas, e lutam umas contra as outras sem uma boa razão. Infelizes e atormentadas pelos desejos materiais, as pessoas de Kali-yuga são quase todas śūdras (casta operária) e selvagens.

Fonte: http://yoga-ensinamentos.blogspot.com.br/2016/11/os-quatro-yugas-srimad-bhagavatam.html

 

 

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Nao dá, porque os quatro yugas sao 4 idade de cada raça. Se voce obervar por exemplo apenas a raça ariana, ela tem as quatro yugas. Porem a raça ariana, bem como a atlante, for raças fisicas, sediadas portanto portanto totalmente em Assiah, se olharmos Assiah como o plano fisico.  Entáo a Raça lemuriana, que foi metade na dimnesao nao fisica, e metade da fisica, dentro dessas quatro idads, em algum momento desceu de plano , mas a atlante e a ariana cada uma passou pelas quatro idades, sem mudar de plano.

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1 hora atrás, sandrofabres disse:

Nao dá, porque os quatro yugas sao 4 idade de cada raça. Se voce obervar por exemplo apenas a raça ariana, ela tem as quatro yugas. Porem a raça ariana, bem como a atlante, for raças fisicas, sediadas portanto portanto totalmente em Assiah, se olharmos Assiah como o plano fisico.  Entáo a Raça lemuriana, que foi metade na dimnesao nao fisica, e metade da fisica, dentro dessas quatro idads, em algum momento desceu de plano , mas a atlante e a ariana cada uma passou pelas quatro idades, sem mudar de plano.

Eu acho que as Yugas não se aplicam isoladamente a cada raça não heim?

Pelo que entendi as Yugas se aplicam de forma mais global e estaríamos agora na Kali Yuga que teria começado há aprox 5200 anos atrás com o advento da desoma de Krishna.

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Na Gnose tratamos assim, cada raça com quatro idades, toda raça termina na idade de ferro, quando tudo se degenera e culmina nu "juízo final".

Então surge a nova raça, após esse juízo, com os retardatários tendo sido levados para outro planeta mais primitivo, e ficando só os representante mais positivos daquela raça. Então cada nova raça surge sempre na Idade de ouro, e vai decaindo progressivamente até atingir uma nova idade de ferro, e um novo juízo.Por isso aqui o Samael fala sobre a futura Idade de Ouro:

http://www.gnosisonline.org/magia-cosmica/fantasias-e-realidades-sobre-a-era-de-aquarius/

Aqui fala das quatro idades para cada raça:

http://videosgnosticos.blogspot.com.br/2008/08/vm-samael-aun-weor-falta-do-batismo-e.html

E aqui tem outros temas paralelos, relacionados com isso

http://www.gnosisonline.org/antropologia/as-sete-racas-raizes/

http://www.gnosisonline.org/antropologia/as-sete-rondas-planetarias/

 

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:D O post rendeu se eu não tivesse cutucado a onça com a vara curta as coisas não teriam rendido assim. Eu mesmo respondo essas perguntas básicas e triviais. Boa parte dos meus post é explicando alguma coisa simples.

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Fantasma do Gnosticismo ronda CERN: para pesquisadores Universo não deveria existir!

Quanto mais a Ciência se distancia do antigo modelo mecanicista de Universo, curiosamente mais se aproxima da antiga Cosmogênese do Gnosticismo e da mitologia grega na qual mesmo o poderoso Zeus estava submetido às leis do Senhor do Tempo – Cronos. Pesquisadores do CERN perplexos afirmam: o Universo não deveria existir! Sem conseguirem encontrar assimetria entre matéria e anti-matéria, os pesquisadores atestam que o Universo deveria ter se auto-aniquilado no segundo seguinte à Criação após o Big Bang. Ao mesmo tempo, cientistas do Instituto Max Planck na Alemanha chagaram a dados relativos à energia interna de um buraco negro que inesperadamente confirmam a hipótese do Universo Holográfico – em algum lugar nos limites do Universo existiu uma superfície 2D que “codificou” toda a informação que descreve a nossa realidade 3D + Tempo. A improbabilidade do Universo seria mais uma evidência do cosmos ser uma simulação finita? 

http://cinegnose.blogspot.com.br/2017/11/fantasma-do-gnosticismo-ronda-cern-para.html

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Papiro com 'ensinamentos secretos' de Jesus a seu 'irmão' é encontrado

Esta é a cópia grega mais antiga do texto apócrifo, que já havia sido dada como perdida

— Textos gnósticos como o "Primeiro Apocalipse de Tiago" foram banidos por causa de sua "compreensão diferente" da importância de Jesus — diz Brent Landau. — Eles entendem Jesus muito mais em termos de ser um revelador da sabedoria humana do que como um messias. De acordo com esses textos gnósticos, Jesus ensinou que o mundo material é realmente uma prisão criada por um ser maligno, algo muito parecido com o filme "Matrix", essencialmente.

No texto, Jesus descreve esta prisão terrena para seu "irmão". Ele revela que o mundo é protegido por figuras demoníacas chamadas "archons", que estão bloqueando o caminho entre o mundo material e a vida após a morte.

https://oglobo.globo.com/sociedade/historia/papiro-com-ensinamentos-secretos-de-jesus-seu-irmao-encontrado-22147336

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Mídia dilui significado da descoberta de papiro com "ensinamentos secretos" de Jesus

As notícias foram dadas como alguma coisa entre Indiana Jones, conspirações do “Código da Vinci” de Dan Brown ou sobre Jesus convenientemente próximo do Natal. As notícias sobre a descoberta do manuscrito em grego do “Primeiro Apocalipse de Tiago” (manuscrito apócrifo gnóstico até então conhecido em linguagem copta da chamada “Biblioteca de Nag Hammadi”), perdido no acervo da Universidade de Oxford, foram cercadas por uma mitologia midiática que sempre é acionada para diluir aquilo que é de mais virulento e revolucionário no Gnosticismo (razão pela qual foi tão perseguido por toda a História): os conflitos políticos e econômicos como parte do drama de uma luta cósmica entre o Bem e o Mal, sem superação dialética ou solução evolutiva. A grande mídia cobriu a descoberta como “religiosa”, diluindo a potencial ameaça às instituições desse mundo: de que Jesus não veio para nos “salvar”, mas para nos revelar algo que já existe dentro de nós – apenas nos fazem esquecer através de ilusões. E a mídia que “noticia” a descoberta do manuscrito é uma delas.

http://cinegnose.blogspot.com.br/2017/12/midia-dilui-significado-da-descoberta.html

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Em 26/04/2017 at 23:17, Iogui disse:

Então Joe... eu fiz a pergunta simplesmente por já ter lido o Sandro falando sobre Gnose. Não acho que seja uma perda de tempo e também não tenho planos no momento de estudar nada de gnose, seja samaelina ou não. Apenas tive a dúvida e resolvi perguntar diretamente para quem eu já sabia que poderia saná-la (apesar de eu já ter alguma idéia de, mais ou menos, qual caminho seria a resposta... ainda assim, eu queria confirmar).

Com certa frequencia eu respondo muitas dúvidas triviais de outras pessoas neste fórum e não vejo mal nenhum nisso, pelo contrário, eu acho que é pra isso mesmo que existem fóruns como este. Algo que é trivial para uma pessoa, talvez não o seja para outra, né? Não se esqueça, as pessoas possuem backgrounds distintos, certo? ;-)

De qualquer forma, agradeço pelo link, ele também me foi útil.

É, eu já imaginava isso. A visão da criação do mundo material para a gnose samaelina é semelhante à visão teosofica como vista no Compêndio de Teosofia do Leadbeater? 

Desculpa pela rispidez 

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Uma boa explicação espirita do gnosticismo é essa:

Citar

Enquanto em nosso planeta os homens primitivos dividiam as florestas, savanas e geleiras com os animais, caçando e colhendo frutos selvagens para se alimentar, se abrigando em cavernas, mudando de lugar assim que os recursos se escasseavam, um outro planeta distante, com afinidades com a nossa humanidade, vivenciava uma fase muito a frente em sua evolução.

Nesse outro planeta, seus habitantes já conheciam o progresso da tecnologia. Viviam o conforto de quem compreendeu as leis naturais para aplacar a fome, o frio, gerar abrigos seguros e tudo o que hoje boa parte de nós usufrui. Mas a humanidade desse planeta já havia adquirido uma compreensão melhor dos valores morais, da solidariedade, da necessidade de oferecer condições iniciais da vida para todos os indivíduos, dando grande valor à igualdade e à liberdade. Substituindo os privilégios pela oportunidade igual para todos, esse mundo vivenciavam uma salutar regeneração de seus habitantes. A grande maioria das pessoas, antes agindo de forma egoísta, compreenderam o valor da solidariedade, a segurança e bem estar que se conquista com ele, e abandonaram o pensamento fixo em si mesmo.

Um parte desses indivíduos, no entanto, impregnados do egoísmo e orgulho, não queriam abrir mão do poder e dos privilégios. Sua condição moral não estava mais adequada a esse planeta, eles destoavam da maioria, estavam perdendo a oportunidade de continuar ali, não por castigo, mas em virtude da evolução natural das coisas. Seguindo então, essas leis naturais, tornaram-se exilados desse planeta, passando a reencarnar em nosso mundo primitivo, a Terra há mais de dez mil anos passados.

Para eles, esse fato foi um marco terrível. De forma alguma eles retroagiram ou deram um passo atrás na evolução, isso não ocorre. Em verdade eles se tornaram incompatíveis com a fase evolutiva na qual a maioria de sua humanidade se empenhava. Eles estavam em busca da felicidade merecida, e nada pode impedir esse destino planejado por Deus.

Os exilados representaram os espíritos em expiação em nosso planeta, e foram eles mesmos que deram início ás primeiras civilizações da Terra. E é exatamente esse detalhe que escapa de quem estuda o espiritismo. Apesar de nosso planeta estar vivenciando a fase de expiações e provas, a grande maioria dos espíritos não estão nessa condição. Explica o Evangelhosegundo o espiritismo:

Entretanto, nem todos os Espíritos que encarnam na Terra vão para aí em expiação. As raças a que chamais selvagens são formadas de Espíritos que apenas saíram da infância e que na Terra se acham, por assim dizer, em curso de educação, para se desenvolverem pelo contato com Espíritos mais adiantados.

A tarefa dos exilados seria ensinar as massas de almas primitivas da Terra. Continua a explcação dos espíritos:

Os Espíritos em expiação, se nos podemos exprimir dessa forma, são exóticos, na Terra; já tiveram noutros mundos, donde foram excluídos em consequência da sua obstinação no mal e por se haverem constituído, em tais mundos, causa de perturbação para os bons. Tiveram de ser degradados, por algum tempo, para o meio de Espíritos mais atrasados, com a missão de fazer que estes últimos avançassem, pois que levam consigo inteligências desenvolvidas e o gérmen dos conhecimentos que adquiriram. Daí vem que os Espíritos em punição se encontram no seio das raças mais inteligentes. Por isso mesmo, para essas raças é que de mais amargor se revestem OS infortúnios da vida. E que há nelas mais sensibilidade, sendo, portanto, mais provadas pelas contrariedades e desgostos do que as raças primitivas, cujo senso moral se acha mais embotado.

A missão dos exilados era a de libertar os povos primitivos, explicando que a lei que rege o mundo espiritual é a da autonomia intelecto moral. No entanto, eles, em virtude mesmo do egoísmo e orgulho que se revestiam, dominaram os povos que aqui encontraram, considerando-os submissos, e fazendo uso deles para favorecer seus desejos de poder e privilégio. Mas essa é outra história. 

 

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“De acordo com o ensino dos Espíritos, foi uma dessas grandes imigrações, ou, se quiserem, uma dessas colônias de Espíritos, vinda de outra esfera, que deu origem à raça simbolizada na pessoa de Adão e, por essa razão mesma, chamada raça adâmica. Quando ela aqui chegou, a Terra já estava povoada desde tempos imemoriais, como a América, quando aí chegaram os europeus” (KARDEC, Allan. A Gênese).

Citar

“Mais adiantada do que as que a tinham precedido neste planeta, a raça adâmica é, com efeito, a mais inteligente, a que impele ao progresso todas as outras. A Gênese no-la mostra, desde os seus primórdios, industriosa, apta às artes e às ciências, sem haver passado aqui pela infância espiritual, o que não se dá com as raças primitivas, mas concorda com a opinião de que ela se compunha de Espíritos que já tinham progredido bastante. Tudo prova que a raça adâmica não é antiga na Terra e nada se opõe a que seja considerada como habitando este globo desde apenas alguns milhares de anos, o que não estaria em contradição nem com os fatos geológicos, nem com as observações antropológicas, antes tenderia a confirmá-las” (A Gênese).

O que, afinal, representa o mito de Adão?

A interpretação do mito da queda de adão tradicionalmente tem dois caminhos culturais diferentes. Um deles é a utilização pelos grupos religiosos do texto bíblico. Os sacerdotes dão uma explicação literal, considerando a história de Adão como uma narrativa literal de fatos ocorridos longe do alcance da percepção do homem, nas origens do mundo. A queda de Adão e Eva foi, no entendimento religioso, um evento ou acidente ocorrido num determinado lugar e época do passado. Um fato da pré-história da humanidade.

Por outro caminho, diversos filósofos e pesquisadores da ciência, nos últimos séculos, interpretam o mito da queda representando-o em suas teorias pelos conceitos de “pulsão ideológica”, “arquétipo coletivo”, uma aplicação universal do “inconsciente coletivo”, entre outras interpretações científicas dessa narrativa.

E aqui é que desejamos chamar sua atenção para a importante contribuição que a doutrina espírita tem a oferecer, a partir dos seus conceitos fundamentais – considerados de forma independente das questões temporais presentes no texto de Kardec. O Espiritismo tem respostas objetivas para esclarecer tanto o pensamento religioso quanto o científico! E, tendo sucesso nesses dois desafios, permite então uma ponte, um encontro, para que ocorra futuramente um diálogo, por mais difícil que pareça, entre esses dois campos do conhecimento: ciência e religião. Vejamos.

Segundo a teoria dos espíritos, o mito de Adão, como todos os outros mitos da queda, não são falsos. Eles fazem referência a um fato histórico, porém, interpretado de forma simbólica. A queda na origem da humanidade representa uma lembrança intuitiva dos espíritos que foram exilados de outro planeta, onde viviam uma condição melhor do que a encontrada em nosso mundo primitivo. Eles saíram de lá em virtude da insistência em manter privilégios e poder, derivados do egoísmo e orgulho presentes em suas personalidades.  Quando aqui chegaram, contribuindo para o surgimento da civilização, viviam todavia uma  angústia de estar vivendo num mundo sem recursos, sem conforto, junto a uma população nativa simples e ignorante. O contato desse pequeno grupo, as lembranças intuitivas do planeta melhor que deixaram, formaram as imagens arquetípicas do paraíso, da queda, do homem culpado pelo erro, que busca reconciliar-se com a divindade para merecer um retorno ao mundo feliz. Todos esses sentimentos e conflitos estão presentes na narrativa de Adão e Eva.

O equivoco da interpretação literal desse mito está precisamente em generalizar para toda a humanidade, como uma narrativa de origem coletiva, uma vivencia pessoal de um grupo de espíritos, em decorrência de suas próprias escolhas. Em verdade, apenas um pequeno grupo de espíritos vivenciaram esses fatos do exílio, enquanto a grande maioria da humanidade estava habitando em nosso mundo primitivo suas primeiras encarnações humanas. Em suas primeiras experiências, num processo de aprendizado natural e progressivo, estavam livre dos pesados sentimentos de culpa dos exilados.

No entanto, pela imposição da cultura religiosa, – utilizada como meio de dominação e submissão das massas –, o medo, a culpa pelo pecado, o medo do mundo novo, o rancor de se achar punido, todas essas dores que representam uma verdadeira expiação dos espíritos exilados foram transferidos, pela catequese dos mitos religiosos, para toda a população de nosso planeta, sendo transmitido, geração após geração, transformando-se em cultura e vivência psicológica e social.

Ainda hoje a angústia da queda está presente na experiência psicológica de muitas pessoas, devido à sua trajetória espiritual, mas, é importante frisar, essa condição é absolutamente pessoal, e não pode ser generalizada. Um filósofo, um psiquiatra, um psicólogo que, por meio da introspecção investigue os seus próprios sentimentos, pode, com uma observação sincera e atenta, encontrar em si mesmo essa culpa primordial, mas ela é só sua, fruto de suas escolhas no decorrer de suas vidas.

Partindo desse segundo ponto de vista psicológico, os exilados vivenciam um processo evolutivo intelecto-moral que é natural dos espíritos, como explica o Espiritismo. Todos evoluem a partir de suas escolhas, conforme se elabora paulatinamente o livre-arbítrio, vida após vida. O que aqui queremos destacar é o fato de que esses fenômenos migratórios, esses relatos históricos originais de nossa civilização podem ser objetos de estudos sociais, antropológicos, arqueológicos, sociológicos. Servem para a interpretação coletiva de nossa humanidade. Mas não tratam da origem do mal que pudesse explicar a natureza humana, não definem a origem da imperfeição de cada um. Segundo o ensinamento dos espíritos, todos evoluem desde a condição de simples e ignorante, e as escolhas morais autônomas individuais formam uma trajetória que representa  a causa da condição intelecto-moral de cada indivíduo. A questão da evolução moral é um fenômeno psicológico, devendo ser interpretado individualmente e não de forma coletiva e geral.

Um exemplo deixará esse raciocínio mais claro. A capacidade de nosso cérebro e o comportamento instintivo que temos, como ter medo e as reações fisiológicas e comportamentais dessa emoção, são estabelecidas pela fisiologia humana e podem ser estudados pelos neurocientistas, psicólogos, psiquiatras. A origem desses fenômenos é orgânica, tendo se desenvolvido pela evolução de nossa espécie, o homo sapiens. Já as diferenças morais e intelectuais de cada um, de acordo com o Espiritismo, não têm origem orgânica e genética. Essa condição é individual, e depende do rumo estabelecido desde as primeiras vidas humanas, as escolhas, e a história pessoal estabelecida. Trata-se de um fenômeno psicológico e existencial.

O homem é um ser complexo, tendo inclusive uma dupla natureza. Ele é espírito, e vivendo na condição encarnada, faz uso de um corpo animal, elaborando em cada vida uma personalidade nova. A uma trajetória espiritual construída por cada um e que define sua condição espiritual. E em cada vida construímos uma experiência nova, uma página, um instante apenas, que, progressivamente, constrói o voluntário entendimento das leis universais presentes em nossa consciência, o que nos tornará futuramente bons, sábios e felizes. “O homem é um espírito encarnado” constituído de individualidade espiritual e uma personalidade em cada nova vida, esse é o princípio da psicologia espírita.

O Espiritismo tem muito a contribuir tanto para o campo cultural da religião quanto para o da ciência. Mas a interpretação do ensinamento dos espíritos precisa ser feita com muito cuidado aos detalhes, para não cair em interpretações falsas, e, corre-se o risco, caso persistiam equívocos, dar início a novos mitos que se distanciam do significado original!

fonte:

https://revolucaoespirita.com.br/exilados-fim/

https://revolucaoespirita.com.br/os-exilados-chegada/

https://revolucaoespirita.com.br/os-exilados-3/

 

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