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Prates Anderson

A base da mediunidade

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Olá amigos sou novato aqui !!!!

Tenho 40 anos sou de são paulo, e ultimamente passando alguns perrengues espirituais (risos).

Com 18 anos frequentava o centro espirita Vicente de Paula em São Paulo na Zona Leste, e desde então o meu "orientador" dizia que mais do que nunca meu grau de mediunidade era muito alto que deveria o quanto antes desenvolver sem deixar para depois...

Pois bem deixei para depois, frequentei outros centros, mas a preguiça de ler o evangelho e toda a doutrina que levaria dois anos ou até 8 anos pela federação fui deixando tudo para depois, em 2014 para 2015 fui diagnosticado com síndrome do panico, fiz tratamento tanto espiritual como com remédios, e continuei com as mesmas respostas, mediunidade aflorada, e muita mas muita legião de obsessores a minha volta. estou em tratamento num centro espirita próximo da minha casa pois não suportava as visões, escutas e pensamentos negativos, hora suicídio entre outras formas como alcoolismo, drogas e tudo. conforme estou vencendo as barreira a coisa está piorando e ficando mais forte as vozes e visões. Ai pergunto será que um dia tem fim essa obsessão toda ? O centro que frequento digamos que não trabalha com apometria ou transporte (método usado na qual o médium é seu guia e o espirito que esta te obsediado  entre em contato tipo um telefone rss) hoje não acho centro com essa pegada mais forte e que alivia esses pensamentos mais rapidamente. Queria saber dos amigos se alguém já passou por esta situação e quais dicas você podem dizer. 

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Temos poucos membros que são médiuns aqui. Acho que você deveria também procurar algum fórum de mediunidade também deve ter mais gente qualificada para te dar opinião.

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Kkkkk, não, é que acho que a gente precisaria memso ter mais médiuns, porque muita gente aqui vem com dúvidas relacionadas à mediunidade, talvez porque achem que projeção tem alguma relação com mediunidade, e não vejo membros capazes de ajudar nisso. Adoraria que tivéssemos mais médiuns, para poder ajudar nessas questões, porque acho que há bastante procura, mas não sei onde eles se reúnem. Suponho que exista fóruns de médiuuns, mas não sei mesmo. Só escrevi para te alertar que caso ´só uns dois te respondam, não é descaso dos colegas, é que tem poucos mesmo.

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Aliás, pelo que sei de médiuns, muitos se queixam que a´te em centro espírita não tem muiot suporte, parece que tudo se resume a mandarem eles estudarem os livros do Kardec, é estranho, parece que falta mais rede se apoio mútuo para as dificuldades que só os médiuns enfrentam mesmo.

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Então antigamente os centros meio que quando achavam um médium era um suporte lascado era uma figura importante, agora tem a parte comercial, tem uns picaretas que lançaram a faculdade para desenvolver mediunidade tem mensalidade e  tudo mais, e as outras como a preocupação maior e volume esquece que tem muito médium também precisando de ajuda, outra coisa é que se realmente  eu chegar nesta patamar pretendo montar algo voltado a doutrinação antiga do espiritismo 

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1 hora atrás, sandrofabres disse:

Suponho que exista fóruns de médiuuns, mas não sei mesmo.

Sinceramente, eu duvido!

Mas sabe que nunca pensei em procurar?... Médium é tudo gente complicada cheia de problemas, já pensou um fórum cheio deles?... Hahaha

Prates Anderson, eu sou médium como já descrevi aqui neste fórum em outros tópicos, por exemplo:

Entretanto, embora seja médium, nunca tive esse tipo de problema de ficar vendo ou escutando coisas pois não desenvolvi clarividência ou clariaudiência. Mas ainda assim, vou tentar dizer alguma coisa porque nenhuma mediunidade é igual mas existem entre os médiuns, alguns problemas em comum.

Então... Por favor me perdoe pela franqueza mas: deixe de ser preguiçoso! 

Se a sua mediunidade está te incomodando é porque você não está dando a ela a atenção que deveria.

1 hora atrás, Prates Anderson disse:

Ai pergunto será que um dia tem fim essa obsessão toda ?

Depende mais de você do que você imagina.

Você não precisa de um centro "com uma pegada mais forte", você precisa é dar atenção ao seu momento.

Toda mediunidade em desequilíbrio/desarmonia é um convite a rever conceitos e a trabalhar sua própria atitude em relação à presente encarnação.

Se você não tem paciência para estudar os 2, 3 ou 8 anos que o espiritismo kardecista exige. Busque um outro caminho mas busque com afinco. Não existe lugar ou doutrina mais correta que a outra. Há vários caminhos. E não tenha preguiça de estudar, de aprender. Pois é isso que sua mediunidade está te alertando, que você precisa se mover.

Obs.: Estando realmente interessado em se acertar em relação a isso. Peça com sinceridade para seus mentores que lhe encaminhem para o lugar e oportunidade adequados e você terá ajuda pois nenhum médium nasce médium sozinho, sempre existe um suporte que foi acertado em período intermissivo.

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Logui muito obrigado boa parte do que você disse é o que realmente necessito, fiz um curto de terapia holistica parando na metade pela preguiça, e meu professor mesmo dizia que meu cuida disso ai cara... vai dar problema rssss

 

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Sou médium e estou obsediado, então posso falar algo sobre minha experiência.

Estou fazendo tratamento faz 7 ou 8 meses e pelo que estou percebendo todo esse tempo foi dedicado a cortar as conexões que foram criadas, principalmente as do pensamento. Ele conseguiu penetrar meu corpo espiritual à muito tempo atrás e durante quase 2 décadas ficou criando “raízes”

Não se trata de vir pensamentos, mas sim dele utilizar a minha mente para pensar. Apesar de pensar (às vezes pensamentos longos) sem minha vontade, em momento algum perdi minha vontade/consciência/bom senso ou fiz coisas sem querer. Parece que o processo é diferente do tipo de obsessão por vibração (harmonia de pensene entre os 2) ou possessão.

Por causa do progresso lento fiz um ebó num terreiro de umbanda e a única coisa que ocorreu foi confusão mental e uma leve perda de consciência devido à movimentação das energias do meu corpo. Logo, dá para concluir que ele está bem entrincheirado e neste ritmo essa novela vai levar mais alguns meses para acabar.

A quanto tempo você faz tratamento? Acha que foi criada alguma conexão profunda com alguma entidade?

Caso não, eu descreveria sua situação como assédio, daí é mais simples. Obsessores são espíritos humanos agindo feito animais, fazem o que fazem instintivamente para saciar seus desejos e emoções*. Conversa mole não vai resolver, basta não fornecer nem 1% do que eles querem para perderem o interesse.

Vícios e desequilíbrios emocionais como o que você relatou acima não podem existir mais em sua vida. Quando me vem a mente algum sentimento negativo, deixo claro para mim que é alguma entidade atacando energeticamente, mesmo que haja um bom motivo para o sentimento negativo. O ponto principal é não se identificar com aquilo, você é a consciência não o sentimento.

Caso a fonte de desequilíbrio seja mesmo assédio logo o sentimento cessa, pois pela minha experiência eles não têm muito saco para persistir quando não dá certo. Se for algo teu (no sentido de ser justificável, morte de parente, demissão...), aconselho à negar o sentimento da mesma maneira e buscar voltar ao equilíbrio dentro de suas possibilidades.

Sobre visões e pensamentos que podem vir DEPOIS da obsessão/assédio acabar isso vai fazer parte de sua vida. Pode aceitar a situação e crescer com ela ou ser arrastado, afinal você terá que passar por isso de qualquer maneira.

Penso que nem preciso falar muito sobre trabalhar a mediunidade, pois quando se é médium isso vira obrigação.

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

*Provavelmente tem um bom motivo para estarem no seu pé, mas agora eles são os que menos se importam com justiça, então pensar nisso vai ajudar em nada.

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6 minutos atrás, Criador dos Ventos disse:

Sou médium e estou obsediado, então posso falar algo sobre minha experiência.

Estou fazendo tratamento faz 7 ou 8 meses e pelo que estou percebendo todo esse tempo foi dedicado a cortar as conexões que foram criadas, principalmente as do pensamento. Ele conseguiu penetrar meu corpo espiritual à muito tempo atrás e durante quase 2 décadas ficou criando “raízes”

Não se trata de vir pensamentos, mas sim dele utilizar a minha mente para pensar. Apesar de pensar (às vezes pensamentos longos) sem minha vontade, em momento algum perdi minha vontade/consciência/bom senso ou fiz coisas sem querer. Parece que o processo é diferente do tipo de obsessão por vibração (harmonia de pensene entre os 2) ou possessão.

Por causa do progresso lento fiz um ebó num terreiro de umbanda e a única coisa que ocorreu foi confusão mental e uma leve perda de consciência devido à movimentação das energias do meu corpo. Logo, dá para concluir que ele está bem entrincheirado e neste ritmo essa novela vai levar mais alguns meses para acabar.

A quanto tempo você faz tratamento? Acha que foi criada alguma conexão profunda com alguma entidade?

Caso não, eu descreveria sua situação como assédio, daí é mais simples. Obsessores são espíritos humanos agindo feito animais, fazem o que fazem instintivamente para saciar seus desejos e emoções*. Conversa mole não vai resolver, basta não fornecer nem 1% do que eles querem para perderem o interesse.

Vícios e desequilíbrios emocionais como o que você relatou acima não podem existir mais em sua vida. Quando me vem a mente algum sentimento negativo, deixo claro para mim que é alguma entidade atacando energeticamente, mesmo que haja um bom motivo para o sentimento negativo. O ponto principal é não se identificar com aquilo, você é a consciência não o sentimento.

Caso a fonte de desequilíbrio seja mesmo assédio logo o sentimento cessa, pois pela minha experiência eles não têm muito saco para persistir quando não dá certo. Se for algo teu (no sentido de ser justificável, morte de parente, demissão...), aconselho à negar o sentimento da mesma maneira e buscar voltar ao equilíbrio dentro de suas possibilidades.

Sobre visões e pensamentos que podem vir DEPOIS da obsessão/assédio acabar isso vai fazer parte de sua vida. Pode aceitar a situação e crescer com ela ou ser arrastado, afinal você terá que passar por isso de qualquer maneira.

Penso que nem preciso falar muito sobre trabalhar a mediunidade, pois quando se é médium isso vira obrigação.

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*Provavelmente tem um bom motivo para estarem no seu pé, mas agora eles são os que menos se importam com justiça, então pensar nisso vai ajudar em nada.

Sim amigo é isso mesmo que eu venho fazendo, de uma semana pra cá, fica um subpensamento dizendo olha isso é uma faca (ahm eu sei) enfia ela na barriga, corta o seu dedo, quero que você sinta dor. eu tenho medo até de injeção ta bom que vou fazer isso. mas é um saco porque e vozes que vao e vem vão e vem, mas estou em tratamento mas acredito que boa parte vou ter que desenvolver por conta e risco, piorou um pouco quando fui a umbanda, devo ter atraido mais um pouco para mim. 

 

Mas valeu pelas dicas muita gratidão 

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Iogui, não entendi bem o que você quis dizer com " dar atenção ao seu momento".

Por um lado me fez pensar que seria dar atençao aos obsessores, saber o que eles querem afinal?

Pensei nisso também lembrando deste caso estranho ( para mim pelo menos) da Eleanor Longden, em que ela relata que só conseguiu melhorar após começar a conversas com as vozes que ouvia:
https://www.ted.com/talks/eleanor_longden_the_voices_in_my_head/up-next?language=pt-br

( Quem quiser o livro, eu comprei e desbloqueei: Learning from the Voices in My Head - Longden_ Eleanor.mobi

Deve abrir com qualquer leitor de ebooks genérico, como o Calibre. Se não conseguirem, me avisem que converto para formato de texto)

 

Ou esse  "dar atenção ao seu momento" seria mais como considerar a mediunidade exacerbada um sintoma de outros maus hábitos, e dar atenção a isso seria " procurar identificá-los e corrigi-los", para ver se a mediunidade diminui a intensidade? Porque pelo que você fala aqui, me fez pensar isso também:

Citar

" Toda mediunidade em desequilíbrio/desarmonia é um convite a rever conceitos e a trabalhar sua própria atitude em relação à presente encarnação. (...) Pois é isso que sua mediunidade está te alertando, que você precisa se mover."

 
Se fosse isso, a melhor abordagem me parece que seria adotar PRATICAS que ajudem a elevar a sintonia, como mexer em alimentaçao, adotar rotina de meditaçao, yoga, etc, mais do que o estudo doutrinário ( embora talvez esse seja necessário para quem não entende as implicações espirituais práticas de uma vida não muito ética), e talvez por isso alguns médiuns se queixem de que frequentar um centro espírita não ajudaria muito. Se ficar só no estudo é pouco provável que isso ajude em algo.

Pergunto isso porque das vezes em que vi esse tema surgir, conversando com médiuns que conheço, para mim nunca ficou claro também. Os espiritas usam muito a expressão " reforma íntima", sugerindo, no meu entender,  que o médium que sofre com sua mediunidade passa por isso porque adota atitudes internas que baixam sua sintonia, e por isso ele ficaria a mercê dos obsessores. Ok, baixando sua sintonia você fica mais perceptível a eles. Mas, ao mesmo tempo, parece que se cobra do médium que 'resolva suas pendências" com quem lhe cobra algo.

Afinal?! eheheh, é para dar conversa para os caras, ou para melhorar internamente de modo que eles não te achem, e assim não te perturbem? Mas aí não se resolvem as pendências né?  O que te parece?

 E Prates. não entendi direito isto aqui:

Citar

"  hora suicídio entre outras formas como alcoolismo, drogas e tudo. Conforme estou vencendo as barreiras a coisa está piorando e ficando mais forte as vozes e visões.    "


Essa obsessão te levou ( ou só tentou te induzir?) a abusar de álcool e a usar drogas? E APOS se livrar desses hábitos, as vozes e visões ficaram piores?

Porque se é isso até dá para entender porque piorou, já que esses hábitos criam rasgos na aura facilitam muito o acesso dos obsessores à pessoa. Parece que tentaram criar um círculo vicioso com você. E aí, quando você tenta parar, eles intensificam o assédio, porque sua aura pode levar muitos meses , até anos, para fechar de novo, após você ter parado com tudo. Se voltar a usar, mesmo que uma ou duas vezes por ano, não vai  fechar nunca. Então se é isso, dá para entender porque intensificou após parar. Mas tem que andar na linha um bom tempo, talvez uns dois anos, antes de começar a perceber  uma primeira melhora, apenas voltar a ser "apenas tão intenso quanto era antes de começar com drogas e álcool".

 

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6 horas atrás, Prates Anderson disse:

Olá amigos sou novato aqui !!!!

Tenho 40 anos sou de são paulo, e ultimamente passando alguns perrengues espirituais (risos).

Com 18 anos frequentava o centro espirita Vicente de Paula em São Paulo na Zona Leste, e desde então o meu "orientador" dizia que mais do que nunca meu grau de mediunidade era muito alto que deveria o quanto antes desenvolver sem deixar para depois...

Pois bem deixei para depois, frequentei outros centros, mas a preguiça de ler o evangelho e toda a doutrina que levaria dois anos ou até 8 anos pela federação fui deixando tudo para depois, em 2014 para 2015 fui diagnosticado com síndrome do panico, fiz tratamento tanto espiritual como com remédios, e continuei com as mesmas respostas, mediunidade aflorada, e muita mas muita legião de obsessores a minha volta. estou em tratamento num centro espirita próximo da minha casa pois não suportava as visões, escutas e pensamentos negativos, hora suicídio entre outras formas como alcoolismo, drogas e tudo. conforme estou vencendo as barreira a coisa está piorando e ficando mais forte as vozes e visões. Ai pergunto será que um dia tem fim essa obsessão toda ? O centro que frequento digamos que não trabalha com apometria ou transporte (método usado na qual o médium é seu guia e o espirito que esta te obsediado  entre em contato tipo um telefone rss) hoje não acho centro com essa pegada mais forte e que alivia esses pensamentos mais rapidamente. Queria saber dos amigos se alguém já passou por esta situação e quais dicas você podem dizer. 

Tem um centro espírita perto da av paulista que oferece atendimento e curso de apometria (não precisa de base na doutrina espírita), ano que vem vai começar uma turma nova! http://ceamorepaz.org.br/index.php?pag=cursos

Pessoalmente eu não conheço o lugar, mas me pareceu interessante... Espero que seja útil! 

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3 horas atrás, sandrofabres disse:

Iogui, não entendi bem o que você quis dizer com " dar atenção ao seu momento".

Tá, deixa eu tentar explicar. 

Antes de sequer saber que eu era médium, ainda adolescente, minha tia frequentava um centro espiritualista (algo que tinha a ver com fraternidade branca, se não me engano) e eles tinham algum tipo de trabalho de desobsessão onde você poderia pedir por seus parentes e ela colocou meu nome lá só pra saber se estava tudo certo. Deu que eu estava sendo obsediado por um espírito de um cara viciado em álcool, se não me engano. Perguntaram pra ele porque ele estava me acompanhando e ele disse simplesmente que gostava de mim e nem sabia que estava me prejudicando. Foi bem fácil de resolver.

Passado esse episódio, eu só fui saber que era médium alguns anos depois. Mas qual é o ponto aqui? Quando a pessoa possui algum tipo de mediunidade, é muito fácil atrair atenção e se você não trabalha sua mediunidade, não aprende a ter controle e não possui uma egrégora te dando suporte. Você vira uma esponja porque possui uma responsividade muito maior a esses espíritos que ficam vagando por aí.

Pela descrição que nosso amigo Anderson postou, concluo que ele possui uma mediunidade bem aflorada. Imagina o tanto de atenção que ele deve chamar. Esse é o momento da mediunidade dele que praticamente está gritando: " preciso ser trabalhada". Mas como? Simples: aprendendo a lidar com ela e praticando para desenvolver certas sensibilidades e aprender a reconhecer certas sinaléticas que lhe permitam se proteger melhor.

No momento ele é uma porta aberta sem segurança e cheio de ectoplasma dando sopa. Cara... É um prato cheio para os vagabundos do astral. Se aliado a isso ainda tiverem companhias grosseiras associadas a processos karmicos, é pior ainda.

E nesses casos não adianta só fazer desobsessão, porque tira uma leva de obsessores, aparece outra pra preencher o vazio. 

Mediunidade muito ostensiva não cuidada é caminho para problemas psiquiátricos pois toda essa influência sem os devidos cuidados acaba desencadeando problemas energéticos e desalinhamentos nos chakras que acabam afetando o corpo astral, rasgando a tela etérica e afetando o cérebro físico.

Num caso como esse as crises de pânico são um alerta claro: essa mediunidade precisa ser cuidada com urgência.

Uma parte do trabalho ele está fazendo já que está fazendo tratamento espiritual, agora só falta aprender a controlar a porta pra poder estar no controle de quem entra e sai e doar um pouco desse ectoplasma acumulado pra diminuir a atratividade e conseguir levar uma vida com mais qualidade. Em geral, nesses casos, só trabalhando com essa mediunidade mesmo. Não se trata só de reforma íntima embora isso também seja importantíssimo.

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Antes de sequer saber que eu era médium, ainda adolescente..

Passado esse episódio, eu só fui saber que era médium alguns anos depois. 

Quando a pessoa possui algum tipo de mediunidade, é muito fácil atrair atenção e se você não trabalha sua mediunidade, não aprende a ter controle e não possui uma egrégora te dando suporte. Você vira uma esponja porque possui uma responsividade muito maior a esses espíritos que ficam vagando por aí.

gato.jpeg

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Pois é... Tem gente que descobre bem cedo. Principalmente os que possuem mediunidade muito ostensiva... Não foi meu caso, apesar de que também não descobri muito tardiamente não. Tinha 17 para 18 anos.

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Pois é... Tem gente que descobre bem cedo. Principalmente os que possuem mediunidade muito ostensiva... Não foi meu caso, apesar de que também não descobri muito tardiamente não. Tinha 17 para 18 anos.

 

É, conheço três que descobriram antes dos 14 anos, porque os mentores elas se apresentaram para elas me vigília (por clarividência, claro,) e explicaram quem eram e para que estavam ali. Mas talvez essas pessoas sejam minoria, não sei.

Tem coisa que parece "sacanagem" do destino. Uma pessoa aqui que conheci aqui no fórum, e que não frequenta mais, descobriu os 37 apenas. Ela começou a me procurar muito, por MP. No mundo fora da internet, quando isso acontece sem que o motivo seja óbvio (como muita afinidade de interesses) eu já sei que tem algo de cunho espiritual querendo desabrochar na pessoa, então deixo se aproximar apesar da falta de afinidade inicial que as vezes existe. Para resumir, começamos a ter contato por telefone e se o assunto da conversa fosse espiritual ela começava a entrar num tipo de transe, tinha visões, falava balbuciando, como se estivesse bêbada, ficava a ponto de apagar, e sentia mexerem nela, na cabeça.

Resultado? “Virou médium”, ao ir num centro espírita acabou incorporando logo de arrancada, e seguiu trabalhando com eles naquele dia, etc. Achei estranho que uma pessoa até então semi-cética passasse por isso. Então ela me contou que quando tinha uns 5 anos chorava muito a noite, como se ficasse assustada com algo indefinido. O pai dela a levou num centro de umbanda e “fizeram um trabalho para fechar aquilo”. Ou seja, parece que trancaram a mediunidade dela.

E ela viveu o resto da vida sem sentir nada em relação a isso. Mas ao se aproximar de mim, por telefone, acho que os mentores usaram minha energia para abrir a mediunidade dela de novo,  porque até as perturbações noturnas voltaram, e ela teve que procurar um centro espírita com o qual se afinizasse , para trabalhar com eles.

Ela já tinha freqüentado centro espírita, por curiosidade, para aprender um pouco, passou uns tempos fazendo aqueles estudos, mas nunca pareceu se agradar do conteúdo e terminava saindo.  Mas nunca antes tinha  manifestado mediunidade. Imagina uma pessoa chegar até essa idade sem ter tido uma dica sobre a coisa, e passar por um despertar desses, meio que na marra, passando a ver e sentir coisas nas quais nem tinha certeza se acreditava.

Só que esses "mediunismos meia boca" são difíceis de a pessoa identificar, suponho. Eu tenho uma tia, com quase 70, que começou a ouvir vozes de uns 10 anos para cá. Ele nem sabia que eram "vozes", achava que eram os vizinhos tramando atras da porta dela, para provocá-la, até que meu tio instalou uma câmera de vigliancia ligada 24h, e mostrou para ela que quando ela colou o ouvido na porta para ouvir os vizinhos od outro lado ameçand matá-la, não tinha ninguém no corredor. Só aí ela entendeu que aquelas vozes não eram físicas. Ou seja, doida não está, porque viu e entendeu de uma só vez. Toda a família acha que é problema mental, embora uma outra tia a levou para um centro espírita e tal, mas ela não se agradou muito disse que "não resolvia nada". Está toda "sequelada", ninguém sabe bem se é esclerose multipla, parkinson, ou tudo junto. Mas ela tentou ser freira quando jovem, até que abandonou a preparação, ninguém nunca soube exatamente porque. Tinha uns desmaios quando jovem, que a família atribuia a "fraqueza", ehehe. Vai saber se ela não era médium desde nova, e nunca descobriu, e agora está toda mal por nunca ter trabalhado isso. Mas se é médium, e ninguém se apresenta para trabalhar com a pessoa, fica difícil né? Nasce num contexto católico, em família desinformada, nunca percebe a situação.

 

 

 

 

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3 horas atrás, sandrofabres disse:

Mas se é médium, e ninguém se apresenta para trabalhar com a pessoa, fica difícil né? Nasce num contexto católico, em família desinformada, nunca percebe a situação.

É, realmente é complicado, mas eu acho que tem um monte de fatores aí. Acho que as vezes a coisa é planejada de antemão com os mentores mas não dá muito certo. A pessoa, devido a características intrínsecas ao desenvolvimento de sua personalidade, não desenvolve sua mediunidade de uma forma que permita a facilidade de comunicação sem que a pessoa passe por um treinamento mediúnico antes. As vezes a mediunidade até permite a comunicação mas os mentores não conseguem se comunicar por questões anímicas e psicológicas da pessoa mesmo. E acho que as vezes o objetivo não é tanto a prática mediúnica em si mas lidar com a dificuldade apresentada por essa condição como um tipo de tratamento de choque para estimular o desenvolvimento do autocontrole. 

E não é por se encontrar em condição de mentor de um médium que um espírito não vai cometer erros. Pode ser que o próprio planejamento da encarnação não tenha sido tão eficaz ou não tenham sido considerados certos detalhes que depois podem se revelar fontes de problema e as vezes a culpa pode ter sido do próprio médium de, no período de planejamento da presente encarnação, ter planejado coisas para as quais ainda não estava muito preparado. Temos que lembrar que a vida é algo muito dinâmico e isso não deve ser exatamente como preparar um passeio no parque, né?... hehehe 

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3 horas atrás, bandeirapvh disse:

quais as características de um médium? o q o diferencia de um não médium? e quais os tipos de médiuns?

Por fovor, leia aqui, pois muitas dessas questões já se encontram respondidas, senão todas:

 

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Não sou médium mas frequento centros praticamente desde que criança. Então vou tentar te passar mais ou menos minha visão/experiência

Nos centros espíritas é bem isso o que o Sandro falou, eles possuem uma boa doutrina, mas no quesito descarrego não ajuda muita coisa quando o problema é maior.

Na umbanda tem a questão de achar um centro sério e que você goste e se sinta bem (óbvio), mas ainda assim você corre um risco de não mudar muita coisa, o que quero dizer é sair de lá quase que do mesmo jeito. Isso porque vai depender do médium que irá te atender, muitos não estão "firmes" ainda, e esse é um dos maiores problemas, isso se não for "o" problema, que tem em qualquer centro espírita.

São aqueles médiuns apaixonados, orgulhosos, que muitas vezes estão preocupados em fazer um show durante a incorporação, em chamar atenção, em dizer que é inconsciente. Uma coisa boba e chata e que se você cai com um desses você pode até sair um pouco pior. E todos uns outros problemas que envolvem não só o médium como o centro.

Por firme não sei muito expressar o significado, mas seria um médium que te atenda de um modo decente/bom.

Sei que passei uma visão negativa, mas não quero te desmotivar a ir atrás de um, o que quero é chamar a atenção para que quando você for em um fique atento nesses pontos. E caso aconteça o que disse não saia de lá dizendo "nossa não me ajudou em nada"

Agora quanto a desenvolver a mediunidade, eu concordo com o que o logui disse.

Há claro o lado de ir em um centro e se desenvolver e começar a trabalhar por lá, não é ruim não, é ótimo. Mas penso, será que é só isso?

Eu acho que é mais uma questão de reforma íntima mesmo, de você parar e se analisar

 

Possui algum vício? Jogo, bebida, cigarro, drogas?

Medos?

Visão política?

Visão religiosa?

Preconceito?

O que te irrita e por que?

Seu círculo de amizades, quais são as pessoas próximas de você?

É feliz no trabalho, faz o que gosta?

Cuida do seu corpo?

Como você lida com seus familiares? Ser uma pessoa boa fora de casa é mais fácil do que dentro de casa.

Seu relacionamento

O que você faz pra mudar? Pode melhorar? (sempre dá pra melhorar)

Que ambientes você frequenta?

Se sente preso a alguém? Não faz tudo que gostaria? Essa pessoa te limita?

Observe seus sentimentos e emoções

Tem raiva/implicância com certas pessoas?

Não se prenda a nomes, nem a religião, nem ponha ninguém em um pedestal

 

Leia a bíblia, o novo testamento principalmente, preste atenção nos ensinamentos de Jesus, sei que há um certo preconceito quando alguém diz "leia a bíblia", mas leia, é bom. Acredite, toda a base desses livros de autoajuda se encontram lá. Leia sem pensar que está se associando em alguma religião, leia para buscar conhecimento e aprendizado.

Se você é uma esponja absorva as coisas boas. Pense que você é uma antena, e o sinal que você transmite é o que você capta

Faça o que o Saulo vive falando, ouça música calma, só instrumental, relaxante, tranquila. Use e abuse aqui do fórum, aprenda as técnicas energéticas, defesas etc. Medite.

Acenda uma vela branca, seja daquela palito ou de 7 dias, para o seu anjo de guarda/mentores/guias ou sei lá como queira chamar, ofereça um copo de água junto, flores. Se quiser faça um altar, crie um ambiente em que você possa somente fazer isso. Pode até usar defumadores.

Já tentou mudar  uma pessoa? Você fica insistindo para que ela não faça tal coisa, que mude, que não faça tal coisa e ela repete a mesma coisa. E vocês ficam lá, nesse ciclo vicioso, até que uma hora você cansa e fala: quer fazer? Então faça se fode ae, só pra depois dizer "não falei?". Não é assim? É a mesma coisa a relação entre mentores e a pessoa, e depois gera sofrimento, dor etc.

Ae pra você se comunicar vai depender de sinais, e essa é a parte um pouco mais difícil, é tipo uma mímica invisível, ou se você  conseguir enxergar o mentor e bater um papo de boa com ele. No fundo esses sinais são para te chamar a atenção, buscar a caridade, amor a Deus, eu diria até uma religião, mas, de novo, cuidado, não se prenda a nenhuma religião, e é com tudo isso que você cresce internamente e evolui espiritualmente. A vida não é achar um trabalho, uma mulher e aguardar a morte.A resposta muitas vezes é a mais boba e óbvia, só é questão de enxergá-la e admiti-la.

 

Quanto a centros, eu não sou de São Paulo, mas já fui em um, não sei se já ouviu falar, mas é o do pai Jamil

https://www.facebook.com/uniaodetendas/

E tem um outro, esse nunca fui, mas ele tem um canal no youtube e ele é de SP

https://www.youtube.com/channel/UCEPHB2d-HYne3mghVjNTzFA

 

 

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É complicado achar centros de apoio e trabalho. Muitos são apenas lugares para reuniões e discussões de estudos.

Infelizmente, hoje em dia, muitos mediuns são obrigados a trilharem um caminho de estudos e trabalhos solitários, sempre pondo "o seu na reta" e aprendendo na dor. Como qualquer outro estudante de espiritualidade, na verdade.

A obsessão nunca acaba. Mas através dos estudos vem profunda compreensão, e através disso descobrirá como identifica-las e a se defender.
 

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