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Descubra o seu Arcano Pessoal


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Galera, quem quiser saber qual carta do tarot maior se relaciona consigo e ter uma breve descrição sobre essa relação basta me dizer o nome completo e escolher se quer que eu poste aqui a resposta ou envie por mensagem particular, se preferir pode me mandar seu nome por mensagem particular  também se não quiser postar publicamente.

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Olá bom dia, sempre fui cético com jogo de tarot,porém sempre fui sensível energéticamente falando, desde novo saio do corpo vejo espíritos e etc.
POr influência de um amigo comecei a jogar tarot para mim... FIquei abismado com a assertividade do jogo.... Enfim gostaria de saber que Arcano se relaciona comigo... Meu Nome é Wellington Antunes da Costa, e que ciência usa para esse feito? Grato forte abraço.

 

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FIquei abismado com a assertividade do jogo

Funcionam até os oráculos virtuais, que você pode consultar grátis em sites por internet, e comparar as leituras. Se VOCÊ  mentalizar direito a pergunta, se não estiver distraído, os diferentes sites e mesmo diferentes oráculos (I ching, Tarô, Runas, etc..)  dão a mesma resposta. O pessoal que não acredita em oráculos em geral está agarrado a preconceitos sobre o que não testou.

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Guest Honeymoon

Inclusive foi em um Tarô online que eu consegui saber que não deveria desistir das coisas que eu planejei para 2017. Foi um ano muito difícil para mim, mas recebi bons conselhos e saí vitoriosa.

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9 horas atrás, Robert disse:


Wellington, se usa a relação da tabua de bongo para fazer essa correlação.  Te enviarei por pm agora o seu resultado

Existem métodos que utilizam a data de nascimento para obter o arcano pessoal. Ao que tudo indica, esse método que utiliza a tabela medieval de bongo é uma mistura de tarot com numerologia e, pelo que entendi, guarda alguma relação com a cabala também.

Qual a vantagem e/ou desvantagem de usar uma abordagem ou a outra?

Considerando que existem métodos distintos e que, provavelmente, trarão arcanos distintos, qual está mais correto se é que podemos dizer isso?... E qual a vantagem de utilizar um método ou outro?

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12 horas atrás, Robert disse:

Concordo com o Sandro, o único problema seria se o jogo fosse viciado e não tivesse bem um elemento de aleatoriedade verdadeiro nele.
 

Sim, esqueci desse detalhe. Em geral eu prefiro sites em inglês, precem ter uma material mais completo. Este aqui me agradou bastante em métodos: http://www.tarotgoddess.com/tarot/deck1/cc/index.html

Mas ha uns dois anos atras me mostraram este site, em português:

http://www.tarotdemarselha.com.br/interativos/Cruz_celtica/index.asp

Fui testar algumas vezes e descobri que ele usava apenas umas oito combinações prontas de resultado na cruz celta, não há variação aleatória para cada carta, apenas para leitura total.

Para consultas com uma só carta, em português, recentemente testei este usando uma pergunta já feita algumas vezes por métoods tradicionais, e bateu a mesma respsota que eu já tinha obtido com eles:

http://tarovirtual.com/oraculo-de-1-carta

 

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9 horas atrás, Iogui disse:

Considerando que existem métodos distintos e que, provavelmente, trarão arcanos distintos, qual está mais correto se é que podemos dizer isso?... E qual a vantagem de utilizar um método ou outro?

Acho que nem existe isso de mais correto ou melhor. Eu vejo os arcanos como grandes arquétipos que vão estar presente sempre, não importando a cultura. É sempre os mesmos arquétipos mudando penas de roupagens. Então tanto faz se o cara tirar cartas ou runas, vai sempre sair a mesma coisa.

A escolha vai da pessoa, da afinidade. Eu sinto mais afinidade com o tarot, talvez por gostar de ocultismo, alguém ligado ao candomblé provavelmente vai sentir mais afinidade pelo jogo de búzios e assim vai.

Eu sou um pouco desconfiada com esses jogos produzidos na net, mas das ultimas vezes que testei (inclusive esse em inglês que o Sandro postou) e cara, descreveu a situação toda, rs.

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12 horas atrás, Iogui disse:

Existem métodos que utilizam a data de nascimento para obter o arcano pessoal. Ao que tudo indica, esse método que utiliza a tabela medieval de bongo é uma mistura de tarot com numerologia e, pelo que entendi, guarda alguma relação com a cabala também.

Qual a vantagem e/ou desvantagem de usar uma abordagem ou a outra?

Considerando que existem métodos distintos e que, provavelmente, trarão arcanos distintos, qual está mais correto se é que podemos dizer isso?... E qual a vantagem de utilizar um método ou outro?

Parece algo comum essa confusão porque tudo vira número, mas o que você acha mais pessoal o seu nome ou a data de nascimento?
Lembre que seu nome é só seu e sempre que é invocado ou visto costuma estar relacionado a você, então além de ser uma egrégora pessoal é uma egrégora que se retroalimenta constantemente, te acompanhando independentemente do caminho que você tome, contanto que mantenha o mesmo nome.
Já a sua data de nascimento milhões de pessoas compartilham, e além disso, todas as pessoas que estiveram vivas nesse dia sentiram essa mesma energia, porque todos estão sob essa égide.

Acredito que um bom uso para a data de nascimento nesse sentido é você tomar o dia de nascimento como arcano correspondente a seu corpo e vida mundana, o seu mês a alma e o seu ano a seu espírito. É uma visão interessante, mas ainda não fiz testes suficientes pra dizer se realmente é bem efetiva.

 

 

9 horas atrás, sandrofabres disse:

Sim, esqueci desse detalhe. Em geral eu prefiro sites em inglês, precem ter uma material mais completo. Este aqui me agradou bastante em métodos: http://www.tarotgoddess.com/tarot/deck1/cc/index.html

Mas ha uns dois anos atras me mostraram este site, em português:

http://www.tarotdemarselha.com.br/interativos/Cruz_celtica/index.asp

Fui testar algumas vezes e descobri que ele usava apenas umas oito combinações prontas de resultado na cruz celta, não há variação aleatória para cada carta, apenas para leitura total.

Para consultas com uma só carta, em português, recentemente testei este usando uma pergunta já feita algumas vezes por métoods tradicionais, e bateu a mesma respsota que eu já tinha obtido com eles:

http://tarovirtual.com/oraculo-de-1-carta

 


Pow, valeu Sandro!!
Eu costumava até ver com bons olhos esse tarot de marselha por causa das variadas tiradas que eles disponibilizam...mas quando a esmola é demais o santo desconfia hahaha


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5 horas atrás, MichelleA disse:

Acho que nem existe isso de mais correto ou melhor. Eu vejo os arcanos como grandes arquétipos que vão estar presente sempre, não importando a cultura. É sempre os mesmos arquétipos mudando penas de roupagens. Então tanto faz se o cara tirar cartas ou runas, vai sempre sair a mesma coisa.

A escolha vai da pessoa, da afinidade. Eu sinto mais afinidade com o tarot, talvez por gostar de ocultismo, alguém ligado ao candomblé provavelmente vai sentir mais afinidade pelo jogo de búzios e assim vai.

Eu sou um pouco desconfiada com esses jogos produzidos na net, mas das ultimas vezes que testei (inclusive esse em inglês que o Sandro postou) e cara, descreveu a situação toda, rs.

Minha pergunta não foi sobre qual arcano é melhor ou sobre o tipo de jogo, se tarot é melhor ou pior que qualquero outro. Minha pergunta foi especificamente em relação a, dentro do escopo fechado do tarot, qual metodo de obtenção do arcano pessoal é melhor, se é que se pode dizer melhor ou pior. Eu quero saber é qual a diferença e o porque de se adotar um ou outro.

2 horas atrás, Robert disse:

Parece algo comum essa confusão porque tudo vira número, mas o que você acha mais pessoal o seu nome ou a data de nascimento?

Não é uma confusão, é uma constatação. Os dois métodos existem e os dois são alegadamente utilizados para obter o arcano pessoal.

Quanto à sua pergunta, eu não vejo o nome como algo mais ou menos pessoal que a data de nascimento. Existem pessoas com o mesmo nome da mesma forma que existem pessoas com a mesma data de nascimento. Por outro lado, a data de nascimento é algo seu, você nasce com ela, ninguém lhe atribuiu. Já o nome foi escolhido por alguém. Mesmo o sobrenome foi escolhido dentro de um escopo bem fechado mas foi, pois os pais podem escolher a composição, a ordem, se vão excluir algum ou não. Ou seja, lhe foi atribuido por alguém. Neste sentido, o nome do seu filho, é pra você muito mais pessoal do que o seu próprio nome. E sinceramente, não acredito que o seu nome tenha sobre você mais influência do que você sobre ele.

A minha questão inicial se mantém e não estou convencido que um método seja melhor que o outro, e nem o porquê. Mas isso é apenas uma curiosidade, eu confesso.

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Bom, pode existir qualquer método, qualquer pessoa pode inventar um método, você pode usar o seu rg inclusive.
Veja, o nome não é estático ele é carregado contigo, já o dia de nascimento te dá um carimbo que depois mantém relações com os astros que continuam se movimentando indiferentes. Isso sem contar que dia de nascimento sem hora e local não é muito apurado  e muda totalmente a formatação da coisa já que a astrologia é geocentrista, e se pensarmos bem o que é mais difícil: alguém te dar um nome diferente ou  alguém te dar um calendário diferente para viver?(que também é uma convenção)
São só nove números, são geralmente mais de 20 letras organizadas de maneira a formar o seu nome, cada letra tem seu significado dentro de um idioma originário e cada letra é uma manifestação que retoma um número e depois revela o arcano. Bom, eu acho esse processo muito mais rico do que uma data de nascimento. Tá certo que cada caso é um caso, uma pessoa que tem nome completo Ana Maria talvez tenha que utilizar um método mais delimitador de variáveis do que o nome. Mas você tem sua rede social, sua identidade, sua assinatura, isso tudo cria um inconsciente coletivo que pode te afetar de maneira contrária...um bom exercício é comparar pessoas que tem a primeira letra do nome iguais, eu sempre acho muitas características parecidas.

Tudo passa pela essência , e qualquer método vc consegue tirar alguma coisa, mas acredito que quanto mais rico e vinculado o processo, melhor o resultado.

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5 minutos atrás, Robert disse:

Bom, pode existir qualquer método, qualquer pessoa pode inventar um método, você pode usar o seu rg inclusive.
Veja, o nome não é estático ele é carregado contigo, já o dia de nascimento te dá um carimbo que depois mantém relações com os astros que continuam se movimentando indiferentes. Isso sem contar que dia de nascimento sem hora e local não é muito apurado  e muda totalmente a formatação da coisa já que a astrologia é geocentrista, e se pensarmos bem o que é mais difícil: alguém te dar um nome diferente ou  alguém te dar um calendário diferente para viver?(que também é uma convenção)
São só nove números, são geralmente mais de 20 letras organizadas de maneira a formar o seu nome, cada letra tem seu significado dentro de um idioma originário e cada letra é uma manifestação que retoma um número e depois revela o arcano. Bom, eu acho esse processo muito mais rico do que uma data de nascimento. Tá certo que cada caso é um caso, uma pessoa que tem nome completo Ana Maria talvez tenha que utilizar um método mais delimitador de variáveis do que o nome. Mas você tem sua rede social, sua identidade, sua assinatura, isso tudo cria um inconsciente coletivo que pode te afetar de maneira contrária...um bom exercício é comparar pessoas que tem a primeira letra do nome iguais, eu sempre acho muitas características parecidas.

Tudo passa pela essência , e qualquer método vc consegue tirar alguma coisa, mas acredito que quanto mais rico e vinculado o processo, melhor o resultado.

Então... esse é o ponto... pra mim ambos os métodos parecem imprecisos e passíveis de distorções. Não acho nem que seu nome nem que sua data de nascimento te determinem a ponto de te delimitarem ou que algo escolhido por outro para você vá te determinar mais do que suas próprias escolhas. É claro que, de certa forma tanto uma coisa quanto outra são pra você aleatórias como a retirada da carta do monte mas acho que você participa muito mais dessa ultima do que das outras duas.

Não importam quantos algarismos utilizamos numa data e sua possibilidade combinatória nem quantas letras num nome, são apenas 22 arcanos maiores possíveis e há muito mais combinações possíveis numa data do que isso então não vejo diferença nesse sentido em relação a um nome. Em ambos os métodos, no final tudo vai ser reduzido a 22 possibilidades.

Ainda não vejo um motivo válido para que um método seja melhor ou mais determinante que o outro.

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Bom, não é minha intenção te convencer. Mas

1-Ninguém disse que isso te determina para o resto da vida
2- Mais filosoficamente, o que são suas escolhas? O que é você? É você que as toma mesmo? Ou é um processo de diversas variáveis ?Isso tudo é distorção de uma certa maneira, a não ser que se tenha total controle sobre a mente, o corpo, a vida, os processos cognitivos e energéticos...não conheço nenhum ser humano que tenha.

Não digo em relação ao número final(de arcanos), mas o processo até se chegar a eles.
 

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27 minutos atrás, Robert disse:

2- Mais filosoficamente, o que são suas escolhas? O que é você? É você que as toma mesmo? Ou é um processo de diversas variáveis ?Isso tudo é distorção de uma certa maneira, a não ser que se tenha total controle sobre a mente, o corpo, a vida, os processos cognitivos e energéticos...não conheço nenhum ser humano que tenha.

Sim, são perguntas interessantes. Vale a pena pensar a respeito. Vou acrescentar mais algumas: 

Qual o papel da consciência nisso tudo? A consciência determina ou é determinada pelo que está ao seu redor? O que é a realidade? Aleatoriedade existe? É realmente possível delimitar a existência dos arquétipos? Onde termina o eu e começa o você? Qual é a fronteira entre um arquétipo e o outro?

27 minutos atrás, Robert disse:

Não digo em relação ao número final(de arcanos), mas o processo até se chegar a eles.

O processo, independente de qual for, será reduzido a 22 possibilidades, então pra mim o uso do nome é só um caminho mais longo e diferente para se chegar ao mesmo número de possibilidades.

Veja... Não tenho uma opinião formada de fato aqui, estou apenas pensando a respeito enquanto converso com você e analiso os métodos. Não tendo pra um nem pra outro e também ainda não vejo um motivo bom para determinar que um seja melhor ou mais efetivo que o outro. Meu objetivo aqui é mais pensar a respeito para ver se surge algo interessante.

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Então, Iogui. Acredito que tudo emana e passa pela tangente por ser a criatura e não o criador em si, e a fonte pura em si realmente é algo sem simbologia representativa. Cabe a nós utilizarmos as pistas que nos são dadas para achar um caminho a essência.

Talvez você esteja achando que eu simplesmente vejo qual arcano é e passo, mas eu passo significados chaves desses arcanos para que a pessoa possa comparar e assim ver se realmente lhe diz respeito. Então essencialmente quando digo que esse método ao meu ver é mais efetivo é pelo o que pude constatar nas diversas práticas.
O método de data de nascimento não se mostrou tão apurado das vezes que tentei.

Entenda que não estou dizendo que o arcano pessoal é algo que você vai viver dentro. É só uma nuancia da sua vida que pode ser mais fraca ou mais forte dependendo de diversas coisas.

Pelo o que posso perceber tanto com as práticas como no estudo de idiomas originários como o hebráico as palavras a nível humano ainda são mais ricas do que os números, inclusive pelo o que falei de ser uma egrégora que se alimenta a todo instante de diversos processos em todos os processos humanos, "No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus" . Acredito que sim, o nome é muito mais ligado a pessoa do que a data de nascimento solta*.

Não leve isso como delimitação, nada vai te delimitar nesse sentido, pode apenas te mostrar uma parte pungente da sua natureza que você calhou de ter e precisa lidar com isso até sua consciência ser maior que isso. Se o arcano pessoal fosse delimitador assim, quem já tivesse descoberto nem jogaria mais tarot, bastaria o arcano e nele conteria todas as experiências que se passa...o que não acontece. É mais uma ferramenta de autoconhecimento.
 

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7 horas atrás, Robert disse:

Talvez você esteja achando que eu simplesmente vejo qual arcano é e passo

Não, eu não estou achando nada sobre a leitura que você faz. Novamente digo que estou apenas analisando os métodos.

Veja, a partir do momento que foram separados 22 arquétipos para representar os arcanos maiores, uma delimitação já foi feita. Quando você reduz uma data ou um nome a um número de dois dígitos entre 1 e 22, outra delimitação está sendo feita.

Quer dizer... Se você observa "uma parte pungente da natureza de alguém" você está delimitando já que está olhando para uma parte e não para o todo.

Agora, independente disso, ao se escolher um arcano que representa um arquétipo e atribui-lo como "arcano pessoal" de alguém, além de estarmos delimitando estamos dizendo que este arquétipo de alguma forma representa essa pessoa (ao menos em algum aspecto) de forma melhor que os outros 21 arcanos. Existe uma comparação implícita aí e uma delimitação. E nem é esse o x da questão visto que o propósito aí é esse mesmo.

A questão sobre a qual estou pensando aqui é: existe algum motivo lógico para dizer que um método é melhor que outro e mais assertivo para fazer essa escolha? Nesse sentido estou questionando a redução do nome porque não vejo onde algo que lhe foi atribuído por outra pessoa independente da sua vontade esteja assim tão relacionado ao seu comportamento. Quer dizer, o teu nome poderia mesmo te determinar arquetipicamente ou seja, em relação ao seu comportamento, modo de ser e às suas escolhas sendo que ele mesmo não foi escolhido por você? Da mesma forma, sua data de nascimento poderia?

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1 hora atrás, Iogui disse:

Quer dizer, o teu nome poderia mesmo te determinar arquetipicamente ou seja, em relação ao seu comportamento, modo de ser e às suas escolhas sendo que ele mesmo não foi escolhido por você? Da mesma forma, sua data de nascimento poderia?

É, eu não engulo muito o lance de nomes e de datas, mas...que métodos de tipologia são de fato capazes de demonstrar características da pessoa, é algo que é fácil de verificar, não é necessário ficar especulando se seria válido ou não.

Mas também acho que métodos diferentes, por trazerem repostas diferentes, colocam uns aos outros sob suspeita. Particularmnte acho que dois métodos só podem ser igualmente válidos se ambos se confirmarem mutuamente. Não que precise sair uma mesma carta, se pensarmos apenas em tarô, mas pelo menos dando características de um mesmo grupo/tipo, porque embora sejam 22 cartas, você pode muito bem agrupar certas cartas como descrevendo personalidades mais ativas, decididas, criativas, enquanto outras seriam mais introspectivas, burocráticas, digamos assim, bem com outros poucas classificações possíveis. Chutando assim por cima, descuidadamente, acho que as 22 opções se agrupam de fato em torno de uns 6 ou 8 perfis básicos. Portanto, se um método traça seu perfil como desinibido criativo, rápido nas decisões e outro como como inibido, introvertido, vivendo em eterna indecisão, é óbvio que um desses métodos está errado.

É o resultado que vai dizer se aquele método é ou não válido, não nossa visão sobre se toda a variedade humana pode ser resumida a apenas 12, ou 8, ou 22, ou 30 tipos... Se o método funciona, então pode.

Nunca lidei com esses perfis usando métodos do tarô, mas comparando diversos sistemas diferentes (tarô, astrologia, numerologia, eneagrama), eles todos concordam entre si, sendo que uns usam sistemas de 22 opções, outros de 9, outros de 12.. Importa é isso, que sejam capazes de mostrar um resultado que o auto-conhecimento da pessoa reconheça como legítimo, porque aí a pessoa aprofunda a pesquisa e se informa melhor sobre outros traços que ela talvez não tenha percebido conscientemente, e que são nossas "pegadinhas" psicológicas né?

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Aliás, sobre métodos diferentes mesmo, a numerologia, que relaciona números às letras do nome, se usamos a numerologia pitagórica, que relaciona letras e números, dá uma coisa. Mas se você pega a versão da numerologia para o hebraico, a Gematria, e usar seu nome com letras romanas, dá outra coisa. E se conseguir descobrir como se fato seu nome seria escrito em hebraico(que não tem vogais), para depois analisar, dá outra...

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Quando eu vejo esses temas complexos eu vejo logo aonde tá o botão de mandar áudio hahahaha

Bom, eu concordo com vocês dois só queria acrescentar alguns pontos que pude perceber estudando isso.
 

1 hora atrás, Iogui disse:

existe algum motivo lógico para dizer que um método é melhor que outro e mais assertivo para fazer essa escolha? Nesse sentido estou questionando a redução do nome porque não vejo onde algo que lhe foi atribuído por outra pessoa independente da sua vontade esteja assim tão relacionado ao seu comportamento. Quer dizer, o teu nome poderia mesmo te determinar arquetipicamente ou seja, em relação ao seu comportamento, modo de ser e às suas escolhas sendo que ele mesmo não foi escolhido por você? Da mesma forma, sua data de nascimento poderia?


Bom, o motivo mais lógico aqui seriam os resultados práticos mesmo como o Sandro citou.
Agora, acredito que você esteja atribuindo muito livre arbítrio as pessoas, em minha humilde opinião nós somos uma bolota de processos de influência e somente um microscópico átomo responde por nós mesmos de verdade, isso para os raros que tem isso desperto e tem consciência disso. O que faz a outra pessoa te dar esse nome? O que faz os pais ou o outro pai que não deu o nome aceitar? O que faz acontecer um evento ou insight que faça surgir a sugestão desse nome? O que faz aparecer esse nome na cabeça de alguém e mante-lo firme ali? Como eu venho do ocultismo eu não costumo ver a aleatoriedade como algo muito "santificado" então tudo se torna muito influenciável por tudo, inclusive nas primeiras lições já somos apresentados a ideia de que os pensamentos não são nossos, mas sim estão a parte de nós e nós apenas os acessamos.

A tabela de Bongo é medieval e foi muito usada com relação a kabbalah, tem uma relação estreita também com a língua hebraica ao atribuir valor na guematria. Só ai você tem duas das maiores escolas de conhecimento "oculto" do planeta. Já a somatória da data de nascimento só tem um empréstimo da lógica pitagórica e uma pretensa ideia de que isso se relacionaria com o tarot...a unica relação padrão do tarot com o tempo de calendário é uma ideia de que cada carta rege um período pré determinado de dias(eu só vi isso em um tarot, e nunca vi ninguém usando).


 

 

1 hora atrás, sandrofabres disse:

Aliás, sobre métodos diferentes mesmo, a numerologia, que relaciona números às letras do nome, se usamos a numerologia pitagórica, que relaciona letras e números, dá uma coisa. Mas se você pega a versão da numerologia para o hebraico, a Gematria, e usar seu nome com letras romanas, dá outra coisa. E se conseguir descobrir como se fato seu nome seria escrito em hebraico(que não tem vogais), para depois analisar, dá outra...


Acredito que a grande diferença é que temos alguns meios em que já sabemos mais ou menos o processo e podemos confiar, mas isso não anula os outros. O Nilton Schultz faz até um trabalho original buscando novas correlações nesses campos, algumas coisas funcionaram na prática pra mim, outras nem tanto.
 

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1 hora atrás, Robert disse:

Agora, acredito que você esteja atribuindo muito livre arbítrio as pessoas

Não se trata de atribuir muito livre arbítrio. Estou apenas pensando de forma racional. Digo... Ao pensar que é possível extrair a personalidade de uma pessoa de seu nome implica em pensar que ao darmos um nome a um filho estamos influenciando de forma muito acentuada como será a sua personalidade e, dessa forma, significa que posso escolher qual será sua personalidade apenas montando um nome que constitua uma numerologia específica que implique num arcano específico por mim escolhido. Isso pra mim não faz sentido. Entende o ponto que estou levantando?

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3 horas atrás, Robert disse:

Por questões assim que te disse que o método precisa ser flexível. Uma pessoa que é mais chamada pelo apelido faz com que ele tenha mais ligação do que o nome.
E assim, as pessoas de certa forma escolhem como preferem ser chamadas.

Mas o método se aplica a apelidos?... Pensei que só se usasse o nome de batismo.

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Acho  que foi só um exemplo de como um nome pode ser mal escolhido, e que há uma relaçõo entre a personalidade da pessoa e algum nome. Se o nome de batismo foi escolhido certo, beleza, a análise talvez bata com a personalidade. Caso contrário a pessoa mesmo, ou os outros, notam que algo não encaixa ali, e optam por tratá-la por apelidos. Ou ela mesmo opta.

Resta a pergunta:  método se aplica a apelidos?

E nunca fui de usar apelidos, nem nunca atribuíram um a mim. Mas a vida toda as pessoas  cismaram que meu nome é Luciano, e não Sandro, kk. Dizem que "tenho cara de" Luciano, não de Sandro. Algo elas detectam, kkk.

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5 minutos atrás, sandrofabres disse:

Dizem que "tenho cara de" Luciano, não de Sandro. Algo elas detectam, kkk.

Hehehe

6 minutos atrás, sandrofabres disse:

Resta a pergunta:  método se aplica a apelidos?

Pois é, se o método puder ser aplicado a apelidos ou a algum tipo de contração ou modificação específica na forma que a pessoa prefira ser chamada aí sim acho que teria algo de muito mais pessoal para ser analisado.

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Pode se aplicar a tudo é só uma relação com a tabela de bongo, o nome de batismo é porque você carrega por mais tempo, ao contrário do de casado por exemplo. Você pode utilizar para o nome de algo que vc vá criar por exemplo para saber qual influencia o nome terá, você pode utilizar qualquer tipo...formalmente* é usado o nome de batismo.

O que o Sandro falou do nome, foi a isso que me referi mesmo. 

 

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