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Experiência de Quase Morte - Fundação de Pesquisa


Lucas Oliveira
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  • 1 month later...
  • 3 weeks later...
  • 5 months later...

2409. Roger M EQM 10/10/2010. EQM 4752. 

Traduzido do inglês para português por Victor

Todo o frio que sentia enquanto eu estava deitado perdendo sangue até à morte, foi substituída pela mais cálida sensação que jamais haja conhecido. Não o calor que poderia estar associado com o inferno, mas um calor de dentro do meu ser. Eu já não sentia pavor, medo ou qualquer outra emoção que tenha experimentado na realidade física. Eu só a posso descrever como um sentir de paz e bem-estar. É espantoso as pressões que sentimos todos os dias só por estar vivos nos nossos corpos mortais. Só quando estas pressões são completamente levantadas da nossa existência, é que as nossas almas são capazes de experimentar a verdadeira paz e tranquilidade. Ao mesmo tempo eu senti ocorrer todas essas mudanças, eu também experimentei uma existência sem a carga de um corpo terreno. Os sentidos que substituíram a visão, o som, e o cheiro, sentia-se como um sentido de consciência inclusiva. Não havia necessidade de interacção física pois todos os níveis da experiência não eram sentidos ou falados, mas simplesmente conhecidos.
EQM devido a queda e sangramento sério. 

http://www.nderf.org/Portuguese/roger_m_eqm.htm

http://www.nderf.org/Portuguese/NDERF_NDEs.htm

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  • 2 months later...

9 evidências de vida pós-morte

A apresentação é do médico e cientista norte-americano Jeffrey Long, um dos maiores estudiosos do mundo em EQM (Experiência Quase Morte),  em entrevista exclusiva à APN. “Creio que as evidências são razoavelmente convincentes, para qualquer pessoa razoável, de que existe vida após a morte”, garante. 

O médico e cientista Jeffrey Long, criador da Fundação de Pesquisa de Experiência de Quase Morte

Jeffrey Long é um respeitado médico oncologista de Houma, Louisiana EUA, especializado no uso de radiação para tratamento de câncer. Além de sua carreira bem-sucedida na medicina, Long ganhou fama nos EUA e no resto do mundo por causa do trabalho de sua instituição, criada em 1998: a NDERF – Near Death Experience Research Foundation – que em português se traduz como Fundação de Pesquisa de Experiência de Quase Morte.

O site de Jeffrey Long ( http://www.nderf.org/ ) já coletou mais de 4 mil depoimentos de pessoas de todo o mundo que afirmam ter tido uma Experiência de Quase Morte (sigla EQM) que é um conjunto de sensações que ocorrem em caso de paradas cardiorrespiratórias – e de retorno posterior da pessoa – com sensações de flutuar acima do seu corpo físico e visualizá-lo, de viajar através de um túnel de luz branca brilhante e de até se comunicar com pessoas já falecidas.

Nessa incessante busca de provas de vida após a morte, ele se tornou uma referência mundial no assunto e escreveu o best seller “Evidence of the Afterlife: The Science of Near-Death Experiences”, além de ser presença constante na mídia americana, incluindo os programas O’Rielly Factor, NBC today, ABC with Peter Jennings, the Dr. Oz Show, the History Channel, National Geographic, Fox News Houston e até na Academia de Ciências de Nova York. Tudo para provar que a vida continua após a morte do corpo físico.

Em entrevista exclusiva à Agência Porto de Notícias, Jeffrey Long fez um balanço de seu trabalho, que considera um sucesso, e elenca as nove evidências que comprovam as experiências quase-morte como reais. Acompanhe a seguir:

Após mais de 15 anos de depoimentos e importantes pesquisas, o senhor pode concluir que “existe vida após a morte”?


Creio que as evidências são razoavelmente convincentes, para qualquer pessoa razoável, de que existe vida após a morte. Existem muitas outras linhas de fora da minha pesquisa, mas as minhas nove linhas de evidências publicadas anteriormente para a realidade da experiência de quase morte e sua mensagem consistente de uma vida após a morte são:

1) Consciência cristalina: O nível de consciência e estado de alerta durante as experiências de quase-morte (EQM) é geralmente ainda maior do que o experimentado na vida cotidiana, mesmo que as EQM geralmente ocorram quando uma pessoa está inconsciente ou clinicamente morta. Esse alto nível de consciência – enquanto a pessoa está fisicamente inconsciente – é clinicamente inexplicável. Além disso, os elementos das EQM geralmente seguem a mesma ordem consistente e lógica em todas as faixas etárias e em todo o mundo, o que refuta a possibilidade de que as EQM tenham qualquer relação com sonhos ou alucinações.

2) Experiências realistas fora do corpo: As experiências fora do corpo (EFC, ou OBEs em inglês) são um dos elementos mais comuns de EQM. O que as pesquisas mostram sobre eventos terrenos no estado “fora do corpo” é quase sempre realista. Quando a pesquisa EQM, ou outras, procuram mais tarde verificar o que foi observado ou ouvido durante a experiência, as observações de experiência fora do corpo são quase sempre confirmadas como completamente precisas. Mesmo se as observações de saída do corpo físico, durante a EQM, incluíram eventos distantes do recinto e longe de qualquer possível percepção sensorial, as observações de EFC ainda são quase sempre confirmadas como completamente precisas. Este fato por si só exclui a possibilidade de que as experiências de quase morte estejam relacionadas a qualquer funcionamento cerebral conhecido ou consciência sensorial. Isso também refuta a possibilidade de que as EQMs sejam fragmentos irreais de memória do cérebro.

3) Sentidos aumentados: Não são somente relatados sentidos aumentados pela maioria dos que tiveram EQM de visão normal ou supernormal. Têm ocorrido também com aqueles de visão significativamente prejudicada, e até com cegueira diagnosticada. Várias pessoas totalmente cegas desde o nascimento relataram experiências altamente visuais de quase morte. Isso é clinicamente inexplicável.

4) Consciência durante a anestesia: Muitas EQM ocorrem sob anestesia geral – numa época em que qualquer experiência consciente deve ser impossível. Enquanto alguns céticos afirmam que essas EQMs podem ser o resultado de anestesia muito pequena,  ignoram o fato de que algumas EQM resultam de uma superdosagem de anestesia. Além disso, a descrição de uma EQM difere grandemente daquela pessoa que experimenta “consciência anestésica”. O conteúdo das EQMs que ocorrem sob anestesia geral é essencialmente indistinguível das EQMs que não ocorreram sob anestesia geral. Esta é mais uma forte evidência de que as experiências estão ocorrendo completamente e independentemente do funcionamento do cérebro físico.

5) Reprodução perfeita: Avaliações da vida em experiências de quase morte incluem eventos reais que ocorreram anteriormente nas vidas daqueles que têm a experiência, mesmo se os eventos foram esquecidos ou aconteceram antes que eles ficaram velhos o suficiente para lembrar.

6) Reuniões com famíliares: Durante uma EQM, as pessoas encontradas geralmente já faleceram e são parentes da pessoa que tem a experiência – às vezes eles são parentes que morreram mesmo antes da pesquisa quase morte ter surgido. Se a EQM fosse apenas um produto de fragmentos de memória, eles quase certamente incluiriam pessoas muito mais vivas, incluindo aquelas com quem a pessoa teria interagido mais recentemente.

7) Experiências das crianças: Há experiências quase-morte de crianças muito novas para terem desenvolvido conceitos de morte, religião ou experiências de quase-morte. E estas são essencialmente idênticas às de crianças mais velhas e de adultos. Isso refuta a possibilidade de que o conteúdo de EQM seja produzido por crenças preexistentes ou condicionamento cultural.

8) Consistência em âmbito mundial: As experiências de quase morte parecem extraordinariamente consistentes em todo o mundo e em muitas religiões e culturas diferentes. As EQM de países não-ocidentais são incrivelmente semelhantes às que ocorrem nas pessoas em países ocidentais.

9) Consequências: É comum que as pessoas experimentem grandes mudanças de vida depois de ter experiências de quase morte. Estes efeitos secundários são muitas vezes poderosos, duradouros, que melhoram a vida, e as mudanças geralmente seguem um padrão consistente. Como as próprias pesquisas EQMs apontam: as experiências de quase-morte são, em uma palavra, reais.

Dentre mais de 4 mil casos coletados em seu site, é possível destacar o caso que mais te impressionou?


Ótima pergunta! Cada experiência de quase morte (EQM) é significativa para mim. Mas talvez a EQM mais impressionante tenha sido a de Vicki Noratuk. Ela nasceu totalmente cega, mas teve uma EQM altamente visual, como pode ser constatada no link: http://ndestories.org/vicki-noratuk/

As pesquisas EQM dependem principalmente de depoimentos das pessoas que passaram pela experiência. Existem outros métodos – como uso de equipamentos analíticos ou laboratórios especiais, por exemplo – que podem provar cientificamente a vida após a morte para as pessoas mais céticas?


Mais uma ótima pergunta! A evidência mais convincente parece ser a de experiência de vida pessoal. Não conheço algum experimento de laboratório que possa reprodutivamente fornecer evidências de vida após a morte. Além das EQMs, existem evidências de vida após a morte das comunicações pós-morte (casos no site adcrf.org), de visões do leito de morte (http://www.oberf.org/dbv.htm) e de experiências espiritualmente transformadoras (http://www.oberf.org/ste.htm ).

 Percebi que há muitos depoimentos de brasileiros em seu website – de um país com muitos adeptos do espiritismo kardecista e de outras religiões reencarnacionistas. O senhor acredita que a fé pode encorajar e incentivar as pessoas a reportarem experiências EQM? Mas, por outro lado, esta mesma fé não pode atrapalhar suas pesquisas no sentido de se provar a veracidade de alguns casos?


Crenças religiosas prévias não parecem afetar a probabilidade de se ter uma EQM. O conteúdo de EQM é muito semelhante em todo o mundo, incluindo as EQMs de países não-ocidentais (veja em http://www.nderf.org/NDERF/Research/non_western_ndes.htm ). Igualmente as crianças pequenas de cinco anos ou mais novas têm relatado conteúdos muito similares aos de crianças mais velhas e de adultos. Essas crianças mais novas têm crenças religiosas mal formadas ou ainda ausentes. Finalmente, há ateus que têm EQMs e, quando os relatam, apresentam um conteúdo muito semelhante aos EQMs de não-ateus. Os ateus podem até encontrar Deus durante suas EQMs e, depois, geralmente deixam de ser ateus.

O senhor acredita que a ciência poderá em breve admitir a vida após a morte? O que é mais necessário para se provar isto definitivamente?


Existe um vasto número de cientistas que acreditam em vida após a morte. Dado o fato de que EQMs são apenas de experiências prévias pessoais, isso pode não ser convincente para alguns cientistas. A fundação NDERF tem agora mais de 4000 casos postados e, se isso não é evidência suficiente para algumas pessoas, então não acho que qualquer número de EQMs irá convencê-los.

Alguns cientistas acreditam que um alvo (imagem, palavras, cores em um papel ou tela de computador) pode ser colocado em uma área onde há probabilidade de ocorrência de risco de morte (como a UTI do hospital ou uma sala de cirurgia). Então, quando alguém tem uma EQM, uma experiência fora do corpo (EFC), esperamos que essa pessoa verá o alvo. E se o alvo é visto por uma ou mais pessoas em EQMs, isso seria convincente para muito mais cientistas.

Essas experiências foram feitas no passado e o alvo nunca foi visto – embora em todas as EQMs, quando estavam no estado de EFC, suas atenções nunca foram direcionadas para o alvo. Esses tipos de experimentos-alvos estão em andamento e podem ser vistos em: http://www.hra.nhs.uk/news/research-summaries/aware-ii/

 

Fonte: http://portodenoticias.com.br/9-evidencias-de-vida-pos-morte/

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  • 4 months later...

2321. EQM de Stanley P 9/11/2010. EQM 4598 

Uma a uma, as almas foram atraídas para o universo físico, mas parecia haver uma natureza voluntária para a participação. Esta foi uma experiência extremamente interessante desde que eu testemunhei tudo desde o começo, formação de estrelas, etc. Mas como o universo físico evoluiu e como minha alma foi puxada para o universo eu pareci focar apenas na Terra, mas a vi e a experimentei um nível micro, com conhecimento simultâneo e completo de cada pedaço de terra, especialmente de qualquer coisa viva, incluindo os menores micróbios no solo ou no oceano. Agora é difícil lembrar a sensação de estar simultaneamente consciente de todos os seres vivos. Junto com a história total da terra, eu vi e experimentei minha pequena parte nela, vendo assim minha própria vida e morte.

EQM de ficar inconsciente. Experiência universal incrível! 

https://www.nderf.org/Experiences/1stanley_p_nde.html

 

 

2301. EQM Teri R 10/8/2010 . EQM 4571

Então saí do túnel para um lugar indescritível de paz e tranquilidade. Havia o mais belo Ser da Luz Branca lá. Com o nível de compreensão que eu tinha na época, vi que ele assumiu uma imagem para que eu pudesse me relacionar e me sentir confortável, mas que sua verdadeira essência era Luz e Amor. Ele apareceu para mim como um homem mais velho, com longos cabelos grisalhos e barba. Mas o que se destacou acima de tudo foi que ele me amava incondicionalmente. A sensação de estar em sua presença era algo que parecia que eu estava "em casa" - em um sentido que eu nunca tinha conhecido. Eu vi que a minha verdadeira essência também era essa energia de amor, mas quando ele reviu a minha vida comigo, recebi a compreensão de que fui eu quem me tirou dos benefícios e felicidade do amor pela raiva que sentia por algumas experiências que tive. tinha crescido. 

EQM devido a acidente de carro. 

https://www.nderf.org/Experiences/1teri_r_nde.html

 

Google Tradutor

https://translate.google.com.br/

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  • 2 weeks later...

1235. EQM de Kathi B 14/10/2007 EQM 3339

 Então, os pensamentos vieram à minha cabeça: que tipo de forma ou forma deixaria você mais confortável?'O que você quer dizer?' Eu pensei de volta. Alguns exigem que eu tome a forma de um velho sábio, outros uma mulher e ainda outros um animal, todas de diferentes raças, idades, tamanhos ou espécies. E se você? Eu pensei sem hesitar 'Humano'. Com isso, a luz começou a se separar simultaneamente em incríveis raios de cor e se intensificar em uma forma mais sólida. Quando a luz alcançou o estágio em que parecia uma forma humana, uma forma bastante genérica, como um biscoito de gengibre, pensei: "Basta, estou confortável com essa forma". A forma podia se mover e era tridimensional. Ela era composta inteiramente de luz e raios de cor luminescente emanavam de cada parte dela. Eu vi a cor de novo muitos anos depois, quando vi pela primeira vez material iridescente. Os sentimentos de segurança, amor e paz foram ainda maiores em sua presença. Nós ainda estávamos nos comunicando através de pensamentos. 

EQM devido a quase afogamento. 

https://www.nderf.org/Experiences/1kathi_b_nde.html

 

 

Google Tradutor

https://translate.google.com.br/

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  • 11 months later...
  • 9 months later...

Assistindo um documentário novo na netflix sobre experiências de quase morte e vida apos a morte tive uma duvida; estou no começo mas achei muito bom o documentário:

A duvida é sobre a diferença entre as sensações fora do corpo nas projeções e nas eqm’s.

Nas eqm’s as pessoas relatam q tiveram uma sensação de bem estar e não quererem voltar, e tb a ida a um local paradisíaco no astral.


Na projeções voluntarias, das q fiz e tb q vejo os usuarios relatando, saí e me deparei na maioria das vezes com obsessores, e não tive a mesma sensação de bem estar e de não querer voltar q as pessoas relatam na eqm, geramente da medo por conta dos obsessores, e o local onde se vai é diferente tb, ou no quarto ou se desperta a lucidez em outro local comum nao paradisíaco.

A diferença do local de saida é logica, mas pq a diferença na sensação entre as duas experiências? Seria por conta da influencia do local e das pessoas q aguardam na eqm? Pois relatam q na eqm haviam parentes o aguardando e o local era muito bom.

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6 horas atrás, bandeirapvh disse:

Assistindo um documentário novo na netflix sobre experiências de quase morte...

Obs. O documentário não é somente sobre eqm’s, esse é o assunto do episódio 1. Ainda estou no episodio 2 fala q sobre mediunidade. 

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6 horas atrás, bandeirapvh disse:

 

A duvida é sobre a diferença entre as sensações fora do corpo nas projeções e nas eqm’s.

Nas eqm’s as pessoas relatam q tiveram uma sensação de bem estar e não quererem voltar, e tb a ida a um local paradisíaco no astral.


Na projeções voluntarias, das q fiz e tb q vejo os usuarios relatando, saí e me deparei na maioria das vezes com obsessores, e não tive a mesma sensação de bem estar e de não querer voltar q as pessoas relatam na eqm, geramente da medo por conta dos obsessores, e o local onde se vai é diferente tb, ou no quarto ou se desperta a lucidez em outro local comum nao paradisíaco.

A diferença do local de saida é logica, mas pq a diferença na sensação entre as duas experiências? Seria por conta da influencia do local e das pessoas q aguardam na eqm? Pois relatam q na eqm haviam parentes o aguardando e o local era muito bom.

Eu acho que é apenas pela diferença da frequência em que você sai.

Nunca encontrei obsessores nas projeções , entao não sei como é isso. Mas eu sempre tive isso de não querer voltar. A simples sensacao de andar num ambiente mais leve que o físico, vom um corpo sem peso, para mim já é como uma experiencia que gera muita sensacao de liberdade.  Como um passarinho fora da gaiola. Só isso já dá vontade de não voltar. 

Agora, claro que se ficar perto do corpo vao ser mais denso quase nao há contraste na densidade entre estar no corpo e fora. Mas mesmo que voce anda na zona mais comum, onde vê um ambiente que imita o fisico, a sensacão de leveza física é bem maior. 

Estava até conversando com um colega daqui sobre isso ontem. Pelo menos nas projecoes que  eu tenho, na zona proxima do fisico ( a zona que voce anda pelas ruas da cidade, nao a zona do seu quarto e sua casa, que é a mais proxima do físico) , parece que todos os dias é domingo, ehehe. Vejo sempre muita gente andando na rua mas apenas passeando por ali. Parece que todas as familias resolveram sair para passear descontraidamente. Nao tem veiculos, é tudo calmo, com algumas pessoas sentadas m cadeiras de praia em frente as suas casas, relaxando, outras reunidas em grupos conversando. Dá sempre aquela sensacao de "domingo no parque".

Mas isso NÃO é zona elevada, é só uma zona que não tem nada de sombria nem gente sofrendo como as zonas pesadas.

Só uma ou outra vez fui parar naqueles "cenários de livro espirita", no meio de um jardim florido, tudo muito iluminado.. mas dessas vezes nao pude xplorar porque o corpo acordou devido a problema respiratorio ( um ronco abrupto). Essas zonas sim pareciam algo bem mais leve que as zonas que imitam o fisico.

Me parece que a turma da EQM :

-ou fica bem presa ao fisico, na situacao em que vê seu próprio corpo ali no hospital ou acidentado, e nesse etapa provavelmente eles nao notarao leveza  e liberdade porque estao lastreados por mais energia densa do etérico nas EQM do que me projecao comum ( e por isso perceberao o fisico com mais exatidao, obtendo comprovacoes mais facilmente que um projetor), por isso muitos nessa etapa nem percebem que estao fora do corpo. Só depois que reconhecem o próprio corpo na cama do hospital  ou acidentado na estrada é que concluem, não pelas sensações.

- ou passam direto para o que tem depois da luz, que é uma zona que você só consegue entrar após perder o lastro energético totalmente. Então é natural que se sintam muito mais leves, tanto pela questao de menos lastro, quanto pela zona em que estão.

 

 

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Entendi.

O documentário é muito bom, recomendo. É recente na netflix, com 6 episódios. Baseado em relatos. Interessante, pq eu nao sabia q há um centro de treinamento de mediuns na Holanda, no documentário mostra isso.

Sobre os obsessores, nas poucas q fiz, na maioria encontrei obsessores, no quarto, fora dele, e em outros ambientes. Já teve projeção q assim q sentei na cama o obsessor veio pra cima de mim grunhindo, em outra saindo do quarto vi duas obsessoras com aparencia de bruxas novas. Teve poucas sem obsessores. Considerei obsessor os q tiveram atitudes agressivas, perseguindo ou querendo assustar.

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2 horas atrás, bandeirapvh disse:

Considerei obsessor os q tiveram atitudes agressivas, perseguindo ou querendo assustar.

É, só dá para considerar assim mesmo. Pode até ser só espirito zombeteiro se aproveitando para rir do susto que causou no encarnado, mas vai saber né? Mas nunca encontrei esses, que eu me lembre.

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55 minutos atrás, sandrofabres disse:

É, só dá para considerar assim mesmo. Pode até ser só espirito zombeteiro se aproveitando para rir do susto que causou no encarnado, mas vai saber né? Mas nunca encontrei esses, que eu me lembre.

Acho q era isso aí. Obsessor seria mais apegado. Acho q apenas dei de cara c esses aí. Na verdade acho q estou chamando espirito zombeteiro de obsessor.

Complementando aqui sobre  o novo documentário q citei da netflix “Vida após a morte”, li pessoas reclamando q não citaram base doutrinária, e realmente estou no episodio 3 e percebi isso. Li pessoas reclamando q assistiram ate o final e nao citaram o Kardec. Li pessoas reclamando q assistiram ate o final e nao citaram o Kardec. Ate onde assisti tb acho q deveriam citar o Kardec e o budismo. Vi nos titulos q próximos episódios fala sobre reencarnação. Vai faltar entao falar sobre a projeção astral. Mas eu gostei muito pq mostra pessoas em busca das respostas sobre a existência de uma vida extrafisica, grupos de pessoas q passaram pela eqm e outros buscadores procurando mediuns por conta de parentes q desencarnaram. Bem interessante, o medium fica frente ao buscador e contacta o parente e da detalhes de como eram, mas alfamas coisas poderiam ser vistas na internet (o documentário fala isso), como por exemplo se o medium fala q a pessoa tirou uma foto de tal maneira, isso pode ser visto antes em redes sociais, mas disseram q o medium nao conhecia ninguem no grupo (no caso das sessoes em grupo). Mas ha alguns detalhes q so o consulente sabia, como o caso de um rapaz q antes da medium chegar fala em voz alta na casa pro pai q ja desencarnou q ele comentasse, como prova de q ele estaria ali, sobre o cabelo (do consulente) e a medium nesse ponto diz q o pai comenta sobre o cabelo dele, e o cabelo dele nao tinha nada de diferente.

To falando aqui pq gostei muito do documentário, e acho q tem tudo a ver com o forum. Segue o link sobre ele:

https://www.netflix.com/br/title/80998853

Uma outra coisa, eu nao vi mais aqui no forum o @Aritmética.

O @Iogui vi q passou um tempo fora mas voltou. Q seja bem vindo de volta. Houve alguns topicos q discordei dele e ele de mim e ate peço desculpas a ele pq cada um tem um modo de pensar. Isso é uma coisa q sei mas é dificil eu colocar em pratica. Mas acho q melhorei nesse ponto.

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5 horas atrás, bandeirapvh disse:

. Li pessoas reclamando q assistiram ate o final e nao citaram o Kardec. Li pessoas reclamando q assistiram ate o final e nao citaram o Kardec

Mas é documentário brasileiro? Porque pelo que eu saiba o kardecismo praticamente inexiste no resto do mundo. Só sobreviveu no Brasil. Se voce pega livros de autores espiritualistas estrangeiros, mesmo médiuns, percebe que eles so sabem o que vivenciaram. Eles desconhecem absolutamente tudo em termos de explicaçoes "doutrinárias", so sabem da propria experiencia , entao ficam tateando as cegas sem organizarem a estruturua do que descobriram. Não avança além da etapa " ahhhh, entao existe espírito, nao sou só meu corpo. Tem algo mais lá, mas não sabemos ainda o que seja". 

Para dizer a verdade so cruzei com uma referencia ao espiritismo kardecista duas vezes em livros estrangeiros. No Dark Intrusions, e no Spirit Releasement Therapy. 

Então esperar que um documentário produzido por falantes da língua inglesa citem kardec é esperar demais. Talvez se fosse um documentário francês teria mais chances. 

https://super.abril.com.br/cultura/por-que-o-espiritismo-pegou-tanto-no-brasil/

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9 horas atrás, bandeirapvh disse:



Complementando aqui sobre  o novo documentário q citei da netflix “Vida após a morte”, li pessoas reclamando q não citaram base doutrinária, e realmente estou no episodio 3 e percebi isso. Li pessoas reclamando q assistiram ate o final e nao citaram o Kardec. Li pessoas reclamando q assistiram ate o final e nao citaram o Kardec. Ate onde assisti tb acho q deveriam citar o Kardec e o budismo.

Então, é um doc gringo, e nesses países anglosaxonicos de primeiro mundo a turma é bem "quadrada" em termos de espiritualidade, ou é cristão protestante/católico e fica nisso ou não acredita em nada, e o background cultural deles é bemmm materialista, hedônico e positivista. Quando se relacionam com algo além desse espectro, vêem com um olhar de espanto/surpresa e ficam naquele nível de fascínio bem adolescente "ohhhh, vi algo" "uhhh, casa mal assombrada cara", "tive uma eqm e vi a luz me chamando, mas não sei oq era, anjos talvez", ou mesmo ficam naquelas aventuras de "ghost Hunters" tentando captar qualquer coisa no escuro com uma parafernalha infinita de dispositivos. Não que avanços e estudos em comunicações entre dimensões via aparellhos e tal seja inútil, pelo contrário, mas via de regra eles não saem disso, sabe? De captar um sonzinho aqui, uma batida ali, etc. Num primeiro momento pra instigar a curiosidade e ajudar a entender o mundo espiritual é até bem vindo, estudos nessa área são necessários, mas depois de um certo ponto esse tipo de experiência não agrega mais nada se não se objetiva algo mais além de ficar colecionando sonzinhos do plano extrafísico. Quero dizer: ok, vc colheu um monte de evidências e gravações de espíritos (em sua grande maioria pessoas perdidas ou problemáticas, que já tão fazendo hora extra nas dimensões mais baixas), sabe que tem algo além desse mundo. Bacana. E agora? Oq vc faz com essa informação? Quais os próximos capítulos a serem estudados? Quais problemas seus, de outras pessoas ou da coletividade vc ajudou a resolver? Como isso te ajuda a ser um ser humano melhor e despertar suas potencialidades internas? Essa turma, no geral, estagna, fica só nessa pegada de curioso fascinado. Claro que existem excessões, especialmente as escolas esotéricas ocidentais, porém via de regra este povo fica só nisso mesmo, é tudo um "grande mistério" o mundo dos "fantasmas", às vezes tentam entender apenas do ponto de vista da ciência cartesiana materialista, quando não partem pra total rejeição a priori. Esse doc reproduz bem essa lógica gringa a qual está presente em quase todos documentários e filmes que se relacionem com o espiritual produzidos nestes países como EUA, Canadá, Inglaterra, Alemanha, etc. Isso na minha visão. Daí que não falar de kardecismo, budismo, ou qualquer outra tradição, filosofia ou abordagem não cientifica-materialista-positivista e/ou cristã protestante/católica já é esperado. Vamos ver se numa próxima temporada eles saiam um pouco da bolha, ☺️

Ainda sim gostei muito do primeiro e do último episódio (EQMs e Reencarnação, respectivamente), pq são casos recheados de evidências científicas, mesmo pros padrões da ciência "materialista", que até pra alguém muito cético, fica quase impossível de explicar se não se admitir a possibilidade de vida após a morte.

Vale ressaltar o episódio 2, que mostra um centro espiritual pra treinamento de médiuns na Holanda. Muitas similaridades com os métodos de incorporação da umbanda e espiritismo, com direito a um "Bezerra de Menezes" europeu hahaha. Embora, no que deveria ser o ponto alto do ep, eles não deixam gravar vídeo, só som, achei bem tosco isso e só serve pra tirar crédito do trabalho deles que parece ser sério.😅

 

 

 

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Em 10/01/2021 at 15:29, bandeirapvh disse:

O @Iogui vi q passou um tempo fora mas voltou. Q seja bem vindo de volta. Houve alguns topicos q discordei dele e ele de mim e ate peço desculpas a ele pq cada um tem um modo de pensar.

Fala, bandeira, tudo bem? Sei que ando meio sumido e peço que me perdoem, mas é que as coisas da vida cotidiana têm me cobrado maior atenção. Então não tenho tido tempo de participar muito das discussões aqui (algumas que muito me interessavam inclusive, pela qualidade das informações e da troca de ideias). De vez em quando dou uma escapada para dar uma lida ou outra nos tópicos, mas das poucas vezes que tenho feito isso, não pude me dar ao luxo de participar mais ativamente. 

Realmente, lembro-me de alguns episódios em que discordamos (o que acho perfeitamente normal e que em algumas situações pode até ser muito saudável uma discordância sadia e respeitosa) e lembro-me também de ter tido a impressão que você se sentiu perseguido por mim,  desagradado com minha forma de falar embora essa nunca tenha sido a minha intenção. Pelo contrário,  sempre quis colaborar. E nunca, em nenhum momento, quis me colocar como senhor da verdade. Mas sei também que a arte da comunicação não é tão simples quanto parece e todos temos nossos filtros pelos quais interagimos com o mundo distorcendo informações que entram ou que saem de nossas mentes. Pode ser que minha escolha das palavras ou da forma não tenha sido das melhores. Sei que tenho muito ainda a aprender sobre esta nobre arte: a comunicação. Por exemplo, entre meus defeitos, acho-me muito verboso. Muitas vezes me falta o poder da síntese. E acho isso bem ruim... Mas fazer o quê, né?... Aos pouquinhos eu vou aprendendo. Por favor me perdoe se causei qualquer má impressão. Saiba que nunca foi minha intenção me passar por sabe-tudo (até porque,  sei que não sei!), nem tampouco foi minha intenção te descreditar ou diminuir. Saiba que aceito ser contestado. Se você achar que estou errado sobre algum assunto, simplesmente me diga que estou errado e que o seu ponto de vista é outro mas não me penalize se eu não me satisfizer com seus argumentos. E se, ao fim,  não chegarmos a um acordo, tudo bem. Talvez não concordemos em tudo. Vida que segue. Ainda assim a gente pode, no final do dia, conversar sobre amenidades, dar um tapinha nas costas um do outro, e sair andando apreciando a paisagem. 😉

A propósito, sobre o seriado do netflix, assisti apenas ao primeiro episódio sobre EQM e gostei. Ainda não deu tempo de ver os outros. Concordo com as explicações do Sandro sobre a cultura espiritualista dos gringos e o fato de o kardecismo ter pegado mesmo é aqui no Brasil mais que em qualquer outro lugar do mundo (incluindo aí a França, lugar onde Kardec é muito menos conhecido que no Brasil,  apesar de sua origem). 

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13 horas atrás, Iogui disse:

Fala, bandeira, tudo bem? Sei que ando meio sumido e peço que me perdoem, mas é que as coisas da vida cotidiana têm me cobrado maior atenção. Então não tenho tido tempo de participar muito das discussões aqui (algumas que muito me interessavam inclusive, pela qualidade das informações e da troca de ideias). De vez em quando dou uma escapada para dar uma lida ou outra nos tópicos, mas das poucas vezes que tenho feito isso, não pude me dar ao luxo de participar mais ativamente. 

Realmente, lembro-me de alguns episódios em que discordamos (o que acho perfeitamente normal e que em algumas situações pode até ser muito saudável uma discordância sadia e respeitosa) e lembro-me também de ter tido a impressão que você se sentiu perseguido por mim,  desagradado com minha forma de falar embora essa nunca tenha sido a minha intenção. Pelo contrário,  sempre quis colaborar. E nunca, em nenhum momento, quis me colocar como senhor da verdade. Mas sei também que a arte da comunicação não é tão simples quanto parece e todos temos nossos filtros pelos quais interagimos com o mundo distorcendo informações que entram ou que saem de nossas mentes. Pode ser que minha escolha das palavras ou da forma não tenha sido das melhores. Sei que tenho muito ainda a aprender sobre esta nobre arte: a comunicação. Por exemplo, entre meus defeitos, acho-me muito verboso. Muitas vezes me falta o poder da síntese. E acho isso bem ruim... Mas fazer o quê, né?... Aos pouquinhos eu vou aprendendo. Por favor me perdoe se causei qualquer má impressão. Saiba que nunca foi minha intenção me passar por sabe-tudo (até porque,  sei que não sei!), nem tampouco foi minha intenção te descreditar ou diminuir. Saiba que aceito ser contestado. Se você achar que estou errado sobre algum assunto, simplesmente me diga que estou errado e que o seu ponto de vista é outro mas não me penalize se eu não me satisfizer com seus argumentos. E se, ao fim,  não chegarmos a um acordo, tudo bem. Talvez não concordemos em tudo. Vida que segue. Ainda assim a gente pode, no final do dia, conversar sobre amenidades, dar um tapinha nas costas um do outro, e sair andando apreciando a paisagem. 😉

A propósito, sobre o seriado do netflix, assisti apenas ao primeiro episódio sobre EQM e gostei. Ainda não deu tempo de ver os outros. Concordo com as explicações do Sandro sobre a cultura espiritualista dos gringos e o fato de o kardecismo ter pegado mesmo é aqui no Brasil mais que em qualquer outro lugar do mundo (incluindo aí a França, lugar onde Kardec é muito menos conhecido que no Brasil,  apesar de sua origem). 

 

Na verdade vc não fez nada de mais @Iogui, nem no modo de falar, pq acredito q vc estava somente respondendo a duvida.

O q ocorre é q é algo meu mesmo que venho me corrigindo nos últimos anos: eu entrei em muitos debates insistindo em querer mudar a opinião ou o modo de agir dos outros, quando vi q o correto é eu falar meu ponto de vista (dependendo da pessoa, não o seu caso, mas as vezes não é bom nem falar) e não chegar a prolongar o assunto.

Eu estava até pensando em abrir um tópico esses dias sobre a dificuldade em perdoar (vou criar hj). Tive duas experiencias recentes em que eu pedi perdão a duas pessoas q eu ofendi verbalmente no passado e me arrependi. Quando fui pedir perdão a elas fui recebido grosseiramente. 

Estou lendo um livro (renovando atitudes - hammed) q diz "cada um só pode dar aquilo que tem", q depende do nivel evolutivo de cada um.

Então, no meu caso, na época das discussões eu não tinha a maturidade, de falar meu ponto e calar, ou somente calar, ouvir o do outro e não querer muda-lo. Bem como essas pessoas q citei, não possuíam a virtude do perdão.

É um aprendizado muito difícil, pra eu q sabia a teoria por em pratica, imagina pros exemplos q citei q nem a teoria tem.

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2 horas atrás, bandeirapvh disse:

O q ocorre é q é algo meu mesmo que venho me corrigindo nos últimos anos: eu entrei em muitos debates insistindo em querer mudar a opinião ou o modo de agir dos outros, quando vi q o correto é eu falar meu ponto de vista (dependendo da pessoa, não o seu caso, mas as vezes não é bom nem falar) e não chegar a prolongar o assunto.

Que legal! Essa é a parte mais difícil: reconhecer os próprios defeitos. Muitas vezes, simplesmente não os enxergamos (e pode ter certeza, todos temos defeitos, caso contrário não estaríamos encarnados aqui). Se o passo mais difícil a respeito deste problema em específico, você já deu, estou certo que em breve, isso será apenas passado. Fico muito feliz com seus avanços conscienciais! Muito mesmo!

3 horas atrás, bandeirapvh disse:

Quando fui pedir perdão a elas fui recebido grosseiramente. 

Tá bom. Aí já não é problema seu. Sua parte você fez. O restante, o tempo se encarrega. O tempo resolve qualquer coisa.

Nota:
Pensei que a sua postagem em resposta à minha seria:
 

Citar

Não concordo!

Eu ia rir muito! 😂🤣
...E no final do dia, daríamos um tapinha nas costas um do outro, e sairíamos apreciando a paisagem! 😂

 

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1 hora atrás, Iogui disse:

Nota:
Pensei que a sua postagem em resposta à minha seria:
 

Eu ia rir muito! 😂🤣
...E no final do dia, daríamos um tapinha nas costas um do outro, e sairíamos apreciando a paisagem! 😂

 

Obrigado.

kkkkk, se depois do “não concordo” vim um tapinha nas costas e apreciar a paisagem seria bom demais.

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  • 2 weeks later...

BICS ESSAY COMPETITION

Best Evidence for Afterlife

Essays will be judged by five renowned experts.

Essays must be received by 5 p.m. PST August 1, 2021.

Winners will be announced November 1, 2021.

 

Purpose of BICS Essay Competition

The purpose of the BICS essay awards is to raise the public awareness for the Survival of Human Consciousness topic and to stimulate research. The goal of the essay contest is to award contestants for writing papers that summarize the best evidence available for the survival of human consciousness after permanent bodily death.

BICS intention is to provide a public service by:

1. Creating and implementing the essay contest
2. Publishing responsible information to the widest audience possible and, if all goes well, proceed to a possible second contest
3. BICS envisions the essays focus to be on scientific evidence as well as objective and subjective supported documentation as gathered

From special cases, including older cases, from very credible witnesses

From photographic or electronic data

From all available literature

From highly validated and authenticated human experiences

From other relevant sources

BICS has assembled a competent board of directors with deep experience in the topic to provide advice on the strategic direction and priorities of the Institute. The board of directors are: acclaimed journalist and author Leslie Kean, forensic neurologist Christopher C. Green MD PhD, theoretical physicist Harold Puthoff PhD, Brian Weiss MD who has lectured worldwide on survival of consciousness and associated topics, Rice University Professor of Philosophy and Religious Thought Jeffrey Kripal PhD, University of California Irvine Professor of Statistics Jessica Utts PhD, Anomalies Researcher and BICS Founder Robert T. Bigelow and Molecular Biologist and Anomalies Researcher Colm A. Kelleher PhD.

http://www.bigelowinstitute.org/

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Near-Death Experiences - Evidence for Their Reality ( Experiências de quase morte - Evidências de sua realidade )

by Jeff rey Long, MD

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC6172100/pdf/ms111_p0372.pdf

 

Review of "Evidence of the Afterlife" ( Revisão de "Evidências da vida após a morte" )

http://neardth.com/evidence-of-the-afterlife.php

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