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Lain_22

Como se lembrar inteiramente de vidas passadas?

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Eu tenho algumas lembranças que acredito serem de vidas passadas, algumas cenas, momento de uma morte etc.
Tenho vontade de me lembrar completamente ou ao menos para entender que se faça sentido delas.
De fato, ao que sinto, deixei incompleto alguma coisa.
Esse conhecimento vai me ser muito útil na vida atual.

Existe algum meio de se lembrar?

Eu sei que o passado é passado, esquece o passado ou qualquer forma de desencorajar.

Porém eu quero e sinto a necessidade de me lembrar.
Existe algum meio sério e incapaz de auto sugestão que ajude a lembrar?

 

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2 horas atrás, Lain_22 disse:

Esse conhecimento vai me ser muito útil na vida atual.

Vai? Como você sabe?

2 horas atrás, Lain_22 disse:

Existe algum meio sério e incapaz de auto sugestão que ajude a lembrar?

Se você acha que pode ser útil de fato, procure por terapia de vidas passadas mas, nestas, o foco não é lembrar de tudo, apenas daquilo que for pertinente para resolver alguma situação específica do presente.

Esse cara lida com isso:

http://www.soldoeverest.com.br

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57 minutos atrás, Iogui disse:

Vai? Como você sabe?

Primeiramente, obrigado pela indicação.
Difícil explicar, mais como um pressentimento,  onde em alguma vida, as ações que eu estou tomando nesta, eu já tenha praticado em outra.
Conhecer a prática da outra,  imagino servir como apoio para melhorar a prática nesta vida e entender o que me leva a tal prática.

Também me lembro de certos fragmentos.

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Eu tive duas experiências de retrocognição muito intensas e suficientemente completas, mas as duas aconteceram espontaneamente, sem nenhum desejo da minha parte, muito menos a adoção de alguma técnica. "Espontaneamente" quer dizer, na verdade, que elas foram patrocinadas por amparadores, pois o que recordei parece ter sido bem selecionado e, de fato, as rememorações me trouxeram algumas percepções interessantes, de modo que não creio que tenham sido eventos aleatórios.

A lição, se podemos chamar assim, não teve muito a ver, no meu caso, com os acontecimentos em si, com trabalhos incompletos ou qualquer coisa assim, mas com autoconhecimento. É um tanto estupefaciente se observar no passado, se reconhecer, e notar que tanta coisa que você é hoje já estava lá, algumas mais intensas e evidentes, outras amenizadas, e perceber inclusive a evolução da consciência acontecendo por um período de tempo mais extenso. Passei algumas semanas sob forte impacto. Valeu a pena passar por isso, tive um crescimento, mas não vou dizer que transformou a minha vida ou que fez toda a diferença.

As duas experiências aconteceram como projeções, ou seja, enquanto o corpo dormia. Os níveis de lucidez e de rememoração foram maiores do que na maioria das minhas projeções astrais. Era mais ou menos como assistir a um filme em primeira pessoa, mas além de imagens e sons, que é a experiência comum de um filme, tinha todas as outras percepções, inclusive as sutis, como pensamentos e sentimentos, e a própria "noção de ser quem eu era", por assim dizer. E, claro, eu era um observador passivo, não tinha como mudar nada. Estava consciente, enquanto acontecia, de que era uma recordação do passado. (Por motivos de privacidade, digamos, não vou relatar o que recordei.)

Concordo com o que disse o Iogue: o mais conveniente é procurar um terapeuta qualificado e ilibado. Se tiver mesmo importância, como você acredita, vai ter toda uma estrutura para fazer acontecer com segurança. Isso dito, sei que o Wagner Alegretti, da IAC, tem um livro sobre retrocognição. Não li, mas ele é um pesquisador sério. Não sei se tem edição em português, mas o título é "Retrocognitions: An Investigation into Memories of Past Lives and the Period Between Lives".

 

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35 minutos atrás, Adriano disse:

mas as duas aconteceram espontaneamente, sem nenhum desejo da minha parte, muito menos a adoção de alguma técnica. "Espontaneamente" quer dizer, na verdade, que elas foram patrocinadas por amparadores, pois o que recordei parece ter sido bem selecionado e, de fato, as rememorações me trouxeram algumas percepções interessantes, de modo que não creio que tenham sido eventos aleatórios.

A lição, se podemos chamar assim, não teve muito a ver, no meu caso, com os acontecimentos em si, com trabalhos incompletos ou qualquer coisa assim, mas com autoconhecimento. É um tanto estupefaciente se observar no passado, se reconhecer, e notar que tanta coisa que você é hoje já estava lá, algumas mais intensas e evidentes, outras amenizadas, e perceber inclusive a evolução da consciência acontecendo por um período de tempo mais extenso. Passei algumas semanas sob forte impacto. Valeu a pena passar por isso, tive um crescimento, mas não vou dizer que transformou a minha vida ou que fez toda a diferença.

As duas experiências aconteceram como projeções, ou seja, enquanto o corpo dormia. Os níveis de lucidez e de rememoração foram maiores do que na maioria das minhas projeções astrais. Era mais ou menos como assistir a um filme em primeira pessoa, mas além de imagens e sons, que é a experiência comum de um filme, tinha todas as outras percepções, inclusive as sutis, como pensamentos e sentimentos, e a própria "noção de ser quem eu era", por assim dizer. E, claro, eu era um observador passivo, não tinha como mudar nada. Estava consciente, enquanto acontecia, de que era uma recordação do passado. (Por motivos de privacidade, digamos, não vou relatar o que recordei.

É bem isso. Não sei o que os amparadores querem mostrando isso ara a gente. Já me "empurrraram" umas 4 ou 5. Nada de mai, nada chocante ou perturbador (exceto, talvez, pela operação de escape de uma "tragédia natural" que aconteceu no meu local, naquela época). Mas o que se aproveita é isso, você descobre que  sim, você é hoje mais ou menos o mesmo que era há 80 anos, 300 anos, mil anos, 10 mil anos....

Legalzinho  mas... não é o tipo de coisa que alguma vez tenha despertado minha curiosidade. E é justamente isso que deixa intrigado, qual o objetivo por trás disso? 

Por isso entendo o comentário do autor do tópico:

12 horas atrás, Lain_22 disse:

-Esse conhecimento vai me ser muito útil na vida atual.

-Difícil explicar, mais como um pressentimento,  onde em alguma vida, as ações que eu estou tomando nesta, eu já tenha praticado em outra.
Conhecer a prática da outra,  imagino servir como apoio para melhorar a prática nesta vida e entender o que me leva a tal prática.

 

Também acho que nesses casos, quando vem sem a gente procurar, e não tem nenhum aspecto problemático, tipo "coisas a resolver", é porque deve ter alguma função...

Mas fico naquela....

BB_400x400.jpg

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54 minutos atrás, Adriano disse:

Isso dito, sei que o Wagner Alegretti, da IAC, tem um livro sobre retrocognição. Não li, mas ele é um pesquisador sério. Não sei se tem edição em português, mas o título é "Retrocognitions: An Investigation into Memories of Past Lives and the Period Between Lives".

Tem em português. É perda de tempo, tem três paginas, se não me engano, de proposta prática, o resto é o típico blablablol da IAC. Eu tinha escaneado uma vez e postado aqui no gva, mas ficou na pate que perdemos, e me desfiz do livro, se não me engano. Acho que não guardei o pdf escaneado, deve ter ficado como doc1, doc 2, tem uns 400 desses aqui, eheh

O que ele diz é para criar um ambiente todo cheio de coisas relacionadas com a época ou cultura que acredita ter vivido, e entrar em estado alterado cercado por esses estímulos. Um belo pacote para criar auto-sugestão para criar uma fantasia relacionado a algo que você já gosta. Basicamente o mesmo que vemos no filme Em algum lugar do Passado, a partir do tempo 25'34":

https://gloria.tv/track/Q4Y8qbRHYRdU3HJx6aYBUzN9J

 

 

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Eu tenho este livro. Achei interessante  porque tem doze métodos... 

https://www.amazon.com.br/Memórias-Vidas-Passadas-Richard-Webster/dp/8577010155

Mas barato aqui:

https://www.estantevirtual.com.br/livros/richard-webster/memorias-de-vidas-passadas/2349719865

Mas na real, como boa parte das lembranças que vieram espontaneamente às pessoas, vieram pelos sonhos (ou projeções, para quem se projeta), talvez o método mais "harmônico" , mais "equilibrado", fosse , ao deitar, pedir ao seu Eu superior ( ou aos mentores) para lembrar. Aliás, essa é uma das doze técnicas do livro. Testei, funcionou, veio nome e sobrenome de um cara, que até tinha os mesmos interesses que eu... Pesquisei mais sobre a vida do cara, mas o maior registro que achei foi meia pagina de internet, algumas "fofocas" que não tem como saber se era "fake news", e alguns poucos parágrafos soltos, espalhados em dois ou três livros.

 

 

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Eu vou deixar aqui minha experiência por 2 pontos de vista distintos:

Terapêutico: eu sou terapeuta, e apesar de utilizar técnicas de desbloqueio emocional e energético consideradas de ponta, anos atrás percebi que elas tinham uma limitação: resolviam o problema, mas não traziam níveis mais profundos de consciência para o cliente. E o fator consciência pra mim é prioridade. Então, passei a procurar métodos mais eficientes pra isso, que trouxessem algo mais que apenas uma "solução do problema" - e cheguei na regressão.

Autoconhecimento: eu já havia tido inúmeras regressões espontâneas e/ou provocadas utilizando diferentes métodos (incluindo audios do Brian Weiss), e conhecia o seu valor pra eliminar condicionamentos negativos inconscientes que carregamos (e todos carregam, quer percebam isso ou não), mas não me adaptava aos métodos mais conhecidos, como hipnose. Então procurei algo que fosse mais compatível com minha busca, que acrescentasse uma dimensão metafísica real pra quem a experimenta. E quando a propria pessoa experimenta outros estágios de consciência (dentro do método que utilizo), o crescimento acontece naturalmente.

No meu caso particular, entrar num processo sistemático de regressão me trouxe um ganho assombroso, não dá nem pra mensurar com palavras. Mas é claro que isso não ocorre com todas as pessoas, pelos seguintes motivos: inquietude e coragem.

A primeira vem da alma, e embora muita gente diga que quer "se conhecer e se livrar de seus problemas", minha experiência mostrou que na verdade eles pensam que querem isso, mas no fundo não querem abandonar seu sofrimento ou seu ego. Querem que a vida mude, mas querem continuar sendo os mesmos (algo totalmente incompatível). Além disso, regressão vai ajudar muito quando existe uma disciplina e prática diárias.

A segunda, a coragem, é determinante pq regressões iniciam onde nossos traumas foram gravados - e aí o bicho pega. Não é um passeio no parque, está mais pra uma "montanha russa" sem a certeza do destino. E justamente por ter que enfrentar seu sofrimento antes de se livrar dele, é que muita gente (a graaaande maioria) desaparece depois de umas poucas sessões.

Resumindo: regressão é uma ferramenta extraordinária de autoconhecimento e crescimento interior - mas não é pra qualquer um!

Aqui tem um livro que sempre recomendo (a revisão em português foi feita por mim):

http://www.mediafire.com/file/8rr03rks6ybhw1u/Regress%C3%A3o%2C_a_terapia_de_vidas_passadas_para_a_libertacao_imediata_%28rev_2016%29.pdf/file

 

 

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