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Robert

Espíritos têm mais razão?

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Bom, queria colocar um tema para debate.
Parte da minha família foi espirita, então era comum o tal bate papo com espíritos, e isso ia de psicografias até dicas e conselhos. Isso sempre me incomodou um pouco, porque não faz sentido(na minha visão) linkar espírito (e consciência que todos temos) com sabedoria, um espírito desencarnado não indica iluminação. E também ainda não vejo como linkar o plano astral com um plano elevado, aliás acho meio lógico, já que obrigatoriamente todo mundo está lá e/ou passa por lá.

Ai hoje vi o tal relato do Wagner Borges(que eu até gosto bastante) sobre as dicas do Gasparetto , que faleceu a pouquíssimo tempo e provavelmente nem teve o tempo de reprocessar os ensinamentos dessa encarnação, sobre a vida, jesus, sexualidade, etc,  como se fosse um ser iluminado. Nisso lembre desse meu incomodo....Qual a visão de vocês sobre isso?

PAX  
 

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Existem espíritos dos mais variados graus do que podemos chamar de evolução espiritual. Inclusive aqueles que você chamou de "iluminados". Considero iluminados aqueles que não precisam mais encarnar, todas as lições foram aprendidas e estão livres da roda do samsara pois passaram pelo processo de ascensão. Muitos desses se colocam como professores no plano astral superior, plano mental, etc. As mensagens e ensinamentos destes são do mais alto nível de amor e luz. 

Agora, isso não significa que aqueles não iluminados não possam oferecer informações úteis para o encarnado. Suas próprias experiências de vida são valorosos ensinamentos. Já dizia um provérbio "Os sábios aprendem com os erros dos outros". Seus relatos podem servir como catálise para a reforma íntima de quem os ouve. 

Existem também claro, infelizmente, espíritos negativos ou zombeteiros que só querem enganar e se passar por Jesus, Buda, etc. 

Enfim, na minha humilde visão depende do nível desenvolvimento de cada um, mas creio que independe disso todos têm algo a nos ensinar, pois estão em um ambiente sem o véu do esquecimento. 

 

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É, eu também não engulo muito essa atitude meio generalizada de dar importância especial  à informaçõa/conselhos de espíritos, exceto quando se trata de situações que nenhuma outra fonte do físico possa ser útil.

 Mas acho que como muita coisa na vida, a gente tem que analisar com uma certa flexibilidade. A regra “somos todos iguais” vale muito pouco quando o sujeito sente um dor no peito, ou quando um muro do quintal desaba. Por motivos óbvios, o médico é “O mestre” para  cara com dor no peito, assim como o pedreiro é “O mestre” para o cara que viu o muro de sua casa desabar. Mas qualquer encarnado sabe que não é por isso que se deve esperar desse médico ou desse pedreiro , a mesma qualidade em outras áreas da vida deles.   

Com espíritos creio que seja similar. Espíritos não são Mestres, espíritos são só...inteligências sem corpo...e sem RG, convém lembrar.

Mestres podem ou não ser espíritos. Mas um Mestre encarnado, necessariamente limitado em suas capacidades e lucidez exatamente por estar encarnado,  seguirá sendo Mestre após o desencarne, mas dessa vez com muito menos limitações. Já um encarnado comum também estará menos limitado após desencarnar, só que para a absoluta maioria da população isso não significa quase nada de diferença.

Então me parece que o pessoal que confia em comunicações espirituais analisa as coisas pelo nível ideal, a idéia de que você tem menos limitações estando desencarnado do que encarnado. Por outro lado, parecem esquecer os aspectos práticos disso:

esse estado significa, para a enorme maioria dos casos, apenas que o desencarnado tem em suas mãos a chance de obter mais informações, para julgar casos terrenos de forma mais completa, em tese, do que ELE PRÓPRIO seria capaz, quando encarnado. Um desencarnado, quando consultado, pode conversar com outros, pode sair, investigar melhor, voltar, e o encarado nem percebe, porque a faixa de tempo é outra. Também sabe o que você pensa, pelo menos supõe-se que só os melhorzinhos consigam isso, mas vai que os piorzinhos também consigam??? ... Eu mesmo já tive respostas às minhas perguntas formuladas apenas mentalmente, dadas por um médium incorporado

Portanto, um desencarnado, de qualquer nível, tem uma vantagem “espacial” em relação ao encarnado, que lhe permite investigar respostas ligadas ao plano físico,  de formas que nós não podemos. Quanto mais elevado, melhor o “ângulo de observação” para detectar tendências futuras ,por exemplo. Mas em geral,  menor será a aplicação terrena dessas respostas, exatamente porque só entidades ela mesmas muito focadas na materialidade se enfronhariam nas decisões pequenas que precisamos tomar para resolver nossas vidas, e porque haveria maior percepção do quadro geral, o que, nos melhores casos, implica ser capaz de conhecer as encarnações passadas do sujeito que pergunta, saber o plano encarnatório geral, entrar em contato com o  Eu superior dele, com os mentores do questionador, e assim decidir a melhor resposta a dar.

Creio que essas potencialidades do estado desencarnado levam as pessoas a adotar uma atitude genérica de que “se alguma informação foi canalizada, então é mais exata ou confiável do que a terrena”. Mas se pode haver maior PROFUNDIDADE  nas respostas, em geral não há nada parecido com exatidão, provavelmente porque o estado mental do desencarnado, assim como do médium operando durante o transe, não favorece a nenhum tipo de exatidão. Então os ensinamentos costumam ser tão verdadeiros quanto as fábulas, que são verdadeiras “em essência”, mas são igualmente vagas e aplicáveis a vário contextos.

Quando se trata de respostas concretas os erros são históricos: nenhuma profecia presta, descrições de planetas antes de serem descobertos são totalmente genéricas, localização de continentes perdidos... com data para sua descoberta.. e datas, locais... todos viram uma amontoado de furos.Erram até mesmo sobre estados de saúde,que seria algo de observação mais direta de energias, órgãos, etc . Eu acredito sinceramente que o problema seja a NOSSA MENTE ENCARNADA, que lida com variáveis que uma mente desencarnada já não lida mais. Veja o fator tempo, por exemplo: medimos ele na nossa vida por ciclos do sol. Bote as pessoas num buraco no subsolo e tire-lhe os relógios e eles não saberão dizendo quanto tempo se passou.

No caso do Gasparetto, que você cita, bem... acho que qualquer pessoa que dedicou sua vida a esclarecer as massas em relação à espiritualidade, uma vez que se desvencilhe dessa energia densa que nos anestesia, terá esse aspecto também florescendo em maior grau. Ou seja, um trabalhador braçal que nunca se questionou sobre o sentido da vida e dedicou-se tão somente a conseguir sobreviver não terá muito o que “deixar florescer” após o desencarne. O mais provável é que “perca a si mesmo”, seu senso de identidade, que fora construído exclusivamente pela atuação do personagem encarnatório.  Já uma pessoa que dedicou sua vida  a esclarecer os demais sobre espiritualidade sabe que ela não é seu personagem, e livrar-se dele pode permitir uma melhor expressão daquelas qualidades que forçaram seu caminho através das preocupações mundanas da vida física, até se imporem, de tal maneira, que o sujeito nunca será conhecido por ter feito qualquer outra coisa que não essa função. Nesses casos eu diria que um instrutor espiritual apenas volta finalmente a ser ele mesmo, após o desencarne, e não um mero rascunho mal feito, como é o caso de quando está encarnado, tentando "fazer o que dá", entre dores e odores, ehehehe.

De qualquer forma isso significa infalibilidade? Ou alguém que se libertou de preconceitos ou de sua cultura limitada? Vai depender do nível do espírito.

Em tese, ninguém que ainda possua um corpo astral é evoluído o suficiente para bancar o “summum supremum sabichão”. Mas o que sabemos nós para decidir isso? Quer dizer: se eu só preciso achar o broche de ouro da vovó falecida, até um espírito com problemas pode ser útil. Mas se eu quero saber sobre projeção o que não falta aqui são pessoas que receberam aviso de perigo de entidades incorporadas em centro espírita ou de umbanda. E quando o assunto for vida após a morte, métodos de se libertar da reencarnação, “ascensão em vida”, aí o bicho pega mesmo cada “mentor” de cada doutrina repetirá apenas os próprios ensinamentos daquela doutrina específica, e divergirão uns dos outros como padres divergem de sacerdotes de umbanda. Então dependendo da minha pergunta, um espírito que para uns pode ser muito sábio e confiável, será alguém  incapaz de fornecer alguma informação decente. Acho portanto que quem define se dá ou não para confiar, é quem faz a pergunta, ou consulta.

Se o encarnado necessita esclarecimentos simples, qualquer desencarnado de boa vontade dá contado recado. Mas se começar a buscar respostas para o “sentido da vida”, “o sexo dos anjos”, “o pecado original”, “a finalidade das migrações interplanetárias”... vai se deparar com contradições muito terráqueas, ehehe.

 

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Você é um espírito, todo mundo é um. Então essa pergunta do título do tópico soou meio estranha. Agora, se você quer perguntar na verdade se um espírito desencarnado possui mais razão que um encarnado, aí eu diria que "depende". Nesse aspecto, vou na mesma linha do que disseram o Lucas e o Sandro.

Da mesma forma que algumas pessoas conhecem mais sobre um assunto que outras, alguns espíritos desencarnados conhecem mais sobre um assunto que outros. Por outro lado, o fato de estar desencarnado te favorece naturalmente certas vantagens porque ele não sofre das limitações específicas de quem está encarnado envolto por um corpo de carne limitante. Por exemplo, você não vê pessoas flutuando por aí indo para onde querem quase que instantaneamente, já um espírito desencarnado não precisa ser um ser iluminado super evoluído pra fazer isso. Basta que ele não esteja numa condição muito ruim que ele vai poder fazer isso. Só que isso não significa que ele vá saber falar sobre questões transcendentais como o que existe na sétima faixa astral, como funciona o plano mental ou qual o caminho da iluminação.

Assim como os espíritos encarnados os desencarnados também possuem suas opiniões e estas, não necessariamente são fundamentadas.

Provavelmente um médico saberá te explicar o funcionamento de um rim mas ele não necessariamente saberá te explicar como funciona um circuito de Flip-flop. Ele pode até te dizer o que pensa sobre isso mas não necessariamente estará com a razão. 

Para os espíritos desencarnados funciona da mesma forma, um pode ser especialista em reencarnação e saber te explicar todos os detalhes disso e ainda assim não saber te explicar como um planeta se forma.

Por outro lado, ao falar com um espírito de um preto-velho encorporado em um médium de umbanda, por exemplo, é preciso saber que esses espíritos não trabalham sozinhos. Eles possuem uma equipe que pode ser relativamente grande contendo vários especialistas em áreas distintas e pode ser que numa só conversa você tenha conversado com três espíritos diferentes em momentos distintos pensando que estava conversando com um apenas. Em certos momentos, o espírito cabeça da falange pode até estar ocupado fazendo algo que exija sua atenção total e quem está lá encorporado no lugar dele é apenas um representante da equipe dele. Então pode parecer que aquele espírito sabe muito sobre tudo mas na verdade ele tem é um bom suporte e uma equipe competente e bem alinhada.

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Em 7/25/2018 at 16:26, sandrofabres disse:

É, eu também não engulo muito essa atitude meio generalizada de dar importância especial  à informaçõa/conselhos de espíritos, exceto quando se trata de situações que nenhuma outra fonte do físico possa ser útil.

 Mas acho que como muita coisa na vida, a gente tem que analisar com uma certa flexibilidade. A regra “somos todos iguais” vale muito pouco quando o sujeito sente um dor no peito, ou quando um muro do quintal desaba. Por motivos óbvios, o médico é “O mestre” para  cara com dor no peito, assim como o pedreiro é “O mestre” para o cara que viu o muro de sua casa desabar. Mas qualquer encarnado sabe que não é por isso que se deve esperar desse médico ou desse pedreiro , a mesma qualidade em outras áreas da vida deles.   

Com espíritos creio que seja similar. Espíritos não são Mestres, espíritos são só...inteligências sem corpo...e sem RG, convém lembrar.

Mestres podem ou não ser espíritos. Mas um Mestre encarnado, necessariamente limitado em suas capacidades e lucidez exatamente por estar encarnado,  seguirá sendo Mestre após o desencarne, mas dessa vez com muito menos limitações. Já um encarnado comum também estará menos limitado após desencarnar, só que para a absoluta maioria da população isso não significa quase nada de diferença.

Então me parece que o pessoal que confia em comunicações espirituais analisa as coisas pelo nível ideal, a idéia de que você tem menos limitações estando desencarnado do que encarnado. Por outro lado, parecem esquecer os aspectos práticos disso:

esse estado significa, para a enorme maioria dos casos, apenas que o desencarnado tem em suas mãos a chance de obter mais informações, para julgar casos terrenos de forma mais completa, em tese, do que ELE PRÓPRIO seria capaz, quando encarnado. Um desencarnado, quando consultado, pode conversar com outros, pode sair, investigar melhor, voltar, e o encarado nem percebe, porque a faixa de tempo é outra. Também sabe o que você pensa, pelo menos supõe-se que só os melhorzinhos consigam isso, mas vai que os piorzinhos também consigam??? ... Eu mesmo já tive respostas às minhas perguntas formuladas apenas mentalmente, dadas por um médium incorporado

Portanto, um desencarnado, de qualquer nível, tem uma vantagem “espacial” em relação ao encarnado, que lhe permite investigar respostas ligadas ao plano físico,  de formas que nós não podemos. Quanto mais elevado, melhor o “ângulo de observação” para detectar tendências futuras ,por exemplo. Mas em geral,  menor será a aplicação terrena dessas respostas, exatamente porque só entidades ela mesmas muito focadas na materialidade se enfronhariam nas decisões pequenas que precisamos tomar para resolver nossas vidas, e porque haveria maior percepção do quadro geral, o que, nos melhores casos, implica ser capaz de conhecer as encarnações passadas do sujeito que pergunta, saber o plano encarnatório geral, entrar em contato com o  Eu superior dele, com os mentores do questionador, e assim decidir a melhor resposta a dar.

Creio que essas potencialidades do estado desencarnado levam as pessoas a adotar uma atitude genérica de que “se alguma informação foi canalizada, então é mais exata ou confiável do que a terrena”. Mas se pode haver maior PROFUNDIDADE  nas respostas, em geral não há nada parecido com exatidão, provavelmente porque o estado mental do desencarnado, assim como do médium operando durante o transe, não favorece a nenhum tipo de exatidão. Então os ensinamentos costumam ser tão verdadeiros quanto as fábulas, que são verdadeiras “em essência”, mas são igualmente vagas e aplicáveis a vário contextos.

Quando se trata de respostas concretas os erros são históricos: nenhuma profecia presta, descrições de planetas antes de serem descobertos são totalmente genéricas, localização de continentes perdidos... com data para sua descoberta.. e datas, locais... todos viram uma amontoado de furos.Erram até mesmo sobre estados de saúde,que seria algo de observação mais direta de energias, órgãos, etc . Eu acredito sinceramente que o problema seja a NOSSA MENTE ENCARNADA, que lida com variáveis que uma mente desencarnada já não lida mais. Veja o fator tempo, por exemplo: medimos ele na nossa vida por ciclos do sol. Bote as pessoas num buraco no subsolo e tire-lhe os relógios e eles não saberão dizendo quanto tempo se passou.

No caso do Gasparetto, que você cita, bem... acho que qualquer pessoa que dedicou sua vida a esclarecer as massas em relação à espiritualidade, uma vez que se desvencilhe dessa energia densa que nos anestesia, terá esse aspecto também florescendo em maior grau. Ou seja, um trabalhador braçal que nunca se questionou sobre o sentido da vida e dedicou-se tão somente a conseguir sobreviver não terá muito o que “deixar florescer” após o desencarne. O mais provável é que “perca a si mesmo”, seu senso de identidade, que fora construído exclusivamente pela atuação do personagem encarnatório.  Já uma pessoa que dedicou sua vida  a esclarecer os demais sobre espiritualidade sabe que ela não é seu personagem, e livrar-se dele pode permitir uma melhor expressão daquelas qualidades que forçaram seu caminho através das preocupações mundanas da vida física, até se imporem, de tal maneira, que o sujeito nunca será conhecido por ter feito qualquer outra coisa que não essa função. Nesses casos eu diria que um instrutor espiritual apenas volta finalmente a ser ele mesmo, após o desencarne, e não um mero rascunho mal feito, como é o caso de quando está encarnado, tentando "fazer o que dá", entre dores e odores, ehehehe.

De qualquer forma isso significa infalibilidade? Ou alguém que se libertou de preconceitos ou de sua cultura limitada? Vai depender do nível do espírito.

Em tese, ninguém que ainda possua um corpo astral é evoluído o suficiente para bancar o “summum supremum sabichão”. Mas o que sabemos nós para decidir isso? Quer dizer: se eu só preciso achar o broche de ouro da vovó falecida, até um espírito com problemas pode ser útil. Mas se eu quero saber sobre projeção o que não falta aqui são pessoas que receberam aviso de perigo de entidades incorporadas em centro espírita ou de umbanda. E quando o assunto for vida após a morte, métodos de se libertar da reencarnação, “ascensão em vida”, aí o bicho pega mesmo cada “mentor” de cada doutrina repetirá apenas os próprios ensinamentos daquela doutrina específica, e divergirão uns dos outros como padres divergem de sacerdotes de umbanda. Então dependendo da minha pergunta, um espírito que para uns pode ser muito sábio e confiável, será alguém  incapaz de fornecer alguma informação decente. Acho portanto que quem define se dá ou não para confiar, é quem faz a pergunta, ou consulta.

Se o encarnado necessita esclarecimentos simples, qualquer desencarnado de boa vontade dá contado recado. Mas se começar a buscar respostas para o “sentido da vida”, “o sexo dos anjos”, “o pecado original”, “a finalidade das migrações interplanetárias”... vai se deparar com contradições muito terráqueas, ehehe.

Nessa sua linha de análise, quando uma consciência supostamente "elevada" reage de forma, digamos assim, um pouco mais imperativa afirmando que se não dermos ouvidos aos seus ensinamentos, ela não fará mais contato, seria uma estratégia? Se um "mentor" nos "abandone", significa que nossa capacidade de aprendizado e expansão da consciência podem ser prejudicados?

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8 horas atrás, Leadbeater disse:

se não dermos ouvidos aos seus ensinamentos, ela não fará mais contato,

E por acaso essa entidade faz algo que jusitifique que lhe dê sua atenção? 

Se sim, você talbez devesse comsiderar o aviso. Se não, por que deveria se importar com o fato de ela não fazer mais contato? 

 

Como em qualquer relacionamento ambos os lados tem seus próprios interesses, e os interesses em comum é que mantém as parcerias. Se essa entidade te dá algo que você gosta, ela desenvolve um poder sobre você, ao ameaçar se afastar caso não a ouça. Cabe a você julgar se vale a pena, porque afinal de contas ela tem a liberdade dela de não gastar  o tempo dela com alguém que não a leva a sério. 

E outra, cada um de nós tem sua própria psique, suas manias, seu jeito de lebar a vida e relações. Por exemplo, ha cerca de um ano atras talvez, uma pessoa aqui do gva precisou estabelecer contato comigo por email, pprque estava tendo problemas na conta dela aqui e nosso contato precisou ser mantido fora dos canais do gva. 

Então  alguns dias depois, apps resolver o problema com a conta,  rolou algum tipo de conversa por email, sobre outros assuntos. Lá pelas tantas a pessoa me disse algo assim " se você continuar desse jeito vou parar de conversar com você". 

Eheheh, nem lembro qual era o assunto, mas provavelmente essa pessoa deve ter sido educada quando criança na base da chantagem dos pais, só pode! Tipo " menina má! Não vou mais falar com você se continuar agindo assim!"

 

Dei a ela a resposta que dou a todos que usam esse tipo de argumento:

"Eu não controlo suas opções, controlo só as minhas, portanto, se o que eu faço ou digo não te agrada é problema seu, não meu. Fique se quiser, afaste-se se quiser, porque para mim é indiferente"

Eu não sei que tipo de controle as pesoas acreditam exercer sobre os outros quando fazem essaa ameaças, mas sei que comigo,,se algum "mentor" viesse com esse papo, ele provaria não ser mentor, porque provaria que não sabe como eu reajo a esse tipo de proposta. Mas com pessoas que reajem diferente talvez seja uma estratégia eficaz para colocar o cara de volta na linha. O risco é que também pode ser uma estratégia de dominação vindo de uma entidade não muito elevada. 

Infelizmente Leadbeater, acho que cada um de nós está sozinho nesse tipo de julgamento. 

E claro que devemos supor que um ser humano devidamente acompamhado por um mentor ali ajudando, deve evoluir mais rápido, ou se desviar menos. Suponho.... 

Eu nunca tive esse tipo de relação, pelo menos não que percebesse conscientemente. De qualquer forma eu converso de igual para igual com qualquer um. Se o sujeito estiver pensando em me dar sugestões tem que estar preparado para se justificar muito bem, e essa turma não é chegada no debate, então nem eu nunca perguntei nada a eles além de um simples " o que é aquilo ali?", das vezes em que os vi projetado,  nem eles falam nada. Acho que depende da abertura que VOCÊ der.

 

 

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