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Boa noite irmãos, o estudo é o alimento do intelecto. Sobre o ego, mesmo sem querer alimenta - lo, como evitar?

Sou uma pessoa que passou a vida toda com o Ego inflado. Apenas o que eu pensava e falava era o certo. Não aceitava muito a opinião alheia. Mas gostava de ouvir os outros. E depois tirava só o que me interessava. Quantas vezes me achei superior. Tolice!

Mas ainda me vejo criticando o meu semelhante em pensamento. Tento me policiar sempre. Peço sempre auxílio aos mentores. Oro, medito, peço perdão a Deus. Fico em vigília sobre minhas ações e pensamentos.

Mas como matar esse Ego? Que se acha tanto! 

 

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Olha, isso exige:

-auto-conhecimento

- compreensao

- -e não-identificação

Auto-conhecimento para perceber como, quando, onde. atua um determinado traço em você,. E isso não é só o que você percebe no momento, há uma longa cadeia de associações emocionais e mentias envolvidas, que você precisa detectar para saber como é que esse SINTOMA, a mnifestação final que você detecta, ganhou força até chegar no ponto de se manifestar. Em geral o que as pessoas fazem é coibir a expressão do defeito, mas a expressão e fruto de tudo que veio antes, no seu mundo interno. Se uma pessoa não ataca lá na origem, tentar segurar apenas a manifestação tende a ser pouco útil, porque aquilo seguirá perturbando internamente, até achar uma brecha para se manifestar, as vzes através de um desvio, um sintoma tipo toc.

 

Compreensão signfica uma percepção mais apurada, nada tem a ver com arranjar desculpas, justificar o problema. Compreender um defeito é algo similar a olhar par o céu e saber que vem chuva, não é algo racional ,explicável, é "percepção de uma natureza mais profunda. Isso não pode ser atingido no estado normal de consciencia. 

 

Não-identificação envolve você saber que "aquilo" não é você. Exemplo: imagine alguém que arranja briga com todo mundo. Tods percebem que aquela pessoa tem um problema, que ela se prejudica sendo assim, e que ela deveria corrigir isso. Mas ela própria gosta de ser assim, se orgulha disso, acha que aquilo faz parte da sua identidade. Então la não enxerga esse seu defeito como algo que ela TEM que do qual pode se LIVRAR, ela o enxerga como algo que ela "É". Isso é identificar-se com o defeito. Minha ira pode querer enfiar a mão na cara de alguém, não significa que eu queira enfiar a mão n cara de alguém. Quando você consegue perceber esses defeitos como algo separado do que você é realmente, você pode dar o próximo passo, que é reconhecer que esse traço só te traz problemas, e por isso você quer se livrar dele né? Par auxiliar nessa percepção a memória é usada, de forma organizada, para que você relembre todas as vezes que isso te gerou problema e tome uma decisão interior de não mais manter aquilo dentro de você, te governando.  Isso é bem mais difícil de colocar em prática quado você tenta corrigir seu "traço psicológico principal", porque ele é sim uma boa parte da sua identidade, que precisará ser descartada. Por isso a compreensão é fundamental, ou você sempre protegerá seu defeito como se fosse virtude, sempre acontecerá a indentificação, e a identificação é o que zera a lucidez quando o defeito surge. Aí você faz o que ele quer, como se fosse uma "possessão", e quado termina você pensa "mas porque eu fiz isso? de novo???"

O único lugar/técnica que conheço que aborda morte do ego de forma metódica é a Gnose. O resto, sinceramente, para mim ficam só na conversinha, o que inclui a turma que fala em "reforma íntima", mas não ensina como fazer, porque também não sabem, nunca conheceram um método. 

E acredito que o budismo também lide com isso de forma muito similar à gnose, pelo que já pude ver em livros e trechos sobre meditação. Mas não tenho conhecimento suficiente para afirmar isso com segurança, como tenho da gnose. Se você reparar, 99% do que você lê sobre isos, na espiritualidade nada mais são do que conversa, porque as pessoas acham que entender que algo é errado é suficiente para não fazer mais aquele erro. Não tem nada a ver uma coisa com a outra. O ego não é algo abstrato, é uma programação de caráter psicológico mas também de caráter energético. Se você não desagregar a energia coagulada que dá força ao ego, ele seguirá atuando,ainda que você "compreenda" seu erro. Pense no ego como "muitos eus", e pense em casa "eu" como um ser independente, como se fosse um obsessor que atua em você. Não obedecer ao obsessor não  faz desaparecer. Para fazê-lo desaparece você precisa tomar outras providências. Com obsessor real, eles são encaminhados para outro lugares, para serem tratados e reencarnam. Mas com os eu, voce precisa destruir a parte energética dele, para que ele "suma". E é um trabalho diário e gradual através de um método.

O que eu expliquei aqui é um esboço genérico, você encontra explicação mais detalhada aqui:

http://www.viagemastral.com/forum/index.php?/topic/18220-qual-técnica-você-usa-para-o-auto-conhecimento-ou-auto-domínio/&do=findComment&comment=81741

Mas ainda assim ali eu só trato desse aspecto. Mas isso e encaixa dentro de todo um contexto que expliquei aqui, e que para entender direito, só mesmo fazendo um curso de gnose:

http://www.viagemastral.com/forum/index.php?/topic/19524-estou-pensando-em-entrar-para-a-gnose-alguém-tem-experiência-nela-é-uma-boa-ideia-ou-é-mais-um-culto-maluco/&do=findComment&comment=91144

 

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Importante entender que o ego não está apenas relacionado ao orgulho (em menção ao que vc relatou no inicio), mas com todo o conteúdo de nossa mente condicionada.

E o que isso significa?

Separar quem EU SOU daquilo que "penso que sou", ou seja, separar o SER do pensar compulsivo.

Separar a espontaneidade e leveza da mecanicidade e peso.

Entender nossas reações emocionais como movimentos inconscientes de energia, poder ve-los como são e sua total incoerencia.

Essa é realmente a base da Gnose, como o Sandro mencionou. Krishnamurti também fala sobre o tema ("a meditação é o fim do ego" - é uma de suas frases).

Mais modernamente, tem Eckhart Tolle e David Hawkins (só pra mencionar alguns, mas são minhas principais referências).

Todos os acima mencionados tem uma base comum: estar no momento presente é o fim do ego, que se alimenta de tempo e memórias.

Entre todos estes muitas vezes a linguagem é ligeiramente diferente, mas o conteúdo central é o mesmo: libertar nossa Verdade Interior.

O tema é bem extenso, mas o caminho é o mesmo: autoconhecimento exige auto-observação contínua, auto-percepção constante. Estar atento sobre seus estados interiores, pensamentos, emoções e sensações sutis.

Assim como no mundo externo os objetos são percebidos como reflexos da luz, Observar é levar luz a nosso cômodo interior.

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