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Jonsil

Como filtrar informações sobre espiritualidade?

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Bom dia, pessoal.

Gostaria de saber o seguinte: como vocês fazem para filtrar as informações sobre espiritualidade? Gostaria de alguns conselhos sobre isso, se possível. Há uns 15 anos mais ou menos leio sobre assuntos relacionados à espiritualidade. Comecei com assuntos espiritualistas, budismo, espiritismo, passei por uma fase ateísta e agora me considero um "espiritualista que segue o método científico", vamos dizer assim.

Vejo muita bobagem na internet (pra variar!), em livros, contradições, e temas que parecem que nunca iremos conseguir testar a veracidade e que só o fulano de tal, palestrante youtuber, tem acesso a determinada revelação. É muito complicado encontrar informações espiritualistas confiáveis. Cheguei numa fase onde só acredito 100% no que eu puder testar e comprovar por mim mesmo, o que é frustrante na maior parte do tempo. Vejo que perco muito tempo com informações aleatórias. Por exemplo: cada pessoa que ouço falar sobre Jesus ou leio sobre, passa uma versão diferente. Como pessoas que dizem ter acesso no plano astral sobre essas informações podem divergir tanto? Sobre extraterrestres então, nem se fala. Ou então, como vi ontem numa palestra no youtube - do Laércio Fonseca - falando sobre o fato de os reptilianos serem responsáveis pela tectônica de placas. Porque só ele sabe disso? Ou quando o Marco petit, numa entrevista no Programa do Jô, falando como se fosse certo que, um objeto visto na superfície de marte só por ter a forma de disco seria equivalente à um CD ou algo do tipo, criado por tecnologia extraterrestre. Não desmerecendo ninguém, até por que não tenho como testar a veracidade disso fora do plano físico, mas a questão que quero levantar é essa nossa busca desgastante pela verdade num mar de lixo. Na ciência, podemos abrir um livro que um cientista escreveu e a veracidade do conteúdo é muito mais fácil de ser comprovada ou refutada. Na ciência, há inúmeros caminhos que apontam o mesmo resultado. No espiritualismo, há inúmeros caminhos que apontam inúmeros resultados. 

Fica aqui meu questionamento e "desabafo". De forma alguma pretendo generalizar ou desmerecer ninguém, ok? Tenho ciência de que podemos tirar aprendizado de qualquer pessoa ou situação e que de forma geral, o que vale é pegarmos só o que nos interessa de cada literatura, palestra, etc. e construirmos nossa própria bagagem. Sei também que as pessoas que citei acima, possuem um conhecimento muito grande em diversas áreas e são grandes pensadores, isso há que ser dito. Quero apenas lançar este questionamento pois sei que muitos se identificam com a situação e de vez em quando surgem estes sentimentos de frustração ao longo da caminhada.

Um grande abraço a todos.

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16 minutos atrás, Jonsil disse:

 Na ciência, podemos abrir um livro que um cientista escreveu e a veracidade do conteúdo é muito mais fácil de ser comprovada ou refutada. Na ciência, há inúmeros caminhos que apontam o mesmo resultado. No espiritualismo, há inúmeros caminhos que apontam inúmeros resultados. 

A ciência só chega nisso sobre UM ASSUNTO, após uma ou duas décadas de testes de quem afirmou algo, e mais uma ou duas décadas de gente retestando tudo para ver se confirma mesmo. Apenas as ciências exatas carregam a fama dos supostos atributos da ciência, o resto dos ramos científicos é bem mais falho.

Uns exemplos que andam chegando à mídia popular só agora, mas que é m debate  há mais 20 anos, são a "hipótese do colesterol" e a da "gordura saturada":

https://www.revistaencontro.com.br/canal/ciencia/2018/09/pesquisa-mostra-que-colesterol-alto-prolonga-a-vida-de-idosos.html

https://www.beefpoint.com.br/livro-de-nina-teicholz-que-defende-o-consumo-de-gordura-saturada-acaba-de-ser-lancado-no-brasil-confira-entrevista-exclusiva-com-a-autora/

Mas tomando a ciência como exemplo eu sigo a regra: só dê atenção ao antigo.

Porque o antigo já foi debatido, testado, confirmado....

Por isso eu não uso internet como referência para nada.

A meu ver, o problema é a ideoloiga do "sistema", uma coisa leva á outra:

- vivemos num sistema capitalista, que para manter o mercado aquecido, precisa estar sempre lançando novidades, para manter as pessoas consumindo continuamente

- para que as pessoas consumam as novidades, elas precisam acreditar que o novo representa  sempre um aperfeiçoamento (o que não é verdade em muitos  e muitos aspectos, mas as pessoas não enxergam isso, pela hipnose ideológica.)

- tendo sido doutrinadas para pensar dessa forma em relação aos produtos, é difícil não concluir que  "novas teorias" , "novas revelações", "novas descobertas".. sejam superiores às antigas. Mas assim como acontece com os produtos, que em geral PERDEM muitas qualidades a cada inovação, as idéias, toeiras, revelações precisam ser avaliadas, comparadas, analisadas. E quem está em condições de fazer isso? Quem conhece a base, o antigo. Note, por exemplo, que toda matemática e física que você aprende no ensino médio tem no mínimo 5 séculos de idade. Mas ela é a base que te permitirá entender o conheciemento mais atual, que em geral só será ensinado na pós graduação, nem na graduação o conhecimento moderno é ensinado. E geral o que se ensina na faculdade tem uns 50 anos de antiguidade, a menso que seja uma graduação em área mais de ponta tecnológica mesmo, áreas da informática essas coisas.

 

Por isso me parece que uma pessoa precisa começar a aprender sobre espiritualidade sempre por livros, para exatamente formar uma base mais segura sobre o tema. Até porque, não se trata de tecnologia, mas de conhecimento que dá sentido ao fenômenos da vida. Conhecimentos que não foram capazes de dar sentido para muitas pessoas, desaparecem. Por exemplo, explicações de que  Sol e Lua , Trovão, eram deuses, já não explicam nada mais, então desapareceram das culturas modernas. Por isso vale a pena não se embalar com novidades nessa área, deixar elas sumirem sozinhas, por falta de capacidade de explicar os fenômenos. Então você prestará atenção apenas ao que sobreviver, e sobreviveu porque pelo menos foi capaz de oferecer explicações razoáveis para os fenômenos que abordou.

Só depois de ter uma base nos "clássicos",  a pode ter uma noção para avaliar as "novas revelações".  

Não quer dizer que tudo de novo que contrariar o antigo estará errado, mas você consegue pelo menos entender melhor a relação entre eles. Pode concluir que os antigos estavam errados porque distorceram as percepções em função das crenças religiosas que tinham. Ou pode concluir que os novos estão mais equivocados porque não levam em conta um aspecto bem conhecidos dos antigos: o aspecto altamente ilusório das experiências astrais e psíquicas, sobre o qual as religiões alertavam mas o povinho anti-religião parece ignorar, ou preferir o glamour das viagens delirantes do que o compromisso com a  verdade.

Eu acho que temos que nos focar na questão ´básica:

1- Para que serve o conhecimento sobre espiritualidade?

Para nos tornarmos seres humanos melhores. Diferente do conhecimento  científico, que permite que alguém seja um gênio da ciência mas um retardado emocional ou espiritual, a conhecimento espiritual só tem valor se consegue nos afetar de forma positiva.

Então se os grays e os reptilianos são os mesmos,  se temos 7 ou 30 chackras. se os deuses eram astronautas ou seres de um universo paralelo.. isso não muda nada do que somos,. é tão fútil para nosso Ser Interior quanto o conhecimento científico.

Mas tem o pessoal da internet que gosta de inverter tudo o que se ensinou antes (eliminar chackras, Jesus era um reptiliano,  blábla´blá...)  nada apresentam como solução. A questão "tá.., e faço o que com isso que você me falou??" jamais será respondida. São apenas semeadores de confusões, não se soluções.

Aliás, atualmente em todas as áreas parece que há um extremo interesse me semear confusão, como se "alguém" quisesse que as pessoas ficassem tão saturadas de informação , tão confusas, tão sem referenciais,  que passassem a ficar céticas em relação a tudo e todos. E o que acontece quando as pessoas  ficam céticas em relação a tudo e todos... qual o próximo passo? A meu ver, assim como na política, quando você produz um estado de descrédito generalizado, tanto no aspecto coletivo quanto no individual, você abrirá espaço para o 'oportunismo' . As pessoas aceitarão qualquer coisa, seja qual for o preço que pagarão pela escolha emotiva, baseada na confusão,  porque os critérios de referência foram  rompidos. Então quem antes não conseguia espaço, por não ter as condições mínimas para ocupar aquele espaço, passa a ser visto como opção. Pense em arte moderna, em música moderna, etc... e também na política e nas relações pessoais.

Acho, sinceramente, que essa semeadura desenfreada de novidades, da qual a internet é a principal ferramente, é estruturalmente algo negativo. Surgirá algo bom disso? Creio que sim, mas como falei lá no início, tem que deixar passar a onda, deixar que muitas dessas novidades sejam descartadas pro mera "seleção natural".

 

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23 minutos atrás, sandrofabres disse:

As pessoas aceitarão qualquer coisa, seja qual for o preço que pagarão pela escolha emotiva, baseada na confusão,  porque os critérios de referência foram  rompidos. Então quem antes não conseguia espaço, por não ter as condições mínimas para ocupar aquele espaço, passa a ser visto como opção. Pense em arte moderna, em música moderna, etc... e também na política e nas relações pessoais.

 

Perfeito @sandrofabres! Concordo muito com você. 

Nossa sociedade tem muito essa característica de se basear em produtividade em grande escala, deixando muito a desejar na qualidade. Produzir por produzir. Isso gera uma quantidade muito grande de "lixo", e esse "lixo" divide o mesmo espaço das novas produções. Ou seja, pra acessarmos algo de qualidade temos que pegar junto, no mesmo bolo, coisas ruins, chacoalhar bastante e tentar tirar proveito do que nos parece livre de qualquer "sujeira".

Me veio à cabeça agora algo muito atual pra ilustrar essa produção de informação em excesso/inútil: essa onda atual de pessoas que se intitulam "Coach". Falam, falam, falam e não dizem nada. O que poderia ser resumido em alguns parágrafos rendem inúmeros livros e palestras. Horas e horas incontáveis de perda de tempo.

Muito obrigado pela reflexão. 

 

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É Jonsil, entendo perfeitamente seu descontentamento, confusão e até frustração. Eu acredito que todos que buscam estudar a espiritualidade, em algum momento começam a questionar tudo e todos e se bobear, vira ateu...porque não acredita em mais nada. Me incluo neste grupo de questionadores e me policio muito para não me tornar descrente. O que mais tem por aí é guru, youtuber, médiuns canalizadores, ufólogos e sabe lá o que mais...e sempre com novidades, informações inéditas, cursos (muitas vezes caros) que te dão a esperança de obter conhecimentos, soluções para problemas emocionais, profissionais, espirituais...Claro que tem gente boa e competente por aí, mas a gente sempre precisa analisar com cautela.

Eu pessoalmente, me afastei da religião que frequentava porque comecei a questionar demais e não sei até que ponto isso é saudável. Não vi nada de errado lá, mas comecei a sentir insegurança, e daí a coisa desandou. Religiões que tem muitas vertentes acabam por gerar dúvidas, afinal, qual a vertente está correta? ou talvez todas estejam, mas cada uma com suas particularidades...

4 horas atrás, sandrofabres disse:

 Pode concluir que os antigos estavam errados porque distorceram as percepções em função das crenças religiosas que tinham. Ou pode concluir que os novos estão mais equivocados porque não levam em conta um aspecto bem conhecidos dos antigos: o aspecto altamente ilusório das experiências astrais e psíquicas, sobre o qual as religiões alertavam mas o povinho anti-religião parece ignorar, ou preferir o glamour das viagens delirantes do que o compromisso com a  verdade.

É Sandro, é aqui que a coisa pega, existe uma linha muito tênue entre identificar o que era distorção e exagero no passado devido às crenças e limitações da época e identificar o "novo" como algo desmistificador, esclarecedor ou como diria o Saulo: Espiritualidade com simplicidade...os antigos eram sábios e também cheios de crenças e medos sobre o desconhecido. Os mais novatos e inovadores as vezes simplificam demais...ehehhe

4 horas atrás, sandrofabres disse:

E o que acontece quando as pessoas  ficam céticas em relação a tudo e todos... qual o próximo passo? A meu ver, assim como na política, quando você produz um estado de descrédito generalizado, tanto no aspecto coletivo quanto no individual, você abrirá espaço para o 'oportunismo' . As pessoas aceitarão qualquer coisa, seja qual for o preço que pagarão pela escolha emotiva, baseada na confusão,  porque os critérios de referência foram  rompidos. Então quem antes não conseguia espaço, por não ter as condições mínimas para ocupar aquele espaço, passa a ser visto como opção. Pense em arte moderna, em música moderna, etc... e também na política e nas relações pessoais.

Concordo com você em alguns aspectos, me veio até uma médium famosa em mente,  que não vou mencionar o nome, vejo que tem muitos seguidores, aparece em programas de tv...mas no meu íntimo, me cheira algo errado ali...porque "vende" muitas soluções. No meu caso, foi exatamente o contrário, porque esse estado de descrédito, me trouxe mais cautela. Escolhas erradas fazem a gente repensar para fazer boas escolhas no futuro e não dar espaço para oportunismo, mas isso é de cada um...

Paz e luz para todos nós.

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Eu adotei uma postura cética-saudável: não duvido de nada, mas também não acredito em tudo.

Ou ainda: mantenha-se relativo (afinal, ninguém tem toda a verdade).

Mas o que realmente me salva a pele: escute sua intuição - e se ela te disser pra pular fora de algo, não perca tempo!

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Dois assuntos que gosto e se encaixam nos seus questionamentos:

Auto didatismo

Lavagem cerebral

https://youtu.be/9QEly7e2FKA

https://youtu.be/91qKnzZDyaQ

Ressalva sobre a generalização do auto didatismo, o professor tem essa tendência de por títulos chamativos. Mas a questão é o erro das pessoas evitarem serem contrariadas em suas ideias tendendo ao fanatismo ou bolha egrégora, limitando o pensamento livre de dogmatismos. 

Já sobre a lavagem cerebral o perigo é endeusar aqueles se auto declaram detentores dos mistérios e da verdade e que o resto estão iludidos. 

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Cara, a questão de títulos (titulação x auto-didatismo, não dos títulos chamativos)  é similar ao vegetariansimo x carnivorismo: o  carnívoro, que NÃO FEZ a mudança, se acha em condições de debater  com o vegetariano, que FOI CARNÍVORO A VIDA TODA, SABE COMO É, MUDOU HÁ ANOS, E PORTANTO CONHECE OS DOIS LADOS DA MOEDA. O carnívoro não tem condições de debater, porque não sabe do que fala.

No caso dos títulados é o mesmo: quem tem sabe o quanto de evolução do processo intelectual obtê-los exige, Sabe que pode-se dizer que nem se sabe raciocinar direito antes de obtê-los. Mas o auto didata não sabe disso, não passou pelo processo, então acredita, em vão, que não faz diferença. Infelizmente só sabe da diferença quem fez o percurso que levou ao título. Eu tenho só mestrado, achei que iria fazer o mestrado só para pegar o canudo, que não me somaria nada. Somou horrores em qualidade de raciocínio. Posso imaginar o quanto o doutorado também somaria. Dá pena de gente com o Olavo, que não tem idéia do que está perdendo. por mero orgulho. E fazem um desserviço defendendo a ignorância voluntária em prol de fortalecer uma crença de se acharem bons no que escolheram, sem serem desafiados...

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Bom, pegando carona aqui, só para discordar totalmente da questão do autodidata: Só para citar Faraday, Srinivasa Ramanujan  e Mendel nunca foram educados. Nietzsche recusou a faculdade diversas vezes por não acreditar na capacidade da mesma, entres outros diversos gênios.

O que o Paulo faz, de maneira bem covarde já que ele mesmo tem diversas reclamações de alunos por fazer as coisas que ele critica no Olavo(que também não gosto), é subjulgar o cara pelas formações dele que nem garantem ele como bom professor. Têm inclusive aulas horríveis dele e bem superfíciais, os livros dele são rasos e ele assim como o Olavo quer ter autoridade sobre tudo(visto que fala de 500 filósofos, todos rasamente...)

É um erro contra a própria história, que teve renascentistas por exemplo estudando diversos campos por contra própria, acreditar que "formações formais" são algo fundamental. Isso seria confundir Didática(que é fundamental) com Establishment(que pode ser descartável).
Aconselho que leiam a luta que foi para Bandler convencer psicólogos pomposos de que ele resolvia a fobia de um paciente em 30 minutos enquanto os psicólogos demoravam mesês ou anos seguindo processos estabelecidos, e até hoje ele luta contra o establishment e já deve ter livrado mais pacientes de seus problemas do que 10 universidades inteiras de psicologia.

A didática é fundamental para aprender algo, porém, ela pode ser conseguida sozinha. E seria uma perda de tempo com tanto conteúdo que temos disponível hoje ficarmos dependentes de instituições ou grupos.

Graças a deus hoje temos um boom de experimentadores. E acredito que essa seja a resposta. Gostou de algo? Testa, deu resultado? Não? Então testa outra coisa ou vai atrás de melhorar essa. Simples assim, se não tá lidando com algo fatal, faz e vê se dá certo. É isso que importa. Teste e faça com o que tem, vai atrás de fontes probatórias.

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Bom, um erro comum na sociedade é o homem médio do povo tomar como referência as exceções: é o garoto achando que se treinar  vai ficar musculoso como os fisiculturistas ( náo vai), o pobre achando que se trabalhar duro vai ficar rico ( não vai), o homem de inteligência comum achando que s fizer as mesmas coisas que os.gênios fizeram vai chegar onde eles chegaram ( não vai).

É exatamente esse tipo de erro que  condena  essas pessoas a uma masmorra da qual elas nunca sairão, porque não entendem.que as pessoas não tem todas as mesmas capacidades. A formação escolar é o que permite o nivelamento de todos ACIMA  do seu nível base pessoal. Os poucos e raros com mais capacidade renderão ainda melhor, pela organização do estudo.

Isso sem falar que o que oa gênios da física sabiam em 1500 hoje um adolescente aprende no ensino médio. Isso não é um exagero, a física ensinada no ensino médio foi toda descoberta lá na idade média ou antes. Ma é sempre diferente você levar trinta anos refletindo para descobri algo sozinho, ou aprender aquilo em dois meses de aula. Quem aprendeu tudo mastigadinho ainda precisa dar uma "remada", para que uma compreensão mais madrua surja. Ma pelo menso nao vai levar nem peto dos 30 anos que o outro levou para chegar no mesmo resultado.

E para citar um exemplo prático desse problema, voltamos ao Olavo...

Uma vez vi um vídeo com título chamativo dele, sobre como desmontar esquerdistas, ou marxistas, sei lá..... como sou de esquerda resolvi assistir para ver que cartas ele achava que tinha na manga...

Bom,  para variar era só mais um vídeo boboca, mas ele dizia " eu sei o que estou falando, eu escrevo há anos sobre isso,vão lá no meu site.!"

Eu fui... afinal  vídeos não tem.profundidade mesmo, não dá para condenar toda a obra do cara só pela baixa qualidade de seus vídeos. Fui la, pesquisei com a palava marxismo...e aí...  eheheeh..só aí eu entendi umas críticas que esse guillardelli fazia dele. O Olavo não sabe ler, basicamente, o que não é de estranhar ja que ele gosta de acusar os outros disso, e em geral aquilo de que acusamos muito frequentememte nos outros costuma ser nossa falha mais proeminente.

Ele entende errado o que lê e talvez por isso, o por má fé,  raramente "mata a cobra e mostra o pau", algo que um intelectual honesto precisa fazer. Para criticar as idéias do fulano eu tenho que trazê-las ao leitor ( citação) e explicá-las, apontar os erros ou os trechso que provam que minha interpretação sobre ele não é só opinião, mas fato. Ele não faz isso, ele é só um opinador, ele diz que o outro pensa assim assado, mas não prova que o cara de fato pensa aquilo. Quando mostra algum trecho, é um trechinho recortado que serve ao interesse dele e não te deixa saber o que o autor pensava. Se você não for checar no original ( que ele raramente informa de onde saiu, você já precisa saber, só de olhar , de onde saiu aquilo) e lê o que vinha antes e depois, a idéia do artigo ou capítulo completo você descobre que o autor queria dizer  ERA DIFERENTE DO QUE O OLAVO ALEGA. Mas o Olavo ou entendeu errado ou pegou só aquele trechinho para poder distorcer intencionalmente, e por isso não cita a fonte, para que os seus alunos, gente desinformada, não tenha como achar e conferir.

E assim ele constrói toda uma aparência de saber muito, mas ele parece saber apenas de suas próprias opiniões distorcidas sobre outros. Isso todos nós sabemos né? Cada um de nós é especialista nas nossas próprias opiniões, isso qualquer um faz, não tem valor algum.

Claro que talvez se o assunto não for marxismo ele não comera tantos erros, porque a paixão política dele por combater a esquerda pode cegá-lo e motivá-lo a distorcer o que lê. Não conheço os livros de historia da filosofia dele para poder julgar. Mas todos os vídeos que vi, e também o que tentei ler ( aquele livro sobre o minimo para nao ser um i-d-i--o-t-a  é muito fraco, do nível de coluninha de jornal. Mas para ser justo, são arigos mesmo, compilados por um olavete, não é um livro escrito pelo Olavo com intenção de desenvolver uma idéia com início meio e fim em 300 paginas. Livros que são coletâneas de artigos são  o equivalente dos salgadinhos, no campo da culinária. Não sei se o Olavo cozinha prato principais ou se só produz esse tipo de material. Talvez ele tenha escrito algo na vida que seja bom, mas não parece ser o material que circula  por aí atualmente.

Outro exemplo, bem recente, de como ele entende tudo errado ou manipula intencionalmente a informação foi uma acusação que ele fez ao Haddad, em relação a um " livro do Haddad" em que ele teria defendido  pedofilia, kkk. Eu até comprei o livro para conferir qual seria o grau de distorçâo do Olavo. Para começar o livro não é " do Haddad",  ele.só organiza uma seŕie de entrevistas com pensadores de esquerda. Portanto, se alguém tivesse cometido um desatino desses, não seria o Haddad.  Mas nem o que o  Olavo afirmou estar no livro constava do tal livro, ehehe. Depois que todo mundo viu o erro ele deletou e se emendou: admitiu que de fato não tinha no livro, mas que o Haddad se auto-filiava à escola de frankfurt, e a escola de frankfurt  defende  a pedofilia ( o que é outra distorçao, que novamente só mostra que ele não compreende o que lê, porque a questão não é essa e nem é " a escola de frankfurt" que defende algo , é UM DOS intelectuais daquela vertente que enxerga nos costumes sexuais o alicerce da  forma de pensar conservadora)

Só que o Olavo tem como publico-alvo gente que não vai parar de ver os videos para ir checar as fontes, nem vai parar de ler seus artigos no site para achar a citação original e ver se ele  náo está distorcendo, até porque ele procura não informar a fonte. É por isso que ele " não existe" como intelectual, porque quem tem alguma cultura sobre os temas que ele ousa opinar sem base logo identifica o enrolol  dele. ( Este carinha  mesmo, como é formado em filosofia, já enxerga melhor as falhas que passam despercebidas aos leigos. Aqui e aqui outros exemplos do que acontece quando gente qualificada na área dedica algum tempo assistindo o Olavo)

 

Esse caso recente do Haddad foi um exemplo, mas ele foi lá e se corrigiu do jeito que conseguiu.

Quantos erros mais estarão espalhados pelo que ele  ensina a seus admiradores deseducados que são incapazes de lhe apontar os erros ?

Essas pessoas não tem condições de se defender dessa formação distorcida que ele oferece. É uma geração toda de vítimas que serão idiotizadas  por ele, e isso inclui jornalistas da grande mídia, uma classe "formada em generalidades". A grande vantagem.de você aprender numa instituição de ensino é que não vão te ensinar "gato por lebre", há uma organização de modo que todos que saiam dali saibam o corpus mínimo que se espera saber de quem carrega aquela formação, e tem a bela.oportunidade de ser corrigido quando entende algo errado. Teus colegas e professores te salvam de tua própria estupidez, já que a estupidez do outro é sempre mais fácil de ver do que a nossa própria. O auto -didata morrerá sem saber onde está entendendo  errado, e o motivo do seu erro, então não tem como se corrigir, vai só se aprofundar mais e mais nos erros, como o Olavo fez durante a vida.

É isso que acontece quando o orgulho age como obssessor e faz o homem de inteligência média achar que tem a inteligência de Faraday, Mendel, Srinivasa. 

Obs: não sei se esse guilardelli tem o mesmo problema, nunca vi nada nada dele em vídeo só li um ou outro texto de um blog que ele tinha e não existe mais. Mas se o cara tem o memso problema do olavo, imagino o que seria sem ter estudo, ehehe.

 

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Essas questões são muito boas de se discutir. Recentemente visitei a USP fiquei maravilhado. Sempre pensei mal dela por acreditar no que a mídia mostrava. 

Só o próprio ambiente tem uma energia muito boa voltada principalmente pros interesses do conhecimento. Senti uma motivação muito grande de estudar. A egrégora é muito boa. Fora os professores e funcionários que lutam para ampliar o número de vagas e acesso aos alunos da periferia e escolas públicas. 

Professores reconhecidos internacionalmente, pesquisas etc... O melhor é que ensino público gratuito top de linha. Tem seus problemas é claro mas quem está lá dentro lutam para melhorar a situação.

 

Voltando a questão do aprendizado vi uma melhora grande como pessoa principalmente pelo contato com professores de filosofia, sociologia, história, matemática, física etc... Pessoas comuns que lutam e trabalham pelo ingresso do pessoal da periferia no ensino superior. Os questionamentos, o outro lado da moeda e etc... Faz muita diferença.

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2 horas atrás, Joe disse:

Essas questões são muito boas de se discutir.

Tenho minhas dúvidas, já que trazem muitos assuntos "sensíveis" embutidos...

2 horas atrás, Joe disse:

Voltando a questão do aprendizado vi uma melhora grande como pessoa principalmente pelo contato com professores de filosofia, sociologia, história, matemática, física etc... Pessoas comuns que lutam e trabalham pelo ingresso do pessoal da periferia no ensino superior. Os questionamentos, o outro lado da moeda e etc... Faz muita diferença.

Claro, porque sai daquela bolha cultural das crenças tacanhas e preconceitos de família, ou daquele grupo estreio de amigos em que ninguém sabe nada de nada mas todos concordam que " os outros ", de fora do grupo, sempre estão errados. Quem procura se isolar no seu nicho cultural em geral não quer realmente aprender, quer proteger seus preconceitos e incompreensões de quaisquer elementos que o faça rever suas posições. Não quer que o conhecimento faça diferença, na verdade.  Sozinho você pode pinçar só o que te interessa, aprender de modo que aquilo não AMEACE abrir sua compreensão para coisas que você não quer repensar, porque na verdade você confundiu o que você é com o robô cultural criado por anos de educação familiar. 

Sempre gosto de citar uma coisa ridícula que ouvi quando tinha 14 anos, como exemplo do que as pessoas de fato temem da cultura. Eu sempre fui CDF, aprendi a ler sozinho com dois anos e meio de idade, ficava enchendo o saco da minha mãe para me botar na escola, com 4 aos, mas a escola não aceitava. Então tive que fazer dois "jardim da infância", para esperar ter idade Entrei na primeira série com 6 anos incompletos, já sabendo ler, escrever, fazer continhas de multiplicar e dividr, de dois números, de tanto que eu perguntava.. e mesmo assim a pedagoga quase não me deixou entrar, porque achava que só com 7 anos a criança tem maturidade para entrar na escola ( até eu ri dela quando ela falou isso na minha frente, kkk) Mas consegui entrar, e sempre fui muito dedicado, porque eu não estava na escola por brincadeira nem porque meus pais queriam, eu estava porque EU QUERIA, porque eu entendi cedo que era ali que as pessoas que sabiam como  o mundo funcionava estavam. Não era na rua, com crianças da minha idade,  não era na família, com adultos que não tinham todas as respostas que eu procurava.  Então as vezes os adultos se preocupavam com essa minha atitude, eheheh.

Certa vez, quando eu tinha 13 anos acho, minha tia me disse, muito séria:

"Sandro... presta atenção.. vou te dar um conselho... "

"Não estuda demais, porque todo homem que estuda demais vira veado"

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Essa fala revela algo muito interessante sobre a humanidade, a meu ver: as pessoas temem o conhecimento que seja capaz de fazê-las rever aquilo que acreditam seguro no seu critérios de valores, naquilo que constitui sua personalidade.

Porque eu suponho que a sociedade, todas as sociedades de todas as épocas e culturas  são, por natureza, conservadoras.  Provavelmente algum sociólogo já deva ter percebido isso, ou ainda vai perceber...A coisa vem lá do medo que o animal tem de comer algo que o mate, então eles não arriscam muito. E nós somos animais também, não "apenas"  animais, mas nossa base é animal. Em cima dessa base construímos mais coisas, mas são paredes, colunas, edifícios... em cima do alicerce  animal, e o animal tem medo do novo, pelo perigo que representa à sobrevivência física. Nos já não vemos riscos à nossa sobrevivência física, mas tememos tudo aquilo que pode nos ameaçar como grupo cultural, tudo que ameace nossos valores, cultura, fórmulas de convívio e até em alguns casos o medo de uma ameaça coletiva pode falar mais alto ( questão dos transgênicos, clonagem, programação de DNA, super-antibióticos x superbactérias... )

Mas onde quero chegar com isso? A grande massa teme o conhecimento, porque ele te dá liberdade para escolher. E até na bíblia esse medo é representado, em que o "conhecimento  do bem e do mal" é tido como o pecado original. Apenas aquele conhecimento que não tiver poder de questionar suas escolhas como membro de um grupo cultural  é que tem prestígio, que é tolerado com tranquilidade pela sociedade, porque esse conhecimento NÃO MUDA O QUE VOCÊ É. 

É um conhecimento morto, na verdade, e o que é morto não constitui uma ameaça. E que conhecimento é esse?

O técnico ou tecnológico, em que você é preparado para  servir como um "aperfeiçoador das engrenagens do sistema", mas sem jamais questionar seus fundamentos.

Esse conhecimento é o melhor remunerado, o mais respeitado, e o único visto como sendo "conhecimento puro". Já o conhecimento que tenta olhar para o ser humano e as sociedades humanas, e ousa perguntar "Mas por que mesmo funciona assim? Quem disse que só tem esse jeito? Por que não fazemos diferente? Por que não tentamos inverter isso? Quem sabe funfa né???" , esse conhecimento é tido como suspeito, perigoso, "ideológico", eheheh. Essa turma esquece que o conhecimento que não perturba as estrutura também é ideológico, porque FAZ UMA ESCOLHA ATIVA DE SILENCIAR PARA MANTER TUDO COMO ESTÁ. Há sempre um lado sendo escolhido e  as  idéias tem consequências práticas no mundo que nos cerca, não existem muros para alguém sentar e alegar neutralidade. 

Então agora estamos vivendo uma ondinha de retrocesso, em que famílias provavelmente conservadoras estão tentando disseminar a questão do ensino doméstico. Independente de todas os óbvios impedimentos técnicos envolvidos, como disponibilidade de tempo dos pais e sua falta de conhecimento para a tarefa, o que mais chama atenção é o desejo de manter sua célula familiar distante do ambiente de intercâmbio entre os diferentes, que a escola proporciona. É novamente o mesmo problema do auto-didata, que para não ter que enfrentar o contraditório, se retira para manter intactas suas crenças. Pensem em famílias de judeus ortodoxos, ou de japoneses, ou de islâmicos, ou de descendentes de nazistas.... os filhos dessas pessoas serão criados em bolhas culturais com traços bem específicos. É uma receita perfeita para aumentar a intolerância no mundo, a desconfiança com o diferente, os conflitos de convivência daqui a uns 25 anos. E de onde essas iniciativas partem? De pessoas com tendências conservadoras, como não poderia deixar de ser. 

É por isso que essas pessoas, e só elas, desmerecem a importância das escolas e da universidade, porque nesse amálgama de idéias e culturas que é uma universidade a democracia se manifesta, é ali que você se educa a ouvir quem pensa diferente de você, e argumentar contra, caso necessário, de forma organizada, porque não é um boteco de gente que grita uns com os outros a mandam tomar lá... como faz nosso autodidata mais famoso, que não consegue conviver com divergências...

Há outros motivos também pelo qual essas pessoas desprezam o ensino universitário:

É porque a visão de mundo delas não resistiu ao embate com a racionalidade das idéias opostas, foram sendo "refutados"( para usar um termo da moda)  desconstruídos, as bases nas quais suportavam seu conceitos revelaram-se só um bando de "mantos sagrados" sem um corpo por baixo, só casca.  Foram sendo despedaçadas na competição de idéias até que não sobrou nada mais. Então acharam que a universidade foi dominada pelo campo de pensamento oposto ao deles. Até foi mesmo, mas pelo mesmo motivo que a crença que a terra era plana foi abandonada ( mas sempre tem uns retardatários né?), superada pelo avanço do conhecimento. As idéias, como as espécies, competem entre si, e as mais capazes dominam e exterminam as mais fracas, que se tornam fósseis. Uma idéia que eu me surpreendi ao descobrir que morreu há décadas, porque nunca foi científica na verdade, era aquela aquela que alegava, por exemplo, que habitantes de lugares quentes são preguiçosos, trabalham menos, devido ao claro, enquanto que os povos de locais frios são mais trabalhadores, eheheh. Tenho certeza que me ensinaram isso  nas aulas de geografia dos anos 70, mas é uma teoria morta, como as do Lombroso sobre formato de corpos e tendência para cometer crimes, ehehe.  É a "meritocracia das ideias", as fraudulentas com o tempo somem do mundo acadêmico, não é um "complô". 

Hoje é fácil entender o grau de ridículo a que uma pessoa se expõe ao dizer que menino veste azul menina veste rosa. Qualquer pessoa que não tenha algum problema cognitivo sabe que roupa não define gênero, é tão óbvio quanto chover para baixo.  Mas não era nos anos 70, quando eu era criança... isso era uma questão séria... como parecem querer torná-la de novo, kkkkk. Por que? Por que algumas pessoas são tão refratárias a qualquer pensamento diferente do seu que conseguiram criar bolhas de isolamento familiar e amizades para proteger seus valores contra  a "perigosa reflexão racional", que "ameaça nossas famílias e nossas crenças e costumes"....

Quem tem base frágil se sente ameaçado com muita facilidade....

Mas TENTANDO aqui unificar as idéias do tópico, para que não parece off topic demais ,acho quedá para dizer o seguinte:

O tópico originalmente trata do que? da confusão da diversidade atual de conhecimentos na área da espiritualidade. Como se posicionar diante de tudo isso? Procurando formar uma base boa, tradicional PRIMEIRO. É essa base que te permite mais adiante julgar o novo, com cuidado, porque o comércio do novo e a febre atual. Onde é que o ensino formal e o auto-didatismo entram nisso? O ensino formal é exatamente A BASE BOA. Ele não pretende ser um fim em si mesmo. Uma pessoa que fez uma faculdade não e um especialista, e só uma pessoa que tem formação adequada para COMEÇAR a trabalhar com uma qualidade mínima garantida, naquela área. Ela ainda precisará  seguir estudando um pouco e praticando muito até solidificar bem tudo o que aprendeu na teoria, e isso leva ainda dez anos de prática. Então você está condições de questionar idéias extravagantes na sua área. Ou, se fez mestrado e doutorado, já aprenderá mais rápido a fazer isso, a duvidar de todas as bases estabelecidas durante a graduação, ara tentar criar coisas novas. Se essa formação básica ninguém está suficientemente preparado para fazer questionamentos de qualidade sobre sua área de interesse,  o que terminará por  limitar sua criatividade. Exceto, claro, nas áreas mecânicas, porque até pássaros e macacos conseguem criar ferramentas melhores para suas tarefas, isso é habilidade animal. Mas estamos falando aqui de qualidade de pensamento racional.  Ele pode ser capaz de bater boca em palestras e sair dali jurando que "refutou o palestrante" só porque ele ficou em silêncio, mas o silêncio é apenas  o reconhecimento de que quem está batendo boca na platéia não tem condições mínimas de estabelecer um debate racional, por falta de preparação adequada. O auto-didata priva a si mesmo dessa instrumentação  básica, pune a si mesmo não fazendo o mínimo necessário para se qualificar a defender melhor sua idéias. 

Portanto, havendo possibilidade de aprender o que se deseja numa escola ( o que inclui escolas teológicas, espíritas, de umbanda, esotéricas, ocultistas, ou do mundo, dependendo do interesse)  é sempre a melhor opção, a que mais rápido trará resultados em aprendizado, quando comparado o tempo que o autodidata levará para conhecer suficientemente a mesma variedade de conteúdos.  Mas na nossa a´rea aqui em geral temos que ser todos autodidatas, motivo pleo qual há  tanto joio e trigo misturados, um carnaval de teorias doutrinas,crenças, técnicas. A vantagem das escolas é que elas tem métodos organizados por quem sabe mais e tem um plano, porque foi treinado por uma escola anterior. Então a pessoa não está experimentando a esmo ,de forma caótica, perdendo meses ou anos praticando coisas que nem sabe se funcionam, ou que funcionaram somente com o criador daquele técnica. Temos uma só vida no físico, não dá para perder tempo testando tudo que cada esquizofrênico da internet ensina no seu canal do youtube né? Mas na maiora dos assuntos da área espiritual teremos que ir testando mesmo, por falta de uma rede estruturada de ensino formal nessa área. Por isso nunca se deve esquecer os problema do auto-didatismo, para tentarmos não cair neles.

 

 

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