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Olá, amigos! Ontem fui convidado por um dos diretores da casa espírita que frequento a participar das chamadas reuniões de desobsessão. Disse ele que antes devo passar pelo menos 6 meses num grupo de tratamento a distância, como espécie de treinamento. Então gostaria de abrir esse tópico para abordarmos o tema, trazer conteúdo e indicações de livros, discutir experiências, etc.

 

Alguém aqui já participou de grupos assim? Se sim, como acontece? O que é preciso para saber lidar com a situação de um assédio intenso?

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Nunca participei de desobsessão kardecista só conheço quem já participou e como funciona. Eu mesmo não curto dialogar com obssessor.

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O grupo de que participei não atendia encarnados, apenas nos reuníamos no sábado, os mentores começavam pela manhã a preparar as condiçoes energéticas da sala usada para isso. Em geral levavam até umas 15 ou 16horas. Eles traziam os obsessores, e sei pelo que meu colegas clarividente,s contavam, que formava uma fila do lado de fora da casa, ate entrando pela casa e chegando na sala de trabalhos. 

(eu cheguei a ver, num flash de clarividência,  uma fila dessas durante uma aula do curso do IIPC, em que praticaríamos exetriorização)

A sala de trabalho era lacrada por uma cúpula de proteção, feita pelos mentores, não por nós. E então entrava um grupo de obsessores de cada vez. Por grupo quero dizer classe de entidades. Elas não se misturavam. Então, por exemplo, podíamos primeiro trabalhar com o grupo de obsessores ligados à maçonaria. Deposi de terminar,  oque em geral demorava umas duas horas, entraria um outro grupo, por exemplo os Ets insetóides, ligados à igreja católica. E assim seguíamos os trabalhos.

E diferença para o que o Joe relata, que acho que é o que acontece num grupo espírita tradicional, é que nesses grupos a entidade incorpora no médium, é inquirido por alguém ali, e fica respondendo as perguntas.... 

Como se desse para confiar no que as entidades negativas falam.... 

No nosso grupo elas não eram convidadas a falar, mas meso se resolvem falar, ninguém dava atenção. O médium que incorporava a entidade procurava penetrar na mente dela para saber quem o mandou ali, qual a missão, quem era seu chefe, onde era o QG dele. E então íamos até la por desdobramento apométrico (aquela 'coisa' né????)  para capturá-lo, explodir o QG, e libertar os seus escravos (em geral os soldados deles são escravos também. Eliminado a chefia, é cada um por si, fugindo dali, eehe

O que a entidade falava voluntariamente sabíamos que não merecia nossa atenção. E a entidade procruava ao máximo esconder a informação  do médium, que tinha que ir vasculhando a mente dela, o que as vezes demorava uma meia hora. 

Eu participava disso, mas mais como estagiário espantado, neste clima assim: 

19-Animais-completamente-espantados-Blog-Animal-18.jpg

 

Porque naquela época eu nunca tinha ouvido falar desse tipo de atividade. Só quando reli os livros do Lacerda sobre apometria vi que era a mesma coisa. Mas como nunca fui espírita, minha concepção de grupos espírita era médiuns incorporando  entidades e os encarnados tentando dar bons conselhos para a entidade parar de encher o saco do encarnado. 

Boa parte do que rolava eram informações trocadas por percepções clarividentes de cada membro ali. O grupo inteiro era passava pelo tal desdobamento apométrico, que na prática é o mesmo que nada tivesse acontecido, só que ao tentarmos ver por clarividencia o que rolava, em geral nossas percepções batiam, embora  se posições diferentes do cenário. Ou seja, é um tipo de "projeção" acordado, em que aqui você está na sala conversando com os colegas, mas ao fechar os olhos e tentar ver algo, acaba vendo o ambiente em que o grupo estaria projetado, o que inclui ver os mesmo seres ou mesmo tipo de estruturas, ambiente astral , símbolos presentes  em paredes, roupas.

Aqui relatei um exemplo do que vi numa de nossas reuniões: https://www.viagemastral.com/forum/index.php?/topic/17111-acho-que-foi-sonho-lúcido-autor-michelle/&do=findComment&comment=74459

Ao que tudo indica uma parte nossa de fato é projetada para o lugares do astral onde acontece a ação. Mas se você não conseguir se concentrar para captar o que percebe, lá, vai jurar que nada aconteceu.

Agora, em grupos tradicional de desobsessão eu nao sei por experiencia propria o que rola, só vi relatos de outros, como este do Divaldo:

https://www.youtube.com/watch?v=BItIVwSiVe0&feature=youtu.be&t=367

Mas deve ter mais de um aqui no GVA que saiba relatar sua experiência pessoal com esses grupos

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Muito interessante as experiências do Sandro. Esses grupos de Apometria e técnicas similares realmente tem formas eficazes de desobsessão. Centros espíritas mais universalistas geralmente usam essas técnicas. 

Minha experiência de desobsessão foi com medium de transporte e quebra de magia. Em um templo de umbanda. Contei meus problemas de assédios extrafísicos, como já tinha feito tratamento espiritual de passes e água fluidificada e não solucionou os ataques fui pro tratamento de transporte. 

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Pelo que eu saiba kardecistas não lidam com esses casos de magia mesmo. Acho que aqueles espíritos que falam nos livros do kardec nem acreditam que magia funcione, eheheh. Os mentores da apometria vem da umbanda (que é espiritismo que sabe que magia funciona né?) , acho que por isso sabem como  resolver. 

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Os livros do Dr Lacerda,  Godinho,  alguns psicografados pelo Noberto Peixoto do Ramatis são bens úteis para que você entenda a dinâmica de grupos de desobsessão,  particulamente só conheço como funciona na apometria que infelizmente não é aceita em centros espíritas,  pelo menos na maioria,  Geralmente tem um líder do grupo que pode ser médium ou não,  mas tem que ter uma força mental bem fora do padrão mesmo,  na apometria o grupo geralmente é composto por mediuns de incorporação,  clarividentes ( que atravez de clarividência viajora conseguem ver a origem da obsessão) ,  mediuns de desdobramento ( alguns que conseguem se projetar de uma forma mais imediata) , tem alguns assistentes também que ficam emanando energia,  ectoplasma para criar formas no astral,  eles criam um campo de energia de forma de pirâmide  alguns colocam outras formas de defesa também porque obsessores tentam atrapalhar o andamento do trabalho o tempo todo,  o assistido pode tanto ser encarnado ou desencarnado,  a partir daí os mediuns conseguem acessar informações de quem está sendo tratado,  incorporam os obsessores,  a apometria é mais direta é rápida, o obsessor é encaminhado à hospitais espirituais,  o grupo todo tem apoio espiritual,  pelo menos na Umbanda são índios,  caboclos,  pretos/pretas velhos etc... 

Tem um canal no YouTube da Ana Furginelli que tem um conteúdo bem detalhado,  mas como seu caso é em centro espírita,  se não for um local universalista a forma de lidar com obsessores é bem diferente da apometria. 

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Em 01/02/2019 at 09:57, Caio disse:

Os livros do Dr Lacerda,  Godinho,  alguns psicografados pelo Noberto Peixoto do Ramatis são bens úteis para que você entenda a dinâmica de grupos de desobsessão,  particulamente só conheço como funciona na apometria que infelizmente não é aceita em centros espíritas,  pelo menos na maioria,  Geralmente tem um líder do grupo que pode ser médium ou não,  mas tem que ter uma força mental bem fora do padrão mesmo,  na apometria o grupo geralmente é composto por mediuns de incorporação,  clarividentes ( que atravez de clarividência viajora conseguem ver a origem da obsessão) ,  mediuns de desdobramento ( alguns que conseguem se projetar de uma forma mais imediata) , tem alguns assistentes também que ficam emanando energia,  ectoplasma para criar formas no astral,  eles criam um campo de energia de forma de pirâmide  alguns colocam outras formas de defesa também porque obsessores tentam atrapalhar o andamento do trabalho o tempo todo,  o assistido pode tanto ser encarnado ou desencarnado,  a partir daí os mediuns conseguem acessar informações de quem está sendo tratado,  incorporam os obsessores,  a apometria é mais direta é rápida, o obsessor é encaminhado à hospitais espirituais,  o grupo todo tem apoio espiritual,  pelo menos na Umbanda são índios,  caboclos,  pretos/pretas velhos etc... 

Tem um canal no YouTube da Ana Furginelli que tem um conteúdo bem detalhado,  mas como seu caso é em centro espírita,  se não for um local universalista a forma de lidar com obsessores é bem diferente da apometria. 

Vou procura o material dessa Ana. Conheço material do Noberto Peixoto é bacana.

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Em 01/02/2019 at 07:21, sandrofabres disse:

Pelo que eu saiba kardecistas não lidam com esses casos de magia mesmo. Acho que aqueles espíritos que falam nos livros do kardec nem acreditam que magia funcione, eheheh. Os mentores da apometria vem da umbanda (que é espiritismo que sabe que magia funciona né?) , acho que por isso sabem como  resolver. 

Sim o problema dos kardecistas é esse arcaísmo e parada no tempo. Tem um pesquisador espírita chamado Paulo Henrique Figueiredo que resgatou a ciência do mesmerismo já que Kardec falava que espíritismo e magnetismo são ciências gêmeas e uma depende da outra para mútuo entendimento. Pelo que o autor fala sobre magnetismo e terapia se assemelha a alguns aspectos com a apometria.

https://revolucaoespirita.com.br

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Em 31/01/2019 at 23:07, Joe disse:

Muito interessante as experiências do Sandro. Esses grupos de Apometria e técnicas similares realmente tem formas eficazes de desobsessão. Centros espíritas mais universalistas geralmente usam essas técnicas. 

Minha experiência de desobsessão foi com medium de transporte e quebra de magia. Em um templo de umbanda. Contei meus problemas de assédios extrafísicos, como já tinha feito tratamento espiritual de passes e água fluidificada e não solucionou os ataques fui pro tratamento de transporte. 

Fala, Joe! Obrigado por responder! Como que seria esse "tratamento de transporte"?

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Em 31/01/2019 at 20:11, sandrofabres disse:

O grupo de que participei não atendia encarnados, apenas nos reuníamos no sábado, os mentores começavam pela manhã a preparar as condiçoes energéticas da sala usada para isso. Em geral levavam até umas 15 ou 16horas. Eles traziam os obsessores, e sei pelo que meu colegas clarividente,s contavam, que formava uma fila do lado de fora da casa, ate entrando pela casa e chegando na sala de trabalhos. 

(eu cheguei a ver, num flash de clarividência,  uma fila dessas durante uma aula do curso do IIPC, em que praticaríamos exetriorização)

A sala de trabalho era lacrada por uma cúpula de proteção, feita pelos mentores, não por nós. E então entrava um grupo de obsessores de cada vez. Por grupo quero dizer classe de entidades. Elas não se misturavam. Então, por exemplo, podíamos primeiro trabalhar com o grupo de obsessores ligados à maçonaria. Deposi de terminar,  oque em geral demorava umas duas horas, entraria um outro grupo, por exemplo os Ets insetóides, ligados à igreja católica. E assim seguíamos os trabalhos.

E diferença para o que o Joe relata, que acho que é o que acontece num grupo espírita tradicional, é que nesses grupos a entidade incorpora no médium, é inquirido por alguém ali, e fica respondendo as perguntas.... 

Como se desse para confiar no que as entidades negativas falam.... 

No nosso grupo elas não eram convidadas a falar, mas meso se resolvem falar, ninguém dava atenção. O médium que incorporava a entidade procurava penetrar na mente dela para saber quem o mandou ali, qual a missão, quem era seu chefe, onde era o QG dele. E então íamos até la por desdobramento apométrico (aquela 'coisa' né????)  para capturá-lo, explodir o QG, e libertar os seus escravos (em geral os soldados deles são escravos também. Eliminado a chefia, é cada um por si, fugindo dali, eehe

O que a entidade falava voluntariamente sabíamos que não merecia nossa atenção. E a entidade procruava ao máximo esconder a informação  do médium, que tinha que ir vasculhando a mente dela, o que as vezes demorava uma meia hora. 

Eu participava disso, mas mais como estagiário espantado, neste clima assim: 

19-Animais-completamente-espantados-Blog-Animal-18.jpg

 

Porque naquela época eu nunca tinha ouvido falar desse tipo de atividade. Só quando reli os livros do Lacerda sobre apometria vi que era a mesma coisa. Mas como nunca fui espírita, minha concepção de grupos espírita era médiuns incorporando  entidades e os encarnados tentando dar bons conselhos para a entidade parar de encher o saco do encarnado. 

Boa parte do que rolava eram informações trocadas por percepções clarividentes de cada membro ali. O grupo inteiro era passava pelo tal desdobamento apométrico, que na prática é o mesmo que nada tivesse acontecido, só que ao tentarmos ver por clarividencia o que rolava, em geral nossas percepções batiam, embora  se posições diferentes do cenário. Ou seja, é um tipo de "projeção" acordado, em que aqui você está na sala conversando com os colegas, mas ao fechar os olhos e tentar ver algo, acaba vendo o ambiente em que o grupo estaria projetado, o que inclui ver os mesmo seres ou mesmo tipo de estruturas, ambiente astral , símbolos presentes  em paredes, roupas.

Aqui relatei um exemplo do que vi numa de nossas reuniões: https://www.viagemastral.com/forum/index.php?/topic/17111-acho-que-foi-sonho-lúcido-autor-michelle/&do=findComment&comment=74459

Ao que tudo indica uma parte nossa de fato é projetada para o lugares do astral onde acontece a ação. Mas se você não conseguir se concentrar para captar o que percebe, lá, vai jurar que nada aconteceu.

Agora, em grupos tradicional de desobsessão eu nao sei por experiencia propria o que rola, só vi relatos de outros, como este do Divaldo:

https://www.youtube.com/watch?v=BItIVwSiVe0&feature=youtu.be&t=367

Mas deve ter mais de um aqui no GVA que saiba relatar sua experiência pessoal com esses grupos

É interessante essa questão da "projeção acordado". Me parece o que o espiritismo chama de "médium sonâmbulo" (faltou criatividade a Kardec em alguns momentos hehe). Tenho uma teoria de que todo mundo que tem experiência (mesmo que pouca) com saídas do corpo ou que tem as energias mais ou menos soltas tem um alto potencial para clarevidência. É como se houvesse uma descoincidência momentânea que permitisse interagir com o plano astral. Uma analogia a isso seria os momentos que antecedem a saída do corpo e a volta ao corpo depois de uma projeção, onde estamos descoincididos e temos acesso a plano físico e astral simultaneamente. 

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Em 01/02/2019 at 09:57, Caio disse:

Os livros do Dr Lacerda,  Godinho,  alguns psicografados pelo Noberto Peixoto do Ramatis são bens úteis para que você entenda a dinâmica de grupos de desobsessão,  particulamente só conheço como funciona na apometria que infelizmente não é aceita em centros espíritas,  pelo menos na maioria,  Geralmente tem um líder do grupo que pode ser médium ou não,  mas tem que ter uma força mental bem fora do padrão mesmo,  na apometria o grupo geralmente é composto por mediuns de incorporação,  clarividentes ( que atravez de clarividência viajora conseguem ver a origem da obsessão) ,  mediuns de desdobramento ( alguns que conseguem se projetar de uma forma mais imediata) , tem alguns assistentes também que ficam emanando energia,  ectoplasma para criar formas no astral,  eles criam um campo de energia de forma de pirâmide  alguns colocam outras formas de defesa também porque obsessores tentam atrapalhar o andamento do trabalho o tempo todo,  o assistido pode tanto ser encarnado ou desencarnado,  a partir daí os mediuns conseguem acessar informações de quem está sendo tratado,  incorporam os obsessores,  a apometria é mais direta é rápida, o obsessor é encaminhado à hospitais espirituais,  o grupo todo tem apoio espiritual,  pelo menos na Umbanda são índios,  caboclos,  pretos/pretas velhos etc... 

Tem um canal no YouTube da Ana Furginelli que tem um conteúdo bem detalhado,  mas como seu caso é em centro espírita,  se não for um local universalista a forma de lidar com obsessores é bem diferente da apometria. 

E ai, Caio! Rapaz, pelo que você descreveu, está bastante parecido a dinâmica lá no centro!

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24 minutos atrás, renatoF disse:

Fala, Joe! Obrigado por responder! Como que seria esse "tratamento de transporte"?

O médium incorpora o obsessor. No espiritismo usa-se esse processo por causa do choque anímico.

Na umbanda também tem o processo de aconselhamento a entidade e a obrigação dela desfazer magias e outros tipos de obsessão à vítima. 

 

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Boa noite, amigos. Abri o tópico e sumi, mas estou voltando pra dar minhas impressões. O diretor da casa sugeriu que eu passasse 6 meses numa reunião "mais leve" só que dentro de 3 semanas mudou de ideia me chamou para ajudar na desobsessão. Então estou lá há pouco mais de 1 mês e tem sido bem interessante, principalmente porque existe uma abertura para falar sobre projeção. Inclusive emprestei minha cópia do Iniciação a viagem Astral ao tal diretor e ele adorou, está recomendando a todo mundo. 

Os trabalhos lá acontecem da seguinte forma: Chegamos por volta das 19h e as 19:20 existe um momento de passe coletivo para equilibrarmos as energias. As 19:30 iniciamos um estudo de trechos de 2 ou 3 livros, geralmente as obras básicas do espiritismo, que tem um efeito bem interessante na sintonia. A sensação é que o ambiente purifica. As 20:20 apagam-se as luzes e iniciamos a parte mediúnica. O grupo é pequeno, formado por 2 médiuns de incorporação, 2 dialogadores, 1 clarividente e 2 na sustentação energética. Nesse caso, não se trata diretamente com encarnados, a não ser a distância, e os dialogadores tentam instruir os espíritos que se comunicam por psicofonia. Uma clássica reunião espírita. 

Participo há alguns anos de reuniões mediúnicas, e o modelo é bastante similar. O que se destaca é que a participação é um pouco mais restrita, o que acaba elevando o nível energético do ambiente. Isso permite participação de espíritos mais esclarecidos e também de consciências mais perturbadas.

Encerramos as 21h e aguardamos ao novo encontro na próxima semana.

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Quais as vantagens/benefícios e desvantagens para quem trabalha em um grupo de desobsessão? Comecei a trabalhar em um que atende varios encarnados presencialmente, e poucos à distancia.
 

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Em 27/08/2019 at 11:52, bandeirapvh disse:

Quais as vantagens/benefícios e desvantagens para quem trabalha em um grupo de desobsessão? Comecei a trabalhar em um que atende varios encarnados presencialmente, e poucos à distancia.
 

Hoje seria a segunda participação minha no trabalho mas desde a primeira retornaram minhas crises de pânico e outras sensações. Coisas que eu não tinha ha um tempo. Fico na duvida se seria algum assedio pra me impedir de trabalhar nisso. Então acabei nem indo hj, vou ver o que o o coordenador la diz sobre isso.

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Uma coisa que eu achava estranha no meu grupo é que sempre apareciam rolos de obsessão ligados aos membros do grupos. Trabalhava-se um tempo 2 ou 3 semanas com um , então aquilo passava e acontecia com o outro. Depois li num fórum, de uma pessoa que trabalhou com apometria, que é comum isso: primeiro se trabalha com os obsessores dos membro do grupo, acho que para dar uma limpada e o cara poder trabalhar mais leve.

Já que você é novato, deve ser a "bola da vez" no seu grupo. Deve notar isso por umas poucas semanas, então vai passar. Mas é por ciclos, as vezes após uns meses tem um novo trabalho com as mesmas pessoas.

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Ah, quem trabalha nesses grupos está na linha de tiro e algum estilhaço pode acabar lhe atingindo.

Quando eu fazia parte da Umbanda era semelhante, vira e mexe tinha alguma repercussão. No meu caso, nada grave de fato, mas às vezes sentia uma ansiedade esquisita, tinha pesadelos de arrepiar e quando comentava com o Caboclo da minha mãe de santo, ele sempre recomendava alguma magia de proteção, algumas vezes ele fazia, outras, mandava que eu mesma fizesse. Eu acredito que tenhamos proteção de mentores e guias, mas ninguém está livre de sofrer alguma repercussão. 

 

 

 

 

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