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Patríciaf

Acordar de madrugada para fazer técnicas

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Já tentei algumas vezes colocar o despertador para acordar de madrugada e tentar me projetar. Sempre faço meditação e OLVE antes de dormir, tenho sentido o EV por um tempo razoável todos os dias, mas esse ano só saí do corpo uma vez, não vi a saída, já acordei fora.

Eu entendo que acordar de madrugada pode ser uma boa técnica para alguns, mas não parece ser o meu caso por que eu demoro muito para pegar no sono, tenho dificuldade de concentração, não relaxo om facilidade e parece ser mais difícil mover as energias do que de dia. Essa última parte me intriga bastante, alguém mais sente estranheza em movimentar as energias a noite ou fazer alguma técnica?

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1 minuto atrás, Patríciaf disse:

1-não parece ser o meu caso por que eu demoro muito para pegar no sono,

2-tenho dificuldade de concentração,

3-não relaxo om facilidade

1- a meta de levantar de madrugada para se projetar é exatamente essa. Em geral  demora uns 40 minuots para entrar de novo no estado de sonolência necessário para se projetar, o que é DESEJADO, para evitar apagar rápido.

2- normalmente é mais díficíl de concentrar se você tentar fazer isso ao deitar, ja que estará com a mente lotada de estímulos do dia e do que viu antes de ir para a cama. Levantando de madrugada essas idéias do dia e estímulos noturnos finais (filmes, internet.. já terão se dissipado, a mente está mais limpa e por isso é mais fácil se concentrar

3- ao acordar de madrugada você já está relaxada, por isso essa técnica tem mais sucesso com a maioria, você economiza o tempo que precisaria induzindo o relaxamento através de uma técnica, que é algo que demora no mínimo  uns 20 minutos se for começar do estado de vigília

Mas se você acha que se concentra melhor caso tente se projetar ao deitar, antes de dormir, se acha que atinge um melhor relaxamento antes de dormir do que apos ter dormindo 6horas, faça nesse horário. A técncia de levantar de madrugada é recomendada poque é regra que funciona melhor com a maioiria, mas se no seu caso funciona diferente, adapte ao seu funcionamento.

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Também tenho a tendência de demorar a pegar no sono. A meu ver, o que o Sandro disse é verdade: a ideia de acordar antes da hora, se levantar, matar um tempo e voltar para a cama é mais apropriada para quem tem a tendência de pegar fácil no sono. Isso é desnecessário para quem já não apaga fácil e pode até ser inconveniente, como acontece comigo.

Eu costumo meditar antes de me deitar. Não que eu medite por isso, mas de quebra ajuda no relaxamento físico e mental, facilitando o adormecer e também a prática de técnicas de projeção. Se você não gosta de meditar, talvez possa usar algum tipo de técnica de relaxamento, como as hipnóticas. Tem vídeos no YouTube feitos por bons profissionais, se você se interessar. 

Para mim, a projeção é especialmente facilitada quando me deito para cochilar, fora do meu horário normal de sono. Pode ser que seja diferente para outras pessoas, mas para mim, nesses casos, costumo pegar no sono com uma suavidade,  e o sono tem uma leveza que acaba sendo mais fácil, na linguagem do Saulo Calderon, atingir o tal do ponto x. Além disso, como é só um cochilo, se eu de fato me projetar, ao voltar, em vez de voltar a dormir, repasso a experiência e já me levanto, o que ajuda na rememoração. Você pode tentar experimentar com essa possibilidade.

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Em 25/02/2019 at 20:32, Adriano disse:

Eu costumo meditar antes de me deitar

Estou fazendo técnicas de meditação antes de deitar também, eu sempre tive problemas pra dormir, era o pior horário do dia. Eu fiz por meses antes de dormir a técnica 3 do Saulo e esse ano medito por pelo menos meia hora e depois deito fazendo relaxamento e alguma técnica pra estimular a saída. Eu passei a amar esse período de antes de dormir que antes eu detestava, mesmo que eu ainda demore pra pegar no sono as vezes eu fico fazendo técnicas quando demoro muito fico "viajando na maionese" prestando atenção nos devaneios, as vezes chego a sonhar meio acordada. Só tive uma projeção esse ano, mas passei a me lembrar de grandes fragmentos de sonhos praticamente todos os dias. As vezes me sinto capaz de acordada inventar histórias as vezes continuando algum sonho e já cheguei a brilhantes conclusões, tendo inclusive lembranças de vidas passadas as vezes e contato com mentores.

O problema é que isso tudo está tendo um preço. Como eu sempre tive problema pra dormir preciso ser pontual nos horários e "rituais" que faço antes de dormir, creio que perco umas 2 horas por dia com as meditações, técnicas, recordações .... horas que curto imensamente, mas eu deito muito cedo, nisso estou saindo com meus amigos e familiares com uma frequencia muito menor do que a deveria e também dou menos atenção aos familiares... Eu passei a curtir muito a hora de acordar, os devaneios e os cochilos, pq acesso uma parte da minha consciência muito gostosa de acessar e muito útil também.... aos finais de semana que faço os testes da saída na madrugada eu chego a ficar 12 horas no quarto e fico cansada durante o dia. Está cada vez mais difícil fazer exercício físico também, pq gosto do horário da manhã para isso, antes do trabalho, mas tenho muito sono.

Nisso as semanas passam assustadoramente rápido, mas quando comparo as mudanças e crescimento pessoal que tive em um mês eu acho a diferença gritante, mas eu tenho que viver aqui também e estou tentando encontrar um equilíbrio.Vi um gráfico em uma aula de conscienciologia certa vez que mostra o nosso afastamento da nossa real consciência quando encarnamos, ao longo da vida vamos nos aproximando desse patamar, sendo possível não alcançá-lo, alcançá-lo e superá-lo, nos últimos 3 anos tive uma aproximação dessa consciência que não tive nos últimos 30 anos, e nos últimos 3 meses sinto que tive uma aproximação maior do que nesses 3 anos. O que me dá uma vontade imensa de "ficar mais pra lá do que pra cá", por isso eu faço um grande esforço em tentar me manter centrada e não utilizar isso como uma fuga da realidade ou dos meus problemas, principalmente dos que não quero enfrentar.

 A solidão também é ponto marcante, eu não tenho com quem conversar e trocar experiências. Eu percebi a importância do fórum, onde podemos trocar experiências e desabafar sem ninguém ficar enchendo o saco. Também percebi que ao escrever alguns textos tenho vários insights e vem me ajudado muito no meu auto conhecimento, o que de alguma forma faz de quem lê meu psicologo rsrsrs.

 

Em 25/02/2019 at 20:32, Adriano disse:

Para mim, a projeção é especialmente facilitada quando me deito para cochilar, fora do meu horário normal de sono.

Teve um período em que eu fazia a técnica do Saulo na hora do almoço e ia cochilar depois, era muito bom, eu sentia membros soltos e ficava sentindo as energias, dava saltos e saltos (sabe? aqueles pulinhos que a gente dá quando volta?). Eu tenho evitado por que esses soninhos de tarde são viciantes e se pegamos o costume é a morte o dia que não podemos dar um bom cochilo.

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Em 27/02/2019 at 09:28, Patríciaf disse:

uma aula de conscienciologia

@Patríciaf também estudo a conscienciologia a uns dois anos, e tem sido um divisor de aguas para mim, mas a dica que tenho para você peguei de uma amiga em um grupo de whatsapp. Essa dica vem de um texto que se chama Chave de SOL, sujeito, objeto e lugar, quando ler o texto, que é pequeno e colocar em prática, sua lucidez irá aumentar agui na vigilia e por consequência irá aumentar fora do corpo, ajudando enormemente na rememoração. Eu por exemplo, tenho despertado em sonhos, uns 50% a mais do que antes, e a rememoração pela manha ao acordar, ou no meio da noite melhorou muito, minhas noites agora são agitadas, com muitos sonhos e projeções lúcidas e semi-lucidas, sem contar os micos astrais kkk que agora lembro de tudo, e claro, faço anotação de tudo pela manha, usando um gravador e mais da tarde a noite, eu passo para o diário. Segue o texto abaixo:

 

A CHAVE SOL

Para despertar nossa consciência precisamos estar em um estado superior e isso logramos através da Chave SOL, a chave SOL é uma prática que serve para dar um choque na consciência e colocar o nosso percentual de essência livre para trabalhar tomando consciência de quem somos (sujeito), o que estamos fazendo em determinado momento (objeto) e onde estamos (lugar), então devemos estar a todo momento neste estado de análise profunda, lembrando que não analisamos isto com a mente e sim com o sentir, no Sujeito não basta se perguntar quem é e responder mentalmente que é fulano, isto não basta pois a chave SOL não é mental e sim com o sentir, para sentir o sujeito devemos nos concentrar em nós mesmos, em nosso coração, em nosso corpo, tomar consciência de nosso corpo físico, das leis que o regem como a lei da gravidade, tomar consciência da posição em que se encontra, que existe um coração batendo, um pulmão respirando, tomar consciência nos nossos sentidos e também tomar consciência do nosso interior, de nossos pensamentos e emoções, daquilo que somos realmente: uma essência buscando a auto realização.

Objeto: não basta responder mentalmente que está fazendo determinada coisa, é preciso sentir e se concentrar no que se está fazendo, sem se identificar com nada, colocar atenção em suas ações e esquecer as outras coisas que não estão relacionadas com aquilo que se está fazendo, pois muitos estão trabalhando e pensando no almoço e quando estão almoçando ficam pensando no trabalho, é preciso fazer realmente o que se está fazendo sem divagar em pensamentos que não se relacionam com as ações.

Lugar: não basta responder mentalmente onde se está e sim sentir o lugar, sentir o solo, a dimensão, o clima, observar o que há a sua volta em estado de assombro e observar tudo como se fosse a primeira vez que estamos vendo, por que muitas vezes estamos tão acostumados com a nossa casa que nem sequer observamos se tem algo novo, acreditando que tudo está como o de costume e acaba que quando sonhamos não nos damos conta das coisas diferentes que aparecem nos sonhos, pois estamos adormecidos e pode aparecer o que for que ainda acreditamos que isto é o normal, por isso devemos analisar tudo a nossa volta em estado de assombro, como se fosse a primeira vez que vemos, pois pode haver algo novo ali que só perceberemos se estivermos neste estado.

Estas três etapas da chave SOL( sujeito, objeto e lugar) devem ser feitas ao mesmo tempo e a todo o momento, quando a pessoa está neste estado ela vive o momento, deixa de viver no passado ou no futuro e passa a viver aquele instante, se dando conta de tudo que se passa dentro e fora dela em tal momento.
A medida que a pessoa faz esta prática isto irá refletir no plano astral quando dormirmos, pois grande parte do que fazemos aqui também fazemos lá nas horas de sono e quando fizermos esta prática lá poderemos tomar consciência que não estamos no corpo físico e sim no corpo astral que é menos denso, podemos tomar consciência que aquilo que estamos fazendo no sonho não é algo que corresponda ao plano físico como por exemplo estar voando e podemos observar a nossa volta e nos dar conta que não estamos no plano físico e sim no plano astral, desta forma despertamos a consciência nos mundo superiores e podemos nos locomover lá conscientemente, outra prática para a pessoa se dar conta que está no plano astral é a técnica do puxão de dedo, se o dedo esticar é porque está no plano astral e também a técnica do saltinho, que consiste em dar um salto com a intenção de voar e se conseguimos não sobrará dúvidas que estamos no plano astral.

Estas são práticas que devemos fazer constantemente, a todo momento e pelo máximo de tempo possível, este é um processo gradual, que não é da noite para o dia mas a medida que formos aperfeiçoando conseguiremos ficar a todo momento em chave SOL (conscientes).

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Em 27/02/2019 at 09:28, Patríciaf disse:

O problema é que isso tudo está tendo um preço. Como eu sempre tive problema pra dormir preciso ser pontual nos horários e "rituais" que faço antes de dormir, creio que perco umas 2 horas por dia com as meditações, técnicas, recordações .... horas que curto imensamente, mas eu deito muito cedo, nisso estou saindo com meus amigos e familiares com uma frequencia muito menor do que a deveria e também dou menos atenção aos familiares... Eu passei a curtir muito a hora de acordar, os devaneios e os cochilos, pq acesso uma parte da minha consciência muito gostosa de acessar e muito útil também.... aos finais de semana que faço os testes da saída na madrugada eu chego a ficar 12 horas no quarto e fico cansada durante o dia. Está cada vez mais difícil fazer exercício físico também, pq gosto do horário da manhã para isso, antes do trabalho, mas tenho muito sono.

Nisso as semanas passam assustadoramente rápido, mas quando comparo as mudanças e crescimento pessoal que tive em um mês eu acho a diferença gritante, mas eu tenho que viver aqui também e estou tentando encontrar um equilíbrio.Vi um gráfico em uma aula de conscienciologia certa vez que mostra o nosso afastamento da nossa real consciência quando encarnamos, ao longo da vida vamos nos aproximando desse patamar, sendo possível não alcançá-lo, alcançá-lo e superá-lo, nos últimos 3 anos tive uma aproximação dessa consciência que não tive nos últimos 30 anos, e nos últimos 3 meses sinto que tive uma aproximação maior do que nesses 3 anos. O que me dá uma vontade imensa de "ficar mais pra lá do que pra cá", por isso eu faço um grande esforço em tentar me manter centrada e não utilizar isso como uma fuga da realidade ou dos meus problemas, principalmente dos que não quero enfrentar.

Pela minha própria experiência e por relatos da literatura espiritualista, é normal, nesse processo de despertar para um nível mais maduro de consciência, passar por uma fase de transição que é desafiadora e costuma ter algumas características de desequilíbrio. Figuradamente, é como se fosse preciso piorar para melhorar. Essa piora é aparente e superficial, transitória. Muitas vezes apenas estamos ganhando lucidez sobre dificuldades que já estavam presentes e atuantes e só não nos dávamos conta delas. Naturalmente, ao ganharmos consciência dessas questões, tendemos a reagir com alguns sentimentos negativos, como autoculpa e medo, o que causa desconforto. Também começamos a ter uma mudança de visão e concepção de mundo, uma mudança de referencial, o que costuma dar um senso de desorientação até nos estabilizarmos num novo enquadramento de realidade. E, além disso, começam a surgir conflitos com o meio e algumas convivências, porque passamos a questionar a forma como vínhamos nos portando e buscar mudanças. Nossas antigas companhias, no geral, não reagem muito bem a isso, porque é algo que desafia, mesmo que indiretamente, o status quo, que é extremamente egoísta, materialista e de visão estreita, mesmo nas vivências religiosas comuns. Então é todo um processo de transformação e readaptação que tem seus custos. Se houver persistência e o trabalho for bem feito, isso é superado pouco a pouco. Mas inevitavelmente vamos sair desse processo diferentes de como entramos, do contrário nada disso teria sentido e nem caberia falar em evolução, amadurecimento, despertar.

Nesse processo, é muito valioso ter algum tipo de apoio. No Budismo existe um ensinamento sobre as chamadas Três Joias, que são os refúgios que um praticante espiritual toma para se orientar, proteger, reconfortar e motivar: a sangha, que é uma comunidade de pessoas passando pelo mesmo processo e atuando mais ou menos no mesmo "comprimento de onda"; o dharma, que são os ensinamentos espirituais que guiam o processo; e o Buddha. Este último pode ser entendido em vários níveis e colocado em várias linguagens diferentes. Dependendo da linguagem, pode ser a nossa Natureza Búdica Última, o Higher Self, o Sagrado Anjo Guardião, etc. -- no que seria uma visão voltada para dentro. Pode ser o grande mestre que serve como modelo, como Jesus para os cristãos, o Buddha Shakyamuni para os budistas, Krishna para os hinduístas, etc., ou o "guru" (num sentido amplo) pessoal para quem tem um -- no que seria uma visão voltada para fora. Enfim, estamos falando de um grupo de apoio, uma tradição guia e um modelo orientador.

Pela minha observação, muitos praticantes espirituais atuais estão tendo dificuldade em encontrar algo que seja como uma sangha. Creio que, em parte, isso se deve a vivermos um momento em que muita gente passando por esse despertar não consegue se encaixar muito bem em nenhuma das tradições bem estabelecidas. E uma fração considerável dos que chegam a se encaixar de algum modo em algum grupo espiritualista não consegue se sentir completamente acolhida, compreendida, guiada e apoiada, porque essas tradições, no geral, operam dentro de modelos que não foram atualizados perante o que parecem ser as necessidades atuais.

Por outro lado, tem também o fato de que muita gente fica restrita a uma convivência online, o que é possível graças às facilidades trazidas pela Internet. Por exemplo, estabelecem contato com professores e pesquisadores exclusivamente por serviços como o YouTube, conversam com outros estudantes e praticantes apenas em fóruns como este. Quer dizer, acabam se restringindo ao que poderia ser apenas um facilitador, deixando de ter convívios presenciais mais significativos e gratificantes. Eu mesmo tendo a fazer isso, e é algo a que tenho dedicado bastante reflexão.

Em 27/02/2019 at 09:28, Patríciaf disse:

 A solidão também é ponto marcante, eu não tenho com quem conversar e trocar experiências. Eu percebi a importância do fórum, onde podemos trocar experiências e desabafar sem ninguém ficar enchendo o saco. Também percebi que ao escrever alguns textos tenho vários insights e vem me ajudado muito no meu auto conhecimento, o que de alguma forma faz de quem lê meu psicologo rsrsrs.

Isso se encaixa bem dentro do que eu vinha falando, essa alienação do contato presencial ou, pelo menos, da formação de vínculos mais profundos e da criação do que seria uma comunidade orgânica e palpável. Fico pensando em ações que poderiam ser tomadas para remediar esse problema. Um fórum como este certamente ajuda, mas o formato é mais voltado para discussões mais sérias e menos para conversas mais pessoais. Não sei se essa minha percepção reverbera em outros usuários. 

 

 

 

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É, sobre o problema da solidão, eu me incluo nessa. Não tenho ninguém para conversar, nem na família, nem entre amigos, e nas últimas semanas isso tem se tornado algo difícil de aguentar. Eu já sei que não adianta falar para quem vai julgar tudo como "coisa de louco", e então vou guardando pra mim, o que é um sufoco. Se perguntam o que está me incomodando, não sei o que dizer.

Faz falta ter alguém pra compartilhar as coisas, nem que seja só pra te ouvir, dar uma opinião, dizer se tal coisa é normal, se não é, dar uma dica, dizer se aquilo aconteceu com ele(a) também, enfim.

 

 

 

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