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Hurdy_Rique

Estado Vibracional e Possível Mentor

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 Amigos, compartilho com vocês o que me ocorreu esse fim de semana. 

Acho importante contextualizar vocês: estou há poucos meses estudando e praticando de forma bem consistente, depois de vários anos sem lidar com o assunto. 

Nessa nova busca acabei decidindo fazer um curso de Reiki; cujo nível 2 concluí sábado. 

Saí do curso feliz, sentindo minha cabeça leve e mente solta - provavelmente por conta da sintonização realizada. 

Tomei um café com meu namorado e segui para casa, tudo bem.

Dentro de mais ou menos uma hora, depois de um bom banho, chegou o sono inevitável. Como um imã, fiquei em minha cama. Com o corpo pesado e a sensação concreta do que estava para ocorrer. Era natural que as movimentações energéticas do dia me afetassem, mas tão rápido?

Deitei de bruços e depois de um tempo senti minhas mãos formigando. Em pouco tempo me senti escorregar e cair num poço de energias que tomavam conta de todo meu corpo, de forma muito forte. A sensação é que eu estava girando (ou algo dentro de mim estava girando) como uma bobina. 

Já tive contato com o estado vibracional recentemente, mas nada tão forte assim. Além da força com que esse estado veio dessa vez, os sons estavam muito altos. O som base de toda a experiência me soava como um motor; e os sons em minha cabeça (esses eu nunca havia ouvido) pareciam vir de uma panela de pressão. 

Estava naturalmente assustado, já que em poucos meses de estudo e práticas tive acesso apenas a algumas catalepsias e uma saída « às cegas. »

Tentando me situar em meio a tantas sensações, o choque: três letrinhas. Uma frase. O arremate - ou cereja do bolo - dessa experiência. 

Uma voz masculina, meio seca, assertiva, dentro da minha cabeça diz: sái.

Ouvi essa frase uma ou duas vezes e imediatamente foquei nos dedos dos pés e recuperei meus movimentos, ainda um pouco tonto e imediatamente arrependido de não ter mantido a calma.

Teria sido um mentor me ajudando? Será que romantizo demais essa ajuda? Eu achei o comando muito assertivo, na verdade uma frase sem emoção alguma. 

Foi a primeira vez que ouvi alguém em uma experiência assim.

Por um lado, o arrependimento; por outro, a alegria de ter dado um passo a mais na direção que desejo.

 

Um abraço,

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Muito interessante. 

Durante o período de descoincidência entre o corpo físico e o astral, é comum (pra mim, pelo menos) ouvir sons e vozes de outro plano, mas algumas vezes esses sons e vozes não tem nada a ver comigo. 

Ocorre apenas que eu já percebo outro plano antes de me projetar para ele e parece que chego no meio de uma conversa.

 

Uma vez ouvi umas pessoas dizerem "ele conseguiu sair sozinho!"

E ainda não sei se essa frase estava relacionada comigo pois não era minha primeira projeção. 

Duas conclusões possíveis sobre o que citei acima:  ou todas as minhas projeções anteriores foram patrocinadas (e as pessoas ali se surpreenderam por eu conseguir fazer sozinho) ou eles estavam ali por acaso e viram uma conscin se projetar lucidamenre (o que talvez não seja muito comum) ou estava ouvindo mesmo assunto que não tinha nada a ver comigo.

No seu caso, tente observar quando estiver em catalepsia os sons a sua volta. Daí vai concluir se tem a ver com você ou não. 

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Cara, aconteceu comigo muito parecido uma única vez.

Estava estudando projeção já havia algum tempo e até então não tinha tido muitas experiências.

Eis que acordo de madrugada em catalepsia. Então com base no que já estava estudando e em alguns relatos tentei a técnica de imaginar uma corda para puxar (essa eu tentei bastante no passado mas nunca funcionou comigo); tentei visualizar mentalmente imagens e entrar dentro delas; imaginar ser puxado por um aspirador astral gigante; sair de frente. Nada funcionava, até que ouvi uma voz também assertiva, masculina e mais velha. 

_"Role". Disse a voz em tom e volume baixo.

Eu tava meio grogue ainda de sono, não estava muito consciente e fiquei parado ali sem entender, acreditar e sem fazer nada, até que a voz disse outra vez ainda em volume baixo só que com mais firmeza:

_"Role para o lado!".

Dessa vez eu ganhei mais consciência e então eu o fiz. Rolei para o lado da cama e me levantei do chão. Estava no quarto mas era diferente, o quarto estava retorcido, parecia que era mais comprido do que o normal. e no lugar do escuro era como se tivesse uma meia luz em tom de roxo. Não vi ninguém. Junto com o impulso de consciência ganhei medo, e observei paralisado o quarto e a situação em que estava com um medo sinistro, até que em menos de 10 segundos voltei pro corpo.  

Acredito veementemente que tenha sido meu mentor, apesar de até hoje não ter tido outro contato que eu me recorde. Não tenho certeza, mas acho que foi a primeira projeção que tive consciente. Até então eu era um pouco cético ainda, mas tinha resolvido tentar a fundo até quebrar a cara com isso, por conta de um amigo que se dizia projetar. Talvez tenha sido um estímulo pra compensar tanto estudo, e pra me motivar continuar acreditando.

Hoje, eu tenho maior facilidade para sair do corpo com a técnica de rolar para o lado, mas extrema dificuldade em me manter consciente nas projeções, principalmente porque tenho deixado outras práticas que acredito serem importantes de lado, já que a "vida" do plano físico tem tomado meu tempo e também minha mente.   

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O que você está dizendo sempre serviu de confirmação para mim, pois todos os que comentam a saída do corpo dentro de suas casas contam algo similar: a meia luz, a percepção diferente do ambiente da casa (se andar pela casa haverão ainda outras diferenças como móveis ausentes ou outros que não existem na casa, cores diferentes nas paredes e objetos, etc).

Comigo a técnica da corda também nunca funcionou para mim,  assim como as técnicas imaginativas visuais, como a da Porta e outras assim.  

A de rolamento já funcionou, a do nadador,  tensionamento do cérebro e outras técnicas que envolvam a percepção física.

Eu estava usando uma técnica adaptada da técnica do afundamento semanas atrás e estava tendo um sucesso notável! Digo "notavel" porque não é comum para mim que uma mesma técnica funcione semanas seguidas me proporcionando até cinco saídas lúcidas por noite. 

Vou ver se posto no fórum a técnica adaptada.

Agora estou como voce; as voltas com o mundo físico,  mas A porta para o astral parece que uma vez aberta não se fecha de todo. Se eu fico mais de uma dez dias sem práticas,  acabo tendo projeção espontânea e daí me animo de novo.

Edited by Luiz On
Erro de digitação
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17 horas atrás, Alfador disse:

Cara, aconteceu comigo muito parecido uma única vez.

Estava estudando projeção já havia algum tempo e até então não tinha tido muitas experiências.

Eis que acordo de madrugada em catalepsia. Então com base no que já estava estudando e em alguns relatos tentei a técnica de imaginar uma corda para puxar (essa eu tentei bastante no passado mas nunca funcionou comigo); tentei visualizar mentalmente imagens e entrar dentro delas; imaginar ser puxado por um aspirador astral gigante; sair de frente. Nada funcionava, até que ouvi uma voz também assertiva, masculina e mais velha. 

_"Role". Disse a voz em tom e volume baixo.

Eu tava meio grogue ainda de sono, não estava muito consciente e fiquei parado ali sem entender, acreditar e sem fazer nada, até que a voz disse outra vez ainda em volume baixo só que com mais firmeza:

_"Role para o lado!".

Dessa vez eu ganhei mais consciência e então eu o fiz. Rolei para o lado da cama e me levantei do chão. Estava no quarto mas era diferente, o quarto estava retorcido, parecia que era mais comprido do que o normal. e no lugar do escuro era como se tivesse uma meia luz em tom de roxo. Não vi ninguém. Junto com o impulso de consciência ganhei medo, e observei paralisado o quarto e a situação em que estava com um medo sinistro, até que em menos de 10 segundos voltei pro corpo.  

Acredito veementemente que tenha sido meu mentor, apesar de até hoje não ter tido outro contato que eu me recorde. Não tenho certeza, mas acho que foi a primeira projeção que tive consciente. Até então eu era um pouco cético ainda, mas tinha resolvido tentar a fundo até quebrar a cara com isso, por conta de um amigo que se dizia projetar. Talvez tenha sido um estímulo pra compensar tanto estudo, e pra me motivar continuar acreditando.

Hoje, eu tenho maior facilidade para sair do corpo com a técnica de rolar para o lado, mas extrema dificuldade em me manter consciente nas projeções, principalmente porque tenho deixado outras práticas que acredito serem importantes de lado, já que a "vida" do plano físico tem tomado meu tempo e também minha mente.   

Só uma dica: técnica de ser puxado para dentro de imagens já funcionou comigo, mas não se deve imaginar as imagens e sim deixar que elas surjam naturalmente com os olhos fechados. 

Eu parei de usar essa técnica por dois motivos:

- as projeções tinham alto grau de onirismo quando eu usava essa técnica (uma vez parei dentro do sonho de um cara!)

-Se da técnica estava desenvolvendo a clarividência viajora e eu ficava tão absorto com a visão de mundos e lugares diferentes, imagens do futuro (possivelmente) e outras coisas que me esquecia de me projetar para dentro delas...

Fique com os olhos fechados e apenas deixe as imagens vir. Mesmo que não as entenda. Evite ficar prestando atenção nos detalhes e olhe-as como se estivesse recuando o olhar para ver o quadro todo. 

E simplesmente deixe que elas te puxem para dentro delas.

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4 horas atrás, Luiz On disse:

Só uma dica: técnica de ser puxado para dentro de imagens já funcionou comigo, mas não se deve imaginar as imagens e sim deixar que elas surjam naturalmente com os olhos fechados. 

Eu parei de usar essa técnica por dois motivos:

- as projeções tinham alto grau de onirismo quando eu usava essa técnica (uma vez parei dentro do sonho de um cara!)

-Se da técnica estava desenvolvendo a clarividência viajora e eu ficava tão absorto com a visão de mundos e lugares diferentes, imagens do futuro (possivelmente) e outras coisas que me esquecia de me projetar para dentro delas...

Fique com os olhos fechados e apenas deixe as imagens vir. Mesmo que não as entenda. Evite ficar prestando atenção nos detalhes e olhe-as como se estivesse recuando o olhar para ver o quadro todo. 

E simplesmente deixe que elas te puxem para dentro delas.

Perfeito! Muito obrigado pela dica, acho ótimo quando alguém diz em detalhes alguma técnica que funciona melhor pessoalmente. Vou fazer isso apesar de eu ser fraco com essa questão de imagens no que diz respeito a me manter consciente e não apagar. A maioria das vezes que vêm imagens na minha mente é nada com nada mesmo e durmo, acho que mais relacionado ao processo de onirismo.

Vou tentar a voltar a meditar como antes e talvez eu consiga me manter consciente durante esse processo de imagens e também ter projeções bem lúcidas (acredito que de alguma forma a meditação ajuda nisso).

Só uma pergunta: Como você ficou sabendo que estava dentro de um sonho de outra pessoa? 😂 

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21 horas atrás, Alfador disse:

Só uma pergunta: Como você ficou sabendo que estava dentro de um sonho de outra pessoa?

Foi o seguinte: 

Eu fiquei deitado olhando as imagens surgirem e quando vi a esquina de uns prédios em uma cidade, fui puxado pra dentro da imagem.

O lugar se parecia com uma cidade grande, mas os prédios estavam invertidos, ou na horizontal e ficavam mudando o tempo todo.

Havia um tipo de onda, fazendo o lugar e as coisas mudarem o tempo todo e eu era arrastado com aquilo.

Algumas vezes parecia que eu estava dentro de um tobogã ou coisa assim, sempre em movimento.

então a cena mudava e eu via gente brigando, rindo, fazendo coisas diversas, mas tudo aquilo, todo aquele cenário girava em trono de um rapaz.

Todas as pessoas pareciam convergir para ele, ou se mostravam de alguma forma ligadas a ele, como se ele fosse o centro daquilo.

Só duas coisas não se alteravam naquele lugar: O rapaz e eu. Mas ele não parecia perceber minha presença ali.

E sempre que ele mudava o humor (ora ria, ora chorava ou se zangava), a cena mudava e sumiam e desapareciam cosas e pessoas.

Foi quando tive esse insight, de que ele provavelmente era alguém que estava plasmando aquele mundo e não parecia o fazer coerentemente, como se estivesse bêbado.

 

Mais ou menos quando a gente sonha. 

Eu me senti dentro de um sonho, mas não meu sonho. Por isso eu penso que era o sonho dele.

 

 

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@Hurdy_Rique bom dia, segue abaixo a defição de Hipnagogia, retirado do livro Projeciologia, de Waldo Vieira.

HIPNAGOGIA Definições. Hipnagogia
(Grego: hipnos, sono; e agogós, condutor): condição crepuscular de transição da consciência (conscin) que caracteriza o intervalo sonolento entre o estado da vigília física ordinária e o estado do sono natural; estado alterado da consciência introdutório ao sono natural, caracterizado por imagens oníricas, visões alucinatórias e representações devido à exacerbação da imaginação, com efeitos visuais e auditivos. Sinonímia: alucinações hipnagógicas; atividade hipnagógica; condições hipnagógicas; construções hipnagógicas; crepusculação; episódios hipnagógicos; estado alfa; estado alfagênico; estado crepuscular; estado de semi-sonho; estado de semi-sono; estado de semivigília; estado do pré-sono; estado fronteiriços vigília-sono; estado hipnagógico; estado hipnóide; estado de semi- -sonolência; estado semi-adormecido; eventos hipnagógicos; experiência hipnagógica; fenômenos hipnagógicos; himnogogia; ideação hipnagógica; imagens do semi-sono; imagens hipnagógicas; intervalo hipnagógico; mentação hipnagógica; microssonhos; paramnésia hipnagógica; pensamentos hipnagógicos; período hipnagógico; processos hipnagógicos; quase-sono; relâmpagos de sonho; ritmo alfa; substância germinal dos sonhos; transição hipnagógica; visões hipnagógicas; zona de crepúsculo.
Termo. O termo hipnagógico foi concebido por A. Maury, em 1848. Material. Atualmente existe mais material hipnagógico para ser analisado, sendo desenvolvidas pesquisas e encontrando-se uma literatura hipnagógica constituída de relatos onde se estudam, por exemplo, estas 13 condições conscienciais:
01. O estado pré-hipnagógico.
02. A recordação hipnagógica.
03. Os sujeitos (homens e mulheres) experimentais hipnagógicos.
04. O treinamento de biofeedback hipnagógico.
05. O conteúdo hipnagógico.
06. O eletrencefalograma hipnagógico.
07. As fantasias oniróides hipnagógicas.
08. Os fenômenos hipnagogicóides.
09. A imaginação hipnagógica cinestésica.
10. A receptividade ao fenômeno hipnagógico.
11. Os aspectos da emergência espontânea, a qualidade e a localização das imagens hipnagógicas.
12. A vivacidade, o detalhamento, a novidade e a aparência grotesca dos rostos hipnagógicos.
13. A grandeza inusitada e a beleza das paisagens hipnagógicas. Relações. Hoje, os pesquisadores(as) buscam estabelecer a relação da imagética (imagens) hipnagógica com outros tipos de imagística (imaginação), como a induzida por drogas e a eidética; bem como a relação com o dejaísmo em geral, o fenômeno auto-simbólico, a sugestibilidade, as características da personalidade, os dados fisiológicos correlatos e os movimentos oculares rápidos, a fim de se obter melhores explicações para os mecanismos neurofisiológicos dos fenômenos e, assim, formular teorias de maior consenso.
Fenômenos. Em conjunção com o estado hipnagógico já foram observados quanto a estes fenômenos, pelo menos, 4 ocorrências: 1. EEG. A queda da freqüência e depressão da amplitude do eletrencefalograma (EEG).
2. REM. A tendência de vagarosidade dos movimentos oculares. 
3. Musculatura. A queda da atividade dos músculos frontais.
4. Respiração.
As mudanças nos padrões da respiração. Obscuridade. Pouco se sabe ainda sobre duas outras ocorrências obscuras:
1. Mnemossomática. A natureza da estocagem mnemônica e os processos de recuperação das lembranças no estado hipnagógico. 2. Hemisférios. As contribuições relativas aos hemisférios cerebrais esquerdo e direito na mentação hipnagógica. Hipnagogo. O hipnagogo(a) em geral atua qual passivo espectador(a) de uma peça teatral ou filme, à semelhança de um sonho comum. Daí porque os fenômenos hipnagógicos são chamados de microssonhos.
Poliopia. Foram constatados exemplos de poliopia, dismegalopsia e dismorfose da esfera sômato-sensória ocorrendo durante o estado hipnagógico. Privação. As imagens hipnagógicas parecem constituir um componente secundário das experiências de privação sensorial. Tétrade.
As imagens hipnagógicas são parte da tétrade narcolépsica composta por: 1. Hipnagogia. 2. Paralisia do sonho. 3. Narcolepsia. 4. Cataplexia. Metodologia.
Na metodologia da pesquisa do estado hipnagógico vem sendo utilizados 4 processos: 1. Espontaneidade. Auto-observações espontâneas. 2. Auto-sistematização. Método de auto-observação sistemática. 3. Questionários. Levantamento de amostragem através de questionários. 4. Hetero-sistematização. Investigação experimental sistemática.
Autoconsciência. Um dos critérios aplicados para que um episódio de vivência pessoal possa ser considerado hipnagógico é a pessoa apresentar a condição de contínua autoconsciência quanto ao ambiente em que esteja. Eletrencefalógrafo. A perda de consciência da situação externa pode ser aferida de modo seguro e confiável, quando aparecem ondas cerebrais do tipo alfa, de 12 a 14 Hertz ou ciclos por segundo, através de eletrodos colocados no crânio e registrados em hastes no eletrencefalógrafo. Crianças. Os fenômenos hipnagógicos são relativamente comuns e sempre foram relatados mais freqüentemente por crianças mais jovens. Formas.
Foram identificadas 4 formas ou padrões alucinatórios básicos como constantes ou freqüentes no estado hipnagógico: 1. Redes, treliças, favos de mel (abelhas) e arabescos. 2. Teias de aranha. 3. Túnel, funil, aléia, cone e vaso. 4. Espiral. Farmacologia. Muitas destas formas são também constantes na imagética através de drogas leves ou pesadas, lícitas e ilícitas (Farmacologia, Criminologia). Rememorações. Vem sendo notado através do tempo, de modo constante, que os fenômenos hipnagógicos são extremamente difíceis de serem rememorados se os mesmos não forem registrados imediatamente depois que ocorrem (Mnemossomática).
Forças. Os fenômenos hipnagógicos parecem ser ocasionados pela luta de duas forças antagônicas na consciência: 1. Cérebro. A sonolência (estafa cerebral, Somática). 2. Mente. O esforço de pensar (pensenização, Pensenologia). Mitologia. As experiências espontâneas com imagens hipnagógicas que se assemelham a ambientes localizados externamente, podem ter desempenhado importante papel, através dos séculos, no desenvolvimento do Folclore e da Mitologia.  
Há muitas possibilidades de ocorrerem erros visuais.

Causas. Ao pensarmos ver um objeto externo, podemos estar enganados em razão de 3 causas básicas: 1. Intrafisicalidade. O mundo exterior, por exemplo, a miragem, os reflexos e as ilusões ou alucinações (Ecologia ou Mesologia). 2. Somática. O corpo humano (soma), por exemplo, um estímulo sobre os olhos. 3. Pesadelo. O cérebro, por exemplo, a experiência de um pesadelo fisiológico comum (Neurologia). Críticas. Autores afirmam que os estados hipnagógicos não podem ser comparados às alucinações, pois os mesmos são criticados e censurados, não determinam a adesão do indivíduo e nutrem-se de objetos do ambiente.
Caracterizações. Qualquer pessoa pode experimentar diversos tipos de sensações ou imagens visuais, que devem ser bem-caracterizadas, especialmente quanto às suas origens específicas, a fim de se entender melhor e distinguir os fenômenos da hipnagogia de outras ocorrências visuais ou mesmo anímico-parapsíquicas, inclusive vidências ou clarividências de todos os tipos. Categorias.

Eis 4 tipos ou categorias de imagens das quais se podem estabelecer caracteres diferenciais: 1. Secundárias. Quando alguém cerra as pálpebras depois de ter observado detidamente um objeto com clareza, durante alguns segundos, vê surgir uma imagem ou uma sucessão de imagens que reproduzem os contornos do objeto e que, à semelhança das fotografias, podem ser positivas ou negativas, seja de modo sucessivo ou alternadamente. Estas são as imagens comuns, também chamadas complementares, consecutivas, posteriores ou secundárias, geradas a partir da visão corriqueira exterior. Recorrência. Estas imagens visuais estão inseridas no período de oscilações retinianas ou das imagens recorrentes e nestas ainda se incluem: as imagens primárias, as imagens terciárias e as imagens quaternárias. 2. Fosfenos. Outras impressões luminosas diversas podem ser experimentadas por compressão, ou seja: comprimindo o globo ocular com a pálpebra fechada. Neste caso, recebem o nome de fosfenos. Mecânica. Tais efeitos podem surgir em forma de círculos, flores coloridas e figuras mais ou menos geométricas como os desenhos de certas tapeçarias, animadas com movimento de turbilhão. Constituem, no entanto, simples conseqüências de uma ação mecânica exercida sobre o globo ocular. Sensações. Tecnicamente se descrevem os fosfenos como sensações luminosas devido a uma excitação inadequada dos receptores retinianos, elétricas ou mecânicas (choques sobre o olho, compressão de origem externa ou de origem interna como no glaucoma). Rotatórios. Ocorrem ainda os fosfenos rotatórios produzidos por estimulação elétrica separada em cada um dos olhos, efetuada em uma freqüência muito aproximada. 3. Entópticas. As imagens entópticas são imagens visuais que ocorrem no interior do globo ocular, portanto de origem subjetiva, quase sempre cerebral, em geral múltiplas, borradas, superpostas e de contornos irregulares. São estimulações visuais cuja origem se acha no próprio olho: visão de vasos e, às vezes, dos glóbulos sangüíneos, de leucócitos que circulem no corpo vítreo (moscas volantes), restos de células. O corpo vítreo é uma substância gelatinosa existente no interior do globo ocular. Tais restos de células, depositados no fundo do olho, se deslocam quando ele se movimenta.

Escotomas. Podem ser compreendidos entre esses fenômenos os arcos azuis da retina, a mancha de Maxwel e os escotomas. Estes se manifestam por uma mancha escura, mais ou menos extensa, imóvel, que cobre uma porção do campo visual ou objeto que se observa, resultante exclusivamente da insensibilidade de uma porção correspondente da retina. Não raro, nestes casos, surgem também pontos ou fios, riscos luminosos, brilhantes e piscantes. O escotoma é uma espécie de cegueira passageira, com origem no córtex cerebral. São descritos pelas pessoasidosas, às vezes, como teias de aranha, moscas volantes, flashes, fitas e estrelas coloridas. As manifestações, quando luminosas ou cintilantes, se deslocam com rapidez e em ziguezague. Sono. Os escotomas cintilantes acordam o dormidor(a) e lhe perturbam o ato de conciliar o sono. Enxaqueca. O escotoma luminoso cintilante aparece na enxaqueca oftálmica. O escotoma hemianóptico é devido a pequena lesão do córtex visual da zona calcarina, porquanto se encontra em regiões simétricas dos campos visuais dos 2 olhos. 4. Vidências. Outras visões bem diversas das precedentes são as vidências faciais (as transfigurações de Jesus de Nazaré) ou os fenômenos anímico-parapsíquicos elementares da clarividência comum, que transcendem os limites, a atmosfera e as características das formas físicas vistas no momento, estando as pálpebras descerradas. Eletrodo. Em uma excitação elétrica da região visual do cérebro, o que os pacientes enxergam é muito mais elementar do que as coisas que eles vêem na vida normal. O que vêem, descrevem qual “luz bruxuleante”, “cores”, “estrelas”, “rodas de fogo”, “discos glauco-cerúleos e avermelhados”, “luzes pálidas e azuis”, “balões coloridos rodopiantes”, “objetos reluzentes acinzentados semelhantes a estiletes” e assim por diante. Todas essas reações visuais são elementares. Modelos. Um eletrodo, que transmite 40, 60 ou 80 impulsos por segundo à superfície receptora de um campo do córtex sensorial, não consegue imitar os modelos diversos de impulsos de correntes que normalmente chegam a esta região, quando o Homem vê ou sente os objetos de seu ambiente no estado da vigília física ordinária. Multidimensionalidade. Se tudo isso acontece quanto à vigília física, pense, leitor ou leitora, no que acontece de muito mais sofisticado quando a sua consciência percebe realidades inter ou multidimensionais através da clarividência. Ocorrências. No desenvolvimento das imagens das vidências faciais podem sobrevir, por exemplo, estas 10 ocorrências: 01. Vidências pelo(a) vidente l de imagens superpostas de consciexes sobre o rosto do(a) vidente 2, ou vice-versa. 02. Vidências faciais simultâneas. 03. Imagens de paisagens. 04. Vidências além do ambiente físico, sala anexa ou arredores do quarteirão. 05. Desfilar de rostos conhecidos e desconhecidos por ambos os(as) videntes, às vezes cinqüenta personalidades ou mais, em 30 minutos de vidência. 06. Intercorrência de fenômenos de efeitos físicos do(a) vidente 1, mais experiente, com alterações da respiração, estímulos nos chacras, notadamente o frontochacra e o umbilicochacra, e queda da temperatura corporal do(a) vidente. 07. Desaparecimento temporário das imagens como se o cenário ficasse borrado, com o surgimento de novas personagens. 08. Reaparecimento sucessivo de algumas personagens muitas vezes seguidas. 09. Surgimento e desaparecimento instantâneos de uma personagem no écran (tela) da vidência. 10. Alterações caricatas dos traços faciais dos(as) videntes. Especiais. A luz ambiente, o uso de lentes corretoras ou óculos por ambos(as) os(as) videntes, durante o transe, e a ingestão recente de alimentos, quando ainda se processa a digestão, não alteram o desenrolar dos fenômenos das vidências. Preparação. A movimentação autoperceptível do frontochacra do(a) vidente 1 anuncia a preparação da vidência facial. Início. As alterações dos traços faciais do(a) vidente 2 ante as percepções do(a) vidente 1 em geral representam o início das manifestações clarividentes. Acoplamento. O acoplamento áurico entre os 2 candidatos à vidência, seja por horas ou mesmo dias de convivência continuada, facilita as manifestações. Olho. Vale esclarecer que – além de todas as imagens visuais referidas – em obscuridade completa, sem estimulações inadequadas suscetíveis de provocar fenômenos entópticos, persiste uma impressão de luz acinzentada de distribuição espaço-temporal irregular, que parece devido a descargas espontâneas de influxo nas fibras ópticas. Esta seria a luz própria do olho humano, o fluído intra-ocular ou a autoluminosidade da retina. Hipóteses. A propósito, vale questionar: – Por esta ocorrência pode-se deduzir que o impulso nervoso carrega fotônios em sua ação? Qual a relação disso com a luminosidade do psicossoma quando este irrompe ostensivamente pelo soma da conscin (teoria do irrompimento do psicossoma), quer dizer: quando o próprio soma apresenta luminosidade? Surgimento. Já as imagens hipnagógicas (hieróglifos condensados) apresentam-se diferentes das imagens referidas, aqui, porque são vizinhas do sono natural e surgem mais freqüentemente coloridas, com as pálpebras cerradas ou na condição ambiental de escuridão completa, quando o corpo humano está inerte e a atenção voluntária permanece ativa. Sonolência. A hipnagogia tem relação direta com o estado da sonolência, ou seja, o estado de semi-adormecimento no qual desaparece o controle voluntário da atividade e do pensamento, sem ruptura completa das relações sensório-motoras com o exterior. Alucinações. A condição de sonolência pode apresentar alucinações hipnagógicas. Predormitum. A fase inicial do sono, logo a seguir, recebe o nome de predormitum. Pródromos. A hipnagogia caracteriza-se pelos pródromos do sono natural e não só constitui a porta de entrada para o sono, como também predispõe a projeção consciente, em particular a projeção de autoconsciência contínua, pois a descoincidência dos veículos de manifestação da consciência tem início, em muitos casos, exatamente no período hipnagógico. Demarcações. A hipnagogia representa duas linhas de demarcações bem nítidas: 1. Consciência. A linha de demarcação entre a consciência e a inconsciência. 2. Coincidência. A linha de demarcação entre o estado de coincidência e o estado de descoincidência dos veículos de manifestação da conscin. Decolagem. A hipnagogia também é a oportunidade ideal para a decolagem inteiramente lúcida da consciência do projetor(a) intrafísico através do psicossoma. Poderes. O estado hipnagógico controlado, bem como o estado hipnopômpico são reconhecidos há cerca de 3 séculos, por muitos videntes, como sendo especialmente favoráveis à comunicação com as consciexes que passaram pela primeira dessoma e ao desenvolvimento de poderes anímico-parapsíquicos tais, por exemplo: a telepatia, a clarividência, a precognição e a cura (heteropaliativo e auto-remissão parapsíquica). Mioclonias. O estado da hipnagogia pode ser acompanhado por sacudidas ou espasmos musculares involuntários, abruptos e repetidos, sob a forma de contração ou movimento de torcedura, mais ou menos localizados, que ocorrem em sincronismo ou de modo irregular, conhecidos por mioclonias. Há outras mioclonias com etiologia e natureza patológicas. Duração. O estado hipnagógico, ou primeira fase da seqüência do sono natural, pode perdurar por alguns segundos ou se prolongar até cerca de 15 minutos, segundo as modernas pesquisas laboratoriais do sono e da insônia. Pupilas. A elevação das pupilas em direção ao alto da cabeça, cocoruto ou sincipúcio, concentrando-se a consciência em um ponto imaginário visualizado no topo ou no centro do crânio, provoca facilmente a condição da hipnagogia, sendo o recurso inicial utilizado nas práticas da ioga, por praticantes de bio-retroalimentação (biofeedback), e pela maioria das técnicas de expansão da mente, controle mental ou da alfagenia, ou seja: a emissão das pequenas ondas cerebrais do tipo alfa, de 8 a 13 Hertz ou ciclos por segundo (c. p. s.), e que podem ser detectadas pela colocação de eletrodos no crânio, ou através da linguagem do cérebro. Ondas. Hoje, nada menos que 32 fios e canais separados são usados para captar e registrar ondas cerebrais.Potenciais. O eletrencefalógrafo (EEG) mede, registra e amplia na pessoa-teste as flutuações na voltagem ou os minúsculos potenciais elétricos dos hemisférios cerebrais agrupados em 4 categorias ou ondas. Eletrencefalograma. A leitura do registro, ou eletrencefalograma, permite saber quando grandes partes do cérebro estão trabalhando ativamente. Hertz. Um Hertz (Hz) equivale a 1 (uma) vibração a cada segundo. Alfa. O ritmo alfa (ritmo de Berger ou onda alfa) se refere ao estado de alerta passivo ou à meditação leve ou superficial, e geralmente não se faz presente quando as pálpebras estão descerradas. Freqüências. Existem ainda mais 3 outras pequenas pulsações elétricas ou freqüências de ondas cerebrais: 1. Beta. As ondas beta, com 14-30 ciclos por segundo, correspondentes ao estado da vigília física ordinária, e que acompanham todos os tipos de atividade intelectual e as soluções de problemas do indivíduo (conscin homem ou mulher). 2. Theta. As ondas theta, com 4-7 c. p. s., relativas à meditação profunda, acreditando-se constituir a freqüência da atividade mental criativa ou quando o próprio sujeito (homem ou mulher) induz um profundo estado alterado de consciência. 3. Delta. As ondas delta, com 0,5-3 c. p. s., que aparecem no estado do sono profundo sem os movimentos binoculares sincrônicos rápidos. Patologia. Quando as ondas delta aparecem no estado da vigília física ordinária indicam a ocorrência de caso de patologia cerebral. Importância. Todas as pessoas que mostram ondas theta em grande quantidade no período em que se preparam para o experimento da projeção consciente, invariavelmente relatam experiências lúcidas logo em seguida. Isso demonstra que das 4 categorias básicas de pulsações elétricas do cérebro, as ondas theta são mais importantes, misteriosas e as que exibem a mais íntima relação com as projeções conscientes, em particular as que apresentam blecaute consciencial. Controle. Qual uma regra geral, quem consegue gerar e controlar as ondas theta, desejando sair do corpo humano, produz projeções conscientes marcantes. Condições. O estado alfa aparece nas condições de relaxação psicofísica, passividade, tranqüilidade, inibição do mundo exterior, assimilação, bem-estar psíquico, abolição do consciente, sensibilidade exaltada e durante a produção de fenômenos advindos das faculdades psi. Psicodelismo.

O estado alfa é o melhor substituto para as drogas psicodélicas em geral. Hipnose. Para se compreender globalmente os estados conscienciais, por exemplo, estudados na hetero-hipnose, pode-se dividir a mente em 3 segmentos: 1. Consciente. A mente consciente, desperta e atenta é o nível beta. 2. Subconsciente. A mente subconsciente é o nível alfa. 3. Inconsciente. A mente inconsciente apresenta o sono leve, nível theta, e o sono profundo, o nível delta, onde, excepcionalmente, às vezes é possível também estar-se consciente segundo se depreende de determinadas técnicas iogues. Linguagem. Além das ondas cerebrais referidas aqui, os neurocientistas estudam atualmente outros aspectos da intrincada linguagem do cérebro e já detectaram diferentes ondas tais como: a da expectativa, a de surpresa e a de reprocessamento. Mecanismos. Espera-se que a compreensão dos mecanismos do cérebro venha a clarear o entendimento também dos mecanismos de inúmeros aspectos da Projeciologia em futuro próximo. Antebraço. Existe uma técnica conhecida e mais eficaz para prolongar o estado hipnagógico e permitir que a consciência penetre nas imagens deste estado, que normalmente se comportam independentemente do controle voluntário do indivíduo, dando início a uma projeção consciente. Técnica. Você deve deitar-se em decúbito dorsal, relaxar fisicamente e estender os braços ao longo do corpo humano. Quando sentir que está adormecendo, ergue um dos antebraços para a posição vertical, sobre o leito, e deixe-o permanecer assim, descansando no cotovelo. Cada vez que a sua consciência entrar no sono, o seu antebraço cairá sobre o leito e você acordará. Isso evitará o seu sono, prolongará a sua hipnagogia e colocará você predisposto à projeção consciente. Hipnopompia. A condição consciencial contrária ou antípoda à hipnagogia é a hipnopompia. Parassonia. O conjunto da pré-sonia, onde se situa a hipnagogia, e da pós-sonia, onde se insere a hipnopompia, constitui a parassonia, ou os 2 estados psíquicos, o que precede e o que transpõe o estado do sono ordinário ou natural. A parassonia pode ser patológica.

Diferenciações. Através de seus caracteres diferenciais, os estados alterados da consciência evidenciam nuanças próprias e diversificadas que os inserem em um crescendo de manifestações, por exemplo: 1. Hipnagogia. A hipnagogia representa espetáculo íntimo, sem a participação direta do espectador(a)-hipnagogo(a). 2. Sonho. O sonho constitui espetáculo íntimo apenas com a participação relativa da consciência do espectador(a)-sonhador(a). 3. Projeção. A projeção consciencial lúcida não é espetáculo nem de uma categoria nem de outra. É aventura autêntica da conscin liberta temporariamente do fole do soma e atuante com a capacidade decisória plena do projetor(a) projetado(a).

Bibliografia: Andrade (27, p. 114), Bonin (168, p. 240), Bret (203, p. 47), Cavendish (266, p. 114), Coxhead (312, p. 78), Crookall (339, p. XXVIII), D’arbó (365, p. 41), Edmunds (461, p. 247), Frost (560, p. 54), Gertz (585, p. 155), Gómez (613, p. 87), Grant-Veillard (623, p. 92), Grattan-Guinness (626, p. 3921), Gurney (666, p. 389), Kardec (825, p. 189), Lukianowicz (957, p. 210), Martin (1003, p. 67), Monroe (1065, p. 207), Morel (1086, p. 91), Morris (1092, p. 21; 1093, p. 156), Muldoon (1105, p. 69), Panati (1193, p. 156), Rogo (1444, p. 146), Schul (1524, p. 85), Shirley (1553, p. 105), Sudre (1630, p. 82), Tart (1653, p.75), Vieira (1762, p. 147), Walker (1781, p. 113)

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