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Efeito do Karma ou da Auto-culpa ?


robertoguerreiro
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Coisas ruins e boas acontecem com todo mundo.
Muitas coisas muito ruins fortes acontecem com algumas pessoas.
Muitas coisas muito boas fortes acontecem com algumas pessoas.
Uns sofrem menos, para alguns o sofrimento é o time de futebol escolhido perder; Uns sofrem mais, para alguns o sofrimento é ter o corpo todo queimado e continuar vivo, enfim, a vida oferece diferenças para todos.

1) Seguidores do espiritismo acreditam em karma causado automaticamente por causa de atitudes nossas, alguns karmas seriam imediatos, outros seriam para outra vida, sabe-se lá o porquê. Vide aquele caso do garoto que foi arrastado de carro até a morte cujo desfecho espírita é que ele teve isso por ter se divertido com a causa de dor dos outros no passado.
Mas no caso do menino arrastado, pq ele teria que receber o troco do que fez se provavelmente o que ele fez no passado, foi com quem mereceu por também já ter feito algo ruim em um passado mais remoto ainda.

VS


2) Já nas EQM(experiencias de quase morte) os relatos nos dizem que a pessoa na verdade, depois de morta, se sente mal consigo mesma sobre as coisas que fez e ela mesmo acaba se julgando ou se aceitando , impactando assim em escolhas autopunitivas para a próxima vida ou não.

 

Então, para vocês, é karma ou autopunição as coisas ruins com as quais já nascemos ou herdamos?

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Há uma combinação de muitos fatores.

Carma é quando vc não tem escolha - por exemplo, sua família. Mas o que te colocou em contato com este grupo de pessoas?

Aí tem outro fator que muitas vezes passa despercebido: os traumas e bloqueios que todo mundo carrega. Estes bloqueios são o impulso inconsciente que motiva nossas escolhas.

O tema é extenso, mas não é uma questão de autopunição, mas de aprendizado e ajustes.

Mas o principal é: não existem vítimas, todos estamos constantemente criando nossa realidade conforme aquilo que nos parece mais importante. E o trabalho de autoconhecimento é justamente você saber a origem de seus próprios impulsos, desejos e aversões, e desconstruir aquilo que age contra você.

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14 horas atrás, zen disse:

O tema é extenso, mas não é uma questão de autopunição, mas de aprendizado e ajustes.

Eu me baseei nos relatos de experiencias de quase morte e na literatura espírita para fazer as duas questões acima, e você se baseou no que para dar a resposta?

 

14 horas atrás, zen disse:

Mas o principal é: não existem vítimas,

Se não existe vítima, por que a literatura espírita tem casos onde parece ser mister a reparação?
Por essa visão, o estupro infantil de crianças de pais espíritas seria apenas um mero aprendizado a ser aceito, haja vista não existir vítima?

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  • 4 weeks later...

Eu me baseio na minha propria experiencia, em meus acessos a vidas passadas, e no trabalho que faço com clientes.

O planeta me que vivemos, em função do baixo nível de consciência, vive dentro do espectro "vítima x agressor". Ou seja, quando estamos envolvidos em qualquer situação de baixa frequência, ou vivemos em um papel, ou no outro.

Quando digo que não existem vítimas, é porque temos que abandonar estes papéis e entender o seguinte principio: nós atraímos situações para nossa vida em função de nosso nivel de ser, nivel de consciencia, ou de frequencia. Não importa o que aconteça, ele se deve a minha própria frequência vibratória. Apenas isso.

Por este motivo, se fui atingido por uma bala perdida, por exemplo, existe algo dentro de minha energia que me colocou no "lugar errado" e na "hora errada". Mas se isso aconteceu comigo, e não com meu vizinho, é porque algo em mim ressoava com o evento. Por isso, aos olhos do mundo, isso é um "acidente" ou "fatalidade", mas no nível da consciência, é apenas consequência de quem eu sou. Fui a vítima.

Se em determinada ocasião eu fui o atirador, então a morte fica impressa em meu sistema energético. Fui o agressor e, por lei de ação e consequência (não por castigo, mas por magnetismo), vou trocar os papéis e sentir a dor do outro.

E isso vale pra tudo.

Reparar é equilibrar a balança. Vc deve, vc paga - não é assim em nosso sistema bancário? No campo da consciência, as coisas são muito semelhante: crédito e débito. E isso pode ser feito "pela dor" - ou seja, trocar de papel - ou por amor - através do crescimento da consciencia.

 

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