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robertoguerreiro

Descrição do mundo astral dos mortos feito por Lucas Olles, vítima de 2 AVCs com EQM

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O que eu irei descrever aqui não é fruto de minha experiência pois eu nunca tive nenhum contato com o 'sobrenatural', vou apenas relatar o que o jovem Lucas Olles contou. Ele teve 2 AVCs isquêmicos e uma parada cardíaca em 2005 e atualmente superou todas as sequelas. Um outro diferencial que dá credibilidade à sua EQM é que , segundo ele, todas as descrições que ele fez sobre o mundo físico do hospital onde ele estava internado, no momento de seu coma, foram confirmadas por outras pessoas no mundo físico. Lucas não usava drogas e não teve nenhuma alteração química detectada que o fez ter a EQM.

 

Lucas depois de uma ofensa cerebral severa, acordou em um canto da UTI onde estava, olhando para o seu próprio corpo!
Lucas viu o seu corpo tendo paradas cardíacas e convulsões decorrentes dos dois AVCs que teve. Ele conta que viu uma enfermeira quase subindo na cama onde ele estava para fazer algum procedimento enquanto chegavam outros médicos para auxiliarem no quadro clínico grave que se dava.

 

Lucas disse que ao ver toda aquela movimentação louca em torno de seu corpo debilitado, concluiu que havia morrido, a visão era bem nítida dos acontecimentos. Lucas não teve medo da situação grave que ocorria, ele apenas diz que ao ver o seu corpo físico o achou muito feio, tosco, mal acabado, não sabemos se a sua percepção desagradável sobre si mesmo era por causa do estado em que toda pessoa fica ao se internada em um hospital ou se era decorrente da visão de quem aparentemente estava em outro modo existencial energético ou atômico. Provavelmente seja essa última opção, afinal ele conta que os corpos reais lá no modo dimensional que ele estava, pareciam ser feitos de luz e que ao ser comparado com o nosso corpo de carne, o fazia parecer algo feio, surrado e sofrido.

 

No lugar paralelo onde o rapaz estava, ele sentia uma sensação de paz e dever cumprido, mesmo estando dentro de uma UTI vendo o seu corpo em dano.

 

Em um determinado momento, Lucas vê um flash, um raio de luz que o puxa e o faz ter a sensação que temos quando estamos em queda livre. Nesse momento ele começou a ser envolto de luz ao mesmo tempo que tinha sentimentos positivos.
 

Lucas após passar pelo aspirador de luz, abriu os olhos e se viu em um outro lugar esquisito que não sabia descrever se era na terra, em outro planeta ou outra dimensão, ele só sabe que é um local diferente. O local era um gramado sendo que em uma parte desse gramado havia um pequeno palco ou plataforma branca, ao seu lado nessa plataforma havia uma presença que ele sentia ser conhecida mas não via o seu rosto.

 

No local para onde Lucas foi, existia uma certa rede de conhecimento automática, igual a nossa rede de computadores só que onipresente e coletiva, uma ‘cloud computing’ perfeita que lhe dava informações em tempo real do que ele precisava saber ali, essa ‘rede’ ‘contou’ a Lucas que a presença que ele sentia ao seu lado era na verdade a sua avó materna que ele nem se quer conhecia.
A presença que estava ali mandava o rapaz ficar calmo e dizia que estava tudo bem, nada iria lhe acontecer de ruim, afirmava. A presença acalmava Lucas dizendo que ele estava ali mas não iria ficar, a sua estadia naquele local era temporária. A presença também dizia que nesse meio tempo iria contar um pouco como as coisas funcionavam lá.

Lucas sentiu naquele lugar que não existia individualismo pleno, todos ali eram interligados.

 

O local para onde Lucas diz ter ido parecia um bosque, uma grande praça onde havia vários grupos dispersos de pessoas usando togas brancas.
A presença contou a Lucas que o que a situação pela qual ele estava passando, ele teria que passar pois ele é quem havia escolhido passar… A presença também informou que ali onde os dois estavam é que era a verdadeira vida, ele iria voltar para a vida na terra em breve e que era para ele divulgar o seu conhecimento com todo mundo que conseguisse.
Lucas tentou olhar para cima nesse local exótico para contemplar o céu mas não viu o céu e sim uma coisa extremamente clara que ele não sabe descrever bem o que era. O rapaz indagou à presença querendo saber se só existiam eles ali naquele lugar, a presença lhe disse que não, ali na verdade haviam muitos. É… Nessa passagem pelo visto, a tal rede de conhecimento não estava funcionando muito bem para Lucas ter perguntado isso, não se sabe o porquê. Talvez tenha sido uma pergunta retórica também, vai saber…

Lucas disse que enquanto andava por esse bosque enorme acompanhado pela presença amiga , via grupos de pessoas que as vezes apontavam para ele e começavam a sorrir, ele relata que o sorriso dessas pessoas o fazia se sentir muito bem, era um calor prazeroso que dava.

 

A presença então levou Lucas para o palco de madeira branca de onde ele havia surgido e disse a ele que havia chegado o momento dele voltar, iria dar tudo certo e que era fundamental ele se lembrar que a vida real dele era lá, na tal pracinha para onde ele havia sido abduzido. Ele deveria voltar e falar com todos sobre o tal lugar.
A presença também ordenou a Felipe que tudo que ele estava vendo e conhecendo ali, ele deveria relatar e usar para o bem. Nessa passagem nós leitores nos perguntamos: Qual o motivo dessa ordem dada pela tal presença? Por acaso saber que existe um outro lugar após a vida pode ser usado para o mal de que forma? Não sei.
 

Lucas então sentiu um pouco de medo pois ele não queria voltar para vida mais, principalmente depois de lembrar do estado severo ao qual o seu corpo havia sido submetido.
Lucas então se deita no ‘palco de madeira branca’ entre o gramado e começa a sentir novamente a sensação de uma queda livre muito forte, como uma montanha-russa ou um avião caindo em parafuso. Quando Lucas chega ao corpo, repara várias pessoas do hospital ao seu redor testando se ele estava consciente, para ele havia passado dias e a sensação entrar no seu corpo era a mesma de quem põe a mão dentro de uma luva apertada de látex. Ele diz que essa entrada até parece machucar um pouco o corpo, é um tranco, acrescenta.
Lucas conta um fato muito interessante sobre a entrada de volta ao corpo que nenhum espiritualista jamais relatou: segundo ele, ele entrou no corpo sentindo o tranco porem o seu corpo continuava dormindo e debilitado, acabando com aquela ideia comum de que a volta para o corpo é também sinônimo de acordar. Notamos nesse ponto que o nível de detalhamento é muito grande para quem estivesse apenas brincando de achar que fez uma ‘viagem fora do corpo’ que mais se assemelha a sonho lúcido. Nesse ponto Lucas é bem original, ele relata ter entrado num corpo que estava dormindo e que continuou dormindo, fazendo nos refletir que ao contrário do que muita gente prega, estar com o corpo dormindo, não é certeza do seu ‘espírito’ estar dando voltas por aí no astral. Isso por mais simples e bobo que seja, vai contra o que muita gente fala no Youtube e nas redes sócias: quem de nós já não ouviu dizer que sim, toda vez o nosso ‘espírito’ sai do corpo quando dormimos e que nós não lembramos do fato? Bom, pode ser que ele não saia coisa nenhuma. Para os defensores da teoria de que quando dormimos na verdade saímos do corpo, pode se alegar o corpo do rapaz estava tão danificado que mesmo o espírito entrando novamente, não conseguia acordar totalmente, seria uma boa resposta!

Lucas conta ainda mais, ele diz que ao entrar no corpo e se sentir cansado, ele dormia dentro de si mesmo como se o corpo fosse um ninho e depois também acordava dentro dele mesmo, independentemente do que acontecia com o corpo, dando a entender que os ‘espíritos’ também descansam. Nesse momento nada detectava a consciência de Lucas porém ele estava consciente mas não estava fora de seu corpo, ele acrescente que era uma situação bem estranha mesmo.

 

Lucas diz que o diferencial de estar consciente dentro do corpo e fora, é que fora se tem uma sensação de estarmos ligados a uma rede coletiva de informações que nos dá acesso ao que outros seres conhecidos e desconhecidos, estando longe ou perto deles, estão sentindo e pensando sobre nós ou não. É como se coletividade se sobreposse ao individualismo. Isso também se diferencia bastante dos chamados relatos de ‘projeção astral’ pois os supostos projetores relatam ‘experiências’ muito ensimesmadas e de materialidade flexível em demasia alegando-se apenas que no astral as coisas são levemente diferentes, o que não acontece no relato de Lucas e de outras pessoas que tiveram EQM tão completas(Weighted Core Experience Index - WCEI) como a dele.
 

Lucas disse que depois dessa experiência de quase morte, de forma não controlada, as vezes na sua rotina de vida, seres aquele mundo onde ele esteve, veem de lá para cá para interagir com ele, já o contrário não acontece. Fica claro nessa passagem que parece existir um controle da comunicação entre os dois mundos sediado no mundo de lá que possibilita enxergar este. Seríamos um videogame / virtual machine ou simulador sofisticado do mundo de lá? Lucas parece ter adquirido uma pequena abertura dimensional para os mortos que queiram falar com ele, ele conta que até uma pessoa que estava para morrer no hospital onde ele estava internado, lhe deu um recado tranquilizador em sua mente para ser passado para a família que sofria em casa. Em algumas ocasiões o jovem também relata que é comum acordar em sua casa e ter a sensação de ter mais de 20 pessoas o acompanhando pelo quarto. Ele não consegue controlar isso, ele não consegue invocar espíritos. Ele diz que essas presenças são sentidas inclusive em reuniões no trabalho e ele consegue sentir um pouco do que elas sentem, ele afirma que alguma sentem o medo que ele sentiu quando estava prestes a voltar ao corpo, outras emanam um sentimento de pureza e prazer e outras presenças que parecem estar nos acalentando.

Lucas ainda diz que sente que alguns ‘espíritos’ lá do mundo onde ele foi parecem ter livre acesso ao nosso mundo para nos influenciar, alguns ele até os enxerga.
 

Lucas diz que não consegue usar nenhum molde religioso para explicar o que aconteceu e o que acontece com ele, ele apenas diz existir uma outra realidade palpável para ele que não necessita de religião nenhuma para se alcançar. Ele diz que a religião chega até criar um afastamento da realidade que acontece no final, deixando claro que ele não precisa disso.

 

O rapaz também lembra que o local onde ele estava no além passava uma sensação de existir muito mais a ser explorado porém era clara também a sensação que esse ‘mais’, ele não tinha permissão para avançar nele ainda. Era um certo limite que deveria ser respeitado naturalmente. Ele afirma que no tal local para onde foi, não existia só seres humanos mas também outros tipos de seres que funcionavam diferente de nós.
No mundo para onde Lucas foi, não é preciso se virar para ver o que está atrás, só em você pensar em querer ver, você já está vendo, é como se fosse uma visão universal de 360 graus ou até melhor.
No astral parece que todos estão interligados.

 

Lucas revela que aproximadamente 70% das coisas que acontecem conosco são oriundas do nosso poder de escolha e que apenas 30% são coisas já pré-programadas. Existe segundo ele muitas pessoas que estão nascendo muito rápido aqui na terra e que o plano aparentemente não era este, não soube dar mais detalhes. Nos ficou implícito com isso que ele falou que o mundo do jeito que está e sem haver mudanças, não aguentará nos suprir sem antes dar uma ‘pausa’...

 

Resumindo, para Lucas, morte não existe, o que existe são ‘transferências’ de locais para se viver e que todos nós estamos conectados a todos, no além todos acordam onde tem pelo menos as mínimas condições para lhe recuperar.

 

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14 horas atrás, robertoguerreiro disse:

Nessa passagem nós leitores nos perguntamos: Qual o motivo dessa ordem dada pela tal presença? Por acaso saber que existe um outro lugar após a vida pode ser usado para o mal de que forma? Não sei.

Olha, eu consigo imaginar algumas. Só que as que imagino a gente normalmente atribui a mentiras, não a experiências reais. Tem pessoas religiosas que escreveram livros de EQM, em que Jesus as levou ao inferno e ao céu, e lá vim mo diabo, o inferno, os "falsos profetas", etc... Em geral consideraríamos isso uma flasa EQM, a mentira de alguém crente para tentar convencer os demais  de que sua religião é a certa e as outras erradas. Mas o fato é que não sabemos, pode ser que a experiência tenha de fato ocorrido, e que a pessoa, ao descrevê-la, acabou distorcendo para encaixá-la nos moldes de sua crença, o que seria de certa forma um mal, já que criaria um respaldo experimental a algo que na verdade é só um molde cultural de um grupo né?

Também há aqueles que alegam que tudo ´um mecanismo de controle, para manter os pobres encarnados reencarnado sem fim aqui, imerecidamente, e querem convencer as pessoas a fugir da luz no fim do túnel.... Ou os materialsitas, que mesmo passando por uma experiência dessas, talvez por medo de rejeição dos amigos, a reinterprete coo ilusões que o cérebro cria por falta de oxigênio, o que seria também desonesto, igual aos otros exemplo,s porque a hipótese materialista não é capaz de provar a si mesma como sendo a explicação mais correta, elas é apenas uma hipótese que alguns preferem adotar, por questão de gosto puro e simples. 

Então me parece que se ao invés de apenas relatar, o sujeito tenta ser costurar junto com os fatos, uma interpretação, ele já está distorcendo as coisas, mesmo que a intenção não seja essa. E isso pode gerar um mal que ele não perceba, mas do qual ele já é vítima, e ajuda a prender os demais em certas crenças, ao distorcer os eventos que experimentou, usando o filtro das suas crenças.

Imagina um muçulmano que passe por uma EQM e veja lá as não sei quantas virgens prometidas a quem morre por Alah..( distorce o que vê pela sua crença)  e volte pregando isso. Vai gerar mais homens-bomba com esse estímulo todo, ehehe.

 

14 horas atrás, robertoguerreiro disse:

Nesse ponto Lucas é bem original, ele relata ter entrado num corpo que estava dormindo e que continuou dormindo, fazendo nos refletir que ao contrário do que muita gente prega, estar com o corpo dormindo, não é certeza do seu ‘espírito’ estar dando voltas por aí no astral. Isso por mais simples e bobo que seja, vai contra o que muita gente fala no Youtube e nas redes sócias: quem de nós já não ouviu dizer que sim, toda vez o nosso ‘espírito’ sai do corpo quando dormimos e que nós não lembramos do fato? Bom, pode ser que ele não saia coisa nenhuma. Para os defensores da teoria de que quando dormimos na verdade saímos do corpo, pode se alegar o corpo do rapaz estava tão danificado que mesmo o espírito entrando novamente, não conseguia acordar totalmente, seria uma boa resposta! Lucas conta ainda mais, ele diz que ao entrar no corpo e se sentir cansado, ele dormia dentro de si mesmo como se o corpo fosse um ninho e depois também acordava dentro dele mesmo, independentemente do que acontecia com o corpo, dando a entender que os ‘espíritos’ também descansam. 

Mas isso é bem mais complexo do que pode te parecer Roberto. Há projeções das quais a gente volta e estamos pilhados com a experiência  e energias, nem dá mais para voltar a dormir. Há outras que você entra no corpo e o sono do corpo físico te domina, e você só quer dormir. Tem que fazer um grande esforço para interromper o sono e levantar para registrar a experiência, porque se dormir e sonhar com outra coisa, aquela memória da primeira tende a apagar. 

O sono é do corpo físico. Porém, é uma sensação muito forte, e isso gera uma confusão em relação a QUEM tem vontade de dormir. 

Eu já contei aqui que quando comecei a me projetar, passei duas ou tres noites "insone", "sem pregar o olho a noite toda". Lá pelo terceiro dia eu pensei: "como posso estar sem dormir já ha duas noite e não estar cansado, sonolento, durante o dia, no trabalho???

Pois naquela terceira noite lá estava eu insone de novo, deitie as 22 e ja eram 3 da madrugada (vi depois) e nada de pregar o olho, nao tinha a menor sensação de sono. Estava cansado de estar deitado ali e não dormir, nem acontecer nada diferente, projeção energias, visões, nada...

Então pensei "bom, já que não tenho sono algum, vou levantar, fazer um café e ver algo na TV"

Quando decido me levantar, ao descolar os ombros do colchão percebi que meu corpo pesava demais, um sono gigantesco brotou do nada em mim, sentei na cama já me "sentindo mal de tanto sono", eu só queira "deitar de novo e morrer..", de tanto sono. 

Pensei:  "Ué??? Como assim??? Eu estava 100% acordado! Zero sonolência! E agora ate parece que fui despertado de um sono profundo! Que 'bruxaria' é essa??"

Me esforcei por ressitir oa desejo de me deixar cair na cama e levantei, fui no banheiro e olhei meu rosto. Estava ocm a cara inchadona de sono pesado mesmo, o corpo bem pesadão. Aí lavei o rosto para terminar de acordar e examinei melhor no espelho. 

Era óbvio que eu estivera dormindo por horas, em sono profundo, totalmente apagado, porque aquela cara nem é a cara cm que acordo naturalmente la pelas 6 da manha.

Só aí eu entendi que eu nao estava passando as noites insone, meu corpo estava dormindo normalmente, eu é que estava ali acordado em astral deitado ainda dentro do corpo, mas com a mente acordada. Por isso eu nao sentia cansaço, porque o corpo semrpe dormiu tudo que precisava, ue é que estava perdendo oportunidades de projeção por continuar ali deitado sem necessidade, e ...SEM SONO ALGUM.

Agora, isso porque eu estava já solto do corpo ,mas ainda dentro dele, o que não é a mesa coisa.

 Porque uma vez que você se conecte com ele, você passa a sentir o sono dele.

Por outro lado, se você tentar voltar mas o corpo está em sono profundo, pode deitar dentro dele que não vai grudar. A gente entra ou sai numa fase de transição das ondas cerebrais, uma passagem do estado de vigília para o sono REM. Quando você tenta levantar do corpo antes do momento certo, não consegue sair, acaba levantando com o corpo físico junto.

Quando você tenta entrar, se não estiver na fase de transição do sono profundo para a fase rem, também não entra, porque nao gruda. Entoa acontece o falso despertar: você acredita que voltou porque se vê de vola na cama, então levanta...mas como não grudou no físico, levanta em astral achando que levantou no físico. Vai no banheiro, lava o rosto, vai fazer a barba e acha que o espelho está embaçado e tal, e aí ao olhar melhor... puff. acorda na cama e novo, ehehe. 

Há muitas complexidades nisso que um só relato de EQM ou meia dúzia, ou mesmo 50 projeções, ainda não esgotam as variações possíveis. Por isso você vê projetores com o o Moisés Esagui dizer que quando ele sai, só ve a cidade vazia, quasee noa tem ningume na rua, porque as pessoas ficam na sua maioria dormindo dentro do corpo, ou levemente desencaixadas, sonhando lai, sobre a cama. Já eu e outros projetores que já relataram seu caso aqui vemso nossa cidade com mais população do que ela tem durante o dia.

Quem está certo? Provavelmente todos, quem sai numa faixa mais próxima do físico vê uma coisa, quem ai um pouco mais distante do físico vê outra, quem sai bem mais distante verá outra, etc. Há pessoas que só enxergam ambientes sombrios quando se projetam, outros só enxergam ambientes luminosos. E você não ode nem deduzir que o ambiente sombrio é o trevoso e o luminoso é elevado, porque em já estive em verdeiros "inferninhos astrais" que são tão iluminadas  quanto um shopping center. 

 

14 horas atrás, robertoguerreiro disse:

Fica claro nessa passagem que parece existir um controle da comunicação entre os dois mundos sediado no mundo de lá que possibilita enxergar este. Seríamos um videogame / virtual machine ou simulador sofisticado do mundo de lá?

E se eu reescrevesse sua frase de outra forma?

"Fica claro nessa passagem que apos você ser escolhido para uma experiência divina, isso te torna um desperto, alguém que mesmo encarnado aqui não está mais preso aqui, porque de agora em diante percebe a realidade maior da vida,  o que agora te possibilita ser como os antigos profetas, que traziam para os povos as revelações que eles tinham o privilégio de conhecer".

 

 

 

Qual o problema na sua afirmação e na minha? Ambas estão contaminadas por uma crença que já meio que direciona como vão interpretar os eventos. Você tem uma simpatia pela idéia de que somos "joguetes nas mãos de algum esquema controlador", e enxergou nesse trecho do relato algo que te leva nessa direção, na hora de criar uma suposiçao. Uma pessoa de visão religiosa enxergaria no mesmo evento narrado outro significado. 

Mas não sabemos o que leva a isso. As descrições de EQM costuma incluir o tal túnel de luz, que alguns autores especulam que seja uma tremendda descarga de DMT pela pineal. Pessoas que experimentaram Ayhuasca (que é fonte vegetal de DMT) relatam também experiências com luz. Há quem acredite que é a descarga de DMT gerada pela pineal que possibilita esse tipo de projeção potente que é uma EQM. E boa parte dos temas relacionado ao "despertar" envolve estimular a pineal ( a projeçao, a clarividência,, o despertar do kundalini, que sobe a´te a pineal, gerando o tal samadhi. E os fenômenos psíquicos que surgem apos um despertar desses costuma sumir com os meses.

Ou seja, uma EQM pode, talvez, gerar um estímulo nesse chackras superiores (frontal e coronário), que durante alguns meses permita a pessoa seguir tendo percepções esporádicas ,ate que tudo volte  ao normal.

Ou.....

Pode gerar um despertar daquele chakcra, porque a hiperestimulaçao da EQM pode ter liberado bloqueis que antes impediam a pessoa de perceber os planos sutis.

Agora, a idéia de quem eles podem vir interagir conosco mas o contrário não acontece, é falsa. Saímos e interagimos todas as noites, nos sonhos comuns (exceto, claro, se você ficar lá deitado dentro do corpo). E também em vigília essa interação de lá para cá acontece o tempo todo, mas só quem é médium percebe. Então não é que depois da EQM os seres passaram a vir e interagir com ele, mas sim que essa interação é do nosso cotidiano, em vigília, mas não percebemos quando ela está acontecendo, por não sermos clarividentes. Ele passou a perceber de vez em quando, só isso.

Sobre a interação daqui para lá: uma vez eu sai do corpo e ao descer do prédio de ap em que eu morava, ao invéz de descer verticalmente, fui planando  por uns 50m e fiz uma curva, pousando em frente a uma casa.

https://www.viagemastral.com/forum/index.php?/topic/15644-dificudade-em-voltar-ao-corpo/&do=findComment&comment=90611

Bom, mas note que eu conhecia aquelas pessoas, e também a tal Márcia citada no outro relato. Tratava-se de uma relação regular. No caso da Márcia era claro que era da "minha equipe" , mas aquela família da menina de 14 anos já era um mistério.  Eu não as reconhecia de nenhuma das projeções lúcidas que fiz. Então só pode ser das projeçoes que a gente nem lembra que faz, ou dos  "sonhos"(quando são projeções sem lucidez e não meras fantasias).

Aquela família talvez pense de mim o mesmo que você: "...de forma não controlada, as vezes na sua rotina de vida, seres aquele mundo onde ele esteve, veem de lá para cá para interagir com ele"

 

Sou levado a crer que as interações entre os seres das várias dimensões acontecem o tempo todo, em todas as direções, motivados por interesses que mesmo quando partem de nós, não compreendemos bem, porque na transição da informação de um plano para outro, alguma informação sempre se perde, e é isso que nos dificulta para entender motivações, grandes planos evolutivos, karmas, reencarnação, etc. 

Por isso quem tem experiências nessa área acaba sendo um tanto cético com gente que relata planos redondinhos, detalhados, muito bem explicados, como podemos encontrar nas diferentes correntes espiritualistas ou em alguns blogs o vídeos de supostos projetores do youtube, porque o problema nem é ter experiências, mas entendê-las, ehehe. Masssssss..... esse é o ponto chave: o que parece diferenciar as pessoas nessa questão, quando não são chalratães,  é que algumas devem  ter:

-uma capacidade (mental? de memória? de lucidez???) maior para compreender o que experienciam,

-ou já nasceram com a missão de revelar o que lhes é mostrado e a mentorada dá uma pilha neles, para ajudá-los a lembrar de tudo e entender início meio e fim dos eventos (os livros do Roger Paranhos parecem ser fruto desse fator)

-ou de fantasiar e se deixar iludir mais fácil pelas próprias  plasmagens, vá saber...

 

 

 

 

 

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A impressão que tive quando vivi uma EQM, foi de que lá onde eu estava, uma enfermaria de um hospital no Astral, o que era dito por telepatia pelas pessoas que me receberam na salinha, todos vestidos de branco, me faziam crer que havia um controle ou uma permissão de alguns fatos serem esclarecidos e outros não.
Lembro bem de estar deitado numa maca e cercado pelas pessoas que me faziam o "atendimento".
Agora não lembrava e nunca lembrei como cheguei lá, pois sofri um acidente horrível e tive várias fraturas na perna e costelas e uma lesão no rosto que demorou para cicatrizar, causado pelos estilhaços de vidro da janela  lateral onde bati após ser projetado no momento do choque do veículo contra o tronco da árvore e para eu sair dali naquele instante e acontecer a projeção, meu fêmur direito quebrou na palanca da mudança.
Estou salvo aqui contando para vocês, porque não estava usando o cinto de segurança" e isso foi decisivo para a minha sobrevivência, porque o motor foi parar no banco de trás do carro.
Sobrou apenas o porta-malas inteiro.   
Lembro deles dizerem: "o socorro já está chegando. Você não vai ficar aqui muito mais tempo" ( não lembro quando tempo fiquei lá deitado naquela maca, cercado por 3 enfermeiros e um atendente mais treinado que falava comigo);
Ainda disse através do pensamento: "mas eu não quero ir embora daqui. Quero ficar."
Foi quando foi dito: "você vai voltar. Você tem uma missão importante ainda para ser cumprida lá embaixo na Terra."
Depois disto, apaguei e quando me dei conta de mim novamente, estava no leito do Hospital fora da UTI, para onde havia sido levado quando o primeiro socorro me levou para o Hospital, quando eu estava entre a vida e a morte, todo quebrado, com perda de sangue grave e fratura exposta do fêmur direito, além do coma alcóolico.

Deitado na maca do hospital ainda em recuperação, escutei o médico me falar que se eu continuasse com o alcoolismo e o tabagismo, não chegaria aos 40. Eu estava com 37 anos.
Saí de lá caminhando e já com uma abstinência de 25 dias do cigarro e das bebidas. Sigo a abstinência até os dias de hoje e nesta atual encarnação, isso não será mais quebrado, muito menos nas próximas. Eu sei o que é um vício e a dificuldade em deixar o mesmo. Eu consegui.
Uma vez liberto das amarras terrenas, você adquire uma fortaleza sensorial de não permitir mais o fraquejamento que te envenena o sangue , a mente e o espírito, criando uma névoa que não te deixa ver a real queda na tua própria encarnação, te tornando um viciado e presa fácil dos espíritos de baixa vibração evolucional que ficam te vampirizando e te obsediando o tempo inteiro. Deixar o vício é libertação total. É praticamente Vida Nova, ainda na carne.

Eu costumo dizer que nasci de novo após o acidente. Minha espiritualização foi acelerada após a EQM.
Antes eu era uma pessoa e depois fiquei outra, muito melhor para seguir em frente sem os erros antes cometidos, que para meu juízo, eram normais e passageiros.
Caso eu tivesse falecido em consequência daqueles vícios eu teria tido uma dura e longa internação no hospital no Astral para tratar a longa intoxicação que hoje posso dizer, está extinta do meu corpo. 

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