• advertisement_alt
  • advertisement_alt
  • advertisement_alt

Recommended Posts

pessoal estou com uma incógnita...

Alguns espíritos dizem que Jesus é o governador espiritual da terra.

mas tenho uma duvida uma vez assisti um vídeo do Moises Esagui na onde ele falava que procurou no plano astral e mental essa consciência chamada Jesus Cristo e não há achou... gostaria de saber o que vocês acham... acham que ele existi ou melhor tem noticias dele através de suas experiências?? 

alguma vez ja foi amparado por Jesus ou uma consciencia que o amparou quando fez uma oração a Jesus?

Share this post


Link to post
Share on other sites

eu já tive uma experiencia de meditação aonde senti uma energia muito boa meditando em Jesus, mas não foi nada além disso e isso não é o suficiente para comprovar sua existência.

Share this post


Link to post
Share on other sites

Quando se trata de qualquer personagem da antiguidade, a menos que tenha sido autoridade ou famoso (o que não era o caso de Jesus na época que ele viveu), é geralmente impossível provar sua existência, então qualquer argumento negacionista nessa área, pelo menos nível histórico materialista, é tolice. O Cristianismo não teve impacto algum enquanto Jesus viveu, por isso não se pode esperar qualquer menção histórica. Mas o cristianismo não teria se tornado o próprio Império Romano 300 anos depois, se tudo não tivesse sido anda além de imaginação dos primeiro redatores. O mundo grego e romano estava lotado de deuses mitológicos, algum diferencial havia, nessa "livre concorrência" entre "mitos ", para o cristianismo engolir o império romano e transformá-lo na Igreja Católica Romana né?

Quanto às alegações do Moisés, são como as da ciência: não ter sido capaz de obter confirmação de algo não permite concluir que esse algo não existe. Apenas se pode concluir que CONSIDERANDO A CAPACIDADE INVESTIGATIVA  de alguém, num dado momento (ou capacidade tecnológica  da ciência, num dado momento), não foi possível obter confirmação do fenômeno investigado.

Se NINGUÉM tivesse conseguido obter confirmação, aí talvez se pudesse pensar que o Moisés tem alguma razão, mas como há outros que obtiveram confirmação, então a explicação  já precisa se dirigir para limitações pessoais de quem não obteve resultado. 

Aqui tem dois relatos de projeções do Roger Paranhos, que constam nos livros "Sob o signo de Aquário"  e "A história de um anjo"

Citar

. O nobre mentor ficou envolvido em uma belíssima luz dourada.
Ao vê-lo, Ramirez separou-se de nós e disse, beijando as mãos de Hermes:

—    Perdoa-me, iluminado irmão, as minhas grosserias. Neste instante, te agradeço, de todo o coração, todo o bem que fizeste ao meu fraco espírito.
Hermes, com extrema humildade, beijando também as mãos de Ramirez, falou, com inesquecível sabedoria:

—    Agradeçamos a Jesus, aquele sem o qual este momento de felicidade não nos seria possível!

Em seguida, demonstrando expansiva emotividade, Ramirez abraçou-se a Hermes e chamou a mim e a Crystal para o abraço. Ficamos os quatro enlaçados. Nós três nos olhávamos irradiando felicidade pelo êxito na tarefa, enquanto Ramirez, desfeito em lágrimas, falou em tom baixo, mas comovente: .

—    Jesus, oh Cristo de Deus, Tu me perdoas?

Abriu-se, neste instante, um clarão que iluminou o som¬brio castelo por alguns instantes e, então, ouvimos a. voz ini¬gualável de Jesus, envolvida no mais puro amor e compaixão, a dizer:

—    “Vinde a mim vós que sofreis e eu vos aliviarei!”

Todos experimentamos uma indizível sensação de bem-estar em nossos corações. Shien, Gaijin e Ramiro, que estávam a alguns passos de distância, se ajoelharam em deferência às palavras do onipresente governador espiritual do planeta Terra.

Quando Jesus disse que “o seu reino não é deste mundo”, falou-nos inquestionável verdade, pois na Vida Maior, a nossa verdadeira pátria, Ele é soberano, como deveria ser na Terra, caso os homens possuíssem bom-senso e evolução para compreender a finalidade da vida.
Após as palavras do Cristo, Ramirez chorou amargamente, expulsando de si todo o ódio, o rancor e a revolta armazenados por séculos em seu coração. Ele ajoelhou-se e o amparamos ao chão, eu e Crystal, enquanto Hermes irradiava passes energéticos reconfortantes sobre Ramirez.

Fonte: Sob o Signo de Aquário- Roger Paranhos, pg181
 

 

Citar

Capítulo 14- Confraternizando com Jesus


Aterrissamos próximo a grande multidão, que corria de um lado ao outro para aproximar-se de Jesus. Todos, de uma forma ordeira, buscavam confraternizar com o Sublime Instrutor.
Acompanhei Gabriel com os olhos; era fácil perceber a grande afeição dele para com o Mestre. O brilho no olhar, revelava, também, a ansiedade pela resposta que o anjo esperava receber ainda naquele dia. Gabriel estava ansioso para receber sua resposta, e eu, ansioso para ver Jesus com os meus próprios olhos. Eu sempre tive uma grande vontade de ver e ouvir o Messias, diretamente. Desejava ouvir os seus belos ensinamentos, através de seus próprios lábios. Ouvir, encantado, a sua envolvente voz, que sempre levou a todos que tiveram este privilégio, aos píncaros da Luz. Poder, também, verificar, com os meus próprios olhos, a majestade de Jesus, que a tantos encantou em sua passagem pelo plano físico.


Caminhamos, então, entre a multidão, para aproximar- mo-nos do centro das atenções. Os pacíficos e educados cidadãos do Império do Amor Universal, cediam, gentilmente, a passagem para que o casal chegasse até Jesus. Caminhamos um bocado, pois havia muitos irmãos ali, no sopé da colina. Após alguns minutos, começamos a sentir á inclinação do monte em que Jesus se encontrava ao pico, para falar ao povo da cidade.
Cansado da escalada, perguntei ao irmão Hermes:

—    Por que não vamos volitando até o pico?

Hermes, com o seu inabalável sorriso, respondeu-me irônico: — Porque não fazes esta pergunta a Gabriel? Eu estou apenas seguindo-o.
Aquela resposta do irmão Hermes dava-me a entender que a minha pergunta e intenção eram despropositadas, pois como eu iria perguntar a Gabriel ?
Após a exaustiva subida, com a colaboração de muitos irmãos que cediam passagem, chegamos ao pico do monte. Lá de cima, eu pude ver a extensão do aglomerado de irmãos. Uma multidão imensa estava em volta de todo o monte; possivelmente, havia em tomo de um milhão e quinhentos mil irmãos aguardando as palavras de Jesus. Estranho dizer, mas tive a mesma sensação que já havia percebido no Templo da União Divina e na casa de espetáculos. Apesar de estarmos entre uma grande multidão, tínhamos a sensação de estarmos todos bem próximos e unidos. Até aqueles que estavam a uma grande distância de Jesus podiam senti-lo, vê-lo e ouvi-lo. São fenômenos do mundo espiritual para os quais não ouso procurar uma resposta.

Já no pico do monte, seguimos em direção a um grupo, onde provavelmente Jesus preparava-se para falar a todos, quando um jovem rapaz correu até Gabriel e Ethel e abraçou-os, envolvido em exuberante luz. Notava-se que aquele rapaz era portador de imensa grandeza espiritual. Hermes, notando meus devaneios, socorreu-me:

—    Este, Roger, é João, o evangelista, o apóstolo do Amor, que séculos depois reencarnou entre os homens como Francisco de Assis.

Reparei que eram muito íntimos. Também, o Amor mora no coração de ambos, muito eles têm em comum. Eu já estava começando a acostumar-me com as fortes emoções. À frente do autor do livro do Apocalipse da Bíblia, mantive-me relativamente sereno, sem as minhas perguntas insistentes.

—    Como estás João? E o Mestre? — perguntou Gabriel.
—    Estou muito bem Gabriel. Como não estaria, ao lado de Jesus? E quanto ao Mestre, ele está logo ali, junto a Paulo

 —    Paulo de Tarso — disse-me o irmão Hermes, buscando elucidar minhas dúvidas, antes mesmo de eu formulá-las — o apóstolo dos gentios, aquele que levou o Evangelho de Jesus a inúmeras nações do mundo.

Estávamos em uma tarde de festa no Império do Amor Universal. Alguns momentos atrás estávamos em um ambiente extremamente inferior, onde parecia que eu não iria conseguir suportar, alguns momentos mais tarde estava eu deslumbrado com uma luz e uma energia que nos dava novas forças.
Após breves palavras com João, Gabriel dirigiu-se até o local onde estava Jesus. A multidão dispersou-se à chegada de Gabriel, parecia que estava se abrindo uma clareira de luz. De costas para nós, estava o Governador Espiritual da Terra, palestrando com alguns irmãos. A túnica branca imaculada, a luz cintilante de todo seu Ser, os cabelos cor de amêndoa, cumpridos até os ombros, enchiam-me de ansiedade para vê-lo de frente.

—    Jesus! — exclamou Gabriel, chamando o Divino Amigo.

Estaquei o passo, para assistir melhor a minha primeira visão do rosto do Mestre.
Sublime! Esta seria a melhor palavra para resumir o que os meus olhos viram. Não questiono aqui a beleza incontestável de Jesus, mas, sim, a expressão de amor e simpatia que Ele dedicava a todos. Ao ouvir o chamamento de Gabriel, vimos o seu sereno gesto de “virar-se” para nós. A expressão nos olhos do Grande Rabi foi-me inesquecível; senti que aquela alma jamais faria mal algum a quem quer que fosse, como provou no alto da cruz, dizendo: “Pai, perdoai-os, pois não sabem o que fazem”/
Enquanto Gabriel corria, como uma criança, para os braços de Jesus, eu fiquei meditando: “Somente uma pequena fração deste amor, em cada um de nós encarnados, seria
suficiente para trazer a paz para toda humanidade”. 

Eu já estava definindo Gabriel como um padrão de pureza máxima, mas Jesus fez-me ver, através de sua iluminada presença, que a evolução é infinita. Gabriel, ao lado de Jesus, já não brilhava tanto como antes, pois estava sendo ofuscado por uma luz maior, a luz do sol que é o Cristo de Deus.
Os gestos, a serenidade, a atenção que dispensava a todos, demonstravam, espontaneamente, a grandeza de Jesus. Não precisamos querer mostrar o que somos; basta, apenas, que sejamos! Todos pareciam crianças irradiantes na presença do Grande Amigo. Jesus estava realmente ins¬pirado quando disse: “Deixai vir a mim as criancinhas, pois é delas o Reino dos Céus”. Crianças na alegria e na espontaneidade, e não na irresponsabilidade.
—    Gabriel — disse o Mestre — que bom ver-te, meu irmão. Eu tenho que agradecer-te pelo que fizeste por Joachab. Muito obrigado, meu irmão. Foram séculos de revolta, que a tua inspirada intervenção permitiu que chegassem ao fim.
—    Não há o que agradecer, pois as tuas imorredouras palavras é que foram determinantes para a transformação de Joachab.
—    Sim, Gabriel. Estou muito feliz, também, pelo impacto causado em Dracus. Quem sabe, em breve, ele não estará trabalhando conosco?
—    Chegará o dia onde somente haverá o trabalho do amor de Deus entre os homens. Sonho com este dia, em que será extinta toda dor do mundo, e poderemos todos viver na mais plena felicidade — falou Gabriel.
—    Devemos trabalhar para isso, com fé em Deus —  disse o Cristo de Deus na Terra.
Enquanto eles trocavam estas palavras, eu fiquei observando Jesus; seus gestos e expressões faciais. Tudo nele é Divino. Seu rosto majestoso, em formas angulares, com uma pele perfeita. A barba impecável e sedosa, como os cabelos. Naque¬la tarde, os seus olhos, graciosos e claros, resplandeciam no seu rosto como os raios do sol. Aqueles belos olhos castanhos iluminavam o rosto da mais sábia criatura deste mundo!

Fonte: A História de um anjo- Roger Paranhos-pg176-179
 

Mas nenhum relato de outro jamais satisfará, e como você pode ver, nem a experiência pessoal, porque a do Moisés Esagui é uma, a do Roger paranhos é outra.

O líder do grupo de apometria no qual eu trabalhei um tempo era do tipo cético em relação a isso. Embora seja médium, clarividente se projete com lucidez desde a infância, ele achava que Jesus era um personagem inventado pela igreja para dominar as massas, blábláblá. Sabe como é né aquele raciocínio clichê que os céticos usam, mas que também muitos espiritualistas práticos tem. Só que nos trabalhos astrais dele, que envolve aquela turma da Federação Intergalática e tal. Ashtar Sheeran e tal... ele sempre via um mesmo sujeito dentro da nave  principal, junto com outros do alto escalão. Mas não dava bola..

Até que um dia ele perguntou para um colega astral e e lhe disseram que era Jesus. Então ele soube que havia alguma relação entre a Federação, Ashtar  e Jesus, mas naquela época nem a internet havia sido criada, então nem tinha como pesquisar nada disso. Hoje em dia é fácil achar no google, embora hoje está tudo misturado com as fake news da turma conspiracionista que inverte tudo para confundir os novatos.

Da minha parte, para mim Jesus sempre foi alguém bem concreto. Eu nunca tive religião, nunca frequentei igrejas,  mas nunca tive nada além de certeza íntima bem concreta de que Jesus existe. Acho ate engraçado quando alguém questiona, mas não tem como argumentar, porque é certeza íntima mesmo. Nessa área, se a pessoa tem dúvidas, nenhum relato ou experiência prática o ajudará a esclarecer, ela sempre inventará desculpas para duvidar, não porque deseje duvidar, as vezes até desejaria acreditar, mas não consegue, por alguma questão interna. 

Eu tive apenas uma experiência em relação a isso... que nem sei porque diabos tive, e que me mostrou uma faceta de Jesus que eu nem imaginava, a´te porque não dá para imaginar a experiência de como funciona uma consciência superior né? E por isso eu acredito que foi real, porque sozinho eu não teria chegado naquela percepção. Relatei brevemente aqui, mas sem maiores detalhes :

https://www.viagemastral.com/forum/index.php?/topic/16435-eternidade-espirito-e-consciencia/&do=findComment&comment=89029

 

 

Share this post


Link to post
Share on other sites

Join the conversation

You can post now and register later. If you have an account, sign in now to post with your account.
Note: Your post will require moderator approval before it will be visible.

Guest
Reply to this topic...

×   Pasted as rich text.   Restore formatting

  Only 75 emoji are allowed.

×   Your link has been automatically embedded.   Display as a link instead

×   Your previous content has been restored.   Clear editor

×   You cannot paste images directly. Upload or insert images from URL.