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Projeção para outro planeta


Luiz On
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Relato de experiência projetiva do dia 26/09/2020.

 

Acordei perto da meia noite e embora estivesse muito desperto, resolvi fazer uma técnica. Usei uma técnica que desenvolvi, e logo no começo, senti que estava razoavelmente descoincidido. Ocorre que esta técnica, embora funcione quase sempre, proporciona projeções de baixa lucidez, então resolvi mudar para a técnica do tensionamento do cérebro.

Imediatamente senti um EV poderoso. O mais forte que já experimentei até agora.

Intensifiquei ao máximo o EV e quando senti que era o momento, tentei sair do corpo.

Foi mais um soltar-se, um permitir-se levar.

 

Então senti um puxão.

Uma sensação de movimento em subida vertiginosa.

Subi tão rápido, que mal pude ver o planeta se afastando.

Sentia um movimento como o de estar me deslocando e eu estava no espaço, mas não via as estrelas e fiquei curioso sobre esse fato.

Era mais um espaço escuro, não totalmente negro, mas com aquelas fosforescência salpicada de faíscas que vemos quando olhamos fixamente pra escuridão.

A ausência da visão de estrelas me fez pensar no Efeito Doppler (no pouco que eu sabia sobre o assunto) e me questionei a que velocidade eu estava me movendo.

 

Quando o percurso se aproximava do fim, cheguei a um planeta, mas, assim como a saída da terra,  me aproximei dele tão rápido que não tive tempo de vislumbrá-lo do alto. Só vi um enorme oceano a frente e uma ilha no meio dele.

Me recordo de ter pensado que eu estava indo rápido demais e se o impacto na água ou na ilha me machucaria.

 

Cai na água, mas não senti nenhum impacto.

Imediatamente senti que o mar não era exatamente água.

O oceano era viscoso. Uma coisa orgânica, como uma gigantesca forma de vida líquida. Percepção que tive depois de voltar da projeção.

Fui jogado na ilha e essa ilha não era nada parecida com qualquer coisa da terra. A partir daqui fica difícil descrever, pois não há nada nas coisas que eu conheço que possa ser usado de parâmetro para descrever.

Ainda assim...

Mas o lugar me parecia um mundo em preto e branco.

O “oceano” em volta oscilava, subia e mudava de forma, tentando imitar as formas de um edifício que ficava a beira da ilha.

Havia uma rua que não era rua. Um tipo de cidade que nem era um lugar.

O ambiente todo me parecia uma coisa fluida e oscilante...

Haviam pessoas. Pessoas não humanas...Humanoides estilizados. Bípedes com dois braços, mas sem traços faciais, com membros desproporcionais...

Quando falavam uns com os outros ou tentavam se comunicar comigo, eu via a comunicação deles como coisas físicas. Arabescos que se desenhavam no espaço a frente deles, comunicando ideias através daqueles sinais visuais. Não era comunicação por sons ou mentais, mas gráfica.

Eu não entendia nada do que era dito. Mas se aquele mundo tem cores, as tem em matizes que eu não consegui enxergar. Me parecia estar em uma filme antigo, em preto e branco sendo que o mundo filmado era colorido, mas a câmera que o filmava não possuía os meios de captar a cor.

 

Minha estadia naquele mundo desde a queda no oceano foi rápida. Coisa de menos de um minuto.

A maior parte do tempo dessa projeção se deu no espaço escuro, na viagem até aquele lugar. Não sei o porque de ter sido puxado até lá e nem sei como voltei tão rápido, pois após esse tempo de menos de um minuto naquele mundo, eu estava de volta.

Mas a viagem de volta foi instantânea.

Ao voltar para meu corpo, fiquei indeciso entre tentar novamente me projetar ou me levantar e anotar o relato, porem, senti que ainda estava bem descoincidido e que a condições eram favoráveis para nova projeção.

Tentei novamente a técnica de tensionamento do cérebro, mas dessa vez ela provocou um EV fraco em comparação com o primeiro, então voltei a minha técnica inicial. Essa me proporcionou nova projeção, mas essa foi cheia de onirismos, logo, não vale muito a pena relatar.

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  • 1 year later...

Subir ao céu, e indo parar num local onde tem outro tipo de civilização, em geral tem a ver com cidades do astral mesmo. O Robert Bruce fala sobre isso no Astral Dynamics. Tem até a ilustração no verso do livro antigo que mostra o cenário típico de quem está sobrevoando essas zonas.

516OleBBQFL.jpg

41maxlkOHQL.jpg

E a forma se chegar lá que ele recomenda é voar a uns 45 graus do horizonte ate chegar numa zona assim ,meio de espaço, então lá embaixo vê algo como esse cenário, e se pousar no núcleo da flor dá numa região daquele reino, se pousar em cada pétala interna da noutra, nas pétalas externas dá noutra.

Não sei se é real, nunca me interessei em fazer isso, mas a descrição lembra, em linhas bem gerais, o que o Bruce descreve.

Não esqueçam que quando projetados não somos fantasmas voando pelo plano físico, logo:

-subir ao céu em direção ao espaço não significará, necessariamente, encontrar planetas, porque não estamos nos deslocando pelo plano físico, mas pelo plano astral,. e quando mais afastado da zona em que seu corpo físico vive, mais diferente será do plano físico.

-ao penetrar na terra , não veremos rochas e magma, mas civilizações, pessoas, casas, e até um tipo de "céu" ( negro, com nuvens, naquelas noites de tempestade, em que nuvens negras se deslocam rapidamente com o vento, num céu também negro.)

 

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  • 2 weeks later...

Olá, tive uma projeção semelhante a sua em quase tudo, exceto que não fui jogada num planeta, mas fui parada (porque eu também fui levada para esse passeio extraordinario) diante do horizonte de eventos do buraco negro da nossa galáxia. La me disseram que o fim é uma ilusao6, que todo fim é na verdade um recomeço melhorado. Diante daquele buraco, eu via uma especie de sopa alaranjada, era luz, mas não ofuscava, era densa e borbulhava, de tro dessa "luz" vi planetas se chocando, estrelas se desfazendo. A volta também foi instantânea. Me vi olhando para uma poça d"agua na areia de uma praia, onde dois caranguejos se beliscavam. Nesta noite tive outras duas projeções, numa delas presenciei um acidente de automovel que aconteceu na manhã seguinte.

Eu penso que estivemos mesmo viajando pelo astral da galáxia. O que me impressiona é a semelhança da sua experiencia com a minha. A saida em altissima velocidade, a escuridão com faiscas, o fato de termos sido levados e o retorno instantaneo. Como se eles quisessem que nós percebessemos o percurso para entendermos para onde estavamos indo. Uma vez compreendido isso, o retorno pode ser imediato. Comigo houve ainda dois instantes de redução de velocidade: no primeiro, logo depois que deixamos a atmosfera, para (assim eu entendi) que eu visse que estavamos saindo da Terra e consentisse, ou não, com o passeio. O segundo instante de redução de velocidade foi para que eu visse um planeta muito parecido com a Terra, exceto que o continente que eu vi em meio ao oceano, não existe aqui. Depois disso aceleramos de novo até o centro da galaxia.

 

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