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OLVE - 12 questões


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Boa noite a todos, eu sei que já tem um tópico "Sintomas da OLVE" e outro ensinando a fazer a Olve.... Mas são muitos detalhes, dúvidas, resolvi abrir um tópico novo....

Ainda não cheguei ao EV, gostei muito do curso da Nanci Trivellato e estou seguindo suas dicas. Tomando seu curso como o melhor (mesmo porque são mais de 3 horas de vídeo - parte 1, 2, 3 e 4). https://www.viagemastral.com/forum/index.php?/topic/19420-olve-t%C3%A9cnica-de-indu%C3%A7%C3%A3o-ao-estado-vibracional/

Sei que muitos já tinham uma pré-disposição (soltura energética) e fazem o EV com facilidade, entendendo que o exercício é só levar a energia da cabeça aos pés e dos pés a cabeça repetindo ciclos até que “pá!” sai um EV...

Mesmo o curso sendo demorado, ainda tenho muitas dúvidas e curiosidades. Gostaria que quem sabe fazer o processo direitinho pudesse me ajudar com dicas pra praticar do melhor jeito possível. Quem não quiser escolher todos os itens para responder ou ver que dariam a mesma reposta de alguém que já respondeu um item contribui respondendo o que lhe convém. Agradeço qualquer resposta.

1)      Quanto tempo de OLVE vcs costumam fazer até chegar em EV?

2)      Todas as vzs que fazem OLVE chegam ao EV?

3)      Quando vcs estavam aprendendo conseguiram fazer algum EV nas primeiras tentativas?

4)      No começo treinaram quanto tempo (dias, meses) até chegar em EV? Quantas vzs por dia?

5)      Ali antes do vídeo da Nanci no fórum tem um do Carlos de Oliveira “Como fazer OLVE”. Segui o vídeo, mas nada de EV. Pelo que eu entendi, o problema do vídeo é:  Pede para seguir o caminho (Alto da cabeça -> Face -> Garganta -> Ombros -> Abdômen -> Quadris -> Coxas -> Joelhos -> Calcanhares -> Ponta dos Pés) e depois o reverso.  Alguém usa isso desse jeito? O movimento tem que ser fluído sem solavancos, em velocidade constante e sem paradas, não é? (Devo usar mesmo assim essa dica como introdução?) Pra no final, pensar ou sentir só a extremidades “Alto da cabeça” <-> “Pontas dos Pés” e ficar repetindo o ciclo? Alguém usa esse técnica, exatamente igual para conseguir chegar em EV?

6)      Sentir a onda na planta dos pés? Ou no calcanhar e depois ponta dos pés?

7)      Quantos segundos devo demorar (em média), da cabeça até os pés? Uns 4 segundos? Ida e volta dariam 8 segundos? Ir aumentando a velocidade bem lentamente? E o mais rápido: 1 segundo pra ida e mais 1 pra volta, total 2 segundos?

8 ) A Nanci tbm diz que a OLVE é uma onda longitudinal que ao se fazer vários ciclos desencadeia uma ressonância nas energias do energosoma, ou seja, o Estado Vibracional – EV (pelo que entendi). O problema é: como sentir essa onda e as energias do energosoma? Ex: Me concentro no “Alto da cabeça” e tento ir descendo, digamos que sinta meu rosto, garganta e ombros e ao tentar abaixar na região do peito não sinta nenhuma onda, nada, devo ir para a barriga e tentar descer mesmo assim? Como vcs fazem pra sentir o energosoma?

9)      Alguém faz o EV quando acorda para tentar ativar rememoração?

10)   Durmo com meu filho de 2 anos, ele as vezes fica segurando meu braço ou com a perna dele em cima de mim (estou fazendo sempre OLVE antes de dormir). Tem algum problema ele ficar em contato comigo?

11)   Faço mais ou menos 1h, pois como não chego em EV, tento ir relaxando, mudando alguma coisinha... É muito exagero, fazer 1h seguida?  Quanto tempo vcs fazem de OLVE?

12)   Depois de atingir o EV, deve-se apenas relaxar e dormir e esperar que aconteça uma EFC (experiência fora do corpo) espontaneamente? Ou vcs conseguem “decolar” direto?

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Bem, antes de tudo é necessário deixar bem claro uma coisa, porque sempre existe essa confusão.

 

Induzir o EV não é sinônimo de induzir uma projeção. O Estado vibracional acontece de forma automática, em diversas situações fora do nosso controle. Uma dessas situações é a projeção, porém não é necessário aprender a induzir o EV para se projetar.

 

O EV é PARTE do processo projetivo EM GERAL, mas a projeção é como uma sinfonia, em que cada instrumento precisa tocar na hora certa, do jeito certo EM RELAÇÃO AOS OUTROS, ou a sinfonia não funcionará, será só barulho. É exatamente por isso que é possível induzir um EV estando em pé ou caminhando, uma situação em que você não estará projetado.

 

Porém, como o EV é uma das etapas projetivas, podemos recortar apenas essa aplicação do EV e tratá-lo como se fosse “treino para projeção”. Mas o treino para a projeção exige outras etapas, sem as quais nenhum treino de EV vai ser capaz de produzir uma projeção LÚCIDA. Projeção lúcida exige treino DE CONSCIÊNCIA  para que ela não apague no processo de desencaixe.

 

E também é perfeitamente possível, até mais comum eu diria, projetar-se sem EV. Tanto é que as tais “vibrações” foram novidade quando o Robert Monroe lançou seu livro, acho que em 1971. Até então, e por décadas a seguir, nunca dessa área parecia usar mobilização energética para se projetar, e mesmo projetores experientes passaram a vida se projetando dede criança sem nem saber que diabos eram essas “vibrações”.

Já comentei sobre isso aqui:

http://www.viagemastral.com/forum/index.php?/topic/17309-saída-contínua-sem-ev-ou-catalepsia/&do=findComment&comment=75500

Portanto, usar o EV como técnica projetiva é opcional. Funciona, ajuda, mas são habilidades diferentes.

 

Exatamente por saber disso eu nunca me dediquei a uma prática disciplinada, regular, da OLVE, então não posso te dizer por experiência própria quanto tempo de prática regular necessitaria até ser capaz de induzir o primeiro EV EM COMPLETA VIGÍLIA.

Porque note bem: se você cochilar na tentativa, ao ficar num estado intermediário de consciência ( que é o que te permite se projetar, mas também é o que te permite sentir as energias com tanta nitidez como se fosse alguém movendo um jato d’água sobre você) você pode “conseguir induzir o EV” na primeira tentativa. E por que? Porque num estado alterado você sente muito fisicamente as energias, então consegue ajustar  o volume  e a velocidade da OLVE de modo a atingir o resultado.

Só que aí “não vale” , porque só conseguiu isso porque PRIMEIRO entrou no estado alterado né? E se entrou no estado alterado, aproveita e levanta do corpo, que afinal é o objetivo, principal não é?  A menos, claro, que queira explorar a OLVE mesmo. O que sei de prático dela, vem dessas situações, quando  optei por não sair do corpo e usar esse estado para sentir as energias durante a OLVE, já que em vigília  não sinto nada ao fazer a OLVE.

Experimentar em estado alterado te permite tirar aquela dúvida cruel que as pessoas que não sentem nada sempre tem: estou fazendo certo? Essa velocidade é adequada? É mais ou menos rápido? Etc

Então eu nunca passei dias praticando a sequencia “sentar/deitar para praticar a olve por x minutos”. O que eu fazia era durante o meu dia a dia, em pé no trabalho, andando na rua, no ôniubs indo e voltando do trabalho, por curtos períodos de talvez 2 min de cada vez, “do jeito que dava”. Isso nunca me permitiu deitar para me projetar e induzir um EV após x minutos deitado.

Comento sobre isso aqui:

https://www.viagemastral.com/forum/index.php?/topic/17224-nanci-trivelatto/&do=findComment&comment=86798

 

Mas as vezes, do nada, acontece algo em vigília. Segunda-feira passada mesmo eu estava indo para o trabalho, caminhando na rua, e não sei porque inventei de aproveitar a caminhada de 20 minutos para fazer a OLVE. Não levou 1 minuto e comecei a sentir as energias aparentemente dando quase ignição ao EV. Creio que o frio ajudou o Waldo comenta isso no Projeciologia. Aqui no sul chegou o frio do inverno e eu estava só de camiseta na rua.

Portanto, veja: sentir as energias e induzir um EV num estado alterado te mostrará SE VOCÊ ESTÁ DE FATO SABENDO FAZER ,mas ainda não te diz nada sobre seu domínio do estado vibracional. 

No resto das situações, quando você não está em estado alterado,  você ainda estará FAZENDO, mas sem sentirá nada. Seja porque ao estar num estado de consciência normal sua sensibilidade às energias é zero ou quase, seja porque em cada dia suas energias estão diferentes, e o “ponto de fervura” do EV será diferente, podendo demorar mais ou menos para atingir o EV.

Como suas perguntas são específicas para quem praticou diariamente até conseguir induzir o EV quando quer eu nao sou a pessoa melhor qualificada para te responder sobre isso, o que posso te dizer é que um membro aqui do gva, cujo nome não me recordo, já me falou por MP que demorou 4 meses, praticando todos os dias, até conseguir induzir o EV pela olve.

Eu diria que isso bate com as informações que você encontra no PDF que montei para você, escaneando essas partes práticas de dois livros aqui sobre isso.

OLVE Trechos Nanci e Cesar Machado.pdf

 

Levando em conta essas MINHAS limitações com a prática da OLVE, vou procurar te responder a cada um dos itens da forma que me parece a mais correta, em função da minha pratica em estados alterados e do que já soube de outros, praticantes regulares (não sei se algum praticante regular a OLVE ainda freqüenta o fórum) e do que li:

 

1)      Das vezes que deitei para fazer, e cochilei, e segui fazendo... levou no mínimo 2horas. Mas creio que demora tanto porque não é “EV fruto da técnica” , mas “EV fruto do cochilo”

 

2)      Pelo que sei a pessoa demorará anos de prática diária até que possa dizer que “SEMPRE consegue”.

 

3)      Que eu saiba, raramente alguém consegue de primeira. No curso do IIPc que fiz, e demorou uns 2 meses acho, porque as aulas eram só no final de semana, dos 30 alunos só um ou dois conseguiram induzir o EV durante esse tempo, e apenas nas aulas, porque em geral quando essas coisas são feitas em grupo é mais fácil.

 

4)      –

 

5)      Essa rota é questionável. Um problema de seguir muito exatamente o percurso do corpo é encontrar dificuldades para fazer sentado. Deitado você não nota isso, mas sentado é bem perceptível que “entrava tudo”. Me parece um problema exclusivamente mental, ao querer seguir a rota do corpo. Eu sempre preferi pensar nessa rota “frouxamente”, e você verá que no livro da Nanci ela também recomenda isso. Pense numa faixa de luz te escaneando: ela não fará curvas né? Mas isso também é um tanto desafiador para a mente. E também uma coisa é fazer isso só pela superfície da pele, outra é fazer passando por dentro dos órgãos. Por mais que a gente “não sinta nada”, dá para perceber que fazer pela superfície permite maior velocidade e fluidez do que fazer por dentro dos órgãos, o que já sugere que essa impressão pode não ser só imaginação. No meu caso tenho a sinalética que indica desbloqueios me faz arrotar. Isso nunca acontece se eu fizer a olve só pela superfície da pele. Mas se eu estiver por algum motivo sentindo que “estou entupido”, e resolvo fazer a olve por dentro dos órgãos, com força, posso ficar arrotando direto por 10 minutos, a ponto de precisar parar de fazer a OLVE para poder respirar um pouco. Novamente isso parece indicar que as diferenças sobre passar por fora e por dentro não são só uma autosugestão, uma “complicação da mente”, como parece ser o caso de fazer a energia seguir a curva dos joelhos e tornozelos, ao praticar sentado.

 

6)      Nas explicações em vídeo a Nanci recomenda inclusive passar um pouco acima da cabeça e passar um pouco abaixo dos pés. Porém, como eu disse, isso parece ser apenas uma questão de contornar certas dificuldades que a mente cria. Quando voce segue estritamente o contorno do corpo está atuando na camada mais densa do corpo etérico.

chakra_man11.jpg

 

Porém, os chackras projetam suas emanações até acima da cabeça e abaixo dos pés,

chakras1.jpg

então quando se recomenda passar um pouco, é mais por uma questão de não deixar zonas externas deles sem serem limpas, porque nessas zonas externas se acumulam certos bloqueios e até parasitas astrais. Ainda que os chackras mesmo estejam localizados dentro do corpo, e não do lado de fora como as ilustrações mostram (e fazem alguns acreditarem que dormir de bruços bloquearia os chackras, sem perceberem que se isso fosse verdade, dormir de barriga para cima bloquearia ) , as emanações deles para fora do corpo tendem a acumular obstruções energéticas.

Screenshot_1182.jpg

 

Então passar um pouco ajudaria a limpar.

Porém, ehehe, isso também deveria valer para os chacras do tronco né? Mas aí ninguém percebe que estão deixando a parte de fora dos chackras do tronco fora dessa “limpeza” além dos limites do corpo físco né? 

Então não se apegue muito a esses detalhes, esses mecanismos de energia não devem ser tão específicas quanto os mecanismos físicos, exatamente porque são mais fluidos.

 

7)      Olha, lembro que no curso em vídeo a Nanci fala em 4 segundos para uma ida, 8 ao total. O mais lento que fiz foi dois segundos para uma ida, 4 ao total,  mas esse é outro ponto que não dá para cravar um valor. Cada pessoa tem uma estrutura energética, mais ou menos densa que o outro. No meu caso mesmo sou vegetariano há 20 anos, e tive a percepção que logo após deixar de comer carne, tudo no meu sistema energético ficou mais rápido. Não dá para explicar isso direito. 

Sabe quando você está sentado e pensa “vou levantar e pegar x.. na geladeira”? Entre pensar e a energia estar disponível para você mover o corpo há um delay aí né? Eu diria que esse delay caiu pela metade logo que virei vegetariano. Era como se o sistema energético ficasse de prontidão mais rápido sob comando da mente. Isso faz algum sentido, já que ao deixar de comer carne sua vibração deveria mesmo se elevar um pouco. Daí a ser real, não posso afirmar, mas foi bem perceptível. Isso pode ter como resultado, talvez, a possibilidade de mover mais rápido as energias na pratica da olve do que um carnívoro, mas não tenho como ter certeza. Naquele relato que postei num dos links, em que estava já induzindo  o ev mesmo conversando com um amigo que me visitava eu estava movendo bem rápido as energias, tipo “2-vai-e-vem por segundo”, ou seja, meio segundo ao total para um ciclo completo.

 

  Agora, isso também varia DURANTE a prática daquele dia, porque uma vez que você estabeleça uma movimentação, mesmo que você pare de mover as energias elas seguirão se movendo por um certo tempo ainda. É por causa dessa inércia que você deve começar devagar e aos poucos pode ir aumentando, porque a “resistência” parece que vai diminuindo, mas cada dia será  diferente.

 

É similar a passar um rodo um piso alagado. Se você empurrar o rodo rápido de primeira, a água passará por cima dele. Mas se começar a empurrar devagar, de modo a gerar uma corrente de água na direção que você quer, dá para ir acelerando e criar um fluxo de água com os golpes do rodo. As energias, pelo que percebi estado em estado alterado, parecem se mover de forma similar à água.

 

😎 Essa ressonancia é como esse efeito que vai surgir na água ao passar o bastão no sino. Pense na OLVE como o bastão passando. O EV é o borbulhar da água. É exatamente assim que acontece.

https://www.viagemastral.com/forum/index.php?/topic/18465-dúvida-sobre-o-ev/&do=findComment&comment=87780

 

Enquanto você está fazendo a OLVE  após um tempo começam a surgir formigamentos em áreas isoladas, um formigamento nas costas da mão, outro no umbigo, outro na coxa... e cada vez que a OLVE passa pro aquela zona esse formigamento localizado fica mais forte, a área formigando se amplia, até que num dado momento essas áreas de unem todas num só formigamento intenso, que vira uma “fervura completa” que atinge toda a aura, é como você ser um  pinto que está dentro de um ovo fervendo dentro da casca, ehehe. As vezes ao invés de notar uma ou outra zona do corpo, você nota um ou outro chacka, que é sentido como uma bola de energia que se amplia cada vez que a faixa da OLVE passa por ela. É como uma bola de tênis que vira uma bola de futebol toda vez que passa a faixa da OLVE por ela.

Lembre-se, essas minhas descrições são a partir do que senti deixando de me projetar para ficar no corpo explorando isso, já que estava em estado alterado o suficiente para sentir tudo claramente. Se não estiver em estado alterado provavelmente não sentirá nada tão visceral assim, apenas um formigamento forte que se espalha por todo o corpo.

 

Essa “onda longitudinal” você não sente em situação normal. Eu pelo menos nunca senti, exceto nos dois casos que relatei, de vigília, que foram exceções. Só mesmo quando a gente está meio alterado é que vai sentir. Mas a sensação é similar a um vento. Coloque seu antebraço em frente ao seu rosto, com a parte dos pelos voltada para seu rosto. Feche os olhos e comece a assoprar , movendo a cabeça de modo que seu sopro se desloque do pulso ao cotovelo, num vai e vem. várias vezes. A faixa da OLVE passando é muito similar a isso quando o EV está perto de começar. Em seguida começará a sentir uma espécie de eletricidade ao redor dessa zona que se move. Vai  notando que essa onda da olve  vai ficando mais "carregada de eletricidade" o que vai gerando arrepios elétriocos meio aleatóris por zonas proximas da faixa oscilante que você está deslocando  na OLVE.

Isso QUANDO você está num estado alterado que consiga sentir, mas em geral nunca estamos quando começamos a prática. Quando você começar a sentir, é porque "o bicho já está pegando".

O que você faz para praticar é “prestar atenção” e "deslocar  atenção".

Essa “onda longitudinal” na verdade descreve apenas onde está sua atenção. É como eu dizer para você, que está de olhos fechados e imobilizado “tem uma pulga n a sua bochecha”. Mas não digo em qual bochecha está. O que você faz?

Sua atenção tentará se focar no que sente na superfície da pele, primeiro numa bochecha, depois na outra, tentando detectar a pulga pousada ali. Quando sua atenção se foca assim num ponto do corpo, as energias LIVRES se deslocam para lá como se fossem insetos em torno de uma lâmpada. Caso você sinta essas energias, elas serão sentidas como um “formigamento elétrico”, similar àquele que sentíamos ao encostar o antebraço numa TV de tubo, os pelos eriçam. Mas se você não sentir as energias ao tentar achar a pulga, ainda assim elas estarão ali. O foco da atenção atua como um ímã para as energias, não tem  o que fazer, é automático. Por isso, quando você desloca a atenção, deslocará junto as energias LIVRES. É por isso que você pode praticar mesmo sem sentir nada, porque sentir exige outra coisa: treino de sensibilidade ou QUANTIDADE DE ENERGIA movida. No início temos pouca energia livre, e só essa é que pode ser movida. A medida que você desloca essas energias livres pelo seu campo, vai agitando esse campo, e vai libertando mais energia. Então com o tempo, caso siga praticando,  o resultado é que você terá uma quantidade maior de energia livre perseguindo o foco da sua atenção.

 

https://www.viagemastral.com/forum/index.php?/topic/18652-técnica-projetiva-completa-3-vga/&do=findComment&comment=85610

 

Por isso também será mais fácil sentir, e provavelmente o EV será atingido mais cedo, já que agora a quantidade de energia movida será bem maior.

Com relação a não sentir nada em certos pontos, deve seguir adiante na sequencia. Esse pessoal do IIPC explica que ps pontos que não sentimos são pontos que estão ainda bloqueados, e portanto ainda não “vibram” quando você passa a onda da olve por ali. Estão “densos”, “congelados”. Com o tempo de prática e mais energia livre disponível, esses pontos tendem a ser desbloqueados. Eventualmente, se você sabe/percebe/nota ao praticar em estado aletrado.... que tem um bloqueio sempre no mesmo ponto, pode tentar praticar a estimulação só ali, por um tempo, após a prática da OLVE. Aqui tem dois exemplos:

 

http://www.viagemastral.com/forum/index.php?/topic/18974-dores-e-pulsações-em-alguns-chakras/&tab=comments#comment-87176

http://www.viagemastral.com/forum/index.php?/topic/19851-dor-na-técnica-completa/&do=findComment&comment=92490

Mas lembre-se de uma coisa que faz parte dos fundamentos desse assunto:

Bloqueios nos chackras costumam conter memórias emocionais desagradáveis, que são o que causou esses bloqueios. Logo... se for mexer com isso de forma específica saiba que podem acontecer catarses emocionais sobre coisas que você nem lembrava mais.

 

9)      Eu faço EV quando acordo para, caso sinta as energias, sair do corpo. Para rememoração nunca usei

10)  Dizem que dificulta você mover as suas energias tendo as energias de outro colado ali. Mas creio que o que vai acontecer é você acabar movendo as energias dele junto. O pior que pode acontecer é ele descolar de você, reclamar que você não está deixando ele dormir porque ele deve perceber a movimentação energética em algum momento.

 

 

11)   A prática que recomendam no pdf que incluí aqui fala em sessões de 5min. Creio que a ênfase é na freqüência. Assim como eu não praticava isso de deitar uma vez por dia para tentar praticar a OLVE, preferia fazer isso por momentos curtos, várias vezes durante o dia. Mas certamente para quem quer focar em dominar isso seria mais inteligente, se você tem tempo, fazer várias sessões de 5 min por dia (talvez se trancar no banheiro, no horário de trabalho, para arranjar esses 5 minutos e cada x horas?) e uma sessão mais longa,  ao deitar.

12)  Como o EV é uma prática com seu próprio objetivo (limpeza energética total), você poderia apenas atingi-lo e tentar prolongá-lo ao máximo:

http://www.viagemastral.com/forum/index.php?/topic/17679-estado-vibracional/&do=findComment&comment=81730

                                               

Mas se sua meta é projeção, ao atingir o EV a idéia é acelerá-lo ao máximo até que ele, por si só, te arranque do corpo na marra, ou pode apenas levantar devagarinho da cama, em astral, tao logo o EV esteja bem forte (no início, com o tempo bastará uma leve formigamento e você já pode levantar)

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Hj acordei as 5:30h, com o corpo dormente e formigando. Tinha tido um sonho bem surrealista e bobo, quando percebi que estava acordando, me concentrei em sair do corpo, fiquei imóvel, mas estava frio e eu  estava de braços cruzados, e pernas cruzadas tbm (barriga pra cima e meio encolhido, por causa do frio) em baixo da coberta. Não saia... Meu corpo parecia muito pesado, umas 2x mais que a gravidade normal. Tentei flutuar, ou me empurrar pra atravessar pra baixo do colchão, rolei pro lado e nesse momento meu filho bebê que dorme comigo fez barulho, roncou e sua respiração estava pesada pq ele está gripadinho (percebi que não estava na posição que havia rolado e acordei) e não consegui mais sentir o corpo astral. Mas antes estava com a sensação que ia conseguir, mas com muito esforço, como se estive sentindo os 2 corpos, mas fiquei imóvel pq parecia que se eu fizesse muita força ia mover o soma e não o psicossoma. No meu caso em particular, sinto uma sensação desagradável, formigamento até que é normal, mas desgrudar o corpo na marra é meio sinistro... Tipo esquecer que vc tem um soma, um corpo físico. O interessante é que naquele momento se tivesse saído ia estar muito lúcido, talvez nem soubesse a diferença do estado de vigília, poderia achar que me levantei e não deu certo, ia me dar conta se visse algo diferente, ou notasse a inconsistência de estar em um lugar e depois acordar na cama... Já me animou, já sai uma vez, não consegui aproveitar e perdi a lucidez.
 Obrigado pelo material sobre EV @sandrofabres, Como sempre muito completo (não sei aonde vc encontra tempo para dar essas respostas incríveis). Vou continuar praticando a OLVE, mas sem exagero (uns 20 min antes de dormir).
 Meu objetivo é a projeção, melhor jeito é quando acordo, naquele estado de sonolência, sem me mexer, não consigo se me levantar e voltar a dormir, tem que ser direto quando acordo.

 

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9 horas atrás, Robô Orgânico?! disse:

Hj acordei as 5:30h, com o corpo dormente e formigando. Tinha tido um sonho bem surrealista e bobo, quando percebi que estava acordando, me concentrei em sair do corpo, fiquei imóvel, mas estava frio e eu  estava de braços cruzados, e pernas cruzadas tbm (barriga pra cima e meio encolhido, por causa do frio) em baixo da coberta. Não saia... Meu corpo parecia muito pesado, umas 2x mais que a gravidade normal. 

 

Nesse caso de acordar e sentirno corpo formigando que é bom de fwzer a OLVE, pois notará que o formigamento aumenta, o que alivia esse peso que se sente, e facilita a tentativa de descolamento. 

 

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Em 06/05/2021 at 19:30, sandrofabres disse:

5)      Essa rota é questionável. Um problema de seguir muito exatamente o percurso do corpo é encontrar dificuldades para fazer sentado. Deitado você não nota isso, mas sentado é bem perceptível que “entrava tudo”. Me parece um problema exclusivamente mental, ao querer seguir a rota do corpo. Eu sempre preferi pensar nessa rota “frouxamente”, e você verá que no livro da Nanci ela também recomenda isso. Pense numa faixa de luz te escaneando: ela não fará curvas né? Mas isso também é um tanto desafiador para a mente. 

Esqueci de postar esta figura, que ilustra a passagem da faixa da olve  sem fazer curvas:

Screenshot_1186.jpg

 

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@sandrofabres, aproveitando que o assunto aqui é fazer OLVE e atingir o EV com finalidade de conseguir a projeção, deixa eu perguntar uma coisa. Já vi uns três ou quatro vídeos do Wagner Borges onde ele fala que o EV ao invés de ajudar a pessoa a sair em projeção pode até atrapalhar e gerar efeito contrário, fazer a pessoa ficar presa no corpo e impedir a projeção. 

Achei essa informação intrigante mas ele (Wagner Borges) sempre diz que vai fazer um vídeo especificamente pra falar desse tema (EV) e nunca faz. Estou no aguardo pra tentar entender melhor o ponto de vista dele. Talvez ele até já tenha postado esse vídeo mas eu não fico acompanhando com frequência. 

Enfim... qual a sua opinião sobre isso? Você acha que existe alguma situação onde o EV possa prejudicar a saída do corpo ou até mesmo impedir?

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1-Teoria: o EV gera maior soltura energética

2- Prática:

----2.1- faça a OLVE caminhando e notará certo desequilíbrio, algo que parece uma leve vertigem. Isso é sintoma que surgr quando o corpo astral começa a desacoplar do corpo físico

----2.2- quando tentar sair do corpo e notar que ficou preso por uma parte (cabeça, barriga mão, faça a OLVE só nessa parte, enquanto mantém puxando ela para que se solte. Notará que se solta fácil,, algo que antes de fazer a OLVE não estava mostrando a menor chance de soltar

----2.3- relato: sabendo da teoria e tendo já realizado esses aspectos práticos eu quis saber se a OLVE tem força para te tirar do corpo "de qualquer maneira". Então quando atingi o EV comecei a flutuar, mas me segurei pelas mãos e pés , nas maos e pés do corpo físico, e acelerei mais a OLVE, e eu era empurrado com mais força para fora, entoa eu acelerava mais e tinha que segurar mais firme. Fui acelerando e me segurando mais e mais firme. Eu diria que chego Num ponto em que me sentia como se tivesse 100kg  me puxando para fora e eu não ia conseguir resistir muito mais.

images (3).jpg

Então parei de acelerar e saí do corpo (eu não quis me soltar no máximo da aceleração porque... vai saber onde é que eu iria parar né?ehehe

25105009416054.jpg

Mas isso serviu para provar para mim que de fato o EV tem um papel importante para a projeção. Embora não seja essencial seu domínio, se a pessoa quiser se focar apenas nele, para usar como única tecnica projetiva, ele sozinho dará conta do recado, como técnica de separação

Porém, NENHUMA técnica se separação irá funcionar sem o relaxamento adequado,e  pode ser por aí que o Wagner vá pegar o gancho.

Porque quando começamos a praticar a olve, sempre começamos errado. Começamos a gerar uma estimulação que será física, ao que parece geramos uma estimulação elétrica dos neurônios motores, que farão as fibras musculares ficarem agitadas, prejudicando  o relaxamento. Dá até calorão, kkkk. 

Mas isso vem da prática errada, já que leva um tempo para aprendermos a não mover o corpo:

- nao mover as fibras

- não alterar a respiração

- não mover os olhos para cima e para baixo

 

É essencial na prática da OLVE a consciência muito clara de que estamos movendo APENAS as energias e nada mais. Caso contrário a OLVE funcionará como hiperestimulação que vai até nos impedir de dormir.

Então nesses casos, quando a OLVE está interferindo com o relaxamento, ela pode sim te impedir de se projetar. Tinha ate um relato do membro Ivan, em que ele contava que entrou num EV super forte mas nao conseguia se descolar, ate que percebeu que era o relaxamento que estava pegando, relaxou mais e se soltou. Mas esse relato foi perdido nos bugs que tivemos no fórum, entre 2013 e 2015.

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Em 14/05/2021 at 20:49, sandrofabres disse:

Porém, NENHUMA técnica se separação irá funcionar sem o relaxamento adequado,e  pode ser por aí que o Wagner vá pegar o gancho.

É. Acho que é mais ou menos por aí mesmo. Pelo que entendi, o problema principal que ele levanta é de a pessoa ficar lá com a mente ativa fazendo OLVE e acabar não deixando a mente entrar naquele estado de transição entre as ondas alpha e theta propício para a saída do corpo. Ou seja,  a pessoa fica alerta demais tentando produzir o EV e acaba impedindo o nível de relaxamento necessário para a decolagem do corpo astral. 

Para quem quiser ver o mensionado vídeo. Fui lá conferir e o Wagner Borges cumpriu o prometido e já disponibilizou no Youtube um vídeo de duas horas de uma live que ele fez especificamente sobre o tema:

https://youtu.be/rz3-HvLREr0

Particularmente, gosto da abordagem do WB, ele traça um paralelo entre vários tipos de práticas de trabalho energético em várias linhas distintas, todas lidando direta ou indiretamente com a produção do EV, e dá muitas indicações de livros interessantes. 

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Acabei de assistir agora.

É, essas práticas de circulação de energias são usadas em várias tradições. a diferença que eu vejo é que não dá para chamar tudo de EV, porque o EV é um estado de estimulação TOTAL do seu campo eletrico. Já á orbita microcosmica do Mantak chia é apenas estabelecer as rotas de circulação contínua, livre e desimpedida, por canais bem específficos. E os livros de medicina chinesa e chi kung descrevem exatamente essas rotas, que tem sua própria direção de fluxo no tronco braços pernas, Se não me egano a energia desce pela frente do tronco, contorna a pelvis e segue descendo por trás das pernas, subindo de volta pela frente das pernas, contorna a pelvis e sobre pelas costas, estabelecendo uma rota similar ao símbolo do infinito no corpo. E ainda tem os braços, que nem lembro como é a rota

Então é um fluxo  bem específco e bem diferente de uma ativaçao completa do campo energético. Não se tratam de 'métodos diferentes", mas de CANAIS de circulação que são específicos, não genéricos

Já a técnica do Pilar do Meio que citam ali nas perguntas  aí sim é  mais uma diferença de MÉTODO mesmo, porque assim como a olve o Pilar usa a bola de luz, que desce pelo corpo, mas parando nos "chakcras" um tempo, e depois estabelece circulação por direções, diferente, por fora do corpo, em 3 direções,   e também por dentro, então nesse caso parece ser a mesma idéia, o foco é "estimular & circular para gerar um fluxo geral constante", tal como  o EV.

 

Para quem possa não ter entendido alguma diferença de abordagem, , o que o Wagner afirma ali é um pouco diferente do que falei apenas  no seguinte ponto:

 

Eu considerei apenas o caso em que a pessoa não relaxa porque está fazendo o EV errado, focando demais no corpo físico. Já ele cita um exemplo em que a pessoa fez certo, tanto que atinge o EV, e ainda assim não sai.

Ora, se o EV tem toda aquela força que descrevi ali, no desenho, uns 100km, como é possível que a pessoa não saia??? Bem, porque  que eu descrevi é fruto das minhas experiências, e eu nunca fique acordado o tempo todo fazendo EV, eu tenho blackouts quando faço isso.

Basicamente eu "vou dormir fazendo EV", ou seja, eu desencanei...apaguei...  portanto relaxei a ponto de dormir, e quando acordo do cochilo sigo fazendo. Então nesse caso ele  parece ter uma força irresistível porque eu ja estava relaxado e totalmente solto, diferente de uma pessoa ainda em vigília praticando . 

Mas se a pessoa está ali 100% acordada, bombando a OLVE, vai ser como fazer um EV em pé, não tem como sair mesmo, vai no máximo sentir uma leve vertigem ,pelo leve desencaixe que ele causa, mesmo em pé.

 

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14 horas atrás, sandrofabres disse:

Já á orbita microcosmica do Mantak chia é apenas estabelecer as rotas de circulação contínua, livre e desimpedida, por canais bem específficos

Mas o que eu acho que o Wagner Borges quer dizer é que é possível atingir o EV praticando a órbita microcósmica. Eu mesmo tive essa impressão numa época em que experimentei essa prática. Na verdade, acho que é possível praticando quase qualquer tipo de manipulação energética. Claro que existem algumas variáveis envolvidas e não basta só querer. Tem que ver se os pré requisitos estão preenchidos. 

Uma outra observação da fala dele foi a questão das diferenças individuais quando ele afirma que pra algumas pessoas pode ser mais fácil atingir o EV de uma forma do que de outra dependendo de suas características individuais. Acho que dependendendo da sua soltura energética, só de começar a pulsar alguns chakras isso já pode disparar um EV.

Outro ponto que me chamou atenção foi a questão do EV mediúnico porque me lembrei de uma experiência que tive no começo de meu desenvolvimento mediunico. Eu estava incorporado com caboclo mas naquela fase em que a incorporação ainda não é completa. Eu senti o EV mais forte da minha vida. Pensei que ia ser derrubado no chão. Eu nem sabia ainda que aquilo era um EV, aliás nem sabia o que era EV. Não se falava disso naquela época. 

 

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De todas as vezes que ouvi o Wagner Borges falando sobre EV, a impressão que ficou foi que o que incomoda ele é as pessoas acharem que o EV é a solução pra tudo. Na verdade isso acho que é até meio direcionado pro pessoal da conscienciologia. 

O Wagner Borges defende uma prática energética mais váriada com exercícios distintos. 

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5 horas atrás, Iogui disse:

De todas as vezes que ouvi o Wagner Borges falando sobre EV, a impressão que ficou foi que o que incomoda ele é as pessoas acharem que o EV é a solução pra tudo. Na verdade isso acho que é até meio direcionado pro pessoal da conscienciologia. 

 

Sim, mas é a impressão que dá mesmo. Eles parecem tratar o EV como panacéia. Praticamente só falam nisso, o que é ate estranho...

Quanto às outras práticas, acho que podem atingir o EV meio que por acidente, porque a meta da órbita é desbloquear os canais para estabelecer um fluxo contínuo né? Não é atingir um estado excitatorio da energia, que é o EV.

Será que a meta da órbita seria a pessoa viver em EV constante? Acho que nao, acho que o desbloqueio definitivo dos canais nao tem como resultado um estado de EV constante, mas va saber...

Talvez o RESULTADO seja similar ao RESULTADO da pratica rotineira da OLVE:

aumentar a quantidade de energia livre disponível para a mobilizacao consciente quando precisa, porque a movimentacao pura e simples faz essa  liberacao com o tempo. A real a meta da  prática da OLVE é poder "dar pulsos quando necessário", como o proprio Wagner relata ali que faz quando precisa.Mas raramente ouvimos o pessoa da conscienciologia falar isso. Aqui o waldo comenta:

https://youtu.be/uOJV14OgG_Y

 

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15 horas atrás, sandrofabres disse:

Quanto às outras práticas, acho que podem atingir o EV meio que por acidente, porque a meta da órbita é desbloquear os canais para estabelecer um fluxo contínuo né? Não é atingir um estado excitatorio da energia, que é o EV.

Então... mas se você começa a mexer as energias em uma parte do corpo e naquela parte você gera uma maior soltura e consequentemente uma maior agitação, isso tende a afetar todo a sistema por indução. O princípio é o mesmo do OLVE só que no OLVE você já tem a intenção de afetar tudo mesmo. 

É nesse sentido que todo tipo de movimentação energética pode ser benéfico e pode de alguma forma levar a um EV. Principalmente quando as energias já estão mais soltas, menos densas.

15 horas atrás, sandrofabres disse:

Será que a meta da órbita seria a pessoa viver em EV constante?

Claro que não. Até porque o EV não precisa ser constante. Só de conseguir provocar ele conscientemente de vez em quando já dá pra se beneficiar. Mas mesmo sem provocar o EV, só de estar movimentando as energias já se tem um benéfico. Se a pessoa fizer lá a órbita, não chegar a um EV de fato mas já conseguir movimentar a energia e fazer os canais ficarem um pouco desobstruídos, já está no lucro. Não precisa nem chegar a um EV de fato. 

 

15 horas atrás, sandrofabres disse:

Acho que nao, acho que o desbloqueio definitivo dos canais nao tem como resultado um estado de EV constante, mas va saber...

Olha... eu realmente não sei. Mas já vi o Waldo falando uma teoria sobre Serenões levantando esta hipótese de que eles já estariam num estado de estar constantemente em EV. Acho que vi ele falando isso em algum vídeo mas ele tava só levantando uma hipótese. Não afirmou isso como afirmação absoluta porque ele mesmo não tinha certeza. 

15 horas atrás, sandrofabres disse:

A real a meta da  prática da OLVE é poder "dar pulsos quando necessário", como o proprio Wagner relata ali que faz quando precisa.Mas raramente ouvimos o pessoa da conscienciologia falar isso. Aqui o waldo comenta:

https://youtu.be/uOJV14OgG_Y

Não sei não. Vejo isso como apenas um dos benefícios. Mas acho que há muitos outros. Só o fato de a pessoa ir conseguindo ir trabalhando seus bloqueios energéticos já é um bom ganho. E acho até que mais importante pro ser humano médio que tá aqui se arrastando que nem a gente se perdendo nas próprias paixões. 

Mas mesmo que não se consiga nem produzir o EV. Só de estar movimentando com frequência já tem algum benéfico. 

Tem dias que não estou com muito saco pra ficar naquela coisa de vai e vem da OLVE. Aí eu faço outros tipos de movimentação. Pulsação nos chácras, expansão e retração da áura pela vontade, práticas energética de exteriorização com mentalização de cores. Etc. Penso que o importante é mexer as energias e acho que é mais ou menos esse o objetivo da fala do Wagner Borges.

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Essa dúvida sobre o EV constante ser um estado que se atinge não me soa absurda porque aquele líder do meu grupo tinha uma energi estranha. Uma vez ele estava no PC lendo um email e foi me mostrar. Me inclinei sibre ele para ler e ao chegat muito perto senti o MEU corpo formigar, e senti meu corpo astral se deslocar uns 10cm para o ldo oposto, se fastando. Aí comentei com ele, e ele disse que isso é uma queixa comum de quem chega muito perto dele, as colegas da faculdade sempre reclamavam disso, mas que ele só sabia que a enegia dele era assim, nao sabia porque.

Depois que comheci o EV fiquei pensando se ele nao estava sempre em EV, ou no minimo, num estado de maior circulacao energética do que os demais. 

Talvez o resultdo de um fluxo co tínuo desbloqueado, como se obejtiva na orbita ,seja isso, mas como cada ramo tem sua  propria nomenclatura, acho que fica difícil descobrir.

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42 minutos atrás, sandrofabres disse:

Talvez o resultdo de um fluxo co tínuo desbloqueado, como se obejtiva na orbita ,seja isso, 

Faz sentido. Talvez uma condição de maior soltura energética ao se desfazerem a maior parte de nossos bloqueios permita isso. E a forma de chegar a isso independe do tipo de técnica utilizada. O importante é mover as energias, fazer práticas energéticas. Acho até que possuir conhecimento e fazer uso de um maior número de práticas distintas seja mais benéfico do que ficar só na OLVE direto porque o que talvez esteja difícil fazer com uma técnica,  para aquele biotipo específico, naquela ocasião, fique mais fácil com a outra técnica. 

Temos que lembrar que cada pessoa é diferente, possui uma constituição energética diferente e que não está sempre igual. Varia com o tempo. Tem dia que parece que é até mais fácil movimentar as energias que em outros dias. E essa variação pode ser até no mesmo dia dependendo de para onde fomos, com quem tomamos contato, as emoções que desenvolvermos durante o dia, etc. Se a vida apresenta tantos quadros distintos, há de se ter um beneficio em se conhecer e utilizar várias técnicas distintas porque talvez umas funcionem melhor em determinadas situações do que outras. 

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Em 16/05/2021 at 21:29, Iogui disse:

 um vídeo de duas horas de uma live que ele fez especificamente sobre o tema:

https://youtu.be/rz3-HvLREr0

Faz tempo que  eu falo aqui no gva que nos projetamos acordados, aqui um exemplo:

http://www.viagemastral.com/forum/index.php?/topic/17061-energia-e-suas-repercussões-autor-kátia/&do=findComment&comment=74252

só que isso não cabe nas explicações  dos espiritualistas tradicionais, embora apareçam aqui e acolá registros que admitem a ocorrencia desse tipo de coisa.

 

Ali no vídeo do wagner em algum ponto ( que não consegui achar agora) ele insiste que não tem como, que se a pessoa se sente presente no outro lugar mas esta acordada, é clarividência, não projecao.  Mas na verdade a linha divisória entre esses fenômenos não é clara.

No fim das contas, a menos que você tenha  presente no local um clarividente  observando de fora o evento, o que vale mais é a sensação de quem passa  pelo fenômeno:

https://m.youtube.com/watch?v=Gn_QGKfwfd8&t=1785s

 

 

 

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É... sobre essas outras experiências fora do convencional eu não posso falar nada. Só especular mesmo. Acho muito interessante e meio surreal. 

Já vi um vídeo do Moisés Esagui falando sobre uma experiência dele de estar caminhando e se ver Projetado fora do corpo flutuando por cima do corpo dele. Também lembro dele falando de um mesmo espírito que estava encarnado em dois lugares ao mesmo tempo (se não me engano era a mãe dele). 

Acho que, se minha memória não falha, já vi um relato do Waldo Vieira também falando de se ver Projetado por cima do corpo enquanto caminhava com o corpo físico andando dentro de um aeroporto. 

O fato é que cada um fala com base em suas experiências. Nessa área tudo é muito subjetivo então fica difícil de comprovar essas coisas, tanto de serem verdadeiras quanto de serem falsas ou de serem um terceiro fenômeno que poderia ser explicado de outra forma. 

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6 horas atrás, Iogui disse:

Acho que, se minha memória não falha, já vi um relato do Waldo Vieira também falando de se ver Projetado por cima do corpo enquanto caminhava com o corpo físico andando dentro de um aeroporto. 

Relato dele eu não conheço, mas no Projeciologia ele já citava o fenômeno:

Screenshot_1202.jpg

 

Screenshot_1203.jpg

 

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  • 1 month later...

Será se isso poderia ser classificado como uma clarividência viajora?

Pelo que entendi, não é que a consciência dela se dividiu mas, ela estando projetada, o foco de atenção dela estava mais na projeção que flutuava vendo a mãe enquanto seu corpo físico estava em pé lá na casa dela. Acho que isso é tipo, mais ou menos como quando, no corpo físico dividimos nossa atenção em duas tarefas como, dirigir um carro e ao mesmo tempo conversar com a pessoa ao nosso lado. Quando fazemos isso, uma das tarefas é feita de forma mais automática mas a nossa inteligência é mais utilizada naquela tarefa que nos exige um esforço mais consciente enquanto efetuamos a outra tarefa com o aspecto mais instintivo de nossa consciência.

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Nesses casos a pessoa pode preferir impor um modelo explicativo que esteja mais de acordo com o que acredita, mas os fatos percebidos nesse tipo de  experiencia são:

1- a pessoa se sente como estando de fato lá

2- a pessoa pode ser sentida ou vista por clarividentes como estando de fato lá.

Creio que apenas a forte  crença de que isso "não pode" ser projeção, devido a um pressuposto teórico de que a consciência não se divide, rejeitaria a evidência do que PARECE estar acontecendo. 

De fato em qualquer caso as aparências podem ser enganosas e os pressupostos  teóricos é que seriam verdadeiros, mas eu pelo menos não vejo razão para rejeitar o que a experiência indica que está acontecendo  para ficar com o que me parecem apenas dogmas. 

Para mim é o mesmo que rejeitar a projeção e tentar explicá-la como sonho lúcido. Não há razão alguma por que  uma pessoa deveria rejeitar o que ela experienciou em primeira mão, com lucidez, e adotar um modelo explicativo que renega o ocorrido e atribui até mesmo as comprovações a um suposto "poder da mente" de obter informações. 

 

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18 horas atrás, Iogui disse:

Será se isso poderia ser classificado como uma clarividência viajora?

Note que isso é apenas um nome para explicar um tipo de "projecão parcial", definida  como sendo alguma parte da consciencia que parece se deslocar até o ponto de observação. 

Mas o que diferencia uma projecao "parcial" de uma "total"?

A definição de que para ser total, o corpo deveria ficar apagado.

Mas re@lmemte deveria??? Isso é apenas questão de definições.

Além disso a percepção  dos clarividentes não é objetiva, motivo pelo qual não concordam entre si  nos detalhes da aparencia dos espiritos observados. Entao uma "parte" da consciência projetada poderia ser reconhecida por um clarividente no local alvo como o próprio sujeito projetado em corpo sutial, e por outro clarividente como um  ponto luminoso ou " Globo".

Até mesmo projeções completas ou entidades desencarnadas são as vezes percebidas como apenas um globo  luminoso com um rosto reconhecivel dentro.

 

Então parece inutil tentar  dividir esse fenômeno em projeção completa do " corpo" astral ou projeção de parte da consciencia numa experiência de clarividência, porque as distinções só são claramente perceptíveis nas definições, não na percepção prática de quem está passando pela situação.

 

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Na minha opinião, a clarividência viajora é, de fato,  um tipo de projeção.

Se algo está sendo "Projetado" para fora do corpo, então é uma projeção. Dizem que no caso da clarividência viajora, o que é Projetado não é o corpo astral e sim algo do corpo energético do indivíduo. Em alguns casos, é um túnel energético que se projeta até o local e, por ser um túnel, a visão resultante é cilíndrica. A consciência ainda está no corpo mas consegue perceber o local distante através deste "apêndice" energético. Entretanto, neste caso isso seria uma projeção "energética" e não "astral". Pois o que estaria sendo Projetado não é o corpo astral em si. 

Me parece que isso pode até ser treinado. 

6 horas atrás, sandrofabres disse:

Então parece inutil tentar  dividir esse fenômeno em projeção completa do " corpo" astral ou projeção de parte da consciencia numa experiência de clarividência, porque as distinções só são claramente perceptíveis nas definições, não na percepção prática de quem está passando pela situação.

Embora eu compreenda o que você quer dizer e, de certa forma, até concorde. Em parte, eu não concordo. Eu não acho assim tão inútil dividir os fenômenos porque ser capaz de ver as distinções pode nos dar uma melhor compreensão do fenômeno em si, mesmo que do ponto de vista de quem passa pela situação, de uma forma prática, seja difícil de distinguir. 

Inclusive acredito que para que se possa ter a capacidade de reproduzir o fenômeno de forma consciente, seja útil conhecer as distinções entre fenômenos distintos com efeitos semelhantes. Mas,  em geral, essas pessoas que descrevem esses fenômenos mais incomuns não são capazes de os repetir pela livre vontade porque são pra eles acontecimentos espontâneos que talvez tenham ocorrido por uma série de fatores desconhecidos que coincidiram ou talvez, por um estímulo consciente de uma consciência terceira, um técnico do astral. 

Se você sabe distinguir um fenômeno do outro, ao tentar reproduzi-lo você pode focar mais naquilo que faz mais sentido. Focar em atuar apenas no corpo energético ao invés do astral, por exemplo. E mesmo que não se tente reproduzir o fenômeno em si, acho que o conhecimento da mecânica da coisa é sempre útil e pode ajudar de uma forma ou de outra. 

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Claro, tem isso também. Se a distincão tiver como base aplicar a técnica correta, ajuda. E no caso da visão de túnel pelo menos há um critério para justificar estabelecer a diferença entre os fenômenos. 

No caso de usarem o critério corpo acordado/ corpo dormindo é que me soa dogma, porque esse tipo de conceito parece RESULTADO de um pressuposto antigo que via a projeção como saída do corpo. E se saiu, deixou vazio. E se deixou vazio, pode ser invadido. E se pode ser invadido, precisa ser protegido. 

Enfim, por causa de uma pressuposto inicial meio que baseado numa " fisica newtoniana" criou-se uma lista de problemas/necessidades das quais ainda  lutamos para nos livrar, porque já se consegue entender melhoe hoje em dia que o tempo e o espaço são formas de percepcão da consciência encarnada, então se estamos falando de projecao, os conceitos de dentro e fora, assim como de passado, presente, futuro, devem ser vistos com  mais flexibilidade. Podemos experimentar saidas e entradas porque esse conceito está arraigado em nós,.mas o fato de existirem essas experiencias diferentes mostra que a coisa pode ser muito mais fluida do que as regras que aprendemos. 

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É... sobre corpo acordado durante a projeção tem aquele relato muito interessante do Moisés Esagui e, se não me falha a memória, tem também um relato do Waldo Viera (só não me lembro agora onde foi que vi esse relato pra poder indicar) que são dois projetores experientes e respeitados. Então acredito que seja um fenômeno que deva ser encarado com seriedade. 

De uma forma geral, acho que temos mesmo que tentar sermos flexíveis em relação a fenômenos associados com a projeção da consciencia pois qualquer um que se debruça sobre esses assuntos percebe que ainda sabemos muito pouco. Mesmo os projetores mais experientes de que temos informações tinham ou tem bem pouco controle dos fenômenos e costumam relatar projeções em que não são capazes de explicar com profundidade tudo o que se passa. 

Nessa área de estudo, ainda temos mais hipóteses e teorias do que certezas de fato. 

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