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Prisão dentro da viagem astral


Bárbara
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Olá!

Não faço viagem astral consciente, ou me lembro ao acordar pela manhã ou desperto após o sonho lúcido. Bom tenho tido experiências recorrentes, a primeira umas "criaturas" (pequenas e escuras) tentavam me levar do meu quarto para outro lugar (me confundir) daí fiquei consciente, elas perceberam e fugiram. Da outra vez a mesma coisa, mas fiz um movimento com as mãos e consegui voltar pro meu quarto. E nesta madrugada estava num lugar como se fosse um labirinto de tijolos, fiquei um pouco consciente (bem pouquinho mesmo) que até pensei, credo não consegui dormir ainda, nisso voltei pro meu quarto e pensei agora vou dormir rs, pela manhã que entendi direito rs. Já vi um breve relato do Saulo sobre essas criaturas, que seriam mandadas e impedem a projeção astral, alguém saberia mais detalhes, já tiveram algo parecido?

 

*Não faço técnicas, apenas cuido da minha espiritualidade.

 

Gratidão

 

Bárbara

 

 

 

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Não ficou claro a que situação você se refere. Mas pensando neste trecho:

20 minutos atrás, Bárbara disse:

E nesta madrugada estava num lugar como se fosse um labirinto de tijolos, fiquei um pouco consciente (bem pouquinho mesmo) que até pensei, credo não consegui dormir ainda, nisso voltei pro meu quarto e pensei agora vou dormir rs, pela manhã que entendi direito rs. Já vi um breve relato do Saulo sobre essas criaturas, que seriam mandadas e impedem a projeção astral,

Já passei por fases em que toda vez que saia de casa me via em alguma estrtura da qual era.dificil sair. Ruas estreits com casas altas, ao sinor para os telhados, para sair dali,.vai "ate onde o olho alcanca" a repeticao infinita ds mesmas estruturas de ruas e casas. Isso durou alguns meses e depois parou. Ja um outro projetor me relatou ficar preso em.caixas, celas, ou ao abri uma porta ou janela encontrar outra e outra e outra....

Mas depois de um tempo parou de acontecer. Nao faço idéia do que produz essas estruturas labirinticas.

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Muito obrigada pelo retorno 🙏

A situação que me refiro é com relação a essas "criaturas" que nos prende em determinadas realidades, criadas por elas mesmas. O Saulo comentou que elas são mandadas, minha dúvida séria mandada por quem (encarnado/desencarnado)?? Qual finalidade??

Sei que é confuso, o Saulo foi o primeiro que ouvi falando sobre, ainda que muito breve.

 

Mais uma vez obrigada

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A projeções, assim como o sonhos, .estão sujeitas a interferências simultâneas dos vários fatores capazes de alterar o ambiente astral, porque ele não é fixo, não tem solidez inerente, como o ambiente físico. Então o cenário pode mudar pela ação de qualquer mente presente no local, seja sua, seja de outros, positivos, negativos ou neutros (habitantes do local próximo, do bairro...).

Quem são essas entidades e por que agem dessa forma? Cada caso é um caso. Aqui relatei um exemplo, e após ler o que comento ali, leia mais lá embaixo  o comentário do usuário Tupi:

https://www.viagemastral.com/forum/index.php?/topic/19118-animal-astral/&do=findComment&comment=88497

Esse é só um dos casos em que pode haver motivação desses seres em interferir. Outro exemplo seria algum obsessor antigo, de outras vidas, que aparece para atrapalhar toda vez que você senta para praticar algo no qual quer se desenvolver espiritualmente. Nesse caso é uma perseguição específica com você, por motivos que só eles sabem (ter usado mal seu conhecimento em vidas passadas e ter ganho adversários, ter usado bem..e ter ganho adversários, ter traído um grupo que te ensinou certas coisas e você usou de forma que o grupo não aprovava, ou não quererem que você se desenvolva sem estar ligado a eles, etc, porque o jogo de poder é algo inerente aos seres que vivem em grupos .

Um caso meio comum é  a pessoa ser de uma família religiosa e está querendo começar a investigar as coisas por si. Nesses casos ela pode passar a ter experiências negativas de um certo tipo, fabricadas pelas entidades ligadas àquela religião, porque as corporações religiosas são verdadeiras estruturas de poder mundial, uma rede de trabalho astral instalada no planeta há milênios, seja para o bem, seja  para o mal, no caso em que elas já se deturparam. Então elas possuem recursos operacionais no astral que podem ser acionados para que tentam influenciar aqueles de seu grupo que estão começando a querer questionar, para que  desistam, se assustem, e ache que "experimentar é coisa do diabo, devemos seguir fielmente o que está no nosso livro sagrado".

E eles podem alegar o mesmo a favor deles: que você pode começar a ter "experiências sedutoras" plasmadas pelo "diabo", "para que você se desvie da sua fé". Os mesmos argumentos que batem em chico ,batem em francisco, porque é um fato da vida que os seres humanos parecem estar sempre tentado controlar as visões/escolhas/opções dos outros. 

Então as motivações são realmente muito variadas e cada caso que fosse descoberto precisaria ser investigado individualmente.

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3 horas atrás, sandrofabres disse:

A projeções, assim como o sonhos, .estão sujeitas a interferências simultâneas dos vários fatores capazes de alterar o ambiente astral, porque ele não é fixo, não tem solidez inerente, como o ambiente físico. Então o cenário pode mudar pela ação de qualquer mente presente no local, seja sua, seja de outros, positivos, negativos ou neutros (habitantes do local próximo, do bairro...).

Quem são essas entidades e por que agem dessa forma? Cada caso é um caso. Aqui relatei um exemplo, e após ler o que comento ali, leia mais lá embaixo  o comentário do usuário Tupi:

https://www.viagemastral.com/forum/index.php?/topic/19118-animal-astral/&do=findComment&comment=88497

Esse é só um dos casos em que pode haver motivação desses seres em interferir. Outro exemplo seria algum obsessor antigo, de outras vidas, que aparece para atrapalhar toda vez que você senta para praticar algo no qual quer se desenvolver espiritualmente. Nesse caso é uma perseguição específica com você, por motivos que só eles sabem (ter usado mal seu conhecimento em vidas passadas e ter ganho adversários, ter usado bem..e ter ganho adversários, ter traído um grupo que te ensinou certas coisas e você usou de forma que o grupo não aprovava, ou não quererem que você se desenvolva sem estar ligado a eles, etc, porque o jogo de poder é algo inerente aos seres que vivem em grupos .

Um caso meio comum é  a pessoa ser de uma família religiosa e está querendo começar a investigar as coisas por si. Nesses casos ela pode passar a ter experiências negativas de um certo tipo, fabricadas pelas entidades ligadas àquela religião, porque as corporações religiosas são verdadeiras estruturas de poder mundial, uma rede de trabalho astral instalada no planeta há milênios, seja para o bem, seja  para o mal, no caso em que elas já se deturparam. Então elas possuem recursos operacionais no astral que podem ser acionados para que tentam influenciar aqueles de seu grupo que estão começando a querer questionar, para que  desistam, se assustem, e ache que "experimentar é coisa do diabo, devemos seguir fielmente o que está no nosso livro sagrado".

E eles podem alegar o mesmo a favor deles: que você pode começar a ter "experiências sedutoras" plasmadas pelo "diabo", "para que você se desvie da sua fé". Os mesmos argumentos que batem em chico ,batem em francisco, porque é um fato da vida que os seres humanos parecem estar sempre tentado controlar as visões/escolhas/opções dos outros. 

Então as motivações são realmente muito variadas e cada caso que fosse descoberto precisaria ser instigado individualmente.

Pude começar a entender, no meu caso, neste momento sinto que é a questão religiosa, mas não sei ainda como lidar com uma "organização" deste porte no astral, sigo buscando a Verdade...

 

Agradeço a atenção! Muita luz

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Em geral, quem nasce em família religiosa, já veio de comunidades do umbral que são religiosas, e ao morrer volta para lá. Os laços de afinidade que temos com desencarnados em geral são de muitas vidas. São afinidades psicológicas, de interesses, de perfil de desenvolviemtno de chakras. Para se desligar de um grupo precisamos perder essa afinidade, o que não é tão fácil quanto possa parecer. 

Eu conheci um casal de amigos em 2001. A esposa era católica, estava na renovaçao carismática parece. Antes disso parece que na infância ela era de família evangélica. Não sei ao certo, sei que havia duas vertentes cristãs na história de vida dela. Saiu da primeira, estava na segunda, mas queria algo mais...

No conhecemos, ela passou a conhecer um pouco de esoterismo, se interessou por varias coisas, se desinteressou completamente por continuar naquela vertente, recebeu iniciação reiki, etc....Depois perdi contato regular com eles porque eram de outra cidade e tal.

Lá por 2016 ela me contatou de novo, via facebook. Nesse meio tempo ela tinha desenvolvido um câncer e o médico lhe deu apenas três meses de vida. Ela voltou para a igreja...Viveu mais cinco anos. Me contatou uns seis meses antes de desencarnar.

Quer dizer, ela passou quase 15 anos afastada de religião, mas quando o bicho pegou, as tendências dela falaram mais alto. Isso não é uma crítica, é apenas uma observação sobre algo que acontece com todos nós. Esta vida encarnada é uma passagem curta, os laços que estabelecemos com pessoas, amigos, amentes, grupos... duram muito mais que uma vida.

Ela provavelmente voltou a morar na sua comunidade astral de seguidores daquela religião,por ter desencarnado participando dela. E sairá de lá para a nova encarnação, sendo visitada quando bebê pelos amigos que deixou lá ( ou inimigos, que parece ser o caso dos terrores noturnos das crianças, mas é impossível te certeza) 

 Tem obsessor por aí hoje  que já foi  colega de mentor. O cara começa a se perder, passa séculos andando fora da linha, mas os antigos amigos, hoje mentores, não perdem ele de vista, e ajudam caso haja possibilidade. Obsessores fazem o mesmo, mas com sinal trocado.

Então embora a coisa possa ser explicada de forma simplista como "assédio", no fundo, é tudo "velhas amizades", a separação ou aproximação de nossos antigos colegas parte da gente.

Aqui um relato da Dion Fortune, do livro Autodefesa Psíquica:

Citar

Perguntaram-me se podia ajudar uma mulher que era uma inválida vitalícia, mas cujo caso os vários médicos que ela havia consultado não eram capazes de diagnosticar satisfatoriamente, nem de trazer-lhe ajuda. Todos concordavam em que nada havia de orgânico com ela, e depois de tentar em vão curá-la, diziam geralmente em uníssono que era um caso de histeria pura. Ela sofria de um crônico estado de exaustão, de indigestão, de ataques de vômito, de dores de cabeça enceguecedoras e de palpitações cardíacas. Ela não tinha, contudo,’ nenhuma disposição neurótica, sendo, ao contrário, uma mulher tranqüila, sensível e intelectual, que suportava seus sofrimentos com coragem.


Fiz um diagnóstico psíquico e cheguei à seguinte conclusão:

 Durante muitas vidas passadas, ela trilhou o Caminho e, em sua última vida, uma encarnação masculina, a fim de apressar o seu progresso, ela viajou para o Oriente, e recebeu a iniciação numa das Ordens Tibetanas, que infelizmente revelou ser do Caminho da Mão Esquerda. Aí ela aprendeu o Hatha Yoga, que dá controle sobre as funções do corpo.

Em sua vida atual, ela reteve os poderes que o seu treinamento lhe havia dado, mas não a lembrança da técnica. Consequentemente, os seus estados emocionais afetavam os sistemas automáticos do controle nervoso, cujas funções não estão normalmente sob a direção da mente. Portanto, todas as vezes que ela era emocionalmente perturbada, sua atividade mental subconsciente transbordava para a mente automática e desregulava alguns dos sistemas funcionais do corpo. Acredito que esta explicação dá uma chave para muitos casos de distúrbio funcional. Muitas pessoas no curso das práticas meditativas ocultas obtêm controle da mente automática que controla o funcionamento dos órgãos físicos. Pode-se lembrar que o famoso cientista, Sir Francis Galton, o fundador da ciência da eugenia, fazia experiências com o controle mental da respiração, e que, ao consegui-lo, descobriu que a função automática havia caído num estado de latência, e ele teve que despender três ansiosos dias respirando pelo poder da vontade e por atenção voluntária até que a função automática fosse restabelecida. 

Nesse caso particular, contudo, havia mais do que um distúrbio de função; havia uma exaustão crônica peculiar e muito marcante. Concluí que ainda existia um vínculo entre ela e a Ordem tibetana da qual ela havia sido uma iniciada em sua vida anterior. Como sabem os ocultistas, o indivíduo retorna vida após vida à Ordem da qual é um iniciado, pois o vínculo é muito forte. Essa é uma das razões por que as grandes Escolas de Mistério não precisam fazer-se conhecidas pela publicidade; elas conhecem os seus, e os arrebanham no plano astral.  Mas se é uma coisa valiosíssima estar sob a proteção de uma Ordem respeitável, é extremamente desagradável persistir num relacionamento similar com uma Ordem infame. Nesse caso particular, eu era da opinião de que a Ordem à qual essa senhora havia pertencido numa vida anterior mergulhara em profunda
decadência e de que os seus dirigentes estavam deliberadamente drenando a vitalidade dos membros que pertenciam a ela.

Trabalhando com base nessa hipótese, projetei-me astralmente da maneira que já descrevi, e visitei essa senhora à noite. Percebi que, enquanto dormia, de seu plexo solar emanava uma substância negra, elástica e viscosa, que se assemelhava muitíssimo a um bastão de alcaçuz espanhol que foi mascado por uma criança. Essa substância se perdia no espaço. Ao tentar descobrir a sua outra extremidade, tive uma breve e longínqua visão de um monastério com um telhado chinês empoleirado num penhasco entre grandes montanhas. 

Enfrentei a situação pelo simples expediente de passar meu corpo astral pela linha de substância negra, quebrando-a. Ela se transferiu imediatamente para o meu plexo solar, e por um instante senti uma onda de pensamentos tentadores instigando-me a deixar essa mulher sob o meu domínio e a explorá-la em toda a sua capacidade financeira. Expulsei essa idéia e “ataquei” a corda de alcaçuz astral da maneira que descrevi, cortando-a e queimando-lhe a ponta, e tive a satisfação de vê-la enroscar-se e desaparecer nas trevas. Caí, então, no que considerei um sono bem merecido.

Nada falei a essa senhora de minhas idéias, porque desejava descobrir se podia esclarecer o caso trabalhando sem ajuda na hipótese oculta e sem deixar-me induzir
por qualquer sugestão. Na manhã seguinte, eu a visitei para saber como estava passando, e a encontrei sentada na cama comendo um farto desjejum e com o semblante de uma mulher completamente diferente da criatura pálida e exausta que havia visto no dia anterior.  Sem esperar por qualquer pergunta de minha parte, ela disse: “Não sei o que houve, mas sinto-me como se algo tivesse sido quebrado e estou livre”. Depois do desjejum ela se levantou, saiu para um passeio e encontrou o médico que a estava atendendo, na rua. Tão grande era a mudança de sua aparência que este não conseguiu reconhecê-la até que ela lhe dirigisse a palavra. 

Eu lhe disse que em minha opinião ela não deveria dedicar-se aos estudos ocultos para não refazer o vínculo magnético com a antiga Ordem, e também lhe ensinei como impedir que a sua mente subconsciente enviasse sugestões destruidoras aos seus sistemas orgânicos de controle funcional. Por alguns anos, ela se manteve com boa saúde, mas depois, infelizmente, retomou o estudo do ocultismo e recaiu num estado semelhante ao anterior, tendo provavelmente refeito os contatos com a Fraternidade tibetana que tantos transtornos lhe causara. 

Fonte: Autodefesa Psiquica Dion Fortune (completo).pdf, pgs 143-145

 

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Bom, durante a maior parte da minha vida fui Católica, renovação carismática, eu era do ministério de intercessão (dons visão e revelação). Minha família eram católicos "de nome" e meu avô da umbanda (não o conheci). Mesmo ativa dentro do catolicismo, fui vivendo uma espiritualidade "livre" até onde deu. Desde de criança já me falavam que era médium e que eu era perseguida, imagina uma criança ouvir isso? Me sentia atraída por coisas espirituais "ocultas?".

Na entrada da adolescência pensei que eu ia enlouquecer, de tantas vozes que ouvia e tinha medo de dormir, até que um dia uma "Voz" me disse pra eu me voltar pra Deus senão aquilo ia parar e assim iniciei a caminhada/conversão no cristianismo.

Minha ligação com o cristianismo ainda é forte, pois é a maneira que converso e me conecto com Deus e não falo de rituais ou sacramentos, mas sim minha visão de Deus Trindade. Hoje não tenho religião...

Aos poucos eu sei/sinto que a Verdade vencerá.

Sandrofabres agradeço mais uma vez por compartilhar seu tempo e conhecimento!

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* Fiquei aqui imaginando (nunca tinha ouvido falar sobre isso), como seria uma grupo "católico"/"evangélico" no umbral? E nas dimensões "maiores"? A visão pós morte deles é totalmente diferente

Céu onde vc esta imerso em Deus

Inferno ausência de Deus 

Purgatório corrigindo aquilo que ainda existe em você e que não condiz com a vida eterna contemplando a Deus.

 

 

 

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Bem, eu não tenho ideia de quantas vezes já me vi em prisões no astral. Algumas vezes eram sonhos, em outras, projeções.

Já me vi presa em fortalezas, clínicas/hospitais de experimentos, lixões, ilhas, covil de traficantes de mulheres, buracos subterrâneos, festa cheia de gente maluca...o detalhe é que SEMPRE fujo de todos eles...sozinha ou com ajuda. Não, não assisto filmes de ação... eu saberia diferenciar, porque tenho essas experiências desde criança.

Eu sempre peço proteção à Deus e aos mentores ao ir dormir, porque sei que tem épocas bem tensas. Por um tempo passa, mas depois vai voltando. Não sei se gosto de um barraco ou se vou lá para ajudar alguém. Mais provável que seja a segunda opção, visto que este já é um traço da minha personalidade encarnada.

Semana passada, acordei num lugar estranho junto com um homem e uma mulher, ambos estavam me ensinando que para sair dali nós iríamos saltar num buraco que sairia numa rede de esgotos, só me lembro de ter perguntado: e quando cair no esgoto, tomo qual direção? me disseram para seguir a direção da água...acordei quando saltei ehehe

Agora, quanto à religião, achei interessante o texto da Dion Fortune, porque sinto que quando me aproximo de algumas práticas ligadas à algumas religiões, parece que aciona alguma coisa estranha em mim, algo que atrai lembranças desagradáveis. Certamente resquícios do passado...

 

 

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Bom, agora a Lgomes falou algo que me lembrou outra coisa. A pergunta da bárbara me lembrou das siutações tipo labirinto, que te impedem de sair de casa. Você levanta do corpo, na boa, então sai do quarto atravessando uma parece, ou telhado, etc... e já começam esses rolos.

 

OUTRA COISA é o que ela comentou aí. Normalmente eu não relato minhas experiências aqui, exceto quando servem para exemplificar alguma resposta ao que está sendo perguntado, mas vou comentar aqui algo que só comentei individualmente com alguns membros com quem converso mais a nível privado, pode ser que seja útil para quem leai entender o que lhe acontece.

As religiões mantém ainda muita gente presa em astral. São os tais sequestros astrais que acontecem pelos mais diversos motivos, e não são só as religiões que fazem isso, claro, mas elas também fazem. Então ao que parece há certos "calabouços astrais", que ficam distribuídos em corredores estreitos, de pedra, onde há várias prisões. É literalmente um presídio, com guardas nos corredores e tal. 

Em geral você acessa isso penetrando (em astral) num "oratório" (tem que se encolher, ehehe) . Vai dar numa escadaria estreita, como esta:

guedelon-1780440_1280.jpg

Chegando lá embaixo há um corredor central, com difrucações, e vários corredores menores, várias celas em cada trecho

taranto-cunicolo-di-entrata-una-torre-apúlia-itália-de-novembro-corredores-internos-do-castelo-aragonese-168087235.jpg

Já tive emxperincias em que acordo lembrando de ter localizado na cidade algum prédio que tinha um oratório desses, e aproveitei para penetrar nele e resgatar os presos. As vezes nao dá, os guardas do calabouço me detectam tão logo eu chego na escada, e  antes que eu chegue nos presos eles já estão ao meu encalço e preciso fugir dali rapidamente. Outras vezes eles não detectam minha presença, parecem estar ocupados em outra área, e consigo abrir várias celas, as vezes levando 20, 30, 60 pessoas comigo, para fora de lá, de votla pela escadaria e saída na superfície. As primeiras experiências que tive com isso eram memórias de sonhos, ou asism achava eu, lá quando eu tinha 18 anos. Após ter adquirido algma experiência na projeção as memórias sao mais nítidas e lembro que estou lúcido, porque quando eu penetro no oratório eu sei que é um portal dimensional, asism com oeu sei que os guardas me detectam por telepatia, mas nem semrpe eles estão alertas. Já teve uma vez em que fiquei encurralado num desses corredores, do lado oposto da saída, então precisei cortar a parede de pedras, para sair, algo que evidentemente você só pode fazer se tem plena consciência deque  está em astral e aquela solidez é enganosa. Só enfie o braço nap parede  e a cortei como quem corta um bolo com espátula, em enfiando pelo rasgo. Aparentemente só tentar atravessar, como atravessamos portas, não dava, talvez pela densidade da zona astral. Em geral esse lance de "descer" é ismbólico e já indica qu estamos acessando uma zona mais densa, como tem no relato da lgomes ali, sobre penetrar nos esgotos. Os esgotos são de fato um logal para acessar esses "submundos do crime" astral, as áreas em que o pessoal sequestrado fica preso, etc.

Quando comentei isso com uma amiga que mora na itália, ela me mostrou fotos da umas ruínas de prisões que tem no coliseu romano, e que secomunicam por baixo com o vaticano (ou algum outro prédio lá, ligao à igreja católica, não lembor agora)

Vocês podem ver nesta foto as ruínas do ficava abaixo do nivel do chão, mas o "chão"(teto das celas)  desabou:

SAM_0336-4-com-nome-1024x768.jpg

Tem uma cena do filme Jumper, que é filmada ali:

https://www.youtube.com/watch?v=gwTTsc0zMco

Vamos recordar que a igreja católica é nada mais nada menos que o velho império romano, que apenas aderiu  ao cristianismo.

Então todo contexto parece apontar para prisões ligadas ao império católico, e por algum motivo essas pessoas são mantidas presas lá nesses calabouços. Claro que isso é como enxugar gelo, a gente faz missões de resgate, mas eles estão sempre prendendo de novo mais gente. As vezes logo que eu passo pelo oratório e chego na escadaria eu consigo saber telepaticamente se tem muita gente ou pouca presa lá, mas nem sempre isso é possível.

Estou relatando isso para que quem leia e lembre de ver essas cenas nso seus sonhos e projeções possa tentar entender. Esse caos é diferente do que comentei antes, que parecem ser estrturuas ilusórias plasmadas para impedir que projetores consigam sair e investigar coisas. Essas prisões são lugares que existem no astral ,e pelso menos essas que vejo há tanto anso parecem estar ligadas com religião.

Então se você que lê isto é de família religiosa, católica eu diria, e tem sonhos assim com calabouços, prisões, tentativas de fuga em grupo desses lugares, sendo perseguidos por guardas, isso é  lembrança de experiências astrais mesmo, não é algo simbólico, nem fruto de estresse no trabalho nem muita feijoada na janta, ehehe

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Sandrofabres...

O lugar que me senti aprisionada era como destas fotos, eram tijolos e lembro que depois fiquei lembrando e pensando, mas os tijolos eram claros, diferentes do que temos hoje. Não venho de família católica praticante, eu era a mais praticante da família, mas sinto que tem algo aí sim. Agora uma pergunta, se souber responder, como sair disso? Como a igomes comentou, também faço minhas orações e cuido da minha espiritualidade, só não estou pronta ainda pra sair "vendo" coisas.

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Esse negócio dos sequestros astrais é praticamente rotina diária , assim como as operações de resgate.

Sair disso totalmente acho que não dá, tem que cuidar a  sintonia, mas qual encarnado consegue se manter sempre com a sintonia alta? Não dá. Então a gente faz o que pode.

E há todo tipo de grupo desencarnado que faz isso, não é só as religiões. As minhas experiências se relacionam com religiões, mesmo eu nunca tendo tido religião nesta encarnação, nem minha família tendo religião,  porque eu também tenho lá meus laços de vidas passadas com a religião católica, desde antes da fundação  dela na verdade.

Então esse vínculos acabam determinando a zona em que trabalhamos, porque a gente é "daquela turma", conhece "os mocó".  Mas isso de sequestros de encarnados e de prisões de desencarnados é uma prática comum. Aqui falamos um pouco sobre isso:

https://www.viagemastral.com/forum/index.php?/topic/20407-coma/

 

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