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A moralidade(e o estado) dos mentores


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O que um mentor acha certo e errado?

É possível dois mentores discordarem fortemente em um determinado ponto?

Mentores tem desejos próprios e egoístas?

O quão absorvidos por eventos mundanos são os mentores?

Mentores querem voltar para o plano físico(sem que haja a necessidade de cumprir uma missão espiritual)?

Até onde vai o conhecimento dos mentores?

O estado de mentor também é passageiro?

Por mentor, aqui me refiro aos mentores "top de linha" do plano espiritual mesmo.

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1- O que Jesus ou Budha acham certo e errado

2-... mas péra... só sabemos de Jesus ou Budha o que nos contaram deles nos livros religiosos. Então, corrigindo....

3- O que os personagens de livro, Jesus ou Budha acham certo ou errado?

4-... mas péra.... qual era o contexto cultural em que viviam os homens comuns que escreveram esses livros? Quais seus preconceitos familiares dentro dos quais foram educados? Qual a doutrinação ideológica dominante na época em que viveram? 

5- E o que pensam os mentores?

6- ...mas péra... so sabemos.. (idem ao 2), 

7--idem ao 3

8- idem ao 4

 

Cara, sabemos dos mentores apenas o que os escritores espíritas escrevem que eles disseram. Note o que o Ramatis fala aqui:

Citar

PERGUNTA — Como poderíamos entender melhor essa questão de o médium intuitivo emoldurar o pensamento dos espíritos que se comunicam através dele?

RAMATÍS: — Ele estigmatiza os comunicados do Além, porque lhes inculca as suas peculiaridades e interpretações pessoais, tomando-os um prolongamento de sua própria
personalidade humana. Quando o médium é criatura sentenciosa e sisuda, costuma restringir, nas suas comunicações com os desencarnados, os gracejos ou qualquer laivo de humorismo. Nesse caso, todos os espíritos que baixam por ele são graves, sisudos e conselheiros, malgrado depois de desincorporados sejam criaturas louçãs, espirituosas e alegres.
Na verdade, é o próprio médium que lhes impõe na filtragem mediúnica esse aspecto seu, todo pessoal, fazendo com que os espíritos comunicantes fiquem limitados a um cunho
pesado, severo e tumular, embora sejam portadores doutro temperamento psicológico. Em sentido oposto, quando o médium consciente é criatura otimista e jovial, avessa aos
dogmatismos filosóficos ou religiosos, é possível inverter-se o caso acima, pois os mesmos espíritos que, pelo medianeiro sisudo e pesado se mostram exageradamente circunspectos,
tomam-se então de bom humor, sem formalismos ou preconceitos doutrinários do mundo material.

PERGUNTA: — Em face do nosso grande interesse na melhor compreensão da mediunidade intuitiva, ser-vos-ia possível apontar-nos alguns exemplos dessas peculiaridades pessoais que o médium intuitivo termina impondo nas suas comunicações com os espíritos desencarnados?


RAMATÍS: — Em face de o médium intuitivo, durante as comunicações dos espíritos desencarnados, ser completamente senhor do seu comando mental, acontece que as suas convicções intelectivas, premeditações psicológicas e o seu temperamento emotivo também estigmatizam o que lhe é transmitido do Além. Isso só não acontece quando se trata
de elemento muitíssimo disciplinado no fenômeno mediúnico da intuição e que então é capaz de não interferir mentalmente no pensamento dos seus comunicantes.

PERGUNTA: — Poderíeis nos apontar algum exemplo mais concreto, a esse respeito?


RAMATÍS: — Precisamos vos explicar que em muitos casos as convicções, os preconceitos e as restrições do médium passam a influir nos seus comunicantes. Supondo-se, por exemplo, que determinado médium intuitivo é sistematicamente adverso ou contrário às comunicações de pretos-velhos, caboclos ou silvícolas, convicto absolutamente de que
não merece confiança qualquer outra manifestação mediúnica além da dos cânones de sua crença ortodoxa, não resta dúvida de que os seus guias e demais espíritos que por ele se
comunicam, embora intimamente pensem o contrário, terão que se ajustar ao paredão  granítico de tal condicionamento pessoal. E, por isso, eles também se manifestarão  radicalmente contrários às comunicações dessas entidades tão comuns nos terreiros de Umbanda, embora algumas delas sejam aceitas junto à mesa espírita, quando guardam as diretrizes dos princípios codificados por Allan Kardec.
No entanto, se o médium é pessoa sem quaisquer preconceitos doutrinários ou religiosos, simpatizante para com todos os esforços espiritualistas que buscam a Verdade
tanto quanto ele, não há dúvida de que as mensagens mediunicas que ele transmitir serão tecidas pelos desencarnados na mesma faixa de sua tolerância e compreensibilidade. Tais
médiuns não se mostrarão antagônicos às pitorescas comunicações dos silvícolas, caboclos  ou pretos-velhos, mas respeitá-las-ão em seu nível de entendimento e progresso espiritual.

PERGUNTA: — Mas, tratando-se de uma tarefa benfeitora, não vos seria bem melhor alcançar o êxito almejado pelo Alto através de um médium que, embora sob hipnose do
Além, fluísse passivamente as idéias superiores, em vez de enfrentar-lhe a vontade e sua desconfiança?


RAMATÍS: — Preferimos enfrentar a vontade e a mente do médium, mesmo quando certas vezes ele nutre desconfiança sobre os nossos relatos, supondo-os fruto de sua própria elucubração mental. Como ele não consegue identificar com absoluta certeza o fenômeno insólito de que participa conosco quase  em estado de vigília, é razoável que algumas vezes restrinja a nossa influência comunicativa, supondo que se trata de sua própria intervenção anímica. Quando ditamos estas mensagens também precisamos transpor cuidadosamente a barreira firmada pela sua prevenção psicológica e os demais condicionamentos naturais de sua existência humana. Assim que o assunto em foco transcende os seus conhecimentos, ele nos opõe maior resistência mediúnica, porque ainda desconhece o que lhe intuímos.

Fonte: Ramatis Mediunismo.pdf

No caso de projeção, isso ainda tem outros tipos de dificuldades, mas é o homem DE HOJE, ENCARNADO, FRUTO DO ATUAL CONTEXTO DE CRENÇAS, o filtro ATRAVÉS o qual você é informado sobre o que os mentores pensam. Sendo assim, isso já contém uma censura do encarnado embutida em qualquer mensagem. 

Lembro de uma vez, logo que comecei a participar daquele grupo, que o lider do grupo estava sentindo a minha aura e disse: 

"- Tem um amigo seu aqui presente, vocês viveram num mosteiro na Tailândia há... milhares de anos.... há dezenas de milhares de anos... há centenas de milhares de anos"

Depois ele me explicou: A entidade disse centenas de milhares de anos, então ele achou que era algum erro e corrigiu para milhares. A entidade repetiu "centenas de milhares", ele achou , não pode, é muito tempo, vou dizer 'dezenas de milhares'. Mas a entidade repetiu mais uma vez "centenas de milhares". Só então ele teve certeza que aquilo deia estar certo, apesar de ser muito tempo, ehehe

Agora você imagina o que pode acontecer quando o assunto for assunto polêmico, ou delicado. Entendendo isso, fica fácil entender o absurdo de certas religiões por aí dizendo "Deus está me dizendo que....", e sempre é algo que reforça as crenças já dogmáticas daquele grupo.

Sendo assim: Pense em mentores como um CONCEITO. 

Chamamos de mentores os seres que necessariamente precisam estar num estado de consciência superior ao nosso. Se não estiverem, então não é mentor é "guia cego", apenas um desencarnado amigo, que ainda possui muitas imperfeições similares às nossas. 

Mas mesmo se tratando de seres mais esclarecidos, o grau de concordância é limitado pelo nível de consciência deles. Havendo diferenças de níveis, os que estão num nível mais elevado de consciência e conhecimento devem necessariamente concordar mais entre si do que os que estão no nível mais baixo, da mesma maneira como os médicos que são pesquisadores mais qualificado acabam tendo que concordar sobre a ineficácia da cloroquina, porque analisam resultado de experimentos mais amplos,  enquanto que o que só tem acesso aos casos locais, seus pacientes, podem facilmente se confundir com os resultados e por isso discordar dos médicos que são pesquisadores.

Sendo assim, num nível muito alto, top de linha, quando o sujeito já está livre da necessidade de reencarnar, haverá maior concordância, porque o sujeito já é a "expressão da vontade divina", um "médium perfeito" digamos assim, alguém que consegue captar a Verdade de cada situação sem deturpá-la pela ação do seu ego/mente.

Mas não creio que esse seja o nível dos Mentores que se comunicam através dos encarnados, ou que encontramos no astral. Logo, pode partindo princípio que você jamais deve sacrificar seu julgamento para adotar o ponto de vista de outro. Deve no máximo se esforçar por entender a razão pela qual ele discorda de você, já que ele supostamente é mais evoluído, e portanto deve saber mais que você. Tente descobrir que o que você pode não estar percebendo. 

Mas se não conseguir descobrir, fazer o que? É no seu lombo que o chicote vai cantar, ehehe, então é você que tem que ter a última palavra, não dá para seguir conselhos quea gente não compreende, porque isso pode até nos safar de muitos problemas, mas obedecer não gera aprendizado, é preciso compreender.

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Aliás, um detalhe: na experiência prática mentores não perdem tempo explicando nada para nós. Eles apenas nos colocam numa situação, talvez plasmada, e nós mesmos observamso aquilo e concluímos sozinhos. É o que aquele líder do meu grupo diz:

Mentor não explica, mentor mostra.

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