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Criança siamesa


Rafael
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Olá Erivelto,

Do ponto de vista espiritual, acredito que as duas hipóteses que você apresentou são válidas. Inicialmente, nós possuímos veículos de manifestação para diferentes dimensões. A criança nasceu com duas cabeças, mas nasceu com um só coração. Talvez não seja correcto deduzirmos tão diretamente que a criança seja um corpo habitado por dois corpos ou um resultado de dois corpos que "lutaram" por um corpo.

Se buscarmos uma razão espiritual, encontraremos uma infinidade de respostas. O espírito que habita o corpo pode ser um espírito bipolar com crise de identidade traumática e por achar-se dividido em duas identidades, nasceu com um veículo de duas cabeças; o espírito pode ter sofrido torturas por obsessores; etc.

Não vejo como podemos apontar a explicação certa. Porém, um corpo físico, veículo de matéria densa, tendo apenas um cérebro, tem apenas uma ligação por um cordão de prata. Essa criança nasceu com duas cabeças, dois cérebros, então seria possível ter dois cordões de prata? Se sim, não vejo como um espírito possa ter duas ligações com o veículo de manifestação material.

Quanto mais penso, mais questões surgem. Não posso afirmar nada pois não tenho meios de o fazer.

De qualquer forma, trata-se de uma deformação, então a causa deve ser desequilíbrio energético e espiritual.

Grandes abraços.

Rafael.

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Se tiver dois Espíritos, na verdade será como se fosse apenas um com duas cabeças. Porque o perispírito dá a forma do corpo ao espírito.

Se tiver um só espirito, terá o perispírito a forma do corpo mas apenas um espirito preso nele ao invez de dois como no caso anterior.

Sendo assim, seria errado pensar que o corpo teria dois espíritos separados e que poderiam ir cada um a um lugar ou que eles brigassem para ficar com o corpo. Pois os dois fazem parte do mesmo.

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Olá, Erivelto. Legal o post!

Dizer exatamente do que se trata, ninguém poderá com precisão, mas fica claro que é um aprendizado.

Se os espíritos tinham alguma ligação, não sei. Se a mãe tinha algum carma, também não dá pra saber.

Mas, para nós aqui é um grande tema a se refletir!

Os momentos da morte faz o mais duro ser humano balançar, tanto se ele passa pela situação, quanto se ele assiste alguém passar.

Somos de outra dimensão, isso aqui é uma passagem, e às vezes bem confusa. A Divindade usa de uma inteligência que nos parece maldosa e extremamente radical, mas certamente muito bem feita. Não podemos esquecer que o sofrimento faz mesmo parte do amargo mestre que ensina, por pior que possa parecer no momento atual, porém a intenção é a mudança futura.

Aí, pode ser Karma resguardado das crianças.

É certamente também aprendizado para a mãe , a família ,as pessoas que estão por perto e todos nós que ficarmos sabendo.

Se estudarmos somente o efeito, poderíamos dizer:

Foi uma falha genética, pois ela teve o filho com um primo, irmão...

Mas aí estaríamos somente olhando o efeito da situação, a causa primária pode ter um propósito bem superior, inclusive ter programado isso anteriormente, e não por "Acaso" os primos se relacionaram.

É o mesmo que dizer: Esse cancer se desenvolveu no corpo por genética dos pais. Tem muita lógica se pararmos só por aí, mas é injusto no sentido de: O que a criança que nasceu tem a ver com a falha genética dos pais? É, queira ou não, do ponto de vista humano, uma injustiça tremenda, ela bem que podia ter nascido de uma família mais saudável!

As escolhas, não só dos pais, mas de TUDO, são feitas com precisão no plano espiritual, para aprendizado específico de cada consciência, de acordo com as necessidades pessoais, da família e da sociedade. Algumas com mudança bem lentas, um pequeno começo que se repercutirá às vezes milênios na frente.

Difícil na atual consciência que temos, julgarmos e abrirmos a boca para dizer: "é isso"...

Resumindo, basicamente somos cegos para a justiça da reencarnação e a bondade da divindade.

Nos resta ter fé e saber que não estamos a "Deus dará"...

E mais, ajudar àqueles que pudermos, sem questionarmos muito.

Questão:

Ajudar por quê, se não sei bem o que é cada caso?

Pois, ajudar mesmo no "escuro", dá uma sensação de leveza e alegria, que só sabe quem faz...

E mais...

Cria uma simpatia por todo lado, e ninguém vive sem ajuda, mesmo que ache que sim!

E claro, a consciência desperta é essa: Servir, aliviar o caminhar e a cruz pesada daqueles que carregam.

Abraços,

Saulo

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Oi Erivelto

Como todos disseram é muito afirmar algo sobre esta ocorrencia, são muitas as possiblidades...

Ja escutei de casos em que ocorrem acoplamentos auricos tão intensos em que as pessoas são tão "afins" que elas realmente se fundem e ficam como se fossem siameses, com 2 cabeças no mesmo corpo. As vezes isto até ocorre com pessoas encarnadas e "aqueles que os acompanham".

Não me surpreenderia se o que causou isto foi algo semelhante, mas é apenas mais uma hipótese XD

Boas reflexões

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Olá, Erivelto. Legal o post!

As escolhas, não só dos pais, mas de TUDO, são feitas com precisão no plano espiritual, para aprendizado específico de cada consciência, de acordo com as necessidades pessoais, da família e da sociedade. Algumas com mudança bem lentas, um pequeno começo que se repercutirá às vezes milênios na frente.

Difícil na atual consciência que temos, julgarmos e abrirmos a boca para dizer: "é isso"...

Resumindo, basicamente somos cegos para a justiça da reencarnação e a bondade da divindade.

Nos resta ter fé e saber que não estamos a "Deus dará"...

Olá Saulo!

Julgarmos com a nossa atual consciência, afirmando: "É isso!", é mesmo difícil e complicado. Somos ainda bem limitados, mas em desenvolvimento e aprendizagem. E que continuemos assim, pois está vivo o espírito que se encontra em mudança e aprendizagem. :)

Pois é Saulo. Nós somos cegos para a justiça da reencarnação e por mais que tenhamos estudado o assunto, pouco poderemos afirmar na maioria das vezes. O Universo é um Todo cujas regras buscam sempre o equilíbrio e aquilo que acontece pelas leis do Universo sempre terá como objetivo uma repercussão que reflita equilíbrio, nem que esta repercussão só ocorra milênios depois.

Aliás, o tempo é apenas uma dimensão e permite mesmo grandes alterações que podem levar tempo a ocorrer e depois repercutir.

Agora, atrevo-me a afirmar o mesmo que você: "Não estamos ao Deus dará...".

Imagina se estivéssemos: neste caso seríamos uma parte inexistente no Universo ou então o Universo não seria nada, uma bagunça. As leis da justiça da reencarnação e a bondade da divindade, sendo a própria divindade esse conjunto de leis do Universo - e não vamos tentar definir divindade ou Deus pois não somos capazes ainda, sendo algo que necessita de uma lucidez elevadíssima. A procura desta definição talvez seja uma consequência da nossa vivência e experiência, em nossa caminhada espiritual.

Mesmo cegos, conforme despertamos a consciência, passamos a compreender melhor nós mesmos e consequentemente os seres humanos. E, como disse, ajudar e aliviar em nós e nos outros os pesos que costumamos acumular ao longo da vida, é estar desperto espiritualmente. Despertar, é mesmo vermos o escuro como um chamado de luz e nos dispormos a ser essa luz; e não ver o escuro como um meio onde ficamos perdidos e depois bloqueámos, deixando-nos levar por pesos acumulados.

Então, não podemos mesmo julgar as situações, nem afirmar muitas coisas com certeza. Podemos trocar impressões, experiências e algumas conclusões, estando abertos para novas ideias.

Um grande abraço,

Rafael.

Oi Erivelto

Como todos disseram é muito afirmar algo sobre esta ocorrencia, são muitas as possiblidades...

Ja escutei de casos em que ocorrem acoplamentos auricos tão intensos em que as pessoas são tão "afins" que elas realmente se fundem e ficam como se fossem siameses, com 2 cabeças no mesmo corpo. As vezes isto até ocorre com pessoas encarnadas e "aqueles que os acompanham".

Não me surpreenderia se o que causou isto foi algo semelhante, mas é apenas mais uma hipótese XD

Boas reflexões

Olá Ducktales!

As possibilidades são muitas mesmo, mas nós não podemos afirmar nada. A hipótese do intenso acoplamento áurico é interessante. Quem sabe não tenha sido, não é mesmo?

Não quero afirmar com certeza, mas apenas como uma ideia sujeita a modificação, uma hipótese que acredito ser bastante válida: seja qual for a causa, é uma aprendizagem que terá, em algum momento, uma repercussão que tentará estabelecer o equilíbrio, tão necessário. Que não seja luz, nem escuridão, mas sim um pouco de cada. :)

Desejo igualmente a todos boas reflexões.

Grande abraço,

Rafael.

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